Gestão do fim das moratórias está a ser tranquila, confessam bancos

Depois do fim das moratórias a 30 de setembro, alguns dos principais bancos confessam que a gestão desta situação está a ser tranquila.

Revista de Imprensa

Depois do fim das moratórias a 30 de setembro, alguns dos principais bancos confessam que a gestão desta situação está a ser tranquila.

Em declarações ao Dinheiro Vivo, o Santander explicou que  “consideramos que o número de casos identificados é gerível”. “O banco preparou a saída das moratórias com antecedência. Foram desenvolvidos modelos preditivos que permitem estimar a resiliência financeira dos particulares e negócios em moratória”, acrescenta a instituição financeira liderada por Pedro Castro Almeida.

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) avançou inclusive com números, tendo revelado que  recebeu 2500 pedidos de reestruturação de créditos de famílias, disse Paulo Macedo, presidente executivo do banco público em entrevista ao DN publicada na passada sexta-feira.

O banqueiro frisou, referindo-se ao fim das moratórias: “Estamos mais otimistas do que há um ano.” Um dos fatores que contribuem para este otimismo são as projeções económicas que “são claramente mais positivas”. 

Por fim, o BPI lembrou ao Dinheiro Vivo que “à data de 30 de junho de 2021, 98% das moratórias no BPI estavam em situação regular”.

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