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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2026 05:00:10 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Fitch revê em baixa previsão para vendas de habitação nova na China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:00:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fitch Ratings reviu em baixa a previsão para as vendas de habitação nova na China em 2026, estimando uma queda entre 11% e 13%, devido à "persistente fraqueza nas cidades de menor dimensão".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Fitch Ratings reviu em baixa a previsão para as vendas de habitação nova na China em 2026, estimando uma queda entre 11% e 13%, devido à &#8220;persistente fraqueza nas cidades de menor dimensão&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a agência de notação financeira, a revisão reflete a persistente debilidade do mercado imobiliário nas cidades de menor dimensão, que continua a anular a recuperação observada num número reduzido de mercados mais fortes. </P><br />
<P>A Fitch aponta ainda para um aumento da procura de habitação usada, sobretudo nas cidades de maior dimensão, em detrimento das casas novas, devido a &#8220;uma maior parcela da procura habitacional estar a ser absorvida pelas transações de habitação existente&#8221;.</P><br />
<P>A anterior previsão apontava para uma quebra entre 7% e 8%.</P><br />
<P>Apesar da revisão, a agência considera que a contração será menos acentuada do que em 2025 e prevê uma nova moderação da queda em 2027, apoiada na continuidade das medidas de estímulo e numa &#8220;melhoria gradual da confiança&#8221;, liderada pelas cidades de primeira linha.</P><br />
<P>A Fitch assinala que a descida dos preços da habitação usada abrandou desde o início do ano nas 70 maiores cidades chinesas e que a diferença entre a evolução dos preços da habitação nova e usada também diminuiu, sinalizando &#8220;menos vendas motivadas pelo pânico&#8221; no mercado de habitação usada.</P><br />
<P>A recuperação, contudo, permanece desigual. Xangai continua a apresentar o mercado residencial mais resiliente entre as cidades de primeira linha desde o início da crise imobiliária, na segunda metade de 2021, seguida por Pequim e Shenzhen, enquanto Cantão enfrenta maiores dificuldades devido à maior oferta de terrenos.</P><br />
<P>Segundo a agência, esta polarização levou muitas promotoras imobiliárias classificadas pela Fitch a abandonarem cidades mais fracas para concentrarem a atividade em 10 a 15 mercados considerados estratégicos, onde a oferta e a procura estão mais equilibradas.</P><br />
<P>A Fitch acrescenta que todas as promotoras estatais classificadas pela agência que divulgam dados mensais registaram crescimento das vendas nos primeiros cinco meses do ano, com exceção da Yuexiu Property, cuja quebra deverá, ainda assim, atenuar-se ao longo do segundo semestre.</P><br />
<P>A agência prevê igualmente que as margens de lucro do setor permaneçam sob pressão em 2026, devido à necessidade de escoar projetos desenvolvidos em terrenos adquiridos nos anos de maior expansão do mercado, antecipando uma recuperação gradual apenas nos próximos anos.</P><br />
<P>O fluxo de caixa operacional deverá estabilizar com a recuperação das vendas e uma política mais prudente de aquisição de terrenos, aponta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783413]]></sapo:autor>
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		<title>Atenção contribuintes: Hoje é o último dia para entregar o IRS (e evitar coimas)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 05:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os contribuintes portugueses têm até ao final do dia para entregar a declaração de IRS relativa aos rendimentos obtidos em 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os contribuintes portugueses têm até ao final do dia para entregar a declaração de IRS relativa aos rendimentos obtidos em 2025. O prazo legal termina esta terça-feira, 30 de junho, e o incumprimento desta obrigação fiscal pode resultar em coimas, atrasos nos reembolsos e até na perda de alguns benefícios fiscais e apoios sociais.</p>
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<div id="brxe-titetb" class="brxe-post-content">
<p>A entrega da declaração Modelo 3 decorre desde 1 de abril e deve ser efetuada exclusivamente através do Portal das Finanças. Com a data limite a hotas do fim, a Autoridade Tributária recomenda que os contribuintes confirmem cuidadosamente todos os dados antes da submissão para evitar erros e eventuais correções posteriores.</p>
<p><strong>Último dia para entregar a declaração</strong><br />
A campanha do IRS de 2026 entra agora na sua fase decisiva. Até ao final do dia, os contribuintes obrigados à entrega da declaração devem submeter a respetiva Modelo 3 referente aos rendimentos de 2025.</p>
<p>A declaração encontra-se disponível no Portal das Finanças e surge frequentemente pré-preenchida pela Autoridade Tributária. Ainda assim, é responsabilidade do contribuinte verificar se os rendimentos, deduções, composição do agregado familiar, IBAN e restantes elementos estão corretos antes da validação final.</p>
<p>O cumprimento do prazo permite evitar penalizações e garante um processamento mais célere do eventual reembolso ou do imposto a pagar.</p>
<p><strong>Quem pode estar dispensado da entrega?</strong><br />
Nem todos os contribuintes estão obrigados a entregar declaração de IRS.</p>
<p>A legislação prevê situações de dispensa para rendimentos provenientes de trabalho dependente ou pensões inferiores a 8.500 euros, desde que não tenha existido retenção na fonte de IRS.</p>
<p>Também podem estar dispensados contribuintes com rendimentos sujeitos a taxas liberatórias sem opção pelo englobamento e pessoas que tenham obtido rendimentos através de ato isolado de valor inferior a 2.090 euros, equivalente a quatro vezes o Indexante dos Apoios Sociais em vigor para 2025.</p>
<p>Ainda assim, mesmo nos casos de dispensa, pode ser vantajoso apresentar a declaração se existir imposto a recuperar.</p>
<p><strong>O que acontece se o IRS for entregue fora do prazo?</strong><br />
A entrega tardia da declaração constitui uma infração tributária e pode dar origem à aplicação de coimas por parte da Autoridade Tributária.</p>
<p>A legislação prevê uma moldura sancionatória que varia entre 150 euros e 3.750 euros para os casos de atraso na entrega da declaração.</p>
<p>No entanto, quando o contribuinte regulariza voluntariamente a situação antes da instauração de um processo de contraordenação, a lei admite uma redução significativa da penalização.</p>
<p>Segundo as regras em vigor, a coima pode ser reduzida para 12,5% do valor mínimo legal, desde que sejam cumpridos os requisitos previstos no Regime Geral das Infrações Tributárias. Nestas situações, o valor a pagar não poderá ser inferior a 25 euros.</p>
<p><strong>Atrasos podem originar processos de contraordenação</strong><br />
Quando a obrigação fiscal não é regularizada ou quando a coima reduzida não é paga dentro dos prazos estabelecidos, a Autoridade Tributária pode avançar com um processo de contraordenação.</p>
<p>Nessa fase, o contribuinte é notificado para apresentar defesa, solicitar eventual atenuação especial da coima, pedir dispensa da penalização ou efetuar o respetivo pagamento.</p>
<p>As coimas devem ser liquidadas numa única prestação, dentro do prazo indicado na nota de cobrança emitida pelas Finanças.</p>
<p>O pagamento pode ser efetuado através do multibanco, homebanking ou nos serviços de atendimento da Autoridade Tributária.</p>
<p>Caso o montante não seja pago, poderá ser desencadeado um processo de cobrança coerciva.</p>
<p><strong>Reembolso pode atrasar ou ser reduzido</strong><br />
Uma das consequências mais frequentes da entrega fora de prazo prende-se com o atraso no processamento do reembolso.</p>
<p>Embora o contribuinte mantenha o direito ao eventual valor a receber, a análise da declaração deixa de seguir os prazos normais de processamento.</p>
<p>Além disso, a existência de coimas poderá reduzir o valor líquido do reembolso ou, em determinadas situações, absorver parte significativa da quantia que seria devolvida ao contribuinte.</p>
<p><strong>Casais perdem possibilidade de tributação conjunta</strong><br />
A legislação prevê igualmente consequências específicas para contribuintes casados ou que vivam em união de facto.</p>
<p>Quando a declaração é submetida após 30 de junho, deixa de ser possível optar pela tributação conjunta, obrigando cada elemento do casal a apresentar os seus rendimentos de forma autónoma.</p>
<p>Esta alteração pode traduzir-se numa carga fiscal superior para alguns agregados familiares.</p>
<p><strong>Benefícios e apoios sociais também podem ser afetados</strong><br />
As consequências do atraso não se limitam às coimas.</p>
