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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Mundial2026: França nos &#8216;quartos&#8217; ao bater Paraguai com penálti de Mbappé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 23:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A vice-campeã em título França qualificou-se no sábado para os quartos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer o Paraguai por 1-0, no segundo encontro dos 'oitavos', em Filadélfia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A vice-campeã em título França qualificou-se no sábado para os quartos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer o Paraguai por 1-0, no segundo encontro dos &#8216;oitavos&#8217;, em Filadélfia.</P><br />
<P>Uma grande penalidade conquistada pelo suplente Désiré Doué e convertida por Kylian Mbappé, aos 70 minutos, para o seu sétimo golo na edição 2026 e 19.º em Mundiais, em 19 jogos, valeu o triunfo aos gauleses.</P><br />
<P>Nos quartos de final, num jogo marcado para quinta-feira, em Foxborough, pelas 16:00 locais (21:00 em Lisboa), a França, campeã em 1998 e 2018, defronta Marrocos, na reedição da meia-final de 2022 (2-0 para os gauleses).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785580]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Marrocos vence Canadá e é a primeira seleção a garantir lugar nos &#8216;quartos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 19:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A seleção de Marrocos qualificou-se hoje para os quartos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer por 3-0 o coanfitrião Canadá, no primeiro encontro dos 'oitavos', disputado em Houston.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A seleção de Marrocos qualificou-se hoje para os quartos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer por 3-0 o coanfitrião Canadá, no primeiro encontro dos &#8216;oitavos&#8217;, disputado em Houston. </P><br />
<P>No Estádio NRG, um &#8216;bis&#8217; de Azzedine Ounahi, que marcou aos 50 e 82 minutos, e um golo de Soufiane Rahimi nos descontos (90+8), garantiram o triunfo da formação marroquina, que em 2022, depois de eliminar Espanha e Portugal, chegou às &#8216;meias&#8221;, fase em que caiu perante a França.</P><br />
<P>Nos quartos de final, Marrocos vai defrontar o vencedor do confronto entre o Paraguai e a França, agendado para hoje, às 22:00 (horas de Lisboa), em Filadélfia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785579]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: PM pede à população que &#8220;respeite e colabore&#8221; com autoridades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 18:42:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro apelou hoje para que os cidadãos respeitem e colaborem com as autoridades face ao risco elevado de incêndio no país, afirmando que será mantida uma "vigilância máxima" para tentar evitar fogos como o de Vouzela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro apelou hoje para que os cidadãos respeitem e colaborem com as autoridades face ao risco elevado de incêndio no país, afirmando que será mantida uma &#8220;vigilância máxima&#8221; para tentar evitar fogos como o de Vouzela.</P><br />
<P>&#8220;A população deve não só respeitar, como até de alguma maneira colaborar com todas as autoridades para poderem também ajudar-se uns aos outros e poderem também sensibilizar aqueles que, porventura, possam ter a tentação de não cumprir essas recomendações para que possam amadurecer bem essa decisão&#8221;, apelou Luís Montenegro.</P><br />
<P>O chefe do executivo interveio hoje em direto, através de videochamada, na conferência de imprensa da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, Lisboa, que fez um ponto de situação dos incêndios rurais e da situação meteorológica do país, que enfrenta uma vaga de calor.</P><br />
<P>Montenegro agradeceu aos vários profissionais envolvidos nas operações de prevenção e combate aos incêndios e sublinhou a importância de seguir as recomendações das autoridades.</P><br />
<P>&#8220;Vamos manter naturalmente a vigilância máxima, tentar prevenir ao máximo, tentar evitar e tentar também que, nos casos em que isso é possível, a primeira intervenção possa ser a mais eficaz e evitar que os incêndios possam ganhar a dimensão como este em Vouzela [distrito de Viseu], que é efetivamente a nossa principal preocupação&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785578]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios:: Estado de alerta deve manter-se na próxima semana &#8211; MAI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 18:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lisboa, 04 jul (Lusa) -- O ministro da Administração Interna, Luís Neves, disse hoje que o estado de alerta em Portugal deverá ser mantido na próxima semana, já os próximos dias vão continuar a ser de muito calor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa, 04 jul (Lusa) &#8212; O ministro da Administração Interna, Luís Neves, disse hoje que o estado de alerta em Portugal deverá ser mantido na próxima semana, já os próximos dias vão continuar a ser de muito calor.</P><br />
<P>&#8220;A próxima semana vai outra vez um período muito grave. Està em cima da mesa a manutenção do estado de alerta se as condições [de calor] se mantiverem&#8221;, afirmou Luís Neves na conferência de imprensa da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil para balanço do dia.</P><br />
<P>O ministro adiantou que foi pedida a ativação do mecanismo europeu e que falou também com Marrocos para ajudar.</P><br />
<P>&#8220;Falei há uma hora com o meu homólogo de Marrocos e estou à espera de uma resposta em breve&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785577]]></sapo:autor>
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		<title>As redes sociais como as conhecemos estão a chegar ao fim: afinal, o que vem a seguir?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/as-redes-sociais-como-as-conhecemos-estao-a-chegar-ao-fim-afinal-o-que-vem-a-seguir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 18:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante anos, as redes sociais prometeram aproximar pessoas. Eram o lugar onde se publicavam fotografias de férias, opiniões rápidas, mensagens pessoais, notícias de última hora e conversas improváveis com desconhecidos do outro lado do mundo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, as redes sociais prometeram aproximar pessoas. Eram o lugar onde se publicavam fotografias de férias, opiniões rápidas, mensagens pessoais, notícias de última hora e conversas improváveis com desconhecidos do outro lado do mundo. Hoje, esse espaço parece diferente: menos pessoal, mais automático, mais cheio de vídeos, publicidade, influencers, bots e conteúdos gerados por inteligência artificial.</p>
<p>A pergunta é lançada pela &#8216;IFLScience&#8217;: estará a era das redes sociais a chegar ao fim? À primeira vista, pode parecer que sim. Plataformas como Facebook e X, antigo Twitter, perderam parte do brilho cultural que tiveram durante anos, enquanto os utilizadores publicam menos sobre a própria vida e passam mais tempo a consumir conteúdos escolhidos por algoritmos.</p>
<p>Mas a resposta é mais complexa. Segundo o texto, talvez não estejamos perante a morte das redes sociais, mas perante uma mudança de paradigma. O espaço digital que antes parecia uma praça pública está a fragmentar-se em ambientes mais pequenos, privados ou semiprivados, enquanto as grandes plataformas se tornam cada vez mais parecidas com canais de entretenimento automatizados.</p>
<p><strong>Da praça pública ao feed infinito</strong></p>
<p>A chamada “idade de ouro” das redes sociais começou com plataformas que prometiam ligação e autenticidade. Antes de Facebook dominar o setor, houve Friendster, LinkedIn e MySpace, que ajudaram a definir a ideia moderna de rede social. O MySpace chegou mesmo a ser, em 2006, o site mais visitado dos Estados Unidos, atrás apenas dos grandes motores de busca e portais da época.</p>
<p>Depois chegou o Facebook. A força da plataforma estava na sensação de comunidade: um espaço onde se juntavam amigos, família, fotografias, vídeos e ideias. O feed de notícias, lançado em 2006, transformou esse ambiente numa espécie de álbum vivo, pessoal e constantemente atualizado. O botão “Like” acrescentou uma nova camada: a validação social tornou-se instantânea.</p>
