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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Diretores escolares defendem fim das aulas para todos até meados de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:51:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Associação Nacional de Diretores dos Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) quer reabrir o debate sobre o calendário escolar e defende que todos os alunos terminem as atividades letivas até à segunda semana de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Nacional de Diretores dos Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) quer reabrir o debate sobre o calendário escolar e defende que todos os alunos terminem as atividades letivas até à segunda semana de junho. A proposta surge numa altura em que as elevadas temperaturas registadas em várias regiões da Europa têm levado alguns países a suspender temporariamente as aulas, reacendendo a discussão sobre a adequação do atual modelo português.</p>
<p>Segundo a Rádio Renascença, a associação considera que o atual calendário cria diferenças entre ciclos de ensino, uma vez que os alunos dos anos sujeitos a exames nacionais — 9.º, 11.º e 12.º anos — terminam as aulas nos primeiros dias de junho, enquanto os restantes estudantes encerram o ano letivo mais tarde. Já os alunos do 1.º ciclo e da educação pré-escolar mantêm-se nas escolas até ao final do mês.</p>
<p>O presidente da ANDAEP, Filinto Lima, revelou que a associação lançou recentemente o desafio ao Ministério da Educação para que fosse equacionada a possibilidade de suspender atividades letivas em situações de calor extremo. Apesar de não ter recebido qualquer contacto da tutela sobre esta matéria, o responsável afirmou estar convicto de que o ministério acompanha a situação. Como exemplo, apontou o caso de França, onde as autoridades decidiram encerrar escolas durante alguns dias devido às condições meteorológicas adversas.</p>
<p>No entanto, para Filinto Lima, a discussão deve ir além das ondas de calor. O dirigente defende uma revisão estrutural do calendário escolar, argumentando que o pré-escolar e o 1.º ciclo deveriam passar a terminar as aulas na mesma altura que os restantes níveis de ensino. “Terá de haver este debate com o Ministério da Educação”, sustentou, considerando que uma uniformização beneficiaria o funcionamento das escolas e responderia melhor à realidade educativa atual.</p>
<p>O responsável da ANDAEP argumenta ainda que, nesta fase final do ano letivo, o aproveitamento pedagógico tende a diminuir. “Nestes dias, em junho, os nossos alunos já pouco aprendem e é, muitas vezes, difícil retê-los em contexto de aprendizagem e de sala de aula”, afirmou. Por isso, defende que o Ministério da Educação deve analisar uma alteração do calendário escolar, concluindo que “as aulas deviam terminar para todos os alunos, pelo menos até à segunda semana de junho”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780720]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal tem 42.600 empresas exportadoras, mais 6.000 do que há 5 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:47:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal conta hoje com cerca de 42.600 empresas exportadoras, mais 6.527 do que em 2019, segundo a 9.ª edição do estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, da Informa D&#038;B.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal conta hoje com cerca de 42.600 empresas exportadoras, mais 6.527 do que em 2019, segundo a 9.ª edição do estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, da Informa D&amp;B. O número tem vindo a crescer de forma consistente ao longo dos últimos cinco anos, com uma taxa média anual superior a 3%.</p>
<p>Apesar deste aumento, a proporção de exportadoras no tecido empresarial mantém-se relativamente estável, entre 10% e 11% desde 2019. Ou seja, o crescimento resulta sobretudo da expansão global do número de empresas em Portugal e não tanto de uma maior propensão exportadora.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780713" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.png" alt="" width="659" height="343" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.png 659w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1-300x156.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1-600x312.png 600w" sizes="(max-width: 659px) 100vw, 659px" /></p>
<p>Em termos de desempenho, as empresas exportadoras registaram em 2024 um volume de negócios total de 229 mil milhões de euros, cerca de metade do total do tecido empresarial. Deste montante, 95 mil milhões dizem respeito a vendas para mercados externos. No conjunto, estas empresas empregam cerca de um milhão de pessoas, o que corresponde a quase um terço do emprego em Portugal.</p>
<p>A Europa continua a ser o principal destino das exportações nacionais, concentrando 66% do total, enquanto os mercados extracomunitários representam 34%. Ainda assim, estes últimos têm ganho dinamismo: nos últimos anos cresceram a um ritmo superior e, em 2024, já estavam 63% acima dos níveis de 2019.</p>
<p>Em termos de composição, 70% das exportações continuam a ser de bens e 30% de serviços. O peso dos serviços tem vindo a aumentar de forma relevante desde 2020, mas ainda não compensa a quebra registada nas exportações de bens desde 2022.</p>
<p>Já o peso das exportações no PIB tem vindo a recuar ligeiramente. Depois de atingir um máximo de 50% em 2022, desceu para 46% em 2024, de acordo com dados provisórios do INE.</p>
<p>O volume de negócios das exportadoras, depois de um forte crescimento entre 2020 e 2022, estabilizou nos anos seguintes e registou mesmo uma ligeira quebra, num contexto em que as empresas orientadas exclusivamente para o mercado interno ganharam algum dinamismo.</p>
<p>Para a diretora-geral da Informa D&amp;B, Teresa Cardoso de Menezes, esta evolução reflete um tecido empresarial em transformação. “Num contexto global exigente, há setores que estão a emergir na capacidade de fazer negócios com o exterior. São essas tendências que procuramos identificar nesta edição do estudo”, refere.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviços e tecnologia ganham peso no mapa exportador</strong></p>
<p>A estrutura das exportações portuguesas continua a ser dominada por quatro setores: indústrias, serviços empresariais, grossistas e tecnologias da informação e comunicação, que representam 69% das empresas exportadoras.</p>
<p>A indústria mantém a liderança, tanto em número de empresas (21% do total) como em valor exportado, concentrando mais de metade das exportações (53%). Ainda assim, o crescimento recente está a ser puxado sobretudo pelos serviços empresariais e pelas tecnologias da informação e comunicação, que lideram a criação de novas empresas exportadoras desde 2019.</p>
<p>No mesmo período, o número de exportadoras industriais cresceu em média apenas 0,2% ao ano, enquanto o dos grossistas aumentou 1,2%.</p>
<p>A grande maioria das exportadoras são microempresas (72%), o que reflete a estrutura do tecido empresarial nacional. No entanto, a probabilidade de exportar aumenta com a dimensão: exportam 9% das microempresas, 20% das pequenas, 43% das médias e 54% das grandes.</p>
<p>A nível geográfico, o Norte concentra 42% das exportadoras, beneficiando da forte presença industrial e de setores mais orientados para os mercados externos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780714" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.png" alt="" width="923" height="479" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.png 923w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-300x156.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-867x450.png 867w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-768x399.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-600x311.png 600w" sizes="(max-width: 923px) 100vw, 923px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um terço exporta de forma regular</strong></p>
<p>O estudo identifica ainda um núcleo mais consistente de empresas exportadoras: cerca de um terço exporta de forma regular, ou seja, mantém vendas ao exterior de pelo menos 5% do volume de negócios ou superior a um milhão de euros ao longo dos anos analisados. Estas empresas são responsáveis por cerca de 80% do total das exportações.</p>
<p>A presença de exportadoras regulares é transversal aos setores, mas mais expressiva na indústria, onde 55% das empresas exportadoras têm esse perfil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais de 12 mil novas exportadoras em 2024</strong></p>
<p>Em 2024, mais de 12 mil empresas exportaram pela primeira vez. Os setores dos serviços empresariais e das tecnologias da informação e comunicação voltam a destacar-se na entrada de novos exportadores, superando indústria e grossistas neste indicador.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780715" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3.png" alt="" width="870" height="382" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3.png 870w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-300x132.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-768x337.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-600x263.png 600w" sizes="(max-width: 870px) 100vw, 870px" /></p>
