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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>MEO suporta mais de 29 TB de tráfego de dados no MEO Marés 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:43:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 mil pessoas passaram pelo MEO Marés 2026, num evento que também ficou marcado por um elevado consumo de dados. Ao longo dos três dias do festival, os visitantes geraram mais de 29 terabytes (TB) de tráfego, somando a utilização da rede móvel e do Wi-Fi disponibilizado pela MEO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 100 mil pessoas passaram pelo MEO Marés 2026, num evento que também ficou marcado por um elevado consumo de dados. Ao longo dos três dias do festival, os visitantes geraram mais de 29 terabytes (TB) de tráfego, somando a utilização da rede móvel e do Wi-Fi disponibilizado pela MEO.</p>
<p>A rede móvel da operadora registou 13,5 TB de dados consumidos, dos quais 7,6 TB foram utilizados através de 5G. O volume representa um crescimento de cerca de 75% face à edição de 2025, refletindo a crescente utilização das redes móveis de nova geração para partilha de fotografias, vídeos e conteúdos em tempo real.</p>
<p>A infraestrutura tecnológica da MEO assegurou cobertura móvel em todo o recinto, bem como uma rede Wi-Fi dedicada, preparada para suportar as comunicações dos festivaleiros, transmissões em direto e operações críticas associadas ao evento.</p>
<p>No Wi-Fi da MEO, foram registados 4.500 clientes únicos, responsáveis por um total de 16 TB de tráfego. Já através da rede móvel foram realizadas mais de 77 mil chamadas, correspondentes a cerca de 80 mil minutos de conversação durante os três dias do festival.</p>
<p>Os dados mostram a crescente dimensão digital dos grandes eventos de música, onde a conectividade se tornou parte integrante da experiência dos visitantes, desde a partilha de conteúdos nas redes sociais até às comunicações e transmissões em direto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792308]]></sapo:autor>
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		<title>Óbito/Luís Represas: Portugal perdeu uma das suas vozes mais marcantes, lamenta PS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:32:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Partido Socialista (PS) lamentou hoje a morte do cantor Luís Represas, considerando que Portugal perdeu uma das suas vozes mais marcantes, um artista que soube transformar a música em memória, emoção e compromisso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Partido Socialista (PS) lamentou hoje a morte do cantor Luís Represas, considerando que Portugal perdeu uma das suas vozes mais marcantes, um artista que soube transformar a música em memória, emoção e compromisso.</p>
<p>&#8220;O seu legado permanecerá vivo nas canções que atravessaram gerações e, de forma muito especial, em &#8216;Timor&#8217;, um hino de esperança, liberdade e solidariedade que acompanhou a luta de um povo e marcou profundamente a consciência de tantos portugueses&#8221;, destacou o PS em comunicado.</p>
<p>Na nota, o PS evocou a obra de Luís Represas &#8220;com gratidão e respeito&#8221;, esperando que a &#8220;sua voz e a sua música continuem a inspirar as gerações futuras&#8221;.</p>
<p>O cantor Luís Represas, que integrava os Trovante, morreu hoje aos 69 anos vítima de doença prolongada, de acordo com a agência que o representava.</p>
<p>Luís Represas comemorava este ano os 50 anos de carreira, divididos entre os Trovante e a solo, tendo atuado em março com a banda no Meo Arena, em Lisboa, e no Pavilhão Rosa Mota, no Porto.</p>
<p>Em 2005 foi distinguido pelo Estado Português com a Ordem de Mérito &#8211; grau de Comendador.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792306]]></sapo:autor>
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		<title>Óbito/Luis Represas: Seguro lamenta morte de uma das maiores referências musicais do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:32:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, lamentou a morte de Luís Represas, hoje aos 69 anos, considerando o cantor como uma das maiores referências musicais do país, cujo óbito representa "uma grande perda".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, lamentou a morte de Luís Represas, hoje aos 69 anos, considerando o cantor como uma das maiores referências musicais do país, cujo óbito representa &#8220;uma grande perda&#8221;.</p>
<p>&#8220;Luís Represas é uma das nossas maiores referências musicais. A sua partida é uma perda para o país e para a nossa cultura, mas o seu legado permanecerá tão contagiante como numa vida cheia de &#8220;sede de infinito&#8230; e dizê-lo cantando a toda a gente&#8221;, escreveu o primeiro-ministro nas suas redes sociais.</p>
<p>Luis Montenegro apresenta as suas &#8220;mais sentidas condolências&#8221;, à &#8220;família, aos amigos e a todos os que foram tocados pela sua obra&#8221;.</p>
<p>O cantor Luís Represas, que integrava os Trovante, morreu hoje aos 69 anos vítima de doença prolongada, de acordo com a agência que o representava.</p>
<p>O cantor comemorava este ano os 50 anos de carreira, divididos entre os Trovante e a solo, tendo atuado em março com a banda no Meo Arena, em Lisboa, e no Pavilhão Rosa Mota, no Porto.</p>
<p>Em 2005 foi distinguido pelo Estado Português com a Ordem de Mérito &#8211; grau de Comendador.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792305]]></sapo:autor>
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		<title>Lusíadas Saúde reforça aposta na inovação clínica com novas terapêuticas para a Doença de Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:29:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Grupo Lusíadas Saúde está a reforçar a sua aposta na inovação clínica e na medicina personalizada, acompanhando a evolução das terapêuticas para doenças neurológicas e neurodegenerativas. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Lusíadas Saúde está a reforçar a sua aposta na inovação clínica e na medicina personalizada, acompanhando a evolução das terapêuticas para doenças neurológicas e neurodegenerativas. Um dos exemplos desta estratégia é o trabalho desenvolvido pelo Hospital Lusíadas Alfragide na área da Doença de Alzheimer, nomeadamente na avaliação e integração das novas terapêuticas modificadoras da doença na prática clínica.</p>
<p>No âmbito do Dia Mundial do Cérebro, que se assinala esta quarta-feira, 22 de julho, a unidade hospitalar promoveu uma reunião científica dedicada a estas novas opções terapêuticas, que reuniu dezenas de médicos e outros profissionais de saúde. O encontro, realizado a 16 de julho, teve como objetivo analisar a evidência científica mais recente e discutir os desafios associados à aplicação destas terapêuticas.</p>
<p>A iniciativa insere-se numa estratégia mais abrangente do Grupo Lusíadas Saúde, que passa pelo investimento contínuo na atualização das suas equipas, na formação dos profissionais e na adoção de abordagens terapêuticas suportadas pela mais recente evidência científica.</p>
<p>&#8220;As novas terapêuticas reforçam a importância do diagnóstico precoce, da referenciação atempada e de uma avaliação multidisciplinar rigorosa para identificar os doentes que poderão beneficiar destas opções&#8221;, afirma Carolina Pires, Coordenadora de Neurologia do Hospital Lusíadas Alfragide.</p>
<p>As terapêuticas modificadoras da Doença de Alzheimer representam uma evolução face às abordagens tradicionais, ao procurarem atuar sobre mecanismos biológicos associados à progressão da doença. Contudo, destinam-se apenas a um grupo específico de doentes em fases iniciais da doença, sendo necessária uma avaliação clínica e cognitiva rigorosa para determinar a sua elegibilidade.</p>
<p>A resposta do Hospital Lusíadas Alfragide assenta numa lógica multidisciplinar, envolvendo áreas como Neurologia, Medicina Física e de Reabilitação, Neuropsicologia, Neurorradiologia, Psiquiatria e Nutrição. O objetivo é assegurar uma avaliação integrada dos doentes, desenvolver planos terapêuticos personalizados e garantir um acompanhamento continuado.</p>
