<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 29 Jun 2026 13:11:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Famílias cavam com as mãos em La Guaira e acusam autoridades: “Só procuram os seus”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/familias-cavam-com-as-maos-em-la-guaira-e-acusam-autoridades-so-procuram-os-seus/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/familias-cavam-com-as-maos-em-la-guaira-e-acusam-autoridades-so-procuram-os-seus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 13:11:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[La Guaira]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783106</guid>

					<description><![CDATA[Mais de 100 horas depois dos sismos que atingiram a região central da Venezuela, famílias continuam a procurar desaparecidos entre prédios colapsados em La Guaira, uma das zonas mais afetadas pela tragédia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 100 horas depois dos sismos que atingiram a região central da Venezuela, famílias continuam a procurar desaparecidos entre prédios colapsados em La Guaira, uma das zonas mais afetadas pela tragédia. Sem meios suficientes e perante operações de resgate que consideram lentas e desiguais, muitos civis estão a escavar com pás, paus, picaretas e as próprias mãos.</p>
<p>Segundo o ‘El Español’, no topo de uma montanha de escombros em La Guaira, mais de 30 agentes das forças policiais antidrogas procuravam familiares de um dos seus elementos. Mais abaixo, ao nível do solo, um pequeno grupo de civis tentava abrir um túnel para chegar à zona onde acredita que estão soterrados os seus familiares.</p>
<p>As cenas repetem-se em vários edifícios da chamada Missão Habitação, programa criado pelo Governo venezuelano para atribuir casas a pessoas em situação de vulnerabilidade. Exaustas com aquilo que descrevem como falta de resposta das autoridades, várias famílias gritam por ajuda e denunciam que os meios especializados “só aparecem quando convém”.</p>
<p>“Todos os que estão debaixo dos escombros são venezuelanos, não cães”, ouviu-se entre os familiares, segundo o jornal espanhol.</p>
<p>As esperanças de encontrar sobreviventes tornam-se cada vez mais ténues à medida que passam os dias, mas o desespero mantém as buscas vivas. As vítimas queixam-se de que há poucos equipamentos, pouca capacidade técnica e falta de apoio para retirar pessoas que ainda possam estar presas.</p>
<p>Ao longo da Costa Central, a área mais atingida pelos sismos, vários edifícios já aparecem assinalados com uma grande letra “D” fluorescente nas fachadas. De acordo com os socorristas no terreno, essa marca significa que a estrutura está destinada à demolição por já não haver sinais de vida.</p>
<p>Ainda assim, em centenas de prédios destruídos, familiares dizem que nunca receberam ajuda suficiente. Alguns garantem que equipas chegaram a passar pelos locais, mas acabaram por sair sem avançar nas buscas. Perante isso, decidiram escavar por conta própria.</p>
<p>Foi o que aconteceu no edifício Belo Horizonte, no bairro de Playa Grande, onde voluntários conseguiram localizar vários corpos, mas não dispõem de máquinas nem de equipamento especializado para os retirar dos escombros.</p>
<p>Entre os familiares que chegaram a La Guaira está Francis Ocando, que percorreu mais de 700 quilómetros desde Maracaibo para procurar os sobrinhos e a tia que cuidava deles. Isabel e Rafael, de 18 e 14 anos, ficaram soterrados quando os nove andares do edifício OPP-26 colapsaram sobre os apartamentos do primeiro piso.</p>
<p>Francis teve de comunicar à mãe dos jovens, que tinha viajado para Espanha um ano antes para tratar um cancro, que ninguém tinha começado a procurar na zona onde a família acredita que os filhos possam estar.</p>
<p>“A realidade do que está a acontecer em La Guaira era muito mais dura do que parecia”, contou, denunciando que as autoridades estariam a concentrar esforços em algumas vítimas e a deixar outras famílias entregues a si próprias.</p>
<p>Segundo o relato citado pelo ‘El Español’, foram feitas sondagens que indicariam a possibilidade de existirem entre 120 e 150 pessoas vivas debaixo dos escombros naquela zona. Ainda assim, Francis acusa as autoridades de procurarem apenas determinados grupos.</p>
<p>“Compreende-se que os funcionários também são pessoas, choramos com eles quando encontram um dos seus mortos, mas têm de entender que, numa busca onde há milhares de pessoas presas, a implorar por resgate, não pode haver preferências. Somos todos pessoas”, lamentou.</p>
<p>A falta de apoio levou familiares de diferentes regiões da Venezuela, e até de fora do país, a deslocarem-se para La Guaira para tentar ajudar nas buscas. Muitos dizem que não conseguem esperar por equipas oficiais quando acreditam que ainda pode haver pessoas vivas.</p>
<p>De acordo com o Governo liderado por Delcy Rodríguez, há mais de 50 mil pessoas desaparecidas entre 774 edifícios afetados pelos sismos.</p>
<p>A situação é agravada pelos danos no sistema de saúde. Os sismos afetaram cerca de 38 hospitais, vários deles em La Guaira, o que impede a concentração do atendimento médico na região mais atingida. Como resultado, cada sobrevivente resgatado tem de ser transportado durante pelo menos meia hora até conseguir receber assistência.</p>
<p>Nas ruas de La Guaira, onde o cheiro do mar se mistura com o dos corpos, trabalham já mais de 2.000 socorristas internacionais, apoiados por 137 cães, 49 veículos de apoio e 84,8 toneladas de equipamentos, medicamentos e material cirúrgico.</p>
<p>Mas, perante a dimensão da catástrofe, tudo parece insuficiente. A tragédia expôs não só a violência dos sismos, mas também a fragilidade de um país já marcado por uma crise prolongada e por instituições incapazes de responder com rapidez a uma destruição desta escala.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/familias-cavam-com-as-maos-em-la-guaira-e-acusam-autoridades-so-procuram-os-seus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783106]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lua dos Morangos vai parecer hoje maior e mais baixa no céu: fenómeno só se repete em 2043</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lua-dos-morangos-vai-parecer-hoje-maior-e-mais-baixa-no-ceu-fenomeno-so-se-repete-em-2043/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/lua-dos-morangos-vai-parecer-hoje-maior-e-mais-baixa-no-ceu-fenomeno-so-se-repete-em-2043/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:58:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[lua]]></category>
		<category><![CDATA[Lua dos Morangos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783092</guid>

					<description><![CDATA[Primeira Lua cheia do verão vai nascer num ponto extremo a sudeste e percorrer uma trajetória anormalmente baixa no céu]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lua cheia de junho atinge o pico esta semana e deverá oferecer um espetáculo invulgar esta noite no céu noturno do hemisfério norte. Conhecida como Lua dos Morangos, será a Lua cheia mais baixa até 2043, surgindo muito próxima do horizonte e parecendo maior do que o habitual.</p>
<p>Segundo o ‘The Independent’, a primeira Lua cheia do verão vai nascer num ponto extremo a sudeste e percorrer uma trajetória anormalmente baixa no céu. Em vez de subir alto, como acontece com as luas cheias de inverno, esta permanecerá relativamente perto do horizonte durante a sua passagem.</p>
<p>Esse posicionamento deverá acentuar a chamada ilusão lunar, um fenómeno visual que faz com que a Lua pareça maior quando está próxima do horizonte. A explicação está na comparação feita pelo cérebro entre a Lua e objetos distantes, como árvores, edifícios ou montanhas, que ajudam a reforçar a perceção de dimensão.</p>
<p>A Lua dos Morangos de junho é habitualmente a Lua cheia mais baixa do ano, mas a deste ano coincide com o ponto baixo de um ciclo de 18,6 anos que determina os extremos de nascimento e ocaso da Lua. Por isso, o fenómeno será particularmente marcado e só voltará a repetir-se em condições semelhantes em 2043.</p>
<p>O efeito será visível apenas para quem observar a Lua a partir do hemisfério norte. No hemisfério sul, acontecerá o contrário: a Lua deverá surgir mais alta no céu.</p>
<p>Apesar do nome, a Lua dos Morangos não está diretamente relacionada com a cor do satélite natural. A designação vem da época do ano em que esta Lua cheia ocorre, tradicionalmente associada à colheita dos morangos em junho.</p>
<p>Ainda assim, poderá surgir com tons alaranjados, avermelhados ou dourados, sobretudo quando estiver baixa no horizonte. Alan Jones, especialista em astronomia da 365 Astronomy, explicou ao ‘The Independent’ que a cor não resulta do nome da Lua, mas da forma como a atmosfera terrestre dispersa a luz quando o satélite está perto da linha do horizonte.</p>
<p>“O melhor momento para observar a Lua cheia dos Morangos é ao pôr do sol de terça-feira. É normalmente nessa altura que a Lua parece mais dramática, porque está mais baixa no céu e os efeitos atmosféricos estão mais fortes”, afirmou o especialista.</p>
<p>Segundo Alan Jones, zonas abertas como campos, praias, colinas e parques podem oferecer boas condições de observação, desde que o céu esteja limpo e haja uma visão desimpedida do horizonte.</p>
<p>A Lua cheia atingirá o pico nas primeiras horas de terça-feira, mas deverá parecer cheia durante as noites de segunda e terça-feira. A visibilidade dependerá das condições meteorológicas em cada região.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/lua-dos-morangos-vai-parecer-hoje-maior-e-mais-baixa-no-ceu-fenomeno-so-se-repete-em-2043/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783092]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PSD quer ouvir ex-ministros do PS como José Luís Carneiro sobre dados do INE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/psd-quer-ouvir-ex-ministros-do-ps-como-jose-luis-carneiro-sobre-dados-do-ine/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/psd-quer-ouvir-ex-ministros-do-ps-como-jose-luis-carneiro-sobre-dados-do-ine/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:56:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[INE]]></category>
		<category><![CDATA[José Luis Carneiro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PSD]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783056</guid>

