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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 May 2026 12:51:07 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Mais baratos, mas mais arriscados? Carros usados importados têm o dobro do risco de danos em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Análise surge num contexto em que mais de metade dos carros verificados pela 'carVertical' em Portugal eram provenientes do estrangeiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os carros usados importados continuam a ganhar peso no mercado português, mas os dados da &#8216;carVertical&#8217; mostram que essa opção pode trazer riscos acrescidos para os compradores. Entre janeiro de 2025 e março de 2026, 55,4% dos veículos importados verificados em Portugal apresentavam registo de danos, face a 25,3% dos carros usados nacionais. Ou seja, os importados tinham 2,2 vezes mais probabilidade de apresentar histórico de danos.</p>
<p>A análise surge num contexto em que mais de metade dos carros verificados pela &#8216;carVertical&#8217; em Portugal eram provenientes do estrangeiro. Ao todo, 56,5% dos veículos analisados no mercado nacional tinham origem externa, uma proporção muito próxima da registada em Espanha, onde os importados representaram 56,6% das verificações.</p>
<p>Segundo a empresa especializada em dados automóveis, a ausência de um sistema europeu unificado de partilha de informação sobre veículos cria uma zona cinzenta para quem compra usados importados. Muitos registos de danos não são digitalizados ou ficam bloqueados em bases de dados nacionais, fazendo com que um automóvel possa chegar a outro país com um histórico incompleto ou aparentemente limpo.</p>
<p>“Os países têm leis de proteção de dados diferentes. Ao não existir um sistema unificado que garanta que o histórico de um carro importado esteja acessível a todos os condutores, a qualidade dos veículos usados sofre. Ao importar um carro para outro país, o histórico do veículo é muitas vezes reiniciado: os defeitos são ocultados e a quilometragem é adulterada”, afirma Matas Buzelis, especialista em mercado automóvel da &#8216;carVertical&#8217;.</p>
<p>O risco não se limita aos danos estruturais. A &#8216;carVertical&#8217; recorda que, em estudos anteriores sobre fraude no conta-quilómetros, os veículos importados surgem como duas a cinco vezes mais propensos a terem quilometragem adulterada do que os veículos nacionais. Para os compradores, isto aumenta a exposição a transações menos transparentes e torna mais difícil avaliar o verdadeiro estado do automóvel.</p>
<p>A empresa alerta ainda que carros danificados no estrangeiro podem ser reparados com peças mais baratas ou não originais antes de serem revendidos. Mesmo quando apresentam bom aspeto exterior e preço competitivo, estes veículos podem esconder problemas relevantes, incluindo danos estruturais com impacto potencial na segurança.</p>
<p>“Os carros importados são sempre uma compra mais arriscada. Particulares e empresas envolvidos no comércio automóvel compram frequentemente veículos sinistrados e reparam-nos da forma mais barata possível para os voltar a vender. A alta proporção de danos entre veículos importados significa que o risco de adquirir um carro com defeito está longe de ser negligenciável”, sublinha Buzelis.</p>
<p>A transparência é uma prioridade clara para os consumidores. Num inquérito realizado pela &#8216;carVertical&#8217; a 14 mil condutores em 22 países europeus, 92,2% dos compradores defenderam que os vendedores devem ser obrigados a revelar qualquer sinistro anterior. Além disso, 75,6% disseram preferir um carro sem histórico de danos, enquanto apenas 9,6% apontaram o preço como o critério mais importante.</p>
<p>A gravidade dos danos é outro fator decisivo. Segundo o estudo, 60,7% dos condutores não comprariam um carro que tivesse sofrido um acidente grave, mesmo que estivesse visualmente em bom estado. Ao mesmo tempo, 63,9% admitiram estar dispostos a pagar mais por um veículo se pudessem ter a garantia de que nunca sofreu um acidente. Para 86,7% dos inquiridos, a gravidade dos danos anteriores é extremamente importante.</p>
<p>Para a &#8216;carVertical&#8217;, estes dados mostram uma contradição no mercado europeu de usados: os compradores exigem mais transparência, mas o acesso a dados técnicos sobre veículos continua limitado por diferentes interpretações legais e pela falta de harmonização entre países.</p>
<p>“A ironia disso é que, embora os consumidores exijam mais transparência, a atual leitura do RGPD cria obstáculos para as empresas que a tentam disponibilizar. Definições vagas de interesse legítimo obrigam as empresas a passar por um dispendioso labirinto legal, país a país, para provar que o tratamento de dados é legítimo. Um acesso mais aberto a dados técnicos despersonalizados sobre os veículos europeus eliminaria estas barreiras, fomentaria a inovação e daria aos consumidores a proteção que claramente exigem”, explica Buzelis.</p>
<p>A &#8216;carVertical&#8217; opera em 37 países europeus, bem como nos EUA, México e Austrália, recolhendo informação de mais de mil registos e bases de dados em todo o mundo para produzir relatórios históricos de veículos usados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769134]]></sapo:autor>
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		<title>PSP detém 12 suspeitos de tráfico e apreende 10 quilos de droga em Braga e AMPorto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[PSP]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico]]></category>
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					<description><![CDATA[Da droga apreendida, 6,7 quilos são de cocaína e três de heroína]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A PSP de Braga deteve na quarta-feira, naquela cidade e na Área Metropolitana do Porto, 12 suspeitos de tráfico de droga e apreendeu mais de 10 quilos de produto estupefaciente, foi hoje anunciado.</p>
<p>Em conferência de imprensa, o comandante da Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Braga, Luís Freitas, adiantou que a operação resultou ainda na apreensão de três armas de fogo, munições, uma soqueira, três automóveis e 14 mil euros, além de material usado para o tráfico de droga.</p>
<p>Da droga apreendida, 6,7 quilos são de cocaína e três de heroína.</p>
<p>&#8220;Trata-se de um grupo que denotava alguma complexidade e que adotava medidas de contravigilância&#8221;, acrescentou Luís Freitas, sublinhando que esta foi &#8220;a maior apreensão de sempre&#8221; de droga feita pela PSP de Braga.</p>
<p>Uma parte da droga tinha como destino o bairro social do Picoto, em Braga.</p>
<p>No âmbito da investigação, titulada pelo Ministério Público de Vila Nova de Famalicão e que durava há cerca de um ano, a PSP deu cumprimento, na quarta-feira, a 13 mandados de busca na cidade de Braga e na Área Metropolitana do Porto.</p>
<p>Numa das abordagens, um agente ficou ferido num joelho, quando o visado, na tentativa de fuga, &#8220;atirou a mota contra o veículo pessoal&#8221;.</p>
<p>Nas buscas estiveram também envolvidas equipas cinotécnicas, sendo que em alguns casos os cães foram decisivos para sinalizar a existência de droga.</p>
<p>Dos 12 detidos, 11 vão ser presentes a tribunal, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das respetivas medidas de coação.</p>
<p>Luís Freitas referiu que a investigação ainda não está concluída, podendo haver mais detenções nos próximos tempos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769108]]></sapo:autor>
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		<title>CEO da Nvidia deixa alerta aos pais: “Com a IA, o que os filhos estudam deixa de importar”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:43:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jensen Huang]]></category>
		<category><![CDATA[Nvidia]]></category>
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					<description><![CDATA[Líder da tecnológica considera que, na era da IA, o que se estuda poderá pesar menos do que a capacidade de usar estas ferramentas para aprender melhor, trabalhar melhor e desenvolver competências humanas difíceis de automatizar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A inteligência artificial está a transformar o mercado de trabalho, mas Jensen Huang, CEO da Nvidia, defende que os pais não devem ficar demasiado preocupados com a escolha do curso dos filhos. Numa reflexão citada pelo &#8216;El Economista&#8217;, o líder da tecnológica considera que, na era da IA, o que se estuda poderá pesar menos do que a capacidade de usar estas ferramentas para aprender melhor, trabalhar melhor e desenvolver competências humanas difíceis de automatizar.</p>
<p>A chegada da inteligência artificial está a alterar vários setores, mas é no emprego que se esperam algumas das mudanças mais profundas. Ferramentas capazes de executar tarefas antes reservadas a humanos levantam dúvidas sobre o futuro de muitas profissões, sobretudo em áreas mais expostas à automatização.</p>