<p>A aposta na área das Neurociências surge num contexto de crescente pressão sobre os sistemas de saúde. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 57 milhões de pessoas vivem atualmente com demência em todo o mundo, sendo que a Doença de Alzheimer representa entre 60% e 70% dos casos. O envelhecimento da população deverá contribuir para o aumento da prevalência destas doenças nas próximas décadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792302]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fundo de Emergência Habitacional vai excluir inquilinos despejados por danos nas habitações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo Fundo de Emergência Habitacional (FEH) não abrangerá todos os inquilinos alvo de despejo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Fundo de Emergência Habitacional (FEH) não abrangerá todos os inquilinos alvo de despejo. O Governo definiu que os arrendatários cujo despejo resulte de danos provocados na habitação, incluindo situações de utilização danosa do imóvel ou atos de vandalismo, ficarão excluídos deste mecanismo de apoio, mesmo que atravessem dificuldades financeiras. Além disso, também não terão acesso ao fundo as famílias que disponham de outra habitação, própria ou arrendada, no mesmo concelho ou em concelhos limítrofes, reforçando os critérios de elegibilidade para beneficiar da medida.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/inquilinos-que-provoquem-danos-na-casa-sem-direito-ao-fundo-de-emergencia" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, o esclarecimento foi prestado pelo Ministério das Infraestruturas e da Habitação (MIH), que explica que a atribuição do subsídio será automática, bem como a verificação da incapacidade financeira dos candidatos. No entanto, os critérios concretos para avaliar essa insuficiência económica ainda não são conhecidos, uma vez que serão definidos posteriormente através de uma portaria. O FEH foi aprovado há duas semanas em Conselho de Ministros, integrado num pacote legislativo que inclui alterações ao Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU) e às regras dos processos de despejo. O objetivo é apoiar o realojamento de famílias despejadas, quer por decisão judicial quer através do Balcão do Arrendatário e do Senhorio, assegurando um apoio correspondente a um Indexante dos Apoios Sociais (IAS) para despesas de alojamento ou realojamento, até ao limite de 2.300 euros por mês, durante um período máximo de seis meses consecutivos. O mecanismo abrangerá igualmente vítimas de violência doméstica.</p>
<p>O Ministério esclarece que, nos casos de despejo, ficam excluídas todas as situações em que a resolução do contrato resulte de danos causados pelo arrendatário no imóvel. Paralelamente, será aplicada uma regra semelhante à já utilizada na atribuição de habitação com renda apoiada: o beneficiário não poderá possuir ou arrendar outra casa em condições de habitabilidade no mesmo concelho ou nos concelhos vizinhos. Ainda assim, o Governo admite que os detalhes desta norma, incluindo eventuais exceções, continuam por definir. A gestão do Fundo de Emergência Habitacional ficará a cargo do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), com a colaboração da Segurança Social, da Entidade do Tesouro e Finanças, da Autoridade Tributária e da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género, sendo os apoios atribuídos com base na documentação apresentada pelos requerentes, sem prejuízo de fiscalização posterior.</p>
<p>O novo fundo surge em paralelo com outras alterações ao regime do arrendamento destinadas a acelerar os processos de despejo. Entre as principais mudanças está a redução do prazo de incumprimento necessário para o senhorio resolver o contrato, passando de três para dois meses de mora no pagamento da renda, encargos ou outras despesas. O Executivo pretende igualmente reduzir de quatro para três atrasos superiores a oito dias no pagamento da renda, num período de 12 meses, para fundamentar a resolução do contrato, bem como de quatro atrasos num período de 18 meses. O pacote prevê ainda o alargamento da garantia de pagamento de rendas pelo Estado durante os processos de despejo, passando esta a abranger também as rendas vencidas quando o prazo de oposição fica suspenso devido a um pedido de apoio judiciário apresentado pelo arrendatário.</p>
<p>A criação do Fundo de Emergência Habitacional estava prevista desde 2024, após a aprovação de uma proposta do Livre no Orçamento do Estado, mas a sua implementação foi sucessivamente adiada. Ao apresentar o novo pacote legislativo, o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, recordou que &#8220;os que não pagam são apenas 0,8%&#8221; dos arrendatários. O Governo pretende também reforçar a utilização da garantia estatal de pagamento de rendas, um mecanismo criado em 2023 no âmbito do programa Mais Habitação que, segundo dados do ministério, foi acionado apenas 37 vezes em três anos, apesar de permitir ao Estado assumir temporariamente o pagamento das rendas durante determinados processos de despejo, recuperando posteriormente esses valores junto do arrendatário, se necessário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792292]]></sapo:autor>
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		<title>Geógrafo exorta Governo a &#8220;arrumar a casa&#8221; dos planos de ordenamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:24:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um especialista em ordenamento do território exortou o Governo a arrumar a casa dos diversos planos existentes, sustentando, por um lado, as faltas e os atrasos e, por outro, a ausência de normas que deviam ser obrigatórias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um especialista em ordenamento do território exortou o Governo a arrumar a casa dos diversos planos existentes, sustentando, por um lado, as faltas e os atrasos e, por outro, a ausência de normas que deviam ser obrigatórias.</p>
<p>&#8220;É uma confusão, porque há de tudo, há planos a mais, planos a menos, planos ultrapassados, muito antigos, que não servem, outros que não dizem o que deviam dizer e planos que estão em falta. É preciso arrumar a casa e há uma enorme responsabilidade dos governos em exercício, são eles que tomam decisões&#8221;, disse à agência Lusa o geógrafo João Ferrão.</p>
<p>O doutorado em Geografia Humana pela Universidade de Lisboa e antigo investigador coordenador do Instituto de Ciências Sociais da mesma instituição, revelou que a sua causa de vida &#8220;é o cuidado pelo território&#8221;, mas, nos últimos anos, em termos políticos e sociais, o tema do ordenamento territorial &#8220;tem perdido centralidade&#8221;, lamentou.</p>
<p>&#8220;Só é invocado quando há situações muito particulares, como os incêndios, ou inundações. Na semana a seguir já ninguém se lembra do ordenamento do território, porque para a maior parte dos cidadãos, das pessoas e dos agentes económicos, o ordenamento do território é visto como um entrave&#8221;, argumentou João Ferrão.</p>
<p>O também ex-secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades (entre 2005 e 2009) notou que há planos que estão em falta, como &#8220;o de ordenamento costeiro do Algarve, que é fundamental e da responsabilidade do Governo. Não existe&#8221;, vincou.</p>
<p>Já na questão climática, João Ferrão notou que a legislação em vigor prevê a elaboração de planos regionais e municipais.</p>
<p>&#8220;Dois terços dos municipais estão feitos, dos regionais não está nenhum feito. Quem é que está a falhar? Claramente o Estado central e as entidades que lhe estão subordinadas. Se estou num município não deveria ter um enquadramento regional, para depois definir as regras para o meu município? Está tudo mal&#8221;, enfatizou.</p>
