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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Marine Le Pen condenada a prisão com pulseira eletrónica e 15 meses de inelegibilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 12:05:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Marine le Pen]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Líder da extrema-direita francesa tentava anular a proibição de exercer cargos públicos durante cinco anos e uma pena de prisão de quatro anos, aplicadas por um tribunal francês no âmbito de um processo por desvio de fundos do Parlamento Europeu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Marine Le Pen foi condenada esta terça-feira a três anos de prisão, incluindo um ano de prisão efetiva a cumprir em regime domiciliário com pulseira eletrónica, no processo sobre desvio de fundos do Parlamento Europeu. A líder do Reagrupamento Nacional foi ainda condenada a uma multa de 100 mil euros.</p>
<p>A decisão resulta do recurso apresentado por Le Pen para contestar a condenação de 2025. O tribunal reduziu a pena original, que tinha sido de quatro anos de prisão, dois dos quais efetivos, também passíveis de cumprimento com pulseira eletrónica, além de cinco anos de inelegibilidade para cargos políticos com execução imediata.</p>
<p>No novo acórdão, a dirigente da extrema-direita francesa fica proibida de exercer cargos públicos durante três anos e nove meses. Contudo, apenas 15 meses — um ano e três meses — serão de inelegibilidade efetiva, ficando o restante período suspenso.</p>
<p>Em causa está o uso de fundos do Parlamento Europeu destinados ao pagamento de assistentes parlamentares. A acusação sustentou que parte dessas verbas foi usada para remunerar funcionários que trabalhavam, na prática, para o partido de Marine Le Pen em França.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, as suspeitas remontam a 2013, quando o site francês de investigação &#8216;Mediapart&#8217; revelou que Le Pen tinha contratado dois membros do então Frente Nacional como assistentes parlamentares. Os investigadores concluíram depois que estes casos não eram isolados, mas integravam um sistema mais amplo de falsos empregos.</p>
<p>Em 2023, após uma investigação de sete anos, Le Pen foi enviada para julgamento juntamente com mais de duas dezenas de arguidos por alegado uso indevido de fundos europeus. A dirigente e o partido sempre contestaram as acusações.</p>
<p>O tribunal considerou que foram desviados 1,4 milhões de euros em fundos do Parlamento Europeu entre 2004 e 2016 para pagar colaboradores partidários. A condenação mantém, por isso, o peso judicial do caso, embora o recurso tenha aliviado parte das consequências penais e políticas da sentença inicial.</p>
<p>A decisão deixa ainda em aberto o impacto sobre o futuro político de Marine Le Pen. De acordo com o &#8216;Le Parisien&#8217;, a redução da inelegibilidade pode reabrir a porta a uma eventual candidatura às presidenciais francesas de 2027, cuja primeira volta está marcada para 18 de abril.</p>
<p>Ainda assim, Le Pen já tinha afirmado que não faria uma candidatura condicionada por pulseira eletrónica. Numa entrevista recente, disse que, se fosse impedida de conduzir uma campanha “completamente livre”, essa hipótese teria de ser reconsiderada.</p>
<p>A resposta política da líder do Reagrupamento Nacional deverá ser conhecida ao início da noite, numa entrevista ao canal LCI. Até lá, a leitura principal da decisão é dupla: Marine Le Pen escapa à pena mais pesada da sentença original, mas continua condenada, multada e sujeita a prisão domiciliária com vigilância eletrónica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786297]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: ASF admite resultados negativos em algumas seguradoras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:58:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) admitiu hoje que algumas seguradoras tenham resultados negativos devido ao impacto do comboio de tempestades que atingiu Portugal, mas assegurou que o mercado está "robusto".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) admitiu hoje que algumas seguradoras tenham resultados negativos devido ao impacto do comboio de tempestades que atingiu Portugal, mas assegurou que o mercado está &#8220;robusto&#8221;.</p>
<p>Segundo Gabriel Bernardino, que falou durante o Fórum Nacional de Seguros, organizado pelo Eco Seguros, no Porto, apesar de o ano estar a correr bem, &#8220;obviamente, a questão do comboio de tempestades não pode deixar de ser o grande foco do ano&#8221;.</p>
<p>&#8220;É claramente o evento de maior número de sinistros que nós tivemos, a última contagem já ultrapassa os 210 mil sinistros&#8221;, com 1,3 mil milhões de euros de indemnizações, destacou.</p>
<p>O presidente da ASF lembrou que &#8220;os seguros existem para estas ocasiões&#8221;, apontando que &#8220;o setor assegurador, no fim de contas, mostra nestas situações que está capacitado para dar resposta&#8221;.</p>
<p>Ainda assim, tendo em conta os resseguros e lógica de mutualidade, implica que só &#8220;perto de 9% disto é que vai ser assumido pelas empresas em Portugal, portanto, a grande maioria, obviamente, é assumida pelos resseguradores&#8221;.</p>
<p>Bernardino admite, no entanto, &#8220;algumas seguradoras no final do ano com resultados globais perto de zero ou negativos por este impacto, mas não é um impacto, de facto, que leve o mercado a ficar de joelhos, antes, pelo contrário&#8221;.</p>
<p>No fim de contas, disse, &#8220;o mercado mostra-se robusto e isso para nós é, obviamente, muito importante&#8221;.</p>
<p>Quanto à falta de seguros de uma parte significativa dos portugueses para fazer face a estas catástrofes, o presidente da ASF disse que se anda &#8220;há muitos e muitos, não é anos, é décadas, a falar sobre isto&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não vale andarmos a criticar a classe política relativamente a isto. A classe política tem as suas culpas porque não tomou decisões em tempo certo, mas igualmente todos nós temos culpa&#8221;, salientou.</p>
<p>&#8220;Nós, enquanto cidadãos, enquanto empresas, enquanto instituições da sociedade civil, temos também de ter uma voz e uma palavra muito significativa&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não temos tido a capacidade de efetivamente potenciar e tornar isto um assunto central na discussão daquilo que é a resiliência da sociedade portuguesa como um todo, entre os cidadãos e as empresas&#8221;, referiu.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786299]]></sapo:autor>
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		<title>Calor não dá tréguas em julho: Portugal deve continuar acima da média nas próximas semanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:54:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo.pt]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o 'Tempo.pt', a atualização do modelo europeu aponta para temperaturas bastante acima da média em todo o território português nas próximas semanas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Julho começou com a primeira onda de calor generalizada do verão em Portugal continental e, apesar do alívio térmico já sentido em parte do litoral, o calor deverá continuar a marcar o mês. Segundo o &#8216;Tempo.pt&#8217;, a atualização do modelo europeu aponta para temperaturas bastante acima da média em todo o território português nas próximas semanas.</p>
<p>Depois de vários dias com mínimas e máximas extremamente elevadas, já se assiste a uma descida significativa das temperaturas em grande parte da faixa costeira ocidental. No interior, porém, o calor mantém-se intenso e a descida deverá ser mais lenta e gradual ao longo da semana.</p>
<p>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera mantém aviso vermelho em quatro distritos — Bragança, Guarda, Castelo Branco e Portalegre — devido à previsão de temperaturas máximas iguais ou superiores a 41 graus, podendo localmente chegar aos 43 graus. Pelo menos sete distritos continuam também sob aviso laranja por tempo quente.</p>
<p>Entre hoje e amanhã deverá verificar-se um alívio térmico mais evidente, sobretudo junto ao litoral. As temperaturas mais elevadas tenderão a concentrar-se no interior e no Algarve, onde o calor deverá persistir com maior intensidade até ao final da semana.</p>
<p>A previsão mensal, contudo, não aponta para uma quebra duradoura do calor. De acordo com o modelo europeu citado pelo &#8216;Tempo.pt&#8217;, julho deverá registar valores acima da média em todo o país, com anomalias térmicas especialmente expressivas no Norte e no interior.</p>
<p>Nas zonas montanhosas do Alto e Baixo Minho e em grande parte dos distritos de Vila Real, Bragança e Guarda, as temperaturas poderão ficar mais de 4 graus acima do normal para julho. Em grande parte do continente, o desvio deverá situar-se entre 3 e 4 graus acima da média climatológica.</p>
<p>Na faixa costeira ocidental, no litoral alentejano, em grande parte do Baixo Alentejo e no Algarve, a previsão aponta para valores entre 2 e 3 graus acima do habitual. Nos arquipélagos, o desvio deverá ser mais moderado, devido ao efeito das brisas marítimas: entre 1,5 e 2 graus acima da média na Madeira e até 1 grau nos Açores.</p>
