
Depois de o estado francês ter aumentado a sua presença no grupo Renault com vista a garantir o sistema de duplo voto, Carlos Ghosn afirma que não serão efectuadas mudanças na aliança Renault-Nissan, segundo a Automotive News Europe.
Neste momento, o governo francês detém perto de 20% do fabricante, tendo aumentado a sua presença na empresa com o objectivo de salvaguardar os interesses da Renault, segundo o ministro da Economia de França, Emmanuel Macron.
Contudo, apesar das dúvidas em relação à estabilidade da aliança, Ghosn garantiu, em declarações no Japão, que a companhia franco-nipónica está estável e que “é preciso ter uma razão forte, estratégica ou operacional, para fazer uma mudança”.
A Renault detém neste momento 43% da Nissan, enquanto o fabricante japonês tem uma quota de 15% do fabricante francês. Depois do investimento estatal, alguns analistas esperavam que Ghosn reduzisse a sua presença na Nissan para menos de 40%, o que levaria à restauração dos direitos de voto do fabricante nipónico na Renault.
Saiba mais sobre o investimento francês na Renault, aqui.
Ghosn garante estabilidade na aliança Renault-Nissan
Depois de o estado francês ter aumentado a sua presença no grupo Renault com vista a garantir o sistema de duplo voto, Carlos Ghosn afirma que não serão efectuadas mudanças na aliança Renault-Nissan, segundo a Automotive News Europe. Neste momento, o governo francês detém perto de 20% do fabricante, tendo aumentado a sua presença na empresa com o objectivo de salvaguardar os interesses da Renault, segundo o ministro da Economia de França, Emmanuel Macron. Contudo, apesar das dúvidas em relação à estabilidade da aliança, Ghosn garantiu, em declarações no Japão, que a companhia franco-nipónica está estável e que “é preciso ter uma razão forte, estratégica ou operacional, para fazer uma mudança”. A Renault detém neste momento 43% da Nissan, enquanto o fabricante japonês tem uma quota de 15% do fabricante francês. Depois do investimento estatal, alguns analistas esperavam que Ghosn reduzisse a sua presença na Nissan para menos de 40%, o que levaria à restauração dos direitos de voto do fabricante nipónico na Renault. Saiba mais sobre o investimento francês na Renault, aqui.
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