<p>Ainda assim, Huang apresenta uma visão mais otimista. O CEO da Nvidia reconhece que a IA poderá ameaçar determinados empregos, mas insiste que o valor humano continuará a ser essencial na maioria das profissões.</p>
<p>“A capacidade de contar uma história para um público continuará a ser tão importante no futuro como é hoje”, afirmou, referindo-se a áreas como o jornalismo e outras profissões em que comunicação, interpretação e criatividade continuam a ter peso.</p>
<p>Para Huang, a pergunta decisiva não deve ser apenas “o que estudar para escapar à IA”, mas antes como usar a tecnologia para melhorar competências, aprendizagem e desempenho profissional.</p>
<p>“Tudo o que precisa de fazer é perguntar-se: como é que a IA pode ajudar-me a melhorar a minha aprendizagem, a minha profissão, o meu propósito?”, defendeu o responsável da Nvidia.</p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; sublinha que Huang aconselha os jovens a seguirem a sua paixão, em vez de tentarem escolher apenas uma carreira teoricamente ‘à prova de IA’. Na sua visão, a tecnologia não elimina a importância das competências de base, mas muda a forma como estas devem ser aplicadas.</p>
<p>“Os pais não devem preocupar-se excessivamente com o que os filhos estudam na era da IA”, afirmou Huang. “Acho que isso não vai importar. Todas as coisas que costumavam importar continuarão a ser importantes no futuro.”</p>
<p>O fundador da Nvidia considera ainda que o mercado começa a ficar saturado de profissionais com competências tecnológicas, o que reforça a importância de capacidades humanas duradouras. Entre elas estão pensamento crítico, comunicação, criatividade, capacidade de adaptação e aptidão para trabalhar com ferramentas de IA, em vez de competir diretamente contra elas.</p>
<p>A mensagem é clara: num mercado em mudança, a vantagem poderá não estar apenas no curso escolhido, mas na forma como cada pessoa usa a inteligência artificial para ampliar aquilo que já sabe fazer. Para Huang, o futuro do trabalho não será decidido apenas por quem domina tecnologia, mas também por quem consegue combiná-la com competências humanas que continuam difíceis de substituir.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769130]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump vence primeira batalha judicial sobre voto por correio antes das eleições de novembro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trump-vence-primeira-batalha-judicial-sobre-voto-por-correio-antes-das-eleicoes-de-novembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:37:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão surge a poucos meses das eleições intercalares de novembro, nas quais os republicanos tentam manter o controlo das duas câmaras do Congresso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um juiz federal americano recusou bloquear a ordem executiva de Donald Trump que endurece as regras do voto por correio, numa derrota para o Partido Democrata, que alegava que a medida poderia afastar milhões de eleitores das urnas. A decisão surge a poucos meses das eleições intercalares de novembro, nas quais os republicanos tentam manter o controlo das duas câmaras do Congresso, avança a &#8216;Reuters&#8217;.</p>
<p>A ordem executiva foi assinada por Trump a 31 de março e determina que a administração compile listas de cidadãos americanos confirmados como elegíveis para votar em cada estado. O objetivo declarado é usar dados federais para ajudar as autoridades eleitorais estaduais a verificar quem pode votar.</p>
<p>A medida exige ainda que o Serviço Postal dos Estados Unidos entregue boletins de voto por correio apenas a eleitores incluídos nas listas aprovadas de cada estado. Além disso, obriga os estados a conservar registos eleitorais durante cinco anos.</p>
<p>Os democratas contestaram a ordem em tribunal, argumentando que ela viola a competência constitucional dos estados para regular eleições e pode excluir indevidamente eleitores legalmente inscritos. Segundo os queixosos, o recurso a bases de dados do Departamento de Segurança Interna e da Administração da Segurança Social para criar listas de cidadania pode gerar erros, uma vez que esses dados podem estar desatualizados ou incompletos.</p>
<p>O juiz Carl Nichols, do tribunal federal de Washington, recusou, no entanto, emitir uma providência cautelar para travar a medida. Na decisão, considerou que o processo foi apresentado demasiado cedo, porque o Governo ainda não produziu listas erradas de cidadania e o Serviço Postal ainda não aplicou novas regras.</p>
<p>“Dado que a ordem executiva não exige que os queixosos façam nada e que nenhuma agência atuou ainda ao abrigo da ordem de forma que possa prejudicá-los, estes não sofreram qualquer dano no presente”, escreveu Nichols, nomeado por Trump durante o primeiro mandato.</p>
<p>O magistrado deixou, ainda assim, a porta aberta a uma nova tentativa. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, os democratas poderão voltar a pedir uma providência cautelar se e quando as agências federais começarem a implementar a ordem executiva de forma concreta.</p>
<p>A decisão é politicamente sensível porque Trump tem criticado durante anos o voto por correio e repetido a alegação falsa de que a sua derrota nas eleições presidenciais de 2020 resultou de fraude eleitoral generalizada. A ordem chega num momento em que o controlo do Congresso está em disputa e em que as regras eleitorais voltam a ocupar o centro da luta política americana.</p>
<p>Há ainda uma batalha paralela em curso. Uma coligação de estados democratas apresentou uma ação semelhante num tribunal federal em Boston. A juíza Indira Talwani, nomeada pelo antigo presidente Barack Obama, deverá ouvir os argumentos nesse caso a 2 de junho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769124]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Arábia Saudita suspende ‘The Line’: crónica de uma miragem futurista que esbarrou na realidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:14:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[arábia saudita]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[The Line]]></category>
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					<description><![CDATA[‘The Line’ prometia ser uma cidade inteligente sem carros, formada por dois enormes blocos espelhados, com 500 metros de altura, 200 metros de largura e 170 quilómetros de comprimento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Arábia Saudita suspendeu a construção de ‘The Line’, o megaprojeto urbano que prometia erguer uma cidade linear de 170 quilómetros no deserto, até depois de 2030. O recuo surge após uma revisão estratégica da Neom, liderada pelo novo diretor executivo Aiman al-Mudaifer, e representa uma forte redução das ambições iniciais do projeto, escreve o &#8216;El Confidencial&#8217;.</p>
<p>Apresentada como a peça mais simbólica da Visão 2030, a estratégia do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman para modernizar a economia saudita e reduzir a dependência do petróleo, ‘The Line’ prometia ser uma cidade inteligente sem carros, formada por dois enormes blocos espelhados, com 500 metros de altura, 200 metros de largura e 170 quilómetros de comprimento.</p>
<p>A ambição inicial era acolher nove milhões de habitantes. Mas a realidade financeira e técnica acabou por impor um travão. O projeto, cujo custo já tinha sido estimado em mais de 1 bilião de dólares, cerca de 930 mil milhões de euros, foi reduzido de forma significativa, com a construção adiada para depois de 2030 e uma meta populacional limitada a um máximo de 100 mil residentes.</p>
<p>A redução não surge do nada. Em abril de 2024, os planos iniciais já tinham sido revistos em baixa, com a primeira fase reduzida para apenas 2,4 quilómetros até 2030. A população prevista para o final da década caiu então de 1,5 milhões para cerca de 300 mil pessoas, sinalizando que a visão original começava a ceder perante custos, prazos e dificuldades de execução.</p>
<p>A pressão financeira é um dos principais fatores. O fundo soberano saudita passou a exigir que os projetos da Neom demonstrassem retorno financeiro real, em vez de continuarem apenas a consumir capital. O país está também a reorientar investimento para infraestruturas consideradas mais imediatas e práticas, num contexto de maior pressão sobre as contas públicas.</p>
<p>Essa mudança de prioridades beneficia sobretudo Oxagon, a zona industrial e portuária da Neom no Mar Vermelho. A Arábia Saudita pretende investir cerca de 3 mil milhões de dólares, cerca de 2,8 mil milhões de euros, neste polo, reforçando redes de água, energia e conectividade digital para atrair empresas de inteligência artificial e centros de dados.</p>
<p>A explicação é menos futurista e mais prática: os centros de dados precisam de energia, conectividade e refrigeração. A localização costeira de Oxagon torna-se, por isso, mais útil para a nova aposta saudita na inteligência artificial do que uma cidade linear no deserto.</p>
