Foi lançado esta terça-feira um concurso público internacional para a aquisição do transporte rodoviário da Grande Lisboa que deverá servir os 2,7 milhões de pessoas que vivem nos 18 municípios desta região nos próximos sete anos.
Segundo o “Público”, o número de veículos, que passarão a ser todos iguais e amarelos, aumentará 40%. A península de Setúbal será a zona mais reforçada, porque é também a que tem uma oferta mais deficitária, disse Carlos Humberto de Carvalho, primeiro-secretário da Área Metropolitana de Lisboa. Vão operar todos debaixo da marca Carris Metropolitana, se tudo correr como o previsto, deverão estar prontos a circular em meados do próximo ano.
Este concurso, com um valor que ascende aos 1,2 mil milhões de euros, vai substituir as concessões que estão actualmente em vigor, pelo que se prevêem mudanças na rede de autocarros na Grande Lisboa, reforço e modernização da frota para torná-la também mais sustentável.
O sistema de bilhética, actualmente a cargo da Otlis, será revisto. Prevê-se a criação de um sistema de informação único, com um mapa único de rede, construído com o contributo dos municípios e tendo em conta os movimentos pendulares que existem entre os concelhos. Integrará as ligações a meios de transporte, como o comboio, metro ou barco.