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		<title>Mais de 500 pessoas com alta clínica continuam retidas nos hospitais devido a atrasos da justiça</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:27:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 500 pessoas que já receberam alta clínica continuam internadas em hospitais portugueses devido a atrasos nos processos judiciais relacionados com a atribuição do estatuto de maior acompanhado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 500 pessoas que já receberam alta clínica continuam internadas em hospitais portugueses devido a atrasos nos processos judiciais relacionados com a atribuição do estatuto de maior acompanhado. A situação está a contribuir para a ocupação prolongada de camas hospitalares por utentes que, apesar de não necessitarem de cuidados clínicos hospitalares, não podem ser transferidos para lares, unidades de cuidados continuados ou outras respostas sociais enquanto não for resolvida a sua situação legal.</p>
<p>Segundo revela a <a href="https://cnnportugal.iol.pt/saude/ministra-saude/ha-mais-de-500-pessoas-retidas-nos-hospitais-devido-a-processos-na-justica-pgr-ja-alertou-governo-para-o-problema/20260624/6a3a7f71d34e28842c857d58" target="_blank" rel="noopener">CNN Portugal</a>, os atrasos estão associados à necessidade de os tribunais nomearem representantes para pessoas que, por motivos de saúde ou comportamentais, não conseguem tomar decisões autonomamente. A Procuradoria-Geral da República (PGR) garante que já alertou o Governo para a urgência de criar uma rede pública de profissionais capazes de assumir a função de acompanhante nos casos em que não existem familiares ou pessoas próximas disponíveis para desempenhar esse papel.</p>
<p>A dimensão do problema foi recentemente destacada pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, durante uma audição parlamentar. Na ocasião, a governante indicou que, no final de abril, existiam 3.493 camas ocupadas indevidamente nas Unidades Locais de Saúde (ULS), incluindo cerca de meio milhar de pessoas que aguardam decisões judiciais relativas ao estatuto de maior acompanhado. A ministra sublinhou ainda que alguns destes processos permanecem pendentes há cerca de um ano. A PGR confirma que a inexistência de uma rede pública de acompanhantes constitui um dos principais fatores de atraso, explicando que “não há medidas de acompanhamento sem acompanhantes” e que a falta dessas figuras impede a conclusão de muitos processos.</p>
<p>Os dados mais recentes da Direção Executiva do SNS apontam para 513 utentes com alta clínica protelada à espera de resolução ao abrigo do Regime Jurídico do Maior Acompanhado. O Hospital Amadora-Sintra lidera a lista, com 97 casos, seguido pelo Hospital de Santo António, com 70, pelo Hospital de Matosinhos, com 59, pela ULS do Médio Ave, com 43, pela ULS Lisboa Ocidental, com 42, e pela ULS de São João, no Porto, com 39. A Direção Executiva do SNS esclarece que estes números correspondem a uma estimativa referente a 31 de maio de 2026 e admite que possam existir diferenças de critérios entre unidades hospitalares na contabilização dos casos.</p>
<p>Criado em 2018, o regime do maior acompanhado pretende garantir apoio a pessoas que, temporária ou permanentemente, não conseguem gerir determinados aspetos da sua vida, sem que isso implique uma interdição total dos seus direitos. Contudo, a tramitação destes processos depende frequentemente da realização de perícias médico-legais, da audição obrigatória do beneficiário e da identificação de uma pessoa idónea para assumir a função de acompanhante. A PGR recorda que, mesmo após a atribuição do estatuto, muitos utentes continuam a aguardar vagas em estruturas adequadas, o que significa que a libertação de camas hospitalares depende não apenas da decisão judicial, mas também da disponibilidade de respostas sociais e de cuidados continuados.</p>
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		<title>WYnova lança soluções de inteligência artificial para empresas com financiamento do PRR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:17:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Wynova]]></category>
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					<description><![CDATA[A WYnova anunciou o lançamento de uma nova oferta de soluções de inteligência artificial (IA) destinada a empresas com candidaturas aprovadas pela medida Linha IA nas PME, integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2030.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A WYnova anunciou o lançamento de uma nova oferta de soluções de inteligência artificial (IA) destinada a empresas com candidaturas aprovadas pela medida Linha IA nas PME, integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2030.</p>
<p>A iniciativa pretende ajudar as organizações a transformar o financiamento obtido em projetos concretos que aumentem a produtividade, a eficiência e a competitividade.</p>
<p>A empresa disponibiliza um conjunto de serviços que inclui soluções de IA pré-construídas para responder a desafios operacionais comuns, ferramentas de automação de processos e integração entre sistemas, bem como o desenvolvimento de plataformas personalizadas para necessidades específicas sem resposta disponível no mercado.</p>
<p>&#8220;Em muitos casos, ter um orçamento ou assegurar financiamento é apenas o primeiro passo. O verdadeiro desafio está em transformar a ambição e esse investimento em arquiteturas de solução concretas, capazes de gerar ganhos de produtividade, eficiência e competitividade&#8221;, afirma Tiago Veríssimo, CEO da WYnova.</p>
<p>Para concretizar estes projetos, a tecnológica recorre a uma equipa de engenheiros sénior especializada na combinação de IA generativa, agentes autónomos e automação de processos. A empresa segue um modelo denominado <em>Forward Deployed Engineer</em>, em que o profissional responsável por identificar o problema acompanha também o desenvolvimento da solução.</p>
<p>Segundo Francisco Pinto, CTO e cofundador da WYnova, muitas empresas enfrentam dificuldades na definição de casos de uso, na integração tecnológica, na gestão da mudança e na operacionalização das soluções. &#8220;Nós não substituímos o stack tecnológico dos clientes. Construímos a camada de IA que permite aos colaboradores utilizar os sistemas existentes, como ERP, CRM e plataformas operacionais, de forma mais rápida e inteligente&#8221;, explica.</p>
<p>A WYnova sublinha que a nova oferta surge numa altura em que várias empresas procuram acelerar os seus processos de transformação digital através da adoção de tecnologias de inteligência artificial. A Linha IA nas PME prevê apoios até 300 mil euros por empresa para projetos de investigação industrial e desenvolvimento experimental orientados para o lançamento de novos produtos ou serviços.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780691]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: França confirma primeiro caso da doença no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Trata-se de um médico que regressou da República Democrática do Congo, segundo as autoridades de saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades francesas confirmaram esta quarta-feira a deteção do primeiro caso de Ébola em território nacional. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde, Famílias, Autonomia e Pessoas com Deficiência, que anunciou a identificação da infeção num médico que regressou recentemente da República Democrática do Congo (RDC), país onde têm sido registados surtos da doença.</p>
<p>Segundo as informações divulgadas pelas autoridades francesas, o caso foi confirmado num profissional de saúde que esteve na RDC e que regressou posteriormente a França. A confirmação representa a primeira vez que um caso de Ébola é oficialmente identificado no país, levando as autoridades sanitárias a ativar os mecanismos de acompanhamento e vigilância previstos para situações deste tipo.</p>
<p>O anúncio surge numa altura em que a doença continua a suscitar preocupação internacional devido aos surtos registados em várias regiões africanas. O vírus Ébola é conhecido pela sua elevada taxa de mortalidade e pela capacidade de provocar surtos graves, exigindo protocolos rigorosos de isolamento, rastreio de contactos e monitorização das pessoas potencialmente expostas.</p>
<p>A gravidade da situação levou também o Governo francês a reagir de imediato. Citado pela imprensa francesa, o gabinete do primeiro-ministro assegurou que o caso está a ser acompanhado com a máxima atenção. “A situação está a ser acompanhada muito de perto pelo primeiro-ministro”, indicou Matignon, sede do Governo francês.</p>
