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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Argentina ou Espanha?: Mundial 2026 decide-se hoje em final inédita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 07:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[peã mundial e bicampeã sul-americana em título Argentina e a detentora do cetro europeu Espanha disputam no domingo uma imprevisível final da 23.ª edição do Mundial de futebol, em East Rutherford, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A campeã mundial e bicampeã sul-americana em título Argentina e a detentora do cetro europeu Espanha disputam no domingo uma imprevisível final da 23.ª edição do Mundial de futebol, em East Rutherford, nos Estados Unidos.</p>
<p>Os espanhóis foram imponentes a arrebatar a primeira vaga na final, com um 2-0 à França, apontada como principal favorita, enquanto os argentinos mostraram, uma vez mais, que nunca se dão por vencidos e garantiram a segunda derrubando a Inglaterra, que já sonhava repetir 1966, por 2-1, com reviravolta.</p>
<p>No total da prova, a formação europeia empatou o primeiro jogo, com Cabo Verde (0-0) e, depois, venceu os restantes seis, nunca excedendo os 90 minutos, enquanto o conjunto sul-americano ganhou os sete encontros, mas dois com recurso a prolongamento.</p>
<p>A Espanha, ainda assim, penou para ultrapassar Portugal (1-0), nos ‘oitavos’, e a Bélgica (2-1), nos ‘quartos’, vencendo em ambas as ocasiões com golos ‘tardios’ do suplente Mikel Merino, aos 90+1 e 88 minutos, respetivamente.</p>
<p>Por seu lado, a Argentina sofreu em todos os jogos a eliminar: estava empatada 2-2 com Cabo Verde após 110 minutos, nos ’16 avos’, perdia por 2-0 com o Egito aos 78, nos ‘oitavos’, empatava 1-1 com a Suíça aos 111, nos ‘quartos’, e perdia por 1-0 com a Inglaterra aos 84, nas ‘meias’.</p>
<p>Os dois percursos distintos ‘desaguaram’, porém, na final, que será apenas a segunda dos espanhóis, que, em 2010, na primeira, bateram os Países Baixos por 1-0, após prolongamento, graças a um golo de Andrés Iniesta, aos 113 minutos.</p>
<p>Por seu lado, os argentinos vão já para a sétima final — só a Alemanha fica com mais, com oito -, em busca de repetir as conquistas de 1978 (3-1 após prolongamento aos Países Baixos, em Buenos Aires), 1986 (3-2 à RFA) e da última edição, em 2022 (3-3 após prolongamento e 4-2 nos penáltis com a França).</p>
<p>A formação ‘albi-celeste’ tem também três derrotas em finais, uma com o Uruguai (2-4, em Montevideu), em 1930, e duas com os germânicos, em 1990 (0-1) e em 2024 (0-1 após prolongamento).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790854]]></sapo:autor>
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		<title>Metro de Lisboa com mudanças na Linha Azul a partir de hoje. Saiba quais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 07:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os passageiros da Linha Azul do Metropolitano de Lisboa devem contar, a partir de hoje, com alterações temporárias na circulação dos comboios e nos acessos à estação Praça de Espanha, devido às obras de reabilitação em curso naquela infraestrutura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os passageiros da Linha Azul do Metropolitano de Lisboa devem contar, a partir de hoje, com alterações temporárias na circulação dos comboios e nos acessos à estação Praça de Espanha, devido às obras de reabilitação em curso naquela infraestrutura. A intervenção, iniciada este mês e prevista prolongar-se até ao final de outubro de 2026, decorrerá sem encerrar a estação, mas implicará mudanças faseadas na operação para permitir a execução dos trabalhos.</p>
<p>A primeira fase das alterações entra em vigor hoje e prolonga-se até 10 de agosto. Durante este período, fica encerrado o cais no sentido Santa Apolónia, o que significa que os comboios com esse destino deixam temporariamente de efetuar paragem na estação Praça de Espanha. O Metropolitano de Lisboa explica que esta medida faz parte do plano de renovação integral dos pavimentos dos átrios e dos cais, inserido na estratégia de modernização e requalificação da rede.</p>
<p>Numa segunda fase, entre 10 e 31 de agosto, a operação será invertida: o cais no sentido Santa Apolónia reabre e encerra o cais no sentido Reboleira, fazendo com que os comboios com esse destino também deixem de parar temporariamente na estação. A empresa refere que os condicionamentos foram planeados para reduzir o impacto na circulação, embora sejam inevitáveis durante o avanço da empreitada.</p>
<p>As obras abrangem igualmente os acessos à estação. O átrio Norte encontra-se encerrado desde 29 de junho e deverá reabrir a 27 de julho, data prevista também para a entrada em funcionamento dos novos elevadores. Mais tarde, a partir de 24 de agosto, será encerrado o átrio Sul, obrigando à transferência temporária do Posto de Venda para o átrio Norte, já equipado com as novas soluções de acessibilidade.</p>
<p>Durante o período dos trabalhos, o Metro recomenda aos passageiros que confirmem previamente qual o cais que se encontra em funcionamento antes de iniciarem a viagem. Sempre que possível, aconselha ainda a utilização das estações Jardim Zoológico ou São Sebastião como alternativa, ou, em opção, seguir até à estação seguinte e efetuar aí o transbordo para um comboio no sentido pretendido.</p>
<p>A empreitada decorrerá em regime contínuo, 24 horas por dia, com as zonas de intervenção devidamente delimitadas e sinalizadas para garantir a segurança de trabalhadores e utilizadores. Segundo o Metropolitano de Lisboa, a reabilitação da estação Praça de Espanha integra um plano mais vasto de valorização das infraestruturas da rede, com o objetivo de melhorar as condições de utilização, reforçar a acessibilidade e elevar a qualidade do serviço prestado aos passageiros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_789537]]></sapo:autor>
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		<title>Calor intenso regressa a Portugal a partir de hoje: temperaturas podem ultrapassar os 40ºC durante a próxima semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 07:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental prepara-se para enfrentar um novo episódio de calor intenso nos próximos dias, depois de a entrada de uma massa de ar progressivamente mais quente começar a fazer-se sentir neste domingo. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental prepara-se para enfrentar um novo episódio de calor intenso nos próximos dias, depois de a entrada de uma massa de ar progressivamente mais quente começar a fazer-se sentir neste domingo. A tendência aponta para uma subida gradual das temperaturas ao longo da semana, com os valores mais elevados a concentrarem-se no interior do país, onde os termómetros poderão voltar a ultrapassar os 40 ºC.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/previsao/calor-intenso-em-portugal-preve-se-uma-mudanca-significativa-da-massa-de-ar-a-partir-de-19-de-julho.html" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, esta alteração resulta da instalação de uma massa de ar muito quente sobre a Península Ibérica, favorecida pelo reforço de uma crista anticiclónica que se estenderá desde o Norte de África. Este padrão atmosférico deverá proporcionar condições de grande estabilidade, céu pouco nublado ou limpo, maior exposição à radiação solar e um aquecimento progressivo da atmosfera. Os modelos do Centro Europeu de Previsão Meteorológica (ECMWF) indicam mesmo anomalias térmicas entre 8 e 12 ºC acima da média para esta época do ano em altitude, um indicador da intensidade da massa de ar prevista.</p>