<p>O recuo atinge também outros projetos associados à Neom. Resorts no Mar Vermelho foram adiados para depois de 2030, enquanto Trojena, o resort de montanha que chegou a estar previsto para receber os Jogos Asiáticos de Inverno de 2029, não deverá receber novos investimentos antes de 2031.</p>
<p>O Governo saudita procura enquadrar a mudança como uma decisão pragmática. O ministro das Finanças, Mohammed al-Yadaan, afirmou que, se for necessário ajustar, acelerar, adiar ou cancelar projetos, o reino o fará “sem hesitação”. A mesma lógica foi defendida por Mohammed bin Salman, que admitiu mudanças radicais sempre que o “interesse público” o exigir.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Confidencial&#8217;, a história de ‘The Line’ foi marcada desde o início por dúvidas de urbanistas e especialistas, que questionaram a viabilidade de construir uma cidade linear gigantesca num ambiente desértico. O projeto avançou mesmo assim, sustentado por imagens futuristas, promessas tecnológicas e uma narrativa de transformação civilizacional.</p>
<p>Mas a execução revelou-se muito mais difícil do que a apresentação. Imagens de satélite, auditorias internas, derrapagens financeiras e mudanças de liderança aumentaram as dúvidas sobre a capacidade de concretizar a visão original. O antigo diretor executivo da Neom, Nadhmi al-Nasr, acabou por sair no final de 2024, num período marcado por relatos de caos executivo e denúncias sobre condições laborais nos projetos da Visão 2030.</p>
<p>Agora, a prioridade parece mudar da utopia urbana para uma estratégia mais utilitária. Parte da infraestrutura física já desenvolvida poderá ser reaproveitada para apoiar centros de dados e projetos ligados à inteligência artificial. Na prática, a grande promessa de uma cidade espelhada de 170 quilómetros fica suspensa, enquanto Riade tenta transformar parte do investimento já feito em ativos com retorno mais concreto.</p>
<p>‘The Line’ não desaparece oficialmente, mas fica muito longe da ambição original. O projeto que prometia redesenhar a vida urbana no deserto saudita é agora empurrado para depois de 2030, reduzido em escala e subordinado a uma lógica mais financeira do que visionária.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769112]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Temu afirma que multa de 200 ME aplicada por Bruxelas é &#8220;desproporcionada&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/temu-afirma-que-multa-de-200-me-aplicada-por-bruxelas-e-desproporcionada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Temu considerou "desproporcionada" a multa de 200 milhões de euros aplicada hoje pela Comissão Europeia, por não detetar devidamente produtos ilegais à venda na plataforma com elevados riscos de segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Temu considerou &#8220;desproporcionada&#8221; a multa de 200 milhões de euros aplicada hoje pela Comissão Europeia, por não detetar devidamente produtos ilegais à venda na plataforma com elevados riscos de segurança.</p>
<p>&#8220;Não concordamos com a decisão da Comissão Europeia e consideramos que a multa é desproporcionada&#8221;, afirmou à agência de notícias EFE um porta-voz da empresa, acrescentando que a Temu, que pode recorrer da sanção junto dos tribunais europeus, irá avaliar &#8220;todas as opções disponíveis&#8221; ao seu dispor.</p>
<p>A Comissão Europeia multou hoje a empresa chinesa por não detetar devidamente produtos ilegais, referindo que encontrou à venda brinquedos para bebés, joias ou carregadores com elevados riscos de segurança.</p>
<p>A Comissão Europeia acusa a Temu de, na sua avaliação de riscos de 2024, não ter conseguido &#8220;identificar, analisar e avaliar devidamente os riscos sistémicos associados à venda de produtos ilegais na sua plataforma e os danos daí resultantes para os consumidores na União Europeia (UE)&#8221;.</p>
<p>&#8220;A Temu colaborou de forma construtiva com a Comissão ao longo de todo o processo e, desde então, tomou medidas adicionais para reforçar a avaliação de riscos, a governação da plataforma e a proteção do utilizador&#8221;, respondeu, por sua vez, a empresa.</p>
<p>Com base em provas que recolheu no âmbito da investigação, a Comissão Europeia indicou que &#8220;é muito provável que os consumidores na UE encontrem artigos ilegais&#8221; à venda na plataforma chinesa.</p>
<p>Entre os exemplos de produtos ilegais que detetou, a comissão referiu que &#8220;uma elevada percentagem de brinquedos para bebés testados que apresentava riscos de segurança de gravidade média a elevada, por conterem substâncias químicas acima dos limites legais de segurança ou representarem riscos de asfixia devido a peças destacáveis&#8221;.</p>
<p>No mesmo sentido, &#8220;uma percentagem muito elevada dos carregadores&#8221; que foram analisados falhou &#8220;testes básicos de segurança&#8221;, tendo igualmente sido identificadas joias que representavam riscos de segurança.</p>
<p>O executivo comunitário frisa que a avaliação de riscos feita pela Temu em 2024 não respeita os padrões estabelecidos pela Lei europeia dos Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês) e &#8220;baseia-se em informações gerais sobre os riscos associados ao setor do comércio eletrónico&#8221; em vez de assentar em &#8220;provas específicas sobre o próprio serviço da Temu&#8221;.</p>
<p>Essa avaliação de riscos, prosseguiu o executivo, subestimou &#8220;seriamente a frequência com que os consumidores da UE são suscetíveis de encontrar artigos ilegais&#8221;.</p>
<p>A Comissão Europeia acusa ainda a plataforma chinesa de &#8220;não avaliar devidamente&#8221; a forma como o &#8216;design&#8217; do seu serviço, &#8220;incluindo os sistemas de recomendação e os programas de promoção de produtos por influenciadores afiliados, pode aumentar os riscos de disseminação de produtos ilegais&#8221;.</p>
<p>Esta é a multa mais elevada alguma vez imposta pela Comissão Europeia ao abrigo da Lei dos Serviços Digitais &#8211; a segunda mais elevada, de 120 milhões de euros, foi aplicada à rede social X, detida pelo magnata Elon Musk, em dezembro de 2025.</p>
<p>O executivo comunitário salientou que o valor da multa foi calculado com base na &#8220;natureza da infração, a sua gravidade em termos do número de utilizadores afetados e a sua duração&#8221;.</p>
<p>Caso não recorra, a Temu tem agora três meses para pagar a multa e apresentar à Comissão Europeia, até 28 de agosto, um plano de ação para corrigir as falhas detetadas, que será depois alvo de um parecer do Comité Europeu dos Serviços Digitais.</p>
<p>No âmbito desta investigação, a Comissão Europeia está também a avaliar outras questões como o &#8220;&#8216;design&#8217; aditivo&#8221; da plataforma, os sistemas de recomendação ou as avaliações de risco que foram feitas pela Temu nos anos subsequentes, podendo ainda aplicar multas sobre qualquer uma dessas matérias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769115]]></sapo:autor>
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		<title>Satélite da Google encontra ‘buraco negro’ no Pacífico: afinal, só há uma explicação possível</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 12:04:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Imagem captada no Google Maps mostrou uma estranha mancha negra no meio do oceano Pacífico e voltou a alimentar teorias sobre um alegado ‘buraco negro’ na Terra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma imagem captada no Google Maps mostrou uma estranha mancha negra no meio do oceano Pacífico e voltou a alimentar teorias sobre um alegado ‘buraco negro’ na Terra. A explicação, porém, é muito menos misteriosa: tratava-se de Vostok Island, uma pequena ilha desabitada da República de Kiribati, escreve o &#8216;El Confidencial&#8217;.</p>
<p>A imagem começou a circular em 2021, depois de uma captura ter sido partilhada no Reddit. Vista de cima, a mancha surgia como uma silhueta triangular, escura e aparentemente artificial, rodeada apenas pelo azul do mar. A aparência invulgar levou alguns utilizadores a sugerirem a existência de um enorme poço submarino, enquanto outros falaram numa possível base militar secreta desfocada nos mapas.</p>
<p>O próprio contexto da imagem dava, no entanto, uma pista decisiva: não se tratava de um vazio, mas de uma ilha. Vostok Island é um atol coralino com cerca de 0,25 quilómetros quadrados, situado no Pacífico Sul, a aproximadamente 6.000 quilómetros a leste da Austrália.</p>
<p>O aspeto negro da ilha não se explica por qualquer anomalia no oceano, mas pela vegetação. O interior de Vostok Island está quase totalmente coberto por árvores de Pisonia, uma espécie de folhagem muito densa e de tom verde escuro. Observadas a grande altitude, estas árvores podem parecer praticamente pretas nas imagens de satélite.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Confidencial&#8217;, a densidade da vegetação é tão elevada que bloqueia boa parte da luz e impede o crescimento de outras plantas no interior da ilha. Esse manto compacto de árvores transforma Vostok Island numa mancha escura quase uniforme quando vista em plataformas como o Google Maps.</p>