<p>A propósito dos Planos Regionais de Ação Climática, João Ferrão contou a história de um cidadão de Valença (no distrito de Viana do Castelo) que, no ano passado, apresentou uma queixa em tribunal contra a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) por esta não ter elaborado, dentro do prazo estabelecido de dois anos, aquele plano.</p>
<p>&#8220;E o tribunal deu-lhe razão e intimou a CCDRN a fazer o Plano Regional de Ação Climática&#8221;, frisou.</p>
<p>Com efeito, na sentença de setembro de 2025, consultada pela Lusa, o Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, deu como provado que a CCDRN, em fevereiro de 2024, &#8220;não tinha procedido à elaboração do plano regional de ação climática&#8221;, em 24 meses, conforme determinava a Lei de Bases do Clima (de fevereiro de 2022).</p>
<p>&#8220;Condena-se o réu a adotar as condutas necessárias tendo em vista a elaboração do plano regional de ação climática&#8221;, sublinhou, na altura, o tribunal.</p>
<p>João Ferrão classificou de &#8220;extraordinário ser um tribunal a dizer ao Estado que tem de elaborar um plano que é da sua responsabilidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Quem está em falta é o Estado, mas é o mundo e o país em que vivemos. O mesmo governo que legislou, que definiu prazos, depois vê a administração que lhe está subordinada, não só não cumprir o prazo, como já deixou passar mais de dois anos para além do prazo&#8221;, vincou.</p>
<p>Dez meses depois desta decisão judicial, a CCDRN lançou finalmente, há duas semanas, o concurso público internacional para elaboração do Plano Regional de Ação Climática do Norte, que inclui o Roteiro Regional para a Neutralidade Carbónica 2050, com um valor base de 373 mil euros e prazo de execução de 15 meses.</p>
<p>Já os Planos Regionais de Ordenamento do Território (PROT) deveriam, na opinião do geógrafo, servir de orientação aos municípios, através de normas que, revelou, acabaram retiradas dos documentos finais.</p>
<p>&#8220;Em março foram aprovados o do Norte e o do Centro, mas o governo fez uma coisa extraordinária, retirar tudo quanto eram normas. Por exemplo, na região Centro, o documento que foi para debate público, tinha lá normas, normas gerais e algumas específicas, que eram muito importantes para, depois, os municípios saberem em que quadro estratégico e normativo devem desenvolver a sua atividade. Mas retiraram isso&#8221;, reforçou.</p>
<p>Por outro lado, citando dados da Direção-Geral do Território, João Ferrão afirmou que há Planos Diretores Municipais (PDM) &#8220;com mais de 20 anos. Existem, mas servem de muito pouco&#8221;, observou.</p>
<p>&#8220;Também sabemos que a elaboração dos planos é muito complexa, muito lenta. A duração média dos procedimentos de revisão dos PDM é de 11 anos&#8221;, adiantou o especialista.</p>
<p>No entanto, João Ferrão destacou &#8220;um exemplo recente, muito positivo&#8221; &#8211; a segunda revisão do PDM da Maia, no distrito do Porto: &#8220;foi muito participado, e sendo muito participado é mais lento, mas é um caso interessante. Demorou seis anos, mesmo assim demorou metade do tempo médio&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>Ministério da Educação adjudica contrato de 701 mil euros a consultora em plena crise dos exames nacionais</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:13:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação, Ciência e Inovação celebrou um contrato no valor de 701.100 euros, IVA incluído, com a Deloitte Technology, numa altura marcada pelos problemas na digitalização, classificação e divulgação das notas dos exames nacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação, Ciência e Inovação celebrou um contrato no valor de 701.100 euros, IVA incluído, com a Deloitte Technology, numa altura marcada pelos problemas na digitalização, classificação e divulgação das notas dos exames nacionais. O acordo foi assinado a 9 de julho entre a Agência para a Gestão do Sistema Educativo (AGSE) e a consultora, tendo sido publicado no portal da contratação pública a 17 de julho, precisamente o dia em que as classificações dos exames nacionais foram divulgadas com atrasos e erros.</p>
<p>Segundo avança o <a href="https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/ministerio-da-educacao-contrata-consultora-por-701-mil-euros-no-meio-do-caos-dos-exames" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, o Ministério da Educação garante que este contrato não está relacionado com o apoio técnico que a Deloitte presta ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) para resolver os problemas associados ao processo de digitalização e classificação eletrónica das provas finais e exames nacionais. Em resposta às questões colocadas, o ministério afirma que &#8220;este contrato não diz respeito à ajuda técnica que a Deloitte está a prestar ao Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) no âmbito da resolução dos problemas relacionados com o processo de digitalização e classificação eletrónica das provas finais e exames nacionais&#8221;, acrescentando que &#8220;este contrato diz respeito à gestão de projetos no âmbito da AGSE, entidade distinta do EduQA&#8221;. Ainda assim, continua por revelar o valor e os detalhes do contrato de urgência celebrado entre o EduQA e a Deloitte para apoiar a resolução dos problemas que afetaram os exames.</p>
<p>O contrato agora conhecido tem uma duração inicial de um ano, podendo ser renovado por períodos sucessivos até ao limite de três anos. O seu objeto consiste na aquisição de serviços de &#8220;PMO – Project Management Officer&#8221;, ao abrigo do acordo-quadro da Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (ESPAP) para consultadoria em tecnologias de informação e comunicação. O documento estabelece ainda que os serviços deverão decorrer nas entidades tuteladas pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação e determina caráter de urgência, estipulando que &#8220;a prestação de serviços deve ser iniciada no prazo máximo de 5 dias úteis&#8221; após a assinatura do contrato, ocorrida a 9 de julho. Três dias antes da formalização do acordo, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, já tinha anunciado que &#8220;a equipa da Deloitte entrou para apoiar o processo e, neste momento, está a fazer um acompanhamento global do processo&#8221;, sem divulgar, contudo, quaisquer dados sobre a contratação.</p>
<p>A AGSE já tinha recorrido anteriormente à mesma consultora. Em 4 de março, cerca de quatro meses antes deste novo acordo, celebrou outro contrato com a Deloitte Technology no valor aproximado de 1,5 milhões de euros, também ao abrigo do mesmo acordo-quadro da ESPAP. Paralelamente, o EduQA confirmou ao CM que celebrou um contrato de urgência por ajuste direto com a Deloitte, justificando a decisão com a necessidade de &#8220;ter um apoio de maior amplitude&#8221;, mas sem divulgar o montante envolvido nem a data em que esse contrato foi assinado.</p>
<p>A polémica surge num momento em que persistem dúvidas em torno da gestão da época de exames nacionais. O ministro prometeu divulgar detalhes sobre a época especial de exames de setembro, mas, até ao fecho da edição citada, essas informações ainda não tinham sido apresentadas. Entretanto, o atraso no arranque do concurso nacional de acesso ao ensino superior também teve impacto nos primeiros números do processo: segundo o CM, no primeiro dia foram submetidas apenas 304 candidaturas, um contraste significativo com as 10.183 registadas no primeiro dia do concurso do ano anterior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792291]]></sapo:autor>
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		<title>Sondagem: Quase 90% dos portugueses querem que o Governo obrigue as petrolíferas a baixar os preços dos combustíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:55:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A larga maioria dos portugueses considera que o Governo deve intervir diretamente para travar o aumento dos preços dos combustíveis, obrigando as petrolíferas a reduzir os valores praticados nas bombas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A larga maioria dos portugueses considera que o Governo deve intervir diretamente para travar o aumento dos preços dos combustíveis, obrigando as petrolíferas a reduzir os valores praticados nas bombas. A subida registada desde o início da guerra no Irão continua a gerar preocupação entre os consumidores, mas, apesar do impacto no orçamento das famílias, o aumento dos custos com o gasóleo e a gasolina ainda não convenceu a maioria dos automobilistas a trocar os veículos com motor de combustão por automóveis elétricos.</p>