<p>Para já, as autoridades não divulgaram mais detalhes sobre o estado clínico do médico infetado nem sobre eventuais contactos considerados de risco. O caso está, contudo, sob acompanhamento das entidades de saúde pública francesas, que deverão prosseguir as investigações epidemiológicas necessárias para evitar qualquer potencial propagação da doença.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780684]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 70% dos portugueses dizem que Governo falhou resposta ao impacto da guerra do Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria dos portugueses entende que o Governo poderia ter feito mais para proteger as famílias das consequências económicas da guerra entre Israel e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos portugueses entende que o Governo poderia ter feito mais para proteger as famílias das consequências económicas da guerra entre Israel e o Irão, especialmente perante o agravamento dos preços dos combustíveis registado desde o início do conflito no Médio Oriente. Segundo um barómetro recente, mais de sete em cada dez cidadãos consideram que as medidas adotadas pelo Executivo não têm sido suficientes para mitigar os efeitos da escalada dos custos energéticos no orçamento das famílias.</p>
<p>De acordo com um barómetro realizado pela <a href="https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/maioria-acha-que-governo-podia-ter-ajudado-mais" target="_blank" rel="noopener">Intercampus para o Correio da Manhã, CMTV, o Negócios, e o Now</a>, 71,9% dos inquiridos afirmam que o Governo não está a fazer o suficiente para ajudar os portugueses a enfrentar as consequências económicas do conflito, iniciado a 28 de fevereiro. Em sentido contrário, apenas 12,2% consideram que o Executivo liderado por Luís Montenegro tem adotado medidas adequadas para apoiar a população perante o aumento dos custos associados à crise internacional.</p>
<p>Apesar da forte insatisfação, os resultados mostram uma ligeira melhoria da perceção pública relativamente ao mês anterior. Na sondagem realizada anteriormente, 77% dos participantes entendiam que o Governo estava a falhar na resposta aos efeitos da guerra, valor que desceu agora para 71,9%, embora continue a representar uma maioria muito expressiva.</p>
<p>O mesmo estudo revela ainda um amplo consenso em torno da necessidade de reduzir a carga fiscal sobre os combustíveis. Questionados sobre se o Governo deveria baixar os impostos para compensar a subida dos preços nas bombas, 87,4% dos inquiridos responderam afirmativamente. Em contraste, menos de 7% defendem a manutenção da atual tributação. O tema ganhou particular relevância à medida que o preço do barril de Brent, referência para o mercado europeu, registou uma forte valorização na sequência do conflito no Médio Oriente, aumentando a pressão sobre os custos dos combustíveis e reforçando o debate em torno das medidas que o Estado poderá adotar para aliviar o impacto sobre consumidores e empresas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780671]]></sapo:autor>
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		<title>Inflação pode durar mais do que os investidores esperam, alertam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:52:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os mercados financeiros poderão estar a subestimar o impacto duradouro do conflito entre os Estados Unidos e o Irão na inflação global, alerta a gestora de ativos Wellington Management.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mercados financeiros poderão estar a subestimar o impacto duradouro do conflito entre os Estados Unidos e o Irão na inflação global, alerta a gestora de ativos Wellington Management.</p>
<p>A análise, assinada pelos estrategas macro Eoin O&#8217;Callaghan e John Butler, defende que os investidores continuam a assumir um cenário demasiado otimista para a evolução dos preços da energia e da inflação, apesar do agravamento das tensões geopolíticas.</p>
<p>Segundo os especialistas, os mercados permanecem posicionados para uma resolução relativamente rápida do conflito e para uma normalização dos fluxos energéticos, do crescimento económico e da inflação. No entanto, a Wellington Management considera que o risco está cada vez mais inclinado para uma subida mais prolongada dos preços da energia, com consequências relevantes para a economia global.</p>
<p>A equipa de matérias-primas da gestora prevê que o preço médio do petróleo ultrapasse os 100 dólares por barril este ano, mesmo que o estratégico Estreito de Ormuz volte a funcionar normalmente nas próximas semanas. Os analistas alertam que qualquer perturbação prolongada no abastecimento energético poderá alimentar novas pressões inflacionistas e dificultar o trabalho dos bancos centrais.</p>
<p>A Wellington sublinha ainda que as políticas monetárias e orçamentais já eram expansionistas antes do conflito e foram entretanto flexibilizadas, criando condições para que o choque energético tenha efeitos mais persistentes. Neste contexto, os especialistas consideram que os decisores políticos correm o risco de ficar “atrás da curva” no combate à inflação, permitindo que as expectativas de subida dos preços se consolidem.</p>
<p>A análise destaca igualmente diferenças regionais significativas. A Europa e a Ásia surgem como as economias mais vulneráveis a um aumento prolongado dos custos energéticos, enquanto os Estados Unidos, devido à sua posição como exportador líquido marginal de energia, poderão absorver melhor parte do impacto. Alguns países exportadores de matérias-primas poderão mesmo beneficiar do atual contexto.</p>
<p>Os estrategas alertam também para uma deterioração crescente da credibilidade das políticas monetárias e orçamentais em várias economias desenvolvidas. Desde a pandemia de Covid-19, os governos têm mantido elevados défices públicos e os bancos centrais políticas relativamente acomodatícias, o que contribuiu para que as expectativas de inflação de médio prazo se mantenham acima das metas oficiais em mercados como o Japão, Reino Unido e Estados Unidos.</p>
<p>Para os investidores, a Wellington considera que a credibilidade das políticas económicas está a tornar-se um fator cada vez mais relevante na avaliação dos ativos financeiros. Países como Japão, Reino Unido, França e Estados Unidos deverão estar particularmente sob escrutínio dos mercados.</p>
<p>Num cenário mais extremo, a gestora alerta para o risco de se repetirem dinâmicas semelhantes às observadas durante a crise petrolífera da década de 1970, quando alguns países perderam o controlo da inflação e registaram um desempenho muito fraco dos mercados financeiros. Embora reconheçam que o choque atual ainda está longe da dimensão observada há cerca de 50 anos, os especialistas admitem que esse risco poderá aumentar caso o conflito entre os EUA e o Irão se prolongue mais do que os investidores atualmente antecipam.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780672]]></sapo:autor>
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		<title>Sánchez nega &#8220;corrupção generaliza&#8221; apesar de &#8220;caso grave e flagrante&#8221; de ex-ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:38:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, reconheceu hoje "um caso flagrante e grave de corrupção" com antigos dirigentes do Partido Socialista Espanhol (PSOE), que disse desconhecer e que "nunca teria tolerado", e reiterou que vai continuar a governar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, reconheceu hoje &#8220;um caso flagrante e grave de corrupção&#8221; com antigos dirigentes do Partido Socialista Espanhol (PSOE), que disse desconhecer e que &#8220;nunca teria tolerado&#8221;, e reiterou que vai continuar a governar.</p>
<p>&#8220;Um caso flagrante e grave de corrupção&#8221; de pessoas &#8220;que se aproveitaram do peso que tinham&#8221; no PSOE e no Governo &#8220;para ganhar dinheiro&#8221;, mas não há financiamento ilegal no partido, disse Sánchez, referindo-se ao ex-ministro dos Transportes José Luis Ábalos, condenado esta semana a mais de 24 anos de prisão por corrupção com a compra de máscaras durante a pandemia, quando ainda estava no Governo.</p>
<p>Este caso das máscaras deu origem a outra investigação mais alargada, que ainda decorre, que envolve Ábalos e outro ex-dirigente do PSOE, Santos Cerdán, ambos considerados antigos &#8220;braços direitos&#8221; de Sánchez.</p>
<p>&#8220;Nunca conheci nem teria tolerado nenhuma destas práticas&#8221; e o PSOE e o Governo respeitam e acatam as sentenças conhecidas esta semana, disse hoje Sánchez, que falava no parlamento nacional, numa sessão agendada a seu pedido &#8220;para informar&#8221; os deputados &#8220;sobre a situação política relacionada com as últimas investigações judiciais conhecidas&#8221;.</p>
<p>O primeiro-ministro e líder do PSOE disse ser &#8220;plenamente consciente&#8221; de que as últimas semanas em Espanha foram marcadas por &#8220;uma corrente de notícias judiciais&#8221; que causam &#8220;legítima preocupação e confusão&#8221;, mas em que se misturam processos muito diferentes, alguns com fundamento e outros falsos e baseados &#8220;em rumores e meias verdades&#8221;, que atores políticos e mediáticos &#8220;tentam comparar&#8221;, para confundir e gerar &#8220;uma sensação de corrupção generalizada que não existe&#8221;.</p>
