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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>China acusa OCDE de politizar relatório sobre subsídios industriais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 05:23:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China acusou hoje a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de politizar um relatório sobre subsídios industriais, após o organismo concluir que as empresas chinesas recebem apoios estatais muito superiores aos dos países membros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China acusou hoje a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de politizar um relatório sobre subsídios industriais, após o organismo concluir que as empresas chinesas recebem apoios estatais muito superiores aos dos países membros.</P><br />
<P>Em comunicado, o ministério do Comércio chinês defendeu que os subsídios constituem um instrumento de política económica amplamente utilizado por várias economias, incluindo pelos próprios membros da OCDE, e reiterou a disponibilidade para participar nas discussões sobre normas internacionais nesta matéria.</P><br />
<P>O Governo chinês assegurou ainda que as suas políticas de apoio à indústria cumprem &#8220;rigorosamente&#8221; as regras da Organização Mundial do Comércio e as respetivas obrigações de transparência.</P><br />
<P>Segundo o ministério, o relatório da OCDE recorre a conceitos &#8220;não definidos de forma rigorosa&#8221;, utiliza uma amostra &#8220;enviesada&#8221; e apresenta conclusões &#8220;parciais e arbitrárias&#8221;.</P><br />
<P>Pequim argumentou também que os apoios identificados pelo estudo não assentam em critérios de medição nem em metodologias estatísticas uniformes e afastam-se dos consensos alcançados em fóruns multilaterais, como a OMC.</P><br />
<P>As autoridades chinesas rejeitaram ainda que o aumento da quota de mercado global das empresas chinesas possa ser explicado apenas pelo apoio estatal, alegando que o relatório ignora fatores como economias de escala, eficiência produtiva e modernização tecnológica.</P><br />
<P>A China instou a OCDE a realizar investigações de forma &#8220;objetiva e neutra&#8221;, recolhendo opiniões de todas as partes e recorrendo a dados &#8220;completos, precisos e credíveis&#8221;, ao mesmo tempo que apelou ao organismo para evitar a &#8220;politização&#8221; e a &#8220;instrumentalização&#8221; dos seus relatórios.</P><br />
<P>A reação surge após a OCDE ter apresentado esta semana a base de dados MAGIC (Manufacturing Groups and Industrial Corporations), dedicada ao estudo dos apoios industriais.</P><br />
<P>Segundo o relatório, as empresas chinesas receberam entre 2005 e 2024 níveis de apoio público entre três e oito vezes superiores aos das empresas dos países membros da organização.</P><br />
<P>O estudo conclui ainda que esses subsídios explicam cerca de 60% do aumento da quota das empresas chinesas no mercado mundial durante o período analisado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771915]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Ataques israelitas causam pelo menos oito mortos em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 05:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos oito pessoas morreram durante a madrugada em ataques aéreos israelitas na Cidade de Gaza, disse um porta-voz da Proteção Civil do território palestiniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos oito pessoas morreram durante a madrugada em ataques aéreos israelitas na Cidade de Gaza, disse um porta-voz da Proteção Civil do território palestiniano.</P><br />
<P>Cinco e duas pessoas morreram, respetivamente, em ataques a apartamentos no noroeste e sudoeste da Cidade de Gaza, e outra numa operação contra uma casa no campo de refugiados de Al-Shati, na zona oeste da cidade, disse Mahmoud Bassal.</P><br />
<P>Os ataques fizeram ainda pelo menos 15 feridos, acrescentou o porta-voz.</P><br />
<P>Apesar do cessar-fogo em vigor desde outubro, a Faixa de Gaza continua a ser palco de violência, com ataques aéreos israelitas a ocorrerem quase diariamente.</P><br />
<P>Segundo o Ministério da Saúde do território, que está sob a autoridade do movimento islamista palestiniano Hamas, mais de 900 pessoas morreram desde que o cessar-fogo entrou em vigor, após dois anos de guerra que começou a 07 de outubro de 2023, com o ataque sem precedentes do Hamas contra Israel.</P><br />
<P>A primeira fase do cessar-fogo assistiu à libertação dos últimos reféns israelitas em Gaza, sequestrados pelo Hamas, em troca de palestinianos detidos por Israel.</P><br />
<P>Mas a transição para a segunda fase, que visava o desarmamento do Hamas e uma retirada gradual do exército israelita, parece ter estagnado por completo.</P><br />
<P>Na semana passada, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou ter ordenado ao exército que assumisse o controlo de 70% da Faixa de Gaza, em comparação com os 60% que controla atualmente.</P><br />
<P>No final de maio, o recém-nomeado chefe do braço armado do Hamas, Mohammed Odeh, foi morto por um ataque aéreo israelita, 11 dias após o assassínio do antecessor.</P><br />
<P>Também hoje, o exército israelita anunciou ter acionado alertas de ataque aéreo no norte de Israel, perto da fronteira com o Líbano, devido a uma &#8220;infiltração hostil de uma aeronave&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Após o toque das sirenes há pouco, referentes à infiltração de uma aeronave hostil na área de Kfar Yuval, foi identificado um alvo aéreo suspeito&#8221;, escreveu o exército nas redes sociais.</P><br />
<P>&#8220;O incidente terminou. Não houve feridos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O alerta tinha sido também acionado em Arab al-Aramshe, outra aldeia fronteiriça, pelo mesmo motivo.</P><br />
<P>O exército acabou por anunciar que tinha cometido um erro na identificação do alvo.</P><br />
<P>Israel e o Líbano acordaram na quarta-feira renovar o seu frágil cessar-fogo e criar várias zonas de segurança &#8220;piloto&#8221; dentro do Líbano, nas quais os militantes do movimento armado xiita Hezbollah estariam proibidos de permanecer.  </P><br />
<P>Num comunicado conjunto divulgado pelo Departamento de Estado dos EUA, após uma quarta ronda de negociações, os dois lados afirmaram que o cessar-fogo &#8220;está condicionado à cessação completa de fogo do Hezbollah e à retirada de todos os operacionais do Hezbollah&#8221; das áreas a sul do rio Litani. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771914]]></sapo:autor>
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		<title>Taiwan insta China a reconhecer verdade sobre Tiananmen 37 anos após massacre</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taiwan-insta-china-a-reconhecer-verdade-sobre-tiananmen-37-anos-apos-massacre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 04:26:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder de Taiwan, William Lai Ching-te, apelou hoje à China para que "reconheça a verdade" sobre o massacre de Tiananmen e abra caminho à "reconciliação e ao diálogo", no 37.º aniversário da repressão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder de Taiwan, William Lai Ching-te, apelou hoje à China para que &#8220;reconheça a verdade&#8221; sobre o massacre de Tiananmen e abra caminho à &#8220;reconciliação e ao diálogo&#8221;, no 37.º aniversário da repressão.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada na rede social Facebook, Lai afirmou esperar que a China &#8220;enfrente de frente o incidente de 4 de junho de há 37 anos&#8221;, permita à população expressar livremente as suas opiniões e promova uma maior participação dos cidadãos na vida pública.</P><br />
