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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 19 Jul 2026 12:32:52 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comissão de Direitos Humanos moçambicana quer investigação a morte por polícias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 12:32:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) moçambicana instou hoje a Procuradoria-Geral da República (PGR) a abrir "de forma imediata, célere e imparcial" uma investigação ao baleamento mortal de um homem por alegados agentes policiais em Maputo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) moçambicana instou hoje a Procuradoria-Geral da República (PGR) a abrir &#8220;de forma imediata, célere e imparcial&#8221; uma investigação ao baleamento mortal de um homem por alegados agentes policiais em Maputo.</P><br />
<P>Em comunicado, a CNDH diz que a PGR deve &#8220;garantir a responsabilização criminal de todos os envolvidos&#8221; no homicídio, e a reparação dos direitos violados&#8221;.</P><br />
<P>Apela também ao comando-geral da Polícia da República de Moçambique (PRM) para &#8220;fornecer, com urgência, informação oficial, completa e transparente sobre os factos&#8221; e para &#8220;apurar a responsabilidade disciplinar dos agentes envolvidos no caso e garantir responsabilização exemplar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A CNDH reafirma que toda atuação policial deve observar estritamente os princípios da legalidade, necessidade, proporcionalidade e respeito pela dignidade humana, conforme estabelecido na Constituição da República de Moçambique e nos instrumentos internacionais de direitos humanos ratificados pelo Estado&#8221;, lê-se.</P><br />
<P>Um homem, alegadamente foragido, foi mortalmente abatido na noite de sábado com cinco tiros por alegados agentes policiais no norte da província de Maputo, numa situação que está a gerar indignação na sociedade moçambicana e pedidos de uma investigação independente.</P><br />
<P>Amplamente divulgado através de vídeos amadores que retratam a violência do episódio, o caso ocorreu no interior de um bar do posto administrativo de Xinavane, distrito da Manhiça, quando pelo menos sete agentes, incluindo três fardados da Unidade de Intervenção Rápida da PRM, tentavam neutralizar e deter um homem.</P><br />
<P>Manietado pelos agentes, o homem oferecia resistência quando um dos elementos à civil recorreu à arma de fogo que transportava e começou a disparar, praticamente à queima-roupa, atingindo aparentemente a vítima com cinco tiros na cabeça, perante o pânico e a fuga de outros clientes que se encontravam no bar.</P><br />
<P>De seguida, todos os agentes abandonaram rapidamente o local, dirigindo-se para uma viatura policial que os aguardava no exterior, deixando a vítima prostrada no chão, em sangue, conforme retratam os vídeos.</P><br />
<P>A Lusa tentou obter uma reação da PRM sobre este caso, mas sem sucesso até ao momento.</P><br />
<P>A CNDH diz que &#8220;condena o uso desproporcional da força, comportamento que deve ser evitado e eliminado na atuação das Forças de Defesa e Segurança, pois, independentemente da condição jurídica do cidadão ou das suspeitas que sobre ele recaíam, o direito à vida e à integridade física é inviolável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A execução sumária, o uso excessivo da força ou qualquer atuação que configure violação dos direitos humanos não encontra amparo no ordenamento jurídico moçambicano&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Em comunicado, o Centro para Democracia e Direitos Humanos (CDD), organização da sociedade civil, acusou os agentes de terem &#8220;executado um cidadão à queima-roupa&#8221; e a Organização Não-Governamental (ONG) Plataforma Decide afirmou que, de abril até ao momento, &#8220;já foram registados e confirmados 11 casos de pessoas baleadas&#8221;, incluindo três menores, &#8220;em resultado do uso desproporcional da força pela polícia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A mais recente vítima perdeu a vida em Xinavane, província de Maputo, numa situação que, segundo as informações disponíveis, poderia ter sido controlada sem recurso à força letal. Este cenário continua a levantar sérias preocupações sobre a preparação, os procedimentos operacionais e a humanização da atuação policial&#8221;, afirma a Decide.</P><br />
<P>A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo, oposição) divulgou uma &#8220;nota de repúdio&#8221; na qual expressa &#8220;profunda indignação e condena veementemente o assassinato&#8221;, exigindo que a &#8220;identidade e eventual vínculo institucional&#8221; dos autores &#8220;devem ser esclarecidos pelas autoridades competentes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Perante a gravidade do caso, a Renamo exige a abertura imediata de uma investigação independente, imparcial e transparente, com vista ao completo esclarecimento dos factos, à identificação de todos os intervenientes e à responsabilização criminal e disciplinar de quem tenha atuado à margem da lei&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791163]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Entrou na via errada da portagem? Há um erro que pode custar até 2.500 euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 12:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[via verde]]></category>
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					<description><![CDATA[Basta um momento de distração. Escolheu a via manual quando tinha Via Verde. Entrou numa Via Verde sem identificador. Ou percebeu demasiado tarde que estava na faixa errada]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Basta um momento de distração. Escolheu a via manual quando tinha Via Verde. Entrou numa Via Verde sem identificador. Ou percebeu demasiado tarde que estava na faixa errada.</p>
<p>Nessa fração de segundo, muitos condutores pensam exatamente na mesma solução: fazer marcha-atrás.</p>
<p>Mas é precisamente essa decisão que pode transformar um pequeno engano numa infração muito grave, com multas até 2.500 euros, perda de pontos na carta e até inibição de conduzir.</p>
<p><strong>Porque não pode fazer marcha-atrás</strong></p>
<p>Segundo o <a href="https://www.acp.pt/veiculos/condutor-em-dia/conduzir-em-seguranca/a-marcha-atras-numa-portagem-da-coima" target="_blank" rel="noopener">Automóvel Club de Portugal (ACP)</a>, a marcha-atrás só é permitida como manobra auxiliar ou de recurso, devendo ser efetuada lentamente e na menor distância possível.</p>
<p>Uma praça de portagem não é uma exceção.</p>
<p>Como faz parte da circulação em autoestrada, recuar para mudar de via pode ser considerado uma infração muito grave ao Código da Estrada.</p>
<p>Além do risco para quem circula atrás, trata-se de uma manobra que os restantes condutores não esperam encontrar.</p>
<p><strong>Quanto pode custar o erro</strong></p>
<p>Se fizer marcha-atrás numa portagem, poderá enfrentar:</p>
<p>uma coima entre 500 e 2.500 euros;<br />
inibição de conduzir entre dois meses e dois anos;<br />
perda de quatro pontos na carta de condução.</p>
<p>Se dessa manobra resultar um acidente, a responsabilidade do condutor poderá ainda ser agravada.</p>
<p><strong>Então o que deve fazer?</strong></p>
<p>A resposta parece contraintuitiva, mas é simples: continuar em frente.</p>
<p>Se entrou por engano na via errada:</p>
<p>&#8211; mantenha a calma;<br />
&#8211; nunca faça marcha-atrás;<br />
&#8211; não inverta o sentido da marcha;<br />
&#8211; evite mudanças bruscas de faixa;<br />
&#8211; siga as indicações existentes na praça de portagem;<br />
&#8211; utilize o botão de chamada, se existir;<br />
&#8211; regularize a situação posteriormente, caso seja necessário.</p>
<p>Na maioria dos casos, o erro pode ser resolvido sem consequências graves. Já uma manobra perigosa pode transformar um simples engano num problema bem maior.</p>
<p><strong>E se tiver Via Verde mas entrou na cabine manual?</strong></p>
<p>Também aqui a solução não passa por recuar.</p>
<p>Segundo as orientações divulgadas pela GNR e recordadas pelo ACP, o condutor deve utilizar o botão de chamada disponível na cabine e explicar a situação ao operador.</p>
<p>O sistema poderá confirmar a existência de um identificador Via Verde associado ao veículo e permitir a abertura da barreira.</p>
<p><strong>E se entrou numa Via Verde sem identificador?</strong></p>
<p>O procedimento é semelhante.</p>
<p>Continue a marcha e regularize depois a passagem através dos meios disponibilizados pela concessionária.</p>
<p>Porque é que esta manobra é tão perigosa?</p>
<p>Numa portagem, todos os condutores esperam que o trânsito avance no mesmo sentido.</p>
<p>Quando um veículo começa inesperadamente a recuar, mesmo que apenas alguns metros, aumenta significativamente o risco de colisão, sobretudo para quem chega atrás sem antecipar essa manobra.</p>
<p>Por isso, aquilo que parece ser a solução mais rápida é, muitas vezes, a pior escolha.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790458]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vai à piscina? Médicos revelam os 6 comportamentos que nunca deve adotar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 12:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[pirscina]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dias quentes de verão convidam a longas horas passadas na piscina, seja em família, entre amigos ou simplesmente para aliviar as temperaturas elevadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os dias quentes de verão convidam a longas horas passadas na piscina, seja em família, entre amigos ou simplesmente para aliviar as temperaturas elevadas. No entanto, apesar de ser uma atividade associada ao lazer e ao descanso, os especialistas alertam que existem hábitos aparentemente inofensivos que podem aumentar significativamente o risco de acidentes, infeções e outros problemas de saúde. Médicos de várias especialidades partilharam os comportamentos que evitam sempre quando frequentam piscinas, deixando recomendações destinadas a tornar esta época do ano mais segura para crianças e adultos.</p>
<p>Um dos conselhos mais importantes, mas frequentemente ignorado, é tomar um duche antes de entrar na água. Embora muitas pessoas considerem este passo desnecessário, sobretudo quando planeiam tomar banho depois de sair da piscina, os especialistas explicam que esta simples medida ajuda a preservar a qualidade da água e a reduzir o risco de contaminação.</p>