<p>A entrega tardia do IRS pode comprometer o acesso a determinados apoios sociais que exigem a apresentação da nota de liquidação do imposto.</p>
<p>Entre os exemplos encontram-se programas de apoio à habitação e outros mecanismos de apoio público cuja atribuição depende da situação fiscal devidamente regularizada.</p>
<p>O atraso pode igualmente afetar benefícios relacionados com o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e impedir o acesso a determinadas vantagens fiscais atribuídas pelos municípios.</p>
<p>Alguns contribuintes podem ainda perder o benefício correspondente à participação variável no IRS definida pela respetiva autarquia, que pode atingir até 5% da coleta municipal.</p>
<p><strong>Atenção aos erros na declaração</strong><br />
Além do incumprimento dos prazos, os contribuintes devem assegurar que toda a informação prestada está correta.</p>
<p>Caso a Autoridade Tributária detete erros, omissões ou inexatidões relevantes na declaração, as coimas podem ser substancialmente superiores.</p>
<p>Nestes casos, as penalizações podem variar entre 375 euros e 22.500 euros, dependendo da gravidade da situação e das circunstâncias concretas.</p>
<p><strong>IRS automático não dispensa verificação</strong><br />
Os contribuintes abrangidos pelo IRS automático devem igualmente estar atentos.</p>
<p>Mesmo que não intervenham ativamente no processo, a declaração será considerada entregue automaticamente a 30 de junho.</p>
<p>No entanto, a falta de validação prévia pode impedir a correção de erros ou omissões que acabem por influenciar o valor final do imposto a pagar ou do reembolso a receber.</p>
<p>Por esse motivo, recomenda-se a verificação cuidadosa de todos os elementos antes do encerramento da campanha.</p>
<p><strong>Ainda é possível evitar penalizações</strong><br />
Para quem ainda não submeteu a declaração, a recomendação é simples: entregar o IRS o mais rapidamente possível.</p>
<p>A regularização voluntária antes da atuação da Autoridade Tributária pode permitir beneficiar dos mecanismos legais de redução de coimas e minimizar os impactos financeiros do atraso.</p>
<p>Os contribuintes que necessitem de apoio podem recorrer aos Espaços Cidadão, aos serviços das Finanças ou a juntas de freguesia que disponibilizam assistência no preenchimento e submissão da declaração.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781294]]></sapo:autor>
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		<title>Investimento de residentes de Macau em títulos lusófonos cresce 12% em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os investimentos dos residentes de Macau em títulos emitidos por entidades em Portugal e no Brasil aumentaram 12,1% em 2025, para 1,1 mil milhões de patacas (116,5 milhões de euros)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os investimentos dos residentes de Macau em títulos emitidos por entidades em Portugal e no Brasil aumentaram 12,1% em 2025, para 1,1 mil milhões de patacas (116,5 milhões de euros)</P><br />
<P>Segundo dados da Autoridade Monetária de Macau (AMCM), no conjunto, os investimentos externos dos residentes de Macau &#8212; incluindo indivíduos, Governo e outras entidades, mas excluindo as reservas cambiais da Região Administrativa Especial &#8212; atingiram 1,3 biliões de patacas (148,1 mil milhões de euros) no final de 2025, mais 6,3% face a junho e 16,1% em relação ao final de 2024.</P><br />
<P>Entre os componentes da carteira, os títulos representativos de capital somaram 354,8 mil milhões de patacas (37,6 mil milhões de euros), as obrigações a longo prazo 871,3 mil milhões (92,3 mil milhões de euros) e as obrigações a curto prazo 171,9 mil milhões (18,2 mil milhões de euros), traduzindo aumentos de 12,1%, 16,1% e 25,4%, respetivamente, face a 2024.</P><br />
<P>A região asiática manteve a maior fatia da carteira (42,3%), seguida pela América do Norte (24,6%), Europa (16,6%), Atlântico Norte e Caraíbas (10,6%) e Oceânia (2,3%).</P><br />
<P>O investimento em títulos emitidos por entidades do interior da China representou 25% do total (349,5 mil milhões de patacas; 37,0 mil milhões de euros), enquanto a quota de Hong Kong aumentou para 10,1% (141,2 mil milhões; 14,9 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Nos Estados Unidos, os investimentos dos residentes de Macau em títulos atingiram 318,1 mil milhões de patacas (33,7 mil milhões de euros), correspondendo a 22,8% da carteira externa.</P><br />
<P>Na Europa, o valor de mercado foi de 231,5 mil milhões de patacas (24,5 mil milhões de euros), com maior peso na Irlanda (6,9 mil milhões de euros), Luxemburgo (4,9 mil milhões de euros) e Reino Unido (4,7 mil milhões de euros).</P><br />
<P>No Atlântico Norte e Caraíbas, os investimentos alcançaram 147,7 mil milhões de patacas (15,6 mil milhões de euros), destacando-se as Ilhas Virgens Britânicas (7,6 mil milhões de euros) e as Ilhas Caimão (7,6 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Já nos países integrados na iniciativa &#8220;Uma Faixa, Uma Rota&#8221; (excluindo a China), os investimentos somaram 127,8 mil milhões de patacas (13,6 mil milhões de euros), representando 9,1% da carteira externa.</P><br />
<P>&#8220;Uma Faixa, Uma Rota&#8221; é um megaprojeto global de infraestrutura e comércio lançado pela China em 2013, que procura desenvolver as ligações económicas e políticas do país com outros mercados na Ásia, África e Europa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783411]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Atividade industrial chinesa expande-se em junho graças às exportações de tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:45:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A atividade industrial na China acelerou em junho, segundo um inquérito oficial divulgado hoje, impulsionada pela forte procura externa de equipamento relacionado com a inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A atividade industrial na China acelerou em junho, segundo um inquérito oficial divulgado hoje, impulsionada pela forte procura externa de equipamento relacionado com a inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>O índice oficial de gestores de compras (PMI) da indústria transformadora subiu para 50,3 pontos, face aos 50 registados em maio, superando as previsões dos economistas, de acordo com o Gabinete Nacional de Estatísticas.</P><br />
<P>Numa escala de zero a 100, um valor acima de 50 indica expansão da atividade, enquanto um resultado inferior sinaliza contração.</P><br />
<P>O subíndice de novas encomendas aumentou para 51,2 pontos em junho, depois dos 49,9 de maio, enquanto o indicador da produção avançou para 51,4 pontos, face aos 51,2 do mês anterior.</P><br />
<P>&#8220;O dinamismo da economia chinesa recuperou algum ímpeto recentemente. Mas continua a depender fortemente das exportações e da tecnologia ligada à inteligência artificial&#8221;, escreveu hoje Julian Evans-Pritchard, economista para a China da consultora Capital Economics.</P><br />
<P>&#8220;O principal motor de crescimento da indústria transformadora chinesa continua a ser a procura externa&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Huo Lihui, estatístico do Gabinete Nacional de Estatísticas, afirmou, em comunicado, que os dados de junho mostram que &#8220;o clima económico da China está a melhorar&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, vários economistas alertaram que os consumidores chineses continuam cautelosos, após vários anos de crise no setor imobiliário, e que a procura interna permanece fraca.</P><br />
<P>Lynn Song, economista para a Grande China do banco ING, considerou que novas medidas de estímulo por parte do Governo chinês para impulsionar o consumo e o investimento seriam benéficas e ajudariam a evitar um modelo de crescimento cada vez mais desequilibrado.</P><br />
<P>Os dirigentes chineses fixaram para este ano uma meta de crescimento económico entre 4,5% e 5%, objetivo que, segundo os economistas, deverá ser alcançado com o apoio do forte crescimento das exportações relacionadas com a inteligência artificial.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783410]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Partido Comunista Chinês ultrapassa 101 milhões de membros antes do 105.º aniversário</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Partido Comunista Chinês (PCC) contabilizava 101,28 milhões de membros no final de 2025, mais 1% do que um ano antes, segundo dados divulgados hoje, na véspera do 105.º aniversário da fundação da organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Partido Comunista Chinês (PCC) contabilizava 101,28 milhões de membros no final de 2025, mais 1% do que um ano antes, segundo dados divulgados hoje, na véspera do 105.º aniversário da fundação da organização.</P><br />
