Governo aprova nova composição dos três reguladores financeiros. Clara Raposo já é a nova vice-governadora do Banco de Portugal

O Governo aprovou a nova composição dos três supervisores financeiros. No total o Conselho de Ministros nomeou dois terços das vagas, ou seja, 11 em 16 lugares. As tomadas de posse deverão acontecer na próxima semana.

Entre as novidades aprovadas podemos encontrar novas caras nas supervisões no Banco de Portugal (BdP), da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e na Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF).

No regulador da banca entram como vice-governadores Luís Máximo dos Santos, reconduzido, e a ex-presidente do ISEG, Clara Raposo, antiga presidente da Greenvolt e antiga presença na admiração da NOS, cargos que largou para assumir as novas funções.

Como administradores entram também, Rui Pinto, vindo da administração da CMVM, Helena Adegas, diretora no BdP, e Francisca Guedes de Oliveira, da faculdade de Economia do Porto, que se vão juntar a Hélder Rosalino, que já está no cargo desde 2014. Os mandatos vão estender-se até 2027, sendo por cinco anos, e renováveis.

De fora fica a até aqui administradora Ana Paula Serra que não foi reconduzida e Luís Laginha de Sousa, que irá presidir à CMVM, , substituindo Gabriel Bernardino, que saí por motivos de saúde.

O novo presidente da CMVM terá consigo Inês Drumond, diretora-adjunta no BdP, que ficará como vice-presidente da CMVM.

Juliano Ferreira, diretor na CMVM, irá ainda subir à administração, bem como Teresa Gil, vinda da Autoridade Tributária e Aduaneira, que se junta a José Miguel Almeida, vogal na autoridade do mercado de capitais.

Para a ASF, aprovaram-se Adelaide Cavaleiro e Diogo Alarcão para vogais, que se juntam a Manuel Caldeira Cabral, sob a presidência de Margarida Corrêa de Aguiar.

Sublinha-se que estes nomes foram aprovados pelo Conselho de Ministros, depois de terem sido indigitados pelo ministro das Finanças, Fernando Medina, e após terem passado pelas devidas audições no Parlamento. Os indigitados para a CMVM e ASF, tiveram também de ser aprovados pela Cresap, organismo que avalia os altos dirigentes da esfera do Estado.

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