<p>O Twitter, por sua vez, alargou essa experiência. Se o Facebook ligava sobretudo pessoas que já se conheciam, o Twitter transformou a conversa pública numa espécie de “pub” global. No mesmo minuto, um utilizador podia falar com um amigo, discutir uma notícia internacional ou responder a uma celebridade. Era rápido, aberto e parecia mais espontâneo do que as redes que vieram depois.</p>
<p><strong>Quando o social deu lugar ao algoritmo</strong></p>
<p>Esse modelo não durou. A partir de certo ponto, as plataformas começaram a deixar de ser espaços organizados em torno dos utilizadores e passaram a ser ambientes otimizados para prender atenção. Os feeds ficaram menos cronológicos, mais publicitários e mais dependentes de recomendações automáticas. O conteúdo de amigos foi sendo empurrado para segundo plano por publicações de marcas, influenciadores e páginas sugeridas.</p>
<p>A mudança teve consequências. Muitos utilizadores passaram a publicar menos, por receio de exposição, comentários tóxicos, vigilância, manipulação política ou simples cansaço digital. Em vez de criadores ativos, tornaram-se espectadores passivos, a percorrer feeds organizados por máquinas. A chegada de aplicações como TikTok e Snapchat reforçou essa lógica de consumo rápido, visual e algorítmico.</p>
<p>O resultado é que Facebook, Instagram e X passaram a competir com plataformas mais próximas da televisão personalizada, como TikTok, Twitch e YouTube. Ao mesmo tempo, os antigos gigantes das redes sociais enfrentaram despedimentos, mudanças de modelo de negócio, subscrições, paywalls e uma crise de identidade. A própria Meta, dona de Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads, deixou de se definir apenas como empresa de redes sociais.</p>
<p><strong>O problema não é só o algoritmo</strong></p>
<p>Durante muito tempo, a explicação mais comum para o declínio das redes sociais foi simples: os algoritmos teriam aprendido a promover conteúdos divisivos, porque a irritação gera cliques, comentários e partilhas. Há verdade nesse diagnóstico, mas, segundo Petter Törnberg, professor assistente de Ciência Social Computacional na Universidade de Amesterdão, o problema é mais estrutural.</p>
<p>Törnberg tem estudado a forma como as redes sociais moldaram a política, a atenção e a polarização. Para o investigador, muitos dos problemas que associamos às plataformas não resultam apenas de algoritmos ou da “natureza humana”, mas da arquitetura destes espaços digitais: ambientes desenhados para concentrar atenção, amplificar identidades e transformar conflitos dispersos em divisões cada vez mais alinhadas.</p>
<p>Um dos exemplos é a ideia de que as redes sociais funcionam como câmaras de eco, onde cada pessoa só encontra opiniões semelhantes às suas. Törnberg contesta essa leitura simplista. Segundo o investigador, os utilizadores encontram muitas vezes opiniões opostas online — em alguns casos, até mais do que fora da internet. O problema não é a ausência de confronto, mas a forma como esse confronto acontece.</p>
<p><strong>Vemos mais opiniões, mas gostamos menos uns dos outros</strong></p>
<p>A tese é desconfortável: talvez as redes sociais não nos tenham isolado apenas em bolhas ideológicas, mas nos tenham colocado em contacto constante com conflitos identitários. A política deixou de ser apenas uma disputa sobre argumentos e passou a ser vivida como pertença, identidade e rejeição do outro lado.</p>
<p>Segundo Törnberg, há estudos que não mostram necessariamente um aumento claro da divergência nas opiniões. O que mudou foi a forma como as pessoas sentem os que estão do outro lado político: mais hostilidade, mais raiva, mais rejeição pessoal. Em vez de discordâncias cruzadas — concordar com alguém num tema e discordar noutro — a política passou a organizar-se em blocos mais rígidos.</p>
<p>Esta transformação não começou apenas com Facebook ou Twitter. O investigador lembra que algumas tendências de polarização já vinham dos anos 90, com a televisão por cabo e a nacionalização do debate político. As redes sociais aceleraram esse processo, mas não o inventaram sozinhas.</p>
<p><strong>O que vem depois? Chats, vídeos e IA</strong></p>
<p>Se as redes sociais tradicionais já não são o centro da vida digital, o que vem a seguir? Para Törnberg, há três grandes tendências. A primeira é a migração para espaços privados ou semiprivados, como grupos de WhatsApp, Discord ou chats fechados dentro de outras plataformas. Em vez de publicar para todos, os utilizadores preferem falar com comunidades menores e mais controladas.</p>
<p>A segunda tendência é a consolidação do vídeo curto e do modelo de transmissão. TikTok, Instagram, YouTube e até Facebook empurram cada vez mais os utilizadores para um consumo contínuo de vídeos sugeridos por algoritmos. É menos conversa pública e mais televisão personalizada, adaptada a cada ecrã e a cada gesto do utilizador.</p>
<p>A terceira tendência é a inteligência artificial generativa. Segundo Törnberg, as estatísticas indicam que as pessoas estão a falar cada vez mais com chatbots e, em alguns casos, mais do que falam com outras pessoas online. Esta mudança pode alterar profundamente a ideia de internet social: em vez de redes entre humanos, poderemos ter ambientes onde parte crescente da interação acontece com sistemas artificiais.</p>
<p><strong>O refúgio também tem riscos</strong></p>
<p>A fuga para grupos privados pode parecer uma resposta natural ao ruído das grandes plataformas. Menos insultos, menos exposição, menos bots, menos multidão. Mas também há riscos. Se as antigas redes sociais não eram exatamente câmaras de eco perfeitas, os grupos fechados podem aproximar-se mais desse modelo, criando comunidades com menos confronto externo e mais confiança interna.</p>
<p>Substack e outras plataformas de comunidades pagas entram neste novo ecossistema. Ao seguirem autores ou vozes em quem confiam, os utilizadores encontram espaços mais delimitados, menos invadidos por bots e mais assentes em relações de fidelidade. Mas esse modelo também transforma a informação num produto cada vez mais segmentado, com fronteiras mais claras entre quem entra e quem fica de fora.</p>
<p><strong>Não é o fim da internet social. É outra coisa</strong></p>
<p>A conclusão mais forte é talvez esta: as redes sociais como as conhecemos podem já ter acabado, mas a necessidade humana de ligação não desapareceu. Mudou de forma. Saiu da praça pública para o grupo fechado, do post pessoal para o vídeo recomendado, da conversa com desconhecidos para a interação com influenciadores, comunidades pagas e, cada vez mais, chatbots.</p>
<p>Törnberg descreve este momento como um ponto de viragem fundamental no ambiente informativo, comparável ao nascimento da internet e à ascensão das redes sociais. Ainda não sabemos que impacto terá esta nova fase, mas já é claro que não estamos apenas a mudar de aplicações. Estamos a mudar a forma como descobrimos informação, discutimos política, construímos identidade e nos relacionamos com os outros.</p>
<p>A era das redes sociais talvez não esteja a morrer. Mas aquela ideia inicial — um espaço público, humano, espontâneo e partilhado — parece cada vez mais distante. O que vem a seguir será mais fechado, mais visual, mais automatizado e mais mediado por IA. A questão já não é apenas saber que plataforma vamos usar, mas que tipo de sociedade digital estamos a construir.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784924]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/sismo: Sobe para 93 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 17:53:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de cidadãos portugueses que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu para 93, havendo 80 que tinham também a nacionalidade venezuelana, divulgou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de cidadãos portugueses que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu para 93, havendo 80 que tinham também a nacionalidade venezuelana, divulgou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros. </P><br />
<P>Por faixa etária, 17 são crianças e 76 são adultos.</P><br />