<P>De acordo com um relatório publicado pelo Departamento de Organização do Comité Central do partido, 31,91 milhões de militantes eram mulheres, o equivalente a 31,5% do total, enquanto 7,87 milhões pertenciam a minorias étnicas, representando 7,8%.</P><br />
<P>O documento indica ainda que 59,76 milhões de membros, ou 59% do total, possuíam formação superior.</P><br />
<P>Por faixas etárias, o maior grupo continuava a ser o dos militantes com 61 ou mais anos, com 29,91 milhões de membros, seguido pelos que tinham entre 36 e 40 anos, com 12,19 milhões, e pelos que tinham até 30 anos, com 12,09 milhões.</P><br />
<P>O PCC admitiu em 2025 cerca de 2,08 milhões de novos membros, dos quais 1,75 milhões, ou 84%, tinham 35 anos ou menos.</P><br />
<P>Fundado em 1921 e no poder desde a proclamação da República Popular da China, em 1949, o partido assinala na quarta-feira o 105.º aniversário, num contexto marcado pela crescente centralização do poder em torno do Presidente chinês e secretário-geral do PCC, Xi Jinping.</P><br />
<P>Sob a liderança de Xi, o partido reforçou o controlo sobre as instituições do Estado, as Forças Armadas e o setor privado, num processo que incluiu a eliminação, em 2018, do limite constitucional de dois mandatos presidenciais, a obtenção de um terceiro mandato como secretário-geral do PCC, em 2022, e a recondução na Presidência da China, em 2023.</P><br />
<P>Xi, que também preside à Comissão Militar Central, o principal órgão dirigente das Forças Armadas chinesas, elevou o seu pensamento político a orientação ideológica central do partido, enquanto o PCC consolidou um modelo em que a autoridade se concentra cada vez mais na direção da organização e na figura do líder.</P><br />
<P>Este processo foi acompanhado por uma intensa campanha de disciplina interna e combate à corrupção, que serviu simultaneamente para afastar quadros do partido e consolidar a liderança de Xi.</P><br />
<P>O aniversário coincide ainda com um período de desafios para a China, marcado pelo abrandamento económico, pelo agravamento das tensões com o Ocidente e pela situação em torno de Taiwan, fatores que levaram o partido a reforçar o discurso sobre estabilidade política e disciplina interna.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783409]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Iene cai para o seu valor mais baixo em quase 40 anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/iene-cai-para-o-seu-valor-mais-baixo-em-quase-40-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:27:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A moeda japonesa caiu hoje para 162 ienes por dólar, atingindo o nível mais baixo desde 1986, após uma intervenção falhada das autoridades japonesas que apenas teve efeitos temporários perante a valorização da divisa norte-americana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A moeda japonesa caiu hoje para 162 ienes por dólar, atingindo o nível mais baixo desde 1986, após uma intervenção falhada das autoridades japonesas que apenas teve efeitos temporários perante a valorização da divisa norte-americana.</P><br />
<P>Durante a madrugada, o iene chegou a ser transacionado a 161,98 por dólar, registando valores entre 161,90 e 162,36 mesmo após a abertura da bolsa de Tóquio, segundo a emissora pública NHK.</P><br />
<P>Este patamar representa a queda mais acentuada em 39 anos e meio, desde dezembro de 1986, quando a moeda oscilava entre 158 e 163 por dólar no mercado cambial.</P><br />
<P>A desvalorização do iene reflete as expectativas de que a Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos avance nos próximos meses com uma subida das taxas de juro, que em junho se mantiveram inalteradas entre 3,5% e 3,75%, acompanhadas da divulgação do relatório trimestral de projeções económicas.</P><br />
<P>Assim, a divisa nipónica apagou os ganhos obtidos após a intervenção no mercado cambial entre abril e maio pelo Governo da primeira-ministra, Sanae Takaichi, e pelo Banco do Japão, que tinham levado a uma valorização do iene de 160 para 155 por dólar nos primeiros dias de maio.</P><br />
<P>&#8220;Tomaremos as medidas adequadas em qualquer momento e conforme necessário&#8221;, afirmou hoje o porta-voz do Governo japonês, Minoru Kihara, em conferência de imprensa, acrescentando que o Executivo pretende &#8220;construir uma estrutura económica resistente&#8221; às flutuações cambiais.</P><br />
<P>As autoridades japonesas não excluíram uma nova intervenção na semana passada, depois de a ministra das Finanças, Satsuki Katayama, ter mantido conversações com o homólogo norte-americano, Scott Bessent, garantindo que ambos os países atuariam &#8220;com firmeza quando fosse necessário&#8221;.</P><br />
<P>A nova queda ocorre apesar da decisão do Banco do Japão, há algumas semanas, de aumentar a taxa de juro de referência de curto prazo para 1%, o nível mais alto em mais de três décadas, prosseguindo os esforços para controlar os riscos inflacionistas derivados da subida dos preços do petróleo e da fraqueza do iene.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783408]]></sapo:autor>
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		<title>Magnata chinês Guo Wengui condenado a 30 anos de prisão nos EUA por fraude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:25:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O magnata chinês Guo Wengui, empresário exilado nos Estados Unidos e antigo crítico de Pequim, foi hoje condenado a 30 anos de prisão por um tribunal federal de Nova Iorque por fraude que lesou mais de mil investidores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O magnata chinês Guo Wengui, empresário exilado nos Estados Unidos e antigo crítico de Pequim, foi hoje condenado a 30 anos de prisão por um tribunal federal de Nova Iorque por fraude que lesou mais de mil investidores.</P><br />
<P>A juíza Analisa Torres proferiu a sentença num tribunal de Manhattan, onde afirmou que Guo &#8220;explorou pessoas que procuravam levar a democracia à China&#8221;, utilizando o dinheiro dos investidores para sustentar um estilo de vida luxuoso.</P><br />
<P>Antes da leitura da sentença, Guo queixou-se das condições de detenção, afirmando que foi transportado para um hospital de manhã devido a problemas de saúde. Contestou ainda a caracterização feita pela acusação de que estaria a fingir doença para atrasar o processo.</P><br />
<P>&#8220;Quando cheguei aqui, disse: &#8216;Tenho dores de barriga, preciso de ir à casa de banho, não me sinto bem'&#8221;, afirmou Guo, através de um intérprete.</P><br />
<P>Referindo-se ao processo criminal, limitou-se a defender as suas motivações políticas. E afirmou: &#8220;a razão pela qual vim para os Estados Unidos foi destruir o Partido Comunista Chinês&#8221;.</P><br />
<P>Na leitura da sentença, a juíza citou cartas enviadas por vítimas que relataram ter perdido as poupanças de uma vida, sofrido ansiedade e vergonha e enfrentado conflitos familiares devido aos investimentos realizados.</P><br />
<P>Segundo Torres, Guo &#8220;não assume qualquer responsabilidade pelos seus atos e insiste, de forma inacreditável, que a sua conduta não causou perdas nem prejudicou ninguém&#8221;. A magistrada acrescentou que o empresário &#8220;incitou apoiantes a assediar e intimidar aqueles que ousaram denunciá-lo&#8221;.</P><br />
<P>O tribunal ordenou ainda o confisco de 889 milhões de dólares (779 milhões de euros) para efeitos de restituição às vítimas.</P><br />
<P>Wei Chen, uma das vítimas que testemunhou durante o julgamento, afirmou que a fraude de Guo &#8220;destruiu&#8221; a sua vida e a da sua família.</P><br />
<P>Antes de ser detido, há três anos, Guo estreitou relações com o estratega político conservador norte-americano Steve Bannon, com quem anunciou, em 2020, uma iniciativa destinada a derrubar o Governo chinês.</P><br />
<P>Vivia num apartamento de luxo com vista para o Central Park, em Nova Iorque, e era membro do clube privado Mar-a-Lago, propriedade do Presidente norte-americano, Donald Trump.</P><br />
<P>O ministério Público pediu uma pena mínima de 30 anos de prisão, argumentando que a fraude, cometida entre 2018 e 2023, &#8220;destruiu centenas de vidas&#8221; e deixou &#8220;um rasto de vítimas e famílias devastadas financeira, emocional e psicologicamente&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a acusação, o dinheiro obtido de forma ilícita financiou &#8220;um estilo de vida de extraordinário excesso e ostentação&#8221;, incluindo mansões, iates, carros de competição, roupa de luxo e mobiliário de elevado valor.</P><br />
<P>Guo foi considerado culpado de nove das doze acusações apresentadas no final de um julgamento de sete semanas, durante o qual os procuradores defenderam que enganou milhares de investidores em centenas de milhões de dólares através de esquemas fraudulentos.</P><br />