<p>De acordo com um barómetro da Intercampus, divulgado pelo <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/economia/conjuntura/detalhe/barometro-esmagadora-maioria-quer-que-governo-obrigue-petroliferas-a-baixar-precos" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, em parceria com o Correio da Manhã, a CMTV e a Now, quase 90% dos inquiridos defendem que o Executivo deveria obrigar as operadoras petrolíferas a baixar os preços dos combustíveis. Em sentido contrário, apenas 7% consideram que o Governo não deve intervir no mercado, enquanto pouco mais de 6% afirmam não saber ou preferem não responder. Desde o início da guerra no Irão e do bloqueio do estreito de Ormuz, o preço médio do gasóleo simples aumentou cerca de 20%, enquanto a gasolina simples 95 registou uma subida próxima dos 16%, aproximando ambos os combustíveis da fasquia dos dois euros por litro.</p>
<p>Apesar da pressão sobre os preços, o Governo tem mantido apenas o mecanismo de desconto no Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP), recusando uma intervenção direta na formação dos preços. Na audição parlamentar realizada na semana anterior, o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, afirmou que &#8220;relativamente à formação dos preços, há um regulador do setor, há uma Autoridade da Concorrência, e é a essas entidades que compete, naturalmente, avaliar se há ou não qualquer distorção no mercado&#8221;. Paralelamente, a ministra do Ambiente e Energia solicitou à Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE) uma análise à evolução recente dos preços dos combustíveis.</p>
<p>O estudo procurou igualmente perceber se o aumento dos preços estaria a incentivar a mudança para veículos elétricos. Os resultados mostram uma sociedade dividida, embora com ligeira maioria a considerar que essa transição é uma necessidade. 45% dos inquiridos defendem que a mudança para um automóvel elétrico é necessária, enquanto 42% entendem que não. Entre aqueles que admitem essa necessidade, o preço elevado dos veículos surge como o principal obstáculo, apontado por 68% dos participantes, seguindo-se a reduzida autonomia. Em contrapartida, apenas 12% identificam a falta de postos de carregamento como a principal barreira, levando a Intercampus a concluir que &#8220;a questão dos postos de carregamento não é importante, porventura porque, precisamente, os portugueses ainda não começaram a pensar seriamente em adquirir este tipo de carros&#8221;.</p>
<p>O barómetro analisou ainda a perceção dos portugueses sobre quem mais beneficiou com a guerra no Irão. 42% dos inquiridos consideram que os Estados Unidos são o principal beneficiário do conflito, seguidos por Israel, escolhido por 20%, e pelo próprio Irão, apontado por 12%. Mais de um quarto dos participantes respondeu que não sabia ou preferiu não responder, um resultado que, segundo a leitura da Intercampus, revela algum desconhecimento sobre os efeitos geopolíticos da guerra.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792278]]></sapo:autor>
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		<title>Morreu o cantor Luís Represas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:38:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O cantor Luís Represas, que integrava os Trovante, morreu hoje aos 69 anos vítima de doença prolongada, de acordo com a agência que o representava.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cantor Luís Represas, que integrava os Trovante, morreu hoje aos 69 anos vítima de doença prolongada, de acordo com a agência que o representava.</p>
<p>O cantor Luís Represas comemorava este ano os 50 anos de carreira, divididos entre os Trovante e a solo, tendo atuado em março com a banda no Meo Arena, em Lisboa, e no Pavilhão Rosa Mota, no Porto.</p>
<p>Em 2005 foi distinguido pelo Estado Português com a Ordem de Mérito &#8211; grau de Comendador.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792270]]></sapo:autor>
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		<title>Operadora de jogo de Macau com &#8220;luz verde&#8221; para expansão do Wynn Palace</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:36:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A operadora Wynn Macau anunciou hoje que o Governo local aprovou a revisão do contrato de concessão do terreno do Wynn Palace, permitindo à empresa construir um novo complexo hoteleiro, com sala de espetáculos e centro de eventos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A operadora Wynn Macau anunciou hoje que o Governo local aprovou a revisão do contrato de concessão do terreno do Wynn Palace, permitindo à empresa construir um novo complexo hoteleiro, com sala de espetáculos e centro de eventos.</p>
<p>Num comunicado da Wynn Macau enviado à bolsa de valores de Hong Kong, a concessionária refere que a decisão foi publicada também hoje em Boletim Oficial e substitui integralmente o contrato original assinado em 2012.</p>
<p>A subsidiária Palo Real Estate Company Limited dispõe de 60 meses, a partir de hoje, para concluir o projeto no Cotai, área de Macau onde está localizada a maior parte dos hotéis-casinos do território.</p>
<p>O contrato prevê o pagamento de um prémio adicional de 652,3 milhões de patacas (70,8 milhões de euros), além de uma renda anual revista para 9,48 milhões de patacas (1,02 milhões de euros). A Palo terá ainda de apresentar uma garantia equivalente ao valor da renda.</p>
<p>De acordo com o despacho publicado em Boletim Oficial da Região Administrativa Especial de Macau, o complexo ampliado, no terreno de 205.797 metros quadrados (m²) &#8211; inclui um hotel de cinco estrelas com áreas de jogo, centro de convenções, comércio, restauração, SPA, um clube noturno, uma sala de espectáculos e um centro de eventos e entretenimento &#8211; com um total de 534.105 m²; um estacionamento (69.467 m²), o International Spectacle Theatre (8.787 m²) e uma área livre (93.904 m²).</p>
<p>A concessão mantém-se válida até 01 de maio de 2037, com possibilidade de renovação.</p>
<p>Capital mundial do jogo, a cidade semiautónoma é o único local na China onde o jogo em casino é legal.</p>
<p>Operam no território seis concessionárias &#8211; MGM, Galaxy, Venetian, Melco, Wynn e SJM -, que renovaram, em dezembro de 2023, o contrato de concessão para os dez anos seguintes, em vigor desde 01 de janeiro de 2024.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792269]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Teerão ameaça retaliar ataques norte-americanos contra instalações nucleares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão ameaçou hoje atacar interesses dos Estados Unidos e dos aliados no Médio Oriente, caso Washington lance ataques contra as instalações nucleares iranianas, numa altura em que se agravam tensões militares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão ameaçou hoje atacar interesses dos Estados Unidos e dos aliados no Médio Oriente, caso Washington lance ataques contra as instalações nucleares iranianas, numa altura em que se agravam tensões militares.</P><br />
<P>O Quartel-General Central Khatam al-Anbiya, o comando conjunto das Forças Armadas iranianas, condenou as ameaças dos Estados Unidos sobre ataques a &#8220;instalações nucleares e outros locais sensíveis&#8221; da República Islâmica, afirmando que as operações norte-americanas seriam encaradas como uma expansão da guerra na região. </P><br />
<P>O alerta iraniano ocorreu após o anúncio do Presidente norte-americano, Donald Trump, de atacar &#8220;muito em breve e com grande força&#8221; o &#8220;Mountain Peak&#8221;, um complexo subterrâneo que Washington afirma estar ligado ao programa nuclear do Irão. </P><br />