<p>A evolução da precipitação é mais incerta. A aproximação da canícula, período estatisticamente mais quente e seco do ano, favorece tempo seco, mas a possível chegada de bolsas de ar frio às imediações da Península Ibérica pode criar condições para trovoadas isoladas e irregulares, sobretudo no interior.</p>
<p>Essas trovoadas poderão ser localmente fortes. Apesar de poderem contribuir para uma descida pontual das temperaturas, trazem também risco acrescido de incêndio, especialmente se ocorrer queda de raios em zonas onde o perigo de incêndio se mantenha muito elevado ou máximo.</p>
<p>Na primeira semana completa de julho, deverão predominar bloqueios de altas pressões sobre o centro e norte da Europa, o que tenderá a manter a precipitação abaixo da média em grande parte de Portugal continental. Algumas zonas do interior poderão, ainda assim, registar valores próximos do normal devido à possibilidade de trovoadas.</p>
<p>O episódio de calor não se limitará a Portugal. O &#8216;Tempo.pt&#8217; indica que França e outros países do centro da Europa também poderão enfrentar temperaturas entre 3 e 6 graus acima da média, prolongando uma tendência em que o calor intenso tem sido o principal protagonista da primeira metade do verão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786285]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Registado máximo histórico de tráfego de Internet no jogo Portugal-Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:53:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A operadora de Internet Exchange DE-CIX registou um máximo histórico no tráfego global de internet durante o jogo entre Portugal e Espanha, para o campeonato do mundo de futebol, na segunda-feira, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A operadora de Internet Exchange DE-CIX registou um máximo histórico no tráfego global de internet durante o jogo entre Portugal e Espanha, para o campeonato do mundo de futebol, na segunda-feira, foi hoje divulgado.</p>
<p>&#8220;O tráfego de internet em todo o ecossistema global de interligação da DE-CIX atingiu um novo máximo histórico de 28,4 terabits por segundo (Tbit/s)&#8221;, refere a empresa em comunicado, detalhando que o pico foi registado às 20:35 de Lisboa, &#8220;durante a partida entre Portugal e Espanha&#8221;.</p>
<p>No documento, a operadora regista que este pico evidencia &#8220;o crescente impacto das transmissões desportivas em direto na infraestrutura da internet em todo o mundo&#8221; e seria o equivalente a transmitir mais de 15 milhões de vídeos da plataforma TikTok em simultâneo ou a ter uma pilha de papel impresso &#8220;aproximadamente 22 vezes mais alta do que o Monte Evereste&#8221;.</p>
<p>A DE-CIX refere que o aumento do tráfego de internet durante os jogos do mundial de futebol masculino ocorre quase de imediato.</p>
<p>&#8220;Milhões de adeptos ligam-se em simultâneo através de smartphones, televisões conectadas, tablets e computadores, gerando picos acentuados de tráfego escassos minutos após o início do jogo&#8221;, diz a empresa, que sublinha que além do &#8216;streaming&#8217;, há também impacto no tráfego devido aos resumos gerados por inteligência artificial (IA), conteúdos personalizados, estatísticas dos jogos em tempo real, atividade nas redes sociais, experiências de segundo ecrã e plataformas interativas de envolvimento dos adeptos.</p>
<p>Citado no documento, o presidente executivo (CEO) da DE-CIX, Ivo Ivanov, apelidou o campeonato do mundo de futebol masculino como &#8220;um dos maiores eventos de &#8216;streaming&#8217; sincronizado do planeta&#8221; e sublinhou que os níveis recorde de tráfego &#8220;demonstram porque é que a interligação de alto desempenho se tornou essencial para oferecer as experiências digitais perfeitas que os utilizadores esperam&#8221;.</p>
<p>O responsável acrescentou que à medida que mais eventos de dimensão mundial são transmitidos por &#8216;streaming&#8217;, o desenvolvimento de infraestruturas de interligação resilientes está a tornar-se &#8220;a base crítica da economia digital global&#8221;.</p>
<p>O jogo entre Portugal e Espanha, para os oitavos de final do torneio, terminou com a vitória do lado espanhol por 1-0, após um golo de Mikel Merino, aos 90+1 minutos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786293]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo Casais põe robô da Boston Dynamics a trabalhar nas obras em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:50:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Grupo Casais está a reforçar a aposta na transformação digital dos seus estaleiros com a integração do Robot SPOT, da Boston Dynamics.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Casais está a reforçar a aposta na transformação digital dos seus estaleiros com a integração do Robot SPOT, da Boston Dynamics, uma solução de robótica autónoma que promete aumentar a produtividade, reforçar a segurança e melhorar a gestão das obras através da recolha inteligente de dados.</p>
<p>O projeto é desenvolvido e operacionalizado pela TopBIM, empresa do grupo especializada em digitalização, Building Information Modeling (BIM) e suporte digital à construção, e surge como uma resposta a alguns dos principais desafios do setor, entre eles a escassez de mão de obra, a necessidade de reduzir tempos improdutivos e a crescente exigência em termos de qualidade e eficiência.</p>
<p>Segundo o Grupo Casais, a utilização do SPOT permitirá automatizar tarefas de rotina, libertando os técnicos para funções de maior valor acrescentado. Em simultâneo, possibilita uma recolha de informação mais frequente, rigorosa e sistemática, facilitando a identificação precoce de desvios, apoiando a tomada de decisões técnicas e reduzindo retrabalho ao longo da execução da obra.</p>
<p>Para os clientes, esta abordagem traduz-se num maior controlo da qualidade, maior transparência na execução dos projetos, cumprimento de prazos e entrega de ativos com informação técnica mais completa e fiável.</p>
<p>A implementação da tecnologia assenta em três pilares estratégicos. O primeiro é a recolha autónoma de dados, através de laser scan, permitindo captar a realidade da obra e verificar os elementos construídos. O segundo centra-se na segurança, substituindo a intervenção humana em ambientes potencialmente perigosos e na inspeção de zonas de difícil acesso. Já o terceiro passa pela mobilidade do equipamento, que consegue deslocar-se autonomamente, contornando obstáculos e adaptando-se a estaleiros em constante mudança.</p>
<p>O Grupo Casais destaca ainda o potencial da tecnologia na utilização de modelos BIM e Digital Twins. A captura contínua da realidade permite comparar o projeto digital com a obra executada, identificar desvios, planear intervenções e manter um histórico atualizado da evolução da construção. Com a integração das dimensões 4D (tempo) e 5D (custo), o modelo digital torna-se uma ferramenta de apoio à decisão baseada na evolução física da obra.</p>
<p>António Carlos Rodrigues, CEO do Grupo Casais, afirma que &#8220;o SPOT é um símbolo visível da transformação digital e da mudança cultural que o Grupo Casais tem trazido ao setor da construção. A inovação não é um conceito, mas um equipamento que traz rastreabilidade e captura da realidade em 3D, tornando as obras inteligentes, seguras, mais informadas e produtivas.&#8221;</p>
<p>Atualmente, o Robot SPOT encontra-se em fase de projetos-piloto em diferentes obras do Grupo Casais. O plano passa por integrá-lo de forma contínua nas operações em Portugal, onde deverá executar tarefas como levantamentos 360 graus, monitorização do progresso dos trabalhos e apoio às operações de segurança nos estaleiros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786284]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Portugal envia hoje toneladas de ajuda humanitária e operacionais regressam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:50:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades portuguesas enviam hoje para Caracas toneladas de ajuda humanitária, ferramentas e duas ambulâncias equipadas, enquanto os operacionais enviados após os sismos de 24 de junho regressarão ao país, anunciou o Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades portuguesas enviam hoje para Caracas toneladas de ajuda humanitária, ferramentas e duas ambulâncias equipadas, enquanto os operacionais enviados após os sismos de 24 de junho regressarão ao país, anunciou o Governo.</p>
<p>Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) indicou que dois aviões da Força Aérea Portuguesa partem ao início da tarde de hoje de Lisboa, carregando 12 toneladas de material de higiene, abrigo, conforto e saneamento, e 1,5 toneladas de ferramentas e equipamentos de apoio à remoção de escombros, cedidos pela Marinha Portuguesa.</p>
<p>Seguem ainda para a Venezuela donativos da Cruz Vermelha, &#8220;incluindo 2 ambulâncias totalmente equipadas, que funcionam como unidades móveis de saúde&#8221;, acrescentou, na mesma nota.</p>