<P>A defesa sustentou que Guo foi alvo de uma campanha de perseguição do Partido Comunista, que classificou como &#8220;ampla, persistente e ameaçadora da vida&#8221;, alegando que Pequim recrutou figuras influentes dos meios empresarial, político e do entretenimento nos Estados Unidos para conspirar contra o empresário.</P><br />
<P>Os advogados defenderam ainda que uma longa pena de prisão apenas legitimaria a campanha de difamação conduzida pela China e encorajaria novos esforços para afastar dissidentes chineses da vida pública.</P><br />
<P>Segundo a defesa, Guo tem cicatrizes e deformações resultantes de alegadas torturas sofridas na China e de cirurgias realizadas entre 1993 e 2022.</P><br />
<P>Os advogados afirmaram ainda que Guo construiu a sua fortuna quando a família se tornou a maior acionista da maior corretora de valores mobiliários cotada na bolsa chinesa, mas passou a ser perseguido pelas autoridades após denunciar alegados casos de corrupção entre dirigentes chineses.</P><br />
<P>Acusado na China de violação, rapto, suborno e outros crimes, Guo sempre negou as acusações, classificando-as como falsas.</P><br />
<P>Segundo a acusação norte-americana, Guo convenceu centenas de milhares de pessoas a investir mais de mil milhões de dólares (877 milhões de euros) em entidades sob o seu controlo e manteve-se &#8220;completamente sem remorsos&#8221; após tirar partido das leis norte-americanas de asilo para prosperar nos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783407]]></sapo:autor>
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		<title>Empresa assina acordo para nova ligação aérea de carga entre Macau e América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:13:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresas chinesas e latino-americanas assinaram acordos para desenvolver uma plataforma sino-brasileira de inovação aeronáutica e uma ligação aérea direta de carga entre Macau e a América Latina.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Empresas chinesas e latino-americanas assinaram acordos para desenvolver uma plataforma sino-brasileira de inovação aeronáutica e uma ligação aérea direta de carga entre Macau e a América Latina.</P><br />
<P>Segundo um comunicado publicado na segunda-feira, o Centro de Serviços Económicos e Comerciais entre a China e os Países de Língua Portuguesa/Espanhola (CECPS), em Zhuhai, cidade vizinha de Macau, organizou uma cerimónia em que foram assinados acordos estratégicos de internacionalização com 16 empresas nos setores da inovação tecnológica e das finanças.</P><br />
<P>Os acordos envolveram empresas como a Huawei Macao, Mercado Libre, JD.com, Kuaishou Technology, Banco da China e China Southern Airlines Technology.</P><br />
<P>Um dos acordos envolve a empresa chinesa WGL Group, que segundo o CECPS tem prestado apoio em matéria de investimento e financiamento, contribuindo para impulsionar a abertura, por Macau, de uma rota aérea direta de carga para a América Latina.</P><br />
<P>O WGL Group é um grupo sediado em Shenzhen &#8211; outra cidade no sul da China &#8211; de logística e soluções para cadeias de abastecimento de comércio eletrónico transfronteiriço internacional.</P><br />
<P>A empresa é especializada no transporte de mercadorias da China diretamente para mercados globais, com foco principal nas regiões da América Latina e dos Estados Unidos. Atualmente, opera cinco voos de ida e volta por semana na rota China-México.</P><br />
<P>Existe atualmente um projeto do terminal de carga de Hengqin para o Aeroporto Internacional de Macau com conclusão prevista para o final de 2026 e entrada em operação em meados de 2027. </P><br />
<P>O terminal, com 66.700 metros quadrados de área logística e investimento de cerca de 700 milhões de yuan (90,3 milhões de euros), é financiado pelo Aeroporto de Macau e pela China COSCO Shipping Logistics Supply Chain.</P><br />
<P>De acordo com o CECPS, os contratos assinados visam apoiar empresas na expansão para mercados da América Latina e países lusófonos, através de serviços de crédito, avaliação de riscos, financiamento transfronteiriço, registo de investimento direto no exterior e promoção de tecnologias avançadas.</P><br />
<P>No mesmo comunicado, Ng In Cheong, vice-presidente do CECPS, destacou que, além das 16 entidades agora envolvidas, o centro já estabeleceu parcerias com cerca de 200 empresas e prestadores de serviços, sobretudo na área da inteligência artificial. </P><br />
<P>&#8220;A complementaridade entre a posição de vanguarda da China e as lacunas tecnológicas dos países de língua portuguesa e espanhola abre amplo espaço para cooperação&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O centro foi lançado em abril de 2025 pelo Governo da RAEM e pela Comissão Executiva da Zona de Cooperação Aprofundada Guangdong-Macau, com o objetivo de criar uma plataforma integrada de serviços de internacionalização que liga a China aos países de língua portuguesa e espanhola. </P><br />
<P>Os planos de integração e cooperação existentes de Macau com a província de Guangdong e a zona económica especial de Hengqin oferecem também uma via para a entrada de empresas de países de língua espanhola na China.</P><br />
<P>As áreas prioritárias do centro abrangem economia digital, saúde, manufatura avançada, comércio de matérias-primas, comércio eletrónico transfronteiriço e indústrias culturais e desportivas.</P><br />
<P>Entre os resultados práticos, o centro destacou a redução de riscos na exportação de equipamentos de simulação de voo, a instalação de centros de entrega digitais em Espanha e Brasil pela companhia Beyondsoft e o apoio a empresas na expansão para mercados externos através de soluções integradas de conformidade, logística e financiamento.</P><br />
<P>O CECPS destacou também ter vindo a apostar em missões empresariais ao Brasil, como a realizada em junho durante a Web Summit Rio, onde reuniu mais de 200 empresas brasileiras.</P><br />
<P>Até março deste ano, a Zona de Cooperação de Hengqin contava com 27 plataformas de inovação científica e tecnológica, 238 empresas de alta tecnologia reconhecidas nacionalmente e 18 unicórnios registados.</P><br />
<P>O CECPS planeia também desenvolver um Centro de Inovação em Inteligência Artificial Incorporada, cuja primeira fase ocupará 3.400 metros quadrados em Hengqin, com capacidade anual de produção de dados superior a 10 PB (petabyte). </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783406]]></sapo:autor>
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		<title>ENTREVISTA: AFRICOM defende investimento como motor de estabilidade em África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 04:03:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Raquel Rio (texto), Marcos Focosso (vídeo), Ampe Rogério (foto), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Raquel Rio (texto), Marcos Focosso (vídeo), Ampe Rogério (foto), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luanda, 30 jun 2026 (Lusa) &#8212; O comandante do AFRICOM rejeitou hoje a presença de tropas americanas para assegurar a paz na República Democrática do Congo e defendeu que o plano para a região assenta no investimento como motor de estabilidade.</P><br />
<P>Dagvin Anderson, general que lidera a estrutura do Departamento de Defesa norte-americano responsável pelas relações militares com os países africanos, falava à Lusa à margem da Conferência de Chefes de Defesa do AFRICOM (Comando dos Estados Unidos para África), que reúne hoje e quarta-feira representantes de 35 países, em Luanda.</P><br />
<P>Questionado sobre se os acordos de paz para a República Democrática do Congo (RDCongo), negociados pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, em Washington, poderiam implicar presença militar dos EUA no terreno, Anderson foi categórico: &#8220;Não estamos a planear ter quaisquer tropas americanas no terreno. Não há nenhuma discussão sobre isso neste momento&#8221;.</P><br />
<P>O general reconheceu que os chamados Acordos de Washington para a Paz e a Prosperidade &#8212; que incluem um cessar-fogo permanente entre a RDCongo e o Ruanda, o desarmamento de grupos armados e acordos bilaterais que concedem a empresas norte-americanas prioridade no acesso a reservas de minerais críticos &#8212; associam paz e investimento económico, mas rejeitou que se trate de uma troca direta.</P><br />
<P>&#8220;Não diria que é um &#8216;quid pro quo&#8217;, mas permitem o investimento e o desenvolvimento para beneficiar desses minerais que lá estão, tanto para os países anfitriões como para outras empresas que estejam disponíveis e sejam capazes de investir&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P> Anderson reconheceu que o Presidente angolano, João Lourenço, tem estado muito envolvido na mediação do conflito, adiantando que há oportunidades para que as nações da região trabalhem em conjunto, com o AFRICOM a disponibilizar-se para apoiar, nomeadamente, na partilha de experiências no combate ao terrorismo.</P><br />