<p>Ao longo dos próximos dias, as temperaturas máximas deverão aumentar de forma generalizada, sendo o interior Norte, Centro e Sul as regiões mais afetadas. O Alentejo, o vale do Tejo e vários locais do interior Centro surgem entre as zonas com maior probabilidade de registar temperaturas próximas ou superiores aos 40 ºC. Já durante este domingo, em muitas áreas do interior, os termómetros deverão ultrapassar os 35 ºC ainda antes do início da tarde, continuando a subir nas horas seguintes.</p>
<p>Nas regiões costeiras, a influência do Atlântico continuará a atenuar o calor, sobretudo graças à circulação de vento do quadrante oeste ou noroeste durante a tarde. Ainda assim, também aí se prevê uma subida das temperaturas, especialmente no litoral Centro e Sul. Nas horas de maior aquecimento, a diferença entre as temperaturas registadas no litoral e no interior poderá ultrapassar os 10 ºC.</p>
<p>O vento deverá manter-se, em geral, fraco nas regiões do interior, criando condições favoráveis à acumulação de calor. Junto à costa, a brisa marítima deverá soprar entre os 15 e os 30 km/h, ajudando apenas parcialmente a moderar as temperaturas. A estabilidade atmosférica prevista deverá ainda limitar a formação de trovoadas generalizadas, mantendo o tempo seco durante grande parte da semana.</p>
<p>As simulações meteorológicas atualmente disponíveis indicam que este episódio de calor poderá prolongar-se, pelo menos, até 22 de julho. Ainda assim, por se tratar de uma previsão com vários dias de antecedência, a intensidade e a duração desta vaga de calor dependerão da evolução da circulação atmosférica, sendo expectável que as próximas atualizações permitam confirmar a dimensão deste aumento significativo das temperaturas em Portugal continental.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788833]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Grupo chinês exige indemnização após nacionalização da British Steel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 06:09:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A siderúrgica chinesa Jingye Steel exigiu hoje uma indemnização e ameaçou o Governo britânico com uma ação judicial, na sequência da nacionalização, pelo Reino Unido, do grupo British Steel, até então detido pela empresa da China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A siderúrgica chinesa Jingye Steel exigiu hoje uma indemnização e ameaçou o Governo britânico com uma ação judicial, na sequência da nacionalização, pelo Reino Unido, do grupo British Steel, até então detido pela empresa da China.</P><br />
<P>A Jingye &#8220;defende firmemente os seus direitos e interesses legítimos e procurará obter uma indemnização integral por via judicial até ao fim&#8221;, declarou o grupo chinês num comunicado publicado na conta oficial da plataforma WeChat.</P><br />
<P>O grupo chinês Jingye adquiriu a British Steel em 2020. No entanto, o Governo britânico assumiu o controlo de facto da empresa em abril de 2025 para evitar o encerramento dos dois últimos altos-fornos a carvão do país, localizados em Scunthorpe, no norte de Inglaterra.</P><br />
<P>Londres confirmou em maio a intenção de nacionalizar a empresa, invocando razões de &#8220;segurança nacional&#8221;.</P><br />
<P>A decisão recebeu na quarta-feira a aprovação real, a última etapa do processo legislativo no Reino Unido.</P><br />
<P>Esta medida &#8220;garante o futuro da produção de aço no Reino Unido, protege empregos qualificados e preserva uma capacidade nacional vital&#8221;, afirmou o primeiro-ministro cessante, Keir Starmer.</P><br />
<P>O Ministério do Comércio chinês reagiu na sexta-feira, manifestando &#8220;forte descontentamento&#8221; num comunicado e acusando Londres de assumir à força o controlo da British Steel &#8220;sob o pretexto da segurança nacional&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791142]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China anuncia investigação contra ex-presidente do Banco de Desenvolvimento por corrupção</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-anuncia-investigacao-contra-ex-presidente-do-banco-de-desenvolvimento-por-corrupcao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 05:12:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente do Banco de Desenvolvimento da China Ouyang Weimin está a ser investigado num suposto novo caso de corrupção no país, no âmbito de uma campanha que já afetou vários altos responsáveis, informaram hoje media oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ex-presidente do Banco de Desenvolvimento da China Ouyang Weimin está a ser investigado num suposto novo caso de corrupção no país, no âmbito de uma campanha que já afetou vários altos responsáveis, informaram hoje media oficiais.</P><br />
<P>Ouyang está a ser alvo de uma revisão disciplinar e de uma investigação de supervisão por suspeitas de ter cometido &#8220;graves violações da disciplina do partido e da lei&#8221;, noticiou a agência de notícias oficial Xinhua.</P><br />
<P>A investigação está a cargo da Comissão Central de Inspeção Disciplinar do Partido Comunista da China (PCC) e da Comissão Nacional de Supervisão, os principais órgãos anticorrupção do partido e do Estado, respetivamente.</P><br />
<P>Os organismos não especificaram as acusações que pesam sobre o ex-dirigente, mas a formulação utilizada corresponde à forma habitual como a China anuncia este tipo de investigações, que frequentemente acabam por estar relacionadas com casos de corrupção.</P><br />
<P>Em abril de 2025, o ex-vice-presidente do Banco de Desenvolvimento da China Li Jiping foi condenado a 14 anos de prisão por aceitar subornos que o tribunal estimou em 57,3 milhões de yuan (cerca de 6,1 milhões de dólares) durante as duas décadas em que trabalhou na instituição.</P><br />
<P>O nome de Ouyang é o mais recente a surgir no âmbito da campanha anticorrupção que as autoridades chinesas têm levado a cabo no setor financeiro, em curso há anos e na qual, até ao momento, foram acusados vários funcionários de organismos reguladores e altos executivos de empresas e bancos.</P><br />
<P>Após a chegada ao poder em 2012, o Presidente chinês e secretário-geral do PCC, Xi Jinping, impulsionou uma ampla campanha anticorrupção que atingiu funcionários de todos os níveis, desde quadros locais até dirigentes provinciais, altos comandos militares e responsáveis por grandes conglomerados estatais.</P><br />