<p>A ilha é também marcada pelo isolamento. Foi localizada por exploradores russos em 1820 e não há indícios de presença humana permanente anterior. A ausência de uma fonte fiável de água doce ajuda a explicar por que motivo nunca se consolidou ali um assentamento estável.</p>
<p>Apesar de desabitada, Vostok Island não é um espaço sem vida. Trabalhos de reconhecimento identificaram aves marinhas, incluindo atobás, nodis e fragatas, atraídas pela vegetação densa. As sementes pegajosas das árvores de Pisonia aderem às penas das aves e ajudam à dispersão da espécie, embora possam também prender alguns animais e deixar restos sob as árvores.</p>
<p>O mistério do ‘buraco negro’ no Pacífico acaba, assim, por ter uma explicação natural: uma ilha minúscula, isolada e coberta por vegetação tão densa que, vista do espaço, parece uma sombra impossível no meio do oceano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769105]]></sapo:autor>
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		<title>NASA deteta enorme onda de calor no Pacífico: pode ser o primeiro aviso de El Niño este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:49:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está uma onda de Kelvin quente, um pulso de água mais quente e elevada que se desloca para leste através do Pacífico. Segundo os dados citados pela NASA, este tipo de sinal costuma surgir meses antes do desenvolvimento de um evento El Niño]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma enorme onda de calor oceânica está a deslocar-se pelo Pacífico equatorial e pode ser um sinal precoce de um novo episódio de El Niño ainda este ano. A anomalia foi detetada por satélite através da subida do nível do mar, escreve o &#8216;El Confidencial&#8217;, com base em dados do Sentinel-6 Michael Freilich, missão operada pela NASA e por parceiros europeus.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">Sea level data shows signs that an El Niño will likely emerge later this year. The Sentinel-6 Michael Freilich satellite, which measures the height of the entire ocean every 10 days, has detected higher, warmer water moving east across the Pacific Ocean. <a href="https://t.co/q8CcAcBjAR">https://t.co/q8CcAcBjAR</a> <a href="https://t.co/XVoAbE4CLQ">pic.twitter.com/XVoAbE4CLQ</a></p>
<p>&mdash; NASA JPL (@NASAJPL) <a href="https://x.com/NASAJPL/status/2059676449951375497?ref_src=twsrc%5Etfw">May 27, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O fenómeno não foi observado diretamente na atmosfera, mas no oceano. Quando a água aquece, expande-se e provoca uma subida mensurável do nível do mar. É esta alteração, detetada a partir do espaço, que permite aos cientistas acompanhar o avanço de grandes massas de água mais quente antes de os seus efeitos se tornarem visíveis no clima.</p>
<p>Em causa está uma onda de Kelvin quente, um pulso de água mais quente e elevada que se desloca para leste através do Pacífico. Segundo os dados citados pela NASA, este tipo de sinal costuma surgir meses antes do desenvolvimento de um evento El Niño.</p>
<p>O satélite Sentinel-6 Michael Freilich, lançado em 2020 e integrado no programa europeu Copernicus, mede a altura global dos oceanos a cada 10 dias com grande precisão. Essa capacidade permite detetar variações que seriam difíceis de identificar apenas a partir da superfície terrestre.</p>
<p>A sequência registada este ano mostra uma pequena onda inicial formada perto da Micronésia no final de janeiro, que acabou por dissipar-se em meados de fevereiro. Em março, surgiu uma nova onda, que continuou a deslocar-se para leste e chegou em maio às águas próximas do Peru.</p>
<p>Nessa zona, o nível do mar subiu mais de 15 centímetros acima da média histórica. A explicação física é direta: a água mais quente ocupa mais volume. Por isso, uma elevação persistente do nível do oceano pode indicar temperaturas anormalmente elevadas no mar.</p>
<p>O interesse científico é elevado porque o El Niño pode alterar a circulação atmosférica global, modificar a corrente de jato e mudar padrões de chuva em várias regiões do planeta. Em episódios mais intensos, pode contribuir para secas, inundações, ondas de calor invulgares e perturbações na pesca, na agricultura e no comércio.</p>
<p>O &#8216;El Confidencial&#8217; refere que a NASA mantém cautela, porque cada episódio de El Niño evolui de forma diferente. Ainda assim, Severine Fournier, investigadora do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA e cientista associada do projeto, resumiu o risco: estes eventos “quase sempre resultam em anos quentes e causam grandes mudanças nos padrões de chuva em algumas partes do mundo”.</p>
<p>Josh Willis, investigador do nível do mar no mesmo laboratório, e Michael Freilich, cientista do projeto Sentinel-6, assinalaram que este episódio começou mais tarde do que os grandes eventos de 1997 e 2015, mas está a recuperar intensidade. “Veremos até onde isto vai”, afirmaram.</p>
<p>Os impactos totais ainda poderão demorar meses a tornar-se claros, uma vez que o El Niño costuma atingir o pico entre novembro e janeiro. Até lá, os satélites de monitorização do nível do mar serão uma ferramenta essencial para acompanhar a evolução do fenómeno, melhorar previsões e ajudar comunidades vulneráveis a preparar-se para riscos climáticos extremos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769096]]></sapo:autor>
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		<title>Idade da reforma vai subir para os 66 anos e 11 meses em 2027</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:48:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A idade da reforma vai subir para os 66 anos e 11 meses em 2027, segundo confirmam os dados da esperança de vida hoje publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A idade da reforma vai subir para os 66 anos e 11 meses em 2027, segundo confirmam os dados da esperança de vida hoje publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>&#8220;A esperança de vida aos 65 anos, no período 2023-2025, foi estimada em 20,19 anos para o total da população&#8221;, indica o INE, o que corresponde a um aumento de 0,17 anos (2,0 meses) relativamente ao triénio 2022-2024.</p>
<p>Com base nestes dados é possível calcular que em 2027 a idade legal de acesso à reforma será de 66 anos e 11 meses.</p>
<p>Este valor é superior em dois meses ao de 2026, que tinha já subido dois meses em relação a 2025.</p>
<p>Em 2024, a idade de reforma ficou inalterada, nos 66 anos e quatro meses, face a 2023, ano em que se registou um recuo de três meses por comparação com a idade fixada para 2022, algo inédito desde que a idade da reforma passou a estar associada à esperança média de vida.</p>
<p>Tanto a redução de 2023 como a manutenção da idade para 2024 estão associadas ao recuo na esperança média de vida devido à mortalidade associada à pandemia de covid-19 e a sua incidência junto da população mais idosa.</p>
<p>O valor provisório da esperança de vida aos 65 anos, apurado anualmente pelo INE, é divulgado em novembro servindo de referência para efeitos de determinação da idade normal de acesso à pensão de velhice do regime geral de Segurança Social e do fator de sustentabilidade a aplicar ao montante estatutário das pensões de velhice do regime geral de Segurança Social.</p>
<p>Em maio, o valor é confirmado pelo INE com a divulgação das tábuas de mortalidade.</p>
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		<title>Bruxelas dá dois meses a Portugal para comunicar lei de proteção de trabalhadores contra exposição ao chumbo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:47:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia deu hoje dois meses a Portugal para comunicar a transposição da nova diretiva que reforça a proteção dos trabalhadores contra a exposição ao chumbo e aos diisocianatos, por o prazo europeu não ter sido cumprido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia deu hoje dois meses a Portugal para comunicar a transposição da nova diretiva que reforça a proteção dos trabalhadores contra a exposição ao chumbo e aos diisocianatos, por o prazo europeu não ter sido cumprido.</p>
<p>&#8220;Hoje, a Comissão Europeia decidiu abrir processos de infração, enviando cartas de notificação formal a 10 países da UE [um dos quais Portugal] por não terem comunicado integralmente as suas medidas de transposição da diretiva da UE para o direito nacional&#8221;, já que &#8220;o prazo de transposição terminou a 09 de abril de 2026&#8221;, anunciou a Comissão em comunicado.</p>
<p>As cartas de notificação formal agora enviadas pela Comissão Europeia, dando início a processos de infração, assinalam que estes 10 países (Bélgica, Dinamarca, Grécia, Espanha, Itália, Luxemburgo, Hungria, Polónia, Portugal e Eslováquia) não cumpriram ainda a obrigação de incorporar totalmente as novas regras no direito nacional.</p>
<p>Bruxelas dá agora &#8220;dois meses para responderem, concluírem a transposição a nível nacional e notificarem as suas medidas&#8221;, sendo que, &#8220;na ausência de uma resposta satisfatória, a Comissão poderá decidir emitir um parecer fundamentado&#8221;, refere o comunicado.</p>