<P>Sobre a escolha de Luanda para acolher a conferência, Anderson sublinhou o papel central de Angola na região e no continente, referindo que a relação bilateral tem vindo a aprofundar-se ao longo dos últimos cinco a seis anos.</P><br />
<P>Relativamente ao Corredor do Lobito &#8211; projeto ferroviário que atravessa Angola, ligando o porto angolano do Lobito à RDCongo e considerado estratégico por Washington &#8212;, Anderson afirmou que o AFRICOM não terá um papel direto na sua segurança, mas destacou que o investimento económico e estabilidade andam lado a lado: &#8220;O investimento ajuda a construir estabilidade e a construir prosperidade em geral, e isso acaba por levar à segurança&#8221;.</P><br />
<P>O general afastou, por outro lado, a hipótese de instalação de uma base militar norte-americana em Angola, esclarecendo que o Acordo de Aquisição e Serviços Recíproco assinado entre os dois países estabelece apenas um quadro logístico para cooperação pontual e não implica uma presença permanente.</P><br />
<P>A visita coincidiu com a assinatura, segunda-feira, de uma parceria entre a Guarda Nacional do estado norte-americano do Ohio e Angola, no âmbito do State Partnership Program, iniciativa que, segundo Anderson, permite construir relações entre forças armadas que vão além do domínio militar, estendendo-se a instituições académicas, sociais e oportunidades de investimento.</P><br />
<P>O general citou o exemplo da parceria entre o Ohio e a Hungria, como modelo do tipo de envolvimento de longo prazo que os EUA pretendem replicar em Angola.</P><br />
<P>Sobre o fim de projetos da USAID (agência dos EUA para o desenvolvimento internacional), o fecho de embaixadas e a redução de pessoal diplomático norte-americano em África, Anderson negou que o AFRICOM pretenda substituir o &#8220;soft power&#8221; pelo poder militar, afirmando que o papel das forças armadas é complementar e não substituto dos restantes instrumentos de poder.</P><br />
<P>Quanto às principais ameaças para o continente, o comandante identificou o terrorismo &#8216;jihadista&#8217; como preocupação central, alertando que a Al-Qaida e o Estado Islâmico transferiram liderança e operações para África, que se tornou &#8220;o epicentro do terrorismo global&#8221;.</P><br />
<P>Anderson destacou a este propósito a colaboração recente com a Nigéria, que resultou na eliminação de Al-Minuki, que descreveu como o segundo terrorista mais procurado do Estado Islâmico a nível mundial.</P><br />
<P>Sobre uma eventual relocalização do quartel-general do AFRICOM, atualmente sediado na Alemanha, para o continente africano, Anderson disse não antever mudanças a curto prazo, invocando os custos de uma tal transferência e o atual contexto orçamental norte-americano, mas remeteu qualquer decisão para os responsáveis políticos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783405]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Marrocos vence Países Baixos nos penáltis e segue para os &#8216;oitavos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 03:59:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Marrocos qualificou-se na segunda-feira para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer os Países Baixos por 3-2, no desempate por penáltis, após 1-1 nos 120 minutos, em Guadalupe, no México.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Marrocos qualificou-se na segunda-feira para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer os Países Baixos por 3-2, no desempate por penáltis, após 1-1 nos 120 minutos, em Guadalupe, no México.</P><br />
<P>Cody Gakpo, aos 72 minutos, adiantou o &#8216;onze&#8217; do ex-técnico do Benfica Ronald Koeman, enquanto Issa Dipo, aos 90+1, apontou o tento da equipa sensação da edição 2022, no quarto jogo dos 16 avos de final.</P><br />
<P>Nos oitavos de final, em encontro marcado para sábado, em Houston, pelas 12:00 locais (18:00 em Lisboa), Marrocos, que na edição de 2022 eliminou Espanha e Portugal antes de cair nas &#8216;meias&#8217; face à França, defronta o coanfitrião Canadá.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783404]]></sapo:autor>
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		<title>REPORTAGEM: Venezuela/Sismo: Luís converteu-se no portador da notícia da morte dos conterrâneos em Catia La Mar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reportagem-venezuela-sismo-luis-converteu-se-no-portador-da-noticia-da-morte-dos-conterraneos-em-catia-la-mar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 03:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[   *** André Campos Ferrão, em serviço para a agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>   *** André Campos Ferrão, em serviço para a agência Lusa ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Catia La Mar, Venezuela, 30 jun 2026 (Lusa) &#8212; Luís tem 19 anos, é filho de Catia La Mar, cidade venezuelana à beira-mar e a mais fustigada pelos terramotos de 24 de junho, e converteu-se no portador das más notícias para as famílias das vítimas.</P><br />
<P>São quase 20:00 de segunda-feira em Catia La Mar, a cidade que se ergueu no areal de uma praia e que foi &#8216;apagada&#8217; pelos dois sismos de há quase uma semana, deixando apenas um rastro de escombros e desespero.</P><br />
<P>Na Avenida de la Playa havia edifícios de dez andares com vista privilegiada para o oceano. Agora, o mar é quase indistinguível perante o cenário de destruição e a altura dos escombros.</P><br />
<P>Nesta avenida convergiu tudo: os desalojados que ocuparam jardins e as estradas com tendas e sacos de cama, as filas que atravessam quarteirões de pessoas a aguardar pela distribuição de comida da noite, e os que aguardam sentados no separador que divide as duas vias da Avenida de la Playa, enquanto decorrem as operações de resgate.</P><br />
<P>&#8220;Já não há nada para resgatar, abandonaram-nos&#8221;, gritou um homem, visivelmente consternado, enquanto retira as luvas, já perfuradas nos dedos polegar e indicativo da mão direita.</P><br />
<P>Luís aproximou-se e pediu-lhe que tivesse calma. É um homem jovem, de 19 anos, calças negras e umas sapatilhas da mesma cor, uma t-shirt cinzenta coberta de pó das escavações, um boné verde de tom escuro, virado ao contrário e um par de óculos de sol a recair sobre a chapéu.</P><br />
<P>Luís cresceu em Catia La Mar, é filho da terra, conhecia as ruas de trás para a frente, cada edifício. E viu tudo ruir à sua frente. </P><br />
<P>O complexo residencial à sua frente continha sete edifícios. Ficaram as paredes de dois e continuam a cair pedaços do que outrora foi uma cozinha de um dos apartamentos.</P><br />
<P>&#8220;Já recuperámos 11 pessoas com vida, a última há 62 horas, precisamente&#8221;, disse à Lusa Luís, que se intitulou o coordenador das operações naquela área, &#8220;abandonada pelas autoridades&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não está aqui ninguém, nem um bombeiro, e os militares estão ali em cima a distribuir comida e a levá-la para eles&#8221;, criticou.</P><br />
<P>À sua volta um tumulto, cidadãos de Catia La Mar e de outras partes da Venezuela, perguntavam pelos familiares. Queriam saber se os socorristas, todos voluntários, já tinham chegado a um determinado andar, se já tinham vasculhado todos os apartamentos, o que tinham encontrado.  </P><br />
<P>O momento para conversar é escasso, aproximaram-se duas mulheres, que tinham sido chamadas ao local. Procuravam-nas há quase duas horas.</P><br />
<P>Luís aproximou-se e com a mão no ombro de uma das mulheres anunciou que tinham encontrado o pai sem vida entre os escombros. O tumulto cessa, permanece o silêncio.</P><br />
<P>Com calma, Luís diz a todas as pessoas que permaneçam sentadas e que vão continuar a procurar até encontrar todas as pessoas.</P><br />
<P>&#8220;Faço-o porque alguém tem de o fazer, as pessoas têm o direito de saber o que aconteceu, para bem e para mal&#8221;, disse à Lusa o jovem que nos últimos cinco dias se encarregou de anunciar o resgate de cada pessoa daquele mar de escombros e de dar &#8220;a dura notícia&#8221; da morte das vítimas dos terramotos de 24 de junho.</P><br />
<P>&#8220;Não o quero fazer, mas se o fizer eu poupo os que já estão exaustos de os procurar e não têm forças para comunicar às famílias estas notícias&#8221;, prosseguiu.</P><br />
<P>&#8220;Eles acham que há uma pessoa presa num elevador no terceiro andar, mas não entraram porque se o tentarem abrir, o prédio inteiro pode cair&#8221;, disse à Lusa Mariana, que veio &#8220;de longe&#8221; para ajudar a distribuir comida. </P><br />
<P>&#8220;Arranjei 100 colchões para as pessoas, mas não os posso trazer, os militares não deixam, dizem que tenho de os entregar para que os distribuam&#8221;, comentou, acrescentando que não o vai fazer porque &#8220;todos sabem que assim que chegam às mãos deles as pessoas não recebem nada&#8221;.</P><br />
