O Departamento da Guerra norte-americano notificou 30 instituições académicas para que comecem a auditar as colaborações com entidades estrangeiras, em especial vinculadas à China, para proteger avanços tecnológicos “críticos” dos seus centros que colaboram com o Pentágono.
O ex-Departamento de Defesa ordenou na segunda-feira “revisões imediatas e exaustivas” das colaborações “académicas, financeiras e de investigação com entidades estrangeiras” assinaladas na Secção 1286 da Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA) aprovada em 2019.
Dirigido por Pete Hegseth, o Departamento acrescentou à lista “organizações associadas ao Instituto Confúcio que mudaram de nome ou imagem”, conforme o comunicado divulgado.
O Instituto Confúcio é uma entidade de ensino promoção da língua e cultura chinesa em entes académicos estrangeiros, financiado e gerido pelo Ministério da Educação chinês.
O objetivo, segundo o comunicado, é construir “um ecossistema de investigação sólido” para proteger “as descobertas críticas de qualquer exploração indevida”.
No texto, o secretário ajunto do Departamento, Joseph Jewell, acrescentou que “as universidades são sócios fundamentais na execução de uma ampla gama de programas de investigação Departamento; por isso, o Departamento deve garantir que estão bem protegidos os investimentos em investigação” norte-americanos.














