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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Serguei Lavrov garante apoio militar da Rússia aos estados do Sahel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:20:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, reuniu-se em Niamei com os chefes da diplomacia do Mali, Burkina Faso e Níger, a quem assegurou a continuação do apoio militar de Moscovo, segundo comunicado conjunto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, reuniu-se em Niamei com os chefes da diplomacia do Mali, Burkina Faso e Níger, a quem assegurou a continuação do apoio militar de Moscovo, segundo comunicado conjunto. </P><br />
<P>Membros da Aliança dos Estados do Sahel (AES), o Mali, o Níger e o Burkina Faso são governados por regimes militares que chegaram ao poder através de golpes de estado entre 2020 e 2023 e que se afastaram da antiga potência colonial francesa para se aproximarem da Rússia.</P><br />
<P>Os três países abandonaram a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) &#8212; que consideram subordinada à França &#8212; e formaram a AES.</P><br />
<P>De acordo com um comunicado conjunto hoje publicado, Serguei Lavrov e os chefes da diplomacia dos três países da confederação realizaram na quarta-feira uma segunda ronda de consultas de &#8220;alto nível&#8221; em Niamei, capital do Níger, que &#8220;tinha como objetivo consolidar ainda mais as excelentes relações de amizade, solidariedade e cooperação que unem a AES e a Rússia&#8221;.</P><br />
<P>Durante o encontro, ambas as partes &#8220;reafirmaram a sua vontade comum de continuar a reforçar a sua cooperação nos domínios político, diplomático, de segurança, económico e social&#8221; e manifestaram igualmente a sua satisfação relativamente à &#8220;intensificação da sua cooperação militar e técnico-militar&#8221;, tendo a Rússia &#8220;confirmado a sua vontade de continuar a apoiar o reforço das capacidades operacionais das forças armadas dos estados-membros da AES&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>Esta ronda ocorre mais de um ano após a primeira, organizada a 01 de abril de 2025 em Moscovo.</P><br />
<P>A Rússia e a sua empresa privada de mercenários Wagner, que está a ser integrada no Africa Corps, estão a ajudar os países da AES a combater os grupos jihadistas que causaram dezenas de milhares de mortos na maior parte dos seus territórios.</P><br />
<P>Moscovo também assinou acordos de defesa com os três países, aos quais forneceu equipamento militar.</P><br />
<P>A Rússia coopera igualmente com a AES nos setores da energia e da mineração.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787182]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/sismo: Ajuda humanitária dos EUA atinge 377 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:09:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos (EUA) destinaram, até à data, mais de 386 milhões de dólares (377 milhões de euros) em ajuda humanitária para apoiar as vítimas dos sismos que assolaram a Venezuela há duas semanas, informou o Departamento de Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos (EUA) destinaram, até à data, mais de 386 milhões de dólares (377 milhões de euros) em ajuda humanitária para apoiar as vítimas dos sismos que assolaram a Venezuela há duas semanas, informou o Departamento de Estado.</P><br />
<P>A ajuda inclui cuidados médicos de emergência, alimentos, água potável, saneamento, abrigos temporários, proteção e apoio logístico às vítimas, canalizados através de organizações como a Cruz Vermelha, a UNICEF ou o Programa Alimentar Mundial, entre outras.</P><br />
<P>A administração norte-americana afirmou na quarta-feira já ter entregado mais de 400 toneladas métricas de material de emergência, incluindo &#8216;kits&#8217; de abrigo, higiene, lonas, baldes e equipamento de cozinha, com os quais estima ter ajudado cerca de 70.000 pessoas afetadas pelos sismos.</P><br />
<P>No âmbito desta operação, Washington anunciou a criação de uma ponte aérea humanitária entre os EUA e a Venezuela, coordenada pelo Departamento de Estado, pela organização Airlink e pela empresa Amazon e que, segundo explicou, permitirá transportar semanalmente suprimentos de Miami para Maiquetía &#8220;sem custos para as organizações humanitárias&#8221;.</P><br />
<P>A resposta norte-americana incluiu também o envio de equipas de busca e salvamento urbano. Mais de 2.400 membros de 60 equipas internacionais provenientes de 29 países, juntamente com quase 200 cães especializados, participaram nos trabalhos de resgate após os sismos.</P><br />
<P>As equipas norte-americanas enviadas da Virgínia, Califórnia e Flórida já regressaram às suas bases, após concluírem a sua missão, embora o Departamento de Estado assegure que ainda dispõe de pessoal no terreno para continuar a prestação de ajuda humanitária. </P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 3.685 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 100 portugueses e lusodescendentes, e outros 59 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes e uma das mais afetadas.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787179]]></sapo:autor>
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		<title>Multidão homenageia Ali Khamenei nas cidades santas xiitas de Najaf e Kerbala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:03:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma multidão imensa invadiu as ruas das cidades santas xiitas de Najaf e Kerbala, no Iraque, para acompanhar o cortejo funerário de Ali Khamenei, antes de ser sepultado no seu país natal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma multidão imensa invadiu as ruas das cidades santas xiitas de Najaf e Kerbala, no Iraque, para acompanhar o cortejo funerário de Ali Khamenei, antes de ser sepultado no seu país natal.</P><br />
<P>Esta etapa iraquiana encerra uma homenagem que durou vários dias, reuniu milhões de iranianos e foi concebida como demonstração de força e unidade, depois de o ataque israelo-norte-americano o ter morto, no primeiro dia da guerra ao Irão, em 28 de fevereiro. </P><br />
<P>Em Naja, no sul do Iraque, onde os restos mortais do &#8216;ayatollah&#8217; tinham chegado na terça-feira à noite, as ruas estavam decoradas com grandes fotografias. </P><br />
<P>No santuário do imã Ali, genro do profeta Maomé, quarto califa do Islão e primeiro imã xiita, foram muitos os que se concentraram para procurar tocar no caixão, constataram os jornalistas da AFP. </P><br />
<P>Depois de Najaf, o caixão chegou à noite a Kerbala, mais ao norte, onde deve ser colocado para os santuários do imã Hussein e do seu irmão Abbas.</P><br />
<P>Na cidade, a multidão agitou bandeiras iranianas e fotografias do&#8217;ayatollah&#8217;, gritando palavras de ordem lançadas por altifalantes. </P><br />
<P>Água foi lançada sobre a multidão, por causa do calor. </P><br />
<P>Os corpos dos próximos de Khamenei, mortos com ele em Teerão &#8212; uma filha, um genro, uma nora e uma neta, com 14 meses -, não foram colocados na procissão.  </P><br />
<P>O general Esmaïl Qaani, responsável da Força Quds, dos Guardas da Revolução, saudou &#8220;a planificação minuciosa deste acontecimento histórico&#8221; pelos dirigentes de Bagdade, revelador, considerou, &#8220;do profundo laço espiritual que une as duas nações&#8221;. </P><br />
<P>Na homenagem no Iraque participaram, além deste chefe militar, o próprio Presidente iraniano e o ministro dos Negócios Estrangeiros. </P><br />
<P>Terminadas as homenagens fúnebres, a sepultura do corpo será feita na quinta-feira, em Machhad, cidade natal de Ali Khamenei, no nordeste iraniano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787175]]></sapo:autor>
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		<title>Potencial candidato Rahm Emanuel acusa Netanyahu de transformar Israel em pária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:00:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Rahm Emanuel, um potencial candidato presidencial democrata norte-americano, afirmou hoje, na Universidade de Telavive, que Israel está cada vez mais isolado, por a sua liderança política o ter transformado em um "pária".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Rahm Emanuel, um potencial candidato presidencial democrata norte-americano, afirmou hoje, na Universidade de Telavive, que Israel está cada vez mais isolado, por a sua liderança política o ter transformado em um &#8220;pária&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Vocês não podem lutar indefinidamente contra um mundo que deixou de acreditar que vocês têm o direito a lutar&#8221;, disse Emanuel a um auditório cheio. </P><br />
<P>&#8220;Têm de encontrar um novo e sustentável caminho para a paz, a segurança e a prosperidade económica&#8221;, contrapôs. </P><br />