<P>A noite avança e já sob a luz de lanternas prosseguem as operações de resgate: &#8220;As câmaras térmicas ontem [domingo] não detetaram sinais de vida debaixo daquele estacionamento, mas nós ouvimos a voz de uma pessoa&#8221;, revelou Mariana, enquanto, apressada, escreve no telemóvel, pedindo apoio a pessoas que possam juntar-se para trazer os colchões que tem &#8220;à espera em Caracas&#8221;.</P><br />
<P>O som das marretas e das pás mistura-se com o das pessoas que exigem mais comida, os murmúrios na rua e a conversa para tentar distrair o pensamento, enquanto cerca de 40 pessoas continuam a procurar sobreviventes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783403]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Prosseguem buscas por deportados pelos EUA que estão sob escombros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 02:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um avião com mais de uma centena de migrantes repatriados dos Estados Unidos chegou a La Guaira horas antes dos terramotos na Venezuela, e o edifício onde se encontravam ruiu, não se sabendo quantos sobreviveram.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um avião com mais de uma centena de migrantes repatriados dos Estados Unidos chegou a La Guaira horas antes dos terramotos na Venezuela, e o edifício onde se encontravam ruiu, não se sabendo quantos sobreviveram. </P><br />
<P>Os migrantes repatriados foram levados para um hotel, onde deveriam ser processados os dados pessoais para que fossem libertados no dia seguinte.</P><br />
<P>&#8220;Ligámos para informar que o seu familiar morreu e que isso está confirmado&#8221;, disse o Governo da Venezuela à irmã de um dos migrantes, que falou na segunda-feira com a agência de notícias EFE e pediu para não ser identificada.</P><br />
<P>A chamada foi feita por uma pessoa que se identificou como membro da &#8220;Misión Vuelta a la Patria&#8221;, o programa que gere as repatriações de migrantes venezuelanos e que, desde 2025, se encarrega de receber os deportados dos Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Não pode ser&#8221;, respondeu a irmã. &#8220;Não pode estar confirmado porque ele está aqui comigo&#8221;, continuou a familiar, que se encontrava ao lado do sobrevivente, nesse momento hospitalizado.</P><br />
<P>O homem tinha emigrado há anos para os Estados Unidos, depois de atravessar a pé várias fronteiras e sobreviver ao Tapón de Darién, uma das rotas migratórias mais perigosas e onde morreram vários venezuelanos na tentativa de chegar ao norte do continente americano.</P><br />
<P>O Governo dos Estados Unidos deteve-o este ano, mantendo-o preso durante mais de um mês até à passada quarta-feira, quando foi deportado para a Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;Esteve cerca de um mês e meio na prisão até ser repatriado. Foi a uma audiência. Obviamente não tínhamos recursos económicos para pagar um advogado que pudesse recorrer em seu nome. O juiz disse-lhe que a única opção era deportá-lo&#8221;, contou a irmã.</P><br />
<P>O migrante disse à família que, durante o terramoto, viu outros repatriados a atirarem-se pela janela do local onde se encontravam para evitar ficarem presos entre os escombros.</P><br />
<P>A partir do segundo andar de um hotel em La Guaira &#8212; o estado mais devastado pelos terramotos &#8212;, saiu a correr em direção a uma porta, mas desmaiou após ser atingido na cabeça.</P><br />
<P>Já sob os escombros, percebeu que havia pelo menos oito pessoas vivas porque gritavam números: &#8220;Um, dois, três&#8230;&#8221; de vez em quando. Mas, a certa altura, ficou sozinho a gritar apenas &#8220;um&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ele gritava &#8216;um&#8217; e ninguém respondia. Não sabe quanto tempo passou até que começaram a chamar. Então, ele gritou que estava vivo. Resgataram-no e trouxeram-no para o hospital&#8221;, relatou a irmã.</P><br />
<P>Já Norbert Martínez procura a irmã, Mariángela, também deportada dos Estados Unidos e que também chegou no voo de repatriação da passada quarta-feira. </P><br />
<P>O Governo não divulgou um número específico de mortos ou feridos que chegaram deportados, mas sim um número geral: 1.719 mortos e 5.034 feridos na sequência dos terramotos.</P><br />
<P>&#8220;Ninguém nos deu informações sobre onde estão os repatriados, se conseguiram salvar-se ou não. Ninguém nos diz nada&#8221;, contou Norbert à agência EFE.</P><br />
<P>Na passada sexta-feira, o segundo dia após os terramotos, Norbert viajou quase quatro horas desde o estado de Yaracuy, a oeste da Venezuela, para chegar a Caracas, onde, desde então, tem visitado morgues e vários hospitais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783402]]></sapo:autor>
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		<title>Projeto para a Guerra Junqueiro no Porto &#8220;não tem capacidade&#8221; para implementar ciclovia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 01:02:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O projeto de beneficiação que a Câmara do Porto desenvolveu para a Rua de Guerra Junqueiro, cuja empreitada foi objeto de um concurso público, não permite que seja implantada uma ciclovia, indica um relatório da Assembleia Municipal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>	O projeto de beneficiação que a Câmara do Porto desenvolveu para a Rua de Guerra Junqueiro, cuja empreitada foi objeto de um concurso público, não permite que seja implantada uma ciclovia, indica um relatório da Assembleia Municipal.</P><br />
<P></P><br />
<P>	O documento, redigido pela Divisão Municipal de Apoio à Assembleia Municipal (AM), foi feito a propósito da petição &#8220;Guerra Junqueiro Mais Alegre&#8221;, lançada em março por um grupo de encarregados de educação de escolas naquela zona que pedia que a autarquia procedesse à revisão do projeto, e que foi discutida na AM na noite de segunda-feira.</P><br />
<P>	</P><br />
<P>	&#8220;Considerando o Plano Diretor Municipal [PDM] e a dimensão das bolsas de estacionamento previstas no projeto, a largura do perfil proposto não tem capacidade para a implementação da ciclovia&#8221;, que era uma das reivindicações dos peticionários, pode ler-se no relatório, que ressalva que essa possibilidade foi analisada após reuniões com os representantes da petição, tendo o Departamento Municipal do Espaço Público encontrado condicionantes.</P><br />
<P></P><br />
<P>	Para a criação de uma ciclovia, seria necessário ou eliminar estacionamento, ou abater árvores, ou reduzir a largura do passeio, justifica a autarquia, o que reverteria os pressupostos iniciais do projeto, cujo concurso público para a empreitada encerrou a 03 de abril.</P><br />
<P></P><br />
<P>	Na Assembleia Municipal, a vice-presidente da autarquia, Catarina Araújo, explicou que o projeto foi herdado do anterior executivo, que descartá-lo significaria que a obra não seria feita nos próximos quatro anos, mas que &#8220;não sendo este o projeto que responde de forma cabal aos receios legítimos da petição&#8221; ele tem pontos comuns com o que é pedido pelos peticionários.</P><br />
<P></P><br />
<P>	&#8220;Os passeios são alargados &#8211; reconheço que ligeiramente &#8211; ao longo do arruamento e na aproximação às escolas (&#8230;), a faixa de rodagem passa a ser menor (&#8230;)&#8221;, começou por elencar a autarca, que acrescentou que será também reforçada a sinalização junto às zonas pedonais, a criação de zonas &#8216;kiss and ride&#8217;, a plantação de mais árvores (três), o alargamento da caldeiras das árvores, a implementação de lugares de estacionamento para bicicletas e a adoção de medidas para a redução da velocidade dos automóveis.</P><br />
<P></P><br />
<P>	A petição foi apresentada às várias forças políticas da AM por Márcia Pinto, que pediu que o Porto crie um &#8220;verdadeiro programa municipal de ruas escolares&#8221; começando na Guerra Junqueiro e &#8220;alargando rua a rua a todas as escolas da cidade&#8221; com calendário, orçamento e metas.</P><br />
<P></P><br />
<P>	&#8220;Uma solução para a Guerra Junqueiro não pode ser um caso isolado. Tem que ser uma política pública voltada para todas as crianças do concelho&#8221;, reclamou.</P><br />
<P></P><br />
<P>	Os peticionários pediam ainda que a autarquia suprimisse uma das vias de trânsito e uma das filas de estacionamento existentes, algo que o projeto não acolherá.</P><br />
<P></P><br />
<P>	&#8220;Tendo em consideração a hierarquia viária do arruamento, os dados de tráfego disponíveis e os constrangimentos associados à tomada e largada de crianças junto dos estabelecimentos de ensino, entende-se que a redução das atuais condições de circulação, concretamente a eliminação de uma via de trânsito, agravará significativamente as condições de escoamento e fluidez do tráfego no local&#8221;, dá conta o relatório.</P><br />
<P></P><br />