<P>O massacre de Tiananmen ocorreu na noite de 3 para 4 de junho de 1989, quando tropas e tanques do Exército chinês avançaram sobre a Praça Tiananmen e as áreas circundantes, em Pequim, onde estudantes e trabalhadores exigiam o fim da corrupção e reformas políticas.</P><br />
<P>As autoridades chinesas nunca divulgaram um número oficial de vítimas, estimado por diferentes fontes em centenas ou milhares de mortos.</P><br />
<P>Considerado por Pequim um separatista e um agitador, Lai afirmou que milhares de jovens foram então &#8220;abatidos e esmagados sem piedade&#8221; pelas forças militares chinesas.</P><br />
<P>&#8220;O que foi abatido e esmagado não foi apenas a vida e a juventude dos participantes no movimento democrático, mas também o desejo e o esforço de toda uma geração da China para alcançar a liberdade e a democracia&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Segundo o líder taiwanês, um país verdadeiramente grande não deve &#8220;adorar o poder militar&#8221; nem medir a sua força pela capacidade bélica, mas sim acolher opiniões divergentes e ter coragem para enfrentar os episódios mais dolorosos da sua história.</P><br />
<P>&#8220;Só um país que respeita o seu povo, protege a liberdade e pratica a democracia é verdadeiramente digno de respeito&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Atualmente, Taiwan é o único território de língua chinesa onde o massacre de Tiananmen continua a ser assinalado publicamente.</P><br />
<P>Está prevista para hoje uma vigília comemorativa no centro de Taipé, enquanto na China continental qualquer referência ao aniversário permanece sujeita a censura e as tradicionais vigílias realizadas em Hong Kong e Macau continuam proibidas pelas autoridades.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771913]]></sapo:autor>
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		<title>Maior empresa sul-coreana de defesa suspende produção após explosão mortal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 04:04:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A principal empresa de defesa da Coreia do Sul, a Hanwha Aerospace, suspendeu todas as operações de produção, hoje e sexta-feira, para investigar a segurança das instalações, após uma explosão que matou cinco pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A principal empresa de defesa da Coreia do Sul, a Hanwha Aerospace, suspendeu todas as operações de produção, hoje e sexta-feira, para investigar a segurança das instalações, após uma explosão que matou cinco pessoas.</P><br />
<P>&#8220;A segurança está em primeiro lugar, antes da produção&#8221;, explicou a subsidiária do gigante Grupo Hanwha, em comunicado, anunciando a paragem das nove fábricas da empresa em todo o país, &#8220;exceto para alguns processos essenciais&#8221;.</P><br />
<P>Esta é a primeira suspensão geral das operações desde a fundação da gigante sul-coreana de defesa, embora já tenha relatado outras duas explosões fatais nas instalações na cidade sul-coreana de Daejeon em 2018 e 2019, de acordo com o jornal local The Korea Herald.</P><br />
<P>A paragem visa esclarecer as causas da explosão ocorrida na segunda-feira na fábrica de Daejeon, onde cinco pessoas morreram e duas ficaram feridas durante operações de desativação de explosivos.</P><br />
<P>A partir de hoje, a empresa vai realizar uma &#8220;inspeção especial&#8221; de segurança em todas as suas instalações no país, com especial atenção para a fábrica afetada e para as unidades em Boeun (nordeste) e Yeosu (sul), onde são manuseados explosivos.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo é reduzir os acidentes a zero nestas três fábricas&#8221;, afirmou a empresa, que anunciou também um programa de formação para os colaboradores sobre cenários de acidentes semelhantes, bem como a reestruturação dos planos de resposta a emergências.</P><br />
<P>Após o anúncio, as ações da empresa de defesa estavam a cair 2,62% na Bolsa de Seul às 11:20 (03:20 em Lisboa), uma queda superior à registada pelo principal índice da bolsa sul-coreana, o Kospi, que caía 2,1%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771911]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Ataque aéreo ucraniano mata três pessoas na Crimeia anexada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 03:10:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ataque aéreo ucraniano causou três mortos na Crimeia, anunciaram hoje as autoridades da península anexada pela Rússia, um dia após uma ofensiva contra São Petersburgo, onde estava a arrancar o principal fórum económico russo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um ataque aéreo ucraniano causou três mortos na Crimeia, anunciaram hoje as autoridades da península anexada pela Rússia, um dia após uma ofensiva contra São Petersburgo, onde estava a arrancar o principal fórum económico russo.</P><br />
<P>&#8220;Segundo informações iniciais, três pessoas foram mortas e outras sete ficaram feridas num ataque aéreo inimigo contra edifícios não residenciais em Simferopol&#8221;, escreveu o chefe das autoridades da Crimeia, anexada em 2014.</P><br />
<P>&#8220;As equipas de emergência estão no local&#8221;, acrescentou Sergei Aksyonov, na plataforma de mensagens Telegram, sem adiantar mais pormenores.</P><br />
<P>O mais recente ataque ucraniano ocorre um dia depois de instalações energéticas e militares terem sido visadas por &#8216;drones&#8217; ucranianos, em São Petersburgo, no dia da abertura de um fórum económico.</P><br />
<P>O ataque ucraniano danificou &#8220;várias&#8221; infraestruturas na segunda maior cidade da Rússia, mas não fez vítimas, afirmou o governador local, Alexander Beglov. </P><br />
<P>O terminal petrolífero de São Petersburgo e a base militar de Kronstadt, nas proximidades, foram alvos dos &#8216;drones&#8217; ucranianos, segundo o Presidente Volodymyr Zelensky, que descreveu os ataques como &#8220;justificados&#8221;.</P><br />
<P>Os russos &#8220;devem saber que, se usarem &#8216;drones&#8217; e mísseis contra nós, faremos o mesmo&#8221;, declarou o Presidente ucraniano, que na quarta-feira recebeu em Kiev o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.</P><br />
<P>Os ataques interromperam as operações no principal aeroporto da antiga capital imperial russa.</P><br />
<P>O Kremlin prometeu &#8220;respostas sistemáticas&#8221; a estes ataques de Kiev, que ocorreram um dia depois de 23 pessoas terem sido mortas na Ucrânia num ataque russo em grande escala com mísseis e &#8216;drones&#8217;.</P><br />
<P>Os primeiros participantes do Fórum Económico Internacional de São Petersburgo (SPIEF) chegaram no meio de um denso fumo ao fundo do centro de conferências.</P><br />
<P>O SPIEF, conhecido como o &#8220;Davos russo&#8221; e o principal evento da Rússia para atrair investidores e empresas estrangeiras, tem como ponto alto o discurso do Presidente russo, Vladimir Putin, agendado para sexta-feira.</P><br />
<P>Este ano, a lista de participantes inclui nomes de aliados da Rússia, entre os quais os presidentes do Uzbequistão e da Tanzânia, e ministros de Cuba, Bielorrússia, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.</P><br />
<P>O secretário-geral da ONU, António Guterres, que na terça-feira condenou a onda de ataques russos contra a Ucrânia, é esperado em São Petersburgo e tem participação agendada num painel sobre o ambiente, na sexta-feira.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771910]]></sapo:autor>