<P>Continuam desaparecidos 57 cidadãos portugueses.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 2.645 mortos e 12.666 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785574]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ÚLTIMA HORA: Venezuela/sismo: Sobe para 93 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 17:49:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de cidadãos portugueses que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu para 93, havendo 80 que tinham também a nacionalidade venezuelana, divulgou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de cidadãos portugueses que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu para 93, havendo 80 que tinham também a nacionalidade venezuelana, divulgou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros. </P><br />
<P>Por faixa etária, 17 são crianças e 76 são adultos.</P><br />
<P>Continuam desaparecidos 57 cidadãos portugueses.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785573]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PS insiste que há casas fechadas por usar independentemente do fim previsto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 17:36:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O PS insistiu hoje que existem casas fechadas por usar, nomeadamente em Grândola, independentemente de o seu fim ser para habitação permanente ou para vítimas de violência doméstica, rejeitando nuances de semântica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PS insistiu hoje que existem casas fechadas por usar, nomeadamente em Grândola, independentemente de o seu fim ser para habitação permanente ou para vítimas de violência doméstica, rejeitando nuances de semântica.</P><br />
<P>&#8220;Nós estamos a brincar efetivamente com as palavras quando falamos de casas. Uma coisa é certa: há casas em Grândola que estão fechadas há meses e meses, há mais de um ano. E, portanto, seja para responder a vítimas de violência doméstica, seja para responder a famílias jovens e de uma forma mais permanente ou menos permanente, são casas que estão fechadas&#8221;, argumentou a deputada do PS Marina Gonçalves.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, a deputada foi questionada sobre o facto de o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) ter apelado na sexta-feira a &#8220;maior rigor e responsabilidade&#8221; dos políticos, rejeitando as alegações do líder do PS, José Luís Carneiro, de eleitoralismo na gestão da entrega de habitações.</P><br />
<P>Numa nota de esclarecimento, o IHRU apontou que as afirmações do socialista contêm &#8220;imprecisões que não correspondem à realidade dos factos&#8221;, sustentando que &#8220;contrariamente ao que tem sido afirmado&#8221;, as dez moradias em causa, situadas no concelho de Grândola, &#8220;não se destinam à habitação permanente de famílias&#8221; mas sim a assegurar &#8220;respostas de alojamento de emergência e de transição a pessoas e agregados familiares que se encontrem em situações de especial vulnerabilidade&#8221;, como vítimas de violência doméstica ou sem-abrigo. </P><br />
<P>A antiga secretária de Estado das Infraestruturas e Habitação socialista insistiu que estas casas estão fechadas &#8220;e podiam dar resposta habitacional já a famílias&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Andamos com a semântica a tentar dizer que o secretário-geral afinal não estava a falar de habitação permanente, mas estava a falar de habitação para vítimas de violência doméstica. Acho que verdadeiramente é desrespeitar quem por uma razão, ou outra, procura habitação e ali estão casas que estão fechadas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O secretário-geral PS, José Luis Carneiro, afirmou no encerramento das jornadas parlamentares do partido, na terça-feira, que o Governo tinha casas prontas a habitar mas não as entregava, sugerindo que o executivo estava à espera &#8220;de um novo ciclo eleitoral&#8221;.</P><br />
<P>Um dia depois, deslocou-se a Azinheira dos Barros, no concelho de Grândola para demonstrar o que tinha dito e visitar algumas das 10 casas a que tinha feito referência, apontando que estão prontas há dois anos, foram financiadas com o PRR, numa decisão do governo do Partido Socialista, e aguardam pela sua função social&#8221;.</P><br />
<P>Estas afirmações foram criticadas pelo vice-presidente e porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, que afirmou que o secretário-geral do PS &#8220;enganou ou foi enganado&#8221; e questionou Carneiro se retiraria a &#8220;acusação infundada&#8221; que fez ao Governo.</P><br />
<P>Numa posição transmitida à Lusa, o também eurodeputado social-democrata afirmou que os alojamentos que o secretário-geral do PS visitou em Grândola &#8220;nada têm que ver com construção para resposta habitacional&#8221; e que se tratavam de casas &#8220;para proteção temporária, ao contrário do que disse o secretário-geral do PS&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785572]]></sapo:autor>
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		<title>Tour: Vingegaard dá vitória no &#8216;crono&#8217; por equipas à Visma-Lease a Bike e veste a amarela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 17:29:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ciclista dinamarquês Jonas Vingegaard é o primeiro líder da 113.ª Volta a França, após ter sido o mais rápido nos 19,6 quilómetros de contrarrelógio por equipas nas ruas de Barcelona (Espanha), em representação da Visma-Lease a Bike.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ciclista dinamarquês Jonas Vingegaard é o primeiro líder da 113.ª Volta a França, após ter sido o mais rápido nos 19,6 quilómetros de contrarrelógio por equipas nas ruas de Barcelona (Espanha), em representação da Visma-Lease a Bike.</P><br />
<P>O campeão em título do Giro e da Vuelta cumpriu o &#8216;crono&#8217; em 21.47 minutos, &#8216;oferecendo&#8217; à formação neerlandesa a vitória na etapa inaugural e a primeira amarela deste Tour, ao ser oito segundos mais rápido do que o italiano Filippo Ganna, que garantiu o segundo lugar na tirada para a Netcompany INEOS, e 12 do que o esloveno Tadej Pogacar, que deixou a UAE Emirates em terceiro.</P><br />
<P>Vingegaard, vencedor da prova em 2022 e 2023, veste a amarela da Volta a França pela primeira vez desde 2023, tendo oito segundos de vantagem na geral sobre Ganna e 12 sobre o quatro vezes campeão &#8216;Pogi&#8217;.</P><br />
<P>No domingo, a segunda etapa liga Tarragona a Barcelona, no total de 168,5 quilómetros, ainda percorridos exclusivamente em território espanhol.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785571]]></sapo:autor>
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		<title>Já não querem ser astronautas ou médicos: 60% das crianças sonham ser estrelas do TikTok e do YouTube, revela estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 17:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[influencers]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação recente indica que crianças tão novas como sete anos já apontam as redes sociais como inspiração direta para o futuro profissional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante décadas, a resposta vinha quase automática: quando crescessem, muitas crianças queriam ser astronautas, médicos, professores, futebolistas ou cientistas. Hoje, há uma nova profissão a entrar cedo no imaginário infantil: influencer.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, uma investigação recente indica que crianças tão novas como sete anos já apontam as redes sociais como inspiração direta para o futuro profissional. Em alguns casos, quando os investigadores perguntaram o que queriam ser quando crescessem, os alunos limitaram-se a desenhar o logótipo do TikTok ou do YouTube.</p>
<p>O estudo, conduzido por investigadores que entrevistaram alunos nos Estados Unidos e na Noruega, mostra que 60% dos estudantes do ensino básico e secundário dizem querer ser influencers ou admitem ter escolhido a futura carreira com base no que veem nas redes sociais.</p>
<p><strong>“São famosos” e “ganham muito dinheiro”</strong></p>
<p>As razões dadas pelas crianças são reveladoras. Muitas associam os criadores de conteúdo à fama, ao dinheiro e à visibilidade. Para uma geração que cresceu rodeada de vídeos curtos, rotinas filmadas, desafios virais e vidas aparentemente perfeitas no ecrã, ser influencer surge como uma carreira tão concreta como ser jogador de futebol ou cantor.</p>