<p>Segundo o dermatologista Chris Bunick, da Yale Medicine e professor associado da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale, o suor, o protetor solar, os cremes corporais, os produtos capilares e os óleos naturais da pele reagem com o cloro da piscina. Essa reação diminui a capacidade desinfetante do cloro e favorece a formação de compostos irritantes que podem provocar ardor nos olhos e irritações cutâneas.</p>
<p>Além disso, os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) recomendam que todas as pessoas passem pelo menos um minuto debaixo do chuveiro antes de entrarem na piscina, eliminando bactérias, microrganismos e outras impurezas transportadas na pele. Bunick acrescenta que este procedimento é ainda mais importante quando alguém chega da praia ou apresenta areia e sujidade no corpo, evitando contaminar a água e sobrecarregar os sistemas de filtragem.</p>
<p><strong>Nunca levar recipientes de vidro para junto da piscina</strong><br />
Outra recomendação dos especialistas passa por manter qualquer objeto de vidro afastado da piscina. Garrafas, copos ou recipientes de vidro podem parecer inofensivos, mas representam um dos maiores riscos de acidentes neste tipo de espaços.</p>
<p>O diretor do Serviço de Urgência do Hartford HealthCare St. Vincent&#8217;s Medical Center, Steven Valassis, alerta que o vidro partido constitui um perigo particularmente difícil de detetar. &#8220;O vidro partido não é um perigo visível. Quer esteja no pavimento em redor da piscina ou dentro da água, pode ser praticamente invisível&#8221;, explica.</p>
<p>Como a maioria das pessoas circula descalça junto às piscinas, pequenos fragmentos podem provocar cortes profundos. Segundo Valassis, cerca de 5% destas lacerações são suficientemente graves para exigir internamento hospitalar e cirurgia.</p>
<p>Se o vidro partir dentro da piscina, o problema torna-se ainda mais complexo. Os fragmentos são extremamente difíceis de localizar e remover, podendo obrigar ao esvaziamento completo da piscina e à realização de uma limpeza especializada. A alternativa recomendada pelos médicos é simples: optar por copos de plástico ou latas de alumínio.</p>
<p><strong>Nunca deixar uma criança sozinha, nem por alguns segundos</strong><br />
Entre todos os conselhos deixados pelos especialistas, este é considerado o mais importante. Os médicos sublinham que basta um curto momento de distração para ocorrer um afogamento.</p>
<p>Steven Valassis refere que um dos maiores equívocos entre os pais consiste em acreditar que ouvirão chapinhar ou gritos caso uma criança esteja em perigo. No entanto, a realidade é bastante diferente.</p>
<p>&#8220;O afogamento é rápido, frequentemente silencioso e pode acontecer a qualquer criança&#8221;, afirma o especialista. Segundo um inquérito citado por Valassis, 48% dos pais acreditam erradamente que ouviriam salpicos ou pedidos de ajuda caso o filho estivesse em dificuldades dentro de água.</p>
<p>A Academia Americana de Pediatria recorda igualmente que as aulas de natação ajudam a melhorar as competências aquáticas, mas não eliminam o risco de afogamento. Os CDC alertam que um afogamento pode ocorrer em poucos segundos, razão pela qual a vigilância deve ser constante, direta e sem distrações, independentemente da idade da criança ou da sua capacidade para nadar.</p>
<p><strong>Não entrar na água quando se está doente</strong><br />
Mesmo que o plano para o dia seja passar horas na piscina, os médicos recomendam adiar a atividade sempre que existam sintomas de doença, sobretudo infeções gastrointestinais.</p>
<p>Chris Bunick explica que nadar quando alguém está doente pode agravar o próprio estado clínico. &#8220;Nadar enquanto se está doente geralmente não é uma boa ideia, porque a atividade física pode desencadear náuseas, vómitos e aumentar o risco de desidratação, agravando ainda mais a situação&#8221;, afirma.</p>
<p>Além disso, existe o risco de transmissão de agentes infecciosos a outras pessoas. O dermatologista lembra que o cloro e os restantes produtos utilizados no tratamento da água não eliminam imediatamente todos os microrganismos, existindo um intervalo durante o qual vírus e bactérias podem ser transmitidos entre banhistas.</p>
<p><strong>Evitar nadar com feridas abertas</strong><br />
Outra situação que os especialistas desaconselham é entrar na piscina quando existem cortes profundos, escoriações importantes ou incisões cirúrgicas recentes.</p>
<p>Segundo Chris Bunick, &#8220;é preferível não nadar com uma ferida aberta, especialmente quando existe um corte profundo ou uma escoriação significativa&#8221;. O médico explica que os produtos químicos presentes na água podem agravar a lesão, aumentando a inflamação e retardando a cicatrização.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a exposição contínua à água favorece o risco de infeção, sobretudo em ambientes naturais, como rios, lagos ou mar, onde esse risco é ainda superior.</p>
<p>No caso de pequenos cortes superficiais, Bunick considera que normalmente não é necessário abdicar da piscina, desde que a lesão seja protegida com uma pomada cicatrizante e um penso impermeável. Ainda assim, recomenda vigiar atentamente sinais como vermelhidão, inchaço ou saída de líquido, que podem indicar uma infeção e justificar observação médica.</p>
<p><strong>Nunca mergulhar em zonas pouco profundas</strong><br />
Os médicos das urgências alertam também para um dos acidentes potencialmente mais graves associados às piscinas: os mergulhos em águas pouco profundas.</p>
<p>Steven Valassis explica que, quando uma pessoa mergulha e bate com a cabeça no fundo da piscina, o impacto pode provocar traumatismos cranianos e transmitir uma enorme força para a coluna cervical.</p>
<p>&#8220;Se uma criança mergulhar numa piscina pouco profunda e bater com a cabeça no fundo, o impacto inicial pode causar lesões cerebrais. A força transmite-se depois para o pescoço e para a coluna cervical, podendo provocar lesões na medula espinal&#8221;, afirma.</p>
<p>As consequências podem ser devastadoras, incluindo paralisia e, nos casos mais graves, incapacidade para respirar de forma autónoma.</p>
<p>O especialista acrescenta que a maioria destes acidentes não acontece em piscinas públicas com nadadores-salvadores, mas sim em piscinas privadas. Por esse motivo, a Cruz Vermelha Americana recomenda entrar sempre de pés primeiro quando a profundidade da água é desconhecida.</p>
<p><strong>A maioria dos acidentes pode ser evitada</strong><br />
Apesar dos riscos identificados, os especialistas deixam uma mensagem tranquilizadora: grande parte dos acidentes e problemas de saúde associados às piscinas pode ser evitada através de medidas simples de prevenção.</p>
<p>Tomar um duche antes de entrar na água, evitar recipientes de vidro, nunca perder de vista as crianças, não nadar quando se está doente, proteger adequadamente as feridas e evitar mergulhos em águas pouco profundas são gestos que podem fazer toda a diferença.</p>
<p>Como conclui Steven Valassis, a maioria das lesões relacionadas com piscinas é evitável quando existe consciência dos riscos e são adotadas precauções básicas, permitindo desfrutar do verão com muito mais segurança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790050]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Conselho da Europa pede à FIFA que abra diálogo sobre pressões políticas no futebol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 11:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho da Europa, organização multilateral de 46 países europeus, apelou hoje à FIFA para que "inicie um diálogo" sobre como proteger o futebol "das pressões políticas, financeiras e das apostas".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Conselho da Europa, organização multilateral de 46 países europeus, apelou hoje à FIFA para que &#8220;inicie um diálogo&#8221; sobre como proteger o futebol &#8220;das pressões políticas, financeiras e das apostas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A influência política já se faz sentir até no próprio campo de jogo, uma sanção foi suspensa durante a competição depois de um chefe de Estado ter ligado ao presidente da FIFA. Quando as regras são contornadas devido a pressões, qualquer resultado pode ser posto em causa&#8221;, assinalou num comunicado o secretário-geral do Conselho da Europa, o suíço Alain Berset.</P><br />
<P>As declarações referem-se ao telefonema que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, para que anulasse a suspensão de um jogo devido a um cartão vermelho contra o jogador da seleção norte-americana, Folarin Balogun, após a sua expulsão nos oitavos-de-final do Mundial contra a Bósnia. </P><br />
<P>A sanção foi levantada e Balogun participou na derrota nos oitavos de final frente à Bélgica (1-4).</P><br />
<P>&#8220;A proposta que dirijo à FIFA é a de organizar um &#8216;terceiro tempo&#8217;, trata-se de iniciar, já esta noite, um diálogo construtivo, com o objetivo de preparar o quadro de integridade que será aplicado no Mundial de 2030&#8221;, que se realizará em Espanha, Marrocos e Portugal, referiu Berset.</P><br />
<P>Berset lembrou que uma aposta se ganha &#8220;fazendo com que outras pessoas percam&#8221;, uma situação que abre a porta à &#8220;fraude&#8221;.</P><br />
<P>O Conselho da Europa, com sede em Estrasburgo (França) e fundado em 1949 por dez países europeus, é um organismo que não pertence à UE e que agrupa 46 Estados do Velho Continente, entre os quais se contam os 27 da UE.</P><br />
<P>Berset recordou o papel do Conselho da Europa na elaboração de normas jurídicas internacionais sobre a segurança dos espetadores, a luta contra o &#8216;doping&#8217; e o combate à manipulação de resultados, e aprofundou a importância da cooperação internacional e de regras vinculativas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791162]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Comissão de utentes denuncia &#8220;situação indigna e desumana&#8221; nas urgências de Portimão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 11:51:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Utentes em Defesa dos Serviços Públicos (CUDESP) alertou hoje para a "situação indigna e desumana" do acolhimento dos doentes nas urgências de Portimão, alegando que têm de esperar em ambulâncias, sujeitos a elevadas temperaturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão de Utentes em Defesa dos Serviços Públicos (CUDESP) alertou hoje para a &#8220;situação indigna e desumana&#8221; do acolhimento dos doentes nas urgências de Portimão, alegando que têm de esperar em ambulâncias, sujeitos a elevadas temperaturas.</P><br />