<p>A diretiva altera a legislação europeia sobre proteção dos trabalhadores contra substâncias cancerígenas, mutagénicas e tóxicas para a reprodução, bem como contra agentes químicos perigosos, introduzindo limites de exposição ocupacional e biológica mais restritos para o chumbo e os seus compostos inorgânicos.</p>
<p>Pela primeira vez, são também estabelecidos valores-limite vinculativos de exposição profissional aos diisocianatos, substâncias associadas a problemas respiratórios graves, incluindo asma ocupacional.</p>
<p>O chumbo é uma substância reprotoxica sem limiar seguro de exposição cientificamente estabelecido, enquanto os diisocianatos [compostos químicos usados principalmente no fabrico de poliuretanos, como espumas, adesivos, tintas e vedantes] são sensibilizantes que podem provocar efeitos sérios na saúde dos trabalhadores.</p>
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		<item>
		<title>Esperança de vida à nascença aumentou para 81,75 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:47:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A esperança de vida à nascença aumentou para 81,75 anos, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE), segundo o qual aos 65 anos a população portuguesa pode esperar viver mais 20,19 anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A esperança de vida à nascença aumentou para 81,75 anos, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE), segundo o qual aos 65 anos a população portuguesa pode esperar viver mais 20,19 anos.</p>
<p>Os dados dizem respeito ao período 2023 &#8212; 2025. Para os homens, a esperança de vida à nascença foi estimada em 78,99 anos e para as mulheres em 84,21 anos.</p>
<p>Estes valores representam um aumento 3,1 meses para os homens e de 3,0 meses para as mulheres, face ao triénio anterior, de acordo com o INE.</p>
<p>&#8220;No espaço de uma década, verificou-se um aumento de 1,28 anos na esperança de vida à nascença para o total da população&#8221;: 1,56 anos para os homens e 0,98 anos para as mulheres, destacou o INE, ao divulgar as Tábuas de Mortalidade.</p>
<p>A evolução resultou, sobretudo, da redução na mortalidade em idades iguais ou superiores a 60 anos.</p>
<p>A esperança de vida aos 65 anos, no período 2023-2025, foi estimada em 20,19 anos para o total da população.</p>
<p>Assim, aos 65 anos, os homens podiam esperar viver 18,43 anos e as mulheres 21,55 anos, o que corresponde a um aumento de 0,13 anos para os homens e de 0,20 anos para as mulheres relativamente a 2022-2024.</p>
<p>Nos últimos 10 anos, a esperança de vida aos 65 anos aumentou 12,1 meses para os homens e 10,6 meses para as mulheres.</p>
<p>Em 2023-2025, as mulheres continuavam a viver mais anos do que os homens, mantendo-se, contudo, &#8220;a tendência de convergência da esperança de vida à nascença de homens e mulheres, que foi interrompida em 2019-2021&#8221;, observaram os estatísticos.</p>
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		<title>NATO prepara uma fortaleza no Mar Báltico: a ilha que pode travar Putin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:39:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Situada a cerca de 300 quilómetros de Kaliningrado, enclave russo fortemente militarizado, a ilha é vista como uma peça-chave para controlar movimentos militares numa das regiões mais sensíveis da Europa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A NATO está a reforçar a ilha sueca de Gotland, no Mar Báltico, considerada pelos militares uma das posições mais estratégicas e vulneráveis da Aliança perante a ameaça russa, escreve o &#8216;POLITICO&#8217;. Situada a cerca de 300 quilómetros de Kaliningrado, enclave russo fortemente militarizado, a ilha é vista como uma peça-chave para controlar movimentos militares numa das regiões mais sensíveis da Europa.</p>
<p>A Suécia concluiu na semana passada o primeiro exercício coordenado pela NATO em Gotland desde a sua adesão à Aliança Atlântica, em 2024. Cerca de 18 mil militares de 13 países participaram nos treinos, que simularam a resposta a um possível ataque russo à ilha.</p>
<p>“Um ataque russo pode acontecer a qualquer momento”, afirmou Michael Claesson, chefe da Defesa sueco, citado pelo &#8216;POLITICO&#8217;, durante o exercício militar. A frase resume a mudança de perceção em Estocolmo, que voltou a tratar Gotland como uma prioridade militar depois de décadas de desmobilização no pós-Guerra Fria.</p>
<p>A importância da ilha é simples de perceber: quem controlar Gotland consegue influenciar grande parte do que acontece no Mar Báltico. Niklas Granholm, vice-diretor da Agência Sueca de Pesquisa de Defesa, descreve a ilha como um “porta-aviões inafundável”, capaz de servir de plataforma para operações aéreas em toda a região. A partir dali, caças podem chegar às capitais bálticas em poucos minutos.</p>
<p>Se a Rússia conseguisse tomar a ilha e instalar sistemas de defesa aérea, poderia dificultar o abastecimento marítimo e aéreo aos Estados bálticos e à Finlândia, além de travar o envio de reforços aliados. Pelo contrário, se a NATO mantiver Gotland protegida, poderá limitar a liberdade de movimentos de Moscovo no Mar Báltico e reforçar a defesa de toda a região.</p>
<p>A Suécia está, por isso, a remilitarizar rapidamente a ilha, onde vivem cerca de 60 mil pessoas. Estocolmo investiu mais de 200 milhões de euros em infraestruturas, reativou sistemas de defesa aérea e reinstalou um regimento equipado com veículos blindados CV90 e tanques Leopard 2.</p>
<p>Andreas Gustafsson, comandante do regimento de Gotland, afirmou que pelo menos mais mil militares rotativos deverão juntar-se aos 4.500 já presentes na ilha dentro de um ano. A expectativa é também receber unidades de artilharia de longo alcance “em breve” e novos sistemas de defesa aérea IRIS-T a partir de 2028.</p>
<p>Mas a ameaça não se limita a um ataque convencional. Nos últimos 18 meses, Gotland enfrentou incidentes associados a guerra híbrida, incluindo um vazamento de água após sabotagem numa bomba essencial, o corte de um cabo submarino de fibra ótica e interferências frequentes em sinais de rádio, com impacto em aviões e até ambulâncias.</p>
<p>Anna Wieslander, diretora para o Norte da Europa no Atlantic Council, alertou para o aumento da atividade russa, incluindo cortes de cabos, sobrevoos de drones e incidentes de espionagem. Segundo a analista, a incerteza em torno do compromisso dos Estados Unidos com a segurança europeia aumenta o risco de Moscovo tentar explorar a situação.</p>
<p>Esse é outro ponto sensível para a Suécia e para a NATO. O exercício em Gotland decorreu num momento em que a Europa questiona a fiabilidade americana, depois de Donald Trump ter anunciado reduções de tropas na Alemanha e na Polónia e levantado dúvidas sobre o compromisso de Washington com a Aliança. Os EUA participaram no exercício com 300 militares, mas, segundo uma pessoa próxima do processo citada pelo POLITICO, terão reduzido significativamente o número inicialmente previsto.</p>
<p>Ainda assim, os militares americanos presentes defenderam que a cooperação com a Suécia permanece forte. O tenente-coronel Travis Chamberlain, comandante de um batalhão de fuzileiros navais dos EUA destacado para Gotland, afirmou que as forças dos dois países trabalharam de forma “excecional” e com elevados níveis de integração.</p>
<p>O exercício expôs também uma fragilidade mais recente: a guerra com drones. Um operador ucraniano de 24 anos, identificado pelo nome de guerra Tarik, contou que as tropas suecas tiveram de reiniciar parte do exercício três vezes depois de uma unidade ucraniana de 17 soldados ter usado drones para destruir rapidamente um destacamento blindado sueco. “Vi-os todos, por isso eram alvos fáceis”, afirmou.</p>
<p>A experiência ucraniana tornou-se, assim, uma lição direta para a defesa sueca. Gustafsson admitiu ter ficado surpreendido com a escala da utilização diária de drones pelas forças ucranianas e retirou uma conclusão imediata: “Precisamos de treinar muito mais com drones.”</p>
<p>Também as autoridades civis de Gotland estão a preparar-se para cenários de crise. Meit Fohlin, chefe do governo regional, reúne-se semanalmente com a guarda costeira, a polícia, os bombeiros, o exército, o hospital e operadores de água e energia para planear respostas a bloqueios de abastecimento, falhas energéticas ou ataques ao porto local.</p>
<p>Apesar dos reforços, alguns diplomatas da NATO defendem que a Aliança deve ir mais longe e ponderar a instalação permanente de sistemas de defesa aérea de longo alcance em Gotland. Para Michael Claesson, o essencial é não esperar que a Rússia recupere plenamente a sua capacidade militar: “Não devemos ficar de braços cruzados”, afirmou o chefe da Defesa sueco, defendendo vigilância e prontidão constantes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769078]]></sapo:autor>
