Guia para reabrir um negócio em tempo de pandemia: do digital às novas oportunidades

Retomar a actividade não passa simplesmente por abrir de novo as portas e receber os clientes com um sorriso. O “novo normal” obriga a repensar o modelo de negócio e as prioridades, até porque aquilo que os consumidores querem também mudou: há novas exigências e necessidades a considerar.

Este será, aliás, um dos principais desafios para CEOs e CFOs na era pós-covid-19 – ou, pelo menos, pós-quarentena e isolamento social. Com a palavra incerteza como pano de fundo, a revista CEOWorld indica que o regresso deve ser feito de dois passos: em primeiro lugar, é crucial que as pessoas estejam no topo das prioridades.

Empatia e inclusão devem ser preocupações dos líderes de empresas nesta fase de reabertura da economia e actividade comercial. A relação com os colaboradores não deve ser apenas uma transacção comercial. É preciso construir uma base de confiança, comunicação com compaixão e compreensão relativamente às necessidades dos mesmos. Só assim será possível criar um ambiente que seja inclusivo, produtivo e recompensador a longo prazo.

O segundo passo envolve uma abordagem faseada. O regresso tem de ser progressivo e os planos das empresas devem reflectir isso mesmo, ou seja, tem de haver espaço para acontecimentos inesperados. Isto implica também a adopção de uma estratégia flexivel.

Em traços gerais, indica a mesma publicação, as empresas podem:

– Digitalizar todos os processos transaccionais de modo a reduzir os níveis de stress na operação;
– Utilizar uma combinação de modelos de serviço e juntar equipas altamente competentes;
– Repensar as competências da equipa de liderança para captar novas oportunidades;
– Implementar soluções inovadoras de modo a criar um local de trabalho evoluído;
– Priorizar actividades que gerem novas fontes de crescimento.

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