<P>A campanha foi apresentada pelas autoridades como um esforço para reforçar a disciplina interna e combater a corrupção, embora alguns observadores considerem que também possa servir para afastar determinadas figuras da vida política, escreveu a agência de notícias EFE.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791140]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>São Tomé/Eleições: Mais de 142 mil eleitores escolhem hoje o próximo Presidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 04:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 142 mil eleitores são chamados hoje a escolher o próximo Presidente de São Tomé e Príncipe, numas eleições marcadas pela crispação política, mas sem registo de incidentes de maior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 142 mil eleitores são chamados hoje a escolher o próximo Presidente de São Tomé e Príncipe, numas eleições marcadas pela crispação política, mas sem registo de incidentes de maior.</P><br />
<P>Quatro candidatos disputam as eleições presidenciais, cuja abertura das urnas está prevista para as 07:00 (mais uma hora em Lisboa) e o fecho às 18:00.</P><br />
<P>O atual Presidente, Carlos Vila Nova, tem como principal adversário Nito d&#8217;Abreu. Eugénio Tiny e Miques João são os outros dois candidatos, mas que não contam com qualquer apoio partidário e cuja campanha eleitoral foi praticamente inexistente. Jorge Bom Jesus chegou a oficializar a sua candidatura, mas anunciou a sua desistência, ainda que fora do prazo legal. Ou seja, consta do boletim, mas, qualquer voto no candidato será considerado nulo.</P><br />
<P>O último dia das eleições ficou marcado pelo &#8216;sequestro&#8217; da página na rede social Facebook do atual Presidente, na qual se registaram publicações não autorizadas, o que voltou a acontecer no sábado, dia de reflexão. No mesmo dia foi possível surpreender, &#8216;online&#8217;, mensagens e publicações de apelo ao voto, bem como na publicação de sondagens falsas.</P><br />
<P>Perante estas situações, a Comissão Eleitoral Nacional (CEN) admitiu ter uma estrutura de apenas nove elementos para responder à necessária fiscalização eleitoral.</P><br />
<P>Para a observação das eleições presidenciais de domingo em São Tomé e Príncipe encontram-se no terreno várias missões internacionais, nomeadamente da União Europeia, da União Africana, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), dos países do G-7+, da Comunidade Económica dos Estados da África Central (CEEAC) e ainda da Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração dos Países de Língua Portuguesa (ROJAE-CPLP).</P><br />
<P>Segundo a CEN, os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791139]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Numéro de mortos em incêndio de bar em Banguecoque sobe para 34</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 04:39:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos no incêndio ocorrido num bar em Banguecoque subiu para 34, após a morte, hoje, de uma mulher de 20 anos que não resistiu aos ferimentos, anunciaram as autoridades de saúde da Tailândia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos no incêndio ocorrido num bar em Banguecoque subiu para 34, após a morte, hoje, de uma mulher de 20 anos que não resistiu aos ferimentos, anunciaram as autoridades de saúde da Tailândia.</P><br />
<P>O incêndio devastou rapidamente, no domingo passado, um popular bar-restaurante na zona norte da capital tailandesa, o Rong Beer Na Lat Phrao, onde decorria um concerto.</P><br />
<P>As autópsias revelaram que a maioria das vítimas morreu de intoxicação por monóxido de carbono e ácido cianídrico, após inalarem o fumo, enquanto outras morreram no hospital devido a queimaduras graves.</P><br />
<P>Os investigadores procuram determinar a causa do incêndio e as razões pelas quais este se revelou particularmente mortífero. </P><br />
<P>Os corpos de muitas vítimas foram encontrados perto das casas de banho, e as autoridades questionam-se se as saídas de emergência estariam obstruídas.</P><br />
<P>Um especialista em segurança de edifícios declarou anteriormente à agência France-Presse (AFP) que o Rong Beer Na Lat Phrao parecia não dispor dos sistemas de segurança necessários para acolher um vasto público e concertos.</P><br />
<P>As autoridades anunciaram que cerca de mil estabelecimentos em Banguecoque serão alvo de inspeção nas próximas semanas, tendo já ordenado o encerramento temporário de três bares que não cumpriam as normas de segurança.</P><br />
<P>Estas normas são frequentemente aplicadas de forma pouco rigorosa nos estabelecimentos noturnos da Tailândia, onde um incêndio numa discoteca de Banguecoque já tinha causado 67 mortos e mais de 200 feridos em 2009.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791138]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Novos bombardeamentos dos EUA após morte de dois militares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 04:17:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos lançaram hoje novos bombardeamentos contra o Irão, após a morte de dois militares norte-americanos em ataques com mísseis e drones atribuídos a forças iranianas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos lançaram hoje novos bombardeamentos contra o Irão, após a morte de dois militares norte-americanos em ataques com mísseis e drones atribuídos a forças iranianas.</P><br />
<P>&#8220;As forças norte-americanas começaram a lançar novos ataques aéreos contra o Irão por ordem do comandante-chefe&#8221; &#8211; ou seja, o Presidente dos EUA, Donald Trump -, escreveu o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) na rede social X.</P><br />
<P>&#8220;Estes ataques visam reduzir ainda mais a capacidade do Irão de ameaçar a navegação comercial no estreito de Ormuz e punir rapidamente as forças do Corpo dos Guardas da Revolução Islâmica que lançaram ataques contra militares norte-americanos na Jordânia ontem [sábado] à noite&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Entretanto, as agências de notícias iranianas Mehr e Tasnim noticiaram ataques norte-americanos em Sirik, um porto situado em frente ao estreito de Ormuz, no sul do país. </P><br />
<P>A agência oficial Irna deu conta de um &#8220;ataque militar inimigo norte-americano perto de Hajiabad&#8221;, na mesma província de Hormozgan.</P><br />
<P>O exército iraniano anunciou posteriormente ter lançado drones explosivos contra duas bases militares no Kuwait, de acordo com a televisão estatal.</P><br />
<P>Qualquer ataque norte-americano vai enfrentar &#8220;uma resposta decisiva e devastadora por parte dos combatentes leais, corajosos e poderosos das Forças Armadas iranianas&#8221;, afirmou, ainda segundo a televisão estatal, o general Ali Abdollahi, comandante do exército.</P><br />
<P>&#8220;Infligir-lhes-emos custos ainda mais elevados&#8221; do que nas guerras anteriores, continuou.</P><br />
<P>No sábado, o Centcom anunciou a morte de dois militares norte-americanos &#8212; os primeiros desde o reinício das hostilidades a 07 de julho &#8212; e o desaparecimento de um terceiro, durante &#8220;ataques com mísseis e drones iranianos&#8221; na sexta-feira na Jordânia.</P><br />
