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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Papa agradece &#8220;entusiasmo e devoção&#8221; com que foi recebido em Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 11:34:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa Leão XIV agradeceu hoje ao povo espanhol o "entusiasmo e a devoção" com que o acolheram durante a visita apostólica de uma semana a Espanha, manifestando um agradecimento especial ao rei Felipe VI.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Papa Leão XIV agradeceu hoje ao povo espanhol o &#8220;entusiasmo e a devoção&#8221; com que o acolheram durante a visita apostólica de uma semana a Espanha, manifestando um agradecimento especial ao rei Felipe VI.</P><br />
<P>&#8220;Expresso, antes de mais, a minha gratidão ao Senhor pela viagem apostólica que me concedeu realizar em Espanha. Agradeço ao povo espanhol que me acolheu com grande entusiasmo e devoção. Estou agradecido de modo especial a Sua Majestade o Rei&#8221;, afirmou o pontífice, após a oração dominical do Ângelus.</P><br />
<P>Leão XIV agradeceu ainda &#8220;com afeto aos bispos, a todas as comunidades visitadas e à inteira Igreja que está em Espanha&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Que Deus abençoe sempre Espanha&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Durante a visita de sete dias a Espanha, o Papa passou por Madrid, Barcelona, Gran Canária e Tenerife, participando em 21 eventos que reuniram mais de 2,5 milhões de pessoas, segundo dados da organização.</P><br />
<P>O pontífice regressou a Roma num avião oficial espanhol, um Falcon disponibilizado pelo rei Felipe VI, depois de o voo da Iberia inicialmente previsto para o regresso ter sofrido uma avaria técnica em Tenerife.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775897]]></sapo:autor>
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		<title>GNR deteve em quatro horas 66 condutores embriagados nas vias de acesso a Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 11:14:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A GNR deteve hoje nas vias rápidas de acesso a Lisboa, em quatro horas, 66 pessoas por conduzirem embriagadas, mais do que numa ação similar realizada em 2025 a propósito dos Santos Populares da capital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A GNR deteve hoje nas vias rápidas de acesso a Lisboa, em quatro horas, 66 pessoas por conduzirem embriagadas, mais do que numa ação similar realizada em 2025 a propósito dos Santos Populares da capital.</P><br />
<P>Segundo a GNR, entre as 04:00 e as 08:00 de hoje, foram controlados 2.989 condutores no âmbito de uma &#8220;ação especial de fiscalização rodoviária&#8221; relacionada com as festas dos Santos Populares de Lisboa, tendo 264 apresentado excesso de álcool no sangue.</P><br />
<P>Destes, 66 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l, o que constitui a prática do crime de condução em estado de embriaguez.</P><br />
<P>A ação decorreu na Ponte Vasco da Gama (Alcochete), na Autoestrada n.º 1 (A1) &#8211; Alverca, na A2 &#8211; Seixal, na A5 &#8211; Oeiras, na A8 &#8211; Loures, e no Itinerário Complementar n.º 20 (IC20) &#8211; Almada, nos distritos de Setúbal e Lisboa.</P><br />
<P>Em 13 de junho de 2025, 47 pessoas tinham sido detidas por conduzirem embriagadas numa operação realizada nas mesmas vias rápidas entre as 03:00 e as 07:00, com a qual fonte da GNR disse à Lusa que a ação que decorreu hoje de manhã é comparável.</P><br />
<P>Na altura, foram controlados 2.598 condutores, segundo o comunicado então divulgado pela força policial.</P><br />
<P>&#8220;A condução sob efeito do álcool afeta significativamente a capacidade de perceção, avaliação do risco, tempo de reação e controlo do veículo, constituindo um dos fatores mais frequentemente associados aos acidentes rodoviários mais graves&#8221;, alertou hoje a GNR.</P><br />
<P>Na operação realizada este ano, foram ainda detidas mais sete pessoas por conduzirem sem habilitação legal e cinco por outros ilícitos, entre as quais um homem de 36 anos &#8220;sobre o qual pendia um mandado de detenção europeu&#8221; para cumprir pena por tráfico de droga.</P><br />
<P>&#8220;Foram ainda elaborados 236 autos de notícia por contraordenações rodoviárias&#8221;, acrescentou a GNR.</P><br />
<P>No total, foram mobilizados 164 militares para esta operação, coordenada pela Unidade Nacional de Trânsito.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775896]]></sapo:autor>
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		<title>ULS Amadora-Sintra apela à dádiva de sangue com maratona solidária nos próximos dois dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 11:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ULS Amadora-Sintra promove, na segunda e terça-feira, uma maratona de dádiva de sangue destinada a sensibilizar para a importância da dádiva benévola e a mobilizar utentes, profissionais e a comunidade para este gesto solidário.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ULS Amadora-Sintra promove, na segunda e terça-feira, uma maratona de dádiva de sangue destinada a sensibilizar para a importância da dádiva benévola e a mobilizar utentes, profissionais e a comunidade para este gesto solidário.</P><br />
<P>A iniciativa &#8220;24 Horas de Dádiva de Sangue&#8221;, que assinala o Dia Mundial do Dador de Sangue, comemorado hoje, decorrerá nos próximos dois dias, entre as 08:00 e as 20:00, no Serviço de Sangue e Medicina Transfusional do Hospital Fernando Fonseca, adianta a instituição em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A iniciativa pretende sensibilizar para a importância da dádiva benévola de sangue e mobilizar utentes, comunidade e profissionais para este gesto solidário, alargando as oportunidades de participação, nomeadamente para aqueles que não conseguem efetuar a sua dádiva durante o horário habitual de funcionamento do Serviço de Sangue&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Ao longo dos dois dias, os participantes poderão realizar a sua dádiva mediante agendamento prévio, selecionando o horário mais conveniente através da plataforma disponibilizada pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação.</P><br />
<P>&#8220;Dar sangue é um ato simples, seguro e essencial para garantir a disponibilidade de componentes sanguíneos necessários ao tratamento de doentes em diversas situações clínicas&#8221;, salienta a Unidade Local de Saúde Amadora-Sintra, apelando a todos os cidadãos elegíveis para a dádiva de sangue a associarem-se a esta iniciativa.</P><br />
<P>Para doar sangue é necessário ter entre 18 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos e ter estilos e hábitos de vida saudáveis. </P><br />
<P>As pessoas candidatas com 17 anos podem fazê-lo mediante consentimento dos pais ou tutor legal, segundo o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST).</P><br />
<P>O Dia Mundial do Dador de Sangue tem como objetivo agradecer aos dadores de sangue, voluntários e não remunerados, pelas suas dádivas que salvam vidas e consciencializar sobre a necessidade contínua de dádivas regulares para garantir o fornecimento de sangue seguro, suficiente e acessível. </P><br />
<P>A efeméride também destaca a responsabilidade dos governos e das autoridades de saúde investir em sistemas de sangue robustos que apoiem a dádiva voluntária, o acesso equitativo e a práticas seguras de transfusão. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775895]]></sapo:autor>
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		<title>Está a escolher o programa errado na máquina? Perito diz que um único ciclo basta para quase toda a roupa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 11:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre ciclos para roupa delicada, algodão, ganga, roupa de cama, lavagem intensiva ou higienização, as máquinas de lavar modernas apresentam cada vez mais opções.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre ciclos para roupa delicada, algodão, ganga, roupa de cama, lavagem intensiva ou higienização, as máquinas de lavar modernas apresentam cada vez mais opções. No entanto, um especialista em lavandaria defende que, para a maioria das situações, existe apenas um programa que realmente vale a pena utilizar.</p>
<p>A ideia foi avançada por Patric Richardson, conhecido nos Estados Unidos como “The Laundry Evangelist” e autor do livro Laundry Love, que garante recorrer praticamente sempre ao mesmo ciclo de lavagem: o programa rápido, frequentemente identificado nas máquinas como “Express”, “Quick Wash” ou “Lavagem Rápida”.</p>
<p>Segundo Richardson, este ciclo oferece o equilíbrio ideal entre eficácia e proteção dos tecidos.</p>
<p>“Eu só utilizo o ciclo ‘Express’. É suficientemente longo para deixar a roupa limpa, mas suficientemente curto para não causar danos”, afirmou durante uma entrevista ao podcast Am I Doing It Wrong?, do HuffPost.</p>
<p>Questionado sobre situações em que pudesse optar por outro programa, o especialista foi categórico: “Estou a dizer sempre o programa Express.”</p>
<p><strong>Estudos indicam que a lavagem rápida é suficiente para limpar e higienizar</strong><br />
De acordo com Richardson, a conclusão resulta de estudos laboratoriais realizados durante a elaboração do seu livro. Os testes mostraram que mesmo peças particularmente sujas podem ser limpas e higienizadas através de um ciclo rápido.</p>