<P>A instalação está situada numa zona montanhosa, o que dificulta a eventual destruição através de ataques convencionais e levanta questões sobre as capacidades necessárias para atingir às estruturas subterrâneas. </P><br />
<P>Hoje, os Estados Unidos concluíram 11 noites consecutivas de bombardeamentos contra o território do Irão, particularmente no sul do país. </P><br />
<P>Em resposta, Teerão lançou mísseis e drones contra alvos norte-americanos em várias nações do Médio Oriente, incluindo o Bahrein, o Kuwait e a Jordânia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792265]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China condena multa da União Europeia à AliExpress e promete &#8220;medidas firmes&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:25:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo chinês condenou hoje a multa de 550 milhões de euros aplicada pela Comissão Europeia à plataforma de comércio eletrónico AliExpress e prometeu adotar "medidas firmes" para defender os interesses da empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo chinês condenou hoje a multa de 550 milhões de euros aplicada pela Comissão Europeia à plataforma de comércio eletrónico AliExpress e prometeu adotar &#8220;medidas firmes&#8221; para defender os interesses da empresa.</P><br />
<P>&#8220;A China opõe-se firmemente a que a parte europeia crie barreiras digitais sob o pretexto da regulamentação das plataformas e adote medidas discriminatórias para restringir e reprimir o funcionamento normal das empresas chinesas de comércio eletrónico na Europa&#8221;, afirmou um porta-voz do ministério do Comércio chinês.</P><br />
<P>O porta-voz instou a União Europeia a &#8220;deixar de abusar da ambiguidade da legislação, e pediu que trate as empresas chinesas &#8220;de forma justa e imparcial&#8221;.</P><br />
<P>Pequim vai apoiar as empresas chinesas no recurso a instrumentos legais para defenderem os seus direitos e adotará &#8220;medidas firmes&#8221; para salvaguardar os seus interesses, acrescentou.</P><br />
<P>A Comissão Europeia anunciou, na segunda-feira, uma multa recorde de 550 milhões de euros à AliExpress, acusando a plataforma de não combater de forma &#8220;eficaz&#8221; a venda de produtos ilegais, incluindo artigos contrafeitos.</P><br />
<P>Bruxelas acusou ainda a empresa de &#8220;sobrestimar&#8221; a capacidade dos seus sistemas informáticos para detetar e remover este tipo de anúncios.</P><br />
<P>A empresa chinesa respondeu que &#8220;esteve e continua empenhada em cumprir as suas obrigações perante os consumidores&#8221; e anunciou que vai recorrer da sanção, que classificou como &#8220;desproporcionada&#8221;.</P><br />
<P>A condenação do Governo chinês coincide com a visita ao país de uma delegação de eurodeputados, que mantém contactos sobre as crescentes fricções entre Pequim e Bruxelas em questões como o desequilíbrio comercial, a guerra na Ucrânia e a dependência tecnológica.</P><br />
<P>Entre março e abril, uma delegação de eurodeputados da Comissão do Mercado Interno e da Proteção dos Consumidores visitou também a China para transmitir a plataformas como a Shein, a Temu e a AliExpress que as regras europeias de segurança e concorrência devem ser cumpridas no comércio digital.</P><br />
<P>Das três multas aplicadas até agora pela Comissão Europeia por incumprimento da Lei dos Serviços Digitais, que obriga as plataformas a combater conteúdos ilegais, a sanção à AliExpress é a mais elevada.</P><br />
<P>A Comissão multou também a plataforma chinesa Temu em 200 milhões de euros, em maio, por não prevenir a venda de produtos ilegais, e a rede social X em 120 milhões de euros, em dezembro de 2025, por falta de transparência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792266]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ébola: Pelo menos 189 crianças morreram na República Democrática do Congo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:17:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 189 crianças morreram no surto de Ébola declarado em 15 de maio no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), enquanto milhares de outras precisam de apoio psicológico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 189 crianças morreram no surto de Ébola declarado em 15 de maio no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), enquanto milhares de outras precisam de apoio psicológico.</P><br />
<P>Segundo a organização Save the Children, desde que a epidemia foi declarada na província congolesa de Ituri, na fronteira com o Uganda e o Sudão do Sul e epicentro do surto, cerca de 476 crianças contraíram a doença.</P><br />
<P>De acordo com a organização, as crianças falecidas representam cerca de um quinto das mortes confirmadas nesta epidemia até o momento.</P><br />
<P>A Organização Não Governamental (ONG) está atualmente a oferecer apoio psicossocial a mais de 4.000 crianças em Ituri, onde a Save the Children criou espaços seguros para que possam brincar, descansar e começar a recuperar do medo, da tristeza e da ansiedade. </P><br />
<P>A doença mudou a forma como algumas crianças interagem entre si e com os adultos, já que muitas evitam o contacto próximo e mantêm distância dos outros, segundo os funcionários da organização que atuam na região.</P><br />
<P>A Save the Children também alertou que algumas crianças precisarão de cuidados temporários fora das suas famílias, após serem separadas de seus pais ou responsáveis legais devido a doenças, isolamento, abandono ou morte.</P><br />
<P>&#8220;As crianças em Ituri carregam um enorme fardo emocional. Muitas testemunharam violência, perderam entes queridos para o surto de Ébola ou foram obrigadas a deslocações repetidas&#8221;, disse Babou Rukengeza, coordenador da resposta ao Ébola da ONG na RDCongo.</P><br />
<P>&#8220;Espaços seguros oferecem-lhes um ambiente onde podem expressar-se, recuperar a confiança e simplesmente voltar a ser crianças&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A organização frisou que o surto representa uma &#8220;segunda crise&#8221; para muitas crianças já deslocadas pela violência no leste do Congo, uma região afetada há décadas por conflitos entre grupos armados e o exército. </P><br />
<P>Nesse sentido, alertou que o stresse prolongado durante a infância pode ter consequências duradouras no desenvolvimento cognitivo, no bem-estar emocional e na saúde física e mental a longo prazo das crianças, caso não recebam apoio adequado.</P><br />
<P>De acordo com o último boletim do governo, a República Democrática do Congo registou 2.423 casos confirmados de Ébola, incluindo 967 mortes, o que coloca a taxa de letalidade em 39,9%.</P><br />
<P>A epidemia está associada à estirpe de Bundibugyo, cuja taxa de letalidade oscila entre os 30% e os 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera &#8220;elevado&#8221; o risco de propagação do surto na África subsaariana e &#8220;baixo&#8221; à escala global.</P><br />
<P>Esta é a terceira pior epidemia de Ébola da história e a 17.ª a afetar a República Democrática do Congo.</P><br />
<P>O vírus Ébola é transmitido por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e causa febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragia interna.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792264]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>BMcar acelera em Portugal e Espanha e diz que motas são aposta para o futuro. CEO explica a visão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:15:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Rodrigues]]></category>