					<description><![CDATA[O PSD vai pedir a audição parlamentar de ex-governantes socialistas como José Luís Carneiro para apurar se o anterior executivo sabia ou não do aumento populacional tornado público na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O PSD vai pedir a audição parlamentar de ex-governantes socialistas como José Luís Carneiro para apurar se o anterior executivo sabia ou não do aumento populacional tornado público na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Em conferência de imprensa na sede do partido, o porta-voz e vice-presidente remeteu mais detalhes sobre estas audições para a bancada do PSD, sem esclarecer se o antigo primeiro-ministro António Costa estará ou não entre as personalidades que o partido quer ouvir.</p>
<p>&#8220;O Governo então em funções agiu com conhecimento ou sem conhecimento do aumento populacional agora tornado público? Que políticas públicas desse Governo foram projetadas ou condicionadas por esse aumento populacional, fruto da política migratória desregrada desse Governo? Se sabiam, o que fizeram, e se não o fizeram, porque não o fizeram?&#8221;, perguntou.</p>
<p>Questionado se o PSD vai chamar ao parlamento o atual secretário-geral do PS e antigo ministro da Administração Interna José Luís Carneiro, o eurodeputado e dirigente considerou &#8220;natural que seja chamado a esse esclarecimento&#8221;, apesar de remeter o detalhe e calendarização para o líder parlamentar Hugo Soares.</p>
<p>&#8220;O atual secretário-geral do PS tem evidentemente responsabilidades, não só na extinção do SEF, como pelo facto de ter sido titular da pasta da Administração Interna, diretamente relacionada com a política migratória, como até antes em outras funções, como responsabilidade pela rede consular&#8221;, disse, referindo-se à sua anterior função de secretário de Estado das Comunidades.</p>
<p>Sem clarificar que outros ex-ministros podem ser ouvidos, Bugalho apontou aos &#8220;os governantes que tiveram responsabilidades relacionadas com este processo e a ausência de informação sobre a população do país, estrangeira e nacional&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os números não nos dizem o que é que foi feito, ou deveria ter sido feito, para proteger os serviços públicos e o Estado português e a coesão social portuguesa do aumento populacional daquela dimensão&#8221;, disse.</p>
<p>Para o porta-voz do PSD, o facto de a população estrangeira ter passado de 7,1% para 14% entre 2021 e 2025 demonstra uma &#8220;relação inequívoca&#8221; com a política migratória do anterior Governo PS liderado por António Costa.</p>
<p>&#8220;Parece-nos claro que o seu efeito ultrapassa a questão setorial, tendo afetado e camuflado o rendimento &#8216;per capita&#8217; então apurado, o mercado da habitação, assim como a capacidade de resposta de serviços públicos fundamentais, como o Serviço Nacional de Saúde e a escola pública&#8221;, disse, admitindo que esses problemas são &#8220;mais difíceis de resolver&#8221; por ter havido essa falta de dados fiáveis.</p>
<p>Bugalho considerou ainda que, os dados agora conhecidos, demonstraram a importância das alterações nas leis da imigração já concretizadas pelo executivo PSD/CDS-PP.</p>
<p>Ainda assim, o porta-voz do PSD escusou-se a responder se Portugal tem imigrantes a mais ou a menos, como reclamam alguns setores, frisando que o problema foi de &#8220;regras a menos&#8221;.</p>
<p>&#8220;No que depender do PSD, jamais se repetirá um engodo em que o país julga crescer, mas não cresce assim tanto, em que um fenómeno tão impactante quanto um aumento populacional deste tipo ocorre, sem que seja merecedor de atenção política ou sequer de discussão pública. É em nome dessa transparência, de não repetir algo que nunca deveria ter acontecido, que realizaremos as audições parlamentares em breve anunciadas&#8221;, justificou.</p>
<p>Questionado se também admitiam chamar ao parlamento o antigo primeiro-ministro António Costa &#8212; que teria sempre a prerrogativa de responder por escrito -, o dirigente do PSD respondeu apenas que não fechavam qualquer porta.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/psd-quer-ouvir-ex-ministros-do-ps-como-jose-luis-carneiro-sobre-dados-do-ine/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783056]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>SNS gastou 468 M€ em quase 20 milhões de horas extra em 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sns-gastou-468-me-em-quase-20-milhoes-de-horas-extra-em-2025/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sns-gastou-468-me-em-quase-20-milhoes-de-horas-extra-em-2025/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SNS]]></category>
		<category><![CDATA[ULS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783082</guid>

					<description><![CDATA[As Unidades Locais de Saúde (ULS) gastaram 468 milhões de euros em trabalho suplementar em 2025, um aumento de 11,4% em relação ao ano anterior, correspondendo a um total de quase 20 milhões de horas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Unidades Locais de Saúde (ULS) gastaram 468 milhões de euros em trabalho suplementar em 2025, um aumento de 11,4% em relação ao ano anterior, correspondendo a um total de quase 20 milhões de horas.</P><br />
<P>Os dados constam do relatório do Conselho das Finanças Pública (CFP) sobre o desempenho do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 2025, que foi apresentado hoje em Lisboa, e que concluiu que o recurso ao trabalho suplementar se manteve elevado, refletindo as &#8220;dificuldades persistentes na resposta às necessidades assistenciais e a pressão sobre os recursos humanos&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o documento, as entidades que integram o SNS registaram 19,8 milhões de horas de trabalho suplementar, um acréscimo de 2,8% face a 2024, com os encargos a aumentarem 11,4% para os 468 milhões de euros em 2025. </P><br />
<P>Os médicos concentraram 36% do total das horas suplementares realizadas, correspondendo a 7,1 milhões de horas, enquanto os enfermeiros representaram 31,5%, com 6,2 milhões de horas.</P><br />
<P>As ULS de Coimbra, Santa Maria e São José destacaram-se como as entidades com maior recurso a trabalho suplementar, registando 1,7 milhões, 1,4 milhões e 1,2 milhões de horas, respetivamente, e encargos conjuntos de aproximadamente 92 milhões de euros, correspondendo a cerca de 20% da despesa total do SNS com este tipo de trabalho.</P><br />
<P>O CFP refere que este volume se deve, em parte, ao elevado grau de diferenciação destas ULS, que asseguram um amplo conjunto de valências clínicas e funcionam como centros de referência nacional, prestando cuidados a doentes provenientes de várias regiões do país. </P><br />
<P>Em relação à contratação de serviços médicos, o documento adianta que continuou a assumir um &#8220;peso relevante em 2025&#8221;, evidenciando a persistência de &#8220;constrangimentos na capacidade de resposta do SNS com recursos próprios&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Em 2025, foram contratadas 6,6 milhões de horas, um aumento de 6% face ao ano anterior, correspondendo a uma despesa de 265 milhões de euros (mais 37 milhões face a 2024)&#8221;, alerta o CFP, adiantando que as ULS do Algarve, do Médio Tejo e do Oeste destacaram-se com maior volume de horas contratadas e concentrando 18,4% do total.</P><br />
<P>O Governo aprovou recentemente um novo regime para regular a contração dos chamados médicos tarefeiros, que prevê várias incompatibilidades e que o Ministério da Saúde considera &#8220;ser um incentivo&#8221; à disponibilidade dos médicos do SNS para manter os serviços de urgência funcionar.</P><br />
<P>O CFP salienta ainda que o absentismo se manteve elevado em 2025 e continua a representar um &#8220;desafio relevante&#8221; para a gestão dos recursos humanos e para a capacidade de resposta do SNS. </P><br />
<P>&#8220;A taxa média de absentismo nas entidades do SNS situou-se em 9,5%, mantendo-se em linha com o valor observado no ano anterior&#8221;, adianta o documento, que refere que as taxas mais elevadas observaram-se entre os médicos internos (13,4%), os técnicos auxiliares de saúde (11,7%) e os assistentes operacionais (11,5%).</P><br />
<P>Quanto à atividade cirúrgica, os dados hoje divulgados indicam ainda que o número de entradas em Lista de Inscritos para Cirurgia (LIC) aumentou para 890 mil utentes, face a 873 mil em 2024, enquanto o número de doentes em espera foi de 274 mil, o valor mais elevado da série analisada pelo CFP.</P><br />
<P>O total de doentes operados no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) aumentou de 733 mil para 744 mil, refletindo a &#8220;manutenção de elevados níveis de produção cirúrgica&#8221;, indica o documento.</P><br />
<P>&#8220;Estes resultados sugerem que, apesar do reforço da atividade cirúrgica, o crescimento da procura continua a superar a capacidade de resposta do sistema, traduzindo-se num aumento da lista de espera e em dificuldades persistentes no cumprimento dos tempos de resposta estabelecidos&#8221;, avisa entidade independente que presidida por Nazaré da Costa Cabral.</P><br />
<P></P><br />
<P>PC/SO // JMR</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sns-gastou-468-me-em-quase-20-milhoes-de-horas-extra-em-2025/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783082]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Veja o momento em que um raio atinge a Torre Eiffel no meio de uma tempestade em Paris</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/veja-o-momento-em-que-um-raio-atinge-a-torre-eiffel-no-meio-de-uma-tempestade-em-paris/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/veja-o-momento-em-que-um-raio-atinge-a-torre-eiffel-no-meio-de-uma-tempestade-em-paris/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Eiffel]]></category>
		<category><![CDATA[trovoada]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783088</guid>

					<description><![CDATA[Episódio ocorreu num fim de semana marcado por condições meteorológicas extremas em França, depois de vários dias de calor intenso e temperaturas acima dos 40 graus em várias zonas do país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Torre Eiffel foi atingida por um relâmpago durante uma forte trovoada que caiu sobre Paris no passado sábado, num momento captado em vídeo por testemunhas que se encontravam nas imediações do monumento.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">WATCH: Stunning footage shows moment Eiffel Tower in Paris struck by lightning <a href="https://t.co/qURg9PzrKK">pic.twitter.com/qURg9PzrKK</a></p>
<p>&mdash; Rapid Report (@RapidReport2025) <a href="https://x.com/RapidReport2025/status/2071001266944119232?ref_src=twsrc%5Etfw">June 27, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="fr" dir="ltr">🇫🇷⚡️ EN IMAGES — La Tour Eiffel frappée par la foudre au cœur des violents orages. <a href="https://t.co/QwDFchFAD5">pic.twitter.com/QwDFchFAD5</a></p>
<p>&mdash; Focus (@FocusMedia_Fr) <a href="https://x.com/FocusMedia_Fr/status/2071034126631580061?ref_src=twsrc%5Etfw">June 28, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Lightning struck the Eiffel Tower as Europe’s massive heat dome continues to scorch Paris with record-breaking temperatures. <a href="https://t.co/gDi5GWewJ1">pic.twitter.com/gDi5GWewJ1</a></p>
<p>&mdash; Christopher Webb (@cwebbonline) <a href="https://x.com/cwebbonline/status/2071443504656757023?ref_src=twsrc%5Etfw">June 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>As imagens, divulgadas pelo ‘The Independent’, mostram o instante em que um raio atinge a estrutura metálica mais famosa da capital francesa, enquanto várias pessoas reagem com surpresa ao fenómeno.</p>
<p>O episódio ocorreu num fim de semana marcado por condições meteorológicas extremas em França, depois de vários dias de calor intenso e temperaturas acima dos 40 graus em várias zonas do país.</p>
<p>A violenta tempestade em Paris surgiu no contexto de uma onda de calor recorde e mortal que tem afetado a Europa. Segundo o ‘The Independent’, foram registadas mais de mil mortes em excesso durante este período de calor extremo.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde descreveu a onda de calor como a pior alguma vez registada na Europa. Em França, a agência pública de saúde indicou que espera uma subida da mortalidade à medida que forem sendo conhecidos mais dados sobre mortes em lares e estruturas residenciais.</p>
<p>A Torre Eiffel é frequentemente atingida por descargas elétricas durante tempestades, devido à sua altura e estrutura metálica, mas as imagens do momento captado no sábado tornaram-se particularmente impressionantes pelo contexto de instabilidade meteorológica que se seguiu à vaga de calor.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/veja-o-momento-em-que-um-raio-atinge-a-torre-eiffel-no-meio-de-uma-tempestade-em-paris/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783088]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tinham acabado de ser deportados dos EUA. Horas depois, o hotel na Venezuela onde estavam ruiu com o sismo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tinham-acabado-de-ser-deportados-dos-eua-horas-depois-o-hotel-na-venezuela-onde-estavam-ruiu-com-o-sismo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/tinham-acabado-de-ser-deportados-dos-eua-horas-depois-o-hotel-na-venezuela-onde-estavam-ruiu-com-o-sismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:43:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783083</guid>