<P>O número de militares norte-americanos mortos desde o início da guerra, no final de fevereiro, ascende agora a 16.</P><br />
<P>As hostilidades atingem um novo nível sem precedentes desde o cessar-fogo celebrado em abril para pôr fim à guerra desencadeada pela ofensiva israelo-norte-americana contra o Irão, a 28 de fevereiro.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791137]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ENTREVISTA: ASAE pede aos portugueses que denunciem erros de rotulagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 04:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Paulo Agostinho (texto), Tiago Petinga (fotos) e Hugo Fragata (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>*** Serviço áudio e vídeo disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 19 jul 2026 (Lusa) &#8212; O inspetor-geral da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), Luís Filipe Lourenço, apelou hoje aos portugueses que estejam atentos aos rótulos e denunciem os erros ou problemas detetados, no quadro de uma campanha europeia em curso.</P><br />
<P>&#8220;Todos os consumidores devem estar informados daquilo que adquirem, devem estar informados e procurar que os produtos que consomem sejam aqueles que efetivamente procuram para consumir e que não haja aqui indução em erro por parte quem está a disponibilizar esses produtos&#8221;, afirmou à Lusa Luís Filipe Lourenço.</P><br />
<P>O Safe4eat é uma iniciativa de 23 países &#8220;destinada a sensibilizar os cidadãos para a segurança dos alimentos, fornecendo-lhes orientações práticas e baseadas em dados científicos para que possam fazer escolhas alimentares informadas&#8221;.</P><br />
<P>A campanha inclui ações nas redes sociais e outras iniciativas de sensibilização de modo a identificar problemas, criando canais entre as autoridades e os consumidores.</P><br />
<P>Para Luís Filipe Lourenço, &#8220;esta campanha é essencial para que possamos levar a cabo tudo aquilo que é segurança, tudo aquilo que é a leitura de rótulos e para que não haja desperdício alimentar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo da ASAE é que efetivamente os consumidores sejam também uma parte da fiscalização de todos os produtos, todos os sistemas e toda a cadeia, para &#8220;melhorar todo o sistema alimentar&#8221;, explicou.</P><br />
<P>A iniciativa inclui publicações nas redes sociais, com &#8220;informações únicas e padronizadas em toda a Europa&#8221;, procurando levar ao consumidor &#8220;uma sensibilização de que haja uma leitura dos rótulos, não só na área económica, mas também na saúde&#8221;, salientou o inspetor-geral, que destacou os esforços europeus no controlo dos produtos.</P><br />
<P>A &#8220;segurança alimentar é uma prioridade&#8221; na UE e, caso seja detetado um problema num país, &#8220;a decisão é tomada globalmente&#8221;, disse, recordando que esta segurança beneficia países como Portugal, que são destinos turísticos.</P><br />
<P>&#8220;Portugal é conhecido por ter os melhores produtos alimentares do mundo, na área do turismo também essa é uma vantagem que nós retiramos, em termos económicos, da qualidade dos produtos que temos disponíveis nos nossos operadores económicos&#8221;.</P><br />
<P>Para isso, &#8220;a ASAE trabalha diariamente para que continue a ter qualidade e valorização&#8221;, com a &#8220;garantia de que o consumidor não é induzido em erro quando consome o produto de procura&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Esta já é a sexta edição da campanha, que se foca este ano em &#8220;práticas de alimentação segura&#8221;, com &#8220;orientações práticas sobre como ler rótulos, manipular, armazenar e preparar alimentos de forma segura, tudo com base nos dados científicos mais recentes&#8221;, refere a organização da campanha, coordenada pela Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA).</P><br />
<P>Além disso, a campanha inclui &#8220;conselhos sobre dietas equilibradas, necessidades nutricionais, alegações de saúde e os dados científicos que as sustentam&#8221;, além de apelos à &#8220;informação clara sobre a segurança dos aditivos, aromas alimentares, novos alimentos e rotulagem de alergénios, garantindo a transparência e a confiança dos consumidores&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791135]]></sapo:autor>
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		<title>Em Cuba &#8220;faltam muitas coisas&#8221; mas &#8220;as pessoas não se deixam vencer&#8221;&#8211; Emilio Moret</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 04:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Sofia Branco (texto) e Filipe Pedro (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Sofia Branco (texto) e Filipe Pedro (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Porto Covo, Sines, Setúbal, 19 jul 2026 (Lusa) &#8212; O músico Emilio Moret trouxe este sábado, ao Festival Músicas do Mundo, o seu novo trabalho, gravado em Cuba, onde, apesar de atualmente faltarem &#8220;muitas coisas&#8221;, as pessoas &#8220;não se deixam vencer&#8221;.</P><br />
<P>Aos 77 anos, Emilio Moret, nascido em Encrucijada e formado musicalmente em Havana, foi acolhido de forma entusiástica pelo público que encheu o Largo Marquês de Pombal, na aldeia alentejana de Porto Covo.</P><br />
<P>&#8220;Atualmente há falta de muitas coisas [em Cuba)&#8221;, reconhece, em entrevista à Lusa, antes do concerto, o artista da tradição &#8216;sonera&#8217; e do bolero cubanos, que fez parte do histórico Septeto Habanero.</P><br />
<P>&#8220;Perante as dificuldades, há que crescer, se não se cresce, perece-se. E ninguém quer perecer, toda a gente quer seguir. Enquanto for possível lutar, estarão lutando&#8221;, acredita.</P><br />
<P>Por isso, Emilio Moret diz que &#8220;foi fácil&#8221; gravar &#8220;Alma de Sonero&#8221; em Havana. &#8220;Todos os que participaram neste disco têm alma de &#8216;sonero'&#8221; e, para quem tem alma de &#8216;sonero&#8217;, é sempre fácil tocar música cubana.</P><br />
<P>Perante as necessidades do país caribenho, afetado pela escassez de combustível, devido ao bloqueio petrolífero dos Estados Unidos, que tem originado falhas de energia elétrica constantes, Emilio Moret afirma: &#8220;Ninguém gosta de viver assim com tantas dificuldades e tanta tristeza, mas as pessoas sobrevivem.&#8221;</P><br />
<P>&#8220;E se alguém não tem, outro partilha e, se não há água aqui, vão buscar a casa de um amigo, de um familiar e continuam e, com essas dificuldades, põem-se a jogar dominó e tomam um trago de rum, cantam e bailam, adiante&#8221;, descreve.</P><br />
<P>Acompanhado em palco por cinco músicos cubanos e que vivem em Cuba, Emilio Moret não se esquece da tradição, mas recusa ser um conservador.</P><br />
<P>&#8220;O mundo evolui, a música evolui e quem está a nascer agora tem ideias diferentes das que já vivemos&#8221;, relativiza, reconhecendo que a maioria da juventude &#8220;não gosta&#8221; do &#8216;son&#8217; tradicional cubano. </P><br />
<P>&#8220;Há que estar de acordo com a época&#8221;, sintoniza o artista, que continua a carregar &#8220;o &#8216;son&#8217; dentro&#8221; de si.</P><br />