<p>Neste contexto, voltou a separar os casos confirmados ou em investigação que envolvem ex-dirigentes do PSOE dos da mulher e do irmão, Begoña Gómez e David Sánchez, respetivamente, que considera serem vítimas de &#8220;uma série de ações&#8221; para enfraquecer o Governo e o próprio primeiro-ministro, que têm por trás campanhas de desinformação e associações ligadas à extrema-direita e de que se aproveitam alguns partidos.</p>
<p>Tanto no caso de Begoña Gómez como no de David Sánchez, o Ministério Público considerou não haver matéria para julgamento ou condenação e relatórios das investigações judiciais e policiais desmentiram acusações de que são alvo, sublinhou hoje o primeiro-ministro, que já tinha dito anteriormente, a propósito destes dois processos, que há &#8220;juízes que fazem política&#8221; em Espanha.</p>
<p>Reiterando que confia na justiça espanhola e que &#8220;a imensa maioria dos juízes&#8221; faz um &#8220;trabalho exemplar&#8221;, Sánchez pediu &#8220;à justiça que faça justiça&#8221; em todos os casos, incluindo no do ex-primeiro-ministro e antigo líder do PSOE José Luís Zapatero, indiciado por tráfico de influências e branqueamento de dinheiro num processo aberto para investigar o resgate público da companhia aérea Plus Ultra, em 2021.</p>
<p>Pedro Sánchez realçou hoje que Zapatero não ocupa qualquer cargo político há 15 anos e reiterou que o resgate da empresa foi legal e transparente, no contexto de ajudas excecionais concedidas por acusa da pandemia de covid-19, como certificaram instâncias nacionais e europeias.</p>
<p>Sobre Zapatero, considerou que &#8220;não pode haver ainda conclusões&#8221;, por a investigação estar numa fase inicial, mas reiterou confiança na declaração de inocência do ex-líder socialista.</p>
<p>Sublinhando que o PSOE e o Governo atuaram &#8220;desde o primeiro minuto&#8221; perante suspeitas de corrupção que envolviam ex-dirigentes, nomeadamente com a suspensão e expulsão do partido ou pondo em marcha medidas &#8220;de supervisão e prevenção&#8221; da corrupção, Sánchez, que tem ouvido reiterados pedidos de demissão e de antecipação das eleições previstas para 2027, voltou hoje a afirmar que pretende continuar a Governar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780669]]></sapo:autor>
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		<title>PSI mantém tendência de abertura e segue negativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:37:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O principal índice da bolsa de Lisboa, o PSI, mantinha a tendência de abertura e seguia em baixa mais de uma hora depois da abertura, num dia em que as bolsas europeias negoceiam sem rumo definido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O principal índice da bolsa de Lisboa, o PSI, mantinha a tendência de abertura e seguia em baixa mais de uma hora depois da abertura, num dia em que as bolsas europeias negoceiam sem rumo definido.</p>
<p>Pelas 09:20 em Lisboa, das 16 cotadas,10 recuavam e três avançavam face a abertura.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Navigator, a Jerónimo Martins e a EDP Renováveis mantinham a sua cotação em, respetivamente, 3,42, 17,47 e 13,55 euros.</p>
<p>As perdas eram lideradas pela Corticeira Amorim, que descia 0,93% para 6,36 euros, sendo seguida pela Mota-Engil, que perdia 0,85% para 4,65 euros, e pelos CTT, com uma descida de 0,84% para 5,87 euros.</p>
<p>No &#8216;vermelho&#8217; estavam ainda o BCP (-0,77% para 1,03 euros), a Teixeira Duarte (-0,75% para 0,53 euros), a Semapa (-0,69% para 21,55 euros) e a NOS (-0,66% para 5,25 euros).</p>
<p>Com perdas mais modestas seguiam a Ibersol (-0,40% para 9,96 euros), a Galp (-0,37% para 18,63 euros) e a EDP (-0,23% para 4,43 euros).</p>
<p>Em sentido inverso, a Altri era a cotada com maior crescimento, ao avançar 0,31% para 4,89 euros por ação, sendo acompanhada pela Sonae e pela REN, que cresciam, respetivamente, 0,25% par 2,03 euros e 0,14% para 3,66 euros.</p>
<p>As principais bolsas europeias abriram hoje sem sentido definido, num dia que continuará marcado pela evolução do setor tecnológico e das negociações entre Estados Unidos da América e Irão.</p>
<p>O desempenho europeu segue um dia menos bom para Wall Street, em que o índice das tecnológicas voltou a cair, na ordem dos 2,21%. O S&amp;P 500 recuou 1,44% e o Dow Jones baixou 0,09%.</p>
<p>Os mercados continuam atentos ao Médio Oriente e às negociações de paz entre Estados Unidos da América e Irão.</p>
<p>A potencial resolução deste conflito, que tem tido um impacto em hidrocarbonetos como o petróleo, devido ao encerramento do estreito de Ormuz, leva hoje o barril de Brent para entrega em agosto a uma nova descida e a aproximar-se dos 76 dólares.</p>
<p>Já o texano WTI desce 0,94% para 72,5 dólares.</p>
<p>O euro continua a descer e negoceia a 1,135 dólares, enquanto o ouro recua 0,56% para 4.087,11 dólares e a bitcoin avança 0,14% para 62.736,31 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780668]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tribunal de Contas rejeita responsabilidades no atraso e custo do Hospital Oriental Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/tribunal-contas-rejeita-responsabilidades-no-atraso-e-custo-do-hospital-oriental-lisboa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:37:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas rejeitou hoje responsabilidades no atraso e no custo do futuro Hospital Oriental de Lisboa, diz que deu o visto em 27 dias úteis e que precisou de diversos esclarecimentos para suprir "falhas e ilegalidades".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Contas rejeitou hoje responsabilidades no atraso e no custo do futuro Hospital Oriental de Lisboa, diz que deu o visto em 27 dias úteis e que precisou de diversos esclarecimentos para suprir &#8220;falhas e ilegalidades&#8221;.</p>
<p>Numa nota de esclarecimento hoje divulgada, o Tribunal de Contas (TdC) explica que se tratou de um contrato de &#8220;elevada complexidade&#8221;, de valor global superior a 800 milhões de euros e com uma vigência de 30 anos, que lhe chegou em 21 de fevereiro de 2024 e recebeu o visto a 28 de maio do mesmo ano.</p>
<p>Recorda que o procedimento de contratação pública se iniciou há nove anos, em 2017, e que a aprovação da minuta do contrato pelas partes ocorreu apenas em janeiro de 2024.</p>
<p>O esclarecimento do TdC surge depois de, no dia 15 de junho, numa conferência organizada pelo Diário de Notícias, o ministro adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, ter afirmado que o projeto do novo hospital foi atrasado &#8220;em anos&#8221; e vai custar &#8220;mais 164 milhões de euros&#8221; por causa do TdC e do atual mecanismo do visto prévio.</p>
<p>No âmbito do processo de fiscalização prévia, o TdC diz que fez três pedidos de esclarecimento e de documentos para &#8220;suprir falhas e ilegalidades&#8221;, pois o processo chegou ao tribunal sem o preço contratual e a autorização ministerial, não identificava o gestor do contrato e havia &#8220;cláusulas modificativas&#8221; que violavam o Código dos Contratos Públicos.</p>
<p>O visto acabou concedido &#8220;com a recomendação de melhor garantir os princípios da concorrência e igualdade entre os concorrentes em futuros procedimentos em que haja alteração das condições contratuais por força de mecanismos de financiamento europeu&#8221;, refere a nota hoje divulgada.</p>
<p>O TdC diz que deixou ainda um alerta para a necessidade de &#8220;isolamento sísmico de base&#8221; e de um &#8220;sistema rigoroso e eficaz de monitorização do projeto de estruturas e fundações&#8221;.</p>
<p>No documento em que anunciou que concederia o visto prévio, em maio de 2024, o TdC transmite &#8220;uma firme, incisiva e solene advertência à entidade fiscalizada&#8221;, obrigando-a &#8212; tendo em conta os princípios da &#8220;boa administração&#8221; e da &#8220;tutela do interesse financeiro do Estado&#8221; &#8211; a incluir no projeto de execução da obra a solução de sistema de isolamento de base contra sismos.</p>
<p>Adianta que não cabe ao TdC, em sede de fiscalização da legalidade, pronunciar-se sobre a adequação técnica de projetos, mas faz parte da sua competência aplicar as regras e princípios que permitam aferir da legalidade dos contratos submetidos.</p>
<p>No final da nota de esclarecimento hoje divulgada, o TdC insiste que não tem responsabilidades quanto ao tempo decorrido entre a concessão do visto e o início da execução da obra, nem quanto aos custos associados.</p>
<p>O processo do novo Hospital Oriental de Lisboa remonta a 2017, com o concurso a ser publicado no Jornal Oficial da União Europeia em dezembro desse ano. A adjudicação acabou por acontecer apenas em julho de 2022 e a minuta do contrato foi aprovada em janeiro de 2024, com o contrato outorgado no mês seguinte.</p>