<p>Segundo o especialista, artigos com elevados níveis de sujidade, incluindo fraldas muito usadas, podem ficar completamente limpos utilizando apenas este tipo de programa.</p>
<p>Na sua perspetiva, optar por ciclos mais longos traduz-se sobretudo num aumento do desgaste dos tecidos. Roupa, toalhas e roupa de cama são submetidas a mais tempo de lavagem, o que acelera a deterioração dos materiais e obriga à sua substituição mais cedo.</p>
<p>Além disso, os programas prolongados implicam normalmente um maior consumo de água e energia.</p>
<p><strong>Porque existem tantos programas nas máquinas de lavar?</strong><br />
Apesar desta posição, a maioria das máquinas continua a oferecer uma vasta gama de ciclos especializados. Para Richardson, a explicação está na evolução tecnológica.</p>
<p>Segundo o especialista, muitos destes programas foram criados numa época em que os detergentes, os tecidos e as próprias máquinas eram significativamente menos eficientes do que são atualmente.</p>
<p>“Todos esses ciclos existem porque já existiam antes”, explicou.</p>
<p>Richardson considera que, durante as décadas de 1970 e 1980, programas específicos para roupa volumosa, higienização ou lavagem intensiva desempenhavam uma função importante devido às limitações tecnológicas da época.</p>
<p>“Na década de 1970 precisava do ciclo para roupa de cama volumosa e do ciclo de higienização. Era realmente necessário. Hoje já não é”, afirmou.</p>
<p>Ainda assim, acredita que os fabricantes continuam a disponibilizar estas opções porque muitos consumidores esperam encontrá-las quando compram uma nova máquina.</p>
<p><strong>Uma máquina com apenas um botão</strong><br />
O especialista vai ainda mais longe e afirma que, se pudesse desenhar a sua própria máquina de lavar, eliminaria praticamente todas as opções existentes.</p>
<p>“Se eu pudesse construir uma máquina de lavar, teria apenas um botão. Carregava-se nele e a máquina utilizava água morna e o ciclo Express. Mais nada”, defendeu.</p>
<p>Na sua opinião, os avanços nos detergentes modernos, nos materiais têxteis e nos sistemas de lavagem tornaram desnecessária grande parte da complexidade presente nos equipamentos atuais.</p>
<p><strong>Menos tempo de lavagem e mais produtividade</strong><br />
Outra das vantagens apontadas por Richardson é a poupança de tempo.</p>
<p>Enquanto muitos programas especializados podem durar entre duas horas e duas horas e quarenta e cinco minutos, os ciclos rápidos costumam terminar em cerca de 30 minutos ou até menos.</p>
<p>“O ciclo Express demora 30 minutos ou menos, por isso é possível fazer várias máquinas de roupa num curto espaço de tempo”, explicou.</p>
<p>O especialista compara a diferença de duração entre programas, salientando que, durante o tempo necessário para completar um ciclo longo, seria possível realizar várias lavagens rápidas consecutivas.</p>
<p><strong>Uma abordagem que desafia hábitos antigos</strong><br />
Embora a recomendação de utilizar praticamente sempre o mesmo programa possa surpreender muitos consumidores, Richardson acredita que a preferência por ciclos longos resulta sobretudo de hábitos transmitidos ao longo de gerações.</p>
<p>Na sua perspetiva, as pessoas continuam frequentemente a lavar a roupa da mesma forma que os seus pais ou avós faziam, apesar das mudanças tecnológicas que transformaram profundamente os equipamentos e os produtos de lavagem.</p>
<p>A mensagem do especialista é simples: para a maioria das cargas de roupa do dia a dia, um ciclo rápido poderá ser suficiente para garantir limpeza, reduzir o desgaste dos tecidos e diminuir o consumo de recursos, tornando a tarefa da lavandaria mais eficiente e sustentável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774683]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sismo nas Filipinas provoca subida do fundo do oceano até dois metros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sismo-nas-filipinas-provoca-subida-do-fundo-do-oceano-ate-dois-metros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 10:58:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O sismo de magnitude 7,8 que abalou na segunda-feira a ilha de Mindanau, no sul das Filipinas, fez com que o fundo do oceano subisse até dois metros em algumas zonas costeiras, anunciou hoje o Ministério do Ambiente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O sismo de magnitude 7,8 que abalou na segunda-feira a ilha de Mindanau, no sul das Filipinas, fez com que o fundo do oceano subisse até dois metros em algumas zonas costeiras, anunciou hoje o Ministério do Ambiente.</P><br />
<P>A elevação do leito marinho representa riscos ambientais significativos, particularmente para os recifes de coral, que podem estar expostos.</P><br />
<P>O sismo causou pelo menos 61 mortos e 40 desaparecidos, de acordo com os dados mais recentes da agência nacional de gestão de catástrofes.</P><br />
<P>Os residentes da ilha de Mindanao, no sul do país, relataram um &#8220;levantamento costeiro&#8221; dois dias após o forte sismo, explicou o ministério, acrescentando que a linha costeira sofreu uma erosão de até 200 metros em alguns pontos.</P><br />
<P>A causa pode ser a deslocação da Fossa de Cotabato, a cerca de 50 quilómetros (30 milhas) da costa de Mindanao, que &#8220;empurrou para cima partes das costas de Sarangani e Davao Ocidental (&#8230;) expondo o leito marinho anteriormente submerso&#8221;, afirmou o Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;O levantamento mapeado é de cerca de dois metros (6,5 pés)&#8221;, segundo a mesma fonte. Uma equipa enviada para a área &#8220;descobriu que longos trechos de costa, recifes de coral e pradarias marinhas foram expostos&#8221; à superfície, acrescentou o ministério.</P><br />
<P>Há relatos de moradores que contactaram as autoridades com receio que os vapores da decomposição da vida marinha sejam perigosos para a saúde.</P><br />
<P>&#8220;Estes corais e pradarias marinhas expostos começaram a morrer juntamente com os seus organismos residentes, como peixes de recife, enguias, amêijoas e mariscos&#8221;, explicou o ministério.</P><br />
<P>As Filipinas estão localizadas no Círculo de Fogo do Pacífico, onde ocorrem aproximadamente 90% dos sismos do mundo.</P><br />
<P>Em setembro de 2025, quase 70 pessoas perderam a vida e cerca de 150 ficaram feridas num sismo de magnitude 6,9 em Cebu (região central das Filipinas).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775894]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sobre para 61 número de mortos em sismo no sul das Filipinas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sobre-para-61-numero-de-mortos-em-sismo-no-sul-das-filipinas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 10:42:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos no sismo de magnitude 7,8 que abalou na segunda-feira a ilha de Mindanau, no sul das Filipinas, subiu para 61, informaram hoje as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos no sismo de magnitude 7,8 que abalou na segunda-feira a ilha de Mindanau, no sul das Filipinas, subiu para 61, informaram hoje as autoridades locais.</P><br />
<P>A estes números somam-se 1.403 feridos e 40 desaparecidos.</P><br />
<P>O Conselho Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Desastres (NDRRMC) informou, na sua última atualização, que mais de 173 mil famílias, num total de 724 mil pessoas, foram afetadas pelo sismo.</P><br />
<P>O NDRRMC indicou ainda que aproximadamente 54.000 casas foram danificadas, tendo 9.900 sido completamente destruídas.</P><br />
<P>O Exército filipino passou as últimas horas a distribuir ajuda e água potável a comunidades isoladas afetadas pelo terramoto nas províncias de Sarangani e Davao Ocidental.</P><br />
<P>Em cooperação com o Corpo de Bombeiros, foi também implementado um sistema móvel de filtragem de água para fornecer água potável às famílias afetadas pelo sismo.</P><br />
<P>O Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia (Phivolcs) especificou que o epicentro do sismo se localizava a aproximadamente 32 quilómetros a oeste de Maasim, na província de Sarangani, e que o hipocentro se situava a uma profundidade de cerca de 33 quilómetros.</P><br />
<P>As Filipinas estão localizadas no Círculo de Fogo do Pacífico, onde ocorrem aproximadamente 90% dos sismos do mundo.</P><br />
<P>Em setembro de 2025, quase 70 pessoas perderam a vida e cerca de 150 ficaram feridas num sismo de magnitude 6,9 em Cebu (região central das Filipinas).</P><br />
<P>Na quinta-feira, de forma preliminar, o Governo estimou que as perdas em infraestruturas ultrapassem nove milhões de dólares (7,8 milhões de euros).</P><br />
<P>O sismo também causou danos em edifícios públicos, estradas, pontes e redes de abastecimento de eletricidade e água potável em várias zonas de Mindanau, a segunda maior ilha do arquipélago.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775893]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Agroalimentar tem sido amortecedor de custos &#8212; FIPA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-agroalimentar-tem-sido-amortecedor-de-custos-fipa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 10:39:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente da Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA) defendeu que o setor tem funcionado como uma espécie de "amortecedor" do impacto causado pelo conflito no Médio Oriente, mas avisou que esta situação não pode ser eterna.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA) defendeu que o setor tem funcionado como uma espécie de &#8220;amortecedor&#8221; do impacto causado pelo conflito no Médio Oriente, mas avisou que esta situação não pode ser eterna. </P><br />