<p>A ajuda, enviada ao abrigo do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, deverá chegar à Venezuela na quarta-feira.</p>
<p>Os mesmos aviões trarão de volta a Portugal os operacionais que integraram a Força Operacional Nacional Conjunta (FOCON) e que foram acionados numa primeira fase para apoiar a missão de busca, salvamento e primeiros socorros.</p>
<p>&#8220;A resposta à emergência na Venezuela entra agora numa nova fase, de intervenção humanitária&#8221;, refere o comunicado.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.535 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</p>
<p>Entre os mortos, há pelo menos 96 portugueses e lusodescendentes, e outros 60 estão desaparecidos ou incontactáveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786289]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Operação Marquês: Juiz com menos de quatro anos de serviço vai julgar Sócrates</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:48:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O antigo primeiro-ministro José Sócrates vai ser julgado no processo secundário da Operação Marquês por um coletivo presidido por um juiz com menos de quatro anos de serviço, menos do que a regra geral em tribunais centrais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O antigo primeiro-ministro José Sócrates vai ser julgado no processo secundário da Operação Marquês por um coletivo presidido por um juiz com menos de quatro anos de serviço, menos do que a regra geral em tribunais centrais.</p>
<p>Em causa está o processo em que o chefe de Governo entre 2005 e 2011 e o empresário Carlos Santos Silva respondem por três crimes de branqueamento de capitais, cujo julgamento vai decorrer no Tribunal Central Criminal de Lisboa, por um coletivo de três juízes.</p>
<p>Em 28 de julho de 2025, o processo foi distribuído por sorteio ao juiz 18, lugar que era então ocupado por um juiz, Vítor Teixeira de Sousa, que, segundo o Diário da República, foi, em abril de 2026, nomeado pela Assembleia da República, por proposta do PS, vogal do Conselho Superior de Magistratura (CSM), deixando aquele coletivo sem juiz-presidente.</p>
<p>Questionado pela Lusa sobre como será selecionado o substituto de Vítor Teixeira de Sousa, que entre 2021 e 2024 exerceu funções de chefe de gabinete no Governo de António Costa (PS), o CSM esclareceu hoje que &#8220;o juiz que assumirá o processo é o juiz colocado, no âmbito do movimento judicial anual, na vaga de auxiliar de substituição do Juízo [Tribunal] Central Criminal de Lisboa&#8221;.</p>
<p>De acordo com a versão final do movimento divulgada em 03 de julho no &#8216;site&#8217; do CSM, a vaga será ocupada, a partir de 01 de setembro de 2026, por Rúben Vieira, proveniente do Juízo de competência genérica de Serpa, no distrito de Beja.</p>
<p>À data de 31 de dezembro de 2025, o juiz tinha dois anos, 11 meses e 27 dias de serviço na magistratura, indica a mais recente lista de antiguidade dos magistrados judiciais, o que significa que, em setembro, terá menos de quatro anos de experiência.</p>
<p>Em resposta por escrito à Lusa, o CSM reconheceu que &#8220;a colocação em juízos centrais exige, em regra, classificação não inferior a Bom com Distinção e dez anos de serviço&#8221;, mas ressalvou que, &#8220;quando não existam candidatos que reúnam esses requisitos, a lei permite a colocação de juízes que não os preencham&#8221;.</p>
<p>O órgão de gestão dos juízes escusou-se, contudo, a responder se considera adequado que um juiz com menos anos de serviço do que exige a regra geral presida ao julgamento de um antigo primeiro-ministro, alegando que &#8220;não comenta opções individuais de colocação nem faz juízos sobre a adequação de juízes concretos a determinados processos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Todos os juízes exercem funções após concluírem a formação especializada no Centro de Estudos Judiciários. Uma vez colocados nos tribunais, exercem a função jurisdicional com total independência e responsabilidade&#8221;, sublinhou o CSM.</p>
<p>Para já, não há data para o início do julgamento, informou o mesmo órgão.</p>
<p>A separação de processos na Operação Marquês tem na génese a decisão instrutória do processo principal proferida em abril de 2021 pelo juiz Ivo Rosa, à data no Tribunal Central de Instrução Criminal, e que foi sofrendo várias reviravoltas na sequência de diversos recursos.</p>
<p>O julgamento do processo principal, no qual José Sócrates (PS) e Carlos Santos Silva são dois dos 21 arguidos, decorre desde 03 de julho de 2025 no Tribunal Central Criminal de Lisboa, presidido por um outro coletivo de juízes.</p>
<p>Os 21 arguidos respondem por um total de 117 crimes económico-financeiros alegadamente praticados entre 2005 e 2014, incluindo corrupção, e têm negado, em geral, a prática de qualquer ilegalidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786286]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente da Câmara de Sintra lamenta vítimas de acidente e assegura apoio às famílias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:36:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Câmara Municipal de Sintra, Marco Almeida, lamentou hoje o registo de duas vítimas mortais no acidente ocorrido no terminal rodoviário de Agualva-Cacém, que fez também 20 feridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara Municipal de Sintra, Marco Almeida, lamentou hoje o registo de duas vítimas mortais no acidente ocorrido no terminal rodoviário de Agualva-Cacém, que fez também 20 feridos.</p>
<p>&#8220;Quero é lamentar a perda de duas vidas e um conjunto de feridos, deixar às famílias um voto de solidariedade da parte da Câmara Municipal de Sintra e dizer que podem contar com a Câmara nos dias agora que se seguem e que têm pela frente&#8221;, disse Marco Almeida aos jornalistas no local.</p>
<p>O autarca referiu que estava em reunião do executivo quando foi confrontado com &#8220;esta trágica notícia da perda de vidas&#8221;.</p>
<p>Visivelmente emocionado, o autarca quis deixar &#8220;uma palavra de profundo agradecimento&#8221; aos meios de socorro e segurança no local &#8212; a PSP, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e os bombeiros &#8212; e salientou que agora &#8220;é preciso averiguar as condições do acidente,&#8221;, lembrando que neste momento não se está &#8220;em condições de o fazer&#8221;.</p>
<p>Essa averiguação, acrescentou, &#8220;competirá às forças de segurança, à PSP&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu queria deixar ficar uma nota: quem perdeu a vida era gente de trabalho e isso custou muito&#8221;, disse o autarca, visivelmente transtornado.</p>
<p>Entretanto, fonte camarária disse à Lusa que o Presidente da República, António José Seguro, telefonou a Marco Almeida para se inteirar do sucedido e lamentar as vítimas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786282]]></sapo:autor>
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		<title>UE aprova novas regras para voos: bagagem gratuita e compensações ficam protegidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:34:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova regulamentação recebeu luz verde após mais de uma década de negociações entre os eurodeputados e os países da União Europeia. O texto foi aprovado por larga maioria, com 646 votos a favor, 12 contra e três abstenções.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Parlamento Europeu aprovou esta terça-feira a revisão das regras europeias de proteção dos passageiros aéreos, mantendo o direito a bagagem de mão gratuita e a compensações financeiras em caso de atrasos prolongados ou cancelamentos de voos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova regulamentação recebeu luz verde após mais de uma década de negociações entre os eurodeputados e os países da União Europeia. O texto foi aprovado por larga maioria, com 646 votos a favor, 12 contra e três abstenções.</p>
<p class="isSelectedEnd">As companhias aéreas alertam que as novas regras poderão levar a um aumento dos preços dos bilhetes. Já as associações de passageiros consideram que os direitos essenciais dos viajantes foram preservados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os passageiros aéreos na União Europeia continuarão a ter direito a compensações entre 250 e 600 euros quando um voo for cancelado ou sofrer atrasos superiores a três horas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A nova versão da legislação mantém esse princípio e clarifica alguns valores. Nos voos com mais de 3.500 quilómetros, as companhias terão de pagar 300 euros. Se o atraso ultrapassar quatro horas ou se o voo for cancelado, a compensação poderá chegar aos 600 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os passageiros terão nove meses para apresentar o pedido de indemnização. Depois de receberem a reclamação, as companhias aéreas terão 30 dias para pagar ou invocar circunstâncias extraordinárias que as isentem da compensação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A revisão das regras também clarifica a política de cobrança de bagagem de cabine na União Europeia. Os passageiros continuarão a poder transportar gratuitamente um objeto pessoal com dimensões até 40 centímetros por 30 centímetros por 15 centímetros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Atualmente, companhias low-cost como a Ryanair ou a EasyJet cobram valores adicionais por pequenos volumes com rodas, malas compactas ou mochilas. Com a nova regulamentação, as transportadoras terão de apresentar, desde o início do processo de reserva, nos intermediários e portais de pesquisa, uma tarifa aérea que inclua bagagem de mão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, as companhias poderão continuar a disponibilizar bilhetes mais baratos para passageiros que escolham voluntariamente viajar sem bagagem de cabine.</p>