<P>Há anos radicado em Lisboa, Emilio Moret sente-se bem acolhido em Portugal, país de &#8220;gente muito nobre&#8221;, e não dá muita importância ao crescimento da narrativa contra os estrangeiros. </P><br />
<P>&#8220;Tive a sorte de fazer boas amizades em Portugal (&#8230;), [que são] como se fossem a minha família&#8221;, diz, agradecido, mantendo a ligação a Cuba.</P><br />
<P>&#8220;Vou e venho, vou e venho. Respiro um pouco de ar de Cuba, respiro ar de Portugal. Encontro a minha metade em Cuba, encontro a minha metade em Portugal&#8221;, explica.</P><br />
<P>A estreia de Emilio Moret no Festival Músicas do Mundo é um exemplo da tentativa de combinar artistas emergentes e consagrados na programação.</P><br />
<P>&#8220;Nós não vamos a correr atrás dos algoritmos, aquilo que nós fazemos é apresentar a melhor música, aquilo que nós entendemos como a melhor música que se faz&#8221;, vinca Carlos Seixas, o diretor artístico e de produção do FMM.</P><br />
<P>Além disso, nesta 26.ª edição, era importante ter Cuba. &#8220;A música cubana faz parte do património da humanidade (&#8230;) e eles [os cubanos] são tão calorosos e, ao mesmo tempo, tão alegres, que às vezes até faz impressão como é que isso se consegue com aqueles condicionalismos que eles têm&#8221;, desabafa.</P><br />
<P>&#8220;Afinal, o mundo, mesmo com essas dificuldades, pode ser muito mais habitável e muito mais caloroso&#8221;, acredita.</P><br />
<P>Num balanço muito inicial, Carlos Seixas destaca a presença de &#8220;uma terceira geração de jovens, (&#8230;) entre os 14, 15, 16 anos, ou seja, adolescentes, se calhar filhos dos filhos dos primeiros fãs do festival&#8221;.</P><br />
<P>O FMM, &#8220;embora tenha já 26 edições, é um festival jovem&#8221;, assinala, realçando que a juventude se encontra com &#8220;o espírito (&#8230;) da descoberta de novas músicas, de artistas que muitas vezes são (&#8230;) secundarizados em relação às grandes figuras desta indústria que é a música ao vivo&#8221;. </P><br />
<P>No FMM &#8212; que Carlos Seixas espera ver continuar a acontecer em Porto Covo, antes de rumar à cidade de Sines &#8211;, a música é &#8220;o centro da gravidade&#8221;.</P><br />
<P>A programação de hoje, que fecha a ronda em Porto Covo, foi entretanto adaptada à final do Mundial de Futebol: o jogo será transmitido para o Largo Marquês de Pombal e só depois se seguirão os dois concertos agendados, Momi Maiga (Senegal) e The Legendary Tigerman (Portugal).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791136]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Extinto fogo em sala de funcionários do Hospital CUF Descobertas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 03:37:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um incêndio que deflagrou hoje numa sala de funcionários do Hospital CUF Descobertas, no Parque das Nações, em Lisboa, e causou dois feridos ligeiros, já se encontra extinto, disse à Lusa fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um incêndio que deflagrou hoje numa sala de funcionários do Hospital CUF Descobertas, no Parque das Nações, em Lisboa, e causou dois feridos ligeiros, já se encontra extinto, disse à Lusa fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros.</P><br />
<P>A mesma fonte indicou que os funcionários foram retirados do local ainda antes da chegada dos bombeiros.</P><br />
<P>O fogo causou dois feridos ligeiros, um bombeiro e uma funcionária, referiu ainda o Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, notando desconhecer a causa do incêndio.</P><br />
<P>O alerta para esta ocorrência foi dado à 01:47 e, por volta das 04:15, encontravam-se no local 34 operacionais auxiliados por 11 veículos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791134]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Onze mortos em ataques israelitas em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 02:18:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Defesa Civil de Gaza anunciou hoje que 11 pessoas - incluindo um casal e três filhos - foram mortas por ataques israelitas no território palestiniano, apesar do cessar-fogo assinado em outubro de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Defesa Civil de Gaza anunciou hoje que 11 pessoas &#8211; incluindo um casal e três filhos &#8211; foram mortas por ataques israelitas no território palestiniano, apesar do cessar-fogo assinado em outubro de 2025.</P><br />
<P>Os cinco membros da família foram mortos no sábado, quando um apartamento foi atingido no noroeste da cidade de Gaza, precisou a Defesa Civil, um serviço de socorro que opera sob a autoridade do movimento islamita palestiniano Hamas.</P><br />
<P>&#8220;O único sobrevivente da família é uma criança, que não se encontrava na habitação no momento do ataque&#8221;, declarou à agência de notícias France-Presse (AFP) Mahmoud Bassal, porta-voz da Defesa Civil.</P><br />
<P>O hospital Al-Chifa, em Gaza, confirmou ter recebido os cinco corpos.</P><br />
<P>Uma porta-voz do exército israelita indicou que foi lançado um ataque na cidade de Gaza para &#8220;atingir um terrorista do Hamas&#8221;. O exército está a avaliar os resultados da operação, acrescentou.</P><br />
<P>Segundo Moussa Al-Aimawi, habitante de Gaza, o ataque ocorreu sem aviso prévio. &#8220;De repente, um míssil atingiu o edifício. Ninguém estava à espera disso&#8221;, afirmou à AFP.</P><br />
<P>&#8220;Havia corpos espalhados por todo o lado, mulheres e crianças mortas, e também idosos&#8221;, notou.</P><br />
<P>Um vídeo da AFP mostra grande parte da fachada do edifício destruída e as equipas de socorro a prestarem assistência aos feridos, enquanto pessoas vasculham os escombros.</P><br />
<P>Outras três pessoas foram mortas num ataque israelita contra um grupo de civis no bairro de Zeitoun, em Gaza, ainda segundo a Defesa Civil, um balanço confirmado pelo hospital Al-Chifa.</P><br />
<P>Algumas horas mais tarde, Mahmoud Bassal anunciou a morte de uma mulher nesse mesmo bairro, na sequência de &#8220;disparos de artilharia israelita&#8221; contra &#8220;uma tenda que albergava pessoas deslocadas&#8221;. Várias pessoas ficaram feridas e outras três estão desaparecidas, de acordo com o porta-voz da Defesa Civil.</P><br />
<P>Responsáveis dos serviços de saúde relataram que outras duas pessoas foram mortas durante o dia em outros ataques israelitas no território.</P><br />
<P>O exército de Israel não respondeu a um pedido de comentário sobre estes dois últimos ataques.</P><br />
<P>Israel e o Hamas acusam-se quase diariamente de violar o cessar-fogo neste território devastado.</P><br />
<P>Pelo menos 1.144 palestinianos foram mortos desde a entrada do cessar-fogo em vigor, em outubro de 2025, de acordo com o Ministério da Saúde do território, cujos números são considerados fiáveis pela ONU.</P><br />
<P>Israel registou cinco soldados e um contratado a trabalhar para o Ministério da Defesa mortos no território palestiniano.</P><br />