<P>&#8220;Diariamente, doentes e sinistrados transportados em ambulâncias permanecem longos períodos de espera no exterior do serviço de urgência [do Hospital de Portimão], muitas vezes no interior das próprias ambulâncias, expostos a temperaturas extremamente elevadas&#8221;, adiantou a comissão.</P><br />
<P>A denúncia consta de um documento enviado ao primeiro-ministro, à ministra da Saúde, aos partidos representados no parlamento e ao presidente da Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve, que tem em anexo fotografias nas quais se podem ver várias ambulâncias do INEM e dos bombeiros no exterior do serviço, com as portas abertas, e que considera &#8220;profundamente preocupantes, indignas e desumanas&#8221; as condições de acolhimento dos utentes que se dirigem às urgências de Portimão.</P><br />
<P>Segundo a CUDESP, devido ao calor que se faz sentir nessa altura, os &#8220;profissionais são obrigados a deixar as portas abertas&#8221; das ambulâncias e, &#8220;em muitos casos, os próprios doentes acabam por permanecer no exterior, aguardando a disponibilidade do serviço de urgência&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, a transferência dos doentes das ambulâncias para o interior das urgências é frequentemente feita à vista de quem circula na via pública e das pessoas que aguardam na sala de espera, &#8220;sem qualquer resguardo da intimidade e privacidade dos utentes, desrespeitando princípios elementares de dignidade da pessoa humana&#8221;, alerta ainda a comissão.</P><br />
<P>A CUDESP disse ainda ter informações de que a triagem decorre numa sala com dois postos de atendimento lado a lado, &#8220;sem qualquer separação física&#8221;, o que leva os doentes e os seus acompanhantes o ouvir as &#8220;queixas, os antecedentes clínicos e os dados pessoais de outros cidadãos&#8221;.</P><br />
<P>Perante isso, a comissão solicitou à ministra da Saúde que determine, com caráter de urgência, a adoção de medidas que garantam um espaço adequado para a receção dos doentes transportados em ambulância, protegido das condições climatéricas e &#8220;compatível com a dignidade humana&#8221;.</P><br />
<P>Pretende ainda que a administração da ULS do Algarve reorganize o serviço de urgência do Hospital de Portimão, no sentido de permitir que as triagens clínicas decorram em condições que assegurem a confidencialidade, a privacidade e o respeito pelos direitos dos utentes.</P><br />
<P>Aos partidos com representação parlamentar, a CUDESP pede que fiscalizem esta situação e &#8220;promovam as iniciativas necessárias para que o Governo resolva este problema com a urgência que o caso exige&#8221;.</P><br />
<P>A agência Lusa tentou contactar hoje a ULS do Algarve para obter uma reação sobre estas denúncias, mas tal não foi possível.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791161]]></sapo:autor>
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		<title>Espanha vs Argentina: quem levanta o troféu no campeonato económico?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 11:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<category><![CDATA[XTB]]></category>
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					<description><![CDATA[A final do Mundial de futebol coloca frente a frente Espanha e Argentina, mas fora das quatro linhas o duelo também se trava na economia, indicou a XTB]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A final do Mundial de futebol coloca frente a frente Espanha e Argentina, mas fora das quatro linhas o duelo também se trava na economia, indicou a XTB.</p>
<p>Enquanto a seleção espanhola representa uma das economias mais sólidas da Zona Euro, a Argentina chega à &#8220;final&#8221; económica depois de protagonizar uma das recuperações mais surpreendentes dos últimos anos, saindo de uma crise marcada por hiperinflação para voltar a conquistar a confiança dos mercados.</p>
<p><strong>Espanha cresce com estabilidade e confiança</strong></p>
<p>A economia espanhola continua a destacar-se entre as maiores da Europa.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2026, o PIB cresceu 2,7% em termos homólogos, impulsionado pelo consumo interno, pelo turismo e pelo setor dos serviços. O Banco de Espanha prevê que o crescimento anual se fixe nos 2,3%.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a inflação mantém-se relativamente controlada, situando-se nos 3,2% em junho, enquanto a inflação subjacente recuou para 2,9%.</p>
<p><strong>Argentina troca hiperinflação por crescimento</strong></p>
<p>Se Espanha representa a estabilidade, a Argentina é o caso de recuperação que mais surpreende os mercados.</p>
<p>Depois de anos marcados por sucessivas crises económicas, o país registou um crescimento homólogo de 2,3% no primeiro trimestre de 2026, apoiado sobretudo na agricultura, na mineração — em especial o lítio — e na pesca.</p>
<p>O dado mais impressionante continua, contudo, a ser a inflação.</p>
<p>Em apenas dois anos, a taxa homóloga caiu de 292,2% para 32,6%, resultado das reformas económicas implementadas desde 2024 e da disciplina orçamental adotada pelo Governo de Javier Milei.</p>
<p><strong>As bolsas também escolheram vencedores</strong></p>
<p>O bom momento económico refletiu-se igualmente nos mercados acionistas.</p>
<p>Em Espanha, o IBEX 35 valorizou mais de 49% em 2025 e continua a negociar em máximos de várias décadas. A banca, as energias renováveis e as empresas ligadas à defesa lideraram a subida.</p>
<p>Entre os principais destaques estão o Banco Santander, a Solaria e a Indra, beneficiando do ambiente de taxas de juro, da aposta na transição energética e do reforço do investimento europeu em defesa.</p>
<p>Na Argentina, o desempenho foi ainda mais expressivo.</p>
<p>O índice S&#038;P Merval acumula uma valorização próxima dos 62% nos últimos 12 meses e superou os 3,2 milhões de pontos em moeda local. Mesmo quando analisado em dólares, continua a apresentar ganhos significativos, sinalizando uma crescente confiança dos investidores internacionais na estabilização da economia.</p>
<p>Empresas como a petrolífera YPF, o Grupo Financiero Galicia e a Pampa Energía lideraram a valorização da bolsa argentina, beneficiando das reformas económicas e da liberalização de vários setores.</p>
<p><strong>Duas economias, duas formas de vencer</strong></p>
<p>Apesar de apresentarem ritmos de crescimento semelhantes, Espanha e Argentina chegam a esta &#8220;final&#8221; económica por caminhos completamente diferentes.</p>
<p>A economia espanhola convence pela previsibilidade, pela estabilidade institucional e pela força das grandes empresas cotadas.</p>
<p>Já a Argentina destaca-se pelo potencial de valorização. Depois de controlar a inflação e recuperar a confiança dos mercados, oferece atualmente oportunidades de retorno muito superiores, embora acompanhadas por um nível de risco bastante mais elevado.</p>
<p>Tal como no futebol, também na economia há diferentes formas de chegar à vitória. Espanha apresenta a consistência de um favorito. A Argentina surge como a equipa que protagonizou a maior recuperação e que continua a entusiasmar os investidores mais dispostos a correr riscos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790705]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Jordânia ordena evacuação de porto e aeroporto de Aqaba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 11:24:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades da Jordânia ordenaram a evacuação do porto e do aeroporto internacional da cidade de Aqaba devido a "ameaças credíveis", disse hoje a embaixada dos Estados Unidos da América (EUA) no país árabe.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da Jordânia ordenaram a evacuação do porto e do aeroporto internacional da cidade de Aqaba devido a &#8220;ameaças credíveis&#8221;, disse hoje a embaixada dos Estados Unidos da América (EUA) no país árabe.</P><br />
<P>A embaixada instou ainda todos os cidadãos dos EUA a evitarem viajar para o aeroporto e para o porto da cidade costeira e lembrou que devem evitar viagens para bases militares.</P><br />
<P>Os cidadãos dos EUA que permaneçam no país são aconselhados a evitar manifestações e grandes ajuntamentos, bem como &#8220;qualquer área com forte presença policial&#8221;. São também aconselhados a acompanhar os noticiários e as instruções das autoridades.</P><br />
<P>Este sábado, dois militares norte-americanos em ação na Jordânia foram mortos e um está desaparecido após ataques iranianos contra alvos norte-americanos na Jordânia.</P><br />
<P>Também ocorreram ataques iranianos contra alvos no Kuwait e no Bahrein em resposta a oito noites consecutivas de ataques aéreos dos Estados Unidos ao Irão.</P><br />
<P>A recente escalada levou à suspensão formal do memorando de entendimento assinado por ambos os países em junho, que visava pôr fim ao conflito iniciado a 28 de fevereiro com os ataques aéreos dos Estados Unidos de Israel contra o Irão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791160]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Intercetados navios que tentavam atravessar estreito de Ormuz &#8220;sem autorização&#8221; de Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 11:15:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Guarda Revolucionária do Irão anunciou hoje ter intercetado vários navios que tentavam atravessar o estreito de Ormuz sem a sua autorização, num momento de escalada entre Teerão e Washington pelo controlo desta via navegável estratégica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Guarda Revolucionária do Irão anunciou hoje ter intercetado vários navios que tentavam atravessar o estreito de Ormuz sem a sua autorização, num momento de escalada entre Teerão e Washington pelo controlo desta via navegável estratégica.</P><br />