<P>	O relatório justifica ainda que a eliminação do estacionamento de um dos lados do arruamento &#8220;implicaria uma redução significativa da oferta do estacionamento existente&#8221;, nomeadamente 60 lugares, numa zona onde há uma lista de espera de 283 residentes para a atribuição de avenças de residentes.</P><br />
<P></P><br />
<P>	De acordo com uma memória descritiva e justificativa, anexada ao concurso da autarquia, esta artéria, de apenas um sentido, é classificada como &#8220;um eixo de ligação fundamental&#8221; com &#8220;bastante tráfego automóvel e circulação pedonal intensa&#8221; por servir vários edifícios de escolas, equipamentos e instituições.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783401]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a ganhar 1,57%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 00:17:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,57% para 70.561,07 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a subir 1,57% para 70.561,07 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, ganhava 0,55% para 4.007,14 pontos, às 09:14 locais (01:14 em Lisboa).</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ucrânia: Zelensky recorda 15 prazos falhados pela Rússia para captura de Donetsk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:43:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, recordou segunda-feira que a Rússia já falhou 15 prazos para captura da província de Donetsk desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia, há quatro anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, recordou segunda-feira que a Rússia já falhou 15 prazos para captura da província de Donetsk desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia, há quatro anos.</P><br />
<P>No seu pronunciamento diário ao país, o líder ucraniano atribuiu os &#8220;15 prazos diferentes para a captura da região de Donetsk&#8221;, desde 2022, à &#8220;obsessão&#8221; da liderança política russa. </P><br />
<P>&#8220;Quinze vezes sucumbiram a esta ilusão de que tomariam todo o Donbass&#8221;, região no leste do país que inclui também a província de Lugansk, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Em 2022, a data era 31 de março. Depois, 09 de maio. A seguir, 01 de junho, 15 de setembro e 31 de dezembro. Em 2023, [o Presidente russo, Vladimir] Putin estabeleceu duas datas para a captura de Donbass: 01 de março e, após mais uma tentativa falhada, 31 de dezembro&#8221;, relatou Zelensky.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano recordou ainda as duas datas mencionadas em 2024 e as de 2025, quando &#8220;os russos tentaram convencer o Presidente [norte-americano] Donald Trump de que a Ucrânia acabaria por entrar em colapso&#8221;. </P><br />
<P>Este ano, afirmou Zelensky, &#8220;os russos adiaram mais uma vez a data para a captura da região de Donetsk&#8221;. &#8220;Primeiro disseram 31 de março deste ano, depois 01 de setembro e agora a data mais recente é 31 de dezembro&#8221;, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Se a Rússia não acabar com esta guerra, terá de adiar novamente este prazo final&#8221;, disse Zelensky na mensagem.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano denunciou ainda a &#8220;caça a civis&#8221;, referindo-se aos recentes ataques russos em Zaporijia com &#8216;drones&#8217; e outros veículos aéreos não tripulados. </P><br />
<P>Criticou em particular o ataque russo &#8220;brutal e totalmente insensato&#8221; a Dnipro, como parte da &#8220;guerra de terror&#8221; da Rússia e avisou que haverá uma &#8220;resposta justa&#8221;.</P><br />
<P>Resultado do sucesso dos ataques ucranianos a refinarias russas, Zelensky destacou ainda as longas filas nos postos de abastecimento russos como uma &#8220;consequência direta da guerra&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Estamos a trazer a realidade da guerra de volta para a Rússia e a tornar o mais difícil possível para eles continuarem a ocupar as nossas terras&#8221;, argumentou.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  </P><br />
<P>A guerra na Ucrânia já provocou dezenas de milhares de mortos de ambos os lados, e os últimos meses foram marcados por ataques aéreos em grande escala da Rússia contra cidades e infraestruturas ucranianas, ao passo que as forças de Kiev têm visado alvos em território russo próximos da fronteira e na península da Crimeia, ilegalmente anexada em 2014.  </P><br />
<P>No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões &#8211; Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia &#8211; além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783398]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Arquidiocese de São Francisco vai pagar 345,7 ME a vítimas de abusos sexuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A arquidiocese de São Francisco nos Estados Unidos anunciou esta segunda-feira um acordo para pagar 395 milhões de dólares (345,7 milhões de euros) a cerca de 530 vítimas de abusos sexuais cometidos por membros da igreja.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A arquidiocese de São Francisco nos Estados Unidos anunciou esta segunda-feira um acordo para pagar 395 milhões de dólares (345,7 milhões de euros) a cerca de 530 vítimas de abusos sexuais cometidos por membros da igreja.  </P><br />
<P>Estes abusos a menores, que muitas vezes remontam há várias décadas, há muito que tinham prescrito, até que a Califórnia aprovou uma lei dando às vítimas uma janela de três anos para se manifestarem e avançarem com processos, entre o início de 2020 e o final de 2022, por factos antigos.  </P><br />
<P>O acordo &#8220;abre caminho a uma compensação justa para os sobreviventes, que carregaram o peso desses abusos toda a vida&#8221;, considerou o arcebispo de São Francisco, Dom Salvatore Cordileone, num comunicado.  </P><br />
<P>&#8220;Assumimos total responsabilidade pelo que aconteceu, e peço as minhas sinceras desculpas a todas as pessoas que foram prejudicadas&#8221;, acrescentou, referindo-se à &#8220;obrigação moral&#8221; da Igreja Católica de dar uma resposta para os seus crimes. </P><br />
<P>Este acordo financeiro ainda precisa de ser aprovado por votação pelas vítimas, antes de ser validado por um juiz. </P><br />
<P>&#8220;Hoje, a vergonha vai mudar de lado&#8221;, reagiu uma das vítimas, Margie O&#8217;Driscoll, agredida sexualmente há quase 50 anos num estabelecimento escolar católico. </P><br />
<P>&#8220;Como todos os sobreviventes, carreguei essa dor e essa vergonha como um fardo durante muito, muito tempo&#8221;, insistiu Margie durante uma conferência de imprensa, lembrando todos os anos em que as vítimas foram &#8220;desprezadas pelo arcebispo&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O sofrimento mais profundo é o daqueles que morreram enquanto este caso se arrastava, sem que o seu nome fosse alguma vez mencionado no tribunal nem recebessem desculpas do arcebispo&#8221;, recordou. </P><br />
<P>Jeff Anderson, um dos advogados que representa um grande número de vítimas, saudou o acordo como um &#8220;avanço importante&#8221;, sublinhando que, para além das compensações financeiras, o documento obriga o arcebispado a instaurar 14 medidas para &#8220;proteger as crianças e dar meios de agir às vítimas&#8221;. </P><br />
<P>A instituição terá de contratar, nomeadamente um consultor independente a quem dará acesso a todos os seus arquivos, encarregado de produzir um relatório sobre as violências cometidas. Também deverá ser publicada uma lista parcial dos autores de abusos, e deve ser criada uma linha telefónica para denunciar futuras violências sexuais. </P><br />
<P>A Igreja Católica enfrenta escândalos de abusos sexuais cometidos pelos seus elementos em todo o mundo. </P><br />
<P>A forma como lidam com isso varia muito de país para país: em Espanha, por exemplo, onde o Papa Leão XIV esteve no início de junho, a Igreja ainda é muito criticada pela sua falta de transparência sobre a questão. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783395]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Paraguai elimina Alemanha nos penáltis e está nos &#8216;oitavos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:31:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Paraguai qualificou-se na segunda-feira para os oitavos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer a Alemanha por 4-3, no desempate por penáltis, após 1-1 nos 120 minutos, no terceiro jogo dos 16 avos de final.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Paraguai qualificou-se na segunda-feira para os oitavos de final do Mundial2026 de futebol, ao vencer a Alemanha por 4-3, no desempate por penáltis, após 1-1 nos 120 minutos, no terceiro jogo dos 16 avos de final.</P><br />
<P>Em Foxborough, nos Estados Unidos, Julio Enciso adiantou os sul-americanos, aos 42 minutos, enquanto Kai Havertz apontou, aos 54, o tento dos germânicos, que já tinham falhado os &#8216;oitavos&#8217; em 2018 e 2022, ficando-se então pela fase de grupos.</P><br />
