Neste segundo ano de pandemia, o Algarve contou com os residentes para suportar a atividade turística e minimizar a perda de turistas, dá conta o ‘Dinheiro Vivo’.
O Golfe tem amparado a atividade a sul após o regresso às aulas, registando-se “alguma procura relevante” até à primeira quinzena de dezembro.
“Julho não foi um mês com bom desempenho no mercado nacional nem no mercado externo. Agosto foi muito marcado, e à semelhança do que tinha acontecido em 2020, com níveis recorde de dormidas em hotel do mercado nacional que se prolongou para setembro, portanto, até 10 de setembro, quando a escola recomeçou”, explica o presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), João Fernandes.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), o Algarve registou 8,2 milhões de dormidas entre janeiro e setembro, uma subida face aos 7,8 milhões registados em 2020.
Até setembro, os residentes asseguraram mais de metade das dormidas – 4,6 milhões -, tendo sido de 3,8 milhões no ano passado.
Segundo João Fernandes, o regresso às aulas gerou uma quebra na procura doméstica “logo a seguir compensada pelo arranque da época de golfe e pelo retomar dos mercados britânico, alemão e irlandês”, com “os campos com um bom nível de procura até ao final de novembro”.