<p>Ou seja, quando o contrato foi enviado para o TdC já tinha sofrido reescalonamentos de despesa, incluindo uma alteração ao modelo de financiamento da parceria público-privada decorrente da incorporação de financiamento do PRR, no montante máximo de 100 milhões de euros, o que aumentou a complexidade do processo.</p>
<p>Num despacho publicado em abril deste ano, o Governo designou uma comissão para negociar o contrato de gestão do hospital, depois de os atrasos na obra terem ditado a perda dos 100 milhões de euros do PRR que estavam destinados a financiar parte das intervenções previstas no contrato celebrado com a Mota-Engil.</p>
<p>O Hospital Oriental de Lisboa, a construir em Marvila, vai substituir seis unidades de saúde &#8211; os hospitais de São José, Santa Marta, Capuchos, D. Estefânia e Curry Cabral, bem como a Maternidade Alfredo da Costa.</p>
<p>Segundo a informação disponível no &#8216;site&#8217; da Mota Engil, que está a construir o hospital, a unidade vai ter capacidade instalada de 849 camas, podendo ser expandida até 1.065 em situações de contingência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780667]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugueses entre os mais castigados da UE: encher o depósito exige quase o dobro do esforço face aos Países Baixos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:31:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal esteve entre os países da União Europeia onde o aumento dos preços dos combustíveis teve um impacto mais severo sobre os orçamentos familiares durante os meses marcados pela guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal esteve entre os países da União Europeia onde o aumento dos preços dos combustíveis teve um impacto mais severo sobre os orçamentos familiares durante os meses marcados pela guerra no Médio Oriente. Embora a subida dos preços tenha ficado a meio da tabela europeia em termos nominais, o peso que os combustíveis têm nas despesas das famílias e o menor rendimento disponível dos portugueses fizeram com que o esforço financeiro exigido fosse significativamente superior ao registado em muitas economias europeias.</p>
<p>Segundo uma análise divulgada <a href="https://www.publico.pt/2026/06/24/economia/noticia/esforco-portugal-combustiveis-durante-guerra-violentos-ue-2179099" target="_blank" rel="noopener">pelo Público</a>, com base em dados oficiais do Eurostat, entre março e maio os combustíveis em Portugal registaram uma subida homóloga média trimestral de cerca de 20,4%. Apesar de países como Luxemburgo, Letónia, Roménia, França ou Países Baixos terem registado aumentos percentuais iguais ou superiores, a realidade económica portuguesa tornou o impacto muito mais pesado para os consumidores nacionais.</p>
<p>Quando os dados são ajustados ao rendimento disponível das famílias e ao peso dos combustíveis no orçamento doméstico, Portugal surge entre os países mais afetados da União Europeia. Numa classificação baseada no chamado “índice de esforço real”, apenas Roménia, Letónia, Bulgária, Lituânia, Grécia e República Checa apresentaram uma situação mais gravosa. A análise demonstra que o sacrifício financeiro exigido às famílias portuguesas foi quase o dobro daquele sentido em países como os Países Baixos. Enquanto um consumidor neerlandês registou um índice de esforço de 57,1, o português atingiu 104,2, refletindo uma realidade em que os rendimentos são mais baixos e os gastos com combustíveis representam uma fatia maior das despesas mensais.</p>
<p>A diferença explica-se por fatores estruturais. De acordo com os indicadores de poder de compra do Eurostat, o rendimento disponível das famílias portuguesas situa-se cerca de 15% abaixo da média da União Europeia. Ao mesmo tempo, os combustíveis representam aproximadamente 3,5% do orçamento mensal de consumo em Portugal, uma proporção superior à registada em países como os Países Baixos, onde esse peso ronda os 2,4%, ou a Alemanha, com cerca de 2,8%. A estrutura fiscal aplicada aos combustíveis também contribui para agravar o impacto. O preço final pago pelos consumidores inclui não apenas o custo da matéria-prima, mas também impostos como o Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP), a taxa de carbono e o IVA de 23%, que incide igualmente sobre os restantes encargos fiscais, criando um efeito multiplicador quando os preços sobem.</p>
<p>A comparação com Espanha evidencia ainda mais a diferença de impacto. Durante o período de forte pressão inflacionista, o Governo espanhol adotou medidas mais agressivas de apoio aos consumidores, incluindo subsídios diretos e reduções temporárias da carga fiscal sobre a energia. Como resultado, em maio os combustíveis em Espanha registaram uma subida homóloga de 15,9%, com um índice de esforço real de 58,1. Considerando o trimestre completo entre março e maio, a inflação média dos combustíveis em território espanhol foi de 14,3%, traduzindo-se num esforço médio de 52,3. Em Portugal, pelo contrário, a subida média de 20,4% elevou o índice médio de esforço para 84,0, colocando o país entre os mais penalizados da União Europeia pelo encarecimento dos combustíveis durante o conflito no Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780656]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão vê memorando de entendimento como sinal de derrota dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:27:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O chefe da equipa diplomática iraniana, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse hoje que o memorando de entendimento alcançado entre Teerão e Washington para pôr fim à guerra é uma declaração de derrota para os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O chefe da equipa diplomática iraniana, Mohammad Bagher Ghalibaf, disse hoje que o memorando de entendimento alcançado entre Teerão e Washington para pôr fim à guerra é uma declaração de derrota para os Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;O memorando de entendimento de Islamabade não é o resultado de pressão ou coação, mas sim da resistência e da determinação da corajosa nação iraniana&#8221;, afirmou Ghalibaf numa conferência em Baku, no Azerbaijão, transmitida pela televisão iraniana.</p>
<p>&#8220;É por isso que o memorando de entendimento de Islamabade assumiu o valor de uma declaração de derrota para os Estados Unidos&#8221;, disse Ghalibaf, chefe da equipa iraniana nas negociações com Washington e presidente do Parlamento.</p>
<p>Por outro lado, Ghalibaf acrescentou que a segurança no Médio Oriente deve agora ser garantida pelos países da região.</p>
<p>Na mesma conferência de imprensa, o presidente do Parlamento do Irão reiterou que o fim da guerra no Líbano é &#8220;tão importante&#8221; para Teerão como o fim da guerra no Irão, referindo-se á campanha militar israelita.</p>
<p>Paralelamente, a diplomacia de Islamabade disse hoje que as negociações técnicas entre os Estados Unidos e o Irão, mediadas pelo Paquistão, devem ser retomadas na próxima semana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780657]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Rússia afirma que situação na frente de combate está a agravar-se para Kiev</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:17:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A situação na frente de combate está a agravar-se para a Ucrânia e em breve vai tornar-se irreversível, declarou hoje o porta-voz da Presidência russa (Kremlin), Dmitri Peskov.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A situação na frente de combate está a agravar-se para a Ucrânia e em breve vai tornar-se irreversível, declarou hoje o porta-voz da Presidência russa (Kremlin), Dmitri Peskov.</p>
<p>&#8220;A situação na frente de combate é tal que está a piorar dia após dia para o regime de Kiev. A dinâmica é clara: as nossas forças armadas estão a avançar por toda a frente. E a certa altura, vão começar processos irreversíveis para o regime de Kiev&#8221;, afirmou Peskov, em declarações à agência de notícias russa TASS.</p>
<p>O porta-voz russo sublinhou que, por causa disso, a Ucrânia &#8220;está a responder como pode&#8221; contra a infraestrutura civil russa.</p>
<p>&#8220;Temos todas as oportunidades para minimizar tudo isto e é necessário minimizar. Esta é uma tarefa para as nossas forças armadas, uma tarefa para outras entidades que estão a trabalhar nisto continuamente&#8221;, afirmou.</p>
<p>A Ucrânia intensificou os seus ataques contra a retaguarda russa nas últimas semanas, visando infraestruturas críticas, particularmente refinarias e rotas logísticas, provocando escassez de combustível na Rússia.</p>
<p>Moscovo, por sua vez, relatou ataques realizados com sucesso em cidades ucranianas de Kostiantinivka e Liman, cuja captura abriria caminho para as forças russas chegarem a Sloviansk e Kramatorsk, os principais bastiões ucranianos no Donbass.</p>
<p>A Rússia invadiu a Ucrânia no dia 24 de fevereiro de 2022.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780644]]></sapo:autor>