<p class="isSelectedEnd">As novas regras impedem também a cobrança de taxas adicionais pela correção de erros ortográficos no nome dos passageiros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além disso, os viajantes terão direito a obter cartões de embarque digitais no momento do check-in, sem terem de fazer pedidos adicionais, criar uma conta de utilizador ou instalar uma aplicação específica da companhia aérea.</p>
<p class="isSelectedEnd">A revisão da regulamentação europeia sobre direitos dos passageiros aéreos começou em 2013. Desde então, os eurodeputados têm defendido o reforço dos direitos relacionados com bagagem e proteção em caso de atrasos, enfrentando resistência de alguns Estados-membros e da indústria da aviação.</p>
<p>As novas regras deverão entrar em vigor em 2027.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786272]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Como garantir uma estratégia de segurança 360º num mundo onde tudo está ligado?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/como-garantir-uma-estrategia-de-seguranca-360o-num-mundo-onde-tudo-esta-ligado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:33:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Afonso Freitas, Business Development Principal Manager Iberia da Wireless Logic]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Afonso Freitas, Business Development Principal Manager Iberia da Wireless Logic</strong></em></p>
<p>A transformação digital deixou de ser uma promessa para se tornar o modelo operativo das empresas. No centro desta mudança está a Internet das Coisas (IoT), que liga o mundo físico ao digital e abre caminho a ganhos relevantes de eficiência, automação e criação de novos modelos de negócio. Mas esta evolução tem um lado menos visível e cada vez mais determinante: quanto maior a conectividade, maior a superfície de ataque disponível para o cibercrime.</p>
<p>No ecossistema IoT, essa exposição cresce de forma silenciosa, muitas vezes fora do perímetro tradicional de controlo das organizações. Os números ajudam a dimensionar o problema. Estima-se que tenham ocorrido mais de 1.500 milhões de ataques a dispositivos IoT num único semestre, enquanto a maioria das empresas continua a identificar a segurança como o principal obstáculo à adoção destas tecnologias em escala.</p>
<p>O impacto, porém, vai muito além da tecnologia. Um incidente de cibersegurança pode interromper operações críticas, gerar custos significativos e, sobretudo, comprometer algo mais difícil de recuperar do que qualquer sistema: a confiança. É por isso que a pergunta já não é se as organizações devem reforçar a sua segurança, mas como o fazer de forma estrutural. E a resposta passa inevitavelmente por abandonar abordagens reativas e evoluir para um modelo integrado de segurança 360º, assente em três pilares: proteger, detetar e responder.</p>
<p>A proteção continua a ser a base, mas já não pode ser entendida como um conjunto isolado de medidas. Redes seguras, comunicação encriptada, gestão rigorosa de identidades e adoção de<em> standards</em> internacionais são hoje o ponto de partida mínimo. Ainda assim, nenhum modelo é completo sem um elemento frequentemente subestimado: as pessoas, cuja capacitação continua a ser uma das principais linhas de defesa.</p>
<p>Mas é na deteção que se joga hoje uma parte decisiva da maturidade em cibersegurança. No universo IoT, muitos dispositivos operam fora dos perímetros tradicionais, no chamado <em>“edge”</em>, onde a visibilidade é reduzida e os riscos são mais difíceis de antecipar.</p>
<p>É precisamente aqui que a inteligência artificial assume um papel crítico. Ao analisar continuamente o comportamento dos dispositivos na rede, estas soluções estabelecem padrões de normalidade e permitem identificar desvios em tempo real. Um pico de tráfego inesperado, comunicações com destinos desconhecidos ou alterações súbitas de comportamento deixam de passar despercebidos e tornam-se sinais claros de alerta.</p>
<p>A grande vantagem deste modelo é a sua natureza não intrusiva: a análise é feita ao nível da rede, sem necessidade de instalar <em>software</em> nos dispositivos. Isto reduz complexidade, elimina impacto no <em>hardware</em> e permite escalar a segurança em ambientes altamente distribuídos e heterogéneos.</p>
<p>A terceira dimensão, a resposta, fecha o ciclo. Não basta identificar ameaças, é necessário atuar com rapidez e precisão. Isso implica automatizar ações como o isolamento de dispositivos comprometidos ou o bloqueio imediato de comunicações suspeitas, reduzindo o tempo entre deteção e contenção.</p>
<p>Em paralelo, o enquadramento regulatório está a evoluir rapidamente. Na União Europeia, iniciativas como o <em>Cyber Resilience Act</em> e normas como a EN 18031 estão a redefinir o mercado, exigindo que a segurança seja incorporada desde a fase de conceção dos produtos. Esta mudança não é apenas regulatória, é estrutural e vai separar quem está preparado de quem ficará para trás.</p>
<p>No final, a IoT continuará a ser um dos principais motores da inovação digital. Mas o seu verdadeiro potencial só se concretiza quando é assente em bases de segurança sólidas, pensadas desde o início e executadas de forma contínua.</p>
<p>Porque, num mundo onde tudo está ligado, a questão deixou de ser se o risco existe. Passou a ser se as organizações estão preparadas para o antecipar, antes que ele se transforme numa crise.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Afonso Freitas, Business Development Principal Manager Iberia da Wireless Logic]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>São os Humanos que melhor definem a implementação de Agentes de IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[ia]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Tiago Machado, Regional Sales Director da Salesforce Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Tiago Machado, Regional Sales Director da Salesforce Portugal</em></strong></p>
<p>À medida que os agentes de inteligência artificial começam a redefinir a forma como trabalhamos, torna-se claro que o verdadeiro desafio não é tecnológico, mas de liderança. O que distingue as organizações que avançam das que ficam para trás não é a rapidez com que adotam novas ferramentas, mas a coragem com que redesenham os seus modelos de trabalho em torno dessas capacidades.</p>
<p>Mesmo numa fase ainda inicial da transformação agêntica, algumas empresas já registam ganhos claros em produtividade e satisfação do cliente, precisamente porque investem deliberadamente na reestruturação da sua força de trabalho. Não esperam que a tecnologia dite o ritmo da mudança, mas assumem esse papel e antecipam-no.</p>
<p>Este ritmo de adoção coloca os líderes perante um desafio que vai muito além da escolha de ferramentas, como o de redesenhar o trabalho e preparar as pessoas para colaborarem com sistemas cada vez mais inteligentes. Mas antes de qualquer redefinição, há uma pergunta que precisa de resposta: qual é, afinal, o objetivo dessa transformação?</p>
<p>As organizações que estão a extrair valor real da inteligência artificial partem de dois princípios simples, mas decisivos. Primeiro, os humanos continuam a estar no controlo. A autonomia dos agentes de IA só cria valor quando é regulada, auditável e alinhada com a intenção humana.  Segundo, a IA existe para ampliar capacidades humanas, não para as substituir. Os agentes lidam com tarefas de escala e de velocidade, enquanto as pessoas concentram-se na análise, na criatividade e na relação. Nenhum substitui o outro, juntos, redefinem o trabalho.</p>
<p>Com estes princípios como base, os líderes podem passar rapidamente da intenção à ação, e enfrentar a parte mais exigente da transformação: redesenhar a forma como o trabalho é feito. As organizações que o fazem com sucesso, seguem uma lógica clara e disciplinada. Este percurso pode ser resumido na estratégia dos 4Rs: <em>Redesign, Reskill, Redeploy</em> e <em>Rebalance &#8211;</em> um enquadramento prático para transformar a força de trabalho de forma contínua e sustentável.</p>
<ol>
<li><em>Redesign</em> &#8211; Redesenhar começa por analisar o trabalho ao nível das tarefas, passando de processos rígidos para fluxos orientados por resultados. Em vez de sobrepor IA a funções existentes, os líderes devem partir do objetivo final e identificar claramente onde o conhecimento humano é indispensável. Para muitos, isto implica questionar práticas que existem mais por hábito do que por eficácia.</li>