<P>&#8220;Quatro navios, agindo de forma maliciosa e com o apoio de terroristas norte-americanos, tentaram atravessar o estreito de Ormuz (&#8230;) ignorando os avisos&#8221;, disse a Guarda Revolucionária em comunicado, acrescentando que &#8220;dois desses navios sofreram um acidente e ficaram imobilizados, enquanto os outros dois desistiram de prosseguir a sua rota&#8221;.</P><br />
<P>Segundo aquele corpo militar, que não forneceu detalhes sobre o acidente sofrido pelas embarcações, os quatro navios tentavam sair do estreito por uma rota não autorizada por Teerão.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado pela radiotelevisão estatal iraniana IRIB, a Guarda Revolucionária atribui a culpa pelo ocorrido às tripulações de ambos os cargueiros, por terem desligado os seus sistemas de navegação &#8220;em conivência com os terroristas dos Estados Unidos&#8221;, com o objetivo de contornar os controlos iranianos e ignorar os avisos das forças marítimas do Irão quando foram detetados.</P><br />
<P>&#8220;Nem uma única gota de petróleo, gás ou fertilizante químico atravessará o estreito de Ormuz sem coordenação e autorização&#8221;, assegurou, advertindo que os navios que seguirem as sugestões dos Estados Unidos e entrarem numa rota considerada insegura &#8220;sofrerão (&#8230;) incidentes&#8221;.</P><br />
<P>A tensão no estreito de Ormuz aumentou no contexto de uma nova escalada militar entre o Irão e os Estados Unidos desde o último fim de semana, que incluiu ataques norte-americanos contra o sul do território iraniano e operações de retaliação de Teerão contra alvos norte-americanos em vários países do Médio Oriente.</P><br />
<P>O Irão insiste em manter o controlo da passagem marítima e pretende que os navios naveguem pelas suas rotas e com a sua autorização, algo a que os Estados Unidos e outros países da região não parecem dispostos a aceitar.</P><br />
<P>No início de julho, Omã abriu uma segunda rota com o apoio dos Estados Unidos, ao que o Irão respondeu atacando navios comerciais que tentavam atravessar essa via.</P><br />
<P>Além disso, Washington restabeleceu na terça-feira o bloqueio naval sobre navios e portos iranianos no estreito de Ormuz, dois dias depois de Teerão ter anunciado um novo encerramento do estreito, por onde, antes da guerra, passava 20% do petróleo mundial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791159]]></sapo:autor>
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		<title>Tenista Francisco Cabral perde final de pares do torneio de Bastad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 11:14:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O tenista português Francisco Cabral, ao lado do francês Theo Arribage, perdeu hoje na final do torneio de Bastad, na Suécia, frente aos franceses Sadio Doumbia e Fabien Reboul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista português Francisco Cabral, ao lado do francês Theo Arribage, perdeu hoje na final do torneio de Bastad, na Suécia, frente aos franceses Sadio Doumbia e Fabien Reboul.</P><br />
<P>Primeiros cabeças de série do torneio sueco, Cabral e Arribage, 21.º classificado do ranking da variante, foram derrotados pelos segundos pré-designados, pelos parciais de 6-3 e 6-4, em uma hora e 14 minutos.</P><br />
<P>O duo luso-francês, que reeditou em Bastad uma parceria estreada no final de 2024 e coroada com o título no challenger da Maia, não conseguiu converter nenhum dos quatro &#8216;breaks&#8217; de que dispôs e salvou apenas um dos quatro que enfrentou.</P><br />
<P>Fabien Reboul (24.º) e Sadio Doumbia (26.º), finalistas do Estoril Open em 2024, fizeram valer a sua maior experiência enquanto dupla para conquistarem o sétimo título em conjunto. </P><br />
<P>Melhor especialista nacional da variante, o portuense de 29 anos, que ocupa atualmente o 25.º lugar da hierarquia mundial, procurava o seu sétimo título ATP, na 12.ª final disputada no circuito principal masculino de ténis.</P><br />
<P>Esta foi a segunda final do ano para Cabral, que no início de 2026 se sagrou campeão em Brisbane, com o austríaco Lucas Miedler, com quem já tinha vencido em Gstaad (2025), Hangzhou (2025) e Atenas (2025). </P><br />
<P>Melhor português de sempre nos rankings ATP &#8212; foi 19.º classificado em pares -, Cabral tem ainda no currículo títulos no Estoril Open, ao lado do compatriota e amigo Nuno Borges, com quem vai voltar a disputar a vertente de pares do torneio português, e Gstaad, em dupla com o bósnio Tomislav Brkic, ambos em 2022. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791158]]></sapo:autor>
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		<title>Papa apela a que não se esqueçam os que &#8220;sofrem e morrem&#8221; vítimas da guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 11:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa Leão XIV apelou hoje aos católicos que não esqueçam os que "sofrem e morrem devido aos conflitos" que afetam muitos países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Papa Leão XIV apelou hoje aos católicos que não esqueçam os que &#8220;sofrem e morrem devido aos conflitos&#8221; que afetam muitos países.</P><br />
<P>Sem referir expressamente o nome de nenhum dos países em guerra, o Papa, após a recitação do Ângelus, em Castel Gandolfo, nos arredores de Roma, e perante milhares de fiéis, afirmou que continuar &#8220;a acompanhar com apreensão o que se passa em vários países dilacerados pela guerra e pela violência&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não nos esqueçamos daqueles que sofrem e morrem devido aos conflitos e, ao generoso empenho pela paz, juntemos também a nossa oração constante&#8221;, exortou.</P><br />
<P>Antes, o Papa Leão XIV rejeitara a associação da Igreja a uma imagem de triunfo que exija intervenções pautadas &#8220;pelo poder e pela força&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Às vezes, esperamos algo espetacular, desejamos um Deus que intervenha do alto, arrancando imediatamente o joio, que é o mal&#8221;, observou.</P><br />
<P>Falando na Praça da Liberdade em Castel Gandolfo, residência de férias dos pontífices nos arredores de Roma, o Papa afirmou que &#8220;Jesus adverte contra a tentação de pensar em Deus como uma figura poderosa, que se impõe pela força, que ocupa o espaço para dominar, que chega de forma triunfante&#8221;.</P><br />
<P>Citado pela agência Ecclesia, Leão XIV pediu a &#8220;paciência&#8221; necessária para saber acompanhar os processos humanos sem precipitações e valorizar a &#8220;singeleza da vida comum&#8221;.</P><br />
<P>A intervenção evocou ainda um texto do ano 2000 do então cardeal Joseph Ratzinger (Bento XVI), que apresentava a Igreja como uma &#8220;pequena semente do Evangelho que brota e como um fermento de amor que transforma a massa do mundo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos chamados a assumir um estilo evangélico, sem adotarmos precipitadamente uma postura de oposição marcada por julgamentos arrogantes&#8221;, pediu Leão XIV.</P><br />
<P>O Papa continuará na residência pontifícia de Castel Gandolfo até 27 de julho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791157]]></sapo:autor>
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		<title>Sapatos sem meias no verão? Médicos alertam para os riscos que muitos ignoram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[meias]]></category>
		<category><![CDATA[sapatos]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada do verão e das temperaturas elevadas, muitas pessoas optam por abandonar as meias, acreditando que os pés permanecem mais frescos e confortáveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada do verão e das temperaturas elevadas, muitas pessoas optam por abandonar as meias, acreditando que os pés permanecem mais frescos e confortáveis. No entanto, especialistas em podologia e dermatologia alertam que esta escolha, sobretudo quando envolve sapatos fechados, pode favorecer o aparecimento de diversos problemas nos pés, desde infeções fúngicas até bolhas, calosidades, irritações cutâneas e odores persistentes. Embora, na maioria dos casos, estas situações não representem um risco grave para a saúde, podem causar desconforto significativo e, quando ignoradas, exigir tratamento médico.</p>
<p>Segundo o podologista Mikel Daniels, presidente e diretor clínico da WeTreatFeet Podiatry, uma das perguntas mais frequentes que recebe dos pacientes é precisamente se é seguro usar sapatos sem meias. A resposta, explica, é que essa opção &#8220;aumenta claramente o risco&#8221; de desenvolver vários problemas nos pés. Ainda assim, sublinha que a maioria dessas complicações é tratável e raramente representa um problema médico grave. O especialista reconhece que muitas pessoas preferem não usar meias por razões estéticas ou de conforto, mas considera importante que essa decisão seja tomada conhecendo os riscos envolvidos.</p>
<p>Os especialistas explicam que as meias desempenham um papel muito mais importante do que apenas proporcionar conforto. Funcionam como uma barreira protetora entre o pé e o calçado, ao mesmo tempo que absorvem o suor, reduzem o atrito e dificultam a proliferação de bactérias e fungos. Daniels lembra que os fungos prosperam em ambientes quentes, húmidos e escuros, precisamente as condições encontradas no interior de muitos sapatos fechados. &#8220;É por isso que as pessoas desenvolvem pé de atleta e não &#8216;mão de atleta'&#8221;, exemplifica. Sem essa camada absorvente, o suor e a oleosidade da pele acumulam-se diretamente no forro do calçado, criando um ambiente propício ao crescimento de microrganismos. O especialista acrescenta ainda que existem dados que demonstram que pessoas que usam o mesmo calçado sem meias apresentam uma carga bacteriana significativamente superior nos pés, mesmo depois de tomarem banho.</p>
<p>A cirurgiã podológica Alexis Schupp, da Kaiser Permanente, explica que as complicações mais frequentes incluem o pé de atleta, fungos nas unhas, bolhas, calos, calosidades, irritações da pele e odores desagradáveis. Segundo a médica, estas situações são comuns e, regra geral, podem ser tratadas com produtos de venda livre, sobretudo quando são identificadas numa fase inicial e acompanhadas por uma boa higiene dos pés e hábitos adequados na escolha do calçado.</p>