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		<title>NOS entre as empresas mais sustentáveis da Europa pelo Financial Times</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:33:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A NOS integra o top 3 das empresas portuguesas com melhor desempenho no combate às alterações climáticas, segundo o ranking internacional Climate Leaders Europe 2026, divulgado pelo Financial Times em parceria com a Statista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A NOS integra o top 3 das empresas portuguesas com melhor desempenho no combate às alterações climáticas, segundo o ranking internacional <em>Climate Leaders Europe 2026</em>, divulgado pelo Financial Times em parceria com a Statista.</p>
<p>No total, apenas 10 empresas nacionais figuram na lista europeia, que analisa cerca de 600 empresas, com base sobretudo na redução da intensidade das emissões de gases com efeito de estufa (âmbitos 1 e 2). A NOS alcançou a terceira melhor classificação entre as empresas portuguesas, com uma pontuação de 74,6.</p>
<p>O ranking conta ainda com o contributo de dados do CDP e da Science Based Targets initiative, que avaliam o progresso das empresas na redução das emissões e na definição de metas climáticas alinhadas com a ciência.</p>
<p>Em 2025 — ano de referência do ranking — a NOS registou uma redução de 76% nas emissões de âmbitos 1 e 2 face a 2024 e de 81% face a 2019, ano base. Estes resultados permitiram à empresa cumprir antecipadamente a meta intermédia definida para o período, que previa uma redução de 80% face a 2019.</p>
<p>No âmbito da sua estratégia de sustentabilidade, a empresa definiu como objetivos reduzir 90% das emissões diretas e indiretas (âmbitos 1 e 2) e 30% das emissões da cadeia de valor (âmbito 3) até 2030, também em comparação com 2019, bem como aumentar progressivamente o consumo de eletricidade de origem renovável.</p>
<p>“A NOS trabalha diariamente tendo por objetivo a melhoria contínua de performance ambiental, social e de governança da empresa, através de iniciativas e projetos concretos. Este reconhecimento internacional deixa-nos extremamente orgulhosos e reforça a nossa determinação”, afirma Luísa Jervell, diretora de sustentabilidade da NOS.</p>
<p>A responsável acrescenta que a sustentabilidade “é um compromisso transversal a toda a organização”, sublinhando que o objetivo passa por garantir “um futuro das comunicações tão disruptivo como responsável”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769086]]></sapo:autor>
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		<title>PS confirma buscas da PJ na sede nacional relacionadas com atividades de trabalhador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:29:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comunicado, o PS sublinha que o partido "não é, como tal, visado pela investigação" da Polícia Judiciária]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PS confirmou hoje que a Polícia Judiciária está a realizar buscas na sede nacional, em Lisboa, afirmando que as diligências estão relacionadas com um dos seus trabalhadores e não com o partido.</p>
<p>&#8220;O Partido Socialista confirma que a Polícia Judiciária está na Sede Nacional do Partido Socialista, a realizar diligências relacionadas com atividades que são imputadas a um dos seus trabalhadores&#8221;, refere o PS, em comunicado enviado à Lusa.</p>
<p>No mesmo comunicado, o PS sublinha que o partido &#8220;não é, como tal, visado pela investigação&#8221; da Polícia Judiciária.</p>
<p>O PS acrescenta que está a colaborar com a PJ em tudo o que está a ser solicitado, &#8220;no sentido de assegurar a boa condução das investigações e no respeito integral dos princípios e regras do Estado de direito&#8221;.</p>
<p>O comunicado do PS foi divulgado na sequência de uma operação da Polícia Judiciária em Lisboa, Mafra, Oeiras e Coimbra, envolvendo a adjudicação de contratos por parte de câmaras municipais e juntas de freguesia, e da qual resultaram cinco detenções.</p>
<p>Segundo a CNN Portugal, um dos detidos será Duarte Moral, assessor de imprensa do PS.</p>
<p>Sobre a operação, a Polícia Judiciária (PJ) indicou hoje de manhã que até ao momento foram realizadas quatro detenções fora de flagrante delito, uma detenção em flagrante delito, por posse ilegal de arma, e constituídos 37 arguidos.</p>
<p>Em causa está a prática dos crimes de prevaricação e participação económica em negócio, envolvendo a adjudicação de diversos contratos por parte de câmaras municipais e juntas de freguesia.</p>
<p>SF/JPS (DD)// SF</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769077]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Dispositivo da Beira Baixa com oito meios aéreos, 737 operacionais e 178 veículos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:28:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[proteção civil]]></category>
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					<description><![CDATA[Oito meios aéreos, 737 operacionais e 178 veículos integram os meios permanentes do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) de 2026 -- Beira Baixa na fase Delta, revelou hoje a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Oito meios aéreos, 737 operacionais e 178 veículos integram os meios permanentes do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) de 2026 &#8212; Beira Baixa na fase Delta, revelou hoje a Proteção Civil.</p>
<p>O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) da região da Beira Baixa, na fase Delta, é ligeiramente reforçado no número de operacionais disponíveis face a 2025.</p>
<p>Segundo os dados disponibilizados à agência Lusa pelo comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Beira Baixa, Pedro Nunes, o dispositivo foi ativado no dia 15, com especial atenção às zonas mais vulneráveis da Beira Baixa.</p>
<p>Assim, na fase Delta (01 de julho a 30 de setembro), a mais crítica da época estival, vão estar em permanência disponíveis na região 737 operacionais, 178 veículos e oito meios aéreos.</p>
<p>Segundo a Proteção Civil, neste momento, está em vigor a fase Bravo (termina no dia 31), que tem disponibilizados 587 operacionais, 139 veículos e cinco meios aéreos.</p>
<p>Na fase Charlie (de 01 a 30 de junho), a Beira Baixa vai contar com um dispositivo permanente de 625 operacionais, 155 veículos e oito meios aéreos.</p>
<p>&#8220;Este dispositivo envolve um esforço conjunto de meios humanos, técnicos e operacionais, assegurado por bombeiros, Forças Armadas, GNR, PSP, sapadores florestais, Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, Comunidade Intermunicipal da Beira Baixa, Serviços Municipais de Proteção Civil e Afocelca, contando também com o apoio dos meios aéreos próprios do Estado e contratados&#8221;.</p>
<p>A Proteção Civil adiantou que estão também previstas ações de vigilância em zonas críticas pelas forças de segurança localmente competentes e ações de sensibilização realizadas junto das populações rurais pelos Serviços Municipais de Proteção Civil, onde os incêndios têm historicamente maior impacto.</p>
<p>&#8220;Em virtude da época estival que se avizinha, apela-se à responsabilidade individual, lembrando que a maioria das ignições resulta de negligência humana&#8221;.</p>
<p>Pede-se ainda à população da Beira Baixa para estar vigilante e sempre que detetar um incêndio deverá ligar para o número nacional de emergência, 112.</p>
<p>&#8220;O comportamento consciente de todos é determinante para proteger as pessoas, os bens e o património natural da Beira Baixa&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769061]]></sapo:autor>
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		<title>Bruxelas processa Portugal por não transpor diretiva sobre transição verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:28:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Bruxelas]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Comissão Europeia indica que enviou uma carta de notificação formal, o primeiro passo de um processo de infração, a 20 Estados-membros, entre os quais Portugal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia abriu hoje um processo de infração a Portugal por não ter transposto uma diretiva sobre a transparência dos rótulos ambientais e o reforço dos direitos dos consumidores na transição verde.</p>
<p>No pacote de infrações de maio, hoje divulgado, a Comissão Europeia indica que enviou uma carta de notificação formal, o primeiro passo de um processo de infração, a 20 Estados-membros, entre os quais Portugal, por não terem completado a transposição de uma diretiva relativa à transição verde.</p>
<p>Segundo a Comissão Europeia, a diretiva em questão &#8220;melhora a fiabilidade e a transparência das declarações ambientais e dos rótulos de sustentabilidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Incentiva as empresas a adotarem práticas mais sustentáveis, combate a obsolescência precoce e o ecobranqueamento. Garante igualmente que os consumidores têm acesso a informação mais detalhada sobre a durabilidade e a reparabilidade dos produtos, assim como sobre os seus direitos legais em termos de garantia&#8221;, refere o executivo comunitário.</p>