					<description><![CDATA[Eram 147 pessoas no chamado voo 164: 120 homens, 19 mulheres e sete crianças. Poucas horas depois de aterrarem no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, muitas famílias deixaram de ter notícias deles]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tinham acabado de regressar à Venezuela, deportados dos Estados Unidos, quando foram levados para um hotel que se tornaria um dos símbolos da tragédia provocada pelos sismos. Eram 147 pessoas no chamado voo 164: 120 homens, 19 mulheres e sete crianças. Poucas horas depois de aterrarem no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, muitas famílias deixaram de ter notícias deles.</p>
<p>Segundo o ‘El País’, o grupo chegou à Venezuela na manhã de quarta-feira, 24 de junho, num voo de deportação procedente dos EUA. À chegada, as autoridades venezuelanas divulgaram imagens dos repatriados no aeroporto, apresentando o regresso como parte do programa nacional de repatriamento. Mas, pouco depois, a publicação começou a encher-se de perguntas de familiares: onde estavam os passageiros, porque não tinham chegado a casa e como poderiam obter notícias deles.</p>
<p>Entre os rostos procurados estava Yamil Caldera, de 32 anos, reconhecido pela cunhada num vídeo divulgado pelas autoridades. Tinha sido detido meses antes num Walmart por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA, o ICE, e depois transferido para o Centro de Detenção de Eloy, no Arizona. A mulher continuava nos Estados Unidos, ainda com uma audiência marcada.</p>
<p>Ao aterrar em Maiquetía, Caldera conseguiu telefonar à família para confirmar que tinha chegado ao país. Outros deportados fizeram o mesmo. Anderson Antonio Pérez, de 33 anos, que vivia no Alabama há cerca de ano e meio, ligou à família ao fim da tarde e disse que iria tratar da viagem para Barquisimeto no dia seguinte. Depois disso, nunca mais houve contacto.</p>
<p>Das instalações do aeroporto, os venezuelanos deportados foram escoltados pelo Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional, o SEBIN, até ao Hotel Santuario La Llanada, no estado de La Guaira. Segundo o jornal espanhol, ninguém sabia então que estavam a ser levados para uma das zonas mais afetadas pelos sismos que atingiram a Venezuela.</p>
<p>O edifício, uma estrutura modesta situada nas montanhas a pouco mais de meia hora de Caracas, tinha tido várias utilizações ao longo dos anos. Já servira de apoio a pessoas em situação de sem-abrigo e com dependências, funcionara como centro de isolamento durante a pandemia e, mais recentemente, passara a receber migrantes deportados no âmbito de acordos entre Washington e Caracas.</p>
<p>Foi ali que Joan, de 28 anos, também deportado dos EUA, sentiu o chão tremer. Tinha tomado banho e preparava-se para descansar depois da viagem quando percebeu o que estava a acontecer. Conseguiu vestir uma camisa, calçar os sapatos e gritar que era um terramoto. Instantes depois, o hotel desabou.</p>
<p>A mulher, Daniela, contou ao ‘El País’ que Joan ficou preso debaixo dos escombros durante cerca de três horas. Sobreviveu porque um beliche e os colchões ajudaram a suportar o peso da estrutura que caiu sobre ele. Quando conseguiu sair, tentou ajudar outros sobreviventes e pessoas que continuavam soterradas.</p>
<p>Os relatos dos sobreviventes apontam para horas de desespero e falta de meios. Juan Manuel Fernández Quintero, um dos deportados, contou que os próprios sobreviventes tentaram resgatar quem estava preso, mas sem ferramentas. Só mais tarde soube que tinha partido quatro costelas.</p>
<p>As famílias acusam as autoridades venezuelanas de falta de resposta e de terem mantido os deportados sob controlo do SEBIN quando deveriam ter sido encaminhados para casa. A mãe de Anderson Daniel Salcedo Lozano, de 21 anos, que ficou em estado crítico e teve as duas pernas amputadas, afirmou que alguns sobreviventes disseram que os deportados imploraram para que lhes abrissem a porta quando o sismo começou, mas que isso não aconteceu.</p>
<p>Até ao momento referido pelo ‘El País’, o Governo venezuelano ainda não tinha divulgado uma lista oficial das vítimas e sobreviventes do voo 164. Alguns sobreviventes disseram que apenas 12 pessoas conseguiram escapar dos destroços do hotel, mas esse número não foi confirmado oficialmente.</p>
<p>A ausência de informação agravou o desespero das famílias. Vários familiares começaram a divulgar cartazes de desaparecidos, procurando nomes em hospitais, morgues e entre os escombros do Hotel Santuario La Llanada. Alguns relataram dificuldades em aceder ao local e acusaram as autoridades de impedir ou limitar a ajuda.</p>
<p>Entre os casos relatados está o de Arturo Alejandro Morales, de 25 anos, que estava detido em El Paso, no Texas. O pai só soube que o filho tinha sido deportado depois da tragédia, através de outro passageiro do mesmo voo. Desde então, procura informação sobre o seu paradeiro.</p>
<p>Há também nomes que passaram de desaparecidos a vítimas confirmadas. Rosiangel Álvarez procurava Eduardo José Osal Mujica, de 31 anos. Primeiro disseram-lhe que estava morto, depois que estaria vivo. Mais tarde, veio a confirmação que temia: tinha morrido no hotel.</p>
<p>A tragédia junta duas crises: a dos venezuelanos deportados pelos EUA, muitos deles depois de passarem por centros de detenção, e a da catástrofe natural que devastou parte da Venezuela. Para as famílias, o regresso ao país não significou liberdade nem reencontro. Em vários casos, significou apenas uma nova procura, agora entre escombros.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/tinham-acabado-de-ser-deportados-dos-eua-horas-depois-o-hotel-na-venezuela-onde-estavam-ruiu-com-o-sismo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783083]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Pelo menos cinco mortos em tiroteio no norte da Alemanha: suspeito foi detido</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pelo-menos-cinco-mortos-em-tiroteio-no-norte-da-alemanha-suspeito-foi-detido/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pelo-menos-cinco-mortos-em-tiroteio-no-norte-da-alemanha-suspeito-foi-detido/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Stade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783075</guid>

					<description><![CDATA[Motivação do ataque ainda não é conhecida. A polícia não avançou, para já, detalhes sobre o número exato de vítimas mortais, a identidade do suspeito ou as circunstâncias em que ocorreram os disparos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Várias pessoas morreram esta segunda-feira num tiroteio na cidade alemã de Stade, no norte do país, segundo informou a polícia local. Um homem suspeito de envolvimento no ataque foi detido.</p>
<p>De acordo com a informação divulgada pela polícia de Stade, está em curso uma “grande operação” na Dankersstraße, onde ocorreu o tiroteio. As autoridades apelaram à população para evitar a zona e seguir as instruções dos serviços de emergência presentes no local.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="de" dir="ltr">+++ACHTUNG – Polizeieinsatz in der Dankersstraße in Stade+++<br />Derzeit kommt es in Stade zu einer polizeilichen Einsatzlage. Meidet den Bereich weiträumig!<br />Einsatzbegleitende Informationen erhaltet ihr auf dem WhatsApp-Kanal der Polizei Stade unter:<a href="https://t.co/LeoOTiCZOz">https://t.co/LeoOTiCZOz</a> <a href="https://t.co/12fvSVxH8I">pic.twitter.com/12fvSVxH8I</a></p>
<p>&mdash; Polizeidirektion Lüneburg (@Polizei_LG) <a href="https://x.com/Polizei_LG/status/2071557736978940335?ref_src=twsrc%5Etfw">June 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>A motivação do ataque ainda não é conhecida. A polícia não avançou, para já, detalhes sobre o número exato de vítimas mortais, a identidade do suspeito ou as circunstâncias em que ocorreram os disparos.</p>
<p>Stade é uma cidade com cerca de 50 mil habitantes, localizada a oeste de Hamburgo, no estado da Baixa Saxónia. A área afetada pela operação policial foi isolada pelas autoridades enquanto decorrem os trabalhos de investigação.</p>
<p>As autoridades alemãs deverão atualizar a informação nas próximas horas, à medida que forem apurados novos dados sobre o tiroteio, as vítimas e o eventual motivo do ataque.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pelo-menos-cinco-mortos-em-tiroteio-no-norte-da-alemanha-suspeito-foi-detido/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783075]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Quanto do salário fica pelo caminho? Em Portugal, trabalhadores perdem quase 5.500 euros por ano em impostos e deduções</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-do-salario-fica-pelo-caminho-em-portugal-trabalhadores-perdem-quase-5-500-euros-por-ano-em-impostos-e-deducoes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-do-salario-fica-pelo-caminho-em-portugal-trabalhadores-perdem-quase-5-500-euros-por-ano-em-impostos-e-deducoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:10:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783071</guid>