<P>Esta condenação da liderança israelita mostra o quanto os democratas centristas se afastaram do seu apoio histórico a Israel nos últimos três anos. </P><br />
<P> Cerca de 58% dos democratas entendem que os Estados Unidos &#8220;apoiam demais&#8221; Israel, segundo uma sondagem da The Associated Press-NORC Center for Public Affairs Research, acima dos 45% de janeiro de 2024.</P><br />
<P>Metade dos democratas considera mesmo que Israel está a cometer genocídio contra os palestinianos. </P><br />
<P>Para mais, os judeus adultos têm uma opinião mais favorável ao presidente da autarquia nova-iorquina, Zohran Mamdani, um forte crítico de Israel, do que a Benjamin Netanyahu, sobre quem aliás impende um mandado de captura do Tribunal Penal Internacional, emitido em 2024, por crimes de guerra e contra a Humanidade na Faixa de Gaza. </P><br />
<P>Entre as propostas que Rahm Emanuel fez está a do fim do financiamento pelos EUA do orçamento militar de Israel, argumentando que este deve pagar pela defesa proporcionado pelos EUA como qualquer outro aliado.   </P><br />
<P>Também pretende que os israelitas que atacam os palestinianos e os seus haveres sejam punidos, incluindo os políticos que os apoiam e incentivam nesta violência.</P><br />
<P>Acentuou, a propósito, que os EUA são responsáveis &#8220;pelo pior que a política interna (de Israel) tem&#8221;, ao ignorarem voluntariamente as injustiças israelitas. </P><br />
<P>O gabinete de Netanyhau recusou comentar o discurso. </P><br />
<P>Há uns anos, o agora primeiro-ministro classificou Emanuel como &#8220;um judeu que se odeia&#8221; depois de este ter condenado a expansão dos colonatos em 2009, quando era chefe de gabinete do Presidente Barack Obama. </P><br />
<P>Esta condenação motivou um conjunto de ativistas de extrema-direita a protestar contra a cerimónia da maioridade do seu filho em Jerusalém, no ano seguinte, alguns dos quais foram detidos.</P><br />
<P>Um destes ativistas detidos é o atual ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, de quem Emanuel notou, de forma seca, que representa o rumo político de Israel nos últimos 15 anos. </P><br />
<P>Antes do discurso, Emanuel realçou que constatou um forte sentimento, entre os seus interlocutores, de abandono a que se consideram sujeitos pelo governo, o que, confessou, o surpreendeu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787174]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Rússia critica &#8220;decisões irresponsáveis&#8221; da NATO sobre a invasão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 23:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia classificou hoje de "irresponsáveis" os compromissos assumidos pela NATO em favor da Ucrânia na sua última cimeira na Turquia, acusando ainda os estados europeus de se prepararem "para um conflito armado" com Moscovo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Rússia classificou hoje de &#8220;irresponsáveis&#8221; os compromissos assumidos pela NATO em favor da Ucrânia na sua última cimeira na Turquia, acusando ainda os estados europeus de se prepararem &#8220;para um conflito armado&#8221; com Moscovo.</P><br />
<P>Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo criticou os países membros da Aliança Atlântica por tomarem &#8220;decisões irresponsáveis suscetíveis de conduzir a uma catástrofe&#8221; e por se concentrarem na &#8220;militarização do continente europeu&#8221;.</P><br />
<P>Os chefes de Estado e de Governo da NATO reiteraram hoje o seu &#8220;apoio inabalável&#8221; à Ucrânia e anunciaram um financiamento de 70 mil milhões de euros este ano, comprometendo-se a manter níveis &#8220;pelo menos equivalentes&#8221; em 2027.</P><br />
<P>&#8220;A Ucrânia contribui para a segurança transatlântica e os aliados permanecem unidos no nosso compromisso inabalável para a Ucrânia nos seus esforços para defender a sua liberdade, soberania e integridade territorial&#8221;, lê-se na declaração final da cimeira da NATO, que hoje terminou em Ancara (Turquia) e reuniu os líderes dos 32 Estados-membros da Aliança Atlântica.</P><br />
<P>Os líderes referem que os aliados europeus e o Canadá são quem está a &#8220;financiar a grande maioria da assistência em matéria de segurança prestada à Ucrânia por via bilateral e multilateral&#8221; e salientam que o apoio &#8220;deve ser equitativo, previsível e sustentável a longo prazo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Para 2026, os Aliados comprometem-se a disponibilizar 70 mil milhões de euros em equipamento militar, assistência e formação para a Ucrânia e reafirmam os seus compromissos soberanos de manter, pelo menos, níveis equivalentes de apoio em 2027&#8221;, indicam no documento final da reunião de alto nível, saudando ainda o empréstimo da União Europeia (UE) de 90 mil milhões de euros à Ucrânia.</P><br />
<P>Os chefes de Estado e de Governo da NATO abordam também a guerra no Irão nesta declaração, mas com uma breve menção numa única frase.</P><br />
<P>&#8220;Os aliados reiteram que o Irão nunca deve ter uma arma nuclear e apelam ao Irão para respeitar plenamente a liberdade de navegação no estreito de Ormuz&#8221;, afirmam.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787173]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Moçambique quer reforçar combate à corrupção e redistribuir riquezas naturais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:51:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Conferência Internacional sobre Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável de Moçambique terminou hoje com um apelo ao reforço de mecanismos de combate à corrupção e aceleração da transformação da economia, para assegurar que os recursos naturais melhoram a vida da população.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Conferência Internacional sobre Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável de Moçambique terminou hoje com um apelo ao reforço de mecanismos de combate à corrupção e aceleração da transformação da economia, para assegurar que os recursos naturais melhoram a vida da população.</P><br />
<P>Maura Martins, diretora-executiva da ONG Mecanismo de Apoio à Sociedade Civil (Fundação MASC), apresentou a Declaração de Maputo, que insta a avançar com o &#8220;reforço dos mecanismos de combate à corrupção no interesse do povo moçambicano em todos os setores, aplicar medidas coercivas para desestimular o uso abusivo dos bens públicos, o enriquecimento à custa do sofrimento do povo, os funcionários fantasmas e outros males que afetam a sociedade&#8221; do país africano.</P><br />
<P>Sob o lema &#8220;Do Balanço à Acção &#8212; Rumo ao Desenvolvimento Integrado do País&#8221;, a Conferência Internacional sobre Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável foi concebida pelo Ministério da Planificação e Desenvolvimento como uma plataforma de alto nível para avaliar o legado da Agenda 2025, retirar lições dos ciclos anteriores e construir convergências sobre as prioridades que deverão orientar a Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2025&#8211;2044, o Programa Quinquenal do Governo 2025&#8211;2029 e o horizonte &#8220;Pensar Moçambique 2050&#8221;.</P><br />
<P>O evento reuniu representantes de diferentes setores da sociedade moçambicana e parceiros internacionais, incluindo parceiros de cooperação, universidades, centros de investigação, organizações da sociedade civil e setor privado.</P><br />
<P>Segundo o documento final apresentado, Moçambique pretende acelerar a transformação estrutural da economia, devendo passar a focar-se na industrialização.</P><br />
<P>&#8220;Declaramos ser urgente acelerar a diversificação económica através da promoção da modernização da agricultura, da indústria transformadora e extrativa, infraestruturas logísticas e de serviços básicos, turismo, economia digital e serviços. São setores de alto potencial de dinamização da economia, absorção da mão-de-obra, ligação com a economia local, oferecendo vantagens competitivas para jovens na economia digital&#8221;, indicou a responsável.</P><br />
<P>O documento assume que o país vai fortalecer o setor privado como motor de economia, potenciando sobretudo as pequenas e médias empresas que geram mais empregos, além de avançar com medidas para acesso ao crédito para jovens.</P><br />
<P>Na declaração, assume-se ainda o compromisso de apostar no desenvolvimento do capital humano, estimulando a formação de profissionais qualificados e que apostem cada vez mais em tecnologias.</P><br />
<P>A par da prioridade melhorar a habitação, acesso à água, escolas e segurança pública, Moçambique quer também potencializar cada vez mais o ordenamento territorial com a distribuição de talhões e espaços infraestruturados.</P><br />