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					<description><![CDATA[Pedro Rodrigues falou à 'Executive Digest' para explicar como se pretende tornar um centro de referência para a comunidade motociclista, reforçar a sua presença em Portugal e consolidar uma visão ibérica iniciada com a entrada em Espanha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O investimento de dois milhões de euros no novo BMW Motorrad Porto é apenas a face mais visível de uma estratégia muito mais abrangente. A BMcar quer transformar o novo espaço num centro de referência para a comunidade motociclista, reforçar a sua presença em Portugal e consolidar uma visão ibérica iniciada com a entrada em Espanha.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a empresa acredita que o segmento das duas rodas terá um papel cada vez mais importante na sua atividade, embora sem perder de vista aquele que continua a ser o principal negócio do grupo: o automóvel.</p>
<p>Nesta entrevista à &#8216;Executive Digest&#8217;, o CEO da BMcar, Pedro Rodrigues, explica porque acredita que a liderança da BMW Motorrad em Portugal é um objetivo realista, fala sobre a evolução do mercado, analisa o impacto da eletrificação e deixa claro que a aposta passa por construir relações duradouras com os clientes, muito para além da venda de uma moto.</p>
<p><strong>&#8220;Queremos conquistar a preferência dos clientes, não retirar mercado aos concorrentes&#8221;</strong></p>
<p>A BMcar quer liderar o mercado português da BMW Motorrad até ao final de 2027. O que terá de retirar aos concorrentes para chegar aos 15% de quota e o que acontece se esse objetivo não for cumprido? &#8220;Não encaramos este objetivo numa lógica de retirar mercado aos concorrentes, mas sim de conquistar a preferência dos clientes e contribuir para o crescimento da própria BMW Motorrad em Portugal.&#8221;</p>
<p>Pedro Rodrigues explica que a estratégia da empresa assenta em três pilares: reforçar a capacidade comercial, elevar a qualidade e rapidez do pós-venda e criar uma ligação mais forte à comunidade motociclista. &#8220;O novo espaço do Porto dá-nos condições para trabalhar toda a gama BMW Motorrad e acompanhar o cliente durante todo o seu percurso com a marca.&#8221;</p>
<p>Mais do que um número, o CEO vê a meta dos 15% como um referencial estratégico.</p>
<p>&#8220;É uma ambição que orienta a organização. Vamos acompanhar indicadores como vendas, retenção de clientes, satisfação, atividade de pós-venda e capacidade para conquistar novos clientes. Se o ritmo de crescimento for diferente do previsto, ajustaremos a execução, mas mantendo sempre a ambição de construir uma posição de liderança sustentável.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;Estamos a investir no mercado que acreditamos que vai existir&#8221;</strong></p>
<p>Dois milhões de euros é um investimento significativo para um segmento que continua relativamente pequeno. O que vos convenceu de que este era o momento certo?</p>
<p>Para Pedro Rodrigues, a resposta está muito para além da dimensão atual do mercado. &#8220;Este investimento resulta de uma análise de médio e longo prazo.&#8221;</p>
<p>O CEO acredita que o motociclismo está a evoluir rapidamente e deixou de ser apenas um meio de transporte. &#8220;Existe uma comunidade BMW Motorrad muito ativa e exigente. O motociclismo evoluiu para áreas como o turismo, o lazer, o lifestyle e a mobilidade urbana.&#8221;</p>
<p>Ao mesmo tempo, considera que os clientes valorizam cada vez mais serviços especializados. &#8220;A qualidade do pós-venda, a disponibilidade, a especialização técnica e uma experiência integrada com a marca ganharam muito peso. A capacidade da nova oficina para cerca de 400 intervenções por mês responde precisamente a essa necessidade.&#8221;</p>
<p>Pedro Rodrigues acrescenta que a diversidade da gama BMW Motorrad permite chegar a públicos muito distintos. &#8220;Estamos a investir não apenas na procura que existe hoje, mas naquela que acreditamos que o mercado poderá gerar nos próximos anos.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;As motos podem tornar-se um dos pilares estratégicos da BMcar&#8221;</strong></p>
<p>As motos representam atualmente cerca de 5% da atividade do grupo. Até onde pode crescer este segmento?</p>
<p>Pedro Rodrigues começa por esclarecer que os cerca de 500 milhões de euros de faturação dizem respeito à operação global da BMcar, sendo que, em Portugal, o volume de negócios ronda os 300 milhões.</p>
<p>Apesar de ainda representar uma pequena parcela da atividade, acredita que o potencial é elevado. &#8220;É um segmento capaz de gerar uma relação muito intensa com os clientes, através da venda de motociclos, do pós-venda, dos equipamentos, dos acessórios e das experiências associadas à marca.&#8221;</p>
<p>Embora não espere que iguale o peso do negócio automóvel, vê um crescimento sustentado. &#8220;Acreditamos que pode assumir uma importância progressivamente maior e tornar-se um dos pilares estratégicos de crescimento e diversificação da BMcar.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;A rentabilidade não depende apenas da venda de motos&#8221;</strong></p>
<p>Um espaço desta dimensão obriga a um volume muito elevado de atividade. Como se torna rentável?</p>
<p>Pedro Rodrigues não revela objetivos comerciais concretos, mas faz questão de explicar que o modelo de negócio vai muito além da venda de motociclos. &#8220;A rentabilidade depende da integração de várias áreas: vendas, pós-venda, peças, acessórios, equipamentos e experiências de marca.&#8221;</p>
<p>Nesse contexto, atribui um papel central à oficina especializada. &#8220;A capacidade para cerca de 400 intervenções mensais será determinante para a sustentabilidade da operação.&#8221;</p>
<p>O CEO acrescenta que o objetivo passa por construir uma relação contínua com os clientes.</p>
<p>&#8220;Queremos uma operação equilibrada, capaz de gerar recorrência e uma relação duradoura, e não apenas volume transacional.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;Continuamos atentos a novas oportunidades em Portugal e Espanha&#8221;</strong></p>
<p>A BMcar fala numa estratégia ibérica. Há novas aquisições ou expansões em vista?</p>
<p>Pedro Rodrigues recorda que a empresa entrou em Espanha em 2022, com a aquisição da BMW Madrid, e que atualmente conta com dez localizações em Portugal e três operações na capital espanhola.</p>
<p>&#8220;Esta dimensão permite-nos partilhar conhecimento, melhorar processos e desenvolver uma visão ibérica da relação com o BMW Group.&#8221;</p>
<p><strong>Sobre novas operações, mantém alguma reserva.</strong></p>
<p>&#8220;Analisamos permanentemente oportunidades em Portugal e Espanha, incluindo novas localizações, aquisições e parcerias. Neste momento, não existe nenhuma operação adicional que possamos anunciar.&#8221;</p>
<p>Ainda assim, deixa um critério claro. &#8220;Qualquer decisão terá de acrescentar valor ao grupo, reforçar a proximidade com os clientes e preservar os padrões de qualidade que definem a BMcar.&#8221;</p>
<p>&#8220;O futuro passa pelas grandes motos, pelos modelos de entrada e pela eletrificação&#8221;</p>
<p><strong>Onde está hoje a maior oportunidade para a BMW Motorrad?</strong></p>
<p>Pedro Rodrigues rejeita a ideia de que exista apenas um caminho. &#8220;Não vemos estes segmentos como opções incompatíveis.&#8221;</p>
<p>As grandes Adventure, Touring e Sport continuarão, na sua opinião, a desempenhar um papel fundamental. &#8220;São segmentos com uma comunidade extremamente fiel.&#8221;</p>
<p>Ao mesmo tempo, considera que modelos como a futura BMW F 450 GS serão decisivos para atrair novos motociclistas.</p>
<p>Quanto à mobilidade elétrica, acredita que representa uma oportunidade diferente. &#8220;Soluções como a BMW CE 02 e a BMW CE 04 respondem sobretudo às necessidades dos grandes centros urbanos. A evolução dependerá também das infraestruturas, dos hábitos de mobilidade e do enquadramento regulamentar.&#8221;</p>
<p>Em resumo, a estratégia passa por acompanhar as três frentes.</p>
<p>&#8220;Queremos consolidar os segmentos tradicionais, conquistar novos motociclistas e preparar a operação para a transformação tecnológica e elétrica do mercado.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;Queremos que o cliente veja a BMcar como um parceiro de mobilidade&#8221;</strong></p>