					<description><![CDATA[O estudo da Euronews Business compara quanto do salário bruto os trabalhadores europeus levam efetivamente para casa depois de impostos e contribuições obrigatórias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Em Portugal, uma pessoa solteira e sem filhos com salário médio vê 21,8% do rendimento bruto anual ser absorvido por impostos e outras deduções obrigatórias. Segundo a Euronews Business, com base em dados do Eurostat relativos a 2025 e divulgados em meados de 2026, o rendimento bruto anual considerado para Portugal é de 25.187 euros, enquanto o rendimento líquido fica nos 19.709 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na prática, isto significa que cerca de 5.478 euros ficam pelo caminho ao longo do ano, entre impostos e contribuições obrigatórias. Ainda assim, Portugal surge abaixo da média da União Europeia, onde 29,1% do salário bruto de uma pessoa solteira e sem filhos é absorvido por impostos e outras deduções.</p>
<p class="isSelectedEnd">O estudo da Euronews Business compara quanto do salário bruto os trabalhadores europeus levam efetivamente para casa depois de impostos e contribuições obrigatórias. Para isso, foi calculado o rendimento líquido anual enquanto percentagem do rendimento bruto, permitindo apurar a parcela do salário que fica retida em impostos e outros descontos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal abaixo da média europeia</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No retrato europeu, Portugal aparece no grupo de países onde menos de um quarto do salário bruto é absorvido por impostos e deduções. Com 21,8%, o país fica próximo da Chéquia e da Irlanda, ambas com 21,6%, e de Espanha, com 22,1%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também abaixo dos 25% surgem Bulgária, com 22,4%, Malta, com 23,1%, Estónia, com 23,2%, Itália, com 24,1%, Suécia, com 24,5%, e Eslováquia, com 24,6%.</p>
<p class="isSelectedEnd">A média da União Europeia é significativamente mais elevada. No conjunto dos Estados-membros, o rendimento bruto anual médio é de 37.958 euros, enquanto o rendimento líquido é de 26.929 euros. Ou seja, em média, 11.029 euros do salário bruto anual são absorvidos por impostos e outras deduções.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Romania lidera carga sobre salários</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A percentagem do salário bruto que fica em impostos e deduções varia muito entre países. Para uma pessoa solteira e sem filhos com salário médio, o valor mais baixo é registado em Chipre, onde a parcela retida é de 15,1%. Logo a seguir surge a Grécia, com 17,0%.</p>
<p class="isSelectedEnd">No extremo oposto está a Roménia, onde 41,5% do rendimento bruto é absorvido por impostos e outras deduções. É o valor mais elevado entre os países analisados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da Roménia, há seis países onde mais de um terço do salário bruto fica retido em impostos e deduções: Lituânia, com 39,1%, Bélgica, com 37,6%, Eslovénia, com 36,9%, Alemanha, com 34,8%, Dinamarca, com 34,0%, e Hungria, com 33,5%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Luxemburgo, com 32,6%, e Croácia, com 31,5%, também ficam acima da média da União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Ter filhos muda as contas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A composição do agregado familiar altera de forma relevante a percentagem do salário absorvida por impostos e deduções. Em Portugal, no caso de um casal com dois filhos e apenas um rendimento, a parcela do salário bruto destinada a impostos e deduções baixa para 5,7%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Já num casal com dois rendimentos e dois filhos, o peso das deduções em Portugal sobe para 18,1%. Mesmo assim, continua abaixo dos 21,8% registados para uma pessoa solteira e sem filhos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este padrão verifica-se também a nível europeu. No caso de casais com dois filhos e apenas um rendimento, a média da União Europeia desce para 8,0%, muito abaixo dos 29,1% registados para trabalhadores solteiros sem filhos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em alguns países, o valor chega mesmo a ser negativo, o que significa que o rendimento líquido supera o rendimento bruto devido a apoios familiares e reembolsos fiscais. É o caso da Grécia, com -3,3%, e da Polónia, com -0,6%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Alemanha mostra maior diferença entre agregados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os países analisados, a Alemanha destaca-se pela diferença entre trabalhadores solteiros e famílias com filhos. Para uma pessoa solteira e sem filhos, 34,8% do salário bruto é absorvido por impostos e deduções. Para um casal com dois filhos e apenas um rendimento, essa percentagem cai para 0,2%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com o mesmo rendimento bruto anual de 47.514 euros, um casal alemão com dois filhos e apenas um salário leva para casa 47.424 euros. Já uma pessoa solteira e sem filhos fica com 31.000 euros líquidos. A diferença é de 16.424 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso dos casais com dois rendimentos e dois filhos, a percentagem do salário bruto absorvida por impostos e deduções é inferior à de uma pessoa solteira e sem filhos em todos os países da União Europeia, com exceção da Grécia.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal entre os países do sul com menor peso</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as quatro maiores economias da União Europeia, a Alemanha apresenta a maior percentagem de salário bruto absorvida por impostos e deduções, com 34,8%. Espanha regista a mais baixa, com 22,1%.</p>
<p class="isSelectedEnd">França apresenta uma percentagem de 26,2%, enquanto Itália fica nos 24,1%. Estes valores mostram diferenças significativas entre as maiores economias europeias.</p>
<p class="isSelectedEnd">De forma geral, os países do sul da Europa tendem a apresentar percentagens mais baixas de salário bruto absorvidas por impostos e deduções. Já os valores mais elevados são mais comuns na Europa Central e Oriental. A Europa Ocidental apresenta um cenário mais misto, com Bélgica e Alemanha entre os países onde os trabalhadores ficam com uma menor fatia do salário bruto.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Imposto sobre rendimento não explica tudo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Alex Mengden, economista da Tax Foundation citado pela Euronews Business, sublinha que os países europeus tributam o trabalho de formas diferentes e que a carga global sobre o salário é mais relevante do que olhar apenas para o imposto sobre o rendimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">O especialista dá como exemplo a comparação entre Dinamarca e Polónia. A carga fiscal sobre o trabalho na Dinamarca fica abaixo da registada na Polónia, mas a Dinamarca surge no topo quando se olha apenas para o imposto sobre o rendimento, porque a tributação laboral assenta quase exclusivamente nesse imposto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na Polónia, pelo contrário, as contribuições sociais têm um peso muito superior ao imposto sobre o rendimento pago por um trabalhador com salário médio.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Quanto fica do salário em Portugal?</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">No caso português, os dados mostram que o peso dos impostos e deduções obrigatórias depende muito do agregado familiar. Para uma pessoa solteira e sem filhos, 21,8% do rendimento bruto anual é absorvido por impostos e descontos obrigatórios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com um salário bruto anual de 25.187 euros, o rendimento líquido anual fica nos 19.709 euros. Isto significa que o trabalhador leva para casa cerca de 78,2% do salário bruto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para um casal com dois filhos e apenas um rendimento, a parcela absorvida por impostos e deduções é bastante mais baixa, ficando nos 5,7%. Num casal com dois rendimentos e dois filhos, o valor é de 18,1%.</p>
<p>Ainda que Portugal fique abaixo da média europeia, os dados mostram que uma parte significativa do salário bruto continua a desaparecer antes de chegar à conta dos trabalhadores, sobretudo no caso de pessoas solteiras e sem filhos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/quanto-do-salario-fica-pelo-caminho-em-portugal-trabalhadores-perdem-quase-5-500-euros-por-ano-em-impostos-e-deducoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783071]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Digi quer entrar na bolsa de Espanha com oferta dirigida a investidores institucionais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/digi-quer-entrar-na-bolsa-de-espanha-com-oferta-dirigida-a-investidores-institucionais/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/digi-quer-entrar-na-bolsa-de-espanha-com-oferta-dirigida-a-investidores-institucionais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:53:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783067</guid>

					<description><![CDATA[A Digi Spain, operadora de telecomunicações, anunciou hoje a intenção de entrada na bolsa espanhola através de uma oferta pública dirigida a investidores institucionais, à qual a sociedade de investimento dos proprietários do Grupo Mayoral se comprometeu a aderir.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Digi Spain, operadora de telecomunicações, anunciou hoje a intenção de entrada na bolsa espanhola através de uma oferta pública dirigida a investidores institucionais, à qual a sociedade de investimento dos proprietários do Grupo Mayoral se comprometeu a aderir.</p>
<p>De acordo com um comunicado da operadora, a oferta combinará um aumento de capital com a emissão de novas ações, num montante aproximado de 150 milhões de euros, e a venda de títulos já existentes por parte do atual acionista único, a Digi Romania, que, após a operação, manterá pelo menos 75% do capital e o controlo da multinacional.</p>
<p>Desta forma, a empresa espera angariar 136 milhões de euros líquidos com a operação, fundos que destinará à expansão da rede de fibra e à implantação da própria rede móvel.</p>
<p>Os fundos próprios dos acionistas da Digi estão avaliados em 1.700 milhões de euros.</p>
<p>A entrada na bolsa conta com o apoio da Global Portfolio Investments, a sociedade de investimento da família Domínguez de la Maza (Grupo Mayoral), que assinou um compromisso vinculativo para investir 100 milhões de euros.</p>
<p>A oferta incluirá uma opção habitual de sobrealocação de até 15% do volume da oferta inicial.</p>
<p>Esta operação, destinada a investidores qualificados, contará com o Barclays, o UBS e o Banco Santander como coordenadores globais e com o BNP Paribas e o Citi como colocadores seniores.</p>
<p>O BBVA, o Caixabank e o ING completam o consórcio bancário e de seguros, enquanto a Rothschild &amp; Co figura como consultora financeira.</p>
<p>A empresa já tinha anunciado, em 19 de novembro de 2025, que estava a analisar a possibilidade de abrir o capital de uma parte da filial espanhola, mas sem perder o controlo do negócio.</p>
<p>Em abril, decidiu adiar a entrada em bolsa da filial em Espanha devido à &#8220;instabilidade&#8221; do mercado, apesar da resposta &#8220;muito positiva&#8221; recebida dos investidores nas negociações preliminares.</p>
<p>A decisão da Digi de adiar a entrada na bolsa surgiu num momento de elevada volatilidade nos mercados devido à guerra no Irão, na sequência dos ataques lançados em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos da América (EUA) e por Israel, e ao impacto que o conflito está a ter nos preços do petróleo e no bloqueio do estreito de Ormuz.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/digi-quer-entrar-na-bolsa-de-espanha-com-oferta-dirigida-a-investidores-institucionais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783067]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Embaixada prepara voo para retirar 17 portugueses da Venezuela após sismos: chegada prevista para esta terça-feira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/embaixada-prepara-voo-para-retirar-17-portugueses-da-venezuela-apos-sismos-chegada-prevista-para-esta-terca-feira/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/embaixada-prepara-voo-para-retirar-17-portugueses-da-venezuela-apos-sismos-chegada-prevista-para-esta-terca-feira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[MNE]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783064</guid>