<P>&#8220;Enfatizar a modernização da rede de transporte de produtos agrários e industriais, maximizando os corredores de desenvolvimento, os parques industriais, as zonas francas e económicas especiais para a atração de investimentos, modernização de portos e caminhos-de-ferro para aumentar a sua competitividade no comércio internacional, potenciando infraestruturas de conectividade&#8221; é outra das metas, conforme indicou a diretora-executiva da Fundação MASC.</P><br />
<P>A declaração indica também que é preciso avançar com a modernização da administração pública, tornando-a transparente para acabar com as desigualdades territoriais e a pobreza.</P><br />
<P>&#8220;Assegurar que os recursos naturais, incluindo o gás natural, carvão, areias pesadas, grafite, ouro e outros sejam geridos de forma transparente, responsável e orientada para o benefício de gerações presentes e futuras. É fundamental que a exploração desses recursos reflita na vida dos cidadãos moçambicanos, gerando renda (rendimento), emprego e para a diversificação económica, redução da pobreza e desigualdades sociais e espaciais&#8221;, adiantou Martins.</P><br />
<P>Moçambique compromete-se, até 2050, reforçar a resiliência climática e ambiental face às perdas anuais devido às cheias e inundações e secas</P><br />
<P>&#8220;O pensar Moçambique 2050 visiona um país inclusivo, próspero, em paz e com foco na coesão nacional, justiça social e sustentabilidade. Assegurar a estabilidade em Cabo Delgado para a segurança das populações, a atração de investimentos, redução da pobreza e a consolidação da paz, funcionamento normal das instituições, retoma das atividades económicas, execução de grandes projetos estratégicos para a economia nacional e a coesão social&#8221;, faz também parte das metas assumidas na declaração.</P><br />
<P></P><br />
<P>PME/PDF // PDF</P></p>
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		<title>Médio Oriente: Trump ameaça Irão com ataques &#8220;muito piores&#8221; se voltar a atacar navios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:34:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje o Irão com ataques "muito piores", caso a República Islâmica volte a atacar navios mercantes no Estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou hoje o Irão com ataques &#8220;muito piores&#8221;, caso a República Islâmica volte a atacar navios mercantes no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Após as forças armadas norte-americanas anunciarem ter lançado uma série de ataques contra alvos no Irão, em retaliação por este país ter atingido navios mercantes em águas próximas de Omã, Trump recorreu às redes sociais para uma mensagem ameaçadora.</P><br />
<P>&#8220;Isto é em resposta ao bombardeamento iraniano de navios ontem (terça-feira). Se voltar a acontecer, será muito pior!&#8221;, publicou Trump na rede Truth Social, legendando uma foto que mostra um incêndio perto de uma cidade.</P><br />
<P>Trump tinha ameaçado hoje desencadear mais ações militares contra o Irão, após afirmar que os ataques iranianos contra navios civis assinalavam o fim do cessar-fogo em vigor, assinado em junho.</P><br />
<P>O Comando Central militar norte-americano (CENTCOM) adiantou nas redes sociais que, por ordem do Presidente Donald Trump, as forças norte-americanas &#8220;iniciaram ataques adicionais contra o Irão com o objetivo de reduzir ainda mais as suas capacidades de ameaçar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz&#8221;. </P><br />
<P>A vaga de ataques, pela segunda noite consecutiva, surge em resposta aos &#8220;recentes ataques injustificados&#8221; perpetrados pelo Irão no disputado Estreito de Ormuz &#8220;contra navios mercantes e as suas tripulações civis&#8221;, que &#8220;estavam a navegar livremente por esta via navegável internacional de importância estratégica&#8221;, adianta a mesma fonte.</P><br />
<P>A imprensa estatal iraniana confirmou explosões em vários pontos da costa iraniana.</P><br />
<P>A agência de notícias oficial iraniana IRNA relatou o sobrevoo de jatos de combate sobre a Ilha de Kish e várias explosões nas cidades portuárias de Bandar Abbas, Konarak e Chabahar, algumas das quais sofreram cortes de energia.</P><br />
<P>O CENTCOM confirmou na terça-feira ataques contra mais de 80 alvos em território iraniano, na sequência de disparos contra três navios comerciais no Estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O comando militar norte-americano indicou que mais de 60 pequenas embarcações dos Guardas da Revolução iranianos foram atacadas &#8220;para reduzir a capacidade do Irão de continuar a atacar o comércio internacional que flui através do corredor comercial internacional&#8221;.</P><br />
<P>A Guarda da Revolução iraniana anunciou esta madrugada ter atingido 85 instalações militares norte-americanas no Kuwait e no Bahrein, em resposta a bombardeamentos dos Estados Unidos em território iraniano.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano emitiu uma &#8220;séria advertência sobre as consequências do incumprimento do acordo&#8221;.</P><br />
<P>Os últimos ataques lançados pelo Irão não causaram vítimas entre os militares norte-americanos nem danos significativos nas instalações, afirmou hoje um responsável militar dos Estados Unidos sob condição de anonimato à agência de notícias France-Presse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787160]]></sapo:autor>
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		<title>Cerca de 1.500 pessoas em protesto contra falta de água na Costa da Caparica, em Almada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Almada, Setúbal, 08 jul (Lusa) -- Cerca de 1.500 pessoas juntaram-se hoje num protesto contra a falta de água na Costa da Caparica em que exigiram soluções para o problema e pediram a demissão da presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Almada, Setúbal, 08 jul (Lusa) &#8212; Cerca de 1.500 pessoas juntaram-se hoje num protesto contra a falta de água na Costa da Caparica em que exigiram soluções para o problema e pediram a demissão da presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros.</P><br />
<P>A população tinha inicialmente convocado um cordão humano, mas o protesto acabou por assumir a forma de um desfile entre o Centro Comercial O Pescador e a rotunda de acesso ao IC21, sob vigilância de um forte dispositivo da GNR.</P><br />
<P>&#8220;Inês para a rua, Almada não e tua&#8221;, foi uma das muitas palavras de ordem dirigidas à presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros (PS), que os manifestantes responsabilizam pela falta de água no concelho do distrito de Setúbal.</P><br />
<P>Para João Paulo, morador em Santo António da Caparica, a falta de água nas últimas semanas tem sido &#8220;insuportável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando as pessoas têm de acordar cedo para ir trabalhar e chegam à torneira sem uma gota de água, isto torna-se insuportável. É revelador da incompetência da governação da Câmara Municipal de Almada&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O morador acusou ainda o município de não ter aproveitado fundos europeus destinados à melhoria da rede de abastecimento.</P><br />
<P>&#8220;A Câmara sabia que existiam meios da União Europeia para substituir e melhorar o sistema de distribuição de água e não o fez, por incúria ou incompetência&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Questionado sobre o que espera após o protesto, João Paulo defendeu que Inês de Medeiros já não tem condições para continuar no cargo.</P><br />
<P>&#8220;Que peça a demissão ou que o secretário-geral do Partido Socialista lhe tire a confiança política&#8221;, disse.</P><br />
<P>Márcia Tavares, residente há cerca de 30 anos na Costa da Caparica, admitiu que há situações pontuais de falta de água que são toleráveis, mas considera que a situação atual é inaceitável.  </P><br />
<P> &#8220;É uma vergonha. Tivemos dias seguidos sem água, com temperaturas de 30 e 40 graus, e ninguém dá uma explicação nem assume responsabilidades&#8221;, afirmou, assegurando que a falta de água se agravou nas últimas semanas.</P><br />
<P>&#8220;Há crianças, idosos e lares sem água. Só queremos uma solução. Não estamos a pedir nada de extraordinário, apenas água, que é um bem essencial&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Márcia Tavares criticou ainda a gestão do abastecimento de água, defendendo que, caso as interrupções fossem inevitáveis, deveriam ser distribuídas de forma faseada pelas diferentes freguesias do concelho.</P><br />
<P> Para Ana Paula Gonçalves, residente na Costa da Caparica, é um drama sair do trabalho sem saber se vai ter água para tomar banho em casa.</P><br />