<P>As restrições impostas aos meios de comunicação social e o acesso limitado a Gaza impedem a AFP de verificar de forma independente os balanços ou de cobrir livremente a violência no terreno.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791133]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Influenciadores das redes sociais Andrew e Tristan Tate detidos em Miami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 01:24:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Miami, Estados Unidos 19 jul 2026 (Lusa) - Os influenciadores das redes sociais Andrew e Tristan Tate, que promovem riqueza, dominância masculina e misoginia, foram detidos em Miami, na sequência de um pedido de extradição das autoridades britânicas por acusações de violação e tráfico sexual.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Miami, Estados Unidos 19 jul 2026 (Lusa) &#8211; Os influenciadores das redes sociais Andrew e Tristan Tate, que promovem riqueza, dominância masculina e misoginia, foram detidos em Miami, na sequência de um pedido de extradição das autoridades britânicas por acusações de violação e tráfico sexual.</P><br />
<P>Andrew e Tristan foram detidos no sábado pelos U.S. Marshals ao abrigo de um mandado confidencial, indicou o porta-voz desta agência, Brady McCarron, à Associated Press (AP), colocando os Estados Unidos no centro de uma saga jurídica internacional que se estendeu da Roménia ao Reino Unido.</P><br />
<P>Os procuradores britânicos anunciaram no sábado que estavam a solicitar a extradição dos irmãos sob acusações de que teriam violado e traficado mulheres entre 2010 e 2017.</P><br />
<P> Os irmãos, com dupla nacionalidade &#8212; norte-americana e britânica &#8212;, mudaram-se em 2016 para a Roménia, onde foram detidos em 2022, acusados de participar em esquemas para atrair mulheres com vista à exploração sexual. Negaram as acusações e o processo não avançou devido a irregularidades legais e processuais.</P><br />
<P>Os dois deverão comparecer no tribunal federal de Miami no início da próxima semana, de acordo com uma fonte familiarizada com o assunto, mas que pediu para não ser identificada por envolver operações policiais de natureza confidencial, noticiou ainda a AP.</P><br />
<P>As acusações pendentes no Reino Unido atribuíam aos irmãos o abuso de mulheres numa zona a norte de Londres, onde cresceram. Os advogados de defesa afirmaram que os clientes negavam as acusações.</P><br />
<P>Joseph McBride, advogado que representa os irmãos Tate, afirmou numa entrevista telefónica no sábado à noite que ainda não conseguiu falar com os clientes, mas classificou as novas acusações vindas do Reino Unido como &#8220;difamações vis&#8221; destinadas a inviabilizar os processos por difamação interpostos pelos irmãos nos EUA.</P><br />
<P>&#8220;Estão a fazer tudo o que está ao seu alcance para garantir que estes homens nunca tenham a oportunidade de se defender em tribunal&#8221;, afirmou McBride.</P><br />
<P>&#8220;Estamos confiantes de que, assim que um juiz competente analisar os factos e assim que o Departamento de Justiça enfrentar este abuso flagrante da sua própria autoridade, Andrew e Tristan Tate serão libertados. Os Estados Unidos não fazem o trabalho sujo político do Reino Unido&#8221;, disse.</P><br />
<P> Andrew Tate, de 39 anos, ganhou notoriedade junto do grande público pela primeira vez como concorrente do &#8216;reality show&#8217; britânico Big Brother, em 2016. Foi expulso do programa quando surgiu um vídeo que parecia mostrar Tate a agredir uma mulher. Ele e o irmão Tristan Tate, de 38 anos, são defensores declarados do Presidente dos EUA, Donald Trump.</P><br />
<P>Andrew Tate acumulou mais de 10 milhões de seguidores na rede social X, mas foi banido de plataformas como YouTube, TikTok e Instagram por violar as diretrizes relativas ao discurso de ódio. A retórica mais amplamente condenada inclui comentários de que as mulheres vítimas de agressão sexual devem assumir alguma responsabilidade pelos ataques sofridos, descrições explícitas de como ele poderia agredir mulheres e críticas a pessoas que procuram tratamento para doenças mentais.</P><br />
<P>Os irmãos Tate têm negado consistentemente as acusações de abuso e tráfico de seres humanos, alegando que as declarações violentas e misóginas foram tiradas do contexto ou pretendiam ser piadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791132]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Público do Festival de Almada elege &#8220;O Rei da Farândola&#8221; Espetáculo de Honra 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 23:47:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A peça "O Rei da Farândola" foi eleita sábado à noite, pelo público, Espetáculo de Honra de 2026 do Festival de Almada, regressando à 44.a edição do certame, a realizar de 04 a 18 de julho de 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A peça &#8220;O Rei da Farândola&#8221; foi eleita sábado à noite, pelo público, Espetáculo de Honra de 2026 do Festival de Almada, regressando à 44.a edição do certame, a realizar de 04 a 18 de julho de 2027.</P><br />
<P>&#8220;O Rei da Farândola&#8221;, uma peça que é uma viagem ao século XVIII, &#8220;a época do século de ouro em Espanha, verdadeiro apogeu das artes em Espanha&#8221;, segundo a sinopse, obteve 126 votos dos 506 votantes, quase o total de espetadores que assistiu a &#8220;A gaivota&#8221;, peça que encerrou o festival.</P><br />
<P>&#8220;Montando um cabaret barroco em que nos conta histórias inspiradas em factos reais, o cantor e ator Ángel Ruiz apodera-se da fascinante figura de Filipe IV, que reinou de 1621 a 1655 &#8211; tendo sido o rei Filipe III de Portugal &#8211; , e viaja connosco entre várias épocas, revelando-nos segredos e algumas intrigas do seu reinado&#8221;, acrescenta a sinopse da peça.</P><br />
<P>Produzida pelo coletivo espanhol Lazona, a peça tem dramaturgia e direção de Ángel Ruiz, com acompanhamento ao piano de Bru Ferri, e teve uma única récita no certame, no dia 16.</P><br />
<P>Em segundo lugar na votação do público ficou &#8220;Israel &amp; Mohamed&#8221;, com 76 votos, em terceiro &#8220;O beijo no asfalto&#8221;, com 61, e, em quarto lugar, &#8220;Só mais uma gaivota&#8221;, da companhia portuguesa Formiga Atómica, com 51 votos.</P><br />
<P>&#8220;Israel &amp; Mohamed&#8221;  é uma produção franco-espanhola de Zirlib e da IGalván Company, criada por Mohamed El Khatib &amp; Israel Galvan.</P><br />
<P>&#8220;O beijo no asfalto&#8221;, com texto de Nelson Rodrigues, é uma produção do Teatro Nacional S. João, com encenação de Tónan Quito.</P><br />
<P>A 43.ª edição do Festival de Almada encerrou sábado com as peças &#8220;O cume&#8221; e &#8220;A gaivota&#8221;, depois de 15 dias em que o teatro ocupou oito espaços de cidade da Margem Sul e de Lisboa, com 19 espetáculos, dos quais 12 de companhias estrangeiras e sete de produção portuguesa.</P><br />
<P>Encenada pelo diretor suíço Christoph Marthaler, a peça &#8220;O cume&#8221; subiu à cena na sala principal do Teatro Joaquim Benite, em Almada, pelo Théâtre Vidy-Lausanne, numa coprodução com o Piccolo Teatro di Milano.</P><br />