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		<title>Familiares denunciam em vigília transferência de presos políticos na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 03:01:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dezenas de familiares de presos políticos estão desde quarta-feira em vigília nas proximidades do El Helicoide, sede do Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN, serviços de informações) em Caracas, cárcere que os ativistas dizem ser um centro de tortura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dezenas de familiares de presos políticos estão desde quarta-feira em vigília nas proximidades do El Helicoide, sede do Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN, serviços de informações) em Caracas, cárcere que os ativistas dizem ser um centro de tortura.</P><br />
<P>A vigília tem lugar depois de os familiares denunciarem que foram suspensas as visitas devido à transferência em massa de detidos a lugares não especificados.</P><br />
<P>&#8220;Temos informações de que começaram a fazer transferências. Não sabemos de quem nem para onde, mas conseguimos ver, desde uma colina próxima deste centro de tortura, que os presos políticos começaram a ser transferidos&#8221;, denunciou Andreína Baduel do Comité pela Liberdade dos Presos políticos.</P><br />
<P>Aos jornalistas, Andreína Baduel explicou que a transferência tem lugar depois do secretário de Estado dos EUA, Marco Rúbio, afirmar, terça-feira, que o Helicoide tinha sido encerrado, situação que foi desmentida de imediato pelos familiares dos presos políticos e pelas organizações não governamentais.</P><br />
<P>&#8220;A resposta do regime foi começar transferências arbitrárias, reiterar as violações dos direitos humanos dos presos políticos e não dar respostas aos familiares&#8221;, disse.</P><br />
<P>Entretanto, foram divulgados nas redes sociais vídeos dos momentos em que a população gravava com telemóveis a passagem das viaturas onde alegadamente eram transportados os presos, a quem acenavam.</P><br />
<P>O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Imprensa denunciou que uma jornalista e dois operadores de câmara foram temporariamente detidos pela polícia, quando os protestos dos familiares.</P><br />
<P>A Rede de Ex-Presos pela Democracia (RED) emitiu um comunicado denunciando que a transferência de presos deixou a descoberto &#8220;o engano&#8221; que as autoridades venezuelanas &#8220;mantêm perante a própria tutela norte-americana&#8221;.</P><br />
<P>No documento denuncia ainda o silêncio das autoridades sobre o possível paradeiro dos presos políticos e exigem ao Ministério de Assuntos Penitenciários que estabeleça um mecanismo imediato de comunicação entre os familiares e os reclusos, e que fixe um calendário de visitas.</P><br />
<P>&#8220;Desta forma, poderão verificar o seu estado físico e mental [dos presos], além de que tal servirá como prova de vida&#8221;, sublinha a RED no comunicado.</P><br />
<P>Por outro lado, a organização não governamental Encontro, Justiça e Perdão (EJP), alertou que os movimentos inusitados e as possíveis transferências de presos políticos &#8220;suscitam sérias questões e reforçam a perceção de que estão a ser tomadas decisões de última hora para responder à pressão e ao escrutínio internacional, mais do que para corrigir genuinamente as violações denunciadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Perante esta situação, reiteramos que os 25 presos por motivos políticos que permanecem em El Helicoide devem ser libertados de imediato. A sua transferência para outro centro de detenção não constitui uma solução nem representa um avanço em matéria de direitos humanos. O que se impõe é a sua libertação total e incondicional&#8221;, explica a EJP na rede social X.</P><br />
<P>Em 30 de janeiro, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez propôs que o Helicoide, denunciado por organizações não-governamentais e membros da oposição como um centro de tortura, seja transformado num centro social e desportivo.</P><br />
<P>A proposta foi anunciada depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, com quem o Governo interino de Rodríguez mantém relações, ter falado sobre o encerramento de uma &#8220;câmara de tortura&#8221; na capital venezuelana.</P><br />
<P>Na Venezuela, segundo várias organizações não-governamentais , existem pelo menos 404 presos políticos, entre eles 39 estrangeiros, cinco deles portugueses.</P></p>
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		<item>
		<title>Mães de Tiananmen exigem que China preste contas 37 anos após massacre</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 02:50:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As Mães de Tiananmen exigiram hoje que as autoridades chinesas esclareçam quantas pessoas morreram, ficaram feridas ou desapareceram na repressão militar de 1989, quando se assinala o 37.º aniversário do massacre.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Mães de Tiananmen exigiram hoje que as autoridades chinesas esclareçam quantas pessoas morreram, ficaram feridas ou desapareceram na repressão militar de 1989, quando se assinala o 37.º aniversário do massacre.</P><br />
<P>O grupo, que reúne familiares das vítimas da repressão de 04 de junho de 1989, apelou ao Governo chinês para que &#8220;enfrente honestamente&#8221; os acontecimentos, &#8220;reconheça os seus erros&#8221;, &#8220;revele a verdade&#8221; e &#8220;preste contas&#8221; às famílias e à sociedade chinesa.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado pela organização Human Rights in China (HRIC), fundada em 1989 por cidadãos chineses no estrangeiro, as Mães de Tiananmen lamentaram que continue sem existir um balanço oficial sobre o número de mortos, feridos e desaparecidos.</P><br />
<P>&#8220;Ainda hoje não existe um número claro de quantos morreram, quantos ficaram feridos ou quantos desapareceram durante a repressão&#8221;, afirmou o grupo.</P><br />
<P>O massacre ocorreu na noite de 3 para 4 de junho de 1989, quando tropas e tanques do Exército chinês avançaram sobre a Praça Tiananmen e as áreas circundantes, em Pequim, onde estudantes e trabalhadores se manifestavam há várias semanas contra a corrupção e a favor de uma maior abertura política.</P><br />
<P>As autoridades chinesas nunca divulgaram um número oficial de vítimas. Estimativas independentes apontam para centenas ou mesmo milhares de mortos.</P><br />
<P>No comunicado, o grupo denunciou que, apesar dos avanços tecnológicos registados nas últimas décadas, os relatos sobre a repressão continuam inacessíveis na China, onde o tema permanece sujeito a forte censura.</P><br />
<P>As Mães de Tiananmen afirmaram ainda que as homenagens privadas às vítimas têm sido alvo de vigilância ao longo dos anos, contribuindo para que muitos jovens chineses desconheçam os acontecimentos de junho de 1989.</P><br />
<P>O coletivo reiterou as suas reivindicações históricas, incluindo a divulgação integral dos factos, indemnizações para as vítimas e familiares e a responsabilização legal dos autores da repressão.</P><br />
<P>O grupo criticou também a evolução da narrativa oficial chinesa, que passou de referências a &#8220;distúrbios&#8221; e a uma &#8220;rebelião contrarrevolucionária&#8221; para a designação mais recente de &#8220;grave distúrbio político&#8221;.</P><br />
<P>Segundo as Mães de Tiananmen, estas formulações procuram ocultar o facto de o Governo ter mobilizado o Exército contra a própria população.</P><br />
<P>As autoridades chinesas continuam a rejeitar qualquer revisão oficial dos acontecimentos e sustentam que já existe uma conclusão definitiva sobre o episódio, que permanece um dos temas mais sensíveis da história contemporânea da China.</P><br />
<P>O grupo recordou ainda o general Xu Qinxian, então comandante do 38.º Exército, que recusou cumprir a ordem para mobilizar tropas contra os manifestantes.</P><br />