<P>&#8220;Temos absorvido muitos dos impactos e de toda a ordem. Somos uma espécie de amortecedor, mas isto tem um fim. Não se pode prolongar eternamente&#8221;, afirmou o presidente da FIPA, Jorge Henriques, em declarações à Lusa, a propósito da 8.ª Conferência para a Competitividade, organizada pela federação. </P><br />
<P>Assim, pediu que os diferentes obstáculos sejam antecipados, nomeadamente em matérias como custos de contexto, burocracia, simplificação e reformas, de modo a responder aos desafios impostos pelo contexto mundial.</P><br />
<P>Caso o conflito iniciado em 28 de fevereiro com o ataque dos EUA ao Irão não se resolva nos próximos dois meses, o setor poderá verificar uma &#8220;dificuldade enorme&#8221; no abastecimento das matérias-primas, nomeadamente fertilizantes. </P><br />
<P>Apesar de ressalvar que a campanha de 2026 não vai ser afetada, sublinhou não ser possível dar a mesma garantia relativamente à do próximo ano. </P><br />
<P>&#8220;A Europa tem de definir uma estratégia clara para assegurar a segurança alimentar, o abastecimento, uma política de &#8216;stocks&#8217; de matérias e dos próprios produtos. Isto é algo de que se tem vindo a falar, mas que não está plenamente definido&#8221;, vincou. </P><br />
<P>Ainda sobre esta matéria, o presidente da FIPA alertou para o impacto do conflito na escalada dos preços dos combustíveis e da energia, necessários para o funcionamento das fábricas e das frotas, notando que a fatura que, atualmente, chega à indústria é, na maior parte das circunstâncias, &#8220;absolutamente insuportável&#8221;.</P><br />
<P>A 8.ª Conferência para a Competitividade vai realizar-se, na quarta-feira, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, dedicada o tema &#8220;O valor acrescentado da indústria agroalimentar&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o programa, estarão presentes, além do presidente da FIPA, o ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, o presidente da Confederação Empresarial de Portugal, Armindo Monteiro, o presidente executivo do Banco Português de Fomento, Gonçalo Regalado, o presidente da Portugal Foods, Amândio Santos, entre outros.</P><br />
<P>Constituída em 1987, a FIPA é uma associação privada sem fins lucrativos, que representa o setor a nível nacional e na Europa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775892]]></sapo:autor>
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		<title>Agroalimentar quer ultrapassar 5.000 ME de VAB até 2030 &#8212; FIPA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 10:39:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A indústria agroalimentar e das bebidas espera ultrapassar a barreira dos 5.000 milhões de euros de Valor Acrescentado Bruto (VAB) até 2030, mas é precisa uma conjugação de fatores, como a desburocratização, antecipou à Lusa a federação do setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço de áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 14 jun 2026 (Lusa) &#8212; A indústria agroalimentar e das bebidas espera ultrapassar a barreira dos 5.000 milhões de euros de Valor Acrescentado Bruto (VAB) até 2030, mas é precisa uma conjugação de fatores, como a desburocratização, antecipou à Lusa a federação do setor. </P><br />
<P>&#8220;Caminhamos de uma forma sustentada para 5.000 milhões de euros de VAB, o que nos coloca numa posição importante e fundamental para a economia&#8221;, afirmou o presidente da Federação das Indústrias Portuguesas Agroalimentares (FIPA), Jorge Henriques, em declarações à Lusa. </P><br />
<P>Contudo, este objetivo que o setor espera alcançar até ao final da década está dependente de uma &#8220;conjugação de fatores&#8221; a nível nacional e internacional, como, desde logo, o fim do conflito no Médio Oriente. </P><br />
<P>A isto soma-se a nível interno a reforma do Estado, a desburocratização e a simplificação. </P><br />
<P>Se estes fatores se conseguirem agregar, existem condições para a valorização dos produtos da agricultura, para acrescentar valor, exportar e, consequentemente, diminuir as importações, acrescentou. </P><br />
<P>As projeções da FIPA indicam que, em 2025, o setor gerou cerca de 4.870 milhões de euros de VAB.</P><br />
<P>Em matéria de exportações o setor ruma &#8220;de forma muito positiva&#8221; para a sua meta dos 10.000 milhões de euros, definida antes da instabilidade geopolítica e mesmo antes da pandemia de covid-19.</P><br />
<P>&#8220;Tudo isto vai permitir que o setor crie mais emprego e assegure aos consumidores o abastecimento agroalimentar&#8221;, referiu o presidente da FIPA. </P><br />
<P>Estes são alguns dos desafios que vão estar em cima da mesa na 8.ª Conferência para a Competitividade, promovida pela federação, que terá lugar em Lisboa, na quarta-feira. </P><br />
<P>Em matéria de emprego e coesão territorial, Jorge Henriques disse que o setor das indústrias agroalimentar e das bebidas é um exemplo, uma vez que continua a crescer, contando com entre 118.000 a 120.000 postos de trabalho diretos. </P><br />
<P>Ainda assim, ressalvou &#8220;estar a caminhar&#8221; para uma situação de dificuldade de mão-de-obra especializada em áreas como a tecnologia, investigação e robotização, essenciais para uma &#8220;indústria de futuro&#8221;.</P><br />
<P>Esta indústria, conforme apontou, quer responder às necessidades dos consumidores em matérias como a segurança alimentar e questões ambientais, colocando-se Portugal &#8220;ao nível do que melhor se produz no mundo&#8221;. </P><br />
<P>Neste sentido, o setor quer estar &#8220;de forma robusta&#8221; na agenda económica dos governos, com importância, mas também com condições para que possa continuar a crescer.</P><br />
<P>&#8220;Tem faltado um desígnio para mudar o ciclo económico, criar riqueza e condições para que Portugal se possa afirmar no contexto europeu e mundial. Portugal não se pode dedicar a tudo, tem de se especializar e o setor agroalimentar e das bebidas tem demonstrado resiliência e respondido sempre da primeira linha&#8221;, vincou.</P><br />
<P>De acordo com o programa, na 8.ª Conferência para a Competitividade estarão presentes, além do presidente da FIPA, o ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, o presidente da Confederação Empresarial de Portugal, Armindo Monteiro, o presidente executivo do Banco Português de Fomento, Gonçalo Regalado, o presidente da Portugal Foods, Amândio Santos, entre outros.</P><br />
<P>Constituída em 1987, a FIPA é uma associação privada sem fins lucrativos, que representa o setor a nível nacional e na Europa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775891]]></sapo:autor>
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		<title>Especialistas alertam para a &#8220;apneia do e-mail&#8221;, um problema cada vez mais comum na era digital. De que se trata e quais os efeitos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 10:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Receber um e-mail inesperado, abrir uma mensagem importante ou tentar escrever a resposta perfeita pode desencadear uma reação física involuntária que muitas pessoas desconhecem. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Receber um e-mail inesperado, abrir uma mensagem importante ou tentar escrever a resposta perfeita pode desencadear uma reação física involuntária que muitas pessoas desconhecem. Especialistas alertam para um fenómeno conhecido como “apneia do e-mail”, uma tendência para prender temporariamente a respiração ou respirar de forma superficial enquanto se está concentrado no ecrã, uma resposta que pode contribuir para o aumento do stress e da ansiedade.</p>
<p>Embora não seja um termo médico formal, a expressão é utilizada para descrever um comportamento cada vez mais comum no contexto digital. Segundo Carrie Howard, assistente social clínica licenciada e especialista em ansiedade, trata-se da “tendência inconsciente que algumas pessoas têm para suspender temporariamente a respiração ou respirar de forma mais superficial enquanto estão focadas no que acontece nos seus ecrãs”.</p>
<p>A especialista sublinha que o fenómeno não está limitado ao correio eletrónico. O mesmo pode acontecer durante a troca de mensagens, a navegação nas redes sociais ou outras tarefas que exijam elevada concentração. Nestes casos, é também frequentemente designado por “apneia do ecrã” ou “apneia do computador”.</p>
<p><strong>Quando o corpo interpreta um e-mail como uma ameaça</strong><br />
Jamie Janko, fundadora da ReWild Breathwork, explica que a reação está intimamente ligada ao funcionamento do sistema nervoso. À medida que a atenção se concentra no ecrã, o corpo tende a inclinar-se para a frente e a entrar num estado de alerta que pode ser interpretado como uma potencial ameaça.</p>
<p>“O corpo lê esta situação quase como se fosse um perigo e prepara-se para reagir”, afirma. Segundo a especialista, uma das primeiras respostas fisiológicas perante uma ameaça é precisamente prender a respiração.</p>