<P>A peça foi estreada no Festival d&#8217;Avignon, num espetáculo multilingue sobre &#8220;a incomunicabilidade entre os humanos&#8221;, teve a primeira apresentação portuguesa na véspera e chegou ao Festival de Almada em co-apresentação com o Teatro Nacional D. Maria II.</P><br />
<P>&#8220;A gaivota&#8221;, de Tchékhov, numa encenação do francês Christian Benedetti para o Théâtre-Studio, entrou em cena às 22:00, no Palco Grande da Escola D. António da Costa.</P><br />
<P>Segundo a sinopse da obra, esta encenação traz &#8220;uma urgência de modernidade radical&#8221;, com a ação a decorrer num palco sem cenário, despido, onde pontuam apenas &#8220;alguns móveis e adereços necessários&#8221;, o mesmo acontecendo com o figurino.</P><br />
<P>O festival encerrou com um espetáculo musical, com a banda Largo da Cumbia, que voltou a subir ao palco, às 24:00, com &#8220;uma dança tradicional popular na América Latina&#8221;.</P><br />
<P>Com músicos portugueses e outros oriundos do Chile e do Reino Unido, a banda levou para o palco da esplanada &#8220;uma versão única e exclusiva da música latina mestiça&#8221;, que aborda temas da migração, intercâmbio cultural e comunidade, segundo o programa do Festival.</P><br />
<P>O curso &#8220;O sentido dos mestres&#8221;, ministrado este ano por Miguel Seabra e subordinado ao tema &#8220;O que fazemos nós aqui?&#8221;, colóquios, apresentações de livros, encontros e três exposições, uma das quais dedicada ao homenageado deste ano, o ator e encenador Fernando Gomes, fizeram parte do programa do Festival.</P><br />
<P>Com um orçamento de 631.044 euros, perto de um terço dos custos desta edição do certame são receitas próprias da anfitriã, a Companhia de Teatro de Almada (CTA), sendo o restante financiado pelo Ministério da Cultura, Juventude e Desporto e Câmara de Almada, que disponibiliza 225.000 euros.</P></p>
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		<title>Mundial2026: Inglaterra bate França por 6-4 e conquista terceiro lugar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 23:04:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Inglaterra conseguiu no sábado a sua segunda melhor classificação de sempre em Mundiais de futebol, ao arrebatar o terceiro lugar, com um triunfo por 6-4 face à França, em Miami Gardens, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Inglaterra conseguiu no sábado a sua segunda melhor classificação de sempre em Mundiais de futebol, ao arrebatar o terceiro lugar, com um triunfo por 6-4 face à França, em Miami Gardens, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Bukayo Saka, autor de um &#8216;hat-trick&#8217;, com golos aos 37, 45+1 e 87 minutos, o último de penálti, Declan Rice, aos três, Ezri Konsa, aos 18, e Jude Bellingham, aos 90+8, marcaram os golos dos três &#8216;leões&#8217;, que só fizeram melhor quando foram campeões em 1966.</P><br />
<P>Pela França, que chegou ao intervalo a perder por 4-0 e ainda reduziu para 4-3 e 5-4, marcaram Kylian Mbappé, aos 48 e 66 minutos, para passar a ser o melhor marcador da história do Mundiais, com 22, e isolar-se na liderança em 2026, com 10, e os suplentes Bradley Barcola, aos 54, e Ousmane Dembélé, aos 90+6.</P></p>
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		<title>Irão; EUA lançam alerta global a norte-americanos e Emirados apelam a fim da escalada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 23:04:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os EUA emitiram hoje um alerta global aos seus cidadãos devido à elevada tensão no Médio Oriente, tendo lançado novos ataques contra o Irão, e os Emirados Árabes Unidos apelaram a um cessar imediato da escalada bélica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os EUA emitiram hoje um alerta global aos seus cidadãos devido à elevada tensão no Médio Oriente, tendo lançado novos ataques contra o Irão, e os Emirados Árabes Unidos apelaram a um cessar imediato da escalada bélica.</P><br />
<P>&#8220;Devido à elevada tensão no Médio Oriente, a situação de segurança continua a ser complexa, com a potencialidade de uma escalada imprevista&#8221;, indicou o Departamento de Estado norte-americano, num comunicado oficial.</P><br />
<P>Os EUA alertam os norte-americanos que se encontrem na região do Médio Oriente que &#8220;é necessária cautela&#8221; e pede-lhes que estejam atentos às notícias para possíveis &#8220;mudanças drásticas&#8221;. Alertam ainda para eventuais encerramentos de espaços aéreos e cancelamentos de voos.</P><br />
<P>Washington recorda que as sedes diplomáticas do país foram atacadas.</P><br />
<P>&#8220;Grupos simpatizantes do Irão poderiam atacar outros interesses dos Estados Unidos no estrangeiro ou locais vinculados aos Estados Unidos e/ou a norte-americanos em todo o mundo&#8221;, advertiu o departamento.</P><br />
<P>Na última semana, as hostilidades entre os EUA e o Irão foram retomadas, apesar do cessar-fogo acordado no conhecido Memorando de Islamabad, um acordo-quadro preliminar de negociações assinado por ambos os países no passado dia 17 de junho.</P><br />
<P>Entretanto, os EUA dizem estar a lançar novos ataques aéreos contra o Irão para &#8220;punir rapidamente&#8221; a Guarda Revolucionária após ataque mortal contra tropas norte-americanas.</P><br />
<P>Por sua vez, o Governo dos Emirados Árabes Unidos fez um apelo ao &#8220;cessar imediato da escalada&#8221; bélica após os ataques dos EUA nos últimos dias ao Irão, que parecem dinamitar qualquer processo de negociação.</P><br />
<P>Pedem &#8220;que não se deem passos que possam agravar as tensões e a instabilidade na região&#8221; e &#8220;a máxima contenção para evitar graves repercussões e que a região caia em novos níveis de violência e instabilidade&#8221;, segundo a agência de notícias oficial emirati, WAM.</P><br />
<P>Os Emirados defendem o fim de &#8220;todas as hostilidades&#8221; e o &#8220;regresso à mesa de negociações&#8221; para alcançar uma navegação &#8220;livre, segura e contínua&#8221; através do estratégico Estreito de Ormuz, por ser &#8220;vital&#8221; para a economia global.</P><br />
<P>No comunicado, censuram ainda os ataques contra infraestruturas civis tais como escolas, universidades, hospitais, centrais de dessalinização, a rede elétrica, os transportes e as zonas residenciais, por se tratar de uma &#8220;grave e flagrante violação dos princípios do direito internacional&#8221; que &#8220;não se pode aceitar nem justificar sob circunstância alguma&#8221;.</P></p>
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		<title>Exames: Provas em falta chegam esta noite às escolas &#8211; EduQa</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 22:45:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As provas em falta dos exames nacionais (suspensas) vão ser enviadas ainda esta noite a todas as escolas, que  a partir de domingo podem afixar as pautas completas, informou hoje o instituto EduQa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As provas em falta dos exames nacionais (suspensas) vão ser enviadas ainda esta noite a todas as escolas, que  a partir de domingo podem afixar as pautas completas, informou hoje o instituto EduQa.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado esta noite o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQa) explica que, após o termo de validação dos resultados das provas em falta, que aconteceu durante o dia de hoje, &#8220;as pautas completas encontram-se prontas para envio às escolas, o que deverá ocorrer nas próximas horas, pelo que as escolas poderão oportunamente proceder à sua afixação a partir de amanhã [domingo]&#8221;.</P><br />
