Gripe: Este ano a meta são 2 mil pessoas vacinadas antes do inverno. Vacinação arranca já em outubro

Nos últimos anos, as vacinas para a gripe têm começado a ser administradas a partir de 15 de outubro.

Executive Digest

Os planos da Direção Geral de Saúde (DGS) para a vacina da  gripe este ano têm metas e timmings diferentes. Segundo afirmou a diretora-geral da DGS, Graça Freitas, esta quarta-feira, a campanha de vacinação “será um bocadinho diferente”, já que o objetivo passa por ter dois milhões de pessoas vacinadas antes do inverno,  e para tal anunciou que a campanha deverá ser antecipada para os primeiros dias de outubro.

Nos últimos anos, as vacinas para a gripe têm começado a ser administradas a partir de 15 de outubro.

Quanto às doses e à sua distribuição, acrescentou que serão distribuídas “o mais rapidamente que conseguirmos por todas as unidades do Serviço Nacional de Saúde”. Aliás, nesta campanha, o objetivo da DGS é reencaminhar para os serviços de saúde as vacinas assim que estas cheguem, fazendo que a vacinação dependa mais da entrega das doses do que da distribuição nacional.

Segundo Graça Freitas, a entrega das vacinas contra a gripe está nas mãos de duas empresas, sendo que as vacinas “não chegam todas no mesmo dia”. Vão chegar em lotes, sendo que “a primeira tranche será de mais de 300 mil doses que chegarão nos primeiros dias de outubro”, garantiu a responsável, acrescentando que depois “têm que ser desalfandegadas e há toda a tramitação que nós vamos tentar acelerar com as firmas e com o Infarmed”.

Ainda sobre a administração da vacina e em matéria de prioridade, explicou que dentro dos grupos considerados de risco, avançam primeiro os utentes e funcionários de lares e os profissionais de saúde. “Depois, à medida que vão chegando as outras tranches, vamos fazendo vacinação intensiva”, rematou.

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Graça Freitas anunciou ainda que está a ser estudada a possibilidade de elaborar uma campanha de sensibilização para “escoar todas as vacinas rapidamente”, nomeadamente, a criação de novos pontos de toma das vacinas, como pavilhões municipais. “Fá-lo-emos, se for necessário”, garantiu a responsável.

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