<p>A terapeuta somática Danica Harris acrescenta que as notificações digitais criam frequentemente um estado de preparação constante. Ao surgir um novo e-mail, muitas pessoas reagem de forma automática, questionando-se se fizeram algo errado ou o que lhes será pedido naquela mensagem. Essa antecipação contribui para a respiração superficial ou para a suspensão momentânea da respiração.</p>
<p><strong>Respiração superficial pode intensificar ansiedade e tensão</strong><br />
Os especialistas alertam que este padrão respiratório pode ter consequências relevantes para o organismo. Respirar apenas de forma superficial, utilizando sobretudo a zona superior do peito em vez do diafragma, envia sinais ao sistema nervoso para permanecer em estado de luta ou fuga, o mecanismo biológico associado ao stress.</p>
<p>Danica Harris explica que a respiração curta e superficial pode aumentar a frequência cardíaca. Como o cérebro tende a interpretar um ritmo cardíaco acelerado como um sinal de ativação ou ansiedade, cria-se um ciclo em que a ansiedade aumenta e, consequentemente, também aumenta a tensão física.</p>
<p>Entre os sinais mais comuns estão o apertar involuntário da mandíbula, a contração dos punhos, a elevação dos ombros e uma sensação constante de rigidez corporal. Carrie Howard alerta ainda que “prender a respiração, mesmo de forma inconsciente, mantém o corpo e a mente num estado de hipervigilância”.</p>
<p>Quando este padrão se prolonga ao longo do dia, podem surgir sintomas como fadiga, dores de cabeça, tensão muscular ou uma sensação persistente de nervosismo. Os suspiros profundos que muitas pessoas dão ocasionalmente podem ser, segundo os especialistas, uma tentativa natural do organismo para restaurar o ritmo respiratório normal.</p>
<p><strong>Como contrariar a “apneia do e-mail”</strong><br />
Os especialistas defendem que o primeiro passo passa por reconhecer o problema. Jamie Janko considera que a consciencialização é fundamental para interromper o padrão automático.</p>
<p>A recomendação é simples: antes de abrir um e-mail ou responder a uma mensagem importante, fazer uma expiração completa, colocar ambos os pés no chão, relaxar a mandíbula e prestar atenção ao estado do corpo.</p>
<p>Outra técnica sugerida é a chamada respiração coerente, que consiste em inspirar pelo nariz durante cinco segundos e expirar pelo nariz durante outros cinco segundos. Este exercício ajuda a tornar a respiração mais profunda, favorecendo a utilização do diafragma e reduzindo os níveis de ativação fisiológica associados ao stress.</p>
<p>Além disso, Carrie Howard recomenda pausas regulares durante o trabalho, incluindo pequenas caminhadas ou alongamentos, para interromper períodos prolongados de tensão acumulada.</p>
<p><strong>Tecnologia amplifica a sensação de urgência</strong><br />
Os especialistas recordam que a maioria das notificações, mensagens e e-mails recebidos diariamente não representam uma ameaça real. No entanto, a rapidez da comunicação digital pode levar o organismo a reagir como se estivesse perante uma situação de emergência.</p>
<p>Para Carrie Howard, a “apneia do e-mail” serve precisamente como um alerta sobre a forma como o stress não afeta apenas a mente, mas também o corpo. “É um lembrete de que todo o stress que sentimos não existe apenas nos nossos pensamentos. Também se manifesta fisicamente, mesmo quando não nos apercebemos disso”, afirma.</p>
<p>Num contexto em que o trabalho digital ocupa cada vez mais horas do dia, os especialistas defendem que prestar atenção à respiração pode ser uma ferramenta simples, mas eficaz, para reduzir a ansiedade e melhorar o bem-estar físico e mental.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774670]]></sapo:autor>
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		<title>Faturação da Fujifilm Portugal cresce 8% para 60 ME em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 09:49:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Fujifilm Portugal registou, no ano fiscal de 2025, terminado em março, uma faturação de 60 milhões de euros, um crescimento de 8% em relação ao período homólogo, adiantou à Lusa o diretor-geral da empresa, Pedro Mesquita.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Fujifilm Portugal registou, no ano fiscal de 2025, terminado em março, uma faturação de 60 milhões de euros, um crescimento de 8% em relação ao período homólogo, adiantou à Lusa o diretor-geral da empresa, Pedro Mesquita.</P><br />
<P>O último ano foi marcado pelo regresso ao retalho da empresa, incluindo uma &#8220;flagship store&#8221;, (loja principal ou mais importante de uma marca), no Porto, num investimento de cerca de 500 mil euros, após projetos semelhantes em Londres e Barcelona.</P><br />
<P>&#8220;Voltámos ao retalho, uma coisa que nós temos na nossa carga genética, de estar em contacto com o cliente final&#8221;, indicou, realçando que o formato é &#8220;completamente diferente, muito focado no que é tecnologia Fuji&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Pedro Mesquita, a opção pela baixa do Porto está também relacionada com o facto ser &#8220;uma cidade onde o turismo tem crescido imenso, sendo que esta estratégia, assegurou, &#8220;aumenta a notoriedade da marca&#8221;.  </P><br />
<P>Acerca do negócio da saúde, em que a Fujifilm atua sobretudo na área do diagnóstico por imagem, continua a ter um peso importante no negócio da sociedade em Portugal, representando cerca de 52% da faturação.</P><br />
<P>&#8220;Operamos nesta área, no mercado nacional, como uma subsidiária do grupo e, portanto, temos a responsabilidade de trazer para o mercado a tecnologia que a Fujifilm desenvolve e os produtos associados, e as soluções associadas&#8221;, destacou.</P><br />
<P>&#8220;É uma área de crescimento&#8221;, salientou Pedro Mesquita, indicando que a empresa quer &#8220;continuar a diversificar e também seguir a estratégia de crescimento da empresa, que também está muito focada na saúde&#8221;.</P><br />
<P>A Fujifilm Portugal conta, neste momento, com 165 trabalhadores, mas o grupo espera aumentar este número em breve, nomeadamente para o centro de serviços que tem em Vila Nova Gaia e onde se dedica à reparação de equipamentos.</P><br />
<P>&#8220;Temos um centro de reparação de endoscópios e câmaras digitais&#8221;, referiu, apontando que estão a trabalhar na &#8220;expansão do centro de reparação de endoscópios&#8221; e têm planeado a contratação de &#8220;entre 15 e 20 pessoas este ano&#8221; para essa área.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a fechar orçamentos, não temos ainda fechado o valor final&#8221;, destacou, apontando que acredita que possa ser superior ao investimento na loja da baixa do Porto, de 500 mil euros.  </P><br />
<P>&#8220;Vamos ficar com uma área de cerca de mais de mil metros quadrados só dedicada à reparação de endoscópios e esperamos em dois, três anos, duplicar o nível de reparações que estamos a fazer hoje para o grupo&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Sobre o impacto da instabilidade geopolítica e aumento dos preços dos combustíveis na atividade, Pedro Mesquita disse que os &#8220;custos logísticos aumentam drasticamente&#8221; e, que, essencialmente, &#8220;a instabilidade, a instabilidade dos mercados financeiros, não é boa para ninguém&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Portanto, isto afeta a atividade das empresas, leva a que as pessoas, as empresas redirecionem estratégias, olhem para outros mercados, para isso é preciso capacidade de atuar rapidamente&#8221;, rematou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775890]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Irão ainda sem decisão final sobre a assinatura de memorando</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 09:49:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A agência de notícias iraniana Fars, conhecida pelas fortes ligações aos círculos conservadores, noticiou hoje que o Irão ainda não tinha decidido assinar o memorando de entendimento em discussão com os Estados Unidos para pôr fim à guerra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A agência de notícias iraniana Fars, conhecida pelas fortes ligações aos círculos conservadores, noticiou hoje que o Irão ainda não tinha decidido assinar o memorando de entendimento em discussão com os Estados Unidos para pôr fim à guerra.</P><br />
<P>&#8220;A República Islâmica do Irão ainda não tomou nem anunciou a sua decisão final relativamente ao memorando de entendimento proposto durante as negociações&#8221;, escreveu a Fars, citando &#8220;uma fonte bem informada próxima da equipa de negociação iraniana&#8221;.</P><br />
<P>A possibilidade de tal acordo encontra oposição por parte de alguns membros da linha dura, que são hostis a concessões, particularmente em relação ao controlo do estratégico Estreito de Ormuz, que o Irão bloqueia eficazmente desde o início da guerra.</P><br />
<P>Para promover o acordo de paz entre o Irão e os Estados Unidos, viajou hoje para Teerão uma delegação do Qatar, de acordo com os meios de comunicação iranianos.</P><br />
<P>A agência de notícias Isna indicou que um dos conselheiros do ministro dos Negócios Estrangeiros do Qatar, Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, chegou a Teerão para &#8220;impulsionar as negociações entre Teerão e Washington&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, a agência de notícias Tasnim confirmou a chegada da delegação do Qatar à capital iraniana para discutir os &#8220;últimos desenvolvimentos no processo diplomático&#8221;.</P><br />