<p>O fenómeno não se limita a crianças muito pequenas. Entre os alunos mais velhos continuam a surgir profissões tradicionais, como eletricista, engenheiro, professor ou soldador, mas a influência das redes sociais aparece de forma transversal. Mesmo quando não querem ser famosos, muitos estudantes dizem ter descoberto uma profissão através de conteúdos online.</p>
<p><strong>Quando o YouTube substitui a orientação vocacional</strong></p>
<p>Desde 2021, os investigadores têm entrevistado alunos do ensino básico, médio e secundário nos Estados Unidos, e desde 2024 alargaram o trabalho à Noruega. No estudo mais recente, ouviram 80 crianças entre os sete e os 11 anos, 140 alunos do ensino médio e secundário no Wisconsin e mais de 60 crianças de idades semelhantes na Noruega.</p>
<p>As respostas mostraram semelhanças entre os dois países. Matthew Simoneau, professor da Universidade do Wisconsin e autor principal do artigo, contou no &#8216;The Conversation&#8217; que uma criança do segundo ano na Noruega desenhou um logótipo do YouTube quando lhe perguntaram o que queria ser. Quando a mesma pergunta foi feita a crianças no Wisconsin, as respostas foram muitas vezes parecidas.</p>
<p><strong>Influencer, mesmo sem saber influenciar o quê</strong></p>
<p>O detalhe mais curioso é que algumas crianças escreviam simplesmente “influencer”, sem explicar quem queriam influenciar ou sobre que tema. Para os investigadores, isso mostra que o apelo da profissão está muitas vezes menos ligado ao conteúdo e mais à imagem pública: ser visto, ser seguido, ser reconhecido.</p>
<p>Ainda assim, o contacto com redes sociais nem sempre teve efeitos negativos. Um aluno de uma zona rural, por exemplo, disse que queria ser biólogo marinho depois de ver conteúdos online, apesar de viver a mais de 2.000 quilómetros do oceano. Neste caso, a internet abriu uma janela para uma profissão que dificilmente faria parte do seu quotidiano.</p>
<p><strong>O risco de vender fama como carreira</strong></p>
<p>O problema, alertam os investigadores, é que a maioria das crianças não vê o lado menos glamoroso da profissão. A vida de influencer é apresentada como uma mistura de fama, dinheiro fácil, viagens e produtos gratuitos, mas a realidade é muito mais instável.</p>
<p>Mesmo entre os criadores de conteúdo que conseguem construir uma audiência, mais de metade dos produtores nos Estados Unidos ganha menos de 15 mil dólares por ano, cerca de 13.900 euros. Ou seja, a profissão existe, mas está longe de ser uma promessa segura de rendimento, estabilidade ou sucesso.</p>
<p><strong>As escolas estão a ficar para trás</strong></p>
<p>Para Simoneau, o estudo revela também um problema nas escolas: muitos programas de orientação vocacional continuam presos a modelos antigos. No Wisconsin, por exemplo, os estabelecimentos de ensino são obrigados a fornecer planeamento de carreira a alunos entre o sexto e o nono ano, com questionários online anuais.</p>
<p>Mas os estudantes dizem que esses programas são repetitivos, pouco úteis e desligados da realidade. Uma aluna que já tinha sido aceite num curso de enfermagem contou que o teste lhe sugeriu ser camionista. Para os investigadores, este desfasamento abre espaço para que as redes sociais preencham o vazio deixado pela escola.</p>
<p><strong>Redes sociais competem com a educação formal</strong></p>
<p>A conclusão é clara: se a escola não consegue falar de futuro numa linguagem próxima dos alunos, as redes sociais acabam por fazê-lo. TikTok, YouTube e Instagram não são apenas entretenimento; estão a moldar expectativas, referências e ambições profissionais.</p>
<p>Isso não significa que todas as crianças que querem ser influencers devam ser desencorajadas. A criação de conteúdo envolve comunicação, criatividade, edição, marketing, escrita, imagem e capacidade empresarial. Mas, para os investigadores, é essencial que os jovens compreendam também os riscos: precariedade, exposição pública, pressão psicológica, instabilidade financeira e dependência de algoritmos.</p>
<p><strong>O que os pais podem fazer</strong></p>
<p>O &#8216;Daily Mail&#8217; recorda ainda que crianças muito pequenas já usam redes sociais, o que reforça a importância do acompanhamento parental. Especialistas recomendam o uso de controlos parentais, limites de tempo de ecrã e, sobretudo, conversas abertas sobre o que os filhos veem online.</p>
<p>A recomendação mais importante talvez seja não tratar a internet apenas como ameaça ou distração. Para muitas crianças, é já o lugar onde descobrem profissões, pessoas, estilos de vida e possibilidades. O desafio é ajudá-las a separar inspiração de ilusão.</p>
<p>No fundo, a pergunta “o que queres ser quando cresceres?” continua a ser a mesma. O que mudou foi o espelho. Antes, muitas crianças olhavam para livros, televisão, família ou professores. Agora, olham para ecrãs onde pessoas aparentemente comuns parecem transformar a própria vida em profissão. E é aí que a escola e os pais terão de voltar a entrar na conversa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784936]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Fogo em área florestal de Santo Tirso mobiliza mais de 100 operacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 16:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 100 operacionais e dois meios aéreos combatem um incêndio florestal no concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, revela a página da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 100 operacionais e dois meios aéreos combatem um incêndio florestal no concelho de Santo Tirso, distrito do Porto, revela a página da Proteção Civil.</P><br />
<P>O alerta para o incêndio, que lavra na União das Freguesias de Carreira e Refojos de Riba de Ave, foi dado às 15:22, assinala a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil. </P><br />
<P>Pelas 17:45, a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) indicava que estavam 116 operacionais no terreno, apoiados por 33 veículos e dois meios aéreos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785569]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Treino de Portugal arranca com oito jogadores no ginásio, incluindo Ronaldo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 16:25:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A seleção portuguesa continuou hoje a preparar o duelo com a Espanha, dos oitavos de final do Mundial2026 de futebol, com um treino em que oito jogadores, incluindo Cristiano Ronaldo, fizeram apenas recuperação na parte inicial da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Toronto, Canadá, 04 jul 2026 (Lusa) &#8212; A seleção portuguesa continuou hoje a preparar o duelo com a Espanha, dos oitavos de final do Mundial2026 de futebol, com um treino em que oito jogadores, incluindo Cristiano Ronaldo, fizeram apenas recuperação na parte inicial da sessão.</P><br />
<P>No Centennial Park, nos arredores de Toronto, no Canadá, Portugal regressou aos treinos abertos à comunicação social, pelo menos os primeiros 15 minutos, com apenas três dos 11 jogadores que foram titulares perante a Croácia (2-1), no embate dos 16 avos de final, a subirem ao relvado.</P><br />
<P>João Cancelo, Vitinha e Bruno Fernandes fizeram os habituais exercícios de aquecimento no relvado, juntamente com os restantes convocados do selecionador Roberto Martínez, enquanto o guarda-redes Diogo Costa, Nuno Mendes, Rúben Dias, Renato Veiga, João Neves, Pedro Neto, Rafael Leão e Cristiano Ronaldo começaram a sessão no ginásio.</P><br />
<P>De acordo com a Federação Portuguesa de Futebol, era esperado que durante o treino, já sem a comunicação social no local, Roberto Martínez tivesse à sua disposição no relvado os 27 jogadores que trouxe para o Campeonato do Mundo.</P><br />
<P>Durante o período que o apronto foi aberto, com mais de mil pessoas espalhadas pelo recinto, na esperança de ver ao vivo os jogadores da seleção nacional, Ronaldo ainda saiu durante alguns segundos do ginásio para a acenar a um grupo de adeptos que estava no local com a bandeira de Portugal, mas também da Madeira.</P><br />
<P>Entre miúdos e graúdos e entre emigrantes, lusodescendentes ou habitantes locais, alguns adeptos foram percorrendo a área à volta do campo de treino, que estava vedada com uma longa tarja negra, na tentativa de arranjar um local em que fosse possível ser um pedaço do relvado.</P><br />
