O Ranking Financial Times Executive Education 2026 selecionou as 90 melhores escolas do mundo em programas abertos e as 100 melhores em programas customizados, e há seis escolas de negócios portuguesas entre as melhores do planeta.
A Nova SBE Executive Education é a primeira escola de negócios portuguesa na lista, com a entrada para o Top 10 mundial nos Programas Customizados. A escola sobe do 15.º para o 9.º lugar global, posicionando-se ao lado de instituições como a London Business School, IMD, INSEAD.
Nos Programas Abertos, a Nova SBE regista igualmente uma relevante subida, passando do 30.º para o 20.º lugar no mundo, uma progressão de 10 posições que reflete o reconhecimento crescente da qualidade e impacto da sua oferta formativa no mercado internacional.
“Este resultado é o reflexo de um esforço coletivo construído ao longo de muitos anos. É fruto de uma equipa extraordinária que, diariamente, desafia a forma tradicional de fazer formação executiva; de professores e especialistas que ligam rigor académico a impacto real nas organizações; de clientes que nos obrigam constantemente a pensar diferente e a desenhar soluções transformadoras para desafios complexos; e de parceiros nacionais e internacionais que confiam na nossa visão e caminham connosco nesta ambição global”, afirma Pedro Brito, CEO da Formação de Executivos da Nova SBE.
“Num contexto em que as instituições são naturalmente desafiadas a provar, de forma consistente, a relevância do seu trabalho, escolhemos manter o foco naquilo que verdadeiramente nos define: rigor académico, ambição internacional e impacto concreto nas organizações e na sociedade.’ afirma o Diretor da Nova SBE, Professor Pedro Oliveira.
O Iscte Executive Education alcançou, em 2026, o melhor resultado da sua história. Na categoria de programas customizados para empresas (Custom Executive Education), sobe para a 31.ª posição mundial, melhorando 13 lugares face ao ano anterior e registando uma das maiores subidas do ranking mundial. Ocupando o nº 2 em Portugal.
Já na categoria de programas abertos (Open-enrolment Executive Education), a escola alcança a 51.ª posição mundial, subindo 16 posições relativamente a 2025 — a maior subida registada a nível mundial nesta dimensão do ranking.
Para José Crespo de Carvalho, “estes resultados confirmam o reconhecimento internacional do trabalho desenvolvido pelo Iscte Executive Education e refletem uma estratégia consistente de proximidade às empresas, inovação na oferta formativa e reforço da presença internacional. Tudo isto é o resultado de muito trabalho e de consistência, consistência, consistência, bem como do envolvimento de uma equipa vasta de staff, coordenadores, docentes e, sobretudo, participantes e empresas”.
O ISEG Lisbon School of Economics and Management segue-se na lista, mantendo a posição que conquistou no ano passado, continuando a ocupar o 48.º lugar mundial em Custom Programs, mantendo-se no Top 50 global entre as melhores escolas de formação executiva à medida para empresas. O ISEG volta ainda a estar representado no ranking de Open Programs, ocupando a 70.ª posição mundial.
Para Joana Santos Silva, CEO do ISEG Executive Education, “este reconhecimento do Financial Times confirma o caminho que temos vindo a construir: uma escola profundamente ligada às empresas, capaz de cocriar soluções relevantes, inovadoras e transformadoras. O crescimento da nossa atividade demonstra não apenas a confiança das organizações no ISEG Executive Education, mas também a capacidade da nossa equipa para entregar experiências de aprendizagem verdadeiramente diferenciadoras, com impacto real nas pessoas e nos negócios.”
João Duque, Presidente do ISEG, sublinha que “os rankings não são um fim em si mesmo, mas são um indicador importante da forma como o trabalho das escolas é reconhecido internacionalmente. No caso do ISEG, estes resultados mostram mais uma vez, consistência, ambição e capacidade de competir num espaço global muito exigente, como temos vindo a demonstrar nos últimos anos.”