<li><em>Reskill</em> &#8211; Requalificar já não é uma preocupação futura. O Fórum Económico Mundial estima que 39% das competências atuais serão transformadas ou tornar-se-ão obsoletas até 2030. A resposta não pode ser pontual nem opcional. A fluência em IA, a literacia de dados e o pensamento sistémico têm de ser integrados nos programas de desenvolvimento dos colaboradores, durante o horário de trabalho e com apoio explícito da liderança.</li>
<li><em>Redeploy</em> &#8211; Realocar exige olhar primeiro para dentro. Antes de abrir novas vagas, é essencial avaliar capacidades transferíveis na organização. Competências como lidar com a complexidade, tomar decisões com informação incompleta ou manter a clareza sob pressão, são precisamente o que distingue as funções de maior valor num contexto reforçado por IA.</li>
<li><em>Rebalance &#8211; </em>Reequilibrar é um exercício contínuo. Definir claramente quem faz o quê, humanos e agentes, e rever regularmente essa divisão. Não se trata de uma tarefa única, mas de um projeto de gestão constante.</li>
</ol>
<p>A transição para um modelo de trabalho mais proativo não será isenta de fricção. Exige que os colaboradores desenvolvam novas competências, ganhem confiança em territórios desconhecidos e acreditem que o seu conhecimento atual continua a ter valor. O que faz a diferença é uma liderança que reconhece explicitamente esse valor e que investe nas condições certas: tempo para aprender, apoio ativo da gestão e uma direção clara.</p>
<p>O custo de reter pessoas, o seu conhecimento, experiência e a sua (valiosa) memória institucional, é, quase sempre, inferior ao custo de as perder. Os líderes que compreenderem esta realidade atempadamente, vão garantir uma força de trabalho mais ágil, capaz e empenhada, porque foi acompanhada na transição em vez de ser deixada para trás.</p>
<p>Investir no próximo capítulo dos colaboradores com a mesma intensidade com que se investe em tecnologia é o caminho mais seguro para uma transformação de IA que realmente funcione. A inteligência artificial, por si só, não transforma uma empresa. São as pessoas, apoiadas, capacitadas e envolvidas, que o fazem.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Tiago Machado, Regional Sales Director da Salesforce Portugal]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Greenvolt instala quase 1.800 painéis solares em três centros comerciais que passam a produzir e partilhar energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:20:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Greenvolt]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Greenvolt vai instalar sistemas de produção de energia solar em três centros comerciais geridos pela Widerproperty, num projeto que combina autoconsumo com a integração em comunidades de energia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Greenvolt vai instalar sistemas de produção de energia solar em três centros comerciais geridos pela Widerproperty, num projeto que combina autoconsumo com a integração em comunidades de energia.</p>
<p>A iniciativa abrange o Tavira Plaza, o La Vie Caldas e o Torres Shopping e permitirá produzir mais de 1,8 GWh de eletricidade renovável por ano.</p>
<p>Desenvolvido pela Greenvolt Next, o projeto contempla a instalação de 1.767 painéis solares, com uma capacidade total de 944,47 kWp. A energia gerada será maioritariamente utilizada para autoconsumo dos próprios centros comerciais, contribuindo para reduzir os custos com eletricidade, aumentar a eficiência energética dos ativos e evitar a emissão de cerca de 440 toneladas de dióxido de carbono por ano.</p>
<p>Além da produção para consumo próprio, os três centros comerciais passarão a integrar as comunidades de energia da Greenvolt, permitindo partilhar o excedente de energia renovável com os lojistas e outros membros dessas comunidades, bem como beneficiar da energia produzida pelos restantes participantes.</p>
<p>João Manso Neto, CEO do Grupo Greenvolt, considera que estes projetos refletem uma mudança na forma como o setor do retalho encara a gestão da energia. &#8220;Os centros comerciais deixam de assumir apenas o papel de consumidores para passarem também a produzir e partilhar energia renovável. É uma transformação que permite adicionar valor aos ativos, reduzir custos e alargar os benefícios da energia renovável a um conjunto mais vasto de consumidores&#8221;, afirma.</p>
<p>Já Marcos Gomes, diretor-geral de Retail da Widerproperty, sublinha que a descarbonização, a eficiência energética e o cumprimento de metas ESG são hoje fatores centrais na gestão dos ativos imobiliários. Segundo o responsável, os projetos permitirão reduzir custos operacionais, aumentar a autonomia energética dos centros comerciais e criar valor para os lojistas, reforçando simultaneamente a competitividade dos espaços comerciais.</p>
<p>Com mais de um milhão de metros quadrados de ativos sob gestão, a Widerproperty afirma manter a aposta em soluções que aumentem a eficiência e valorização do seu portefólio imobiliário. A integração destes três centros comerciais reforça também a posição da Greenvolt Comunidades neste segmento em Portugal, onde a empresa conta atualmente com mais de 160 comunidades de energia ativas, 55 MWp em operação e mais de 60 MWp em desenvolvimento.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786261]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ensaio. GPL já não é o &#8216;patinho feio&#8217;: Renault mostra porque pode ser a escolha mais inteligente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Farromba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Renault]]></category>
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					<description><![CDATA[Jorge Farromba desmistifica as vantagens do GPL]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo dos anos ouvimos falar do mal-amado GPL, muita desinformação e mesmo conotação depreciativa. Mas, este sistema desde que certificado é mais seguro, mais ecológico e tecnicamente mais interessante face à gasolina. A Dacia fez esse percurso, ainda por cima quando o GPL &#8211; estava ainda mais barato &#8211; agora situa-se perto dos 0.92€ por litro.</p>
<p>O Dacia Duster a GPL e, com caixa automática, mostra como a solução é possível, honesta, prática e fiável.</p>
<p>Esta apresentação da Renault é uma (boa) estratégia para consolidar a sua posição nos competitivos segmentos B e C, promovendo o Gás de Petróleo Liquefeito (GPL) como uma alternativa económica, segura e ecológica.</p>
<p>Para isso, apresentou à comunicação social as novas versões a GPL do Clio e do Symbioz, destacando melhorias significativas na capacidade dos depósitos, na autonomia e na integração tecnológica, tudo isto contextualizado na vasta gama de motorizações da Renault e nas dinâmicas específicas (para não dizer, nalguns casos, infelizes) do mercado português em termos de legislação.</p>
<p>O mercado português é altamente competitivo nos segmentos B e C, que se mantêm estáveis desde o período pós-COVID. Para triunfar num cenário desta natureza, a Renault aposta na diferenciação através de um design distinto, tecnologia de ponta e equipamento abrangente.</p>
<p>Os Clio e Symbioz representam os pilares fundamentais desta estratégia. Por um lado, o E-Tech (elétrico e híbrido completo) e uma gama diversificada de Motores de Combustão Interna (ICE).</p>
<p>Na linha E-Tech elétrica &#8211; do Twingo (segmento A) até ao Scénic (segmento C), surgem as plataformas dedicadas para maximizar a eficiência e reduzir o peso.</p>
<p>Na gama híbrida, desde o Clio ao Espace (segmento D), aposta numa solução de transição ideal para clientes que ainda não estão preparados para a mobilidade 100% elétrica.</p>
<p>Já o portefólio ICE inclui opções a gasolina e GPL para preços de entrada, híbridos mild (12V ou 48V) como primeiro passo na hibridização.</p>
<p>O GPL é uma &#8220;escolha inteligente&#8221; &#8211; e &#8220;tenho um em casa&#8221; para o consumidor, pois possui benefícios económicos e ecológicos substanciais. Economicamente, o preço do GPL tem-se mantido estável em menos de 1 euro por litro, com poupanças significativas face à volatilidade dos preços da gasolina.</p>
<p>Façamos o seguinte exercício baseado numa quilometragem anual de 15.000 quilómetros &#8211; um veículo a GPL pode poupar mais de 500 euros por ano em comparação com a gasolina.</p>
<p>Na Europa esta situação &#8211; mas também a qualidade do produto Renault &#8211; impulsionou um aumento de 35% nas vendas do Clio a GPL e de 28% nas do Captur a GPL na Europa, num período de um ano.</p>
<p>Ecologicamente, a tecnologia GPL oferece uma redução notável nas emissões: 90% menos CO2; 90% menos partículas finas em comparação com os motores a gasolina e 96% menos emissões de NOx do que os motores a diesel.</p>
<p>A segurança surge reforçada pois a tecnologia da Renault é uma solução totalmente integrada de fábrica, garantindo fiabilidade e segurança com características como uma válvula de retenção e uma válvula de alívio de pressão (se aquecerem, a libertação dissipa-se na atmosfera sem explosão). Além disso, os tanques como se usa gás são de aço. Os da gasolina são plástico (!!!)</p>