<p>O que muda para quem entra num concessionário BMcar?</p>
<p>Pedro Rodrigues acredita que a diferenciação passa por integrar todo o universo BMW Group.</p>
<p>&#8220;Muitos clientes conduzem um BMW ou um MINI e são também utilizadores de uma BMW Motorrad. Queremos conhecer melhor essa relação e proporcionar um acompanhamento mais integrado.&#8221;</p>
<p>Para o CEO, essa proximidade será a principal marca da empresa.</p>
<p>&#8220;A diferenciação será construída através da capacidade técnica, da qualidade do atendimento, da rapidez de resposta e da continuidade da relação.&#8221;</p>
<p>No caso do novo BMW Motorrad Porto, essa estratégia traduz-se numa oficina especializada, assistência a motociclos elétricos, uma oferta completa de equipamentos e acessórios e experiências ligadas ao turismo e ao lifestyle.</p>
<p>&#8220;Mais do que vender diferentes produtos, queremos que o cliente reconheça a BMcar como um parceiro de mobilidade premium ao longo das várias fases da sua vida.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;Este investimento é muito mais do que um concessionário&#8221;</strong></p>
<p>Ao longo da conversa, Pedro Rodrigues deixa uma ideia que atravessa toda a estratégia da BMcar: o novo BMW Motorrad Porto não foi concebido apenas para vender motociclos.</p>
<p>O objetivo passa por criar um espaço capaz de reunir clientes, prestar serviços especializados, reforçar a ligação à comunidade motociclista e acompanhar a evolução do mercado, numa altura em que a mobilidade premium vive uma profunda transformação.</p>
<p>Se essa visão se confirmar, a meta de liderar a BMW Motorrad em Portugal até 2027 será apenas uma consequência de uma estratégia mais ampla: crescer através da experiência do cliente e consolidar a BMcar como um dos principais operadores do BMW Group na Península Ibérica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792010]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros da Iberdrola aumentam 22% no primeiro semestre para mais de 4.336 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:06:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A energética espanhola Iberdrola teve lucros de 4.336,4 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, 22% superiores aos do mesmo período de 2025, disse hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A energética espanhola Iberdrola teve lucros de 4.336,4 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, 22% superiores aos do mesmo período de 2025, disse hoje a empresa.</P><br />
<P>O resultado inclui uma mais-valia extraordinária por causa da venda do negócio da Iberdrola no México.</P><br />
<P>Sem o impacto desta operação, o lucro da Iberdrola ascendeu a 3.565 milhões de euros, mais 8% do que no primeiro semestre do ano passado, segundo os resultados que a empresa comunicou hoje à Comissão nacional do Mercado de Valores (CNMV).</P><br />
<P>O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) até junho cresceu 0,3%, comparando com os mesmos meses do ano passado, para 8.050 milhões de euros.</P><br />
<P>O grupo de energia espanhol Iberdrola, que está presente em Portugal, teve lucros de 6.285 milhões de euros em 2025, uma subida de 12,0% face ao ano anterior.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792261]]></sapo:autor>
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		<title>Áustria dá novo destino à casa onde nasceu Hitler. Passa a ser esquadra da polícia a partir de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A casa onde Adolf Hitler nasceu, na cidade austríaca de Braunau am Inn, é inaugurada esta quarta-feira como nova esquadra da polícia, culminando um processo iniciado há uma década pelo Governo austríaco para impedir que o edifício se transformasse num local de peregrinação de grupos neonazis. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A casa onde Adolf Hitler nasceu, na cidade austríaca de Braunau am Inn, é inaugurada esta quarta-feira como nova esquadra da polícia, culminando um processo iniciado há uma década pelo Governo austríaco para impedir que o edifício se transformasse num local de peregrinação de grupos neonazis. A abertura oficial marca o desfecho de um longo debate sobre o futuro de um dos edifícios mais controversos da Áustria e representa uma das medidas mais simbólicas adotadas pelo Estado para evitar qualquer glorificação do ditador nazi.</p>
<p>A decisão surge dez anos depois de o Estado austríaco ter confiscado o imóvel, depois de aprovar legislação específica que permitiu retirar a propriedade à sua então proprietária, que recusava vender a casa ao Estado e rejeitava sucessivas propostas para definir uma utilização futura para o edifício. Segundo a Reuters, o objetivo sempre foi impedir que a casa adquirisse um significado simbólico para movimentos extremistas e grupos de inspiração neonazi.</p>
<p>A família de Adolf Hitler viveu na casa durante apenas três anos, por volta da data do nascimento do futuro líder nazi, a 20 de abril de 1889. Apesar da curta permanência da família no local, o edifício, de três pisos e pintado de amarelo-claro, permaneceu durante décadas no centro de uma intensa discussão pública sobre qual deveria ser o seu destino.</p>
<p>O Ministério do Interior austríaco arrendava o imóvel desde 1972 e, em 2016, pagava cerca de 4.800 euros por mês de renda. Contudo, a proprietária recusou repetidamente vender o edifício ao Estado e opôs-se às várias propostas apresentadas para a sua reutilização.</p>
<p>Perante o bloqueio, o Governo aprovou uma lei que permitiu assumir a propriedade do imóvel. Um porta-voz do Ministério do Interior explicou, na altura, que a legislação foi criada precisamente porque a proprietária persistia em recusar a venda ao Estado.</p>
<p>Após a aprovação da lei pelo Parlamento austríaco, a proprietária deixou de poder recorrer da decisão ou negociar o montante da indemnização a receber.</p>
<p><strong>Edifício esteve vazio durante vários anos</strong><br />
Antes de ser desocupado, o imóvel acolhia oficinas destinadas a pessoas com deficiência. No entanto, o edifício ficou vazio em 2011, depois de não ter sido possível encontrar uma solução para a sua utilização futura.</p>
<p>Segundo o Ministério do Interior, a falta de entendimento com a proprietária acabou por impedir qualquer projeto de requalificação durante vários anos, prolongando o estado de abandono da casa até à decisão do Estado de assumir definitivamente o controlo do edifício.</p>
<p>Com a transformação em esquadra da polícia, as autoridades austríacas pretendem atribuir ao imóvel uma função pública permanente, retirando-lhe qualquer potencial valor simbólico para grupos extremistas.</p>
<p><strong>Debate histórico continua na sociedade austríaca</strong><br />
A inauguração da nova esquadra acontece num contexto em que continua a existir debate sobre o papel da Áustria durante o período nazi.</p>
<p>Em 1938, a Alemanha de Adolf Hitler anexou a Áustria, num processo conhecido como Anschluss. Desde então, historiadores e responsáveis políticos têm discutido se os austríacos foram sobretudo cúmplices voluntários do regime nazi — tendo muitos celebrado a anexação ao Terceiro Reich — ou se o país deve ser visto como uma das primeiras vítimas da ditadura nazi, que acabaria por devastar grande parte da Europa e provocar a morte de dezenas de milhões de pessoas durante a Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>A abertura da esquadra na casa onde nasceu Adolf Hitler pretende, assim, encerrar um dos capítulos mais sensíveis relacionados com a memória histórica do país, transformando um edifício associado ao nascimento do ditador numa infraestrutura ao serviço do Estado e da segurança pública, ao mesmo tempo que procura impedir que o local continue a ser encarado como um símbolo para movimentos de inspiração neonazi.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792019]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Faturação da ERA Portugal sobe 6% no 1.º semestre para 63,2 ME</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/faturacao-da-era-portugal-sobe-6-no-1-o-semestre-para-632-me/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A imobiliária ERA Portugal faturou 63,2 milhões de euros nos primeiros seis meses do ano, mais 6% do que no mesmo período de 2025, com o volume de negócios a ultrapassar 1.200 milhões, anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A imobiliária ERA Portugal faturou 63,2 milhões de euros nos primeiros seis meses do ano, mais 6% do que no mesmo período de 2025, com o volume de negócios a ultrapassar 1.200 milhões, anunciou hoje a empresa.</P><br />