<P>O Qatar, juntamente com o Paquistão, é um dos mediadores entre o Irão e os Estados Unidos para alcançar um acordo de paz, que tudo indica que será assinado em breve, embora a data específica seja desconhecida.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou sábado que o acordo com o Irão para pôr fim à guerra será assinado hoje, permitindo a reabertura imediata do Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Contudo, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Ismail Bagaei, afirmou sábado que o memorando não seria assinado hoje.</P><br />
<P>Os Estados Unidos, o Paquistão e o Irão acordaram que, em qualquer caso, a assinatura do acordo seria virtual, ou seja, eletrónica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775889]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia saúda interceção de petroleiro da frota fantasma russa pelas forças britânicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 09:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ucrânia saudou hoje a interceção, no Canal da Mancha, de um petroleiro da frota fantasma russa pelas forças britânicas, em colaboração com a França, considerando-a um golpe contra a "máquina de guerra" do Kremlin.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ucrânia saudou hoje a interceção, no Canal da Mancha, de um petroleiro da frota fantasma russa pelas forças britânicas, em colaboração com a França, considerando-a um golpe contra a &#8220;máquina de guerra&#8221; do Kremlin.</P><br />
<P>&#8220;A frota fantasma da Rússia é um instrumento de guerra. Cada navio apreendido significa menos dinheiro para a máquina de guerra da Rússia&#8221;, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andriï Sybiga, numa mensagem publicada na rede social X.</P><br />
<P>Para Andriï Sybiga, &#8220;cortar estas fontes de receita contribui para reduzir a capacidade da Rússia de financiar ataques com mísseis e drones contra cidades ucranianas&#8221;.</P><br />
<P>O Ministério da Defesa do Reino Unido anunciou hoje que as forças britânicas tinham intercetado um petroleiro da frota fantasma russa, no Canal da Mancha, numa operação realizada nas primeiras horas da manhã e com uma duração de seis horas.</P><br />
<P>A operação, que foi conduzida &#8220;em estreita coordenação&#8221; com os franceses, contou com apoio aéreo, nomeadamente de helicópteros Chinook, e com a colaboração de navios da Marinha, incluindo a fragata HMS Sutherland.</P><br />
<P>&#8220;Na primeira operação deste tipo liderada pelo Reino Unido, o navio SMYRTOS foi abordado por comandos dos Royal Marines e por agentes das forças de segurança especialmente formados da Agência Nacional contra o Crime, apesar dos esforços da Rússia para contornar as sanções e continuar a alimentar a sua guerra bárbara na Ucrânia&#8221;, afirma o ministério em comunicado.</P><br />
<P>Segundo o Governo britânico, o navio será transferido para um ancoradouro ao largo da costa sul de Inglaterra e colocado sob vigilância.</P><br />
<P>&#8220;A Rússia recorre à sua frota fantasma para financiar o seu conflito na Ucrânia e a nossa interceção desferiu um golpe na guerra ilegal de Putin&#8221;, afirmou o ministro da Defesa, Dan Jarvis.</P><br />
<P>O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse, por seu turno, que a operação desferiu &#8220;um novo golpe contra a Rússia&#8221; e deve lembrar &#8220;aqueles que alimentam a guerra de Putin na Ucrânia que não podem esconder-se&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775888]]></sapo:autor>
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		<title>Europeus canoagem: Norberto Mourão tricampeão da Europa em VL2 200 metros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 09:27:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O canoísta Norberto Mourão sagrou-se hoje campeão da Europa na classe adaptada VL2 200 metros pela terceira vez seguida, conseguindo em Montemor-o-Velho o quarto título continental da carreira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O canoísta Norberto Mourão sagrou-se hoje campeão da Europa na classe adaptada VL2 200 metros pela terceira vez seguida, conseguindo em Montemor-o-Velho o quarto título continental da carreira.</P><br />
<P>Norberto Mourão impôs-se em 52,242 segundos, novo recorde da Europa, deixando o espanhol Higinio Rivero a 100 milésimos de segundo e o russo Roman Serebriakov, a competir sob bandeira neutra, a 590 milésimos.</P><br />
<P>O canoísta de 45 anos, que foi medalha de bronze nos Jogos Paralímpicos de Tóquio2020, alcançou o sua quarta medalha de ouro em Europeus da categoria, depois de 2021 (Poznan), 2024 (Szeged) e 2025 (Racice).</P><br />
<P>Esta é a segunda medalha de Portugal nos Europeus de canoagem, depois do bronze de Fernando Pimenta, no sábado, nos olímpicos K1 1.000 metros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775887]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Moçambique permite abate de 54 leões na época de caça de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 09:13:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades moçambicanas autorizaram o abate de até 54 leões na época de caça de 2026, sobretudo na reserva do Niassa, tal como em 2025, mas com aumentos nas quotas de elefantes, leopardos e hipopótamos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades moçambicanas autorizaram o abate de até 54 leões na época de caça de 2026, sobretudo na reserva do Niassa, tal como em 2025, mas com aumentos nas quotas de elefantes, leopardos e hipopótamos.</P><br />
<P>No diploma em que o Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas define as quotas e a época venatória de 2026, a vigorar até 30 de novembro, com data de 04 de junho e que a Lusa teve hoje acesso, constata-se um quadro de ligeiro aumento global, mas com diferenças entre espécies, incluindo cortes expressivos nas rolas e aumentos significativos em codornizes, zebras e elefantes.</P><br />
<P>Segundo os dados oficiais, o leão &#8212; uma das espécies mais sensíveis e emblemáticas &#8212; não regista qualquer alteração, mantendo a quota nos 54 abates, o que sugere uma política de estabilidade e controlo apertado neste grupo. </P><br />
<P>Desta quota, fica autorizado o abate de 31 leões em Coutadas Oficiais e Blocos da Reserva Especial do Niassa, no norte do país.</P><br />
<P>A quota de abate de elefantes cresce de 37 para 55 este ano, a de leopardos aumenta de 105 para 119, a de hipopótamos de 55 para 61, a de zebras 392 para 452, enquanto a de crocodilos recua de 634 para 617.</P><br />
<P>A época de caça de 2026 apresenta, ainda um aumento global de quotas, passando de 20.186 em 2025 para 20.537, uma subida de 1,7%.</P><br />
<P>As maiores diferenças verificam-se, sobretudo, entre espécies de aves e de médio porte. </P><br />
<P>A principal redução ocorre nas rolas, cuja quota desce de 2.190 para 2.070 abates (menos 120), representando o maior corte absoluto do plano para 2026. </P><br />
<P>Também o búfalo regista uma descida, de 1.182 para 1.135 (menos 47), a par de outras reduções em espécies como o francolino (menos 26) e o chipenhe grisalho (menos 31).</P><br />
<P>Entre as quedas mais expressivas está ainda o macaco-amarelo, que passa de 35 para apenas 10 abates, numa das reduções proporcionais mais acentuadas, além de recuos em espécies como o boi-cavalo, de 260 para 237, e a pala-pala, de 652 para 629.</P><br />
<P>Em sentido oposto, a quota das codornizes apresenta o maior aumento, com 100 abates em 2026, após nenhum abate em 2025. Também os pombos aumentam de 1.380 para 1.456 (mais 76), a zebra de 392 para 452 (mais 60), e o cabrito cinzento de 644 para 702 (mais 58).</P><br />
<P>Outras subidas relevantes incluem o cabrito chengane (mais 38), o impala (mais 39) e o porco-bravo (mais 33), indicando uma redistribuição das quotas para espécies consideradas mais abundantes.</P><br />
<P>No conjunto, os dados apontam para uma manutenção da atividade venatória em níveis próximos dos de 2025, mas com ajustes seletivos por espécie, combinando cortes em fauna sujeita a maior pressão com aumentos em grupos considerados mais resilientes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775886]]></sapo:autor>
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		<title>Nem seis nem oito horas: estudo identifica o tempo ideal de sono para proteger cérebro, coração e sistema imunitário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 09:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dormir demasiado pouco pode acelerar o envelhecimento do organismo, mas dormir em excesso também poderá ter efeitos negativos na saúde. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dormir demasiado pouco pode acelerar o envelhecimento do organismo, mas dormir em excesso também poderá ter efeitos negativos na saúde. A conclusão é de um novo estudo científico que identificou uma faixa considerada ideal para preservar o funcionamento dos órgãos e promover um envelhecimento mais saudável.</p>
<p>A investigação, publicada em maio na revista científica Nature, concluiu que o chamado “ponto ideal” de sono situa-se entre 6,4 e 7,8 horas por noite. Segundo os investigadores, dormir menos de seis horas ou mais de oito horas está associado a sinais de envelhecimento biológico acelerado em diversos órgãos do corpo humano.</p>
<p>Os resultados sugerem que tanto a privação como o excesso de sono podem afetar negativamente estruturas fundamentais como o cérebro, os pulmões, o coração e o sistema imunitário, além de estarem associados a várias doenças físicas e perturbações de saúde mental.</p>