<p>Creio que com isto, a questão da antiga regra de não se poder estacionar em parques de estacionamento caía já nessa altura, &#8220;por terra&#8221;. Hoje, deixou de existir, além do discrminatório selo que as viaturas usavam.</p>
<p>As especificações técnicas das novas versões a GPL do Symbioz e do Clio recorrem ao motor turbo de 1,2 litros e três cilindros e com uma atualização no aumento da capacidade do depósito de GPL para o Clio, que passou de 32 para 50 litros utilizáveis, o que proporciona uma autonomia total de até 1.450 quilómetros e 1.500 quilómetros para o Symbioz (50L GPL + 48L gasolina), com ambos os veículos a debitarem 120 cavalos de potência.</p>
<p>A transmissão foi adaptada ao mercado-alvo de cada modelo, pois enquanto o Clio está equipado com uma caixa automática EDC para satisfazer a procura de conforto e suavidade de condução, especialmente em tráfego urbano, o Symbioz apresenta uma caixa manual numa decisão estratégica para manter o seu preço abaixo do limiar dos 30.000 euros em toda a Europa, tornando-o assim uma opção mais acessível e eficiente no segmento C.</p>
<p>Tanto o Clio como o Symbioz beneficiam da linguagem de design renovada da Renault dos últimos cinco a seis anos, evidente no estilo da dianteira, onde os designers jogaram com o emblema do diamante na grelha e a sua repetição nas luzes de circulação diurna (DRL). A traseira dos veículos também apresenta designs de farolins tecnicamente avançados e visualmente impactantes, com os do Symbioz a serem descritos como semelhantes a um &#8220;bloco de gelo&#8221;.</p>
<p>No domínio tecnológico, ambos os modelos estão equipados com 29 itens de tecnologia focados na segurança. Os sistemas de assistência ao condutor (ADAS) incluem uma câmara de 360 graus para estacionamento seguro e um cruise controladaptativo, afinado para gerir a velocidade e a distância de forma a proporcionar uma condução serena. Os veículos também dispõem do aclamado sistema de infoentretenimento OpenR Link, baseado no Google. Uma atualização recente integra a IA do Google, o Gemini, que permite interações mais naturais e conversacionais, aumentando a segurança ao minimizar as distrações.</p>
<p>Destaques:</p>
<p>O Symbioz destaca-se pela versatibilidade, realçada por um banco traseiro que desliza 16 centímetros, permitindo aos proprietários priorizar o espaço para as pernas dos passageiros traseiros ou a bagageira.<br />
A bagageira oferece 610 litros de espaço, expansível para mais de 1.500 litros com os bancos rebatidos.<br />
Uma característica premium é o teto panorâmico de vidro &#8220;Solarbay&#8221;, que pode ser opacificado com o toque de um botão ou comando de voz.<br />
O Clio &#8211; um sucesso de mercado que disputa consistentemente os primeiros lugares de vendas na Europa, possui uma tampa da bagageira rebaixada em 4 cm para facilitar o carregamento. e a inovação do &#8220;Smart Mode&#8221; &#8211; disponível com a caixa automática &#8211; onde o sistema inteligente ajusta automaticamente as características de condução do automóvel, mantendo um modo silencioso e económico para condução urbana, enquanto alterna suavemente para um perfil mais desportivo para ultrapassagens, regressando ao modo anterior assim que a necessidade termina. Funciona muito bem em ambiente real<br />
No mercado português, o GPL está a transitar de nicho para uma solução &#8220;mainstream&#8221; com o mercado de veículos a GPL e GNV a crescer 27,2% em quatro anos, atingindo 120.000 unidades, com a quota da Renault a subir de 2,83% para 7%.</p>
<p>As vendas de GPL da Renault em Portugal registaram um aumento de seis vezes sendo que o argumento financeiro é convincente, com o GPL a 92 cêntimos por litro, oferecendo uma poupança de 40% face à gasolina.</p>
<p>Não muito comentado (mas vamos colocar a bold) para clientes empresariais a possibilidade de deduzir 50% do IVA na compra do veículo e nos custos de combustível — um incentivo inexistente para elétricos ou a diesel.</p>
<p>O Symbioz com o novo motor EcoG 120 terá um preço de entrada de 28.140 euros e o Clio começa nos 21.990 euros.</p>
<p>Em termos práticos: o Clio é um automóvel com uma condução muito intituiva, bom conforto, insonorização bem conseguida e bom espaço interior. Relativamente à geração anterior, representa uma evolução enorme em todos os domínios e na elevação para um estatuto mais premium. A caixa automática, conjugada com o motor a GPL, funciona muito bem. O ar condicionado muito forte, sem com isso elevar os consumos. A transição para gasolina pode ser efetuada de modo automático ou manual sem nada a assinalar. Tranquilidade absoluta, tal como quando reasbastecemos (sim, e é seguro&#8230;somente tem diferenças face ao abastecimento a gasolina)</p>
<p>O Symbioz é outra viatura. Claramente para um segmento superior com muitos materiais suaves ao toque. A caixa manual cumpre os requisitos. Pessoalmente, prefiro as automática, embora no meu dia a dia conduza maioritariamente com caixa manual.</p>
<p>Em resumo, vamos esquecer as teorias antigas do GPL, do estacionamento nos parques de estacionamento, da insegurança.</p>
<p>Foquemo-nos no que diz a ciência e engenharia. E, se dúvidas tiverem contactem-me ou olhem para os dados!</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785520]]></sapo:autor>
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		<title>Suspeito agride agente da PSP em supermercado perante a indiferença de quem passava</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O homem terá agredido um agente da PSP durante o processo de identificação, numa tentativa de fuga.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um homem de 26 anos foi detido esta segunda-feira num supermercado da freguesia das Águas Livres, no concelho da Amadora, depois de ter sido intercetado na posse de artigos alegadamente furtados do interior do estabelecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">A detenção ocorreu pelas 18h30 e está relacionada com suspeitas dos crimes de furto e de resistência e coação sobre funcionário. O homem terá agredido um agente da PSP durante o processo de identificação, numa tentativa de fuga.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar da agressão, o polícia conseguiu imobilizar o suspeito até à chegada de reforços. A situação ocorreu perante a indiferença de pessoas que passavam pelo local, enquanto o agente tentava controlar o homem no interior do supermercado.</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F873480229152054%2F&amp;show_text=true&amp;width=267&amp;t=0" width="267" height="591" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p class="isSelectedEnd">Do incidente resultaram ferimentos no agente da PSP, bem como danos no respetivo equipamento e fardamento. O estabelecimento comercial também sofreu alguns estragos durante a ocorrência.</p>
<p class="isSelectedEnd">O detido é suspeito de estar ligado a mais de uma dezena de furtos no mesmo supermercado. As autoridades investigam ainda a eventual prática de pelo menos um crime de roubo no mesmo espaço comercial.</p>
<p class="isSelectedEnd">O homem deverá ser presente esta terça-feira a primeiro interrogatório judicial, para aplicação das medidas de coação consideradas adequadas.</p>
<p>A investigação continua em curso.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786254]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Portugal-Espanha foi programa mais visto do dia por mais de 3,7 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:08:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O quinto e último jogo da seleção de Portugal no Mundial de 2026, que a equipa das 'quinas' perdeu frente a Espanha, transmitido pela RTP1, foi o programa mais visto do dia, de acordo com a CAEM/MediaMonitor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O quinto e último jogo da seleção de Portugal no Mundial de 2026, que a equipa das &#8216;quinas&#8217; perdeu frente a Espanha, transmitido pela RTP1, foi o programa mais visto do dia, de acordo com a CAEM/MediaMonitor.</p>
<p>Portugal foi esta segunda-feira eliminado nos oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao perder por 1-0 com a Espanha, num encontro disputado em Arlington, nos Estados Unidos.</p>
<p>O jogo registou &#8220;uma audiência média de 3.774.700 espectadores&#8221;, refere a CAEM/MediaMonitor.</p>
<p>Este valor compara com o quinto encontro de Portugal no Mundial 2022 do Qatar, transmitido pela SIC no dia 10 de dezembro de 2022, frente a Marrocos, que tinha alcançado uma audiência média de 3.129.700 espectadores, sendo também o programa mais visto do dia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786253]]></sapo:autor>
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		<title>Almada com ligação fluvial para Oeiras a partir de quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:50:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ligação fluvial entre a Trafaria (Almada) e Lisboa vai ser, a partir de quinta-feira, prolongada até Pedrouços/Algés (Oeiras), serviço que passa a ser assegurado todos os dias da semana, anunciou hoje a TTSL -- Transtejo Soflusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ligação fluvial entre a Trafaria (Almada) e Lisboa vai ser, a partir de quinta-feira, prolongada até Pedrouços/Algés (Oeiras), serviço que passa a ser assegurado todos os dias da semana, anunciou hoje a TTSL &#8212; Transtejo Soflusa.</p>