<p>Schupp destaca que os pés possuem uma elevada concentração de glândulas sudoríparas e, sem meias, a humidade permanece retida dentro do sapato durante mais tempo, favorecendo infeções fúngicas. Além disso, a ausência da proteção proporcionada pelas meias aumenta o atrito constante entre a pele e o calçado, potenciando o aparecimento de bolhas, pele irritada, calos e calosidades. Outro problema frequente é o mau cheiro, consequência da acumulação de suor e da multiplicação das bactérias responsáveis pelos odores. Pessoas com pele sensível ou alergias podem ainda desenvolver dermatite de contacto provocada pelo contacto direto com colas, tintas, tecidos sintéticos ou outros materiais utilizados na fabricação dos sapatos.</p>
<p>Os especialistas salientam, contudo, que o risco varia bastante consoante o tipo de calçado utilizado. Daniels refere que usar mocassins de couro respirável durante algumas horas não representa o mesmo risco que passar um dia inteiro a caminhar com sapatilhas sintéticas em pleno mês de agosto. Os materiais sintéticos tendem a reter mais calor e humidade, criando condições ideais para o desenvolvimento de fungos e bactérias.</p>
<p>Também a dermatologista Jamie Goldberg, da Kaiser Permanente, alerta que os sapatos com revestimentos sintéticos e pouca ventilação favorecem claramente este tipo de problemas. No caso específico das sapatilhas usadas sem meias, a especialista refere que aumenta o risco de desenvolver pé de atleta, infeções fúngicas nas unhas e calosidades, precisamente porque desaparece a barreira que absorve o suor e reduz o atrito.</p>
<p>Mesmo os sapatos de couro de elevada qualidade exigem alguns cuidados. Daniels explica que, apesar de respirarem melhor, continuam a absorver humidade e devem secar completamente entre utilizações. Caso contrário, acabam também por acumular suor, odores e microrganismos. Sapatos de salto alto e sabrinas constituem outro exemplo frequentemente apontado pelos especialistas, já que as costuras e as zonas mais rígidas provocam rapidamente bolhas, sobretudo na zona do calcanhar e dos dedos, quando usados sem meias.</p>
<p>Há, no entanto, algumas exceções. Daniels explica que sandálias abertas e outro calçado bastante ventilado apresentam um risco muito inferior, precisamente porque permitem a evaporação do suor e mantêm os pés expostos ao ar e à luz. Este tipo de calçado foi concebido para ser utilizado sem meias e reduz significativamente as condições favoráveis ao crescimento de fungos.</p>
<p>O clima e o tipo de atividade física desempenham igualmente um papel importante. A podologista Anne Sharkey, fundadora da Solely Podiatry e da Solely Nails, no Texas, explica que correr, praticar desporto ou caminhar durante longos períodos faz aumentar substancialmente a transpiração dos pés. Sem meias, essa humidade fica retida dentro dos sapatos, favorecendo tanto infeções como irritações cutâneas.</p>
<p>As temperaturas elevadas do verão agravam ainda mais este cenário, uma vez que o calor estimula naturalmente a produção de suor. Mesmo em atividades pouco exigentes, como permanecer ao ar livre durante várias horas, o risco aumenta quando os pés permanecem fechados dentro do calçado sem qualquer barreira absorvente.</p>
<p>Os especialistas chamam igualmente a atenção para outro fator muitas vezes ignorado: utilizar sapatos molhados. Seja por chuva, atividades aquáticas ou transpiração intensa, Goldberg recomenda que o calçado seja sempre completamente seco antes de voltar a ser usado, de forma a impedir o desenvolvimento de bactérias e fungos.</p>
<p>Outro aspeto importante é a frequência com que se usam os mesmos sapatos. Quanto mais tempo uma pessoa permanecer sem meias e quanto mais frequentemente utilizar o mesmo par de calçado sem o deixar secar, maior será a probabilidade de surgirem problemas. Goldberg explica que usar sapatos sem meias durante uma deslocação curta ou uma reunião de pouca duração tende a representar um risco reduzido, porque existe menos transpiração e menos fricção. Já repetir diariamente esse hábito, sobretudo com o mesmo calçado, transforma o interior dos sapatos, nas palavras de Daniels, numa verdadeira &#8220;incubadora de fungos&#8221;.</p>
<p>Apesar de reconhecerem que muitas pessoas optam por não usar meias por questões de conforto, sensibilidade ou estilo, os especialistas são unânimes na recomendação final. Como resume Jamie Goldberg, &#8220;a prevenção é normalmente muito mais simples do que tratar os problemas depois de surgirem&#8221;. Por isso, usar meias continua a ser uma das formas mais fáceis e eficazes de proteger os pés, sobretudo durante o verão e sempre que sejam utilizados sapatos fechados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790022]]></sapo:autor>
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		<title>Greve nacional de cinco dias na Força Especial de Proteção Civil a partir de segunda-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 10:56:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta, Ambiente e Proteção Civil (SinFAP) anunciou hoje uma greve nacional de cinco dias dos operacionais da Força Especial de Proteção Civil contra "a persistente" falta de pagamento do trabalho suplementar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta, Ambiente e Proteção Civil (SinFAP) anunciou hoje uma greve nacional de cinco dias dos operacionais da Força Especial de Proteção Civil contra &#8220;a persistente&#8221; falta de pagamento do trabalho suplementar.</P><br />
<P>Segundo o sindicato, o protesto, que começa na segunda-feira e termina na sexta-feira, representa &#8220;um verdadeiro grito de revolta&#8221; dos operacionais da Força Especial de Proteção Civil (FEPC), que &#8220;há demasiado tempo aguardam o pagamento de valores legalmente devidos pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC)&#8221;. </P><br />
<P>Em comunicado, o SinFAP esclarece que estão em causa, entre outros, os pagamentos referentes às horas prestadas no âmbito do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) de 2025, da resposta operacional à depressão &#8216;Kristine&#8217; e do trabalho suplementar gerado pela própria escala de serviço.</P><br />
<P>&#8220;Apesar das sucessivas reivindicações e dos inúmeros alertas apresentados pelo SinFAP, a ANEPC tem mantido uma postura de constante recusa ou adiamento destes pagamentos, acumulando dívidas que, em muitos casos, ascendem já a milhares de euros por operacional&#8221;, afirma.</P><br />
<P>O SinFAP questiona se os dirigentes da ANEPC &#8220;também permanecem meses ou até anos sem receber o vencimento correspondente ao trabalho que desempenham&#8221;, considerando &#8220;incompreensível que, no setor público, uma gestão que lesa sistematicamente os direitos dos trabalhadores continue a merecer confiança política, em vez de conduzir à substituição de quem demonstra incapacidade para gerir um organismo público&#8221;.</P><br />
<P>Sublinha que os operacionais da FEPC &#8220;nunca se recusaram a cumprir a sua missão. Continuaram sempre a proteger pessoas e bens, a combater incêndios, a responder a catástrofes e a socorrer as populações, mesmo quando isso significava agravar as dificuldades financeiras das suas próprias famílias devido aos sucessivos atrasos nos pagamentos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta greve não representa uma desistência da missão de servir Portugal. Pelo contrário, constitui um apelo desesperado para que seja respeitada a dignidade de profissionais que diariamente colocam a sua vida em risco ao serviço do país&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>O SinFAP apela, por isso, à intervenção urgente do ministro da Administração Interna, &#8220;para que determine a imediata regularização de todos os pagamentos em atraso e promova uma profunda responsabilização da atual direção da ANEPC&#8221;, cuja atuação demonstra, na perspetiva do sindicato, &#8220;a perda de competência para gerir eficazmente um organismo público e assegurar o cumprimento das suas obrigações para com os trabalhadores&#8221;.</P><br />
<P>O sindicato aponta ainda &#8220;uma realidade que se repete todos os anos: em Portugal, apenas durante o período de verão parece existir sensibilidade e preocupação para com os trabalhadores que diariamente asseguram o socorro às populações. É apenas nesta época, quando os incêndios e outras emergências ganham maior destaque mediático, que estes profissionais conseguem dar visibilidade aos problemas que enfrentam e reclamar o respeito pelos seus direitos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Infelizmente, só no verão se cria a atenção necessária para discutir e procurar resolver as dificuldades destes trabalhadores, apesar de o seu trabalho ser essencial e permanente ao longo de todo o ano&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Os operacionais da Força Especial de Proteção Civil &#8220;exigem apenas aquilo que é elementar num Estado de Direito: receber, de forma atempada, a remuneração pelo trabalho que efetivamente prestaram&#8221;.</P><br />
<P>Durante a greve será assegurado o socorro a quem precise, através dos serviços mínimos decretados.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791156]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 12.000 hectares de floresta destruídos por fogo a norte de Madrid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 10:19:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um incêndio que deflagrou na quinta-feira a cerca de cem quilómetros a norte de Madrid destruiu já mais de 12.000 hectares de floresta, obrigando à retirada de centenas de pessoas, informaram hoje as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um incêndio que deflagrou na quinta-feira a cerca de cem quilómetros a norte de Madrid destruiu já mais de 12.000 hectares de floresta, obrigando à retirada de centenas de pessoas, informaram hoje as autoridades locais.</P><br />
<P>O incêndio florestal, que assola a região de Guadalajara e, em particular, o parque natural da Sierra Norte, não causou vítimas até ao momento, mas continua a ser classificado como &#8220;difícil&#8221; pelo presidente da região de Castela-La Mancha, Emiliano García-Page, e por outras autoridades locais na rede social X.</P><br />
<P>Cerca de 350 bombeiros e militares da Unidade Militar de Emergência (UME) estão mobilizados na zona, auxiliados por 25 aeronaves, para tentar controlar as chamas, indicou fonte do posto de comando à comunicação social.</P><br />