<p><strong>Sono insuficiente e sono excessivo associados ao envelhecimento acelerado</strong><br />
Para chegar a estas conclusões, a equipa liderada por Junhao Wen, professor assistente de Radiologia na Faculdade de Medicina Vagelos da Universidade de Columbia, analisou os chamados “relógios biológicos” de diferentes órgãos do corpo humano.</p>
<p>Ao contrário de muitos estudos anteriores, que avaliam o envelhecimento do organismo como um todo, esta investigação procurou medir a velocidade de envelhecimento de órgãos específicos, recorrendo a modelos estatísticos avançados conhecidos como “relógios de envelhecimento”.</p>
<p>Segundo Junhao Wen, o estudo reforça a ideia de que o sono desempenha um papel central na manutenção da saúde dos órgãos e no equilíbrio entre cérebro e corpo.</p>
<p>“O sono é importante para manter a saúde dos órgãos dentro de uma rede coordenada entre cérebro e corpo, incluindo o equilíbrio metabólico e um sistema imunitário saudável”, explicou o investigador.</p>
<p>A análise revelou que dormir menos de seis horas por noite está associado a um envelhecimento biológico mais rápido de vários órgãos. No entanto, os cientistas verificaram igualmente que dormir mais de oito horas produz um efeito semelhante, acelerando indicadores de envelhecimento em praticamente todo o organismo.</p>
<p><strong>Riscos para a saúde física e mental</strong><br />
Além da relação com o envelhecimento biológico, o estudo encontrou associações significativas entre padrões inadequados de sono e diversas doenças.</p>
<p>Entre os problemas de saúde mais frequentemente relacionados com períodos de sono demasiado curtos ou excessivamente longos encontram-se a obesidade, a diabetes tipo 2, a hipertensão arterial, a doença coronária e a gastrite.</p>
<p>Os investigadores identificaram também uma ligação relevante entre estas durações extremas de sono e problemas de saúde mental, nomeadamente depressão e perturbações de ansiedade.</p>
<p>Contudo, os autores sublinham que os resultados não significam necessariamente que o número de horas de sono seja a causa direta do envelhecimento acelerado. O excesso ou a falta de sono poderão igualmente funcionar como indicadores de problemas de saúde subjacentes.</p>
<p><strong>Porque pode dormir demasiado ser prejudicial?</strong><br />
Os riscos associados à falta de sono estão amplamente documentados pela ciência há décadas. A privação crónica de sono tem sido associada ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, acidentes vasculares cerebrais e redução da esperança de vida.</p>
<p>Mais surpreendente para muitas pessoas é a associação entre o excesso de sono e problemas de saúde.</p>
<p>A neurocientista e investigadora Chelsie Rohrscheib explicou que períodos prolongados de sono estão frequentemente ligados a doenças que já afetam o organismo.</p>
<p>“O sono excessivo está associado a muitos problemas de saúde porque frequentemente é consequência de doenças subjacentes, como apneia do sono, doenças inflamatórias, cancro, doenças neurodegenerativas ou problemas de saúde mental”, afirmou.</p>
<p>A especialista acrescenta que algumas investigações encontraram níveis elevados de inflamação em pessoas que dormem durante períodos muito prolongados, um fator relacionado com doenças cardiovasculares e vários tipos de cancro.</p>
<p>Outro possível fator prende-se com a redução da atividade física. Quanto mais tempo uma pessoa permanece a dormir, menos tempo tende a dedicar ao exercício e ao movimento diário, aumentando o sedentarismo.</p>
<p><strong>Mulheres podem necessitar de mais sono</strong><br />
O estudo identificou ainda diferenças entre homens e mulheres no que respeita às necessidades de descanso.</p>
<p>Segundo os investigadores, as mulheres poderão necessitar, em média, de mais 10 a 20 minutos de sono por noite do que os homens.</p>
<p>Embora as razões não estejam totalmente esclarecidas, os especialistas acreditam que fatores hormonais poderão desempenhar um papel importante. As alterações associadas ao ciclo menstrual, à gravidez e à menopausa são apontadas como possíveis explicações.</p>
<p>Alguns investigadores defendem ainda que as mulheres podem estar sujeitas a maiores exigências emocionais e cognitivas, o que poderia aumentar a necessidade de sono para processos como a consolidação da memória, a regulação emocional e a recuperação cerebral.</p>
<p><strong>O mito das oito horas de sono</strong><br />
Uma das conclusões que mais atenção tem gerado entre especialistas é o facto de a faixa considerada ideal ficar ligeiramente abaixo das tradicionais oito horas de sono frequentemente apresentadas como objetivo universal.</p>
<p>O neurologista Chris Winter considera que este é um dos aspetos mais relevantes da investigação.</p>
<p>“A faixa ideal corresponde essencialmente a uma média de sete horas de sono e não de oito”, explicou.</p>
<p>O especialista defende que a ideia de que todas as pessoas precisam obrigatoriamente de oito horas de sono deve ser encarada com cautela.</p>
<p>“As necessidades de sono variam significativamente em função da idade, do estilo de vida e da genética”, salientou.</p>
<p>Segundo Winter, quem tem dificuldades em atingir consistentemente oito horas de sono não deve assumir automaticamente que está a comprometer a sua saúde.</p>
<p>“Pode simplesmente acontecer que o seu organismo funcione melhor com um número de horas inferior àquele que está a tentar atingir, mas ainda dentro da faixa considerada ideal”, concluiu.</p>
<p>Os autores do estudo reconhecem algumas limitações na investigação. Os dados utilizados provêm sobretudo do UK Biobank, uma base de dados composta maioritariamente por participantes de origem europeia, pelo que defendem a realização de novos estudos que incluam mais pessoas de ascendência africana e asiática para confirmar os resultados noutras populações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_774663]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Presidente romeno nomeia primeiro-ministro pró-ocidental Adrian Vestea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 08:59:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da Roménia, Nicusor Dan, nomeou hoje primeiro-ministro do país o pró-ocidental Adrian Vestea, depois de a sua primeira escolha, Eugen Tomac, não ter conseguido formar Governo, anunciou o chefe de Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da Roménia, Nicusor Dan, nomeou hoje primeiro-ministro do país o pró-ocidental Adrian Vestea, depois de a sua primeira escolha, Eugen Tomac, não ter conseguido formar Governo, anunciou o chefe de Estado.</P><br />
<P>&#8220;Eugen Tomac retirou a sua candidatura esta manhã e, dadas as circunstâncias, nomeio Adrian Vestea para o cargo de primeiro-ministro&#8221;, declarou o Presidente romeno, citado pelas agências de notícias internacionais.</P><br />
<P>A Roménia, membro da União Europeia, atravessa uma crise política depois de, no início de maio, o primeiro-ministro liberal Ilie Bolojan ter sido deposto na sequência de uma moção de censura apresentada pelos seus antigos aliados sociais-democratas e de extrema-direita.</P><br />
<P>Nicusor Dan rejeitou quer a entrada da extrema-direita no executivo quer a realização de eleições antecipadas e, desde então, tem procurado uma solução alternativa, refere a agência de notícias francesa AFP.</P><br />
<P>Adrian Vestea, um antigo autarca e ministro de 52 anos do partido liderado por Ilie Bolojan, assegurou hoje numa declaração no palácio presidencial, em Bucareste, que pretende &#8220;manter a Roménia numa trajetória pró-ocidental&#8221; e que irá agora negociar com &#8220;os partidos políticos democráticos pró-ocidentais do parlamento&#8221; a formação de um novo Governo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775885]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Como ver o Mundial de futebol sem pagar: siga estas recomendações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 08:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A DECO PROteste analisou o tema e deixa um alerta: usar uma VPN não é crime em Portugal, mas a forma como essa ferramenta é utilizada pode violar regras das plataformas ou, em casos mais graves, direitos de autor e de transmissão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o Mundial de Futebol de 2026 já em marcha, muitos adeptos já começam a fazer contas aos jogos que poderão ver em sinal aberto e aos que ficarão fora da televisão gratuita. Em Portugal, os jogos da Seleção Nacional, as meias-finais e a final serão transmitidos em sinal aberto pela RTP, SIC e TVI, mas a dúvida surge nos restantes encontros: é possível recorrer a canais estrangeiros gratuitos através da internet sem infringir a lei?</p>
<p>A DECO PROteste analisou o tema e deixa um alerta: usar uma VPN não é crime em Portugal, mas a forma como essa ferramenta é utilizada pode violar regras das plataformas ou, em casos mais graves, direitos de autor e de transmissão.</p>
<p><strong>VPN é legal, mas nem tudo o que permite fazer é permitido</strong></p>
<p>Uma VPN, ou Virtual Private Network, é uma ferramenta que encripta a ligação à internet e mascara o endereço IP do utilizador, substituindo-o pelo IP de um servidor remoto. Na prática, pode fazer parecer que a ligação está a ser feita a partir de outra cidade ou país.</p>