<p>O arranque desta nova operação fluvial Trafaria &#8212; Porto Brandão até Pedrouços/Algés coincide com o início do festival de música NOS Alive.</p>
<p>Segundo a TTSL, a nova ligação, que será assegurada todos os dias da semana, &#8220;permitirá reforçar a oferta de transporte público numa altura de elevada procura, proporcionando aos passageiros uma alternativa cómoda, eficiente e sustentável para as deslocações entre as duas margens do Tejo e para o acesso à zona de Pedrouços/Algés&#8221;.</p>
<p>O prolongamento do serviço, adianta a empresa, tem como objetivo contribuir para o reforço da oferta de transporte público, captar novos utilizadores para o transporte fluvial e aumentar a atratividade deste modo de transporte enquanto solução de mobilidade sustentável.</p>
<p>A abertura desta nova ligação terá um período experimental de seis meses.</p>
<p>Em comunicado, a Transtejo Soflusa explica ainda que a concretização desta nova ligação &#8220;foi possível graças à estreita colaboração entre a TTSL, as câmaras municipais de Lisboa e de Oeiras e a Administração do Porto de Lisboa, permitindo criar uma oferta de transporte num curto espaço de tempo&#8221;.</p>
<p>&#8220;Desde 1997, com a inauguração da ligação regular ao Seixal, que a TTSL não criava uma ligação fluvial. Este novo percurso representa muito mais do que uma extensão da rede: simboliza o nosso compromisso com o futuro da mobilidade, reforçando a aposta num transporte público mais próximo das pessoas, mais eficiente e cada vez mais sustentável&#8221;, afirma o presidente da TTSL, Rui Rei, citado no comunicado.</p>
<p>Em junho, a empresa iniciou, em regime experimental, uma ligação fluvial entre Seixal, Barreiro e Cais do Sodré, com seis carreiras aos sábados, para reforçar a mobilidade intermunicipal na margem sul do Tejo.</p>
<p>A nova ligação fluvial estabelece uma ligação direta entre os concelhos do Seixal e do Barreiro, sem necessidade de passagem por Lisboa, mantendo válidos os títulos de transporte atualmente em vigor, e promove uma maior integração da rede de transporte público na Área Metropolitana de Lisboa.</p>
<p>A Transtejo Soflusa (TTSL) é responsável pelas ligações fluviais entre o Seixal, Montijo, Cacilhas, Barreiro e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, e Lisboa.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786242]]></sapo:autor>
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		<title>UE prepara adiamento do novo sistema de autorização de viagem após caos nas fronteiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:39:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia deverá adiar para o próximo ano a entrada em funcionamento do novo sistema online de autorização prévia de viagem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A União Europeia deverá adiar para o próximo ano a entrada em funcionamento do novo sistema online de autorização prévia de viagem, depois de os problemas no lançamento de outro mecanismo eletrónico de controlo fronteiriço terem provocado perturbações nas deslocações para o espaço europeu, adianta o Financial Times.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em causa está o Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem, conhecido como ETIAS, que será obrigatório para viajantes isentos de visto que queiram entrar na União Europeia. O modelo é semelhante ao ESTA utilizado pelos Estados Unidos e deverá abranger cerca de 1,4 mil milhões de pessoas, incluindo cidadãos do Reino Unido e dos Estados Unidos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando entrar em vigor, os viajantes terão de fazer um registo antes da deslocação, pagar 20 euros e passar por verificações de segurança prévias à viagem.</p>
<p><strong>Problemas no sistema de entradas e saídas atrasam novo mecanismo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As discussões sobre o adiamento do ETIAS surgem depois das dificuldades técnicas e da implementação lenta do novo Sistema de Entrada/Saída da União Europeia, o EES. Este sistema exige que viajantes de fora da UE façam a leitura das impressões digitais e da imagem facial nas fronteiras do bloco.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os problemas registados no EES provocaram longas filas em alguns aeroportos e passagens terrestres, levando a indústria da aviação a alertar para o risco de um verão caótico nas deslocações.</p>
<p class="isSelectedEnd">A EU-Lisa, agência responsável pela implementação do ETIAS, reconheceu que já não será viável lançar o sistema até ao final deste ano, como estava previsto, segundo três pessoas informadas sobre o processo. O conselho de administração da agência reuniu-se em meados de junho para discutir o adiamento e deverá voltar a analisar um novo calendário em setembro.</p>
<p><strong>Comissão Europeia só pode definir data após testes concluídos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Comissão Europeia é responsável por fixar a data de arranque do ETIAS, mas só poderá fazê-lo depois de a EU-Lisa testar com sucesso o sistema.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma pessoa informada sobre as discussões afirmou que ainda existem problemas informáticos no ETIAS e defendeu que a prioridade deve ser resolver primeiro as dificuldades do EES antes de avançar com outro sistema que poderá aumentar novamente as filas nas fronteiras.</p>
<p class="isSelectedEnd">A EU-Lisa confirmou que o conselho de administração discutiu a entrada em funcionamento do ETIAS em 17 de junho, mas acrescentou que não houve novos desenvolvimentos desde essa reunião.</p>
<p><strong>Bruxelas aponta também falhas nacionais</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O comissário europeu dos Assuntos Internos, Magnus Brunner, atribuiu parte dos atrasos relacionados com o Sistema de Entrada/Saída aos governos nacionais. Numa carta dirigida a responsáveis da aviação, Brunner referiu que fatores externos ao EES, como falta de pessoal ou infraestruturas inadequadas, podem estar na origem de alguns atrasos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O EES deveria ter arrancado originalmente em 2022, mas foi sucessivamente adiado devido a problemas de contratação pública, dificuldades técnicas e atrasos na preparação de alguns Estados-membros.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Comissão Europeia afirma que os preparativos para o lançamento do ETIAS continuam, mas sublinha que, como acontece com qualquer sistema informático de grande escala, há vários fatores a considerar antes de definir uma data de entrada em funcionamento.</p>
<p><strong>Lançamento em 2026 é cada vez menos provável</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Vários responsáveis europeus não se mostram surpreendidos com as dificuldades da EU-Lisa, que gere o EES, o ETIAS e outros sistemas fronteiriços. Uma fonte europeia considerou que o atraso poderá não ser longo, admitindo que a agência peça mais um mês ou mais um trimestre para concluir o processo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, outra pessoa familiarizada com o dossiê considerou ilusória a possibilidade de lançar o ETIAS ainda este ano.</p>
<p>O adiamento representa um novo revés na modernização dos controlos fronteiriços europeus, num momento em que a União Europeia tenta equilibrar segurança, mobilidade e fluidez nas viagens internacionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786220]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Gigante do private equity entra na Quadrante e aposta na engenharia portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[private equity]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrante]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa de consultoria em engenharia, arquitetura, ambiente e sustentabilidade anunciou a entrada da Permira, uma das maiores gestoras internacionais de private equity.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A portuguesa Quadrante vai ter um novo acionista. A empresa de consultoria em engenharia, arquitetura, ambiente e sustentabilidade anunciou a entrada da Permira, uma das maiores gestoras internacionais de private equity, numa operação destinada a acelerar a estratégia de crescimento e internacionalização da empresa, com especial enfoque no mercado norte-americano.</p>
<p>Embora o valor do investimento não tenha sido divulgado, a empresa adianta que os fundadores, a equipa de gestão e a Henko Partners manterão posições relevantes no capital após a conclusão da operação.</p>
<p>Fundada em 1998, a Quadrante presta serviços especializados de engenharia nas áreas da energia, cidades sustentáveis e mobilidade. Atualmente, está presente em mais de 20 países, conta com mais de 1.500 colaboradores e possui operações consolidadas em Portugal, Espanha, Brasil e México.</p>