<P>A estratégia de uns passava por deitarem-se o máximo possível no chão para tentar arranjar uma forma de ver o treino debaixo da tarja, enquanto outros foram tentado &#8216;inventar&#8217; pirâmides humanas para observar por cima.</P><br />
<P>Por essa razão, a polícia local teve de alargar o perímetro de segurança e acabou por afastar esses adeptos das grades.</P><br />
<P>Outros adeptos preferiram manter-se numa zona com acesso visual ao autocarro que transposta a comitiva lusa, com a esperança de ver os jogadores e quem sabe ter um aceno ou até mesmo um autógrafo.</P><br />
<P>Durante a tarde, a seleção portuguesa abandona solo canadiano e viaja até a Dallas, cidade situada a cerca de 30 quilómetros de Arlington, local que vai receber o duelo ibérico dos &#8216;oitavos&#8217;.</P><br />
<P>O jogo entre Portugal e Espanha está agendado para segunda-feira no Estádio AT&amp;T, em Arlington, com início agendado para as 14:00 locais (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro com 48 seleções, decorre até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>LG/AJO // MO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785568]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>REPORTAGEM: Calor limita festejos da Independência em Washington, mas não trava onda patriótica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 16:01:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O calor extremo que atinge Washington interrompeu várias celebrações do Dia da Independência, mas não travou o patriotismo pelas ruas da capital, onde milhares de pessoas comemoram vestidas dos pés à cabeça com as cores da bandeira norte-americana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Marta Moreira, da agência Lusa, em Washington ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Washington, 04 jul 2026 (Lusa) &#8211; O calor extremo que atinge Washington interrompeu várias celebrações do Dia da Independência, mas não travou o patriotismo pelas ruas da capital, onde milhares de pessoas comemoram vestidas dos pés à cabeça com as cores da bandeira norte-americana. </P><br />
<P>De crianças a idosos, passando por animais de estimação, a indumentária de praticamente todos os que circulavam durante a manhã de hoje junto ao extenso parque do &#8216;National Mall&#8217; incluía as cores vermelho, azul e branco.</P><br />
<P>Além da paleta de cores, também não faltaram as mensagens de patriotismo: &#8220;Este é o melhor país do mundo&#8221;, &#8220;Viva a América&#8221; e &#8220;250 anos de Independência&#8221; eram algumas das palavras gravadas em camisolas e bandeiras exibidas por cidadãos orgulhosos.</P><br />
<P>A Lusa falou com norte-americanos que se deslocaram de estados como o Utah, Florida ou Michigan que disseram querer acompanhar de perto aqueles que seriam os maiores festejos do país. </P><br />
<P> No entanto, no rosto estava-lhes estampado o desespero devido ao calor impiedoso que atinge a Costa Leste e Centro-Oeste dos EUA e qualquer sombra passou a ser paragem obrigatória.</P><br />
<P>Em Washington DC, as máximas vão rondar aos 40 graus, o que levou as autoridades a tomar decisões difíceis em prol da segurança do público, como cancelar o grande desfile agendado para hoje, uma das principais atrações do dia. </P><br />
<P>Eram esperados mais de 4.000 artistas, membros de bandas, dançarinos, organizações culturais, carros alegóricos, balões gigantes e militares em representação de todos os 50 estados do país. </P><br />
<P>Seria um grande desfile patriótico, com a organização a estimar a presença de cerca de 250 mil pessoas, um número muito difícil de atingir ao longo do dia de hoje, especialmente devido à grave onda de calor.</P><br />
<P>Na sexta-feira, temperaturas semelhantes às de hoje levaram a que mais de 40 pessoas precisassem de atendimento médico na Grande Feira Estadual Americana, outro dos principais eventos das celebrações da independência na capital. </P><br />
<P>Essa mostra chegou a estar suspensa na sexta-feira, durante várias horas, devido ao calor excessivo. </P><br />
<P>Apesar da programação ter sido severamente afetada face às condições meteorológicas, parte da programação ainda se mantém, como a &#8220;Saudação à América&#8221;, um evento que contará com um longo discurso do próprio Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. </P><br />
<P>Também o tradicional espetáculo de fogo de artifício continua agendado para o final da noite, naquele que promete ser o maior espetáculo pirotécnico da história norte-americana. </P><br />
<P>O feriado de 04 de julho nos EUA é tradicionalmente caracterizado por muitas atividades ao ar livre &#8211; com churrascos em jardins e parques, desfiles comunitários e fogos de artifício à noite. E, por isso, milhões de norte-americanos não terão o fim de semana que esperavam devido às elevadas temperaturas. </P><br />
<P>Mais de 165 milhões de pessoas estão a ser afetadas por temperaturas recorde no país, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia. </P><br />
<P>Também em Filadélfia, onde a Declaração de Independência foi assinada, o calor extremo levou os organizadores a cancelar o grande  desfile que estava programado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785567]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Apocalipse com interiores de luxo: os bunkers subterrâneos onde os ricos querem sobreviver ao fim do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 16:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Apocalipse]]></category>
		<category><![CDATA[bunkers]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[Há quem prepare o fim do mundo com enlatados, garrafões de água e uma lanterna. E há quem o faça com bunkers subterrâneos do tamanho de hangares, quartos privados, zonas comuns, árvores artificiais, entre outros luxos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem prepare o fim do mundo com enlatados, garrafões de água e uma lanterna. E há quem o faça com bunkers subterrâneos do tamanho de hangares, quartos privados, zonas comuns, árvores artificiais, iluminação que imita o ciclo do dia e da noite e acabamentos comparáveis aos de um jato privado.</p>
<p>Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, o arquiteto britânico Philip Pauley tem trabalhado no desenho de estruturas subterrâneas pensadas para resistir a cenários extremos, de guerra nuclear a pandemias, impactos de asteroides, colapso climático ou falência do sistema alimentar global. Os clientes, diz, incluem governos, estruturas militares e indivíduos de elevado património.</p>
<p>Pauley apresenta-se como “arquiteto de resiliência operacional” e fundou a Pauley Interactive, uma consultora ligada a tecnologias imersivas. O seu percurso passou por aconselhamento a estruturas estratégicas da Marinha dos Estados Unidos e por parcerias com a BAE Systems, uma das maiores empresas de defesa do mundo.</p>
<p><strong>Não basta sobreviver três meses</strong></p>
<p>O problema, na sua perspetiva, é que muitos bunkers atualmente projetados pensam a sobrevivência em termos demasiado curtos. Alguns sistemas, diz, estão desenhados para aguentar apenas três meses; outros, no limite, talvez um ano. Para Pauley, isso pode não chegar.</p>
<p>O arquiteto defende que certos cenários obrigam a pensar em anos de permanência debaixo da terra. Se um asteroide de grandes dimensões atingisse o planeta, argumenta, a superfície poderia ficar imprópria para a vida durante uma década ou mais. A lista de ameaças que apresenta inclui ainda guerra termonuclear, uma nova pandemia mutante, alterações climáticas fora de controlo e o colapso das cadeias alimentares.</p>
<p><strong>Mundos fechados debaixo da terra</strong></p>
<p>A ambição é construir sistemas de “ciclo fechado”, capazes de manter pessoas vivas durante longos períodos sem depender continuamente do exterior. Na prática, isso significa replicar alguns processos essenciais da Terra dentro de uma estrutura subterrânea: produção de alimentos, reciclagem de água, filtragem de ar, controlo de dióxido de carbono, gestão de resíduos e estabilidade psicológica.</p>