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		<title>Capital de risco portuguesa ajuda empresa espanhola a captar mais de 9 milhões de euros para lançar constelação de 140  satélites</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:16:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A espanhola FOSSA Systems, participada da capital de risco portuguesa Índico Capital Partners, captou 9,25 milhões de euros numa nova ronda de financiamento destinada a acelerar a expansão internacional da empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A espanhola FOSSA Systems, participada da capital de risco portuguesa Índico Capital Partners, captou 9,25 milhões de euros numa nova ronda de financiamento destinada a acelerar a expansão internacional da empresa, reforçar as suas capacidades nas áreas da Segurança e Defesa e avançar com a implementação da sua constelação de 140 satélites de baixa órbita terrestre.</p>
<p>A operação foi liderada pela Kibo Ventures e contou ainda com a participação da Sociedade Espanhola para a Transformação Tecnológica (SETT), da SPARX e da WISeSAT.</p>
<p>Com este investimento, a FOSSA Systems eleva para quase 20 milhões de euros o montante total angariado desde a sua fundação, em 2020. Os novos fundos serão utilizados para reforçar a equipa, acelerar a expansão comercial iniciada em 2024 e desenvolver novas capacidades tecnológicas focadas em comunicações seguras e inteligência baseada no espaço.</p>
<p>Atualmente com cerca de 60 colaboradores distribuídos entre Espanha e Portugal, a empresa já colocou mais de 25 satélites em órbita e prepara-se para lançar o 26.º equipamento nas próximas semanas.</p>
<p>A FOSSA Systems desenvolve infraestruturas próprias para conectividade IoT via satélite, comunicações seguras e soluções de inteligência de sinais (SIGINT), destinadas a setores como energia, logística, agricultura, infraestruturas críticas e segurança nacional. A empresa afirma ser a companhia espanhola com o maior número de satélites lançados em órbita.</p>
<p>Segundo Julián Fernández, CEO e cofundador da FOSSA Systems, a integração vertical da cadeia tecnológica permitiu reduzir significativamente os custos associados ao desenvolvimento e operação de satélites. “Em apenas alguns anos, passámos de uma startup a uma empresa com presença internacional, com 25 satélites lançados e tecnologia que responde às necessidades reais dos clientes industriais, institucionais e governamentais”, afirmou.</p>
<p>Do lado da Índico Capital Partners, Stephan de Moraes, managing partner da sociedade de capital de risco portuguesa, destacou a evolução da empresa desde as fases iniciais. “Tendo apoiado o Julián e a equipa desde a fase inicial, testemunhámos em primeira mão a sua capacidade de execução à medida que passaram de uma startup aeroespacial pioneira para um interveniente-chave na soberania espacial europeia”, referiu.</p>
<p>O responsável destacou ainda a presença operacional da empresa em Espanha e Portugal, a entrada no mercado de defesa japonês e a seleção para o programa DIANA da NATO, considerando que a tecnologia desenvolvida pela FOSSA está a ganhar relevância à escala global.</p>
<p>A ronda de financiamento surge numa altura em que o espaço assume uma importância crescente como infraestrutura estratégica. Áreas como a conectividade por satélite, a observação da Terra, a inteligência de sinais e as comunicações seguras estão a tornar-se capacidades críticas para governos e empresas que procuram maior autonomia tecnológica.</p>
<p>A FOSSA Systems reforçou recentemente a sua posição nos setores da Defesa e Segurança, tendo sido selecionada para o programa DIANA da NATO pelas suas capacidades de inteligência eletromagnética a partir da órbita baixa da Terra e pelas tecnologias de dupla utilização que desenvolve.</p>
<p>A empresa está também a acelerar a expansão internacional, com a abertura de um escritório em Tóquio, que se junta às operações já existentes em Madrid e Lisboa. Em paralelo, assinou um acordo estratégico com a Kanematsu Corporation para introduzir as suas soluções no mercado de defesa japonês.</p>
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		<title>Irão: Agência da UE alerta que se mantêm riscos para a aviação civil no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:14:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) recomendou todas as companhias aéreas europeias que evitem o espaço aéreo do Irão e de outros 10 países do Médio Oriente e do Golfo Pérsico até 01 de julho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) recomendou todas as companhias aéreas europeias que evitem o espaço aéreo do Irão e de outros 10 países do Médio Oriente e do Golfo Pérsico até 01 de julho.</p>
<p>O organismo europeu, com sede em Colónia, Alemanha, considerou que ainda persiste um estado de tensão elevada no Médio Oriente, apesar do memorando de entendimento assinado recentemente pelos Estados Unidos e pelo Irão.</p>
<p>O último Boletim de Informação sobre Zonas de Conflito da agência abrange o espaço aéreo do Bahrein, Irão, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.</p>
<p>A EASA explicou que, após a assinatura do memorando de entendimento para prolongar o cessar-fogo por mais 60 dias, a situação passou de um conflito ativo e intenso, com um elevado número de incidentes armados, para um estado de tensão elevada.</p>
<p>O organismo detalhou que a situação caracteriza-se por incidentes militares.</p>
<p>Nesse sentido, o organismo da União Europeia alerta que as violações isoladas do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão ainda são possíveis, especialmente no estreito de Ormuz e no espaço aéreo circundante.</p>
<p>&#8220;Embora o nível geral de risco na região tenha diminuído, a sustentabilidade a longo prazo do cessar-fogo permanece incerta, e existe a possibilidade de uma escalada rápida. Por conseguinte, é essencial manter uma monitorização rigorosa e avaliações de risco atualizadas para garantir a segurança de voo&#8221;, referiu a agência.</p>
<p>A EASA frisou ainda que, caso a atual trégua seja quebrada, os espaços aéreos do Médio Oriente podem ficar expostos a &#8220;ameaças iminentes&#8221;.</p>
<p>O mesmo relatório realçou ainda que, dado o nível de tensão persistentemente elevado e a possibilidade de novas ações militares, o Irão mantém um elevado nível de alerta para a sua força aérea e unidades de defesa aérea em todo o país.</p>
<p>Por outro lado, o espaço aéreo iraquiano continua a ser afetado pelos recorrentes ataques iranianos e pelas atividades contínuas de grupos não estatais violentos, particularmente organizações militantes apoiadas pelo Irão, acrescentou a agência europeia.</p>
<p>O texto sublinha ainda que, apesar do frágil cessar-fogo atualmente em vigor entre Israel e o Hezbollah, no Líbano, mantém-se a possibilidade de atividades militares que afetem o espaço aéreo libanês.</p>
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		<title>Operação Influencer procura novas provas na Operação Marquês e centra atenções no antigo chefe de gabinete de Costa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:10:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
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		<category><![CDATA[operação influencer]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação da Operação Influencer está a recolher elementos do processo da Operação Marquês, atualmente em julgamento, numa tentativa de reforçar a recolha de prova relacionada com suspeitas de tráfico de influências associadas à aprovação de um centro de dados em Sines. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A investigação da Operação Influencer está a recolher elementos do processo da Operação Marquês, atualmente em julgamento, numa tentativa de reforçar a recolha de prova relacionada com suspeitas de tráfico de influências associadas à aprovação de um centro de dados em Sines. Os procuradores do Ministério Público solicitaram documentação produzida durante diligências realizadas no âmbito do processo que levou José Sócrates a julgamento por alegados crimes de corrupção e outros ilícitos económicos.</p>
<p>Segundo avançou o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/investigacao-da-operacao-influencer-pesca-provas-no-processo-marques" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, os investigadores pediram acesso a cópias dos autos das buscas efetuadas em março de 2015 à residência e ao gabinete de Vítor Escária no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). Durante essas diligências, realizadas no âmbito da Operação Marquês, foram apreendidos diversos materiais, incluindo cartões de visita, cadernos de apontamentos, um contrato de trabalho entre Escária e a empresa Proengel, ligada a Carlos Santos Silva, bem como informação recolhida no computador do antigo assessor relacionada com temas investigados naquele processo, entre eles os negócios entre o Grupo Lena e a Venezuela.</p>