<P>Em causa estavam, esclarece, cerca de 1.400 provas a nível nacional de entre o total de 290.351 provas. </P></p>
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		<title>Venezuela/Sismos: Número de mortos sobe para 5.119, indica último balanço</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 21:53:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de mortos devido ao duplo sismo que atingiu a Venezuela a 24 de junho subiu hoje para 5.119, após o registo de 50 novas mortes, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos devido ao duplo sismo que atingiu a Venezuela a 24 de junho subiu hoje para 5.119, após o registo de 50 novas mortes, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. </P><br />
<P>O número de feridos e resgatados mantém-se nos 16.740 e 6.462 pessoas, respetivamente, de acordo com o balanço publicado na rede Telegram. </P><br />
<P>As autoridades, segundo o balanço, prestaram assistência a 128.324 famílias, enquanto 21.470 pessoas permanecem em 107 abrigos temporários. </P><br />
<P>No documento diz-se também que 17.907 pessoas ficaram desalojadas após o duplo sismo, de magnitude 7,2 e 7,5 na escala de Richter, que ocorreu há quase um mês. </P><br />
<P>Jorge Rodríguez observou no balanço que 2.278 socorristas internacionais permanecem no país. </P><br />
<P>Desde 24 de junho foram registados 1.350 réplicas.</P></p>
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		<title>Sami Pajari perto da primeira vitória no WRC</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 21:13:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O finlandês Sami Pajari (Toyota Yaris) terminou hoje o penúltimo dia do Rali da Estónia, nona prova do Mundial de ralis, na liderança, ficando mais perto de alcançar a primeira vitória da carreira no WRC.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O finlandês Sami Pajari (Toyota Yaris) terminou hoje o penúltimo dia do Rali da Estónia, nona prova do Mundial de ralis, na liderança, ficando mais perto de alcançar a primeira vitória da carreira no WRC.</P><br />
<P>Pajari, navegado por Marko Salminen, chega ao último dia de prova com 25 segundos de vantagem sobre o sueco Oliver Solberg (Toyota Yaris), enquanto o francês Adrien Fourmaux (Hyundai i20) ocupa o terceiro lugar, pressionado pelo companheiro de equipa, o belga Thierry Neuville (Hyundai i20), que está apenas a 1,9 segundos.</P><br />
<P>Depois de ter vencido as sete classificativas de sexta-feira, Pajari começou o dia mais longo do rali, com 149,60 quilómetros cronometrados, a defender uma vantagem de 14,7 segundos sobre Solberg. O piloto finlandês voltou a impor-se nas duas primeiras especiais da manhã, aumentando a margem para 17,6 segundos, após a nona classificativa.</P><br />
<P>Solberg reagiu e colocou fim à sequência invicta de Pajari, ao vencer as especiais 10 e 11, chegando à assistência intermédia de Tartu a 14,1 segundos do líder. No entanto, durante a tarde, Pajari respondeu de forma dominante, somando mais três triunfos em classificativas e ampliando a diferença para 25 segundos no final do dia.</P><br />
<P>&#8220;Não é fácil, nunca é suposto ser fácil, mas ainda assim estamos de alguma forma confortáveis com a liderança&#8221;, afirmou Pajari, que evitou euforias antes das duas classificativas finais de domingo.</P><br />
<P>O piloto da Toyota admitiu, ainda assim, que o dia teve momentos de sobressalto, depois de bater numa pedra quando esteve perto de fazer um pião na parte final da 14.ª especial.</P><br />
<P>Solberg, vencedor do Rali da Estónia no ano passado, reconheceu que o segundo lugar poderá ser &#8220;o máximo possível perante o ritmo&#8221; do companheiro de marca.</P><br />
<P>&#8220;Fui um pouco otimista com a escolha de pneus esta tarde. Foi difícil com os pneus. A sensação com o carro é boa, mas o Sami tem uma sensação muito boa&#8221;, afirmou o sueco.</P><br />
<P>Na luta pelo último lugar do pódio, Fourmaux terminou o dia em terceiro, apesar de um susto na 10.ª classificativa, quando embateu num dispositivo anti-corte com a dianteira direita do Hyundai, perdendo parte da carroçaria, mas evitando danos graves.</P><br />
<P>O francês sofreu ainda uma perda lenta de pressão num pneu na 11.ª especial e um momento mais complicado na 13.ª, permitindo a aproximação de Neuville, que foi o mais rápido em três classificativas durante a tarde e reduziu a diferença para apenas 1,9 segundos.</P><br />
<P>O francês Sébastien Ogier (Toyota Yaris), campeão em título, ocupa a quinta posição, depois de um dia que classificou como &#8220;nada de especial&#8221;, enquanto o galês Elfyn Evans (Toyota Yaris), líder do Mundial, subiu ao sexto lugar.</P><br />
<P>Evans, que tinha terminado o primeiro dia apenas no nono posto, beneficiou dos problemas de Josh McErlean (Ford Puma), que parou na oitava especial com um problema técnico e acabou por abandonar com uma avaria no coletor de escape, e de danos num pneu dianteiro direito do letão Martins Sesks (Ford Puma).</P><br />
<P>Sesks, que continua condicionado por uma penalização de 20 segundos sofrida na sexta-feira por sair tarde da assistência, é sétimo classificado, a 13,4 segundos de Evans, seguido do finlandês Esapekka Lappi (Hyundai i20), oitavo.</P><br />
<P>O japonês Takamoto Katsuta (Toyota Yaris), que tinha abandonado na sexta-feira devido a danos num pneu, regressou hoje à prova, mas passou o dia a abrir a estrada.</P><br />
<P>O Rali da Estónia termina no domingo com duas passagens pela especial de Kääriku, de 24,39 quilómetros, a mais longa da prova, sendo a segunda passagem disputada como &#8216;power stage&#8217;.</P></p>
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		<title>José Carlos Pinto bate recorde nacional dos 5.000 metros</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2026 21:09:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O atleta português José Carlos Pinto estabeleceu hoje um novo recorde nacional dos 5.000 metros, ao vencer o Meeting Nacht van de Atletiek, na Bélgica, com 12.59,75 minutos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O atleta português José Carlos Pinto estabeleceu hoje um novo recorde nacional dos 5.000 metros, ao vencer o Meeting Nacht van de Atletiek, na Bélgica, com 12.59,75 minutos.</P><br />
<P>José Carlos Pinto tornou-se o primeiro português a baixar dos 13 minutos na distância, superando um máximo que permanecia intacto há quase três décadas.</P><br />
<P>O anterior recorde, da autoria de António Pinto, estava fixado em 13.02,86 minutos, desde 1998.</P><br />
<P>Com a marca agora alcançada, José Carlos Pinto melhorou o registo histórico em mais de três segundos.</P></p>
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