Já a Porto Business School (PBS) alcançou a sua melhor posição de sempre, ao subir oito posições na categoria de Open Programs e atingir o 35.º lugar mundial. Aqui, a PBS destaca-se ainda pelo equilíbrio de género no indicador “Female Participants”, com uma distribuição de 50/50, refletindo o compromisso da escola com a diversidade e com uma liderança mais representativa.
Na categoria de Custom Programs, dedicada a soluções desenhadas à medida para empresas e organizações, a Porto Business School mantém presença no ranking mundial, posicionando-se no 54.º lugar num dos segmentos mais competitivos da formação executiva internacional. O destaque vai para o oitavo lugar no indicador “Partner Schools”, um dos melhores desempenhos da escola em qualquer indicador do Financial Times, evidenciando a robustez da sua rede académica internacional.
Para José Esteves, dean da Porto Business School, “este resultado confirma a trajetória internacional da Porto Business School e o reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver na preparação de líderes para contextos cada vez mais complexos. A subida para o 35.º lugar mundial em Open Programs, com uma progressão de 40 posições desde 2020, mostra que a PBS está a crescer com consistência, ambição e impacto. Num mundo transformado pela inteligência artificial, pela geopolítica, pela sustentabilidade e pela evolução do talento, queremos ser a escola parceira das organizações que não se limitam a responder à mudança; querem liderá-la”.
A Católica Lisbon School of Business and Economics volta a ser reconhecida pelo 19º ano consecutivo.Nos programas de inscrição aberta, a CATÓLICA-LISBON é a 26.ª melhor escola a nível mundial e a 19.ª melhor europeia, subindo 11 posições face ao ano anterior e alcançando a melhor posição de sempre É ainda a melhor escola em Portugal nos critérios de Corpo Docente (17ª mundial), Métodos e Materiais de Ensino (24ª mundial) e na Qualidade e Desenho dos Programas (29ª mundial), áreas consideradas fundamentais para o impacto da formação executiva.
Nos programas customizados, desenvolvidos em parceria com empresas, a escola ocupa a 52ª posição (média dos últimos 3 anos), e destaca-se mundialmente nos critérios de Clientes Internacionais (24ª a nível mundial) e nas parcerias estabelecidas com escolas nacionais e internacionais, (35ª mundial).
Para Filipe Santos, Dean da Católica-Lisbon, “este reconhecimento sublinha, em particular, a qualidade do nosso corpo docente e a inovação dos nossos programas, pilares essenciais na formação de líderes preparados para antecipar tendências, tomar decisões estratégicas e liderar com visão, responsabilidade e impacto”.
Por último, a Católica Porto Business School entra pela primeira vez no Ranking Financial Times Executive Education. No ranking de programas abertos, dirigidos a profissionais e executivos individuais, a Católica Porto Business School alcança a 85.ª posição mundial. Já no ranking de programas customizados — desenvolvidos à medida das necessidades das organizações — a Escola surge na 99.ª posição mundial ex-aequo.
Para João Pinto, Dean da Católica Porto Business School, este reconhecimento representa “uma conquista muito significativa” e confirma “o caminho de crescimento e afirmação internacional que a Escola tem vindo a construir”. “Mais do que uma presença num ranking, este resultado reconhece a consistência do trabalho que temos desenvolvido na formação de líderes, profissionais e organizações, com uma proposta assente em rigor académico, proximidade com o mundo empresarial e impacto real”, sublinha. Estes rankings são considerados uma das mais relevantes referências internacionais na avaliação da formação executiva, analisando critérios como qualidade da experiência formativa, impacto organizacional, internacionalização e satisfação de participantes e empresas. O ranking do Financial Times avalia a performance das Escolas, a nível mundial, tendo em conta metodologias de ensino, qualificação do corpo docente, contribuição para novas competências e aprendizagens, e o retorno do investimento dos participantes.