					<description><![CDATA[Operação está a ser coordenada com a Embaixada de Portugal em Caracas e deverá aproveitar o regresso de uma das aeronaves militares portuguesas enviadas para apoiar as missões internacionais de assistência humanitária e de busca e salvamento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dezassete cidadãos portugueses que se encontram na Venezuela vão ser repatriados numa aeronave da Força Aérea Portuguesa, prevendo-se que cheguem à base aérea de Beja esta terça-feira, anunciou o ministro da Defesa.</p>
<p>“Desde domingo que as forças no terreno estão a operar 24 horas por dia, o transporte aconteceu com recurso a duas aeronaves KC-390 da Força Aérea. Está previsto o envio de uma nova aeronave para repatriamento de 17 cidadãos nacionais que chegarão em princípio a Beja no próximo dia 30”, afirmou Nuno Melo, em declarações aos jornalistas em Sintra, após a cerimónia do 64.º aniversário dos Comandos e do encerramento do 145.º Curso de Comandos.</p>
<p>A operação está a ser articulada entre o Governo português, a Embaixada de Portugal em Caracas e os serviços consulares, na sequência dos fortes sismos que atingiram a Venezuela e deixaram milhares de vítimas. A prioridade passa por garantir o regresso de cidadãos portugueses e respetivos familiares que pretendam sair do país, em particular os que se encontrem em situação de maior vulnerabilidade.</p>
<p>Segundo a informação anteriormente avançada pelas autoridades portuguesas, a operação de repatriamento deverá aproveitar o regresso de uma das aeronaves militares enviadas para apoiar as missões internacionais de assistência humanitária e de busca e salvamento. O objetivo é dar uma resposta rápida às necessidades da comunidade portuguesa residente nas zonas mais afetadas.</p>
<p>O ministro da Defesa adiantou ainda que as Forças Armadas mantêm disponibilidade para apoiar a operação na Venezuela com meios e equipamentos, caso tal venha a ser solicitado. Até ao momento, porém, não houve qualquer pedido dessa natureza.</p>
<p>Nuno Melo explicou que, até agora, “têm existido pedidos de natureza logística e de transporte” e sublinhou que a disponibilidade das forças portuguesas para ajudar a Venezuela “é permanente”.</p>
<p>O governante disse também não ter conhecimento de qualquer pedido ao Estado português de apoio à trasladação das vítimas mortais portuguesas ou lusodescendentes para Portugal.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 1.450 mortos e 3.150 feridos, segundo o mais recente balanço oficial. Entre as vítimas mortais há pelo menos 53 portugueses e lusodescendentes, estando outros 89 desaparecidos ou incontactáveis.</p>
<p>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas na sequência da catástrofe. Vários países, incluindo Portugal e outros Estados-membros da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>Portugal já mobilizou dois aviões KC-390 da Força Aérea para transportar equipas de emergência e dezenas de toneladas de ajuda humanitária destinadas às populações afetadas. O Governo admite reforçar o apoio caso a situação no terreno o justifique.</p>
<p>As autoridades portuguesas apelam aos cidadãos que pretendam integrar operações de repatriamento para que contactem, com a maior brevidade possível, a Embaixada de Portugal em Caracas ou os serviços consulares, permitindo às equipas diplomáticas identificar passageiros e organizar a logística dos voos.</p>
<p>O Ministério dos Negócios Estrangeiros continuará a acompanhar a evolução da situação em articulação com as autoridades venezuelanas e com os parceiros europeus, garantindo assistência aos portugueses que permaneçam no país.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/embaixada-prepara-voo-para-retirar-17-portugueses-da-venezuela-apos-sismos-chegada-prevista-para-esta-terca-feira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783064]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Professora falecida chamada para corrigir exames nacionais: erros nas convocatórias aumentam críticas ao processo digital</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/professora-falecida-chamada-para-corrigir-exames-nacionais-erros-nas-convocatorias-aumentam-criticas-ao-processo-digital/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/professora-falecida-chamada-para-corrigir-exames-nacionais-erros-nas-convocatorias-aumentam-criticas-ao-processo-digital/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:39:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783059</guid>

					<description><![CDATA[Perante a gravidade das situações reportadas, a Missão Escola Pública apelou aos professores classificadores para que ponderem recorrer à figura da Escusa de Responsabilidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Uma professora da Figueira da Foz, aposentada desde dezembro e entretanto já falecida, foi convocada para classificar exames de Física-Química. O caso é um dos vários episódios reportados no processo de correção das provas nacionais, que este ano decorre pela primeira vez em formato digital e que está a gerar críticas de professores, movimentos da escola pública e direções escolares.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a CNN Portugal, há relatos de professores chamados para corrigir disciplinas que não lecionam, docentes aposentados incluídos nas convocatórias e provas atribuídas de forma errada. Em Oliveira de Azeméis, uma professora convocada para classificar provas de Português recebeu exames de Economia A. Em Lisboa, uma professora de Geografia foi chamada para corrigir provas de Francês.</p>
<p class="isSelectedEnd">As denúncias foram reunidas pela Missão Escola Pública e pelo professor e ensaísta António Carlos Cortez, que tem apelado à divulgação de situações consideradas irregulares nesta época de exames. De acordo com a CNN Portugal, também há disciplinas em que, até agora, não terá havido qualquer convocatória, apesar de os exames já terem sido realizados.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Falhas na plataforma e respostas incompletas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">António Carlos Cortez denunciou que professores classificadores de Português, já com acesso aos itens na plataforma, encontraram respostas aparentemente incompletas. Em alguns casos, a composição parecia continuar noutra folha, mas essa continuação não estava disponível.</p>
<p class="isSelectedEnd">O professor considera “inaceitável” que docentes que nunca lecionaram determinada disciplina sejam chamados para classificar provas dessa área. Mesmo com critérios de classificação, defende, estes professores não têm domínio dos conteúdos necessários para validar respostas com rigor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cristina Mota, da Missão Escola Pública, confirmou à CNN Portugal que os erros na plataforma digital se têm repetido. Segundo a responsável, há itens sem folha de continuação apesar de a resposta indicar que prossegue, e outros com folha de continuação onde a letra não parece corresponder à do mesmo aluno. Há ainda relatos de itens que surgem e desaparecem na área de trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para António Carlos Cortez, estes casos comprometem o rigor e a qualidade da classificação e podem prejudicar gravemente os alunos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>SOS Escola Pública fala em falhas graves</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O movimento SOS Escola Pública emitiu uma nota de repúdio em que critica o modo como os exames nacionais foram realizados. Entre os problemas apontados estão falhas graves no som nas componentes orais feitas por videoconferência, falhas sistemáticas na rede de internet e situações de alunos em pânico e em lágrimas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O movimento denuncia ainda alterações de critérios de avaliação a que os professores só terão tido acesso na véspera, com mudanças face ao ano letivo anterior. São também referidos casos de professores sem experiência ou formação para aplicar provas orais e docentes convocados para grupos de recrutamento que já não lecionam há vários anos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O SOS Escola Pública mantém ativa uma plataforma de denúncias para reunir os casos reportados por professores e escolas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Ministério aponta responsabilidade às escolas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Ministério da Educação, através do Júri Nacional dos Exames, atribuiu às escolas a responsabilidade pela informação usada nas convocatórias. Em comunicado, o JNE afirmou que compete às escolas indicar as condições específicas de cada docente e garantir que os agrupamentos dispõem de informação rigorosa sobre a disponibilidade dos professores.</p>
<p class="isSelectedEnd">O organismo acrescentou que também cabe às escolas comunicar situações relevantes, como baixas médicas, e remover das listas os docentes aposentados. Para o JNE, a qualidade da informação prestada pelas escolas é determinante para a correta elaboração das convocatórias.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Diretores recusam responsabilidade pelos erros</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos Escolas Públicas manifestou preocupação com as referências do comunicado do JNE que, no seu entender, parecem atribuir às escolas e aos diretores responsabilidades pelos problemas ocorridos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em comunicado enviado à CNN Portugal, a associação afirma que as escolas cumpriram dentro dos prazos todos os procedimentos necessários de preparação da época de exames. Para os diretores, a origem do problema está no domínio tecnológico e organizacional da entidade responsável pela operacionalização do novo modelo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A associação considera que não é aceitável transferir para as escolas responsabilidades que não lhes pertencem. Em vez de procurar culpas nas direções, defende, é necessário reforçar os mecanismos de apoio, comunicação e acompanhamento do processo, evitando declarações que possam gerar intranquilidade nas comunidades educativas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Fenprof critica “caos instalado”</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Federação Nacional dos Professores também criticou a atuação do Ministério da Educação, considerando “inaceitável” a desresponsabilização da tutela perante o que descreve como “caos instalado” na preparação dos exames nacionais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Num comunicado divulgado no domingo, a Fenprof afirmou que continua a receber testemunhos de professores classificadores que revelam um cenário profundamente preocupante na organização dos exames nacionais do ensino secundário. Entre os casos apontados estão professores convocados por escolas onde já não exercem funções, docentes aposentados chamados à classificação e professores designados para disciplinas que nunca lecionaram.</p>
<p class="isSelectedEnd">Cristina Mota rejeita que a responsabilidade possa ser atribuída às escolas e aos professores. A responsável da Missão Escola Pública afirma que as direções fazem este trabalho há muitos anos sem problemas e que, se este ano surgiram falhas, isso se deve a algo que mudou no processo.</p>
<p class="isSelectedEnd">António Carlos Cortez concorda com esta leitura e acusa a tutela de tentar responsabilizar as escolas. Para o professor, a principal diferença este ano foi a digitalização dos exames, que considera ter sido imposta sem que o país estivesse preparado.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Professores ponderam escusa de responsabilidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante a gravidade das situações reportadas, a Missão Escola Pública apelou aos professores classificadores para que ponderem recorrer à figura da Escusa de Responsabilidade, prevista no artigo 177.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O movimento defende que essa possibilidade deve ser considerada sempre que os docentes entendam que não estão reunidas as condições indispensáveis para assegurar uma classificação rigorosa, transparente e tecnicamente fiável. Esta segunda-feira, a Missão Escola Pública disponibilizou uma minuta para os professores que pretendam pedir escusa de responsabilidade.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Correções até 10 de julho levantam dúvidas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os professores têm até 10 de julho para corrigir os exames, mas há dúvidas sobre a possibilidade de cumprir o calendário. Cristina Mota considera difícil que os mais de três mil exames sejam corrigidos dentro do prazo estipulado.</p>
<p class="isSelectedEnd">António Carlos Cortez é ainda mais taxativo e afirma que “é impossível” cumprir os prazos. O professor antecipa que a tutela poderá interferir nas avaliações para compensar aquilo que descreve como o fiasco da medida digital.</p>
<p>O SOS Escola Pública critica igualmente o calendário, lembrando que as pautas têm de ser afixadas a 14 de julho, mas que não é claro quantos dias terão os professores para realizar o trabalho de classificação. O movimento acusa ainda a tutela de responsabilizar professores e diretores para encobrir a incompetência do processo e alerta para o impacto que esta situação poderá ter nas férias e na preparação do próximo ano letivo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/professora-falecida-chamada-para-corrigir-exames-nacionais-erros-nas-convocatorias-aumentam-criticas-ao-processo-digital/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783059]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Um navio americano no deserto da China? Imagens de satélite revelam novo alvo militar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-navio-americano-no-deserto-da-china-imagens-de-satelite-revelam-novo-alvo-militar/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/um-navio-americano-no-deserto-da-china-imagens-de-satelite-revelam-novo-alvo-militar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:29:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783055</guid>