<P>&#8220;Os canos estão degradados há muitos anos. Agora dizem que vão fazer furos, mas isso não resolve tudo. Se quisessem, pediam água a um concelho vizinho&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Já Maria Manuela, de 80 anos, residente desde sempre na Costa da Caparica, garante nunca ter vivido uma situação semelhante.</P><br />
<P>&#8220;Nunca passei por isto. Antes, quando havia uma rotura, reparavam-na e ao fim de cinco ou seis horas já tínhamos água. Agora é demasiado&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A idosa contou ainda que permanece acordada durante a noite &#8220;à espera de ouvir o autoclismo encher&#8221; e lamentou as dificuldades provocadas pela falta de abastecimento.</P><br />
<P>Presente na manifestação, o deputado do Livre eleito por Setúbal, Paulo Muacho, disse estar na Costa da Caparica para manifestar &#8220;solidariedade com a população e exigir esclarecimentos&#8221; às entidades responsáveis.</P><br />
<P>&#8220;Estas pessoas estão sem água há vários dias e precisam de uma resposta das entidades públicas. O problema tem de ser resolvido com urgência&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Paulo Muacho revelou ainda que o Livre já pediu audições parlamentares à presidente da Câmara Municipal de Almada, ao presidente dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Almada e à Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), para apurar as causas das sucessivas falhas no abastecimento.</P><br />
<P>Também presente no protesto, o deputado do Bloco de Esquerda Fabian Figueiredo manifestou solidariedade com a população afetada e considerou que a situação exige uma resposta rápida das entidades competentes.</P><br />
<P>O parlamentar defendeu ainda que é necessário apurar as causas das falhas no abastecimento, garantir transparência na informação prestada aos moradores e acelerar os investimentos necessários para assegurar que situações desta natureza não se repitam, sublinhando que o &#8220;acesso à água constitui um direito essencial&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787159]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha sem rumo entre tensão EUA-Irão e atração dos semicondutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 22:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem direção, crispada pelo agravamento da situação entre EUA e Irão, que suscitou o aumento das cotações do petróleo e dos rendimentos obrigacionistas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje sem direção, crispada pelo agravamento da situação entre EUA e Irão, que suscitou o aumento das cotações do petróleo e dos rendimentos obrigacionistas.  </P><br />
<P>O resultado da sessão indica que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average cedeu 1,09% e o alargado S&amp;P500 perdeu 0,28%, ao passo que, pelo contrário, o tecnológico Nasdaq avançou 0,20%, graças às compras a bom preço nos semicondutores.</P><br />
<P>&#8220;A escalada da tensão entre Washington e Teerão provoca turbulência em Wall Street, com Donald Trump a declarar que o cessar-fogo acabou&#8221;, resumiu Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Trump avisou hoje que os Estados Unidos se preparavam para atacar mais uma vez o Irão. </P><br />
<P>Depois destas afirmações, as cotações do petróleo subiram cerca de 5%, com o Brent a chegar mesmo a superar os 80 dólares em sessão pela primeira vez em duas semanas. </P><br />
<P>&#8220;Os investidores receiam uma subida generalizada dos custos&#8221; para as empresas e &#8220;uma inflação mais forte&#8221;, realçou Torres.</P><br />
<P>&#8220;Os valores sensíveis à conjuntura estão a sofrer&#8221;, apontou, mencionando o turismo (Airbnb -3,93%; Booking -4,21%) e os bancos (JPMorgan -2,54%; Bank of America -2,61%).</P><br />
<P>As petrolíferas beneficiaram do agravamento da situação, com a Chevron a ganhar 1,11%) e a ConocoPhillips 2,10%.</P><br />
<P>No setor tecnológico, &#8220;os valores dos semicondutores suscitaram algum interesse depois das perdas na véspera&#8221;, apontaram os analistas da Briefing.com, casos de Nvidia (3,65%), Micron (1,11%) e Broadcom (4,83%).</P><br />
<P>Por outro lado, a divulgação das minutas da última reunião do Comité Monetário da Reserva Federal não teve impacto relevante no mercado. </P><br />
<P>&#8220;Se se puder tirar alguma indicação prospetiva é a de o comité está a examinar um leque amplo de cenários e não vai decidir sem ter a clareza necessária&#8221;, interpretou Jeffrey Roach, economista-chefe do LPL Financial.</P><br />
<P>O mercado mantém a expectativa de uma subida da taxa de juro de referência em setembro, segundo o apanhado de previsões feitas pelo CME FedWatch.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787152]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Polo Museológico do Coliseu Micaelense reabre ampliado e remodelado para proporcionar &#8220;viagem no tempo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Polo Museológico do Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel (Açores), reabriu hoje ampliado e remodelado, após uma década encerrado, para proporcionar aos visitantes uma "verdadeira viagem no tempo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Polo Museológico do Coliseu Micaelense, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel (Açores), reabriu hoje ampliado e remodelado, após uma década encerrado, para proporcionar aos visitantes uma &#8220;verdadeira viagem no tempo&#8221;.</P><br />
<P>O espaço abriu as portas ao público pela primeira vez a 10 de maio de 2007, por ocasião da comemoração do 90.º aniversário da inauguração da &#8220;maior casa de espetáculos dos Açores&#8221; e fechou em 2016, segundo a presidente do conselho de administração do Coliseu Micaelense, Cila Simas. </P><br />
<P>Entre 2024 e 2025, foi efetuada uma investigação que permitiu &#8220;recolher mais de 600 documentos&#8221; sobre o complexo cultural, adiantou.</P><br />
<P>Assim, como a informação e as memórias do Coliseu &#8220;precisavam de uma casa estruturada&#8221;, o espaço museológico foi dividido em 14 secções distintas que levam o visitante &#8220;a uma verdadeira viagem no tempo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Desde Ponta Delgada antiga, os nossos fundadores [do Coliseu], passando pela magia do cinema, do circo, do teatro, até aos icónicos grandes bailes de Carnaval e de Réveillon, sem esquecer as grandes figuras que pisaram o nosso palco&#8221;, disse Cila Simas.</P><br />
<P>No discurso inaugural, acrescentou que na renovação há espaços que &#8220;tocam de forma muito particular&#8221;, a começar pela primeira secção &#8220;inteiramente dedicada ao ator mais velho do mundo e ativo&#8221;, Rui de Carvalho, que ali apresentou a peça &#8220;Rui de Carvalho uma História de Vida&#8221;.</P><br />
<P>O Polo Museológico do Coliseu Micaelense também inclui, entre outras, secções dedicadas ao arquivo discográfico e literário (vinis e livros), &#8220;os primeiros tempos&#8221; (fotografias e objetos) e sobre os &#8220;grandes&#8221; atores e artistas que por ali passaram, destacando também José Pracana e a fadista Amália Rodrigues.</P><br />
<P>No espaço museológico que ocupa o último anel (a galeria) da sala principal do edifício, também existem zonas dedicadas ao cinema (fotos de artistas, antigas máquinas de projetar e bobines) e à história do edifício, com vários tipos de cadeiras antigas, onde as pessoas se podem sentar e visualizar um documentário.</P><br />
<P>O secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, que esteve na inauguração, valorizou o projeto por considerar &#8220;muito importante&#8221; perpetuar memórias.</P><br />
<P>Em declarações à agência Lusa, lembrou que a Cultura &#8220;define e demonstra como é que um povo se revê e reconhece ao longo de determinado tempo e ao longo da vida e de cada época&#8221;, salientando que &#8220;o ato de criação cultural em determinada época é diferente do ato de criação cultural numa outra época&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E, por isso, vermos aqui um polo museológico que faz esta retrospetiva, conta uma história &#8211; e uma história já mais do que centenária da vida desta instituição -, por onde passaram grandes artistas multidisciplinares, desde o teatro ao circo, à música, ao próprio convívio da população desta comunidade, eu acho que é, na verdade, uma decisão muito relevante da administração deste Coliseu&#8221;, disse.</P><br />
<P>Na sua opinião, o espaço vai permitir que, sobretudo as novas gerações, &#8220;possam conhecer a sua própria história [&#8230;] através da cultura das manifestações culturais&#8221; retratadas.</P><br />
