A oferta de habitação disponível para venda em Portugal registou uma quebra de 4% no primeiro trimestre de 2025, face ao mesmo período do ano anterior.
De acordo com os dados do idealista, entre as cidades onde o “stock” mais diminuiu, Viseu lidera com uma descida de 18%, seguida por Beja (-15%) e Ponta Delgada (-11%). Também Coimbra (-8%) e Lisboa (-10%) viram reduzir-se significativamente o número de imóveis disponíveis para venda.
Por contraste, a oferta aumentou em apenas sete capitais de distrito ou regiões autónomas. O Porto destaca-se com um crescimento de 34%, seguido de Faro (16%), Aveiro (15%), Guarda (12%), Santarém (8%), Braga (7%) e Funchal (2%).
A nível distrital e insular, a ilha de São Miguel registou a maior quebra na oferta de imóveis à venda, com uma redução de 16%. Seguem-se os distritos de Lisboa e Setúbal (ambos com -12%) e Évora (-11%). Em contraciclo, Braga (7%), Madeira (3%) e Portalegre (3%) foram os territórios onde mais cresceu o número de casas disponíveis.
Apesar da subida pontual em algumas regiões, os dados evidenciam uma tendência de retração na oferta de habitação à venda em grande parte do país, refletindo a pressão contínua no mercado imobiliário nacional.
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