					<description><![CDATA[Estrutura, localizada em Xinjiang, parece representar um contratorpedeiro da classe Arleigh Burke, um dos principais navios da Marinha dos Estados Unidos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Novas imagens de satélite mostram uma réplica em 3D de um navio de guerra americano no deserto do noroeste da China, num aparente ensaio para testes de armamento, num momento de crescente rivalidade militar entre Pequim e Washington.</p>
<p>Segundo a ‘Newsweek’, a estrutura, localizada em Xinjiang, parece representar um contratorpedeiro da classe Arleigh Burke, um dos principais navios da Marinha dos Estados Unidos. Estas embarcações são usadas como escolta de porta-aviões, plataformas de defesa aérea e sistemas de ataque de longo alcance, tendo também desempenhado funções em operações militares recentes no Médio Oriente.</p>
<p>A réplica foi identificada numa zona de testes no deserto de Taklamakan, onde a China já construiu, nos últimos anos, vários alvos que imitam navios americanos. A área é associada a ensaios de mísseis balísticos antinavio, incluindo variantes hipersónicas apresentadas por Pequim em desfiles militares recentes.</p>
<p>Até agora, eram conhecidas pelo menos duas outras estruturas com a forma de contratorpedeiros Arleigh Burke e duas réplicas de porta-aviões dos EUA, mas todas em formato bidimensional. A nova construção distingue-se por ser uma réplica tridimensional, o que poderá permitir cenários de treino e teste mais realistas.</p>
<p>O alvo foi identificado pelo investigador de fontes abertas Joseph Wen, baseado em Taipei, através de uma fotografia de satélite captada a 11 de maio pela Vantor, empresa americana de inteligência espacial. Imagens anteriores, de 1 de fevereiro, já mostravam a estrutura interna do falso navio em fase de construção.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="zh" dir="ltr">我國國安會秘書長吳釗燮 <a href="https://x.com/josephwutw?ref_src=twsrc%5Etfw">@josephwutw</a> 自五月底便陸續於X公布中共船艦於台海周邊動態。</p>
<p>而觀察共軍於新疆夏普勒克之反艦裝備試驗場發現，其於五月中建成一「伯克級驅逐艦」立體靶標，表明除對台灰色地帶侵擾外，共軍亦加強試驗反艦裝備，旨在反制並威脅美第一島鏈軍事存在。</p>
<p>(Image via <a href="https://x.com/vantortech?ref_src=twsrc%5Etfw">@vantortech</a>) <a href="https://t.co/dh8gVZBDGu">pic.twitter.com/dh8gVZBDGu</a></p>
<p>&mdash; Joseph.W 約瑟 (@JosephWen___) <a href="https://x.com/JosephWen___/status/2068146146732806527?ref_src=twsrc%5Etfw">June 20, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>De acordo com Wen, a réplica em tamanho real surgiu junto a uma linha férrea conhecida no campo de testes do Taklamakan, usada para transportar alvos móveis pelo deserto. O sistema ferroviário, com cerca de 37 quilómetros, já foi associado ao transporte de embarcações simuladas que poderão transportar equipamento destinado a imitar as assinaturas eletrónicas de navios de guerra americanos.</p>
<p>Este tipo de instalação poderá permitir ao Exército de Libertação Popular testar, em condições mais realistas, a identificação, aquisição e destruição de alvos navais, num processo que envolve radares, sistemas de vigilância, comunicações e armamento de longo alcance.</p>
<p>Para Bryce Barros, investigador associado do ‘think tank’ GLOBSEC, a construção da réplica funciona também como sinal de dissuasão. O analista disse à ‘Newsweek’ que o alvo mostra que a China está a estudar formas de destruir navios de superfície norte-americanos, bem como embarcações derivadas da classe Arleigh Burke operadas pelas marinhas do Japão e da Coreia do Sul.</p>
<p>Um dos cenários que mais preocupa os analistas militares é uma eventual crise em torno de Taiwan. A ilha, governada de forma autónoma, é reivindicada por Pequim como parte do território chinês, e as autoridades chinesas não excluem o uso da força para concretizar a reunificação.</p>
<p>Uma intervenção americana em defesa de Taiwan obrigaria a Marinha dos Estados Unidos a deslocar forças por vastas áreas do Pacífico. Para Pequim, qualquer tentativa de tomar a ilha exigiria capacidade para atingir, a longa distância, navios de combate que se aproximassem da região, incluindo grupos de porta-aviões.</p>
<p>A zona de testes navais no deserto não é o único local onde a China tem reproduzido ativos militares adversários. Mais a nordeste, num outro campo de treino terrestre, imagens de satélite têm mostrado, desde pelo menos 2024, réplicas de aeronaves americanas, incluindo caças F-35 e F-22.</p>
<p>As forças chinesas também têm usado alvos que simulam infraestruturas de Taiwan. Em outubro, imagens de satélite mostraram que Pequim tinha expandido uma réplica do Gabinete Presidencial de Taiwan e de outros edifícios administrativos importantes de Taipei na base de treino militar de Zhurihe, na Mongólia Interior.</p>
<p>Já em 2015, meios estatais chineses tinham transmitido imagens desse complexo de treino, que analistas associaram à preparação de possíveis ataques de “decapitação” contra a liderança de Taiwan.</p>
<p>A construção da nova réplica no deserto de Xinjiang surge, assim, como mais um sinal da atenção crescente da China à possibilidade de um confronto militar no Pacífico, sobretudo em cenários que envolvam navios norte-americanos, Taiwan e aliados regionais dos Estados Unidos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/um-navio-americano-no-deserto-da-china-imagens-de-satelite-revelam-novo-alvo-militar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783055]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Tiroteio em fan zone do Mundial na Califórnia faz um morto e um ferido grave</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tiroteio-em-fan-zone-do-mundial-na-california-faz-um-morto-e-um-ferido-grave/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/tiroteio-em-fan-zone-do-mundial-na-california-faz-um-morto-e-um-ferido-grave/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:21:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Califórnia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783031</guid>

					<description><![CDATA[Tiroteio ocorreu este domingo, numa das várias zonas da Baía de São Francisco onde têm sido instalados grandes ecrãs ao ar livre para a transmissão de jogos do torneio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida num tiroteio ocorrido em San Pedro Square, em San Jose, na Califórnia, uma zona conhecida pelos bares e restaurantes e que tem funcionado como ponto de encontro de adeptos durante o Mundial.</p>
<p>Segundo o ‘20 Minutos’, o tiroteio ocorreu este domingo, numa das várias zonas da Baía de São Francisco onde têm sido instalados grandes ecrãs ao ar livre para a transmissão de jogos do torneio. No momento dos disparos, porém, não estava a ser transmitida qualquer partida.</p>
<p>De acordo com informações citadas pelo jornal ‘O Globo’, o último jogo do dia tinha terminado cerca de duas horas antes do crime. A San Pedro Square é uma das fan zones associadas ao Mundial de 2026 na região, mas o ataque terá ocorrido fora do horário da programação ligada aos jogos.</p>
<p>A polícia de San Jose confirmou, numa publicação na plataforma X, que uma das vítimas foi declarada morta no local. A segunda vítima foi transportada para um hospital da região com ferimentos considerados potencialmente fatais.</p>
<p>“O caso está a ser investigado como homicídio”, indicou o departamento de polícia local, acrescentando que várias ruas em redor da praça foram encerradas para permitir o trabalho das equipas de segurança e da perícia.</p>
<p>Até ao momento, as autoridades não divulgaram informações sobre eventuais suspeitos nem sobre a motivação do crime.</p>
<p>San Pedro Square tem sido um dos principais pontos de concentração de adeptos na zona de San Jose durante o Mundial, com telões, bares e atividades dirigidas aos fãs de futebol. Ainda assim, a polícia sublinha que não decorria qualquer transmissão no local no momento do tiroteio.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/tiroteio-em-fan-zone-do-mundial-na-california-faz-um-morto-e-um-ferido-grave/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783031]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bulgária junta-se ao Mecanismo Europeu de Estabilidade após adotar o euro este ano</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bulgaria-junta-se-ao-mecanismo-europeu-de-estabilidade-apos-adotar-o-euro-este-ano/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bulgaria-junta-se-ao-mecanismo-europeu-de-estabilidade-apos-adotar-o-euro-este-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783048</guid>

					<description><![CDATA[A Bulgária tornou-se hoje o 21.º membro do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), completando a sua integração na arquitetura institucional da zona euro, na sequência da adoção da moeda única em 01 de janeiro deste ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bulgária tornou-se hoje o 21.º membro do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), completando a sua integração na arquitetura institucional da zona euro, na sequência da adoção da moeda única em 01 de janeiro deste ano.</p>
<p>Em comunicado hoje divulgado, o MEE aponta que a entrada em vigor do tratado referente à Bulgária ocorre após a aprovação do pedido de adesão do país ao fundo de resgate da zona euro.</p>
<p>&#8220;O MEE continua a ser um pilar essencial da rede de segurança financeira da área do euro, ajudando a salvaguardar a estabilidade e a reforçar a resiliência em toda a união monetária&#8221;, afirma o diretor-geral do mecanismo, Pierre Gramegna, citado pela nota de imprensa.</p>
<p>O responsável acrescenta que a adesão da Bulgária &#8220;completa a integração do país na arquitetura institucional da área do euro e reflete a solidariedade que está no centro do projeto europeu&#8221;.</p>
<p>Por seu lado, o vice-primeiro-ministro e ministro das Finanças búlgaro, Galab Donev, considera, também citado pelo comunicado, que a entrada no MEE constitui &#8220;uma clara avaliação da maturidade das instituições e da responsabilidade partilhada&#8221; da Bulgária.</p>
<p>&#8220;Ao aderir ao MEE, a Bulgária aprofunda a sua integração fiscal e económica com a área do euro&#8221;, adianta o governante, acrescentando que a adesão também garante ao país acesso a &#8220;um quadro de apoio financeiro fiável e comprovado em tempos de necessidade&#8221;.</p>
<p>A Bulgária subscreveu cerca de 5,3 mil milhões de euros do capital do MEE e fará uma contribuição inicial de 603,2 milhões de euros para o capital realizado do mecanismo, montante que será pago em cinco prestações anuais.</p>
<p>De acordo com o comunicado, por apresentar um Produto Interno Bruto (PIB) &#8216;per capita&#8217; inferior a 75% da média da União Europeia, o país beneficiará de uma correção temporária que reduzirá a sua contribuição para o capital realizado em 388,7 milhões de euros até 2038.</p>
<p>Criado em 2012, o Mecanismo Europeu de Estabilidade funciona como o fundo de resgate permanente da zona euro, disponibilizando assistência financeira aos Estados-membros que enfrentem ou corram o risco de enfrentar graves problemas de financiamento.</p>
<p>Mais de 27 anos após a sua criação, o euro é hoje a moeda de 21 países da UE e é usada diariamente por mais de 350 milhões de pessoas, sendo a segunda moeda mais utilizada no mundo.</p>
<p>A Bulgária adotou oficialmente o euro em 01 de janeiro de 2026, tornando-se o 21.º Estado-membro da área da moeda única.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bulgaria-junta-se-ao-mecanismo-europeu-de-estabilidade-apos-adotar-o-euro-este-ano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783048]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8216;Stock&#8217; de empréstimos para habitação tem em maio maior subida homóloga desde 2003, indica BdP</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/stock-de-emprestimos-para-habitacao-tem-em-maio-maior-subida-homologa-desde-2003-bdp/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/stock-de-emprestimos-para-habitacao-tem-em-maio-maior-subida-homologa-desde-2003-bdp/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[crédito habitação]]></category>
		<category><![CDATA[empréstimos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783017</guid>