<P>Já o presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral, disse que o espaço, que reabriu ao público no ano em que Ponta Delgada é responsável pela organização da Capital Portuguesa da Cultura, é também &#8220;um gesto público de gratidão&#8221; a todos aqueles que ergueram o projeto do Coliseu Micaelense e o têm mantido em funcionamento.</P><br />
<P>&#8220;É um momento de gratidão, um momento de memória, de reconhecermos o trabalho indelével que foi feito ao longo de gerações, para que hoje possamos estar aqui no Coliseu Micaelense&#8221;, disse.</P><br />
<P>Por sua vez, a diretora regional da Cultura, Judite Parreira, considerou que o itinerário permite &#8220;uma viagem pelo riquíssimo legado&#8221; de uma instituição de referência e uma &#8220;revisitação dos bens patrimoniais que contam a sua extraordinária história&#8221;.</P><br />
<P>As visitas ao novo espaço museológico realizam-se de segunda a sexta-feira mediante marcação prévia e são gratuitas até ao final do ano.</P><br />
<P>O Coliseu Micaelense, considerado &#8220;a maior casa de espetáculos dos Açores&#8221;, foi inaugurado em 10 de maio de 1917.</P><br />
<P>O equipamento cultural de Ponta Delgada tem capacidade para cerca de 1.300 espetadores sentados e, pela sua dimensão e características, assume-se como &#8220;o espaço coberto melhor adequado para os maiores eventos da Região Autónoma dos Açores&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787151]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Deputados criticam desinvestimento e &#8220;arrogância&#8221; da FLAD para com os Açores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os deputados ao parlamento dos Açores criticaram hoje a falta de investimento da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) no arquipélago e a "prepotência e arrogância" dos seus representantes, que se recusaram a comparecer a uma comissão parlamentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os deputados ao parlamento dos Açores criticaram hoje a falta de investimento da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) no arquipélago e a &#8220;prepotência e arrogância&#8221; dos seus representantes, que se recusaram a comparecer a uma comissão parlamentar.</P><br />
<P>&#8220;Os senhores tiveram uma atitude de prepotência e arrogância vergonhosa, e é lamentável para os Açores esta postura da FLAD&#8221;, criticou a deputada do Chega, Olivéria Santos, durante a discussão na sede do parlamento, na Horta, de uma proposta que recomenda ao Governo a promoção de diligências com vista ao reforço da presença institucional daquela fundação nas ilhas.</P><br />
<P>O Chega entende que a FLAD deveria ter uma representação efetiva nos Açores, com uma delegação permanente na região, e exige ainda que a fundação promova mais investimento no arquipélago, atendendo a que a origem da sua criação reside na Base das Lajes, infraestrutura militar utilizada pelos norte-americanos, sedeada na ilha Terceira.</P><br />
<P>Berto Messias, líder parlamentar do PS, criticou também a atitude dos responsáveis da FLAD, por não terem comparecido na comissão parlamentar, quando convocados pelos deputados, apontando o dedo ao açoriano Carlos Costa Neves, antigo líder do PSD/Açores, recentemente eleito para administrador daquela fundação.</P><br />
<P>&#8220;Acho que o doutor Carlos Costa Neves entrou com o pé esquerdo&#8221;, ironizou o parlamentar socialista, que lamentou também a ausência da FLAD na comissão de Política Geral da Assembleia Legislativa dos Açores, onde o assunto foi discutido antes de subir agora a plenário.</P><br />
<P>O secretário regional dos Assuntos Parlamentares, Paulo Estêvão, também entende que a FLAD tem de aumentar os seus investimentos nos Açores e nas comunidades açorianas radicadas nos Estados Unidos, apesar de não concordar, no entanto, com a forma como o Chega apresentou o assunto.</P><br />
<P>&#8220;O Governo dos Açores entende que a contribuição da FLAD nos Açores não é suficiente, nem adequada, nem responde à importância vital que os Açores têm no quadro desta relação entre os Estados Unidos e Portugal&#8221;, insistiu o governante.</P><br />
<P>Também João Bruto da Costa, líder parlamentar do PSD, considera que o Chega &#8220;comete um erro&#8221;, ao pegar no assunto pela &#8220;forma&#8221; e não pelo &#8220;conteúdo&#8221;, justificando assim os sociais-democratas não acompanharem, &#8220;na totalidade&#8221;, a recomendação apresentada em plenário.</P><br />
<P>João Mendonça, deputado do PPM, disse que &#8220;é desejável&#8221; que os Açores procurem &#8220;mais investimentos, mais cooperação e mais oportunidades&#8221;, no relacionamento entre Portugal e os Estados Unidos, mas recordou que esses objetivos já são também seguidos pelo executivo de coligação.</P><br />
<P>Mas António Lima, deputado do Bloco de Esquerda, considera que é &#8220;altamente imprudente&#8221;, que o parlamento dos Açores esteja a colocar este assunto &#8220;desta forma, em cima da mesa&#8221;, recordando que esta matéria devia ser discutida no âmbito de uma negociação do acordo bilateral entre Portugal e os Estados Unidos.</P><br />
<P>Nuno Barata, deputado da Iniciativa Liberal, também manifestou algumas reservas em relação à proposta do Chega, em especial no que se refere à criação de uma delegação da FLAD nos Açores: &#8220;fica a ideia de que a criação de mais uma estrutura vai criar mais despesas e não propriamente um ganho&#8221;.</P><br />
<P>Para Luís Silveira, deputado do CDS-PP, justifica-se que a FLAD &#8220;invista mais nos Açores&#8221;, na medida em que &#8220;se não houvesse região, nem Base das Lajes, também não havia FLAD&#8221;, considerando que é um &#8220;desrespeito para os Açores&#8221;, que aquela fundação só gaste 10 por cento das suas receitas no arquipélago.</P><br />
<P>A recomendação ao Governo Regional foi aprovada com os votos favoráveis do CH, PS, CDS e IL, os votos contra do Bloco e do PAN (que não interveio) e as abstenções do PSD e do PPM.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787147]]></sapo:autor>
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		<title>Câmara de Lisboa aprova recondução de atual provedor dos Animais sob críticas da SOS Animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:25:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Lisboa aprovou a recondução de Pedro Emanuel Paiva como provedor municipal dos Animais, para um novo mandato de quatro anos, sob críticas da organização não-governamental SOS Animal quanto à ausência de "uma escolha participada e transparente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Câmara de Lisboa aprovou a recondução de Pedro Emanuel Paiva como provedor municipal dos Animais, para um novo mandato de quatro anos, sob críticas da organização não-governamental SOS Animal quanto à ausência de &#8220;uma escolha participada e transparente&#8221;.</P><br />
<P>Em reunião privada do executivo municipal, a proposta da liderança PSD/CDS-PP/IL (que governa com maioria absoluta após integrar eleita do Chega) para reconduzir o atual provedor dos Amimais de Lisboa foi votada por escrutínio secreto, tendo reunido 10 votos a favor, dois contra e cinco abstenções, indicou à Lusa fonte oficial da autarquia.</P><br />
<P>Outro dos pontos da proposta prevê a contratação de Pedro Emanuel Paiva através de um procedimento de aquisição de serviços, nos termos do Código dos Contratos Públicos, &#8220;pelo valor total do mandato de quatro anos de 189.600 euros&#8221;, o que mereceu os votos contra do BE e abstenção de PS, Livre e PCP, informou a fonte da Câmara Municipal de Lisboa (CML).</P><br />
<P>Antes da votação, a SOS Animal enviou um &#8216;email&#8217; para a CML e também para a Assembleia Municipal sobre a proposta de recondução de Pedro Emanuel Paiva, manifestando &#8220;profunda preocupação e oposição&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Entendemos que uma Provedoria dos Animais poderia e deveria constituir um instrumento essencial de mediação, fiscalização, recomendação, acompanhamento e promoção de políticas públicas eficazes de proteção animal no município e sempre fomos a favor da existência dessa figura. O que está em causa é saber se a pessoa atualmente proposta para recondução demonstrou, no mandato que agora termina, capacidade, independência, competência técnica e impacto real suficientes para justificar nova nomeação por mais quatro anos&#8221;, lê-se no &#8216;email&#8217; a que Lusa teve acesso.</P><br />