<p>A Comissão Europeia salienta que os 20 Estados-membros tinham até 27 de março para transpor essa diretiva, mas, até hoje, ainda não o fizeram totalmente.</p>
<p>Os Estados-membros hoje notificados têm agora dois meses para completarem a transposição da diretiva, sob pena de a Comissão Europeia decidir emitir um parecer fundamentado, o segundo passo do processo de infração, antes do eventual envio para o Tribunal de Justiça da União Europeia (UE).</p>
<p>Além de Portugal, também a Bélgica, Bulgária, Chéquia, Estónia, Grécia, Espanha, França, Croácia, Chipre, Letónia, Luxemburgo, Hungria, Malta, Países Baixos, Áustria, Polónia, Eslovénia, Finlândia e Suécia são visados neste processo de infração.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769058]]></sapo:autor>
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		<title>Bruxelas abre caminho para banir partido europeu da AfD por suspeita de violar valores da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:23:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Processo foi desencadeado pela Autoridade para os Partidos Políticos Europeus e Fundações, o organismo responsável por fiscalizar se os partidos europeus cumprem as regras da União]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O partido europeu Europe of Sovereign Nations, que integra a Alternativa para a Alemanha e outras formações de extrema-direita, pode perder o estatuto oficial de partido político europeu e ficar sem financiamento comunitário por suspeitas de incumprimento dos valores fundamentais da União Europeia, avança o &#8216;POLITICO&#8217;.</p>
<p>O processo foi desencadeado pela Autoridade para os Partidos Políticos Europeus e Fundações, o organismo responsável por fiscalizar se os partidos europeus cumprem as regras da União. Em causa está a possibilidade de a Europe of Sovereign Nations, conhecida pela sigla ESN, ser retirada do registo oficial de partidos políticos europeus.</p>
<p>A ESN enquanto partido é uma entidade jurídica diferente do grupo político com o mesmo nome no Parlamento Europeu. O grupo parlamentar, que reúne 27 eurodeputados, não enfrenta sanções neste processo. A eventual decisão afetaria apenas o partido europeu, que deixaria de poder receber financiamento comunitário e de funcionar como plataforma de apoio e coordenação política em futuras eleições europeias.</p>
<p>A formação foi criada pela Alternativa para a Alemanha depois das eleições europeias de 2024 e junta partidos como o Revival, da Bulgária, o Reconquest, de Éric Zemmour, em França, a Confederação, da Polónia, o SPD, da Rep. Checa, o Movimento Nossa Pátria, da Hungria, o Fórum para a Democracia, dos Países Baixos, e o Movimento República, da Eslováquia. Em 2026, a ESN deverá receber mais de 2 milhões de euros em subsídios do Parlamento Europeu.</p>
<p>Numa carta de 300 páginas, Pascal Schonard, diretor da autoridade europeia, afirma ter encontrado elementos que “levantam dúvidas” sobre o cumprimento dos valores da UE por parte da ESN. As regras comunitárias obrigam os partidos europeus a respeitar princípios como a dignidade humana, a liberdade, a democracia, a igualdade, o Estado de direito, os direitos humanos e os direitos das minorias.</p>
<p>Entre os elementos citados estão decisões judiciais, capturas de ecrã e publicações nas redes sociais de eurodeputados e responsáveis partidários. De acordo com o &#8216;POLITICO&#8217;, a documentação inclui exemplos de retórica anti-imigração, antissemita e anti-LGBT, bem como apelos à “remigração” e comparações entre homossexualidade e pedofilia.</p>
<p>Um dos casos referidos envolve Tomasz Michał Grabarczyk, político da formação polaca Confederação/Nova Esperança, que escreveu este mês nas redes sociais que “Israel não é apenas um Estado criminoso. Os israelitas são uma nação de criminosos”. A publicação foi republicada pela Nova Esperança. </p>
<p>A carta dedica também atenção particular ao partido búlgaro Revival, acusando-o de cooperar abertamente com o Rússia Unida, partido de Vladimir Putin. O documento aponta ainda alegadas ligações a protestos violentos em Sófia e a ataques contra a delegação da Comissão Europeia em fevereiro de 2025.</p>
<p>No caso da Alternativa para a Alemanha, a autoridade europeia cita a decisão dos serviços de informações alemães, em maio de 2025, de classificar o partido como organização extremista de direita. A carta refere também uma decisão de um tribunal administrativo de Colónia que travou essa classificação, mas que, ainda assim, considerou que o programa do partido era contrário à dignidade humana e à liberdade religiosa.</p>
<p>A AfD não respondeu ao pedido de comentário. Na Alemanha, o Parlamento já discutiu anteriormente a possibilidade de pedir ao Tribunal Constitucional que inicie um processo para ilegalizar o partido.</p>
<p>A autoridade europeia afirmou ter transmitido os factos ao Parlamento Europeu, ao Conselho e à Comissão Europeia, para que estas instituições possam decidir se pedem formalmente uma verificação do cumprimento dos valores da União. Qualquer uma das três instituições pode acionar esse pedido.</p>
<p>O presidente da ESN, Stanislav Stoyanov, afirmou à autoridade, a 4 de maio, que o partido europeu “não tem mandato para intervir diretamente nos assuntos dos seus partidos membros”, mas garantiu que continua empenhado em defender os valores fundamentais da UE através de “diálogo constante” com as formações associadas.</p>
<p>Se o processo formal avançar, a autoridade enviará as suas observações à ESN, que poderá tentar responder às preocupações levantadas. Depois, um comité independente emitirá uma recomendação antes de qualquer decisão final sobre a retirada do registo do partido. Mesmo que a autoridade decida avançar, o Parlamento Europeu e o Conselho terão ainda três meses para apresentar objeções.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769073]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump já ameaçou ou atacou 15 países: juntos representam um em cada 11 habitantes do planeta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:12:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Presidente americano já ameaçou, sugeriu a possibilidade de atacar ou ordenou ações militares contra pelo menos 15 países ao longo dos seus mandatos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump voltou a usar uma ameaça militar direta numa reunião do gabinete na Casa Branca, desta vez dirigida a Omã, no contexto das tensões no Estreito de Ormuz. O &#8216;Kyiv Post&#8217; cita uma análise da &#8216;CNN&#8217; segundo a qual o presidente americano já ameaçou, sugeriu a possibilidade de atacar ou ordenou ações militares contra pelo menos 15 países ao longo dos seus mandatos.</p>
<p>“Omã terá de se comportar como todos os outros, ou teremos de os atacar”, afirmou Trump, numa referência às tensões em torno do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo.</p>
<p>O Estreito de Ormuz é responsável por cerca de 20% dos carregamentos mundiais de petróleo e tem estado no centro de crescentes receios devido à instabilidade no Médio Oriente. De acordo com o &#8216;The Guardian&#8217;, as declarações surgiram depois de relatos sobre possíveis conversações entre Irão e Omã em torno de mecanismos de controlo ou cobrança de taxas à navegação naquela passagem estratégica.</p>
<p>Trump rejeitou qualquer cenário desse tipo. “O estreito vai estar aberto a todos. Ninguém o vai controlar”, afirmou o presidente americano, insistindo que nenhuma potência regional poderá assumir domínio sobre a rota.</p>
<p>A ameaça a Omã chamou particular atenção por envolver um país tradicionalmente próximo de Washington e frequentemente usado como mediador em negociações regionais. A análise citada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217; sublinha que Omã é, pelo menos, o 15º país que Trump ameaçou atacar, contra o qual admitiu o uso da força ou que foi alvo de ações militares americanas.</p>
<p>A lista inclui países como Irão, Iraque, Nigéria, Somália, Síria, Venezuela e Iémen, onde os EUA terão realizado ataques durante o mandato de Trump. Inclui também casos em que o presidente ameaçou ou deixou em aberto a possibilidade de ação militar, como Canadá, Colômbia, Cuba, Gronelândia, México, Panamá e agora Omã.</p>
<p>Segundo a análise, estes países representam cerca de um em cada 13 países do mundo e aproximadamente um em cada 11 habitantes do planeta. Nem todos os casos têm a mesma natureza: algumas operações foram ataques limitados contra grupos armados ou alvos específicos, enquanto outras declarações foram ameaças indiretas ou recusas em excluir o uso da força.</p>
<p>Ainda assim, o padrão reforça a imagem de uma política externa marcada pela imprevisibilidade. A &#8216;CNN&#8217; enquadra esta abordagem na chamada teoria do ‘louco’, segundo a qual um líder procura parecer imprevisível para pressionar adversários e aliados a aceitarem as suas exigências.</p>