					<description><![CDATA[O 'stock' de empréstimos para habitação atingiu em maio 115.742 milhões de euros, o equivalente a uma taxa de variação anual de 10,8%, a mais alta desde fevereiro de 2003, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O &#8216;stock&#8217; de empréstimos para habitação atingiu em maio 115.742 milhões de euros, o equivalente a uma taxa de variação anual de 10,8%, a mais alta desde fevereiro de 2003, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).</P><br />
<P>No total, são mais 10.945 milhões de euros em empréstimos para a habitação que um ano antes e mais 1.150 milhões de euros que em abril, segundo os dados do regulador.</P><br />
<P>A taxa de variação anual verificada neste tipo de empréstimos foi, aliás, semelhante à verificada para o montante total de empréstimos concedidos a particulares, que registou uma variação anual de 10,5%, chegando aos 150.817 milhões de euros.</P><br />
<P>Para consumo e outros fins, o valor no final de maio totalizava 35.075 milhões de euros, numa subida em cadeia de 209 milhões de euros e uma taxa de variação anual de 9,2%.</P><br />
<P>Já entre as empresas, o &#8216;stock&#8217; de empréstimos somava 76.184,2 milhões de euros, num crescimento de 145 milhões de euros face a abril e uma taxa de variação anual de 5,5%, abaixo dos 6,2% no mês anterior.</P><br />
<P>Os empréstimos às microempresas, pequenas e médias empresas cresceram em termos homólogos (+12,3%, +7,2% e +0,4%, respetivamente), enquanto os empréstimos às grandes empresas apresentaram uma taxa de variação anual negativa (-0,5%).</P><br />
<P>O setor da construção e atividades imobiliárias teve a primeira desaceleração na sua taxa de variação anual desde dezembro de 2025 e passou de 12,1% em abril para 11,9% no mês em análise.</P><br />
<P>No comércio, transporte e alojamento, a taxa de variação passou de 5,8% em abril para 4,6% maio, enquanto nas indústrias e eletricidade subiu 0,6%, após 1,6% em abril.</P><br />
<P>Quanto aos depósitos, o &#8216;stock&#8217; dos particulares cresceu 398 milhões de euros em cadeia, para 203.017 milhões de euros, apresentando ainda uma taxa de variação anual de 4,6% &#8211; inferior aos 4,9% de abril.</P><br />
<P>Para a subida em cadeia contribuíram, principalmente, os mais 197 milhões de euros nas responsabilidades à vista e os 202 milhões de euros nos depósitos a prazo.</P><br />
<P>Do lado das empresas, o &#8216;stock&#8217; nos bancos residentes cresceu 231 milhões de euros em cadeia e a taxa de variação anual foi de 12,2% &#8211; também abaixo dos 12,6% em abril &#8211;, tendo atingido os 79.095 milhões de euros.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/stock-de-emprestimos-para-habitacao-tem-em-maio-maior-subida-homologa-desde-2003-bdp/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783017]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ibersol compra ações próprias e passa a deter 3% do capital da empresa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ibersol-compra-acoes-proprias-e-passa-a-deter-3-do-capital-da-empresa/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ibersol-compra-acoes-proprias-e-passa-a-deter-3-do-capital-da-empresa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:17:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ibersol]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=782991</guid>

					<description><![CDATA[A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal, voltou a recomprar açores próprias e já detém mais de 3% do capital da empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal, voltou a recomprar açores próprias e já detém mais de 3% do capital da empresa.</P><br />
<P>Num comunicado hoje enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Ibersol reporta que, após as compras feitas entre 22 e 26 de junho, &#8220;passou a deter 1.235.811 ações próprias, representativas de 3,0216% do capital social&#8221;.</P><br />
<P>Nestas compras, fazendo as contas ao valor a que as ações foram compradas, a empresa gastou cerca de 249 mil euros.</P><br />
<P>A Ibersol lançou um programa de recompra de ações em 2024 com o objetivo de extinguir um máximo de 4.151.481 ações ordinárias. </P><br />
<P>Em junho passado a empresa definiu que até final de novembro de 2026 poderá gastar mais 41 milhões de euros na recompra de ações próprias com vista à redução do seu capital social.</P><br />
<P>O plano decorre até 29 de novembro de 2026, exceto se antes dessa data for atingido o limite de ações ou o montante pecuniário máximo definido no programa de recompra.</P><br />
<P>A Ibersol opera diversos restaurantes de marcas alimentares internacionais. Além da Pizza Hut e KFC, também explora Pans &amp; Company, Taco Bell, Pret a Manger, entre outras.</P><br />
<P>A maioria do capital da Ibersol pertence à empresa ATPS, de António Pinto de Sousa e Alberto Teixeira.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ibersol-compra-acoes-proprias-e-passa-a-deter-3-do-capital-da-empresa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782991]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ébola: Número de mortes sobe para 360 na epidemia da RDCongo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-numero-de-mortes-sobe-para-360-na-epidemia-da-rdcongo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-numero-de-mortes-sobe-para-360-na-epidemia-da-rdcongo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:16:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[RD Congo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783005</guid>

					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) da República Democrática do Congo (RDCongo) elevou o número de mortes devido ao vírus do Ébola para 360 e os casos confirmados para 1.274, segundo informações divulgadas no domingo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) da República Democrática do Congo (RDCongo) elevou o número de mortes devido ao vírus do Ébola para 360 e os casos confirmados para 1.274, segundo informações divulgadas no domingo.</P><br />
<P>Segundo o último boletim divulgado pelo INSP da RDCongo, com dados recolhidos até 27 de junho, a taxa de letalidade situa-se atualmente nos 28,3%. </P><br />
<P>Além disso, a taxa de rastreio de contactos atinge os 87,1%, enquanto 178 pessoas conseguiram recuperar-se da doença e um total de 502 doentes estão &#8220;em isolamento ou hospitalizados&#8221;. </P><br />
<P>O INSP alertou para os &#8220;desafios persistentes na atenção precoce ou no acesso a cuidados de saúde&#8221;, bem como para a deteção de possíveis novos contágios sem que tenha sido identificado de que zona de saúde provêm, o que &#8220;poderia indicar uma expansão geográfica que exigiria uma investigação mais aprofundada&#8221;. </P><br />
<P>O surto foi oficialmente declarado em 15 de maio em Ituri, uma província fronteiriça com o Uganda e o Sudão do Sul e epicentro da epidemia (com 91,4% dos casos e 83,6% das mortes), mas espalhou-se também para as províncias orientais congolesas de Kivu do Norte e Kivu do Sul. </P><br />
<P>A epidemia também se propagou para o Uganda, onde foram detetados 20 contágios confirmados, incluindo 15 casos considerados importados da RDCongo, entre os quais se registaram duas mortes. </P><br />
<P>Além disso, o Governo francês confirmou que detetou o primeiro caso positivo de doença pelo vírus Ébola, que se tratava de um médico que regressava de uma missão na RDCongo. </P><br />
<P>A epidemia corresponde à estirpe de Bundibugyo, cuja taxa de letalidade varia entre 30% e 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera o risco de expansão do surto na África subsaariana como &#8220;alto&#8221; e a nível global como &#8220;baixo&#8221;. </P><br />
<P>A OMS estima que o vírus começou a circular em Ituri cerca de dois meses antes de ser declarado o surto e classificou a epidemia em 17 de maio passado como &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;. </P><br />
<P>Trata-se já da terceira pior epidemia do vírus Ébola da história registada até hoje. </P><br />
<P>A epidemia atual está apenas atrás da que atingiu a África Ocidental entre 2014 e 2016, que deixou cerca de 11.000 mortos e 28.000 infetados; e de outra que afetou o leste da RDCongo entre 2018 e 2020 e que causou 2.299 mortes e 3.481 casos. </P><br />
<P>O vírus do Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-numero-de-mortes-sobe-para-360-na-epidemia-da-rdcongo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783005]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: União Europeia disponibiliza 5 M€ e organiza ponte aérea humanitária</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-uniao-europeia-disponibiliza-5-me-e-organiza-ponte-aerea-humanitaria/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-uniao-europeia-disponibiliza-5-me-e-organiza-ponte-aerea-humanitaria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[sismo]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783026</guid>