<P>Este incêndio deflagrou numa região florestal e montanhosa, que abriga espécies ameaçadas de extinção, como águias, lobos e borboletas e vem juntar-se a outro, ainda não controlado, que deflagrou na quarta-feira perto de Saragoça, no nordeste do país, e que já consumiu cerca de 16.000 hectares, de acordo com o último balanço feito na noite de sábado por Roberto Bermúdez de Castro, responsável pelas questões de segurança no governo regional de Aragão.</P><br />
<P>Este incêndio também não causou vítimas até ao momento.</P><br />
<P>A Espanha acaba de passar por um dos incêndios mais mortíferos da sua história recente, um incêndio florestal que deflagrou na Andaluzia (sul) em 09 de julho, e que causou 13 mortos e destruiu 7.000 hectares.</P><br />
<P>O país tem vindo a registar, nos últimos anos, ondas de calor cada vez mais longas e frequentes, com temperaturas a ultrapassar largamente os 40°C, criando condições propícias a incêndios devastadores.</P><br />
<P>Em 2025, mais de 393.000 hectares foram destruídos pelas chamas, de acordo com o Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios Florestais (Effis), enquanto desde o início deste ano foram já consumidos cerca de 82.000 hectares de floresta em Espanha.</P><br />
<P>No ano passado, &#8220;um terço da superfície total queimada na Europa&#8221; ocorreu em Espanha, recordou o primeiro-ministro Pedro Sánchez, quando se deslocou ao local do incêndio na Andaluzia, onde sublinhou que &#8220;os efeitos da emergência climática estão a agravar-se&#8221; e avisou para um &#8220;verão complicado&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791155]]></sapo:autor>
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		<title>São Tomé/Eleições: Fraca afluência às urnas e dois bloqueios a sul da capital &#8212; CEN</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 10:16:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As primeiras duas horas de votação nas eleições presidenciais são-tomenses estão a ser marcadas pela fraca afluência às urnas e por dois bloqueios a sul da capital, disse hoje o presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As primeiras duas horas de votação nas eleições presidenciais são-tomenses estão a ser marcadas pela fraca afluência às urnas e por dois bloqueios a sul da capital, disse hoje o presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN).</P><br />
<P>&#8220;[Em] dois locais não permitiram a entrada das urnas, que é o caso do Ilhéu das Rolas (&#8230;) e também na Praia de Messias Alves&#8221;, deu conta Jeudiger do Nascimento, numa conferência de imprensa de balanço do ato eleitoral.</P><br />
<P>&#8220;Nas primeiras duas horas temos ainda uma fraca afluência às urnas. Em quase todos os locais as urnas abriram a horas&#8221;, à exceção de algumas assembleias de voto em que se procedeu à substituição de membros das mesas por falta de comparência ou atraso daqueles que se encontravam designados, acrescentou.</P><br />
<P>O presidente da CEN adiantou que em outros locais ainda não se começou a votar, não porque exista algum bloqueio, mas &#8220;porque as pessoas estão ao redor das urnas sem exercer o direito de voto&#8221;. O responsável acredita, contudo, que a situação se resolverá ao longo do dia.</P><br />
<P>Jeudiger do Nascimento aproveitou para fazer um apelo à população: &#8220;Se as pessoas estão com raiva, este é momento de expressar essa raiva fazendo uma opção. Não podemos adiar o destino do país e não votar não significa que as coisas fiquem resolvidas. (&#8230;) Agora o povo é o juiz&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), existem 358 assembleias de voto para estas eleições, 287 em São Tomé e Príncipe (distribuídas por seis distritos em São Tomé e pela Região Autónoma do Príncipe) e as restantes pela Europa (32 em Portugal) e 14 em quatro países africanos.</P><br />
<P>Mais de 142 mil eleitores são chamados hoje a escolher o próximo Presidente de São Tomé e Príncipe, numas eleições marcadas pela crispação política, mas sem incidentes de maior.</P><br />
<P>Quatro candidatos disputam as eleições presidenciais, cujo fecho das urnas está previsto para as 18:00.</P><br />
<P>O atual Presidente, Carlos Vila Nova, tem como principal adversário Nito d&#8217;Abreu. </P><br />
<P>Eugénio Tiny e Miques João são os outros dois candidatos, mas não contam com qualquer apoio partidário e a sua campanha eleitoral foi praticamente inexistente. </P><br />
<P>Jorge Bom Jesus chegou a oficializar a sua candidatura, mas anunciou a sua desistência, ainda que fora do prazo legal. Ou seja, consta do boletim, mas, qualquer voto no candidato será considerado nulo.</P><br />
<P>Para a observação das eleições presidenciais de domingo em São Tomé e Príncipe encontram-se no terreno várias missões internacionais, nomeadamente da União Europeia, da União Africana, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), dos países do G-7+, da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) e ainda da Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração dos Países de Língua Portuguesa (ROJAE-CPLP).</P><br />
<P>Segundo a CEN, os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791154]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Académica de Coimbra lança movimento &#8220;Isto é Gozar com Quem Estuda&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 10:14:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Académica de Coimbra (AAC) lançou hoje um movimento intitulado "Isto é Gozar com Quem Estuda", que pretende "responder aos sucessivos problemas gerados única e exclusivamente pelo Ministério da Educação", vincou a estrutura associativa em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação Académica de Coimbra (AAC) lançou hoje um movimento intitulado &#8220;Isto é Gozar com Quem Estuda&#8221;, que pretende &#8220;responder aos sucessivos problemas gerados única e exclusivamente pelo Ministério da Educação&#8221;, vincou a estrutura associativa em comunicado.</P><br />
<P>Na nota enviada à agência Lusa, a direção-geral da AAC sustentou que os problemas em causa decorrem das revisões do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES) e do Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior (RABEEES) e &#8220;do caos instalado em torno dos exames nacionais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não permaneceremos em silêncio. Uma vez mais, queremos tomar as rédeas do nosso futuro&#8221;, argumentou a associação, que representa os estudantes universitários de Coimbra, sem, no entanto, esclarecer quais as premissas, conteúdos ou iniciativas programadas do anunciado movimento e quem o integra.</P><br />
<P>A nota apenas refere que a Associação Académica de Coimbra, durante os próximos dias, &#8220;tomará uma série de posicionamentos políticos, sensibilizando, alertando e agindo em resposta direta às decisões da tutela, em nome de todos os jovens e estudantes portugueses&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Milhares de estudantes do ensino secundário têm o futuro preso por um fio, sem luz ao fundo do túnel. Outros milhares, já no ensino superior, [estão] em risco flagrante de receber as bolsas de estudo no final do próximo ano letivo. São vários os desafios que o Governo teima em perpetuar ou criar. O tempo escasseia e clama por ação&#8221;, adianta o texto do comunicado.</P><br />
<P>A Lusa tentou ouvir o presidente da direção-geral da AAC, José Machado, sobre o movimento &#8220;Isto é Gozar com Quem Estuda&#8221;, mas os contactos resultaram infrutíferos.</P><br />
<P>Na nota, a AAC argumenta que o ensino secundário e superior português &#8220;está em crise&#8221; e que a Educação em Portugal se encontra &#8220;num ponto decisivo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A insistência do Governo em forçar a execução de reformas estruturais no modelo de ensino sem a devida coordenação e interoperabilidade, aliada a um conhecimento insuficiente da realidade, culminou num conjunto de decisões profundamente prejudiciais à génese da educação, o estudante&#8221;, advogou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791153]]></sapo:autor>
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		<title>Lisboa ganha projeção na música eletrónica, mas DJ alertam para risco de gentrificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 10:06:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Ana Matos Neves, da Agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Boom, Bélgica, 19 jul 2026 (Lusa) &#8212; Lisboa tem vindo a afirmar-se no panorama internacional da música eletrónica, atraindo um número crescente de DJs e produtores estrangeiros e alimentando comparações com Berlim, embora artistas portugueses alertem para os riscos de gentrificação associados a esta transformação.</P><br />
<P>A comparação com Berlim, considerada uma das capitais mundiais da música eletrónica, tem surgido nos últimos anos devido à chegada de artistas internacionais, ao crescimento de clubes e eventos e à criação de novas comunidades ligadas a este estilo musical.</P><br />
<P>&#8220;Lisboa é a nossa nova Berlim, não só pela cena eletrónica, mas pelas condições que proporciona aos artistas estrangeiros, permitindo um maior crescimento financeiro&#8221;, afirmou Beatriz Soares (de nome artístico BIIA), em declarações à agência Lusa.</P><br />
<P>Depois de se estrear no palco de um maiores festivais de música eletrónica do mundo, o Tomorrowland na Bélgica, jovem DJ portuguesa relatou à Lusa que vários artistas se mudaram para Lisboa por fatores económicos e de qualidade de vida, embora ela esteja atualmente baseada em Itália.</P><br />
<P>Certo é que, a seu ver, tem havido uma afirmação da cena eletrónica portuguesa: &#8220;Antigamente ninguém ou poucas pessoas conheciam Portugal e hoje em dia é um país que toda a gente tem alguém que conhece que vive lá ou que quer visitar&#8221;.</P><br />
<P>Para BIIA, acrescem fatores como regimes fiscais mais favoráveis e a localização geográfica de Portugal, atrativos para alguns criadores internacionais.</P><br />
<P>A artista considerou, contudo, que Portugal ainda não tem uma dimensão comparável à capital alemã: &#8220;Infelizmente, Portugal ainda não está a par de Berlim e penso que nunca irá estar porque Berlim tem muita história&#8221;, acrescentou à Lusa.</P><br />