<p>A tecnologia é legal e usada de forma legítima para proteger a privacidade, garantir acessos seguros a redes empresariais ou reforçar a segurança online. O problema está no uso que é feito da VPN.</p>
<p>Se um utilizador recorrer a esta ferramenta para aceder a conteúdos gratuitos bloqueados geograficamente, simulando estar noutro país, não estará necessariamente a cometer um crime em Portugal. No entanto, estará a violar os termos e condições da plataforma que disponibiliza esse conteúdo.</p>
<p>As consequências tendem a ser contratuais, como o bloqueio do acesso, a suspensão da conta ou a limitação do dispositivo utilizado.</p>
<p><strong>Canais estrangeiros gratuitos: o que está em causa?</strong></p>
<p>Há canais estrangeiros que transmitem jogos do Mundial em sinal aberto nos respetivos países. A DECO PROteste dá como exemplos a TF1, em França, a ITV, em Inglaterra, e a TV Globo, no Brasil. Algumas destas plataformas também disponibilizam streaming gratuito, como a TF1+ e a ITVX.</p>
<p>Mas se essas plataformas bloquearem o acesso fora do país por razões de licenciamento territorial, o uso de VPN para contornar essa restrição viola as regras do serviço, mesmo que o conteúdo seja gratuito no país de origem.</p>
<p>Ou seja, não se trata de uma solução totalmente limpa do ponto de vista contratual. O utilizador pode não estar perante um crime, mas está a aceder ao conteúdo de uma forma não autorizada pela plataforma.</p>
<p><strong>IPTV ilegal é outro caso</strong></p>
<p>A situação é mais grave quando estão em causa serviços IPTV que prometem acesso a canais pagos sem autorização dos detentores dos direitos de transmissão.</p>
<p>A utilização de serviços IPTV ilegais que permitam ver canais como Sport TV ou DAZN sem uma subscrição válida viola direitos de autor e direitos de transmissão. Trata-se de uma prática ilegal em Portugal e na União Europeia.</p>
<p>A responsabilidade mais pesada recai sobre quem disponibiliza, vende ou distribui estes serviços sem autorização. Ainda assim, os utilizadores também podem ficar expostos a consequências, incluindo investigação em processos relacionados com violação de direitos de autor.</p>
<p>A DECO PROteste sublinha que cada caso pode depender das circunstâncias concretas, sobretudo quando o serviço é apresentado como aparentemente legítimo, existe pagamento formal e o consumidor não tem conhecimento claro de que os direitos de transmissão não foram licenciados.</p>
<p><strong>Ver futebol sem risco</strong></p>
<p>Para quem não quer correr riscos legais, contratuais ou de segurança, há opções gratuitas e legais. Em Portugal, os jogos da Seleção Nacional, as meias-finais e a final estarão disponíveis em sinal aberto na RTP, SIC e TVI.</p>
<p>A DECO PROteste refere também a LiveModeTV como opção gratuita pela internet.</p>
<p>Estas alternativas evitam o recurso a plataformas instáveis ou juridicamente duvidosas e reduzem riscos de cibersegurança, como phishing, instalação de software malicioso ou comprometimento de dados pessoais.</p>
<p><strong>Vale a pena assinar Sport TV?</strong></p>
<p>A Sport TV é o único operador em Portugal com direitos para transmitir todos os jogos do Mundial FIFA 2026. Quem quiser acompanhar em direto os jogos que não passam em sinal aberto terá de subscrever um pacote que inclua o canal Sport TV5, dedicado a jogos de seleções.</p>
<p>Segundo a DECO PROteste, os preços variam entre 25,99 e 34,99 euros por mês, consoante a opção escolhida permita ver num único dispositivo ou em vários em simultâneo. Ambas as modalidades têm fidelização de 30 dias.</p>
<p>A recomendação é verificar cuidadosamente as condições antes de subscrever. Quem quiser aderir apenas para acompanhar o Mundial deve confirmar o prazo de cancelamento e fazê-lo dentro do período adequado. Caso contrário, poderá acabar por pagar mais um mês.</p>
<p><strong>O essencial antes do primeiro jogo</strong></p>
<p>A regra prática é simples: usar VPN é legal, mas usar a VPN para contornar bloqueios geográficos pode violar as regras das plataformas. Já recorrer a IPTV ilegal para ver canais pagos sem autorização pode envolver infração de direitos de transmissão e de autor.</p>
<p>Para ver os jogos sem problemas, os adeptos devem privilegiar canais em sinal aberto, plataformas legais e subscrições oficiais. Assim, a Seleção pode ganhar dentro de campo e a carteira não perde fora dele.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_775641]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais de 800 organizações saem hoje às ruas europeias contra plano de rearmamento da UE e da NATO</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-de-800-organizacoes-saem-hoje-as-ruas-europeias-contra-plano-de-rearmamento-da-ue-e-da-nato/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 08:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[manifestação]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação acontece poucos dias antes do Conselho Europeu de 18 e 19 de junho, no qual os chefes de Estado e de Governo da União Europeia deverão negociar o próximo orçamento de longo prazo do bloco, o Quadro Financeiro Plurianual 2028-2034]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 800 organizações da sociedade civil, sindicatos e movimentos sociais vão sair à rua este domingo, em Bruxelas e noutras cidades europeias, para contestar os planos de rearmamento da União Europeia e da NATO. A mobilização é promovida pela coligação Stop ReArm Europe, em colaboração com a plataforma belga Stop Militarisation, sob o lema “Welfare not Warfare”, defendendo que o dinheiro público deve ser canalizado para o bem-estar social e não para a guerra.</p>
<p>A ação acontece poucos dias antes do Conselho Europeu de 18 e 19 de junho, no qual os chefes de Estado e de Governo da União Europeia deverão negociar o próximo orçamento de longo prazo do bloco, o Quadro Financeiro Plurianual 2028-2034. A coligação alerta que este orçamento está a ser redesenhado para canalizar dezenas de milhares de milhões de euros para a indústria de armamento.</p>
<p>Em Bruxelas, os manifestantes vão concentrar-se às 15 horas na estação Brussels-North, antes de seguirem em marcha em direção às instituições europeias associadas à agenda de rearmamento. A partir das 18 horas, está prevista uma assembleia aberta na Biblioteca Real da Bélgica, junto à estação Central, para definir os próximos passos da campanha a nível europeu.</p>
<p><strong>Organizações falam em orçamento “redesenhado para a guerra”</strong></p>
<p>A Stop ReArm Europe opõe-se ao plano ReArm Europe, anunciado em março de 2025, que prevê mobilizar 800 mil milhões de euros para armamento. Para a coligação, estes recursos deveriam ser canalizados para áreas como saúde, educação, ação climática, habitação e proteção social.</p>
<p>A proposta da Comissão Europeia para o próximo orçamento inclui cerca de 131 mil milhões de euros para a área de defesa, segurança e espaço no novo Fundo Europeu de Competitividade. Segundo a coligação, trata-se de um aumento de pelo menos 100 mil milhões de euros em sete anos face ao envelope atualmente destinado à defesa e ao espaço.</p>
<p>Os organizadores argumentam que este montante poderia financiar os salários de cerca de 300 mil enfermeiros ou permitir a construção de aproximadamente meio milhão de casas sociais. A coligação considera que, num contexto de orçamento europeu praticamente estagnado, o reforço da despesa militar representa uma transferência direta de verbas civis para fins militares.</p>
<p>“Bruxelas descobriu que não há limite para o que a Europa pode pedir emprestado, desde que seja para armas. As regras do défice que esvaziam os nossos hospitais e congelam os nossos salários desaparecem no momento em que a indústria de armamento se senta à mesa. Dizem à Europa para apertar o cinto e pegar numa arma ao mesmo tempo. Recusamos ambas”, afirma Amir Kiyaei, coordenador de políticas da DiEM25.</p>
<p><strong>Críticas ao peso da indústria de armamento</strong></p>
<p>A coligação alerta para o risco de a Europa entrar numa economia de guerra permanente, que, segundo os organizadores, pode agravar conflitos em vez de os resolver, alimentar uma corrida global ao armamento e normalizar a militarização da vida pública.</p>
<p>Entre as preocupações apontadas estão o eventual regresso ou reforço da conscrição, a expansão de reservas militares, o aumento da vigilância e a redução do espaço democrático. A Stop ReArm Europe critica ainda a crescente influência da indústria de armamento junto das instituições europeias.</p>
<p>De acordo com a coligação, a Comissão Europeia reuniu 89 vezes com representantes da indústria de armamento em 2025, até outubro, sobre temas ligados ao rearmamento. No mesmo período, terá realizado apenas 15 reuniões com organizações não-governamentais, sindicatos ou cientistas sobre os mesmos assuntos.</p>
<p>Os organizadores defendem também que recorrer a dívida para financiar armamento é uma má decisão económica. Argumentam que a despesa militar cria menos emprego por euro investido do que alternativas civis, como cuidados de saúde, educação ou habitação, e deixa as gerações futuras endividadas sem criar ativos produtivos duradouros.</p>
<p>“Vendem-nos o rearmamento como segurança, mas a única coisa que ele realmente segura são os lucros da indústria das armas. Uma sociedade com hospitais em ruína e um clima desestabilizado não é segura. Gastar milhares de milhões em armamento enquanto se comprimem os cuidados, a educação e a coesão torna a Europa mais pobre e mais perigosa, não mais segura”, afirma Katerina Anastasiou, porta-voz da Stop ReArm Europe.</p>