<P>Nos &#8216;oitavos, em encontro marcado para sábado, o Paraguai, que tem como melhor registo em Mundiais a presenças nos &#8216;quartos&#8217; em 2010, vai medir forças com o vencedor do embate entre a França e a Suécia, que se defrontam na terça-feira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783388]]></sapo:autor>
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		<title>Grupos de comunicação social franceses conseguem condenação da Google</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Vários grupos de comunicação social franceses conseguiram a condenação da Google a 126 milhões de euros por práticas anticoncorrenciais na publicidade em linha, informou a AFP com base em fonte próxima do assunto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Vários grupos de comunicação social franceses conseguiram a condenação da Google a 126 milhões de euros por práticas anticoncorrenciais na publicidade em linha, informou a AFP com base em fonte próxima do assunto. </P><br />
<P>Em concreto, a Prisma Media obteve 61 milhões, Le Figaro 26 milhões, Les Echos-Le Parisien 11,5 milhões e a plateforma de video Dailymotion 27,5 milhões, segundo a decisão do Tribunal das Atividades Económicas parisiense. </P><br />
<P>Marc Feuillée, diretor-geral do Le Figaro, citado pela mind Media, &#8220;com as decisões precedentes em favor da Rossel, L&#8217;Equipe e M6, está estabelecida jurisprudência&#8221;. </P><br />
<P>O M6 tinha obtido em março uma indemnização da Google no montante de 23 milhões de euros, também por causa da publicidade em linha. </P><br />
<P>Em junho de 2021, a Autoridade da Concorrência tinha multado a Google pelo mesmo motivo em 220 milhões de euros.</P><br />
<P>E a Comissão Europeia, em setembro, penalizou a Google com uma multa de 2,95 mil milhões de euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783383]]></sapo:autor>
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		<title>IPMA prevê temperaturas até 43 graus e emite avisos amarelos para Viana do Castelo Braga Porto e Setúbal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 23:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O IPMA prevê um longo período de "tempo muito quente e seco" em Portugal continental com temperaturas máximas até 43 graus em algumas regiões e emite avisos amarelos para Viana do Castelo Braga Porto e Setúbal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O IPMA prevê um longo período de &#8220;tempo muito quente e seco&#8221; em Portugal continental com temperaturas máximas até 43 graus em algumas regiões e emite avisos amarelos para Viana do Castelo Braga Porto e Setúbal.</p>
<p>&#8220;Prevê-se um longo período com tempo quente e seco, com a temperatura máxima a atingir valores entre 40 e 43°C no Vale do Tejo e no Alentejo a partir de dia 1, e que poderão estender-se a alguns locais das restantes regiões no final da semana&#8221;, lê-se no comunicado do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) de hoje ao final do dia.</p>
<p>O instituto refere também que, ao contrário do último episódio de tempo quente, &#8220;os valores de temperatura no litoral também irão subir significativamente&#8221; a partir do dia 1, com valores entre 35 e 40 °C.</p>
<p>Segundo o IPMA, o estado do tempo em Portugal continental está a ser influenciado por um anticiclone localizado a norte e noroeste do arquipélago dos Açores, estendendo-se até ao Golfo da Biscaia, e que a partir de hoje &#8220;se desloca para leste, estabelecendo uma circulação do quadrante leste no continente&#8221;.</p>
<p>Neste contexto de tempo muito quente, o maior impacto será no litoral oeste, onde a brisa marítima será pouco intensa durante a tarde, fazendo com que estejam previstos &#8220;vários dias seguidos com temperatura máxima acima de 35°C e temperatura mínima acima de 20°C&#8221;, adianta.</p>
<p>Assim, foram emitidos avisos &#8220;de nível Amarelo de tempo quente, que serão estendidos aos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto e Setúbal, referindo-se este aviso ao interior destes distritos&#8221;, revela anota. E a partir de dia 01 &#8220;terá início o aviso Laranja para o Alentejo, estendendo-se a vários distritos do litoral no dia 2&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O IPMA alerta também na nota que &#8220;é muito provável que o nível dos avisos seja agravado em vários distritos&#8221; nas atualizações dos próximos dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783374]]></sapo:autor>
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		<title>Plano de Israel para construir colonatos em Gaza espera aprovação de Netanyahu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 22:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Israel poderá iniciar "imediatamente" a construção de três colonatos na Faixa de Gaza, assim que o primeiro-ministro o aprovar, afirmou hoje o ministro radical Bezalel Smotrich, enquanto ataques israelitas ao território palestiniano fizeram mais oito mortos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Israel poderá iniciar &#8220;imediatamente&#8221; a construção de três colonatos na Faixa de Gaza, assim que o primeiro-ministro o aprovar, afirmou hoje o ministro radical Bezalel Smotrich, enquanto ataques israelitas ao território palestiniano fizeram mais oito mortos.</P><br />
<P>&#8220;A Administração de Assentamentos, sob a minha direção no Ministério da Defesa, concluiu o seu planeamento e estamos prontos para estabelecer três colonatos imediatamente, assim que recebermos luz verde do primeiro-ministro&#8221;, declarou Smotrich num vídeo da cidade de Sderot, publicado nas redes sociais.</P><br />
<P>Líder da ala radical que apoia o governo de Benjamin Netanyahu, Smotrich acrescentou que Israel deve completar &#8220;a conquista do território restante (em Gaza), derrotar o Hamas e estabelecer um cinturão de colonatos judaicos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Onde não há colonatos, não há segurança. Não vamos voltar à realidade que existia antes de 07 de outubro&#8221;, declarou, recorrendo um slogan que usa há anos.</P><br />
<P>As tropas israelitas já controlam quase 70% do território de Gaza, amontoando mais de dois milhões de palestinianos em pouco mais de 100 quilómetros quadrados, sendo o restante inacessível aos habitantes.</P><br />
<P>O governo israelita de Ariel Sharon desmantelou em 2005 um total de 21 colonatos localizados no sul da Faixa de Gaza, conhecidos como o bloco Gush Katif, apesar da oposição, e obrigou quase 9.000 colonos a abandonar o local, na sequência de um plano de retirada unilateral.</P><br />
<P>Ataques israelitas hoje no sul e centro da Faixa de Gaza mataram pelo menos oito pessoas, incluindo duas crianças, e feriram pelo menos outras 20, segundo as autoridades de saúde e os serviços de emergência, controlados pelo movimento islamita palestiniano Hamas.</P><br />
<P>Em Khan Younis, um ataque atingiu uma tenda no bairro de Al-Mawasi após um aviso prévio, matando uma mãe de 23 anos e a sua filha de um ano, de acordo com o Hospital Nasser.</P><br />
<P>Um outro ataque na cidade de Qarara, a noroeste da cidade, ao início do dia, matou um homem de 31 anos, segundo o Hospital Nasser.  </P><br />
<P>Num incidente separado na mesma área, um ataque atingiu uma tenda de deslocados na zona costeira de Khan Younis, matando duas pessoas e ferindo outras 13, segundo o Hospital Nasser e o Crescente Vermelho Palestiniano.  </P><br />
<P>Na região central de Gaza, um ataque com um &#8216;drone&#8217; atingiu uma tenda em Deir al-Balah, matando pelo menos três palestinianos, incluindo um rapaz de oito anos e o seu avô, segundo as autoridades médicas.</P><br />
<P>Um ataque no sul da Faixa de Gaza, no domingo, matou Zaher Abu Salem, informou o exército israelita, descrevendo-o como membro da Jihad Islâmica e envolvido no ataque de 07 de outubro de 2023 contra Israel, que desencadeou a guerra. </P><br />
<P>Embora os combates tenham diminuído desde o cessar-fogo em outubro, as forças israelitas realizam ataques quase diários, que já resultaram na morte de 1.045 palestinianos, segundo as autoridades de saúde de Gaza. </P><br />
<P>Israel afirma estar a atacar militantes, alegando frequentemente que estes planeavam ataques contra as tropas israelitas. Cinco soldados israelitas foram mortos em ataques de militantes desde o cessar-fogo.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde de Gaza, que faz parte do governo liderado pelo Hamas, mantém registos detalhados das mais de 73 mil vítimas desde início do conflito, mas não proporciona uma discriminação entre civis e militantes.</P><br />
<P>O ataque liderado pelo Hamas, a 07 de outubro, contra Israel, matou cerca de 1.200 pessoas e fez 251 reféns.</P></p>
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