«Se tivéssemos usado a vacina da Janssen e tivessemos vacinado os sete milhões de pessoas que foram vacinadas nos EUA, nós teríamos tido, eventualmente, sete mortes. Pelo facto de não termo vacinado a nossa população, tivemos, nos últimos 365 dias, mais de 16 mil mortes», afirmou o vice-almirante Gouveia e Melo esta manhã. O responsável pela taskforce da vacinação em Portugal referia-se a um cenário em que Portugal tivesse usado a vacina da Johnson & Johnson.
Segundo o Gouveia e Melo, «esta é a diferença entre vacinar e não vacinar». Em declarações aos jornalistas, refere ainda que o problema referente à falta de enfermeiros ou vacinadores está a ser estudado e que será resolvido, seja por mobilidade ou por contratação extra, por exemplo.
«A vacinação vai ser feita primordialmente com recursos do Ministério da Saúde», sublinha o responsável, adiantando que «não há expectativa de que seja um grande problema ou que vá condicionar o processo».
Esta manhã, foi confirmado que a vacina da Johnson & Johnson será utilizada em Portugal. O presidente do Infarmed, Rui Ivo, diz que não existe «nenhuma razão para constrangimento da utilização das vacina», o que significa que o fármaco vai continuar a ser administrado no País. Poderão ser aplicadas, no entanto, possíveis restrições.