<P>Também a dupla MXGPU, formada por Moullinex (Luís Clara Gomes) e GPU Panic (Guilherme Tomé Ribeiro), reconheceu uma evolução da música eletrónica portuguesa e uma maior atenção internacional sobre Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Existem muitos produtores, novas gerações de DJs, também nomes consolidados com projeção artística internacional e muitos nomes a vir para cá e a sediarem-se cá e não só a utilizarem em Lisboa para dormir, mas também para criar coisas e fazer coisas, que também é uma coisa que aplaudimos e celebramos&#8221;, afirmou Luís Clara Gomes (de nome artístico Moullinex) à Lusa.</P><br />
<P>Para o artista, &#8220;Portugal está ao nível de qualquer outra cena&#8221; eletrónica.</P><br />
<P>&#8220;Há muitos eventos em Portugal, muitos produtores, novas gerações de DJs e nomes consolidados com projeção artística internacional, além de muitos nomes a virem para cá e a criarem coisas&#8221;, o que demonstra que &#8220;a cena eletrónica portuguesa está fértil&#8221;, elencou.</P><br />
<P>Contudo, essa evolução traz também preocupações, de acordo com Luís Clara Gomes: &#8220;Resta saber de que forma é que estes eventos, esta estrutura, esta plataforma é acessível a todos com diferentes poderes de compra e essa é uma questão que obviamente tem de ser discutida&#8221;.</P><br />
<P>O membro da dupla MXGPU pediu que não se crie &#8220;uma Lisboa muito bonita para a música eletrónica quando as pessoas que cá trabalham não podem cá viver&#8221;, alertando para eventual &#8220;gentrificação da cidade&#8221;, fenómeno relacionado valorização dos imóveis dados os novos investimentos e os novos moradores, dificultando a permanência de residentes e atividades culturais tradicionais, isto num contexto de crise habitacional.</P><br />
<P>Apesar dos desafios, os artistas portugueses que por este fim de semana passam pelo Tomorrowland &#8212; o duo MXGPU estreia-se hoje &#8212; sublinharam que Portugal atravessa um momento positivo na música eletrónica.</P><br />
<P>&#8220;Hoje Portugal é muito mais respeitado internacionalmente&#8221;, afirmou à Lusa Diego Miranda, DJ português com uma carreira de mais de 20 anos e 10 atuações no Tomorrowland Bélgica.</P><br />
<P>A opinião é corroborada pela porta-voz do festival: &#8220;Em Portugal, acho que a música eletrónica já é bastante popular e sei que muitos DJs vivem atualmente em Portugal&#8221;.</P><br />
<P>Debby Wilmsen adiantou à Lusa que &#8220;muitos artistas estão a escolher Portugal, também pelas condições de vida, pelo clima e pela possibilidade de viver na Europa do Sul&#8221;.</P><br />
<P>Lisboa surge assim como uma cidade com crescente atração internacional para a música eletrónica, mas longe de substituir Berlim, cuja história, dimensão e influência continuam a colocá-la como uma referência global do género.</P><br />
<P>Nomes ligados às cenas techno e house internacionais, como Patrick Mason, Steffi, Virginia, Miss Monique, Damian Lazarus, Blawan e Charlotte de Witte são apontados entre os artistas que escolheram Portugal como base nos últimos anos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791152]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Como afastar vespas do jardim sem venenos: especialista revela método económico e sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 10:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[jardim]]></category>
		<category><![CDATA[vespas]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada do tempo quente, aumenta também a atividade das vespas, tornando a presença destes insetos mais frequente em jardins, terraços e espaços exteriores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada do tempo quente, aumenta também a atividade das vespas, tornando a presença destes insetos mais frequente em jardins, terraços e espaços exteriores. Entre abril e setembro, as colónias encontram-se particularmente ativas, sendo que o período de maior agressividade costuma ocorrer no final do verão, altura em que as vespas-rainhas deixam de pôr ovos e os ninhos entram na fase final do seu ciclo de vida. Para quem procura reduzir a presença destes insetos sem recorrer a inseticidas ou armadilhas, uma especialista em jardinagem partilhou um método simples, económico e mais amigo do ambiente: utilizar um saco de plástico para simular um ninho de vespas.</p>
<p>A recomendação foi divulgada por Ish, especialista em jardinagem que publica regularmente conteúdos na rede social TikTok através da conta &#8220;Gardening.wish.ish&#8221;. Segundo explica, este método caseiro consiste em transformar um saco de plástico comum numa estrutura arredondada e irregular que se assemelhe visualmente a um ninho de vespas. Para isso, basta enrolar o saco até obter um formato semelhante ao de um ninho e, caso seja necessário, colocar outro saco no interior para ajudar a manter o volume. Depois, a estrutura deve ser pendurada com uma corda num local bem visível do jardim.</p>
<p><strong>Porque pode resultar este truque?</strong><br />
O princípio deste método assenta no comportamento territorial das vespas. Ao identificarem aquilo que aparenta ser um ninho já ocupado, estes insetos poderão interpretar que existe outra colónia instalada naquela zona e evitar construir um novo ninho nas proximidades.</p>
<p>De acordo com a especialista, esta solução destaca-se não apenas pela simplicidade e pelo baixo custo, mas também por ser uma alternativa mais sustentável quando comparada com o recurso a venenos ou armadilhas, uma vez que pretende apenas afastar as vespas, sem as eliminar.</p>
<p><strong>Especialistas desaconselham destruir ninhos sem necessidade</strong><br />
Apesar da má reputação que frequentemente têm, as vespas desempenham um papel importante nos ecossistemas. Tal como outros insetos, também contribuem para a polinização de diversas espécies vegetais, ajudando à preservação da biodiversidade.</p>
<p>Por essa razão, os especialistas recomendam que os ninhos não sejam perturbados ou destruídos, exceto quando representem um risco efetivo para pessoas ou animais. Caso uma colónia se instale no jardim, o aconselhável é contactar uma empresa especializada em controlo de pragas ou um profissional habilitado para remover o ninho em segurança.</p>
<p>Como alternativa para reduzir a presença destes insetos, podem ainda ser utilizados repelentes naturais, como o vinagre de limpeza, referido igualmente como uma opção para ajudar a afastar as vespas.</p>
<p><strong>Como identificar um ninho de vespas no jardim</strong><br />
Existem vários sinais que podem indicar a presença de um ninho de vespas:</p>
<ul>
<li>Os ninhos apresentam normalmente uma aparência semelhante à do papel, sendo construídos a partir de polpa de madeira misturada com saliva.</li>
<li>À medida que a colónia cresce, o ninho aumenta também de dimensão, podendo atingir o tamanho de uma bola de futebol ou até ultrapassá-lo.</li>
<li>Costumam localizar-se em zonas protegidas, como cavidades em paredes, beirais, telhados, arbustos ou outros locais abrigados.</li>
<li>A construção é iniciada pela vespa-rainha, sendo posteriormente ampliada pelas vespas-operárias.</li>
</ul>
<p><strong>Atenção para não confundir vespas com abelhas</strong><br />
Os especialistas alertam ainda para a importância de distinguir corretamente um ninho de vespas de uma colmeia de abelhas. Ao contrário das vespas, muitas espécies de abelhas encontram-se protegidas devido ao seu papel essencial na polinização e na manutenção dos ecossistemas.</p>
<p>Assim, caso seja identificado um enxame ou uma colmeia, a recomendação passa por contactar um apicultor, que poderá proceder à sua recolocação em segurança, evitando danos para os insetos e reduzindo o risco para as pessoas. Já no caso das vespas, sempre que exista perigo associado à presença de um ninho, a intervenção deverá ser realizada exclusivamente por profissionais especializados, evitando tentativas de remoção que possam desencadear ataques destes insetos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790017]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Artista cubano Otero Alcántara chega ao exílio nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 09:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Figura proeminente do novo movimento dissidente cubano, Luis Manuel Otero Alcántara chegou na última madrugada ao aeroporto de Miami para o exílio nos Estados Unidos, depois de cumprir pena de cinco anos de prisão em Cuba.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Figura proeminente do novo movimento dissidente cubano, Luis Manuel Otero Alcántara chegou na última madrugada ao aeroporto de Miami para o exílio nos Estados Unidos, depois de cumprir pena de cinco anos de prisão em Cuba.</P><br />
<P>O artista, vestido com calças de fato de treino cinzentas, gorro e uma bandeira cubana sobre os ombros, foi recebido por uma multidão, entre amigos e ativistas de direitos humanos.</P><br />
<P>O artista tinha obtido, na sexta-feira, um visto para viajar para os Estados Unidos, depois de anos na prisão. </P><br />
<P>O seu caso reforça as denúncias de que o regime cubano usa o exílio como condição para libertar opositores.</P><br />
<P>Luis Manuel Otero Alcântara, de 38 anos, ganhou destaque em 2020 como líder do Movimento San Isidro, um movimento de protesto formado por artistas e intelectuais. Foi detido em 2021.</P><br />
<P>Ainda no sábado, após chegar aos EUA, Otero Alcántara foi ao Santuário de Nossa Senhora da Caridade, um dos principais símbolos do exílio cubano em Miami, para uma &#8216;performance&#8217; de restauro de uma estátua partida da Nossa Senhora da Caridade (padroeira de Cuba), como símbolo de reconstrução do seu país.</P><br />
<P>&#8220;Penso que existe agora uma série de ferramentas para orientar as pessoas (&#8230;) para que possam compreender o que são liberdades e ir para a rua por esse motivo, não por causa de frango, petróleo ou eletricidade&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Pouco depois da chegada do dissidente, o Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, pediu a Havana a libertação de mais de 700 presos políticos.</P><br />
<P>Luis Manuel Otero Alcántara foi detido a 11 de julho de 2021, quando tentava participar nas manifestações históricas em que milhares de cubanos exigiam mais liberdades e melhores condições de vida.</P><br />
<P>O artista foi condenado no ano seguinte a cinco anos de prisão.</P><br />
<P>Já o rapper Maykel &#8220;Osorbo&#8221; Castillo, condenado na mesma audiência a nove anos de prisão, continua sob custódia.</P><br />