<p>Na residência de Vítor Escária foi igualmente apreendido um computador portátil. Apesar de ter sido ouvido apenas como testemunha na Operação Marquês, o antigo chefe de gabinete de António Costa confirmou, durante o julgamento realizado este ano, que José Sócrates lhe pediu para interceder junto das autoridades venezuelanas com o objetivo de acelerar pagamentos ao Grupo Lena. Ainda assim, afirmou desconhecer qualquer eventual contrapartida que o antigo primeiro-ministro pudesse ter recebido da empresa de Leiria. No âmbito da Operação Influencer, Escária surge como um dos principais suspeitos, juntamente com outras figuras já constituídas arguidas no processo.</p>
<p>Paralelamente, o caso continua a gerar desenvolvimentos políticos e judiciais. PSD, PS, Livre e Bloco de Esquerda rejeitaram a proposta do Chega para a criação de uma comissão parlamentar de inquérito destinada a apurar eventuais responsabilidades de membros do anterior Governo socialista nos factos investigados pela Operação Influencer, argumentando que tal iniciativa poderia interferir com a investigação criminal em curso. O processo envolve ainda, entre outros arguidos, Lacerda Machado, o ex-presidente da Câmara de Sines Nuno Mascarenhas, Afonso Salema, Rui Oliveira Neves, João Galamba, João Tiago Silveira e Nuno Lacasta, ao mesmo tempo que prossegue um diferendo judicial entre o Ministério Público e o juiz de instrução relativamente à competência para selecionar e analisar mensagens de correio eletrónico apreendidas durante a investigação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780630]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias sem sentido definido à espera de tecnológicas e Médio Oriente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-sem-sentido-definido-a-espera-de-tecnologicas-e-medio-oriente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:01:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje sem sentido definido, num dia que continuará marcado pela evolução do setor tecnológico e das negociações entre Estados Unidos da América e Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje sem sentido definido, num dia que continuará marcado pela evolução do setor tecnológico e das negociações entre Estados Unidos da América e Irão.</p>
<p>Pelas 08:25 em Lisboa, o EuroStoxx 600 mantinha-se em 634,65 unidades.</p>
<p>Ao mesmo, Frankfurt perdia 0,51%, Milão recuava 0,26% e Madrid baixava 0,21%.</p>
<p>Em sentido inverso, Paris ganhava 0,21% e Londres escalava 0,11%.</p>
<p>O desempenho europeu segue um dia menos bom para Wall Street, em que o índice das tecnológicas voltou a cair, na ordem dos 2,21%. O S&amp;P 500 recuou 1,44% e o Dow Jones baixou 0,09%.</p>
<p>Do lado asiático, o japonês Nikkei desceu 0,88%, Shangai avançou 0,12% e o Hang Seng, de Hong Kong, avança 0,46%.</p>
<p>Já o sul coreano Kospi recuperou 3,26% após uma queda de 9,9% na sessão anterior.</p>
<p>Os mercados continuam atentos ao Médio Oriente e às negociações de paz entre Estados Unidos da América e Irão.</p>
<p>A potencial resolução deste conflito, que tem tido um impacto em hidrocarbonetos como o petróleo, devido ao encerramento do estreito de Ormuz, leva hoje o barril de Brent para entrega em agosto a uma nova descida e a aproximar-se dos 76 dólares.</p>
<p>Já o texano WTI desce 0,94% para 72,5 dólares.</p>
<p>O euro continua a descer e negoceia a 1,135 dólares, enquanto o ouro recua 0,56% para 4.087,11 dólares e a bitcoin avança 0,14% para 62.736,31 dólares.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780628]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Preço médio das casas em Portugal sobe 100 mil euros em cinco anos e atinge novo máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:58:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O mercado imobiliário português continua a registar fortes aumentos de preços, sem sinais evidentes de desaceleração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado imobiliário português continua a registar fortes aumentos de preços, sem sinais evidentes de desaceleração. Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) mostram que o índice de preços da habitação cresceu 17,8% no primeiro trimestre de 2026 face ao mesmo período do ano anterior. O valor médio de uma casa adquirida pelas famílias atingiu os 261.052 euros, representando um aumento de cerca de 100 mil euros em comparação com os 161.680 euros registados no primeiro trimestre de 2021. Em apenas cinco anos, o preço médio da habitação em Portugal valorizou 61,5%.</p>
<p>Segundo cálculos divulgados pelo <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/imobiliario/detalhe/preco-medio-das-casas-aumentou-100-mil-euros-em-cinco-anos" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, com base nos dados do INE, o preço médio das casas compradas pelas famílias aumentou mais de 30 mil euros num único ano. Apesar de o número total de transações ter recuado 8,7% no primeiro trimestre, o mercado movimentou 9.921 milhões de euros, mais 3,2% do que no mesmo período de 2025. Considerando apenas as compras realizadas por famílias, foram concretizados 32.828 negócios, num montante global de 8.570 milhões de euros.</p>
<p>A evolução dos preços surge numa altura em que o governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, tinha defendido recentemente que a diferença entre a procura e a oferta de habitação estaria a diminuir. No entanto, os números agora conhecidos indicam que essa tendência ainda não se refletiu nos preços praticados no mercado. A pressão continua particularmente intensa nas principais áreas metropolitanas e regiões mais procuradas do país.</p>
<p>A Grande Lisboa mantém-se destacada como a região mais cara para comprar habitação, com um preço médio de 423.112 euros por imóvel. Em cinco anos, as casas nos nove concelhos da região ficaram cerca de 166 mil euros mais caras, o equivalente a uma valorização de 64,6%. O aumento dos preços na capital e nos municípios vizinhos está também a pressionar mercados próximos. Na Península de Setúbal, os valores médios dispararam 88,6%, atingindo quase 300 mil euros, enquanto na região Oeste e Vale do Tejo os preços subiram 78,7%, passando de 114 mil para 204 mil euros. Na Área Metropolitana do Porto, o preço médio ascendeu a 267.400 euros, mais 68% do que em 2021. A Madeira registou a maior valorização relativa do país, com os preços a duplicarem para 322.861 euros, enquanto no Algarve o valor médio de uma habitação alcançou os 368.500 euros.</p>
<p>Os dados revelam ainda diferenças significativas entre compradores nacionais e estrangeiros. Em média, os não residentes pagaram cerca de 450 mil euros por habitação, um valor 72% superior à média nacional. Entre os residentes na União Europeia, o preço médio situou-se nos 396 mil euros, enquanto os compradores oriundos de países fora da UE desembolsaram mais de 507 mil euros por imóvel. Apesar destes valores elevados, o número de compras realizadas por não residentes caiu para 1.770 transações, o nível mais baixo desde o segundo trimestre de 2021.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780625]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quase 70 mil pessoas sem energia em França devido a apagão provocado pelo calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase 70 mil pessoas estão hoje sem eletricidade no departamento francês de Finistère (oeste) devido a uma avaria num transformador, provocada pelas altas temperaturas, num dia em que são esperados novos recordes de temperatura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase 70 mil pessoas estão hoje sem eletricidade no departamento francês de Finistère (oeste) devido a uma avaria num transformador, provocada pelas altas temperaturas, num dia em que são esperados novos recordes de temperatura.</p>
<p>Segundo a Câmara Municipal desta zona na região da Bretanha, o incidente ocorreu na terça-feira à noite e, por razões técnicas, os moradores afetados não poderão ter a energia restabelecida durante o dia de hoje.</p>
<p>A onda de calor continua hoje em França, com 58 dos 100 departamentos em alerta vermelho (o nível mais elevado) e 31 em alerta laranja (o nível seguinte).</p>
<p>As temperaturas começaram a subir hoje de manhã, com os termómetros a registaram 27 graus Celsius em Bordéus, 29 em La Rochelle e 26 em Paris.</p>
<p>Segundo dados ainda provisórios da Météo-France, terça-feira foi o dia mais quente alguma vez registado em França desde o início das medições, em 1947, com uma temperatura média de 29,8 graus Celsius (com base em dados de cerca de 30 estações meteorológicas em todo o país).</p>
<p>Espera-se que novos recordes sejam batidos hoje e quinta-feira será novamente um dia de temperaturas recorde, antes que a onda de calor ofereça algum alívio a partir de sexta-feira.</p>
<p>A ministra francesa da Transição Ecológica e do Desenvolvimento Sustentável, Monique Barbut, em declarações à emissora pública France Inter referiu &#8220;que se prevê um alívio relativo na próxima semana&#8221;. No entanto, a Météo-France indica que há uma grande probabilidade de se voltar a viver um calor extremo que poderá durar até 14 de julho, alertou ainda a ministra.</p>
