A Greenvolt Power inaugurou em Buj, no nordeste da Hungria, o maior sistema de armazenamento de energia em baterias (BESS) do país, com uma capacidade instalada de 99,8 MW / 288,6 MWh. O projeto já se encontra em operação e representa um novo passo na estratégia de crescimento da empresa no segmento do armazenamento energético.
O sistema integra tecnologias avançadas de gestão de energia e otimização em tempo real, com o objetivo de reforçar a flexibilidade da rede elétrica húngara. Entre as suas funções estão o apoio à regulação de frequência e de tensão, o aumento da segurança do abastecimento e a facilitação da integração de fontes renováveis no sistema elétrico nacional.
Num contexto europeu marcado pelo aumento da eletrificação e pela expansão das energias renováveis, o armazenamento em baterias tem vindo a assumir um papel central na transição energética, ao permitir equilibrar produção e consumo e estabilizar redes cada vez mais dependentes de geração intermitente.
A nova infraestrutura reforça a presença da Greenvolt na Europa Central e de Leste, região onde tem vindo a consolidar a sua atividade no desenvolvimento de projetos renováveis de grande escala.
“À medida que aumenta a eletrificação e a produção de energias renováveis, o armazenamento em baterias está a tornar-se um elemento indispensável da transição energética. Este projeto reflete a convicção da Greenvolt no papel estratégico do armazenamento para os sistemas elétricos e reforça a nossa posição num dos segmentos de crescimento mais rápido do setor”, afirmou João Manso Neto.
Já Spiros Martinis destacou a importância da operação no mercado húngaro, sublinhando a capacidade de execução das equipas e a colaboração com parceiros locais.
“A Hungria é um dos mercados energéticos mais dinâmicos da Europa Central e de Leste, onde a Greenvolt Power construiu uma presença relevante. Colocar em operação um projeto desta dimensão só é possível graças à experiência e capacidade de execução das nossas equipas, bem como à forte colaboração de todos os parceiros que nos acompanharam ao longo deste percurso”, referiu.
A empresa destaca ainda que este projeto se enquadra num pipeline global de 12,8 GW (ponderado pela probabilidade de concretização), que inclui projetos eólicos onshore, solares e de armazenamento em baterias, sendo este último segmento responsável por cerca de 5 GW.