<P>Xu foi posteriormente condenado a cinco anos de prisão por um tribunal militar, expulso das forças armadas e afastado da vida pública até à sua morte, em 2021.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771908]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Estados Unidos atacam nova embarcação no Pacífico e matam dois tripulantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 02:37:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército dos Estados Unidos realizou um novo ataque aéreo contra uma embarcação de alegados traficantes de droga no leste do oceano Pacífico, matando dois homens, segundo autoridades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército dos Estados Unidos realizou um novo ataque aéreo contra uma embarcação de alegados traficantes de droga no leste do oceano Pacífico, matando dois homens, segundo autoridades.</P><br />
<P>O ataque, anunciado na noite de quarta-feira, eleva para pelo menos 207 o número total de mortos, desde que a Administração do Presidente Donald Trump iniciou a ofensiva, em setembro.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada na rede social X, o Comando Militar dos EUA para a América Latina e as Caraíbas (Southcom, na sigla em inglês) declarou que &#8220;o navio navegava ao longo de rotas conhecidas de tráfico de droga no Pacífico Oriental e participava em operações de tráfico de droga&#8221;.</P><br />
<P>Imagens de vídeo a preto e branco que acompanhavam a mensagem mostravam um pequeno barco a deslocar-se em grande velocidade no alto mar antes de ser engolido por uma violenta explosão.</P><br />
<P>Este foi o segundo ataque deste tipo em menos de uma semana. O primeiro, no sábado, causou a morte de três homens, também no leste do Pacífico, disse o Soutcom.</P><br />
<P>A Administração de Donald Trump nunca apresentou provas concretas que permitissem afirmar que os navios visados estavam efetivamente envolvidos no tráfico.</P><br />
<P>Especialistas e responsáveis da ONU denunciaram estas execuções extrajudiciais.</P><br />
<P>Os Estados Unidos lançaram a missão em setembro na área de responsabilidade do Southcom, que foi ativada com o objetivo principal de aumentar a pressão sobre o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, capturado numa operação militar norte-americana em Caracas e extraído para Nova Iorque, no passado dia 03 de janeiro.</P><br />
<P>Em paralelo, Washington conduz desde então uma campanha de ataques no Pacífico e nas Caraíbas contra navios que são apresentados como participando em atividades de tráfico de droga, alegadamente destinada aos Estados Unidos.</P><br />
<P>Um órgão de supervisão interno do Pentágono irá investigar a legalidade destas operações, segundo noticiaram no final de maio os meios de comunicação norte-americanos.</P><br />
<P>O órgão pretende, em particular, verificar se os &#8220;ciclos conjuntos de seis fases de direcionamento&#8221; estão a ser seguidos corretamente. De acordo com uma fonte citada pela estação norte-americana NBC, os ciclos variam desde a designação do alvo até à avaliação do ataque, incluindo a análise de inteligência e a tomada de decisões finais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771907]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia de Hong Kong parou artista que tentava assinalar repressão de Tiananmen &#8211; AP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 02:19:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um artista de Hong Kong tentou homenagear as vítimas da repressão de 1989 na Praça de Tiananmen, mas foi detido de imediato pela polícia do território semiautónomo, noticiou a agência norte-americana Associated Press (AP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um artista de Hong Kong tentou homenagear as vítimas da repressão de 1989 na Praça de Tiananmen, mas foi detido de imediato pela polícia do território semiautónomo, noticiou a agência norte-americana Associated Press (AP).</P><br />
<P>Na quarta-feira, Chen Sanmu tentou amarrar um fio vermelho simbólico a um poste de sinalização em Causeway Bay, um movimentado bairro comercial próximo de um parque que, durante décadas, acolheu uma vigília anual à luz de velas, no dia 04 de junho, para homenagear as vítimas da repressão que pôs fim aos protestos liderados por estudantes em Pequim em 1989.</P><br />
<P>Chen disse que o fio tinha 6,4 metros de comprimento, numa aparente referência à data de 04 de junho.</P><br />
<P>Os agentes da polícia pararam Chen e revistaram a mala antes de o deixarem prosseguir. Quando questionado por um repórter sobre o gesto com o fio vermelho após a libertação, Chen disse que o objetivo era expressar as condolências pelos mortos.</P><br />
<P>&#8220;É anormal que as pessoas te vigiem quando estás a dizer ou a fazer algo&#8221;, declarou aos repórteres Chen, detido pelo menos duas vezes nos anos mais recentes.</P><br />
<P>Na noite de quarta-feira, outra artista, Chan Mei-tung, que se encontrava em frente a uma zona comercial, segurava um balão em forma de ponto de interrogação, quando foi parada pela polícia, que a acompanhou de volta à estação de metro.</P><br />
<P>De acordo com a AP, a polícia não comentou até ao momento as ações de quarta-feira.</P><br />
<P>Hoje faz 37 anos que o exército chinês avançou com tanques para dispersar protestos pacíficos liderados por estudantes, que pediam reformas democráticas para o país, causando um número de mortos que ainda hoje é objeto de discussão.</P><br />
<P>Estimativas chegam às dez mil vítimas, embora Pequim defenda que a repressão dos &#8220;tumultos contrarrevolucionários&#8221; tenha levado à morte de duas centenas de civis.</P><br />
<P>Durante três décadas, Hong Kong e Macau foram os únicos locais em solo chinês onde o 04 de junho em Pequim foi lembrado de forma pacífica, com vigílias anuais que, no caso de Hong Kong, reuniam dezenas de milhares de cidadãos. </P><br />
<P>A Polícia de Segurança Pública de Macau disse à Lusa não ter sido notificada sobre a organização de reuniões ou manifestações para hoje. </P><br />
<P>&#8220;Até ao momento, esta Corporação não recebeu qualquer aviso prévio de realização de manifestação ou reunião em 04 de Junho&#8221;, respondeu, na segunda-feira à noite por e-mail, a PSP de Macau que, por lei, tem de ser notificada da organização de qualquer protesto ou vigília no espaço público.</P><br />
<P>Em 2020, as autoridades proibiram, em Macau e Hong Kong, pela primeira vez em 30 anos, a realização da vigília em espaço público, numa decisão justificada com os trabalhos de prevenção da covid-19.</P><br />
<P>Já no ano seguinte, a PSP Macau citou pela primeira vez razões políticas para interditar a comemoração, alegando risco de violações do Código Penal, nomeadamente dos artigos sobre a &#8220;ofensa a pessoa coletiva que exerça autoridade pública&#8221; e o &#8220;incitamento à alteração violenta do sistema estabelecido&#8221;.</P><br />
<P>Uma decisão validada posteriormente pelo Tribunal de Última Instância, quando apresentado recurso da decisão das autoridades.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771906]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Zelensky pede que Europa tenha palavra a dizer nas conversações de paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 01:25:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que, para pôr fim à invasão lançada pela Rússia, "a Europa precisa" de ter uma voz própria em quaisquer negociações de paz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que, para pôr fim à invasão lançada pela Rússia, &#8220;a Europa precisa&#8221; de ter uma voz própria em quaisquer negociações de paz.</P><br />
<P>&#8220;A Europa precisa, sem dúvida, da sua própria voz, da sua própria posição e da sua própria contribuição para todos os esforços diplomáticos que possam ajudar a pôr fim à guerra&#8221;, enfatizou Zelensky.</P><br />
<P>De acordo com um comunicado da Presidência da Ucrânia, o chefe de Estado falava durante um telefonema com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, na quarta-feira.</P><br />