<p>A comparação mais próxima seria a Estação Espacial Internacional, mas mesmo esse exemplo não é totalmente fechado: continua a precisar de abastecimento vindo do exterior e de remoção de resíduos. O objetivo de Pauley é mais radical: habitats subterrâneos que consigam funcionar durante anos, quase como pequenos ecossistemas artificiais.</p>
<p><strong>O luxo como ferramenta de sobrevivência</strong></p>
<p>A palavra “bunker” ainda evoca corredores de betão, beliches metálicos e comida enlatada. Mas os projetos dirigidos aos super-ricos seguem outra lógica. Pauley descreve espaços “opulentos e acolhedores”, com ambientes brancos e luminosos, vegetação, zonas de convívio, quartos privados e janelas artificiais capazes de simular paisagens exteriores.</p>
<p>A preocupação não é apenas estética. Viver anos sem acesso à superfície pode ter efeitos psicológicos profundos. Por isso, estes espaços tentam reduzir a sensação de confinamento, criando ambientes que imitam luz natural, ciclos de dia e noite e alguma ligação visual ao mundo exterior, mesmo que essa ligação seja fabricada por ecrãs.</p>
<p><strong>Peixe, plantas e uma dieta pouco glamorosa</strong></p>
<p>Apesar do luxo, o menu do apocalipse dificilmente será de estrela Michelin. Para prolongar a autonomia, os bunkers podem incluir hortas hidropónicas e sistemas de aquaponia, onde plantas e peixes fazem parte do mesmo circuito produtivo. Pauley fala ainda em grandes tanques de peixe com espécies comestíveis, combinados com sistemas de reciclagem e purificação.</p>
<p>Mesmo assim, o arquiteto admite que quem quiser sobreviver durante anos terá de abdicar de muita coisa. Sem criação animal convencional, a dieta tenderá a ser maioritariamente vegetariana, complementada por peixe, proteína de inseto e micoproteína, o tipo de proteína produzida a partir de fungos e usada em produtos como o Quorn.</p>
<p><strong>Centenas de milhões sob segredo</strong></p>
<p>Este tipo de construção não está ao alcance da maioria. Segundo o &#8216;Daily Mail&#8217;, os projetos podem custar centenas de milhões antes sequer de serem equipados, e são desenvolvidos sob forte sigilo. Os clientes não querem publicidade, mapas ou fotografias dos locais onde planeiam esconder-se quando tudo correr mal.</p>
<p>Pauley garante que há muita atividade neste setor, mas para um grupo muito restrito. Na sua descrição, há vários projetos em curso, embora os detalhes permaneçam protegidos por confidencialidade. A sobrevivência de luxo, por enquanto, continua reservada a militares, governos e uma elite económica capaz de tratar o fim do mundo como mais um investimento imobiliário.</p>
<p><strong>Uma “arca de Noé” para poucos</strong></p>
<p>O próprio arquiteto admite que não é realista construir bunkers capazes de abrigar toda a humanidade, ou sequer um país inteiro. A sua ideia é mais limitada e mais inquietante: criar uma espécie de “banco de sementes humano”, um grupo capaz de permanecer protegido até que as condições à superfície voltem a ser habitáveis.</p>
<p>A metáfora que usa é a da semente: pode ficar inativa durante anos e voltar a germinar quando o ambiente permite. Aplicada à humanidade, a imagem é poderosa, mas também incómoda. Quem entraria nesse “banco de sementes”? Quem ficaria de fora? E quem decidiria?</p>
<p><strong>Preparação ou paranoia?</strong></p>
<p>Pauley insiste que isto não é alarmismo, mas preparação. Aponta para asteroides monitorizados, tensões geopolíticas, risco nuclear, pandemias e instabilidade climática como sinais de que o planeta não está a tornar-se mais previsível. Para ele, pensar em soluções de longo prazo é uma forma de responsabilidade.</p>
<p>Mas a história também expõe uma desigualdade difícil de ignorar. Enquanto a maioria das pessoas lida com inflação, habitação, energia e saúde, uma minoria ultrarrica prepara refúgios subterrâneos com orçamentos de centenas de milhões. No fim do mundo, até a sobrevivência pode ter classe executiva.</p>
<p>E talvez seja essa a imagem mais perturbadora: se a superfície se tornar inabitável, alguns imaginam um futuro debaixo da terra com árvores artificiais, luz simulada e tanques de peixe. Não é exatamente esperança. É o apocalipse com interiores de luxo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784939]]></sapo:autor>
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		<title>Líderes da UE destacam &#8220;amizade duradoura&#8221; com EUA no seu 250.º aniversário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:55:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes da União Europeia (UE) destacaram hoje a "amizade duradoura" entre o bloco comunitário e os Estados Unidos da América (EUA), ao celebrarem o 250.º aniversário da independência da nação norte-americana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os líderes da União Europeia (UE) destacaram hoje a &#8220;amizade duradoura&#8221; entre o bloco comunitário e os Estados Unidos da América (EUA), ao celebrarem o 250.º aniversário da independência da nação norte-americana.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, juntamo-nos aos nossos amigos estado-unidenses para celebração os 250 anos de independência (&#8230;). A Estátua da Liberdade continua a ser o símbolo perdurável dessa amizade duradoura. Por isso que, esta noite, os fogos de artifício iluminarão os céus de ambos os lados do Atlântico&#8221;, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, através de uma mensagem nas redes sociais.</P><br />
<P>A líder europeia insistiu que, durante 250 anos, a parceria transatlântica foi forjada em torno dos valores partilhados e laços familiares, &#8220;e, por vezes, foi fortalecida por uma imensa coragem e vidas perdidas em defesa da liberdade&#8221;.</P><br />
<P>O presidente do Conselho Europeu, António Costa, celebrou também &#8220;não só o percurso extraordinário dos Estados Unidos, mas também a amizade duradoura, o património partilhado e os valores comuns que uniram os povos e fortaleceram a parceria transatlântica ao longo de décadas&#8221;.</P><br />
<P>O líder português manifestou o seu desejo de &#8220;continuar a aprofundar o vínculo duradouro e a trabalhar em conjunto pela paz, prosperidade e bem-estar de todos os americanos e europeus de ambos os lados do Atlântico&#8221;.</P><br />
<P>Por fim, a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, publicou um vídeo da sua participação na celebração do aniversário da independência dos EUA em Bruxelas, no passado domingo, acrescentando uma mensagem que incentivava todos a brindar &#8220;aos próximos 250 anos&#8221;.</P><br />
<P>O embaixador dos EUA na Bélgica, Bill White, organizou no passado domingo uma festa no Parque do Cinquentenário, em Bruxelas, para celebrar antecipadamente o Dia da Independência, que se comemora anualmente no dia 04 de julho.</P><br />
<P>O evento, que gerou controvérsia devido, entre outras razões, à privatização de um espaço verde público durante uma onda de calor, contou com a presença de cerca de 5.000 convidados, entre os quais se destacou a ausência de Ursula von der Leyen e de António Costa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785566]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: &#8220;Mundo precisa de liderança que garanta a liberdade e a vida&#8221; &#8211; Zelensky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:53:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, agradeceu hoje aos EUA pelo apoio militar na guerra contra a Rússia e afirmou que o mundo precisa de uma liderança que garanta a proteção da liberdade e da vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, agradeceu hoje aos EUA pelo apoio militar na guerra contra a Rússia e afirmou que o mundo precisa de uma liderança que garanta a proteção da liberdade e da vida.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada nas suas redes sociais, Zelensky recordou que hoje se comemora o 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos, &#8220;um dos sonhos mais brilhantes, fortes e influentes da humanidade: o de uma nação independente, livre e próspera que defende a liberdade das pessoas, a fé e a busca da felicidade&#8221;.</P><br />
<P>Esse sonho, disse, ajudou outras nações a &#8220;manterem-se firmes e a serem livres&#8221;.</P><br />
<P>Especialmente no século XX, afirmou, quando os EUA ajudaram, durante a Segunda Guerra Mundial, a salvar o mundo &#8220;do domínio dos tiranos e construíram as alianças e parcerias que, pela primeira vez, proporcionaram a grande parte da humanidade uma paz duradoura e a oportunidade de se desenvolver em liberdade&#8221;.</P><br />