<P>A SOS Animal sublinhou ainda que esta &#8220;não é uma preocupação nova, nem circunstancial&#8221;, uma vez que aquando da primeira nomeação do atual provedor, em 2022, várias associações de proteção animal manifestaram publicamente reservas quanto ao processo escolhido e quanto ao perfil indicado, &#8220;precisamente por a designação ter avançado sem concurso, sem processo transparente de auscultação prévia das organizações e sem debate público suficiente sobre o projeto para a Provedoria&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não há avaliação, escrutínio, nada&#8221;, criticou, afirmando que o receio quanto a &#8220;uma Provedoria sem suficiente preparação técnica, sem verdadeira independência face ao executivo e sem ligação estruturada ao terreno, materializou-se numa função com fraco impacto prático na vida dos animais&#8221;, e defendendo que a recondução deveria ser precedida de avaliação independente, audição formal das associações e outras verificações.</P><br />
<P>Nesta reunião, a CML aprovou ainda, com os votos contra de PS, Livre e Chega, e abstenção de BE e PCP, um acréscimo de 1,4 milhões de euros (IVA incluído) à empreitada dos túneis de drenagem, para &#8220;trabalhos complementares&#8221;, modificando o contrato celebrado em abril de 2021, com o consórcio &#8220;MEEC/SPIE &#8211; Túneis de Drenagem de Lisboa&#8221;, constituído pela Mota-Engil, SA e pela Spie Batignolles International &#8211; Sucursal em Portugal, pelo montante global de 140,8 milhões de euros.</P><br />
<P>Com os votos contra do Chega, o executivo viabilizou também a continuidade e prorrogação da duração da Equipa de Projeto para o Plano Geral de Drenagem de Lisboa, por mais cinco anos.</P><br />
<P>Foi também aprovado, com os votos contra de Livre e BE, e abstenção de PS, PCP e Chega, a revogação do contrato para a empreitada da Unidade de Projeto da Avenida de Ceuta, com a anulação do saldo de 4,1 milhões de euros.</P><br />
<P>Por unanimidade, o executivo decidiu submeter a consulta pública, por 20 dias úteis, a distinção de oito novos estabelecimentos como Lojas com História, nomeadamente a loja de malas Cerimónia, a Ótica Miramon, os restaurantes Taverna Del Rey, Farta Brutos, Primavera do Jerónimo e Faz Figura, a mercearia Cabeceirense e o Templários Bar.</P><br />
<P>Com o voto contra do BE e abstenção do Livre, foi aprovado também submeter a consulta pública a decisão desfavorável quanto ao reconhecimento de outros dois espaços comerciais, a loja de artesanato Abdulla &amp; Comp e a loja de vestuário Armazéns de Paris, enquanto a proposta de retirada da distinção à retrosaria Marques Sequeira, por incumprimento dos critérios exigíveis, foi viabilizada com os votos contra de PS, Livre, BE e PCP.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787146]]></sapo:autor>
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		<title>Benfica diz que deputados reconheram validade do projeto de rádio das &#8216;águias&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:25:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-presidente do Benfica José Gandarez afirmou hoje que os deputados "reconheceram que o Benfica tem razão" sobre a legitimidade do projeto, após a audição parlamentar da presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação (ERC) sobre a Benfica FM.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vice-presidente do Benfica José Gandarez afirmou hoje que os deputados &#8220;reconheceram que o Benfica tem razão&#8221; sobre a legitimidade do projeto, após a audição parlamentar da presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação (ERC) sobre a Benfica FM. </P><br />
<P>&#8220;Penso que foi uma audição totalmente esclarecedora. Foi um verdadeiro serviço público. Hoje, os deputados, na &#8216;casa da democracia&#8217;, e todos aqueles que assistiram, ou que venham a assistir futuramente, porque a sessão ficou gravada, puderam constatar &#8212; e isso foi unânime entre todos os grupos parlamentares &#8212; que a razão assiste ao Benfica e à Benfica FM&#8221;, referiu o dirigente, em declarações aos meios do clube da Luz.</P><br />
<P>Helena Sousa, presidente da ERC, reiterou na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto da Assembleia da República que o projeto Benfica FM não se enquadrava &#8220;com os requisitos legalmente exigidos&#8221;, não garantindo &#8220;informação independente face ao poder político e ao poder económico&#8221;.</P><br />
<P>No final da audição, José Gandarez manifestou incompreensão pela posição da ERC e deixou a garantia de que &#8220;o projeto da Benfica FM vai continuar, à semelhança daquilo que aconteceu com a Benfica TV&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Hoje ficou mais uma vez demonstrado que tínhamos razão. Infelizmente, isso serve de pouco aos Benfiquistas que continuam a ouvir rádio apenas em FM, porque continuarão sem poder ouvir a Benfica FM dessa forma nos próximos meses. Mas é muito importante que não seja apenas o Benfica a dizer que tem razão. Não é apenas o Grupo Bauer que entende que a razão está do nosso lado. Hoje foram os próprios deputados, de diferentes forças políticas, que reconheceram isso&#8221;, vincou José Gandarez.</P><br />
<P>E acrescentou: &#8220;Nem a presidente da ERC, nem a ERC conseguiram explicar por que motivo, até hoje, não atribuíram as frequências FM à Benfica FM. Nesse sentido, por um lado, estamos satisfeitos, porque aquilo que sempre defendemos ficou hoje reforçado pela opinião expressa na Assembleia da República. Por outro lado, estamos também um pouco frustrados, porque, apesar de a razão estar do nosso lado, o Conselho Regulador e a sua direção continuam sem conseguir fundamentar uma decisão que consideramos ilegal e sem fundamentação&#8221;.</P><br />
<P>A ERC não autorizou o projeto radiofónico do grupo Bauer e do Sport Lisboa e Benfica, pelo que o Conselho Regulador indeferiu, em 25 de março de 2026, &#8220;o requerimento do operador BMHAUDIO Portugal Holdings&#8221; para modificação de projeto &#8220;dos serviços de programas Batida FM, Batida FM Moita, Batida FM Maia e Batida FM Cantanhede de tipologia temática musical para temática desportiva informativa&#8221;.</P><br />
<P>Como consequência, &#8220;deliberou não apreciar a associação destes serviços de programas com a Golo FM (Bombarral), do operador Benfica FM, Unipessoal, Lda., e a identificação comum em antena como &#8216;Benfica FM'&#8221;, lê-se na decisão da ERC.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787145]]></sapo:autor>
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		<title>Volta a Portugal de 2026 une Lisboa e Porto numa extensão de 1.388 quilómetros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:14:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A edição de 2026 da Volta a Portugal vai começar em Lisboa e terminar no Porto, reunindo um prólogo, um contrarrelógio e nove etapas em linha numa extensão de 1.388 quilómetros, entre 05 e 16 de agosto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A edição de 2026 da Volta a Portugal vai começar em Lisboa e terminar no Porto, reunindo um prólogo, um contrarrelógio e nove etapas em linha numa extensão de 1.388 quilómetros, entre 05 e 16 de agosto.</P><br />
<P>Apresentada hoje no Santuário de Nossa Senhora da Graça, em Mondim de Basto, no distrito de Vila Real, lugar onde vai terminar a nona e penúltima etapa, a 87.ª edição da corrida inclui um prólogo de seis quilómetros, no dia inaugural, em Lisboa, nove etapas em linha e um contrarrelógio, no dia 10, entre o velódromo de Sangalhos, em Anadia, e Águeda, ao longo de 17 quilómetros.</P><br />
<P>Entre as equipas internacionais que se vão juntar às 10 equipas portuguesas, inclui-se a UAE Emirates, formação de Tadej Pogacar, vencedor da Volta a França por quatro vezes, e de João Almeida, que estará representada pelo luso Rui Oliveira, campeão olímpico na disciplina de Madison em ciclismo de pista, com Iúri Leitão, em Paris2024.</P><br />
<P>A Volta contará com as duas habituais chegadas em alta montanha, à Torre, na serra da Estrela, em 09 de agosto, numa etapa que começa em Figueiró dos Vinhos, e ao Santuário de Nossa Senhora da Graça, em Mondim de Basto, em 15 de agosto, num trajeto marcado pela inédita dupla ascensão ao alto do Monte Farinha, por itinerários diferentes.</P><br />
<P>A passagem pelas encostas do Douro na Estrada Nacional 222, no dia 12 de agosto, durante a etapa que liga Santa Maria da Feira ao Peso da Régua, e a inédita subida ao Germil, no concelho de Ponte da Barca, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, na sétima tirada, em 13 de agosto, que une Vieira do Minho e as Termas do Gerês, com uma passagem por Espanha, são outras das novidades.</P><br />
<P>A primeira etapa em linha, entre Lourinhã e Queluz, no concelho de Sintra, e a oitava, entre Melgaço e Fafe, apresentam rotas &#8216;acidentadas&#8217;, marcadas pelo &#8216;sobe e desce&#8217;, enquanto as passagens pelo Alentejo e pelo Algarve reúnem as duas tiradas mais longas.</P><br />
<P>Mais propícios para &#8216;sprinters&#8217;, os trajetos entre Sines e Albufeira, de 177 quilómetros, em 08 de agosto, e Beja e Elvas, de 180 quilómetros, em 09 de agosto, marcam o regresso da Volta aos territórios mais a sul do país.</P><br />