<P>Os líderes discutiram, segundo Kiev, a &#8220;diplomacia conjunta com a Europa&#8221; para interromper e pôr fim à guerra, bem como os preparativos para negociações e reuniões focadas no fornecimento de armas para a defesa da Ucrânia.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano agradeceu ainda a Starmer o mais recente pacote de sanções anunciado por Londres para limitar as transações com criptomoedas russas.</P><br />
<P>&#8220;Agradeço ao Reino Unido o seu apoio&#8221;, disse Zelensky, que, no entanto, sublinhou que &#8220;é absolutamente essencial que todas as formas de pressão sobre o agressor sejam ainda mais reforçadas&#8221;.</P><br />
<P>A União Europeia (UE) iniciou na quarta-feira os preparativos para abrir a primeira ronda de negociações formais de adesão da Ucrânia ao bloco, após a Hungria ter retirado o seu veto, anunciou a Presidência cipriota. </P><br />
<P>Os Estados-membros deram também luz verde para o início das conversações com a a Moldova, outro país candidato à adesão, numa reunião dos Representantes Permanentes da UE realizada em Bruxelas, adiantou a mesma fonte.</P><br />
<P>O primeiro-ministro húngaro, Peter Magyar, anunciou na quarta-feira um &#8220;acordo histórico&#8221; com Kiev sobre os direitos da minoria húngara residente na Ucrânia, ponto de discórdia de longa data entre os dois países.</P><br />
<P>A Ucrânia solicitou a adesão à UE em fevereiro de 2022, após a invasão russa, tornando-se rapidamente um país candidato, em junho do mesmo ano.</P><br />
<P>As negociações de adesão começaram oficialmente em junho de 2024, mas o antecessor de Magyar, Viktor Orbán, bloqueou a abertura dos seis blocos temáticos que organizam os 35 capítulos técnicos, etapa que exige o acordo unânime dos 27 Estados-membros em cada fase do processo de adesão.</P><br />
<P>O impasse de dois anos levou Bruxelas e Kiev a iniciarem conversações informais para trabalharem a nível técnico em muitas das questões, de forma a terem trabalho adiantado quando as negociações pudessem arrancar.</P><br />
<P>Nos contactos com Kiev, Bruxelas tem expressado preocupação com a situação de corrupção no país e com o conflito em curso.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771905]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuelanos pediram aos EUA transição pacífica e calendário eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 01:13:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Centenas de venezuelanos pediram quarta-feira a intervenção dos Estados Unidos para uma transição política pacífica na Venezuela e para que seja divulgado rapidamente um calendário que inclua eleições presidenciais livres e transparentes no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Centenas de venezuelanos pediram quarta-feira a intervenção dos Estados Unidos para uma transição política pacífica na Venezuela e para que seja divulgado rapidamente um calendário que inclua eleições presidenciais livres e transparentes no país.</P><br />
<P>O pedido foi feito em um documento, entregue na Embaixada norte-americana em Caracas, no âmbito de uma marcha convocada pela Coligação Sindical Nacional e diversas organizações de estudantes, que reclamaram ainda a libertação de todos os presos políticos e melhoras nas condições de vida.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a solicitar com urgência um calendário eleitoral, porque entendemos que é necessário substituir os membros do Conselho Nacional Eleitoral, do Supremo Tribunal de Justiça e de outras instituições da administração pública para que isso aconteça. Assim que o calendário for fixado, saberemos que o governo interino de Delcy Rodríguez está em fim de mandato&#8221;, disse o sindicalista José Patines aos jornalistas.</P><br />
<P>Em 05 de janeiro, a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu as funções de presidente interina do país iniciando uma transição política tutelada pelos EUA.</P><br />
<P>Sob forte custodia policial, os manifestantes partiram desde a Praça Luís Brión, de Chacaíto, até àquela sede diplomática em Valle Arriba, ambos localidades no leste de Caracas, pedindo ainda que seja prestada ajuda humanitária aos venezuelanos.</P><br />
<P>Além de uma transição pacífica, os manifestantes pediram mudanças políticas no país, que sejam destituídos os funcionários públicos acusados de violar os direitos humanos dos presos e que Washington intervenha para que os venezuelanos tenham salários dignos e para que sejam solucionados problemas nos serviços públicos, entre eles no abastecimento de água e eletricidade.</P><br />
<P>O protesto assinalou os cinco meses da operação militar norte-americana que em 03 de janeiro, levou à captura do então Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e da mulher, Cília Flores, que estão atualmente detidos em Nova Iorque para responder a acusações de tráfico de droga, sobre as quais ambos se declararam inocentes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771904]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Greve Geral: Sindicato dos Enfermeiros anuncia adesão de 75,3%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 00:49:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) anunciou hoje que 75,3% dos profissionais aderiram à greve de quarta-feira contra a reforma laboral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) anunciou hoje que 75,3% dos profissionais aderiram à greve de quarta-feira contra a reforma laboral.</P><br />
<P>O sindicato disse que a &#8220;massiva adesão&#8221; demonstra que &#8220;os enfermeiros, de todos os setores (público, privado e social) rejeitam o pacote laboral&#8221; e a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Ministério da Saúde.</P><br />
<P>Num comunicado, o SEP descreveu a reforma laboral como &#8220;um retrocesso, [que] desequilibra a relação dos trabalhadores com as entidades empregadoras com implicação direta nos direitos dos enfermeiros&#8221;.</P><br />
<P>O sindicato deu como exemplo a parentalidade, a &#8220;impossibilidade da conciliação da vida pessoal com a profissional e a eternização dos vínculos precários&#8221;.</P><br />
<P>Também o ACT irá potenciar &#8220;maior desregulação dos horários de trabalho e consequentemente mais conflitos nas instituições de saúde&#8221;, o que poderá agravar a &#8220;fuga para o estrangeiro&#8221; dos enfermeiros, alertou o SEP.</P><br />
<P>O sindicato garantiu que os enfermeiros &#8220;continuam disponíveis para todas as ações de luta que garantam a valorização da carreira de enfermagem&#8221;, incluindo aumentos salariais.</P><br />
<P>O SEP acusou o Governo de não resolver &#8220;nenhum dos problemas dos enfermeiros&#8221;, entre os quais o pagamento de retroativos, um modelo de avaliação do desempenho &#8220;justo e objetivo&#8221; e a &#8220;carência de enfermeiros que se agrava todos os dias&#8221;.</P><br />
<P>A paralisação de enfermeiros realizou-se entre as 00:00 e as 24:00 de quarta-feira, tendo ainda efeitos na terça-feira devido ao início do turno da noite, sendo assegurados os serviços mínimos.</P><br />
<P>Os enfermeiros rejeitam as &#8220;propostas inseridas no pacote laboral apresentadas pelo Governo e pedem a revogação das &#8216;normas gravosas&#8217; do código do trabalho&#8221;.</P><br />
<P>A CGTP entregou um pré-aviso de greve geral para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.</P><br />
<P>O Governo aprovou em maio em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.</P><br />