<P>Agora, no século XXI, afirmou Zelensky, &#8220;a influência e a importância dos Estados Unidos certamente não são menores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E vemos isso com especial clareza na Ucrânia, que luta pela sua independência, pela sua liberdade e pelo direito do nosso povo à felicidade com praticamente a mesma esperança, o mesmo propósito e a mesma determinação com que os norte-americanos conquistaram e defenderam a sua própria independência&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>E prosseguiu: &#8220;Valorizamos profundamente o apoio dos Estados Unidos, especialmente agora, durante a guerra em grande escala da Rússia contra a Ucrânia&#8221;.</P><br />
<P>O presidente ucraniano acrescentou que as armas norte-americanas &#8212; desde os mísseis antitanque Javelin, no início da guerra, até aos sistemas de defesa antiaérea Patriot, posteriormente &#8212; ajudaram a Ucrânia a defender-se contra o país invasor.</P><br />
<P>&#8220;Quando pedimos aos Estados Unidos os sistemas Patriot, acreditamos que os valores de respeito pela vida e pelas pessoas que prevaleceram há 250 anos voltarão a prevalecer hoje. O mundo precisa de uma liderança que garanta a proteção da liberdade e da vida&#8221;, enfatizou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785565]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: Médico francês dado como curado teve alta hospitalar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:45:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O paciente que registou o primeiro caso de Ébola identificado em França está curado e já saiu do hospital, anunciou hoje a ministra da Saúde francesa Stéphanie Rist em comunicado, adiantou a AFP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O paciente que registou o primeiro caso de Ébola identificado em França está curado e já saiu do hospital, anunciou hoje a ministra da Saúde francesa Stéphanie Rist em comunicado, adiantou a AFP.</P><br />
<P>O médico humanitário, que chegou a França a 23 de junho proveniente da República Democrática do Congo (RDCongo), atualmente a enfrentar uma grave epidemia do vírus, &#8220;saiu hoje do estabelecimento de saúde onde estava a receber tratamento&#8221;, segundo o comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Apresentando apenas sintomas leves&#8221;, o paciente foi alvo de tratamento médico e de um &#8220;acompanhamento rigoroso&#8221; e pôde &#8220;regressar a casa em toda a segurança&#8221;, precisou a informação do Governo.</P><br />
<P>O doente foi atendido imediatamente após a sua chegada ao território francês e transferido para um centro hospitalar especializado em doenças infecciosas de elevada transmissibilidade, segundo as autoridades sanitárias, num comunicado divulgado em junho, à chegada do doente.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde sublinhou na altura que os protocolos de segurança sanitária foram ativados de imediato, incluindo o isolamento do doente e o seu transporte em condições controladas, com o objetivo de evitar qualquer risco de contágio.</P><br />
<P>O número de mortos por Ébola no leste da República Democrática do Congo subiu para 438 e o de casos confirmados para 1.406, segundo dados do Governo divulgados na quinta-feira, com dados compilados até 30 de junho, que indicavam ainda que a taxa de letalidade está atualmente nos 31,2%, com 609 doentes em isolamento ou hospitalizados.</P><br />
<P>O surto do vírus Ébola foi oficialmente declarado a 15 de maio em Ituri &#8212; província que faz fronteira com o Uganda e o Sudão do Sul, mas alastrou-se às províncias congolesas do leste do Kivu do Norte e do Kivu do Sul.</P><br />
<P>A epidemia chegou ao Uganda, onde foram detetadas 20 infeções, entre as quais, 15 casos considerados como tendo origem na RDCongo, resultando em duas mortes.</P><br />
<P>A epidemia envolve a estirpe Bundibugyo, que apresenta uma taxa de mortalidade entre os 30% e os 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).</P><br />
<P>A OMS avaliou o risco de propagação na África Subsariana como elevado, ao mesmo tempo que considera baixo o risco global.</P><br />
<P>Esta agência da ONU admitiu que o vírus tenha começado a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração do surto e, a 17 de maio, classificou a epidemia como uma &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;.</P><br />
<P>Trata-se da terceira pior epidemia de Ébola registada até à data.</P><br />
<P>Os surtos mais graves ocorreram na região da África Ocidental entre 2014 e 2016 &#8212; causando aproximadamente 11 mil mortes e 28 mil infeções.</P><br />
<P>No leste do Congo, entre 2018 e 2020, o surto de Ébola resultou em 2.299 mortes e 3.481 casos.</P><br />
<P>O vírus Ébola transmite-se através do contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou de animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragia interna. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785564]]></sapo:autor>
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		<title>Atualização do Registo Nacional de Utentes abrangerá cerca de 20 milhões de registos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:45:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) vai atualizar o Registo Nacional de Utentes (RNU), um processo faseado com novas regras que começam a ser aplicadas hoje e deverão abranger cerca de 20 milhões de registos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) vai atualizar o Registo Nacional de Utentes (RNU), um processo faseado com novas regras que começam a ser aplicadas hoje e deverão abranger cerca de 20 milhões de registos.</P><br />
<P>Num comunicado enviado à agência Lusa, a tutela descreve que este processo, da responsabilidade da ACSS, será feito em articulação com os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), consistindo na aplicação das regras de organização e gestão do RNU do Serviço Nacional de Saúde (SNS) definidas desde 2017, o que na prática significa uma rearrumação e atualização do registo.</P><br />
<P>A operação decorrerá ao longo de todo o mês de julho de forma faseada.</P><br />
<P>Vai abranger a totalidade dos registos administrativos existentes no RNU, ou seja cerca de 20 milhões de registos administrativos, incluindo os óbitos registados em plataformas nacionais.</P><br />
<P>Estes não serão eliminados deste sistema &#8220;por questões de consistência das diferentes bases de dados do SNS&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este processo garante a melhoria da organização e da qualidade dos registos administrativos, a nível nacional, reforçando a informação do sistema. Desta forma, vai ser possível otimizar a capacidade assistencial existente para satisfazer as necessidades dos utentes do SNS, nomeadamente, tornando o processo de atribuição de médico de família mais rápido e eficaz&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>Já na secção &#8216;Perguntas e Respostas&#8217; sobre este processo, entre outras vantagens, é referido que esta atualização permitirá &#8220;a melhoria do processo de atribuição e manutenção de médico de família&#8221;, o que na prática pode significar conseguir vagas para utentes atualmente a descoberto.</P><br />
<P>A tutela garante que &#8220;não há perda de acesso a cuidados&#8221; e esta &#8220;medida apenas permite atualizar listas que não refletem a realidade, garantindo que médicos de família acompanham efetivamente quem necessita de cuidados regulares&#8221;.</P><br />
<P>Com este processo, o RNU passa a utilizar cinco classificações: o &#8220;registo atualizado&#8221; que contém todos os dados obrigatórios e é elegível para inscrição e médico de família, o &#8220;registo atualizado não residente&#8221; que contém todos dados obrigatórios, mas o utente, cidadão de nacionalidade portuguesa sem residência em Portugal será elegível apenas para inscrição.</P><br />
<P>Já as categorias &#8220;registo em curso&#8221; e &#8220;registo incompleto&#8221; não são elegíveis para inscrição e o &#8220;registo em histórico&#8221; será para cidadãos falecidos previamente registados no RNU.</P><br />
<P>A este propósito, o Jornal de Notícias escreve hoje que ter um médico de família passará a depender de três condições: existir vaga na unidade de saúde, o utente ter um registo atualizado no RNU e ter recorrido ao SNS nos últimos cinco anos.</P><br />