<P>A 10.ª e última etapa, que pode ser de consagração do camisola amarela, liga a Maia ao Porto, num percurso de 124 quilómetros, que vai terminar com um circuito entre Porto e Vila Nova de Gaia, atravessando as pontes sobre o Douro e as ruas do centro histórico da &#8216;invicta&#8217; até à chegada, na Avenida dos Aliados.</P><br />
<P>A corrida, que terá em 11 de agosto o dia de descanso, em Santa Maria da Feira, vai atravessar 71 municípios e 15 distritos e contar pela primeira vez com transmissão internacional em direto, através da plataforma HBO Max, cabendo a transmissão em território luso à RTP 1.</P><br />
<P>O antigo ciclista espanhol Ezequiel Mosquera, diretor d&#8217;O Gran Camino, corrida que se realiza na primavera na Galiza, vai ser pela primeira vez o diretor da Volta a Portugal, sucedendo a Joaquim Gomes.</P><br />
<P>O russo Artem Nych venceu em 2024 e em 2025 uma corrida que comemora o centenário em 2027, já que a edição inaugural decorreu entre 26 de abril e 15 de maio de 1927.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787144]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>STJ rejeita recurso de elementos dos No Name Boys em caso de violação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:41:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou hoje o recurso apresentado por quatro adeptos da claque benfiquista No Name Boys, que tinham sido condenados, entre outros crimes, por violação agravada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou hoje o recurso apresentado por quatro adeptos da claque benfiquista No Name Boys, que tinham sido condenados, entre outros crimes, por violação agravada.</P><br />
<P>Em comunicado, o STJ informa ter rejeitado o recurso dos elementos da claque de apoio ao Benfica, que tinham sido condenados por crimes como roubo agravado, ofensas à integridade física qualificadas, violação agravada, gravações ilícitas, coação, detenção de arma proibida e tráfico de estupefacientes. </P><br />
<P>&#8220;Apenas em relação a um arguido (dos 4 que apresentaram recurso), o STJ concluiu que existiu vício decisório (erro na apreciação da prova), no que respeita a validade do reconhecimento pessoal, e decidiu reenviar o processo para novo julgamento no Tribunal da Relação de Lisboa, restrito ao recurso do Ministério Público relativamente aos crimes por que o arguido fora absolvido em primeira instância e condenado em segunda instância&#8221;, refere. </P><br />
<P>Este crime aconteceu em 2022, quando a vítima, um jovem de 16 anos, saía de um jogo de andebol entre Benfica e Sporting, no Estádio da Luz, em Lisboa. </P><br />
<P>Os membros da claque dos &#8216;No Name Boys&#8217; levaram o jovem &#8220;para uma zona de descampado&#8221;, no Alto dos Moinhos, segundo a acusação do Ministério Público, e terá sido nesse local que praticaram o crime de violação.</P><br />
<P>Este processo tem ainda outros crimes que envolveram os mesmos arguidos. No caso do crime de agressão, um dos episódios aconteceu também em 2022, quando vários adeptos do Benfica foram agredidos e fotografados nus.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787143]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: EUA lançam novos ataques de retaliação contra alvos iranianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:40:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As forças armadas norte-americanas anunciaram ter lançado hoje uma série de ataques contra alvos iranianos, em retaliação por a República Islâmica ter atingido navios mercantes em águas próximas de Omã.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As forças armadas norte-americanas anunciaram ter lançado hoje uma série de ataques contra alvos iranianos, em retaliação por a República Islâmica ter atingido navios mercantes em águas próximas de Omã.</P><br />
<P>O Comando Central militar norte-americano (CENTCOM) adiantou nas redes sociais que, por ordem do Presidente Donald Trump, as forças norte-americanas &#8220;iniciaram ataques adicionais contra o Irão com o objetivo de reduzir ainda mais as suas capacidades de ameaçar a liberdade de navegação no estreito de Ormuz&#8221;. </P><br />
<P>A vaga de ataques, pela segunda noite consecutiva, surge em resposta aos &#8220;recentes ataques injustificados&#8221; perpetrados pelo Irão no disputado estreito de Ormuz &#8220;contra navios mercantes e as suas tripulações civis&#8221;, que &#8220;estavam a navegar livremente por esta via navegável internacional de importância estratégica&#8221;, adianta a mesma fonte.</P><br />
<P>Trump tinha ameaçado hoje desencadear mais ações militares contra o Irão, após afirmar que os ataques iranianos contra navios civis assinalavam o fim do cessar-fogo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787142]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CCB diz estar a implementar plano de acessibilidades com investimento de 2,9 ME</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ccb-diz-estar-a-implementar-plano-de-acessibilidades-com-investimento-de-29-me/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:29:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação Centro Cultural de Belém (CCB) reconheceu hoje que continuam a existir limitações nas suas acessibilidades, mas afirmou estar a implementar um plano de 2,9 milhões de euros para melhorias de condições de acesso, participação e fruição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Fundação Centro Cultural de Belém (CCB) reconheceu hoje que continuam a existir limitações nas suas acessibilidades, mas afirmou estar a implementar um plano de 2,9 milhões de euros para melhorias de condições de acesso, participação e fruição.</P><br />
<P>A associação Acesso Cultura criticou hoje a falta de resposta do CCB, em Lisboa, aos problemas de acessibilidade para artistas com deficiência, após mais de uma década de contactos com a instituição e vários alertas.    </P><br />
<P>Num comunicado de reação enviado à Lusa, a fundação argumentou que &#8220;prossegue o objetivo de tornar os seus espaços, a sua programação e as condições de trabalho de artistas, colaboradores e público progressivamente mais inclusivos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este é um compromisso permanente que exige investimento, planeamento, continuidade e diálogo. O Conselho de Administração reconhece que subsistem barreiras que importa eliminar e continuará a trabalhar, de forma sustentada, para garantir melhores condições de acesso, participação e fruição&#8221;, pode ler-se no texto.</P><br />
<P>Em concreto, a fundação disse estar a &#8220;executar um Plano de Acessibilidades que prevê uma intervenção estrutural em todo o campus, incluindo a substituição dos elevadores &#8212; já em curso &#8212;, a instalação de novas plataformas elevatórias, o alargamento da adaptação de camarins e instalações sanitárias, a melhoria dos acessos, da sinalética e da comunicação acessível, num investimento superior a 2,9 milhões de euros&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A candidatura a financiamento externo destina-se a acelerar e ampliar um conjunto de intervenções estruturais de elevada dimensão financeira. Em paralelo, o CCB prossegue a execução do Plano, recorrendo a recursos próprios para concretizar medidas prioritárias, enquanto as restantes ações serão desenvolvidas de forma faseada, em função das condições técnicas e financeiras necessárias à sua execução&#8221;, realçou a administração, lembrando que já foi instalado &#8220;um elevador exclusivo na Porta de Artistas do Centro de Espetáculos&#8221;.</P><br />
<P>O mesmo texto realça que os investimentos provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência tiveram como destino exclusivo &#8220;medidas de eficiência energética, de acordo com as regras do próprio programa, não podendo ser aplicados em intervenções de acessibilidade&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O Conselho de Administração reconhece e valoriza o contributo das entidades especializadas, dos artistas &#8212; em particular dos artistas com deficiência, cuja experiência é fundamental para identificar barreiras e melhorar as respostas da instituição &#8212; e de todas as pessoas que contribuem para uma cultura mais acessível e inclusiva&#8221;, acrescentou a fundação.</P><br />
<P>Hoje, a Acesso Cultura afirmou que manteve contactos com diferentes administrações do CCB desde 2015 para promover melhorias nas condições de acessibilidade do equipamento cultural, mas considera que os progressos realizados têm sido &#8220;insuficientes&#8221;.</P><br />
<P>Em causa estão &#8220;repetidas queixas, desde 2018, de artistas com deficiência em relação às condições de acesso e trabalho no CCB&#8221;, refere no comunicado assinado pela direção da associação.</P><br />