<P>O anúncio foi feito pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, em conferência de imprensa, uma semana depois de o Governo ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771903]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a cair 1,17%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-toquio-abre-com-nikkei-a-cair-117/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 00:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,17% para 67.603,09 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,17% para 67.603,09 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, caía 0,99% para 3.956,79 pontos, às 09:13 locais (01:13 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771902]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>SpaceX avaliada em 1,5 biliões de euros na entrada em bolsa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 23:48:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A SpaceX informou hoje o regulador do mercado de capitais norte-americano que planeia oferecer ações a 135 dólares na entrada em bolsa, avaliando a empresa aeroespacial e de inteligência artificial em aproximadamente 1,77 biliões de dólares (1,5 biliões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A SpaceX informou hoje o regulador do mercado de capitais norte-americano que planeia oferecer ações a 135 dólares na entrada em bolsa, avaliando a empresa aeroespacial e de inteligência artificial em aproximadamente 1,77 biliões de dólares (1,5 biliões de euros).</P><br />
<P>Num documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), a empresa fundada por Elon Musk indicou que pretende vender 555,6 milhões de ações a 135 dólares, podendo arrecadar 75 mil milhões de dólares, o que seria a maior entrada em bolsa de sempre.</P><br />
<P>O recorde de cotação inicial são os 25,6 mil milhões de dólares angariados pela Aramco na Bolsa da Arábia Saudita em 2019 e 25 mil milhões de dólares angariados pela Alibaba na Bolsa de Nova Iorque em 2014. </P><br />
<P>A avaliação de 1,77 biliões de dólares para a SpaceX está em linha com as estimativas de algumas empresas de análise, o que a colocaria atualmente como a oitava maior empresa de capital aberto do mundo, à frente da Aramco (1,75 biliões de dólares) e da Tesla (1,59 biliões de dólares).</P><br />
<P>O documento não inclui uma data prevista para a oferta pública de venda, mas a SpaceX deverá começar a promover formalmente a operação a 04 de junho e definir o seu preço inicial de oferta pública a 11 de junho.</P><br />
<P>A SpaceX vai abrir o seu capital nos índices Nasdaq e Nasdaq Texas sob o símbolo &#8220;SPCX&#8221; no dia 12 de junho, de acordo com a CNBC.</P><br />
<P>Musk, CEO, diretor de tecnologia e presidente do conselho de administração da SpaceX &#8211; além de homem mais rico do mundo &#8211; deterá 82,4% do poder de voto na empresa cotada em bolsa, de acordo com o documento hoje publicado. </P><br />
<P>A SpaceX informou ainda que, em 2025, teve um prejuízo líquido de 4,9 mil milhões de dólares e uma receita de 18,7 mil milhões de dólares, números que contrastam fortemente com os de outros gigantes tecnológicos, como a Meta, que faturou 60 mil milhões de dólares no mesmo ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771900]]></sapo:autor>
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		<title>Homem de 20 anos mata namorada de 16 anos em Odivelas e é atropelado após fugir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:58:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma jovem de 16 anos foi hoje assassinada em Odivelas (Lisboa), sendo o suspeito o namorado de 20 anos, que a terá atingido com uma barra de ferro e acabou atropelado após fugir, adiantou à Lusa fonte policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma jovem de 16 anos foi hoje assassinada em Odivelas (Lisboa), sendo o suspeito o namorado de 20 anos, que a terá atingido com uma barra de ferro e acabou atropelado após fugir, adiantou à Lusa fonte policial.</P><br />
<P>Fonte da PSP de Lisboa indicou à Lusa que a vítima, agredida com uma barra de ferro, foi assistida pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) mas não resistiu aos ferimentos.</P><br />
<P>O óbito da jovem de 16 anos foi declarado no local.</P><br />
<P>O alerta foi dado pelas 19:10 e o crime ocorreu em Famões, concelho de Odivelas, distrito de Lisboa.</P><br />
<P>O suspeito fugiu do local do crime e, mais tarde, pelas 20:15, foi dado o alerta para um atropelamento envolvendo o homem de 20 anos.</P><br />
<P>A mesma fonte da PSP indicou que após a força policial ter efetuado diligencias, apurou que o homem atropelado era o suspeito do homicídio, namorado da vítima.</P><br />
<P>O atropelamento ocorreu no Itinerário Complementar 17, ao quilómetro 12,6, no sentido Odivelas-Oriente. </P><br />
<P>O homem foi transportado pelos Bombeiros Voluntários de Odivelas, em estado grave, para o Hospital de Santa Maria, adiantou ainda.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771899]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Hamas adia para domingo discussões com mediadores no Egipto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:50:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O encontro previsto para hoje entre o Hamas e os mediadores no Egito sobre o frágil acordo de cessar-fogo em Gaza foi adiado para domingo, segundo informações de fonte próxima do movimento islamista palestiniano Hamas.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O encontro previsto para hoje entre o Hamas e os mediadores no Egito sobre o frágil acordo de cessar-fogo em Gaza foi adiado para domingo, segundo informações de fonte próxima do movimento islamista palestiniano Hamas.  </P><br />
<P>Este encontro deveria realizar-se em El Alamein, no norte do Egito, entre uma delegação liderada por Khalil al-Hayya, negociador chefe, representantes de outros movimentos palestinianos, incluindo a Jihad Islâmica, e mediadores egípcios, mas também turcos e do Qatar.  </P><br />
<P>Porém, o Hamas e os movimentos palestinianos só iniciarão as consultas no Cairo no sábado, antes de reuniões com os mediadores no domingo, segundo a mesma fonte citada pela agência noticiosa francesa AFP, que justifica este adiamento pela &#8220;intransigência de Israel&#8221;.  </P><br />
<P>No final de maio, o recém-nomeado chefe da ala armada do Hamas, Mohammed Odeh, foi morto num ataque israelita, onze dias após o assassinato do seu antecessor.  </P><br />
<P>&#8220;Os mediadores devem obrigar o ocupante a pôr fim aos assassinatos, aos bombardeamentos e à fome&#8221; na faixa de Gaza e permitir a entrada do Comité Nacional para a Administração de Gaza, conselho de 15 membros que é suposto governar durante um período transitório, enumerou Taher al-Nounou, um dos líderes do Hamas. </P><br />
<P>O território palestiniano continua a ser palco de violência, com ataques quase diários de Israel e, desde o cessar-fogo em outubro, pelo menos 932 palestinianos foram mortos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, sob autoridade do Hamas. </P><br />
<P>Israel e o Hamas acusam-se mutuamente de violar a trégua que entrou em vigor dois anos após a guerra, desencadeada a 07 de outubro de 2023 pelo ataque sem precedentes da organização islâmica contra Israel. </P><br />
<P>A primeira fase deste acordo foi cumprida com a libertação dos últimos reféns israelitas de Gaza raptados pelo Hamas, em troca de palestinianos detidos por Israel. </P><br />
<P>Mas, a transição para a segunda fase, que deveria traduzir-se no desarmamento do Hamas e numa retirada progressiva do exército israelita, parece completamente bloqueada. </P><br />