<P>A Amnistia Internacional declarou-os &#8220;prisioneiros de consciência&#8221;, enquanto o Governo e o Partido Comunista os acusam de agir em nome de Washington para desestabilizar o país.</P><br />
<P>A libertação de Otero ocorre no meio de tensões crescentes entre Cuba e Estados Unidos.</P><br />
<P>No início de julho, durante um debate na Assembleia Geral das Nações Unidas sobre as sanções americanas, a pedido de Cuba, o embaixador dos EUA, Mike Waltz, exibiu um retrato do dissidente para denunciar a falta de liberdade de expressão na ilha.</P><br />
<P>Mais de 700 mil presos políticos permanecem encarcerados no país, segundo dados do Departamento de Estado dos EUA e de organizações de defesa dos direitos humanos.</P><br />
<P>Em outubro passado, outra figura dissidente, José Daniel Ferrer, de 55 anos, que cumpria pena em Cuba, exilou-se nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Estas saídas confirmam a estratégia do Governo cubano de eliminar vozes críticas através do exílio e enfraquecem ainda mais o movimento dissidente cubano, já de si fragilizado pela repressão e incapaz de capitalizar o descontentamento público com a gravíssima crise económica e social que assola a ilha de 9,6 milhões de habitantes.</P><br />
<P>Para além do embargo, o país está sujeito a um bloqueio petrolífero imposto por Washington, que está a prejudicar as suas atividades económicas, energéticas e sociais. Uma série de sanções contra as empresas também reduziram drasticamente a entrada de divisas.</P><br />
<P>O presidente norte-americano, Donald Trump, diz que a ilha, situada a 150 quilómetros da costa da Florida, representa &#8220;uma ameaça extraordinária&#8221; à segurança nacional dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791151]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: Alunos com nota suspensa terão hoje conhecimento da sua classificação &#8212; diretores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 09:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As escolas já receberam novos ficheiros com as classificações dos exames do secundário e os alunos terão hoje conhecimento da sua nota, com a palavra &#8220;suspenso&#8221; a ser &#8220;erradicada&#8221; das pautas, disse o representante dos diretores.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, referiu que &#8220;as escolas receberam novos ficheiros, sobretudo para colmatar aquela falha de 1.400 situações em que, em vez de aparecer um algarismo de 1 a 20, uma classificação, aparecia a palavra suspenso&#8221;.</P><br />
<P>O responsável explicou que, &#8220;durante o dia de hoje, esta situação será corrigida e os alunos terão conhecimento [da nota] de diversas formas, depende de cada escola, depende de cada diretor&#8221;, apontando que &#8220;alguns estão a telefonar aos pais, a informar da alteração&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quase todos estão com o programa Inovar e os alunos, através deste programa, têm logo acesso à sua classificação&#8221;, destacou ainda. </P><br />
<P>Filinto Lima referiu que o que foi transmitido aos diretores é que &#8220;esta situação iria, de facto, terminar com os 1.400 alunos que tinham algumas provas em suspenso, e iria dar lugar a um algarismo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Penso que esta situação da palavra suspenso vai ser, de facto, erradicada das pautas, e, portanto, [para] todos os alunos, se não todos, o grosso, a situação irá ser regularizada&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Segundo o presidente da associação, já neste sábado, &#8220;muitos diretores enviaram as provas [em] PDF para os alunos, com as respetivas classificações, para que eles possam fazer uma primeira apreciação&#8221; para que na segunda-feira possam, caso o desejem, pedir a reapreciação da prova.</P><br />
<P>Filinto Lima lembra que este é um direito de todos os alunos, salientando que acredita que estes pedidos de reapreciação devem &#8220;aumentar bastante este ano, em virtude da situação que, de facto, não foi nada pacífica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A partir da amanhã, os nossos alunos poderão, através de uma plataforma&#8221;, gozar &#8220;desse direito&#8221;, salientou, mas alertando que &#8220;se reclamarem, se pedirem a reapreciação, além de terem de pagar uma taxa, a nota pode baixar. Portanto, é bom que os alunos tenham consciência disso&#8221;.</P><br />
<P>Filinto Lima aconselhou os alunos a consultarem &#8220;rapidamente&#8221; as provas, para analisarem os resultados e tomarem uma decisão sobre um pedido de reapreciação, com o qual podem avançar na segunda-feira.</P><br />
<P>&#8220;E depois, as escolas têm que, de facto, mandar apreciar essas provas&#8221;, disse, apontando que &#8220;os alunos têm a expectativa de subir a nota&#8221;, mas que &#8220;pode haver aquela ilusão&#8221; de que a prova foi mal corrigida este ano.</P><br />
<P>&#8220;As provas não foram mal corrigidas. As provas nem foram mal classificadas&#8221;, disse, salientando que &#8220;o processo é que não ajudou&#8221;.</P><br />
<P>Segundo o Despacho Normativo n.º 3/2026, de 23 de fevereiro, que regula as provas do Ensino Básico e Secundário, os alunos têm dois dias úteis após terem acesso à prova corrigida para pedirem a reapreciação.</P><br />
<P>A reapreciação de cada prova custa 25 euros, verba que é restituída ao requerente se a classificação subir face à inicial.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário, realizados por 166 mil alunos, foram corrigidos em formato digital, mas o processo registou falhas técnicas desde o início, obrigando o Ministério da Educação a adiar os prazos inicialmente previstos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791150]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Cabelo também precisa de protetor solar? Especialista esclarece a dúvida e deixa recomendações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 09:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[protetor solar]]></category>
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					<description><![CDATA[A utilização de protetor solar já faz parte da rotina de muitas pessoas quando o objetivo é proteger a pele dos efeitos nocivos da radiação ultravioleta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A utilização de protetor solar já faz parte da rotina de muitas pessoas quando o objetivo é proteger a pele dos efeitos nocivos da radiação ultravioleta. No entanto, o cabelo continua a ser frequentemente esquecido, apesar de também sofrer danos provocados pela exposição solar, sobretudo durante o verão. Entre dias passados na praia ou na piscina, os fios ficam expostos não só aos raios UV, mas também ao sal e ao cloro, fatores que podem comprometer a sua saúde, acelerar o envelhecimento da fibra capilar e favorecer a desidratação.</p>
<p>Segundo Ana Martínez, estilista capilar e Education Manager da Oh My Cut!, a proteção solar capilar não deve limitar-se aos dias de férias ou às idas à praia. A especialista defende ao HuffPost que este tipo de cuidado deveria integrar a rotina diária de cuidados com o cabelo, uma vez que a radiação ultravioleta está presente durante todo o ano e pode provocar danos progressivos na estrutura capilar.</p>
<p>A especialista sublinha, contudo, que nem todos os protetores capilares desempenham a mesma função e que a escolha do produto deve ser feita de acordo com as necessidades específicas de cada cabelo. Para o dia a dia, explica que não é necessário recorrer a fórmulas resistentes à água. O mais importante é utilizar produtos capazes de proteger os fios da radiação UV, prevenindo os danos causados pela exposição solar. Como refere Ana Martínez, &#8220;o objetivo principal é prevenir os danos provocados pela exposição solar&#8221;.</p>
<p><strong>Praia e piscina exigem uma proteção reforçada</strong><br />
Nos dias passados na praia ou na piscina, os cuidados devem ser mais completos. Além da ação do sol, o cabelo fica sujeito ao contacto com a água salgada e com o cloro, dois elementos que contribuem para a perda de hidratação e para o enfraquecimento da fibra capilar.</p>
<p>Por esse motivo, Ana Martínez recomenda a utilização de protetores solares capilares resistentes à água, de forma a manter a sua eficácia mesmo durante os banhos. A especialista alerta que a exposição prolongada ao sol &#8220;acelera o envelhecimento prematuro, favorece a perda de hidratação e enfraquece a estrutura do cabelo&#8221;, razão pela qual considera que os cuidados de verão devem ir muito além da simples aplicação de um protetor.</p>
<p><strong>Couro cabeludo também precisa de proteção</strong><br />
Outro aspeto frequentemente negligenciado é o couro cabeludo. A especialista lembra que esta zona está igualmente exposta aos efeitos da radiação solar e pode sofrer consequências semelhantes às da pele do restante corpo, tornando-se vulnerável a queimaduras e irritações quando não existe proteção adequada.</p>
<p>Além da utilização de produtos específicos, Ana Martínez aconselha a reforçar a hidratação durante os meses mais quentes. O objetivo passa por manter a cutícula capilar mais selada, reduzindo a perda de água e preservando a resistência e a elasticidade dos fios.</p>
<p><strong>Cabelos pintados requerem cuidados acrescidos</strong><br />
Embora todos os tipos de cabelo beneficiem da proteção solar, os fios pintados ou sujeitos a tratamentos de coloração necessitam de uma atenção ainda maior. A exposição ao sol acelera a oxidação dos pigmentos, podendo provocar uma perda prematura da intensidade da cor, do brilho e da luminosidade.</p>
<p>Neste contexto, Ana Martínez explica que os produtos específicos para cabelos com coloração não protegem apenas a fibra capilar. Segundo a especialista, estes produtos &#8220;ajudam a evitar a oxidação da cor provocada pelo sol, mantendo-a mais intensa, brilhante e evitando que perca luminosidade ou clareie em excesso&#8221;.</p>
<p>Por isso, recomenda que, durante todo o verão, sejam utilizados produtos formulados especificamente para cabelos pintados, complementados com protetores solares capilares adequados a este tipo de fios. Sempre que possível, acrescenta, a escolha deve recair sobre gamas desenvolvidas especificamente para preservar a cor, mantendo simultaneamente a hidratação, a resistência e o aspeto saudável do cabelo ao longo da época estival.</p>
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