<p><strong>Coligação pede investimento em saúde, habitação e transição climática</strong></p>
<p>A Stop ReArm Europe apela aos decisores europeus e nacionais para que priorizem o investimento em saúde, educação, trabalho digno, habitação e transição climática justa, em vez da militarização da sociedade.</p>
<p>A coligação defende ainda o respeito pelo direito internacional e pela Carta das Nações Unidas, a defesa dos direitos humanos e laborais, a aposta no diálogo e na diplomacia, o reforço da solidariedade internacional e a promoção do controlo de armas e do desarmamento nuclear.</p>
<p>Além disso, os organizadores pedem aos eurodeputados que recusem dar consentimento a qualquer orçamento europeu de longo prazo que canalize 131 mil milhões de euros para defesa, segurança e espaço enquanto limita o financiamento social e de coesão.</p>
<p>A mobilização de 14 de junho não é apresentada como um ponto final, mas como um momento comum de uma campanha europeia mais ampla. Estão previstas manifestações, reuniões públicas e ações coordenadas ao longo do mês em países como Bélgica, Países Baixos, Áustria, Espanha, Finlândia, Alemanha e Itália.</p>
<p>Em Bruxelas, a mobilização nacional belga será organizada pela plataforma Stop Militarisation, sob o lema “Por justiça social, contra a guerra”, com o apoio de cerca de 40 organizações, incluindo sindicatos, organizações ambientais, humanitárias, pacifistas e de defesa dos direitos humanos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773746]]></sapo:autor>
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		<title>Sardinha nos Santos Populares: DECO PROteste explica como escolher, conservar e preparar sem riscos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 07:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Santos Populares]]></category>
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					<description><![CDATA[DECO PROteste lembra que a sardinha é rica em ómega 3, gordura com benefícios para a proteção das artérias e do coração, e que pode ser uma boa escolha nesta época do ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Junho é mês de Santos Populares, sardinhas assadas, pimentos, caldo-verde e arroz-doce. Mas, antes de acender a grelha, há cuidados essenciais que ajudam a garantir uma refeição mais segura, saborosa e equilibrada.</p>
<p>A DECO PROteste lembra que a sardinha é rica em ómega 3, gordura com benefícios para a proteção das artérias e do coração, e que pode ser uma boa escolha nesta época do ano. Ainda assim, por se tratar de um peixe que se altera rapidamente, exige atenção no momento da compra, no transporte, na conservação e na preparação.</p>
<p><strong>Como escolher sardinhas frescas</strong></p>
<p>A frescura da sardinha começa por se ver e cheirar. A pele deve estar muito brilhante, com pigmentação viva e sem descoloração. Se estiver opaca, é melhor não comprar.</p>
<p>O cheiro também é um indicador importante: deve lembrar maresia ou algas. Odor a ranço, amoníaco ou azedo pode indicar problemas de conservação.</p>
<p>A carne deve estar firme e elástica. Os olhos devem ser salientes, com córnea transparente e pupila negra e circular. Já olhos côncavos, opacos, ensanguentados ou acinzentados são sinais de alerta.</p>
<p>As guelras devem apresentar cor vermelha. Quando estão acastanhadas, o peixe pode já não estar em boas condições.</p>
<p><strong>Transporte e conservação fazem diferença</strong></p>
<p>As sardinhas alteram-se rapidamente, sobretudo em dias quentes. Por isso, a DECO PROteste recomenda que sejam transportadas num saco térmico e consumidas, idealmente, no próprio dia.</p>
<p>Se não forem consumidas de imediato, devem ser guardadas na zona mais fria do frigorífico e, no máximo, até ao dia seguinte.</p>
<p>Para conservar por mais tempo, a solução é congelar. Antes disso, as sardinhas devem ser lavadas, bem acondicionadas em sacos próprios e embaladas sem contacto com o ar, para evitar que sequem ou fiquem amareladas. Devem ser colocadas lado a lado, para não ficarem esmagadas, e a embalagem deve indicar a data de congelação. A temperatura deve manter-se constante e, pelo menos, a -18 graus Celsius.</p>
<p><strong>Pimentos: como escolher e conservar</strong></p>
<p>Os pimentos são o acompanhamento clássico da sardinha assada e também exigem atenção na compra. Devem ser rijos, brilhantes e sem manchas ou sinais de podridão.</p>
<p>A variedade depende do gosto. Os pimentos verdes são mais amargos, os vermelhos são mais doces e os amarelos ou cor de laranja são aromáticos e pouco doces.</p>
<p>Além de acompanharem bem a sardinha, os pimentos são ricos em vitamina C, fibras e carotenos, sobretudo os vermelhos. Para evitar transtornos gástricos, a DECO PROteste aconselha retirar a pele depois de assados. Um truque simples é mergulhá-los durante alguns minutos numa taça com água fria.</p>
<p>No frigorífico, os pimentos devem ser guardados na zona menos fria, como a gaveta dos legumes, dentro de um saco de plástico perfurado. Podem conservar-se até cerca de oito dias.</p>
<p><strong>Higiene na preparação é essencial</strong></p>
<p>As temperaturas elevadas típicas desta época favorecem o crescimento de microrganismos. Por isso, a preparação das sardinhas deve ser feita com cuidados redobrados.</p>
<p>Antes e depois de manipular alimentos, devem ser lavadas as mãos, as bancadas e os utensílios. Este cuidado ajuda a evitar contaminação cruzada entre alimentos crus e cozinhados.</p>
<p>No churrasco, há outro aviso importante: não deve queimar o peixe. A exposição excessiva ao calor e à chama pode levar à formação de benzopirenos e outras substâncias semelhantes, associadas a potenciais riscos para a saúde.</p>
<p><strong>Uma ementa clássica para os Santos Populares</strong></p>
<p>Para uma refeição típica de Santos Populares, a DECO PROteste sugere uma ementa composta por caldo-verde, sardinha assada com batata cozida e salada de pimentos, terminando com arroz-doce.</p>
<p>O caldo-verde pode ser preparado com batata, cebola, couve-galega, azeite e uma pequena quantidade de chouriço. A DECO PROteste recomenda escolher couve viçosa, de cor verde uniforme, evitando folhas amareladas, e optar por chouriço de aspeto brilhante, consistência firme, invólucro sem ruturas e cheiro típico.</p>
<p>O prato principal junta sardinha assada, batata cozida e salada de pimentos. A batata deve ser própria para cozer ou assar e não deve estar murcha, grelada ou esverdeada, uma vez que a cor verde pode indicar presença de solanina, uma substância tóxica. As batatas devem ser guardadas em local seco, escuro e acima dos 8 graus Celsius, fora do frigorífico.</p>
<p><strong>Arroz-doce com atenção aos ovos</strong></p>
<p>Para sobremesa, a proposta é arroz-doce, preparado com arroz carolino, leite, gemas, açúcar, canela e casca de limão.</p>
<p>A DECO PROteste recomenda preferir arroz carolino, produzido em Portugal, por absorver bem a água e o sabor dos alimentos com que é cozinhado. Deve ser guardado em recipiente bem fechado, em local fresco, seco e arejado, longe de alimentos com cheiro intenso.</p>
<p>No caso dos ovos, a frescura pode ser avaliada em vários sinais. Um ovo fresco tende a ficar no fundo de um recipiente com água, tem casca áspera e opaca, quase não apresenta odor quando aberto, e a clara é límpida, translúcida e gelatinosa, com gema saliente.</p>
<p>Os ovos devem ser conservados no frigorífico, com a ponta fina para baixo, e lavados apenas imediatamente antes da utilização, para não danificar a proteção natural da casca. Como bactérias como a salmonela são destruídas pelo calor, os alimentos com ovos devem ser cozinhados de forma adequada.</p>
<p>Santos Populares com mais sabor e menos riscos</p>
<p>A sardinha é uma das protagonistas dos Santos Populares, mas a segurança alimentar começa antes da grelha. Comprar peixe fresco, transportar em saco térmico, conservar corretamente, evitar alimentos queimados e manter boas práticas de higiene são passos simples que podem fazer diferença.</p>
<p>Com sardinhas bem escolhidas, pimentos em bom estado e cuidados na preparação, a refeição típica de junho pode manter o sabor da tradição sem pôr a saúde em causa.</p>
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		<title>Forças britânicas intercetaram petroleiro da frota fantasma russa no Canal da Mancha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 07:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As forças britânicas intercetaram hoje no Canal da Mancha um petroleiro da frota fantasma russa, anunciou o Ministério da Defesa do Reino Unido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As forças britânicas intercetaram hoje no Canal da Mancha um petroleiro da frota fantasma russa, anunciou o Ministério da Defesa do Reino Unido.</P><br />
<P>&#8220;Na primeira operação deste tipo liderada pelo Reino Unido, o navio SMYRTOS foi abordado por comandos dos Royal Marines e por agentes das forças de segurança especialmente formados da Agência Nacional contra o Crime, apesar dos esforços da Rússia para contornar as sanções e continuar a alimentar a sua guerra bárbara na Ucrânia&#8221;, afirma o ministério em comunicado.</P><br />
<P>Segundo o Governo britânico, o navio será transferido para um ancoradouro ao largo da costa sul de Inglaterra e colocado sob vigilância.</P></p>
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