<P>Na semana passada, o Primeiro-Ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse ter ordenado ao exército que tomasse o controlo de 70% da faixa de Gaza, contra os 60% atualmente controlados.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771898]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em baixa e termina a sua sequência de recordes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:18:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Nova Iorque encerrou hoje em baixa, depois de ter atingido vários máximos consecutivos e de voltar a sentir os efeitos do impasse geopolítico no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Nova Iorque encerrou hoje em baixa, depois de ter atingido vários máximos consecutivos e de voltar a sentir os efeitos do impasse geopolítico no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os resultados definitivos da sessão mostram que o índice seletivo Dow Jones caiu 1,21%, para os  50.687,07 pontos, o tecnológico Nasdaq recuou 0,89%, para os 26.853,98 pontos, enquanto o índice S&amp;P 500, mais abrangente, teve uma queda de 0,73%, para os 7.553,68 pontos.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e o Irão têm trocado mensagens contraditórias nas últimas horas a propósito das suas negociações de paz, pois Teerão afirma que estão paralisadas, enquanto Trump declara que estão em curso.</P><br />
<P>Numa entrevista publicada hoje, Trump divulgou que o Irão concordou em não desenvolver armas nucleares, mas reconheceu que Teerão poderia &#8220;mudar de ideias&#8221; sobre um acordo para pôr fim à guerra.</P><br />
<P>Entretanto, o Irão mantém o bloqueio do estreito de Ormuz, os EUA impuseram um bloqueio marítimo aos portos iranianos e ambos os lados trocaram tiros na madrugada de hoje no golfo Pérsico.</P><br />
<P>Os investidores estavam mais focados no setor tecnológico em expansão do que na geopolítica, mas hoje reagiram elevando o preço dos contratos futuros de crude West Texas Intermediate (WTI) em 2,4%, para 96,02 dólares por barril.</P><br />
<P>Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA também subiram, com o título a 10 anos a aproximar-se dos 4,5%, depois de novos dados económicos terem aumentado as expectativas de subida das taxas de juro.</P><br />
<P>O setor privado nos Estados Unidos adicionou 122.000 empregos em maio, em comparação com o mês anterior, mais do que o esperado.</P><br />
<P>No entanto, o setor dos serviços cresceu menos do que o previsto, de acordo com o Instituto de Gestão do Fornecimento (ISM).</P><br />
<P>Entre os setores empresariais do S&amp;P 500, o tecnológico sofreu hoje as maiores perdas, com uma queda de 1,52%, seguido pelo setor financeiro (-1,2%), enquanto o setor energético registou os maiores ganhos (1,38%).</P><br />
<P>Entre as empresas que interromperam a sua sequência de lucros estão a Oracle (-5,83%), a Nvidia (-3,62%), a Microsoft (-3,17%) e a Dell (-3,2%). </P><br />
<P>Os mercados bolsistas globais fecharam hoje em baixa, enquanto os preços do petróleo subiram, em reação às tensões no Médio Oriente.</P><br />
<P>&#8220;Os preços do petróleo continuaram a sua tendência de alta depois de terem atingido o nível mais baixo em cinco semanas na sexta-feira&#8221;, destacou David Morrison, da Trade Nation.</P><br />
<P>&#8220;Os desenvolvimentos recentes sugerem que os investidores podem ter precificado muito rapidamente o impacto do memorando de entendimento&#8221; mencionado por Washington no final da semana passada, explicou Kathleen Brooks, analista da XTB.</P><br />
<P>Este memorando de entendimento incluía uma prorrogação de 60 dias do cessar-fogo e a abertura do estreito de Ormuz, de acordo com o portal de notícias norte-americano Axios.</P><br />
<P>A navegação por esta via navegável estratégica, por onde passa normalmente 20% do petróleo e gás do mundo, continua a ser praticamente impossível devido a um duplo bloqueio imposto pelos Estados Unidos e pelo Irão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771896]]></sapo:autor>
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		<title>E-Redes julgada por abate ilegal de sobreiros em Arouca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:07:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A empresa E-Redes vai começar a ser julgada na próxima terça-feira, no Tribunal de Arouca, no distrito de Aveiro, num processo relacionado com o abate ilegal de sobreiros, uma espécie protegida em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa E-Redes vai começar a ser julgada na próxima terça-feira, no Tribunal de Arouca, no distrito de Aveiro, num processo relacionado com o abate ilegal de sobreiros, uma espécie protegida em Portugal.</P><br />
<P>Para além da empresa do grupo EDP, que opera a rede de distribuição de eletricidade em Portugal continental, em regime de concessão, o processo tem como arguidos a empresa a quem foi adjudicado o corte das árvores e o seu legal representante.</P><br />
<P>Os arguidos, que vão ser julgados em tribunal singular, porque a moldura penal é inferior a cinco anos de prisão, estão acusados de um crime de danos contra a natureza.</P><br />
<P>Em causa está o abate ilegal de mais de meia centena de sobreiros, entre outras árvores, num terreno particular situado na Quinta das Regadas, em Arouca, em janeiro de 2023.</P><br />
<P>A acusação refere que a E-Redes terá mandado cortar 63 sobreiros, que se encontravam por baixo de uma rede de transporte e distribuição de energia elétrica, apesar de só ter autorização do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) para o corte de oito sobreiros adultos.</P><br />
<P>O Ministério Público (MP) abriu um inquérito contra a E-Redes, a empresa a quem foi adjudicado o corte das árvores e o seu legal representante, mas mandou arquivar o caso, alegando ter-se recolhido &#8220;prova bastante da não verificação do crime de danos contra a natureza&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, a dona do terreno requereu a abertura de instrução, que terminou com o despacho de pronúncia dos arguidos pela prática em coautoria de um crime de dano contra a natureza.</P><br />
<P>Inconformada com a decisão, a E-Redes recorreu para o Tribunal da Relação do Porto que confirmou a decisão do Juízo de Instrução Criminal de Santa Maria da Feira.</P><br />
<P>O despacho de pronúncia refere que os arguidos abateram, além de outras espécies de árvores, os 63 sobreiros existentes no terreno em causa sem a necessária autorização legal emitida pelo ICNF para o efeito, pelo menos para 55 deles, não obstante disso estarem cientes e que tal conduta era proibida e punida por lei e quiseram fazê-lo.</P><br />
<P>O documento refere ainda a falta de colaboração da empresa que ao longo do processo dificultou a investigação, quer não respondendo às informações que lhe foram solicitadas, quer invocando &#8220;desculpas&#8221; sucessivas para a não apresentação das autorizações, assim conseguindo evitar a sua oportuna constituição como arguida.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771895]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Pelo menos nove pessoas morreram em ataques israelitas no Líbano e Hezbollah diz ter atingido Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:04:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ataques israelitas deixaram hoje nove mortos no Líbano, onde o Hezbollah pró iraniano reivindicou disparos contra Israel, que ameaçou atacar os subúrbios do sul de Beirute em caso de agressão ao seu território.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Ataques israelitas deixaram hoje nove mortos no Líbano, onde o Hezbollah pró iraniano reivindicou disparos contra Israel, que ameaçou atacar os subúrbios do sul de Beirute em caso de agressão ao seu território.  </P><br />
<P>O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, advertiu que qualquer ataque à capital libanesa provocaria &#8220;uma retomada em grande escala da guerra&#8221; no Médio Oriente.  </P><br />
<P>&#8220;As nossas forças armadas estão totalmente prontas para retomar a guerra e atacar alvos em Israel&#8221;, acrescentou Araghchi à cadeia de televisão libanesa Al Mayadeen, segundo a agência de notícias iraniana Tasnim.  </P><br />