<p>Com a entrada da Permira, a empresa pretende acelerar a sua expansão internacional, reforçar o apoio aos principais clientes e intensificar a utilização de soluções de inteligência artificial para aumentar a eficiência e desenvolver novas soluções de engenharia. A estratégia passa por posicionar a Quadrante como um parceiro global no desenvolvimento de projetos ligados à transição energética e às infraestruturas críticas.</p>
<p>Para Nuno Costa, CEO Global e cofundador da Quadrante, a entrada da Permira representa &#8220;um novo e entusiasmante capítulo&#8221; na história da empresa. O responsável considera que a experiência internacional do novo investidor, aliada às suas capacidades digitais e ao foco na transição energética, permitirá acelerar o crescimento da empresa sem comprometer a visão estratégica nem a cultura organizacional.</p>
<p>Do lado da Permira, Kush Patel, Partner e Co-Head de Transição Energética, destaca que a Quadrante está posicionada no centro de duas grandes tendências globais: a transição energética e o desenvolvimento de infraestruturas críticas. O responsável sublinha ainda que existe uma oportunidade significativa para expandir a atividade da empresa, sobretudo nos Estados Unidos, onde a procura por competências de engenharia nas áreas da energia, das energias renováveis, dos centros de dados e das infraestruturas continua a crescer.</p>
<p>Também Anish Patel, Partner e Co-Head de Transição Energética da gestora britânica, considera que a Quadrante reúne as características procuradas pela Permira: forte especialização técnica, relações consolidadas com clientes e uma equipa de gestão com uma visão clara para o futuro do setor. O objetivo passa igualmente por colocar ao serviço da empresa a experiência da Permira em inteligência artificial para apoiar a próxima fase de crescimento.</p>
<p>Já Lars Becker, Partner da Henko Partners, salienta que a Quadrante construiu uma posição diferenciadora no mercado e elogia a capacidade da equipa de gestão para executar uma estratégia de crescimento ambiciosa, mostrando-se entusiasmado com a entrada da Permira neste novo ciclo.</p>
<p>A operação está sujeita às habituais aprovações regulatórias e deverá ficar concluída durante o quarto trimestre de 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786223]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Síria pode ser alternativa ao estreito de Ormuz para petróleo iraquiano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:21:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo (CEO) da energética francesa TotalEnergies considerou hoje que a Síria pode tornar-se um importante país de trânsito para o petróleo do Iraque com destino ao Mediterrâneo, oferecendo uma alternativa ao estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente executivo (CEO) da energética francesa TotalEnergies considerou hoje que a Síria pode tornar-se um importante país de trânsito para o petróleo do Iraque com destino ao Mediterrâneo, oferecendo uma alternativa ao estreito de Ormuz.</p>
<p>&#8220;Hoje, é evidente que a situação de segurança ainda não permite trabalhar, mas considero que é uma bela iniciativa vir até aqui, a Damasco&#8221;, afirmou Patrick Pouyanné aos jornalistas, à margem da visita do Presidente francês, Emmanuel Macron, à Síria.</p>
<p>Segundo o responsável, a Síria &#8220;encontra-se numa encruzilhada no Médio Oriente&#8221;, ainda que possa ganhar relevância estratégica após os constrangimentos registados no estreito de Ormuz durante o conflito entre os Estados Unidos e Israel contra o Irão.</p>
<p>&#8220;O que acabou de acontecer com o estreito de Ormuz mostra claramente que, se quisermos investir no Médio Oriente, teremos de encontrar rotas alternativas&#8221;, sustentou.</p>
<p>No início de abril, o Iraque anunciou que tinha começado a transportar petróleo por camião através da Síria para reexportação, devido ao encerramento do estreito de Ormuz.</p>
<p>Além disso, o Iraque e a Síria voltaram também a discutir a recuperação do oleoduto que os liga, encerrado há várias décadas.</p>
<p>Pouyanné adiantou que a TotalEnergies assinou um memorando de entendimento com as autoridades sírias para um bloco de exploração &#8216;offshore&#8217; no Mediterrâneo, mas esclareceu que o grupo ainda não dispõe de outros projetos concretos no país.</p>
<p>A deslocação do responsável a Damasco, a primeira desde o fim da guerra civil, em 2024, destina-se a reunir com as autoridades sírias e a restabelecer contactos.</p>
<p>&#8220;Deixemos ao Governo tempo para assumir o controlo deste país. Não se deve exigir demasiado. Depois de mais de 13 anos de guerra civil, é preciso ter um pouco de paciência&#8221;, afirmou.</p>
<p>No fim de semana, Patrick Pouyanné estimou que o mercado petrolífero poderá demorar ainda &#8220;três ou quatro meses&#8221; a estabilizar, apesar da reabertura parcial do estreito de Ormuz, devido aos desequilíbrios provocados pelo conflito com o Irão.</p>
<p>O responsável participava nos encontros económicos de Aix-en-Provence, no sudeste de França, quando explicou que os países produtores do Golfo Pérsico acumularam grandes reservas de crude que não conseguiram exportar devido ao encerramento do estreito de Ormuz durante a guerra e que, agora, procuram navio-petroleiros para o colocar no mercado.</p>
<p>O problema é que alguns armadores ainda não estão dispostos a deixar os seus navios atravessar o estreito devido à tensão que persiste na região, disse o responsável pela petrolífera francesa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786219]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wellow Group: Pessoas primeiro, negócio depois</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 10:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Wellow Group]]></category>
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					<description><![CDATA[Em sectores tão distintos quanto os recursos humanos, a energia ou o imobiliário, a Wellow Group encontrou um denominador comum: as pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Numa altura em que a sustentabilidade empresarial é cada vez mais escrutinada e em que o risco de greenwashing paira sobre qualquer estratégia ESG, o Wellow Group aposta numa lógica diferente: a de que o ponto de partida e de chegada de todas as decisões são as pessoas. É essa convicção que Tatiana Vale, Chief Marketing Officer (CMO) do grupo, descreve como o fio condutor de um ecossistema que actua em áreas tão diversas como os Recursos Humanos, a Energia, o Imobiliário ou os Seguros.</p>
<p style="text-align: justify;">A diversidade de negócios poderia tornar difícil a construção de uma estratégia ESG coerente, mas a responsável vê nessa heterogeneidade um denominador comum: «criar valor através e para pessoas». Esse princípio manifesta-se de forma concreta nos três pilares da abordagem do grupo. Na dimensão social; na vertente ambiental; e a governança.</p>
<p style="text-align: justify;">O ano de 2021 marcou uma viragem. Os planos estratégicos de todas as empresas e marcas do grupo passaram a incluir objectivos, metas e indicadores ligados aos critérios ESG. A criação de um Comité de Sustentabilidade e a publicação do primeiro Relatório de Sustentabilidade são dois marcos dessa evolução.</p>
<p style="text-align: justify;">A vertente social é talvez aquela em que a Wellow tem uma história mais longa. O grupo nasceu na área dos Recursos Humanos e, ao longo de mais de duas décadas, desenvolveu um trabalho significativo na integração de trabalhadores imigrantes. Tatiana Vale enquadra esse trabalho no contexto da escassez de mão-de-obra que tem afectado vários sectores da economia portuguesa, defendendo que o valor gerado é simultaneamente social e económico. O mesmo raciocínio aplica-se às iniciativas de bem-estar e desenvolvimento dos colaboradores, descritas como «investimentos que geram resultados concretos». Para o sustentar, aponta indicadores medidos regularmente (envolvimento, satisfação, retenção) e os sucessivos reconhecimentos do grupo como uma das melhores organizações para trabalhar em Portugal.</p>
<p style="text-align: justify;">Questionada sobre os desafios que se avizinham, a CMO não minimiza a complexidade. O principal está na capacidade de manter uma visão ESG comum e transversal à medida que o grupo continua a diversificar a sua presença em sectores cada vez mais distintos — dos Recursos Humanos à Restauração, passando pela Energia ou pelos Seguros —, sem perder a especificidade de cada negócio. Actualmente, a Wellow avança para a certificação ISO 45001, que reforçará o comprometimento na área da Saúde e Segurança no Trabalho, somando-se às já existentes ISO 9001 e ISO 14001.</p>
<p style="text-align: justify;">O objectivo final é, de acordo com Tatiana Vale, «construir um modelo de crescimento sustentável, capaz de gerar valor económico, social e ambiental de forma consistente e duradoura». Uma ambição que, no caso da Wellow, parte de uma convicção anterior a qualquer relatório ou certificação: a de que são as pessoas que fazem mover os negócios e não o contrário.</p>
<p><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “ESG”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
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