A Greenvolt, através da Greenvolt Next, concluiu a expansão da unidade fotovoltaica da Portalum, em Fafe, aumentando a capacidade instalada para mais de 1,1 MWp e elevando a produção anual de energia renovável de 157 MWh para quase 1,5 GWh.
O reforço da infraestrutura permite multiplicar por mais de nove vezes a energia disponível para autoconsumo e assegurar 27% das necessidades energéticas da unidade industrial.
O projeto foi desenvolvido ao abrigo do modelo SolarXchange, uma solução da Greenvolt Next que passa pela aquisição de ativos solares existentes e pelo investimento na sua valorização e expansão. O objetivo é permitir às empresas aumentar a produção de energia renovável e continuar a beneficiar da eletricidade gerada através de contratos de longo prazo, sem necessidade de realizar novos investimentos.
Especializada na produção e comercialização de soluções em alumínio, a Portalum passa agora a cobrir mais de um quarto do seu consumo energético com produção renovável nas próprias instalações. Ao mesmo tempo, beneficia de um contrato com duração de 15 anos, que garante maior previsibilidade dos custos de eletricidade.
Pedro Ramalhosa, Managing Partner da Greenvolt Next Portugal, sublinha que muitas empresas dispõem de instalações fotovoltaicas que “já não acompanham as suas necessidades energéticas atuais”. Segundo o responsável, “à medida que o mercado amadurece, a discussão deixa de ser apenas sobre instalar nova capacidade e passa também por maximizar o valor dos ativos existentes”, acrescentando que o modelo SolarXchange permite transformar essas infraestruturas em soluções “mais eficientes e rentáveis”, sem investimento adicional por parte dos clientes.
António Rodriguez Melgar, gerente da Portalum, considera que a expansão permite reforçar “significativamente” a produção de energia renovável da empresa e garantir maior previsibilidade de custos, sem necessidade de investimento. O responsável destaca ainda que a gestão da unidade fotovoltaica passa a ser assegurada pela Greenvolt Next, incluindo a operação, manutenção e otimização contínua da instalação.
Segundo a Greenvolt, o SolarXchange é um modelo já implementado em Portugal e noutros mercados europeus, cuja procura tem vindo a aumentar num contexto de maior volatilidade dos mercados energéticos e de crescente aposta das empresas na competitividade e na descarbonização das suas operações. Neste cenário, a otimização de ativos solares já instalados assume um papel cada vez mais relevante na redução dos custos energéticos e na maximização do retorno dos investimentos realizados.