<P>Um cessar-fogo entrou em vigor entre o Irão e os Estados Unidos entrou em vigor a 08 de abril, e desde então ambos os países tentam chegar a um acordo para pôr fim à guerra de forma duradoura. Outro cessar-fogo deveria estar em vigor entre Israel e o Hezbollah desde 17 de abril.  </P><br />
<P>O Hezbollah indicou ter atingido hoje militares no norte de Israel.  </P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz tinha avisado no dia anterior que os subúrbios do sul de Beirute, bastião daquele movimento xiita, seriam atingidos se este visasse o seu território. </P><br />
<P>O responsável pela pasta da Defesa israelita afirmou ter o aval dos Estados Unidos nesse sentido, depois de Donald Trump ter dissuadido na segunda-feira o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de atacar os subúrbios do sul da capital libanesa, poupados desde abril. </P><br />
<P>Netanyahu afirmou hoje que o presidente americano partilhava o seu objetivo de &#8220;desarmar o Hezbollah e desmilitarizar o Líbano&#8221;. </P><br />
<P>Na manhã de hoje, um ataque israelita atingiu um carro em Khaldé, à entrada sul da capital, segundo a Agência Nacional de Informação (ANI, oficial). </P><br />
<P>A ANI também informou sobre bombardeamentos em mais de trinta localidades no sul, onde o exército israelita pediu a retirada das populações de sete aldeias. </P><br />
<P>À margem do conflito com Israel, o exército libanês informou sobre a morte de um militar num ataque israelita enquanto &#8220;circulava&#8221; no sul, e de dois militares feridos por um drone israelita que atingiu o veículo onde seguiam na mesma região. </P><br />
<P>Na mesma região, um ataque israelita também visou &#8220;diretamente&#8221; uma ambulância, matando dois socorristas e ferindo gravemente um terceiro, anunciou o ministério da Saúde libanês, elevando para pelo menos 130 o número de socorristas e pessoal médico mortos desde o início da guerra. </P><br />
<P>Quatro sírios e dois palestinianos também foram mortos perto de Tiro, indicou o ministério. </P><br />
<P>A cidade costeira milenar tem sido bombardeada durante vários dias e, na terça-feira, Israel acusou membros do Hezbollah de se esconderem no bairro cristão, até agora poupado.</P><br />
<P>Segundo um correspondente da agência de notícias francesa AFP, deslocados que dormiam nos seus carros ou tendas nesta área considerada segura fugiram para outros setores. </P><br />
<P>O presidente da Câmara e um oficial libanês deslocaram-se ao bairro cristão para tentar tranquilizar os habitantes. </P><br />
<P>Segundo as autoridades libanesas, o Hezbollah tinha aceitado na segunda-feira uma proposta americana prevendo, numa primeira fase, que Israel se abstivesse de atacar os subúrbios em troca do compromisso do movimento de parar os seus ataques a Israel. </P><br />
<P>Mas um alto responsável do Hezbollah indicou à AFP na terça-feira que o seu grupo não aceitará um &#8220;cessar-fogo parcial&#8221;. </P><br />
<P>Teerão exige que qualquer acordo com Washington para pôr fim à guerra regional inclua o fim das hostilidades na frente libanesa. </P><br />
<P>Os ataques israelitas mataram 3.516 pessoas desde 02 de março, início da guerra no Líbano, e deslocaram mais de um milhão, segundo as autoridades. </P><br />
<P>Do lado israelita, 26 militares e um contratado civil foram mortos no Líbano.</P><br />
<P>Diplomatas libaneses e israelitas deveriam reunir-se hoje em Washington para uma nova sessão de negociações, da qual o secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse esperar que resulte num &#8220;plano de ação&#8221; sobre a segurança no Líbano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771894]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Teerão assinala nenhum &#8220;progresso tangível&#8221; nas negociações com EUA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-assinala-nenhum-progresso-tangivel-nas-negociacoes-com-eua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, assinalou hoje que não houve "qualquer progresso tangível" nas negociações com os Estados Unidos para pôr fim à guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, assinalou hoje que não houve &#8220;qualquer progresso tangível&#8221; nas negociações com os Estados Unidos para pôr fim à guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>&#8220;Houve uma troca de mensagens sobre a necessidade de pôr fim à agressão contra Beirute, mas não foram feitos progressos tangíveis no processo de negociação&#8221;, destacou Araghchi, referindo-se aos ataques israelitas contra o Hezbollah, um grupo pró-Irão, no Líbano.</P><br />
<P>O governante, que falava numa entrevista dada a uma estação de televisão libanesa, divulgada pela agência de notícias Tasnim, acrescentou, sem adiantar mais pormenores, que &#8220;o regresso à mesa das negociações está condicionado à garantia dos direitos do povo iraniano, ao fim da guerra no Líbano e à redução das tensões na região&#8221;.</P><br />
<P>Araghchi alertou também que qualquer ataque a Beirute levaria a &#8220;uma retoma em larga escala da guerra&#8221; no Médio Oriente, após ameaças israelitas contra o Hezbollah, um grupo pró-Irão.</P><br />
<P>&#8220;Se a agressão israelita contra Beirute continuar, as nossas forças armadas estão totalmente preparadas para retomar a guerra e atacar alvos dentro de Israel&#8221;, garantiu.</P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, avisou na terça-feira que os subúrbios do sul de Beirute, um bastião do movimento xiita, seriam atingidos caso o seu território fosse alvo de ataques.</P><br />
<P>Já o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, insistiu hoje, durante uma audição no Congresso, que as principais operações militares contra o Irão tinham terminado, apesar dos novos confrontos entre o Irão e os Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Já não estamos a realizar ataques contínuos no Irão para enfraquecer as suas forças armadas porque a Operação Fúria Épica terminou&#8221;, declarou, depois de ter afirmado no dia anterior, durante outra audição no Congresso, que &#8220;a guerra acabou&#8221;.</P><br />
<P>Rubio referia-se à campanha de bombardeamento dos EUA iniciada em 28 de Fevereiro e ao acordo de cessar-fogo alcançado em 08 de abril, que se encontra agora numa situação extremamente frágil.</P><br />
<P>&#8220;Quanto a quem ganhou, posso dizer o seguinte: nós definimos a vitória. Definimos a vitória como a destruição da sua base industrial de defesa, a redução significativa dos seus lançadores de mísseis, a redução significativa do seu arsenal de drones, e alcançámos todos estes objetivos, além de destruir o que restava da sua força aérea e aniquilar toda a sua marinha convencional&#8221;, apontou Rubio.</P><br />
<P>Os congressistas democratas criticaram estas declarações após o retomar dos confrontos entre o Irão e os Estados Unidos e os ataques iranianos contra o Kuwait, referindo também que o estreito de Ormuz permanece bloqueado. </P><br />
<P>O Kuwait afirmou ter sido hoje alvo de um total de 13 mísseis balísticos e 17 drones iranianos.</P><br />
<P>De acordo com o Comando Central dos EUA (Centcom), o Irão também disparou mísseis em direção ao Bahrein durante a noite, o que levou a ataques aéreos de retaliação dos EUA contra a ilha iraniana de Qeshm. Teerão alega que os mísseis atingiram uma torre de comunicações.</P><br />
<P>Após o cessar-fogo de 08 de abril entre os Estados Unidos e o Irão, as hostilidades praticamente cessaram. </P><br />
<P>Mas foram retomadas nos últimos dias, particularmente em torno do estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica para hidrocarbonetos bloqueada por Teerão.</P></p>
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