					<description><![CDATA[A União Europeia (UE) mobilizou hoje cinco milhões de euros em ajuda humanitária para apoiar as populações afetadas pelos recentes sismos na Venezuela e anunciou a organização de uma ponte aérea humanitária para o transporte de bens essenciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia (UE) mobilizou hoje cinco milhões de euros em ajuda humanitária para apoiar as populações afetadas pelos recentes sismos na Venezuela e anunciou a organização de uma ponte aérea humanitária para o transporte de bens essenciais.</P><br />
<P>&#8220;Em resposta às crescentes necessidades humanitárias provocadas pelos recentes sismos na Venezuela, a União Europeia está a disponibilizar cinco milhões de euros em ajuda humanitária para prestar assistência imediata às comunidades mais afetadas. Este financiamento de emergência será direcionado para o fornecimento de abrigo e cuidados de saúde às pessoas atingidas pelo desastre&#8221;, anunciou a Comissão Europeia em comunicado.</P><br />
<P>Além da ajuda financeira, Bruxelas está a organizar um voo humanitário a partir de Copenhaga, previsto para esta semana, que transportará cerca de 50 toneladas de material de abrigo, equipamentos de água e saneamento e material educativo para as zonas atingidas pelos sismos.</P><br />
<P>A nova assistência soma-se aos 52 milhões de euros já atribuídos este ano pela UE para responder às consequências humanitárias da crise socioeconómica na Venezuela.</P><br />
<P>De acordo com Bruxelas, a resposta está a ser coordenada através do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia, tendo o executivo comunitário recebido ofertas de apoio de 11 Estados-membros da UE e de um outro país participante, incluindo equipas de busca e salvamento, equipas médicas e apoio em telecomunicações.</P><br />
<P>Portugal é um dos países participantes nesta assistência.</P><br />
<P>Uma equipa de 11 especialistas técnicos provenientes de Espanha, Áustria, Itália, Luxemburgo, Bélgica e Estónia, juntamente com elementos do Centro de Coordenação de Resposta de Emergência da Comissão Europeia, já se encontra na Venezuela para apoiar as operações no terreno.</P><br />
<P>Com a participação adicional de especialistas enviados por Itália, são agora 14 os países da UE que contribuíram para a operação de socorro.</P><br />
<P>Além disso, a UE ativou o serviço de satélites Copernicus no modo de cartografia de emergência, que permite obter imagens de alta resolução das zonas de crise e produzir mapas destinados a equipas de resgate, organizações não-governamentais e autoridades de proteção civil.</P><br />
<P>Segundo Bruxelas, já foram produzidos 25 mapas e 13 imagens de diferentes áreas de interesse.</P><br />
<P>Citada pelo comunicado, a comissária europeia para a Preparação e Gestão de Crises, Hadja Lahbib, vinca que a UE &#8220;continua empenhada em ajudar o povo venezuelano e está a fazê-lo com todos os instrumentos ao seu dispor&#8221;.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 1.450 mortos e 3.150 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 53 portugueses e lusodescendentes, e outros 83 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Segundo a ONU, mais de 50 mil pessoas estão desaparecidas.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira,  uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-uniao-europeia-disponibiliza-5-me-e-organiza-ponte-aerea-humanitaria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783026]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Execução das Agendas Mobilizadoras do PRR atinge 90% com mais de 3,2 mil milhões de euros de incentivo contratado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/execucao-das-agendas-mobilizadoras-do-prr-atinge-90-com-mais-de-32-mil-milhoes-de-euros-de-incentivo-contratado/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/execucao-das-agendas-mobilizadoras-do-prr-atinge-90-com-mais-de-32-mil-milhoes-de-euros-de-incentivo-contratado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:15:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[agendas]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PRR]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783032</guid>

					<description><![CDATA[As 51 Agendas Mobilizadoras contratadas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) envolvem atualmente 1.098 copromotores, entre os quais 874 empresas e 224 entidades do sistema científico, tecnológico e público.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As 51 Agendas Mobilizadoras contratadas no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) envolvem atualmente 1.098 copromotores, entre os quais 874 empresas e 224 entidades do sistema científico, tecnológico e público. No total, representam mais de 7 mil milhões de euros de investimento e 3,2 mil milhões de euros de incentivo contratado.</p>
<p>Os dados foram apresentados a 25 de junho, durante o 3.º Encontro das Agendas Mobilizadoras do PRR, que reuniu membros do Governo e representantes dos consórcios envolvidos.</p>
<p>Segundo a informação divulgada, o programa regista já uma execução próxima dos 90% ao nível dos produtos, processos e serviços (PPS) contratualizados. Dos 1.270 PPS previstos, 1.087 encontram-se concluídos ou com um grau de execução igual ou superior a 80%, refletindo um nível elevado de maturidade dos projetos em curso.</p>
<p>Do ponto de vista financeiro, a execução média da despesa situa-se nos 53%, tendo já sido pagos mais de 2 mil milhões de euros em incentivos.</p>
<p>O encontro contou com a presença do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, da ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e dos secretários de Estado João Rui Ferreira (Economia), Álvaro Castelo Branco (Adjunto e da Defesa Nacional) e Francisco Catalão (Gestão da Saúde).</p>
<p>Ao longo da sessão foram apresentados exemplos de soluções desenvolvidas em áreas como saúde, aeronáutica e espaço, mobilidade sustentável, energia, digitalização industrial, biotecnologia, economia do mar, floresta, semicondutores, jogos digitais, construção e materiais avançados.</p>
<p>Na sessão dedicada ao impacto das agendas e aos desafios de aceleração da inovação, os intervenientes destacaram o papel destes consórcios na aproximação entre empresas, academia e o sistema científico e tecnológico, bem como na criação de capacidade industrial e na valorização económica do conhecimento.</p>
<p>“Conseguimos todos juntos atingir, e até mesmo ultrapassar, os objetivos estipulados. Mas mais importante do que os números é aquilo que eles representam: uma nova escala de ambição e uma nova capacidade de transformar conhecimento em valor real”, afirmou Castro Almeida na abertura do encontro.</p>
<p>Já o secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, sublinhou que os resultados demonstram “a transformação de investimento em capacidade produtiva e de conhecimento em soluções com aplicação no mercado”, destacando a colaboração entre empresas e consórcios como fator central.</p>
<p>As estimativas associadas às Agendas Mobilizadoras apontam para um aumento superior a 8 mil milhões de euros no volume de negócios das empresas participantes, a criação de mais de 11 mil postos de trabalho qualificados e um contributo entre 2,5% e 3% para o PIB.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/execucao-das-agendas-mobilizadoras-do-prr-atinge-90-com-mais-de-32-mil-milhoes-de-euros-de-incentivo-contratado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783032]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A Europa aquece e a água começa a faltar: Portugal já é o 6.º país mais pressionado no verão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-europa-aquece-e-a-agua-comeca-a-faltar-portugal-ja-e-o-6-o-pais-mais-pressionado-no-verao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/a-europa-aquece-e-a-agua-comeca-a-faltar-portugal-ja-e-o-6-o-pais-mais-pressionado-no-verao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:14:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=783011</guid>

					<description><![CDATA[Em vários países, sobretudo no sul da Europa e no Mediterrâneo, a pressão sobre a água aumenta de forma significativa nos meses mais quentes, precisamente quando as vagas de calor intensificam o consumo e agravam a seca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal está entre os países europeus que entram em zona de alerta no verão devido ao nível de utilização dos recursos de água doce. Segundo a Euronews, embora a União Europeia utilize, em média, apenas 5,8% dos seus recursos de água doce, este valor esconde diferenças profundas entre países e regiões.</p>
<p class="isSelectedEnd">A média europeia pode dar a ideia de que a situação está controlada, mas os dados mostram uma realidade mais desigual. Em vários países, sobretudo no sul da Europa e no Mediterrâneo, a pressão sobre a água aumenta de forma significativa nos meses mais quentes, precisamente quando as vagas de calor intensificam o consumo e agravam a seca.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal surge nesse grupo de maior pressão. Durante o verão, o nível de exploração da água doce no país atinge 31%, colocando-o claramente acima do limiar de alerta. De acordo com os dados citados pela Euronews, um país entra na zona de aviso quando utiliza 20% dos seus recursos hídricos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Sul da Europa sob maior pressão hídrica</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A situação mais grave é registada em Chipre, país que vive praticamente em estado permanente de emergência hídrica. O país já utiliza 72% dos seus recursos de água doce, valor que pode atingir 92% durante o verão, segundo dados do Eurostat e da Agência Europeia do Ambiente.</p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades cipriotas apelaram este ano aos residentes para reduzirem em 10% o consumo diário de água, o equivalente a cerca de dois minutos de utilização. Ao mesmo tempo, o Governo tem acelerado a instalação de centrais de dessalinização para garantir o abastecimento de água potável, especialmente antes da época turística.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de Chipre surge Malta, com uma taxa anual de utilização de água de 33%. No verão, porém, o stress hídrico no país sobe para 67%, evidenciando o impacto da pressão sazonal sobre sistemas já vulneráveis.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal acima do limiar de alerta</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal aparece ao lado de outros países europeus que ultrapassam a zona de alerta durante o verão. A Grécia regista uma taxa de exploração de 37%, a Roménia 34%, Portugal 31%, Itália 27% e Espanha 26,5%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estes valores mostram que o problema não se limita aos países insulares ou mais pequenos. A combinação de calor extremo, maior procura de água e pressão sobre os recursos hídricos coloca parte significativa da Europa perante riscos crescentes de escassez.</p>
<p class="isSelectedEnd">No caso português, o dado de 31% coloca o país acima do patamar considerado preocupante, ainda que a situação de acesso a água limpa e segura pareça menos crítica do que noutros Estados-membros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Uma em cada dez pessoas na UE tem dificuldades no acesso a água segura</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Agência Europeia do Ambiente alerta que as alterações climáticas e os episódios de seca deverão intensificar a frequência, a intensidade e o impacto das faltas de água pelo menos até 2030.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outro relatório da agência, intitulado “Overheated and Underprepared”, conclui que cerca de uma em cada dez pessoas na União Europeia tem dificuldades em aceder a água suficiente, segura e limpa.</p>
<p class="isSelectedEnd">O problema é particularmente grave em Chipre, onde 36,5% da população enfrenta dificuldades de acesso, e na Grécia, onde esse valor atinge 31,5%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Acesso à água nem sempre depende da escassez</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Euronews sublinha que alguns países com dificuldades no acesso a água limpa, como Bulgária, Hungria, Croácia e Irlanda, não apresentam níveis especialmente elevados de exploração dos recursos de água doce.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isto sugere que, em certos casos, o problema pode estar menos relacionado com a escassez de água e mais com infraestruturas envelhecidas ou falhas nos sistemas de abastecimento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Portugal, França e Espanha surgem numa posição diferente. Apesar da pressão sobre os recursos hídricos, estes países parecem conseguir gerir melhor a distribuição de água limpa e segura, com percentagens de pessoas que enfrentam dificuldades abaixo da média europeia de 9%.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Calor extremo aumenta risco de escassez</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O tema ganha relevância numa altura em que a Europa enfrenta mais um verão marcado por calor extremo. As vagas de calor aumentam o consumo, pressionam reservas e tornam mais visíveis as fragilidades dos sistemas de gestão da água.</p>
<p>Embora a utilização média de água doce na União Europeia pareça baixa, os dados mostram que a pressão está concentrada em determinados países e períodos do ano. Portugal é um dos casos em que o verão empurra o uso da água para níveis acima do limiar de alerta, reforçando a importância da gestão dos recursos hídricos num contexto de seca e alterações climáticas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/a-europa-aquece-e-a-agua-comeca-a-faltar-portugal-ja-e-o-6-o-pais-mais-pressionado-no-verao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783011]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
