Há uma “crescente simpatia” de portugueses por correntes de extrema direita, dizem secretas

A conclusão é do Relatório Anual de Segurança Interna (RASI).

Revista de Imprensa

As autoridades portuguesas dizem existir uma “crescente simpatia” no país por correntes de extrema direita, que se tornou evidente no ano passado, de acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), citado hoje pela ‘TSF’.

Escolha a Executive Digest como fonte preferida no Google Escolher ›

Segundo o mesmo documento, ontem divulgado, “a extrema-direita manteve a estratégia de exploração da conjuntura pandémica online, tendo disseminado propaganda, desinformação e teorias da conspiração”.

“Os movimentos negacionistas da pandemia e outros que rejeitam as medidas implementadas para a combater radicalizaram o seu discurso e ação, alargaram o escopo da sua luta, com base em teorias da conspiração e, procuraram parceiros internacionais, passando de movimentos sociais de protesto a movimentos antissistema”, lê-se.

Isto fez que com que essa corrente se “aproximasse do universo dos movimentos negacionistas, com o intuito de empolar uma narrativa antissistema na sociedade civil”, acrescenta o relatório citado pela estação.

As autoridades sublinham ainda que “continuou a registar-se, em diferentes plataformas e redes sociais, uma crescente simpatia de utilizadores portugueses pelas correntes aceleracionistas (terroristas) de extrema-direita”.

Continue a ler após a publicidade
Continue a ler após a publicidade

Por aceleracionsta, entende-se “a necessidade de expandir e intensificar o modo de funcionamento capitalista para alcançar uma transformação social radical e profunda”, tal como consta da definição do dicionário da Porto Editora.

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.