<P>De janeiro e junho, o volume de negócios intermediado pela rede do grupo imobiliário superou 1.240 milhões de euros, um acréscimo de 5,8% em relação ao período homólogo, indica a empresa em comunicado.</P><br />
<P>O preço médio de venda aumentou 4,2%, ficando acima de 234 mil euros, o que a empresa diz ter acontecido pela primeira vez na história da marca no país.</P><br />
<P>A ERA Portugal registou 19.040 angariações no primeiro semestre, mais 7% do que nos primeiros seis meses de 2025.</P><br />
<P>A empresa refere que os compradores portugueses &#8220;continuam a impulsionar, de forma decisiva, o mercado imobiliário nacional, representando 85% dos registos de compra de casa analisados no primeiro semestre de 2026, um aumento de 5% face ao período homólogo&#8221;.</P><br />
<P>A procura internacional representa 15% dos clientes da rede, com o Brasil em primeiro lugar (2% do total de clientes), seguido do Reino Unido, Angola, França e Estados Unidos, elenca a empresa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792260]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a perder 0,18%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-perder-018/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:51:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,18% para 66.115,60 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,18% para 66.115,60 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</p>
<p>O segundo indicador, o Topix, abriu a ganhar 0.45% para 4.033,13 pontos, às 15:30 locais (07:30 em Lisboa).</p>
<p>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792259]]></sapo:autor>
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		<title>EUA, Índia, Austrália e Japão reforçam compromisso com a paz no Indo-Pacífico</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/eua-india-australia-e-japao-reforcam-compromisso-com-a-paz-no-indo-pacifico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:50:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os chefes da diplomacia dos Estados Unidos, Índia, Austrália e Japão, países que integram o Diálogo de Segurança Quadrilateral (Quad), reafirmaram hoje o compromisso com a "paz e estabilidade" no Indo-Pacífico, num contexto de crescente influência regional da China.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os chefes da diplomacia dos Estados Unidos, Índia, Austrália e Japão, países que integram o Diálogo de Segurança Quadrilateral (Quad), reafirmaram hoje o compromisso com a &#8220;paz e estabilidade&#8221; no Indo-Pacífico, num contexto de crescente influência regional da China.</P><br />
<P>&#8220;Estamos unidos na convicção de que a paz e a estabilidade no domínio marítimo do Indo-Pacífico sustentam a segurança e a prosperidade da região&#8221;, afirmaram num comunicado conjunto divulgado após uma reunião em Manila, à margem do encontro anual de ministros dos Negócios Estrangeiros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).</P><br />
<P>A reunião coincidiu com o aumento das tensões no mar do Sul da China, cuja soberania Pequim disputa com vários países do Sudeste Asiático e com Taiwan, após um confronto, na segunda-feira, entre a guarda costeira chinesa e fuzileiros filipinos num atol reclamado por ambos os países.</P><br />
<P>Um dos principais riscos naquelas águas é que se tornem palco de um potencial conflito indireto entre a China e os Estados Unidos, uma vez que Washington mantém um tratado de defesa mútua com as Filipinas.</P><br />
<P>Os ministros dos Negócios Estrangeiros do Quad sublinharam ainda o compromisso de cooperar com os países da ASEAN em áreas consideradas prioritárias, como &#8220;segurança marítima, prosperidade e segurança económica, tecnologias críticas e emergentes, assistência humanitária e resposta a emergências&#8221;.</P><br />
<P>A plataforma diplomática, composta pelas quatro democracias do Indo-Pacífico, foi criada em 2007 e procura reforçar a posição regional perante a crescente influência da China.</P><br />
<P>Nos últimos anos, o Quad intensificou a cooperação em áreas como segurança marítima, resposta humanitária, cadeias de abastecimento e minerais críticos, cujo processamento mundial é amplamente dominado por Pequim.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada na rede social X, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, que convocou a reunião em Manila, afirmou que os membros do Quad &#8220;partilham a visão de um Indo-Pacífico livre e aberto, baseado no Estado de direito, na soberania e na integridade territorial&#8221;.</P><br />
<P>Rubio anunciou ainda uma nova reunião do grupo antes do final do ano, sem indicar uma data.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792258]]></sapo:autor>
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		<title>Indonésia condenou a penas de prisão membros de rede tráfico de bebés</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:49:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Um tribunal indonésio condenou hoje 18 mulheres e um homem a penas de prisão até seis anos pelo envolvimento numa rede de tráfico de bebés para Singapura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um tribunal indonésio condenou hoje 18 mulheres e um homem a penas de prisão até seis anos pelo envolvimento numa rede de tráfico de bebés para Singapura.</P><br />
<P>De acordo com a acusação, muitos dos bebés eram vendidos por valores que rondavam os 10 mil dólares (8.700 euros) a famílias de Singapura.</P><br />
<P>Embora a acusação tivesse requerido penas até 15 anos de prisão, a pena mais pesada foi de sete anos para a líder da rede e principal arguida, Lie Siu Luan.</P><br />
<P>A condenação de Lie Siu Luan foi conhecida na terça-feira, sendo que outras três mulheres e o único arguido do sexo masculino receberam penas de seis anos de cadeia. </P><br />
<P>As restantes 14 mulheres foram condenadas a três anos e quatro meses de prisão. </P><br />
<P>Lie Siu Luan, que geria uma agência de adoção em Bandung, ilha de Java, Indonésia, orquestrava o recrutamento, o alojamento, os cuidados temporários e a falsificação de documentos necessários para enviar as crianças para o estrangeiro.</P><br />
<P>Para o tribunal indonésio, várias das mulheres condenadas desempenhavam funções semelhantes: recrutavam grávidas, cuidavam dos bebés e geriam a venda das crianças, sendo que algumas destas negociações eram combinadas com os pais ainda antes do nascimento. </P><br />
<P>Outras falsificavam documentos ou participavam no transporte dos bebés da Indonésia para Singapura. </P><br />
<P>De acordo com a investigação indonésia, alguns pais venderam os bebés &#8212; com idades entre os dois e os três meses de idade &#8212; por quantias que variavam entre os 11 milhões e os 16 milhões de rupias indonésias (aproximadamente 580 a 845 euros). </P><br />
<P>No entanto, as mulheres condenadas recebiam até 204 milhões de rupias (mais de 10 mil euros) por bebé, afirmaram os procuradores no início de abril. </P><br />
<P>Até ao momento, nenhum dos pais foi processado, nem se sabe se estão a ser investigados pelas autoridades. </P><br />
<P>&#8220;Estas sentenças, mais brandas do que as que foram pedidas pela acusação, demonstram que a proteção infantil na Indonésia ainda enfrenta grandes desafios&#8221;, escreveu o jornal Kompas a propósito da decisão do tribunal distrital de Bandung &#8212; capital da província de Java Ocidental, onde a maioria dos crimes foi cometida.</P></p>
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