Gasóleo afunda 5,6% numa semana e gasolina recua 0,6%: ERSE revela novos Preços Eficientes dos combustíveis

Valores eficientes estabelecidos para a próxima semana são 1,957 €/l para a gasolina 95 simples e 2,100 €/l para o gasóleo simples

Executive Digest

A ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) publicou esta segunda-feira o “Relatório Semanal de Supervisão dos Preços de Venda ao Público da Gasolina 95 simples e do Gasóleo simples”, referente à semana entre 20 e 26 de abril.

Assim, os valores eficientes estabelecidos para a semana em questão são 1,957 €/l para a gasolina 95 simples e 2,100 €/l para o gasóleo simples.

Relativamente à semana anterior, adianta a ERSE, verificou-se que a média dos Preços de Venda ao Público anunciados nos pórticos, e reportada no Balcão Único da Energia, “situou-se 1,7 cênt/l abaixo do Preço Eficiente no caso da gasolina 95 simples, e 8,7 cênt/l abaixo no caso do gasóleo simples. Em termos relativos, estas diferenças correspondem a desvios de – 0,9% e -4,1%, respetivamente”.

O Preço Eficiente “registou uma atualização, face à semana passada, de – 0,6% para a gasolina e de – 5,6% para o gasóleo, tendo em conta a variação semanal das cotações internacionais da gasolina 95 simples em – 1,4% e do gasóleo simples em – 11,1%”, apontou a ERSE.

“No que respeita aos Preços com Descontos, publicados pela DGEG, a gasolina 95 simples e o gasóleo simples apresentaram um desvio face ao Preço Eficiente de – 3,1% e de -7,1%, respetivamente. Em termos absolutos, estas estimativas situam-se, para a gasolina 95 simples, em – 6,1 cênt/l abaixo, e para o gasóleo simples, em – 14,7 cênt/l abaixo, dos respetivos Preços Eficientes”, indico o organismo.

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O Preço Eficiente é um preço médio semanal determinado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) e determinado pela soma das seguintes componentes: os preços dos combustíveis nos mercados internacionais de referência e os respetivos fretes marítimos, a logística primária, incluindo nesta parcela as reservas estratégicas e de segurança do Sistema Petrolífero Nacional, os sobrecustos com a incorporação de biocombustíveis e a componente de retalho acrescida dos impostos respetivos.

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