<P>Logo os utentes que não contactarem o SNS durante esse prazo podem perder o médico de família, mas a ACSS garante que estes não perdem o acesso ao SNS.</P><br />
<P>&#8220;Os cidadãos nacionais que têm morada de residência no estrangeiro deixam de ter acesso ao SNS? Não. A nova tipologia &#8216;registo atualizado não residente&#8217; permite melhorar a classificação administrativa e gestão no RNU (&#8230;), identificando os cidadãos nacionais que não têm morada de residência em Portugal, sem retirar os direitos de acesso aos cuidados de saúde previstos na lei e sem retirar a cobertura financeira&#8221;, lê-se no ponto 12 da secção &#8216;Perguntas e Respostas&#8217; sobre este tema.</P><br />
<P>Sendo reforçado: &#8220;Mesmo sem residência em Portugal, continuam a beneficiar da cobertura financeira assegurada pelo SNS, apesar de deixarem de estar elegíveis para manutenção ou atribuição de médico de família&#8221;.</P><br />
<P>É também vincado que o facto de perder inscrição nos Cuidados de Saúde Primários &#8220;em nenhum momento condiciona o acesso aos cuidados de saúde prestados pelo SNS&#8221;, contudo, caso não tenha &#8220;registo atualizado&#8221;, os encargos financeiros decorrentes da prestação de cuidados serão assumidos pelo próprio utente ou por uma terceira entidade responsável pelos encargos, ou seja seguros ou outros acordos.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo não é retirar médico de família, antes garantir que as listas de utentes com médico de família ou a aguardar a atribuição de médico de família refletem efetivamente a população elegível, ou seja, os utentes que têm a tipologia de &#8216;registo atualizado&#8217; no RNU. Esta atualização dos registos administrativos permitirá uma gestão mais eficiente das vagas existentes e uma otimização da capacidade assistencial existente para satisfazer as necessidades dos utentes do SNS&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Os resultados globais deverão ser divulgados após a conclusão deste processo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785563]]></sapo:autor>
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		<title>Wimbledon: Serena Williams desiste de pares devido a uma lesão no joelho</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Serena Williams, a lendária norte-americana que regressou ao ténis profissional aos 44 anos, anunciou hoje que não vai competir em pares em Wimbledon ao lado da irmã Venus, devido a uma lesão no joelho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Serena Williams, a lendária norte-americana que regressou ao ténis profissional aos 44 anos, anunciou hoje que não vai competir em pares em Wimbledon ao lado da irmã Venus, devido a uma lesão no joelho. </P><br />
<P>&#8220;Estou de coração partido por ter de desistir dos pares. Regressar à competição foi uma dádiva e a oportunidade de jogar, uma vez mais, com a Venus Williams significava tudo para mim. Fiz tudo ao meu alcance para estar pronta, mas infelizmente o meu joelho não está preparado para competir&#8221;, escreveu nas suas contas nas redes sociais.</P><br />
<P>Quase quatro anos depois de ter terminado a sua carreira, a jogadora mais titulada em torneios do Grand Slam na Era Open, com 23 cetros, regressou ao ténis profissional aos 44 anos, para disputar pares no torneio de Queen&#8217;s, tendo recebido um convite para os singulares em Wimbledon.</P><br />
<P>Em singulares, a melhor tenista deste século caiu logo à primeira do All England Club, ao perder em três sets com a australiana Maya Joint.</P><br />
<P>&#8220;Estou muito grata ao diretor, Jamie Baker, e a toda a equipa do torneio por me terem dado todas as oportunidades para jogar aqui. Obrigada a todos os fãs pelo apoio incrível e por terem tornado este regresso tão significativo&#8221;, acrescentou a norte-americana. </P><br />
<P>Serena Williams encerrou a sua carreira profissional com 73 títulos de singulares, 23 de pares e dois de pares mistos.</P><br />
<P>Ao lado da irmã Venus conquistou 14 títulos de pares em &#8216;majors&#8217;, sendo a única tenista a ter completado o &#8216;Golden Grand Slam&#8217; em singulares &#8211; foi campeã olímpica em Londres2012 &#8211; e pares, ao somar três títulos olímpicos em parceria com a outra Williams.</P><br />
<P>Na publicação em que anuncia a desistência dos pares, Serena revelou várias fotos de seringas, especificando que se trata de líquido retirado do joelho após o seu encontro de singulares.</P></p>
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		<title>Mundial2026: Nélson Semedo fala em final antecipada e rejeita favoritismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** António João Oliveira e Luís Garoupa, enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** António João Oliveira e Luís Garoupa, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Toronto, Canadá, 04 jul 2026 (Lusa) &#8212; O defesa Nélson Semedo afirmou hoje que o jogo entre Portugal e Espanha, dos oitavos de final do Mundial2026 de futebol, é uma final antecipada entre duas seleções que podem estar no jogo decisivo e rejeitou favoritismos.</P><br />
<P>&#8220;As críticas vão sempre existir, o mais importante é sermos autocríticos e sabermos o que temos de melhorar. Só assim vamos ser melhores como equipa. Tirámos muitas coisas boas do jogo, mas o próximo é muito complicado, diria uma final antecipada porque são duas equipas que podiam estar na final. Vai ser um jogo bonito&#8221;, disse, numa zona mista realizada no Centennial Park, um recinto localizado a 20 quilómetros do centro de Toronto, no Canadá.</P><br />
<P>O lateral direito garante que a equipa das &#8216;quinas&#8217; está confiante para o duelo com a Espanha, adversário que Portugal bateu na final da Liga das Nações de 2025, no desempate por penáltis, mas frisa que não existe favorito.</P><br />
<P>&#8220;Acho que não haverá favoritismo, são duas equipas muito boas, com muita qualidade. No último ganhámos nos penáltis e esperamos que se possa repetir o mesmo resultado, mesmo que tenhamos de sofrer&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Semedo, de 32 anos, que alinha dos turcos do Fenerbahçe, garante que está pronto a ajudar a seleção portuguesa, seja de que maneira for, salientando que o objetivo é vencer para continuar em prova.</P><br />
<P>&#8220;Temos muita confiança, temos um plantel bom e vamos enfrentar um rival forte. Sabemos o que temos de melhorar, os erros que temos de corrigir e estamos muito confiantes&#8221;, disse.</P><br />
<P>Nélson Semedo quer a equipa a &#8220;pensar jogo a jogo&#8221;, lembrando que no Mundial é preciso manter &#8220;os pés bem assentes no chão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Muitas equipas eram mais pequenas e conseguiram dar passos grandes, por isso é levar jogo a jogo&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O defesa deixou ainda elogios a Lamine Yamal, mas realçou que Portugal não se pode focar apenas no extremo do FC Barcelona, pois existem outros perigos do outro lado, apesar de destacar também a qualidade lusa.</P><br />
<P>&#8220;Lamine é grande jogador, mas se nos focamos só nele vamos ter problemas. Temos de estar em alerta com todos os jogadores, mas temos de focar em nós. Saber o que temos de fazer, com ideias claras e dar tudo de nós. Só assim é possível passar a Espanha&#8221;, explicou.</P><br />
<P>A terminar, Nélson Semedo falou também sobre as suas raízes cabo-verdianas e o desempenho da seleção africana, que foi eliminada do Mundial pela campeão mundial Argentina, na sexta-feira, ao ser derrotada por 3-2, após prolongamento, nos 16 avos de final.</P><br />
<P>&#8220;Acompanhei o torneio de Cabo Verde e, independentemente do resultado da véspera, acho que venceu. Fez uma grande campanha. É um país pequeno, mas com uma qualidade enorme. Fico feliz e dou os parabéns&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O jogo entre Portugal e Espanha está agendado para segunda-feira no Estádio AT&amp;T, em Arlington, com início agendado para as 14:00 locais (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro com 48 seleções, decorre até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>AJO/LG // MO</P></p>
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