<P>Segundo a Acesso Cultura, um diagnóstico de acessibilidade realizado pela entidade em 2015 &#8220;resultou em muitas melhorias&#8221; nos espaços abertos ao público, embora tenham permanecido por concretizar intervenções relacionadas com os bastidores, áreas de trabalho dos artistas e programação.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasil decide expulsar espião russo e proíbe retorno por 30 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 20:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 08 jul 2026 (Lusa) -- O Governo brasileiro decidiu expulsar e proibir o retorno ao país por 30 anos a um homem acusado de ser espião russo, noticiou hoje a imprensa brasileira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 08 jul 2026 (Lusa) &#8212; O Governo brasileiro decidiu expulsar e proibir o retorno ao país por 30 anos a um homem acusado de ser espião russo, noticiou hoje a imprensa brasileira.</P><br />
<P>A decisão, publicada no Diário Oficial da União (DOU) do governo brasileiro na última segunda-feira, foi assinada pela Coordenação de Processos Migratórios do Ministério da Justiça e Segurança Pública.</P><br />
<P>A expulsão de Sergey Vladimirovich Cherkasov, segundo a publicação, deve ocorrer após o cumprimento do período de prisão no Brasil ou se a Justiça brasileira autorizar a sua libertação antes do final do prazo do cumprimento de pena.</P><br />
<P>O alegado espião cumpre uma pena de 15 anos, por falsidade ideológica, num presídio de segurança máxima em Brasília.</P><br />
<P>Chekarsov foi detido em abril de 2022 e enviado para o Brasil pelas autoridades neerlandesas, sob acusação de ser um espião russo usando passaporte brasileiro para tentar infiltrar-se como funcionário do Tribunal Penal Internacional, em Haia. </P><br />
<P>A Polícia Federal brasileira e o FBI norte-americano afirmam que Cherkasov viveu no Brasil durante 12 anos usando uma identidade falsa, com o nome Victor Müller Ferreira, para ocultar as suas atividades.</P><br />
<P>Brasília e Washington afirmam que Chekarsov era, na verdade, um agente de inteligência militar russa.</P><br />
<P>No entanto, as autoridades dos dois países não encontraram provas de que Chekarsov tenha feito espionagem contra o Brasil, e que o seu alvo seriam os Estados Unidos e países da Europa.</P><br />
<P>Cherkasov e a sua defesa negam que seja um espião russo.</P><br />
<P>A diplomacia russa e Moscovo solicitam a extradição de Cherkasov, sob acusação de tráfico internacional de drogas.</P><br />
<P>Desde 2023, o jornal Folha de S. Paulo tem publicado uma série de reportagens sobre o caso de Cherkasov e de espiões russos que vivem no Brasil infiltrados na sociedade.</P><br />
<P>Uma dessas publicações, baseadas numa investigação da Polícia Federal brasileira, mostra que autoridades russas que visitaram Cherkasov na prisão fizeram transações bancárias a seu favor, antes de ser descoberto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787139]]></sapo:autor>
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		<title>Contagem decrescente para Los Angeles2028 começa com homenagem a Carlos Lopes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:36:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As equipas olímpicas e paralímpicas portuguesas vão ser apresentadas na terça-feira, quando ficam a faltar dois anos para os Jogos Los Angeles2028, numa cerimónia em que Carlos Lopes vai ser homenageado, anunciaram hoje a duas instituições.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As equipas olímpicas e paralímpicas portuguesas vão ser apresentadas na terça-feira, quando ficam a faltar dois anos para os Jogos Los Angeles2028, numa cerimónia em que Carlos Lopes vai ser homenageado, anunciaram hoje a duas instituições.</P><br />
<P>Ainda sem atletas portugueses apurados para os Jogos Olímpicos ou para os Jogos Paralímpicos, a equipa Portugal LA28 que vai ser apresentada inclui todos os integrantes nos Programas de Preparação Olímpica e de Preparação Paralímpica para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.</P><br />
<P>A cerimónia, marcada para o Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, ocorre a dois anos do arranque dos Jogos Los Angeles2028, e visa ainda celebrar o percurso olímpico nacional.</P><br />
<P>De acordo com o Comité Olímpico de Portugal (COP) e com o Comité Paralímpico de Portugal (CPP), o evento vai servir para homenagear todos os atletas olímpicos portugueses, em especial o primeiro a sagrar-se campeão.</P><br />
<P>Carlos Lopes, que conquistou a medalha de ouro olímpica na maratona em Los Angeles1984, será homenageado na cerimónia, com os dois organismos olímpicos a destacarem o regresso do maior evento desportivo mundial à cidade norte-americana.</P><br />
<P>Desde 1912, Portugal conquistou 32 medalhas olímpicas, 15 de bronze, 11 de prata e as seis de ouro, por Carlos Lopes, Rosa Mota, Fernanda Ribeiro, Nélson Évora e Pedro Pablo Pichardo, no atletismo, e por Iúri Leitão e Rui Oliveira, no ciclismo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787134]]></sapo:autor>
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		<title>Petição para anular exames nacionais ultrapassa 9.000 assinaturas e chega ao Parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:33:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os peticionários consideram que os problemas no processo podem afetar o princípio da igualdade entre alunos, o direito a uma avaliação justa e rigorosa e até o acesso ao ensino superior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A <a href="https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT131831" target="_blank" rel="noopener">petição</a> que pede a anulação dos exames nacionais do ensino secundário de 2026, sem prejuízo para os alunos, já ultrapassou as 9.000 assinaturas. O número garante que o tema seja discutido em sessão plenária na Assembleia da República.</p>
<p class="isSelectedEnd">Às 20h30 desta quarta-feira, a iniciativa reunia 9.366 subscritores, superando o limite mínimo de 7.500 assinaturas necessário para obrigar ao debate parlamentar.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Falhas na correção digital motivam pedido de anulação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os peticionários justificam o pedido com os problemas registados no processo de correção dos exames nacionais. No texto da petição, defendem que as falhas técnicas sucessivas podem colocar em causa a validade das provas e a justiça da avaliação.</p>
<p class="isSelectedEnd">A iniciativa sustenta que, se não for possível assegurar de forma imediata e inequívoca a correção integral e rigorosa dos exames, a solução considerada justa e juridicamente segura passa pela anulação das provas, sem qualquer penalização para os alunos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Exames em papel, correção em formato digital</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Este ano, pela primeira vez, as provas dos 11.º e 12.º anos continuam a ser realizadas em papel, mas passaram a ser corrigidas em formato digital. O processo exige que os exames sejam digitalizados antes de serem distribuídos aos professores classificadores.</p>
<p class="isSelectedEnd">Desde o arranque do processo, porém, têm sido relatados problemas nos sistemas informáticos. Professores classificadores apontaram atrasos na disponibilização das provas, falhas na digitalização das folhas de resposta e dificuldades técnicas na plataforma usada para distribuição e classificação.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Governo adiou resultados e segunda fase</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na semana passada, o Governo anunciou o adiamento da divulgação dos resultados e da segunda fase dos exames nacionais devido aos problemas técnicos. Na segunda-feira, o ministro da Educação afirmou que essas falhas estavam resolvidas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ainda assim, os subscritores da petição mantêm as preocupações. O documento alerta para o risco de injustiças irreversíveis, caso não seja possível garantir que todas as provas foram corretamente digitalizadas e classificadas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Igualdade e acesso ao ensino superior em causa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Os peticionários consideram que os problemas no processo podem afetar o princípio da igualdade entre alunos, o direito a uma avaliação justa e rigorosa e até o acesso ao ensino superior.</p>
<p>Com mais de 9.000 assinaturas recolhidas, a contestação aos exames nacionais ganha agora nova dimensão política, passando do debate público e escolar para a Assembleia da República.</p>
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