<p>O caso de Omã surge num momento particularmente sensível para os mercados energéticos e para a segurança marítima global. Para Trump, a mensagem é que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto. Para os críticos, a ameaça a um aliado tradicional mostra até que ponto a política externa americana se tornou mais agressiva, volátil e difícil de antecipar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769066]]></sapo:autor>
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		<title>Quando o bem-estar entra na equação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:08:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bem-Estar]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Paula Peixoto, Diretora de People and Culture da Olisipo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Paula Peixoto, Diretora de People and Culture da Olisipo</strong></em></p>
<p>Falar de felicidade e bem-estar no trabalho tornou-se um tema estratégico. Já não é apenas visto como uma boa intenção, mas algo que impacta diretamente a capacidade das empresas de atrair e reter talento. Hoje quem lidera organizações percebe que não basta oferecer um bom projeto ou um salário competitivo. O que realmente diferencia uma empresa é a experiência que proporciona diariamente aos colaboradores.</p>
<p>No atual mercado de trabalho, especialmente em áreas como as tecnologias da informação, os profissionais querem saber como será o seu dia a dia. Perguntam desde o primeiro momento sobre a qualidade de liderança, o nível de proximidade, a forma como as decisões são tomadas e se terão espaço para aprender, crescer e, acima de tudo, manter um equilíbrio saudável entre a sua vida pessoal e profissional. É essa experiência, muito mais do que qualquer outro benefício isolado, que influencia decisões de entrada e permanência.</p>
<p>Na prática, a continuidade de um colaborador numa empresa raramente depende de um único momento. Considero que a maior parte das saídas resulta de um desgaste gradual: falta de reconhecimento, ausência de acompanhamento, pouca clareza nas prioridades ou sensação de estagnação. Pequenas situações que se acumulam ao longo do tempo e que reduzem a motivação e o envolvimento, criando um espaço para que o mercado se torne uma alternativa real.</p>
<p>Por outro lado, quando há um acompanhamento próximo, <em>feedback</em> regular e oportunidades claras de crescimento, a relação entre o profissional e a organização fortalece-se. Nestes contextos, a retenção torna-se uma consequência natural de uma experiência positiva e consistente. É este tipo de ligação que transforma colaboradores em profissionais comprometidos com resultados a longo prazo.</p>
<p>Ainda assim, muitas organizações continuam a tratar o bem-estar de forma superficial. Aposta-se frequentemente em iniciativas visíveis, como benefícios ou eventos pontuais, que podem ser valorizados, mas não substituem a experiência real do dia a dia. Se a liderança é distante, se não existe clareza nem acompanhamento, estas ações têm um impacto limitado.</p>
<p>Pessoalmente, acredito que a diferença está na consistência. O bem-estar não se constrói com iniciativas isoladas, mas na forma como as pessoas são geridas todos os dias. A qualidade da liderança assume um papel central pela sua capacidade de criar proximidade, dar direção, acompanhar, ouvir e agir sobre o <em>feedback</em>. A par disso, fatores como oportunidades de desenvolvimento, equilíbrio entre vida pessoal e profissional, um ambiente de equipa baseado na confiança e reconhecimento contínuo são determinantes para a felicidade no trabalho.</p>
<p>Organizações que alinham estes elementos veem efeitos concretos na produtividade e na colaboração. Equipas que se sentem valorizadas e seguras trabalham com maior foco, partilham conhecimento de forma mais aberta e inovam com confiança. A experiência positiva do dia a dia transforma-se em energia, compromisso e resultados consistentes.</p>
<p>No futuro, acredito que a felicidade e o bem-estar continuarão a ser decisivos. À medida que as propostas das empresas se tornam mais semelhantes em termos de salário e projetos, é a experiência diária que faz a diferença. Não substitui outros fatores, claro. Mas assume um papel central na escolha e, sobretudo, na permanência dos colaboradores. E a verdade é que podemos decidir conscientemente criar esse contexto para termos equipas motivas e organizações mais sustentáveis.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Paula Peixoto, Diretora de People and Culture da Olisipo]]></sapo:autor>
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		<title>Cabos automóveis testados até 10 mil vezes mais depressa? COFICAB e DareData aceleram desenvolvimento com IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:03:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Parceria junta o conhecimento industrial da COFICAB, fornecedora de cabos para a indústria automóvel, incluindo marcas de alta exigência, à capacidade tecnológica da DareData em inteligência artificial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A COFICAB e a DareData estão a aplicar inteligência artificial à produção e ao desenvolvimento de cabos automóveis, com uma ambição clara: transformar processos industriais lentos, manuais e dependentes de testes físicos em decisões mais rápidas, baseadas em dados, simulação e otimização.</p>
<p>A parceria junta o conhecimento industrial da COFICAB, fornecedora de cabos para a indústria automóvel, incluindo marcas de alta exigência, à capacidade tecnológica da DareData em inteligência artificial. O objetivo é reduzir custos, cortar desperdício, acelerar ciclos de desenvolvimento e aumentar a eficiência desde o I&#038;D até ao chão de fábrica.</p>
<p>Atualmente, o desenvolvimento de cabos automóveis pode demorar até 16 semanas e exigir vários ciclos de testes físicos. Quando um resultado não corresponde ao esperado, parte do processo tem de ser repetida, consumindo tempo, material e recursos. É precisamente este modelo que a COFICAB quer ultrapassar com o recurso a inteligência artificial e simulação avançada.</p>
<p>A parceria materializa-se em dois projetos complementares: MeltAI e CableAI. Juntos, permitem testar virtualmente milhares de cenários, antecipar resultados e apoiar decisões técnicas com maior rapidez e precisão.</p>
<p>Na área produtiva, o MeltAI automatiza o processo de extrusão de cabos, otimizando em tempo real a aplicação do material isolante. A tecnologia reduz verificações manuais de qualidade, diminui desperdício e permite poupanças diárias de centenas de euros por máquina em matéria-prima.</p>
<p>Além do impacto financeiro, a solução liberta operadores de tarefas repetitivas, permitindo que acompanhem outros aspetos críticos da linha de produção. O MeltAI já foi validado em várias linhas e está preparado para escalar a nível global.</p>
<p>No I&#038;D, o CableAI atua sobre uma das fases mais exigentes do processo: o desenvolvimento de novos cabos. A plataforma substitui ciclos tradicionais de prototipagem e testes laboratoriais por modelos de simulação e machine learning, capazes de replicar o comportamento de simulações físicas complexas em muito menos tempo.</p>
<p>Segundo a COFICAB e a DareData, estes modelos podem ser até 10 mil vezes mais rápidos do que os métodos tradicionais. A tecnologia permite analisar até 50 mil combinações de design e materiais em segundos, cobrindo variáveis como a geometria dos condutores e a formulação química dos materiais isolantes desenvolvidos internamente pela COFICAB.</p>
<p>A solução integra ainda uma camada de IA agêntica, que permite interagir em linguagem natural com ferramentas de simulação, modelos e sistemas de otimização. Na prática, equipas técnicas podem executar tarefas complexas com contexto sobre todo o processo de I&#038;D, incorporando o conhecimento de especialistas no próprio sistema.</p>
<p>“A inteligência artificial é um elemento-chave na nossa evolução enquanto organização. Com esta parceria, reforçamos a nossa capacidade de integrar tecnologia de forma estruturada e orientada para o impacto, potenciando o trabalho das nossas equipas”, afirma José Almeida, Corporate Technology Director da COFICAB Group.</p>
<p>Também Ivo Bernardo, Partner da DareData, sublinha o caráter prático da colaboração: “Esta parceria demonstra como a inteligência artificial pode ser aplicada de forma concreta na indústria, permitindo reduzir tempos, custos e aumentar a capacidade de inovação. O foco está em transformar processos complexos em decisões mais rápidas e escaláveis.”</p>
<p>A implementação arrancou em Portugal e deverá servir de base à expansão internacional. Para a COFICAB, a iniciativa insere-se numa estratégia de digitalização e reforço da competitividade, com recurso a soluções que combinam inteligência artificial, simulação e otimização para processos industriais mais eficientes, escaláveis e sustentáveis.</p>
<p>A tecnologia poderá ainda ser transferida para outros setores com desafios semelhantes de design, produção e otimização, como a farmacêutica, a aeronáutica ou a indústria de componentes.</p>
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