<p>Barbut reconheceu a necessidade de acelerar as medidas de adaptação às alterações climáticas em França e afirmou que &#8220;devemos estar conscientes&#8221; de que isso implicará um enorme volume de investimentos.</p>
<p>&#8220;A adaptação é uma política a longo prazo. Há muitas coisas a fazer. Por exemplo, precisamos de rever todas as nossas redes urbanas: redes de água, as redes ferroviárias da SNCF (ferrovia nacional)&#8230; . Estas não são coisas que possam ser feitas em cinco anos, ou mesmo em 10&#8221;, disse.</p>
<p>Entre os cortes de energia em Finistère e o encerramento antecipado de escolas e pontos turísticos, a atual onda de calor está a evidenciar as deficiências da França na sua preparação para as alterações climáticas.</p>
<p>Em França, pelo menos 20 pessoas morreram por afogamento desde o fim de semana por causa do tempo quente, com temperaturas acima de 40 graus Celsius em algumas cidades.</p>
<p>Espanha, Itália, Portugal, Bélgica, Alemanha, Países Baixos, Reino Unido, Suíça, Áustria e Macedónia são alguns dos países que estão a ser atingidos pela onda de calor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780620]]></sapo:autor>
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		<title>Compras na Shein, Temu e AliExpress vão ficar mais caras já daqui a uma semana com nova taxa da União Europeia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 07:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os consumidores europeus que fazem compras em plataformas como Shein, Temu ou AliExpress preparam-se para enfrentar um aumento dos custos já a partir da próxima semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os consumidores europeus que fazem compras em plataformas como Shein, Temu ou AliExpress preparam-se para enfrentar um aumento dos custos já a partir da próxima semana. A União Europeia vai começar a aplicar, a 1 de julho, uma nova taxa sobre encomendas provenientes de países extracomunitários, numa medida que pretende travar a entrada massiva de produtos de baixo custo sem pagamento de direitos aduaneiros.</p>
<p>A nova cobrança integra uma reforma mais ampla do sistema aduaneiro europeu e deverá afetar milhões de encomendas enviadas para os Estados-membros. Embora Bruxelas insista que a medida não tem como alvo qualquer empresa ou país específico, a realidade é que os principais impactos deverão recair sobre plataformas chinesas como Shein, Temu e AliExpress, responsáveis por uma grande parte das compras online de baixo valor realizadas na Europa.</p>
<p><strong>Como vai funcionar a nova taxa</strong><br />
Ao contrário do que acontece com muitos direitos aduaneiros tradicionais, a nova taxa não será aplicada por encomenda ou por pacote.</p>
<p>A partir de 1 de julho, os consumidores terão de pagar três euros por cada categoria de produto adquirida. O valor será calculado com base na classificação aduaneira utilizada pela União Europeia, conhecida como código TARIC, que identifica os produtos importados segundo a sua natureza e composição.</p>
<p>Na prática, isto significa que produtos aparentemente semelhantes podem ser considerados categorias diferentes para efeitos aduaneiros.</p>
<p>Por exemplo, uma camisola de algodão e uma camisola de poliéster podem parecer o mesmo artigo para o consumidor, mas possuem códigos TARIC distintos devido aos materiais utilizados no seu fabrico. Consequentemente, a compra de ambas implicará o pagamento de duas taxas separadas de três euros cada.</p>
<p><strong>Exemplos mostram impacto no preço final</strong><br />
O funcionamento da nova taxa poderá gerar custos adicionais significativos, sobretudo em compras compostas por vários tipos de artigos.</p>
<p>Se um consumidor adquirir cinco camisolas de algodão e cinco pares de meias, terá de pagar seis euros adicionais, correspondentes a duas categorias distintas.</p>
<p>No entanto, uma compra composta por um par de meias, um par de sapatilhas, elásticos para o cabelo e um pente poderá originar uma taxa total de 12 euros, uma vez que cada produto poderá enquadrar-se numa categoria aduaneira diferente.</p>
<p>O impacto financeiro poderá ser particularmente relevante em plataformas cuja principal vantagem competitiva assenta precisamente nos preços reduzidos.</p>
<p><strong>Novas cobranças chegam já em novembro</strong><br />
A taxa que entra em vigor na próxima semana será apenas a primeira fase da reforma.</p>
<p>A partir de novembro, a União Europeia prevê introduzir uma nova cobrança associada à gestão aduaneira das encomendas.</p>
<p>Segundo as previsões atuais, este encargo adicional deverá situar-se entre dois e quatro euros por cada categoria de produto.</p>
<p>Dessa forma, uma encomenda que a partir de julho pagará seis euros de taxa poderá passar a suportar entre 10 e 14 euros de custos adicionais a partir do final do ano.</p>
<p><strong>Bruxelas quer acabar com vantagem competitiva das plataformas asiáticas</strong><br />
A criação desta nova taxa surge no contexto da eliminação da chamada isenção &#8220;de minimis&#8221;, um mecanismo que dispensava do pagamento de direitos aduaneiros as encomendas com valor inferior a 150 euros provenientes de países fora da União Europeia.</p>
<p>Originalmente criada para reduzir encargos administrativos e simplificar o trabalho das autoridades aduaneiras, esta exceção acabou por ganhar enorme dimensão com a explosão do comércio eletrónico internacional.</p>
<p>Segundo fontes do Conselho Europeu, o crescimento acelerado das encomendas de baixo valor criou uma situação de concorrência considerada desleal face aos comerciantes europeus.</p>
<p>Além disso, Bruxelas argumenta que o atual sistema aumentou os riscos relacionados com segurança dos consumidores, fraude comercial e impactos ambientais.</p>
<p><strong>Quase seis mil milhões de encomendas beneficiaram da isenção</strong><br />
Os números divulgados pela Comissão Europeia ajudam a explicar a preocupação das autoridades.</p>
<p>Em 2025, o número de encomendas beneficiadas pela isenção aduaneira aumentou 25,8% face ao ano anterior, atingindo 5.883 milhões de pacotes.</p>
<p>Segundo os dados de Bruxelas, cerca de 91% dessas encomendas tiveram origem na China, o que explica porque plataformas como Shein, Temu e AliExpress são vistas como as principais afetadas pelas novas regras.</p>
<p>Apesar disso, a Comissão Europeia rejeita a ideia de que se trata de um imposto dirigido aos consumidores.</p>
<p>Bruxelas defende que a medida apenas substitui uma isenção considerada ultrapassada e que conferia uma vantagem competitiva artificial a determinados modelos de negócio.</p>
<p><strong>Receita poderá ultrapassar os 17 mil milhões de euros</strong><br />
A nova taxa poderá também representar uma importante fonte de financiamento para a União Europeia.</p>
<p>Utilizando os dados de 2025 e assumindo um cenário conservador em que cada encomenda contém apenas um produto pertencente a uma única categoria, a cobrança dos três euros poderia gerar cerca de 17,6 mil milhões de euros por ano.</p>
<p>De acordo com as regras europeias, 75% dessa receita será canalizada para o orçamento comunitário, enquanto os restantes 25% ficarão com o Estado-membro por onde a encomenda entra na União Europeia.</p>
<p><strong>Setor da distribuição apoia medida mas pede mais fiscalização</strong><br />
A associação espanhola das empresas de distribuição, Anged, recebeu favoravelmente a nova taxa, mas considera que o verdadeiro desafio vai muito além da cobrança dos três euros.</p>
<p>Teresa Herrero, diretora de assuntos europeus da organização, defendeu que é fundamental garantir que as plataformas chinesas cumpram as mesmas regras impostas às empresas europeias.</p>
<p>Segundo a responsável, uma das principais preocupações do setor prende-se com a ausência de representantes legais claramente identificados em muitos Estados-membros, dificultando a responsabilização das plataformas em caso de incumprimento.</p>
<p>&#8220;A taxa de três euros é importante, e somada à taxa de manuseamento poderá elevar-se até sete euros, mas a chave está no cumprimento das normas&#8221;, salientou.</p>
<p>Outras fontes da associação defendem igualmente que a principal questão não é apenas fiscal, mas também regulatória.</p>
<p>O setor teme que produtos potencialmente perigosos continuem a entrar no mercado europeu sem o mesmo nível de controlo exigido às empresas sediadas na União Europeia.</p>
<p><strong>Reforma continuará até 2028</strong><br />
A taxa que entra em vigor na próxima semana foi concebida como uma solução transitória.</p>
<p>Segundo o calendário definido por Bruxelas, o mecanismo deverá permanecer em vigor durante dois anos.</p>
<p>A partir de 1 de julho de 2028, a União Europeia pretende avançar para um sistema mais abrangente, aplicando diretamente os direitos aduaneiros correspondentes a cada produto, independentemente do valor da encomenda.</p>
<p>Nessa fase, os consumidores poderão enfrentar custos ainda superiores aos atualmente previstos.</p>
<p>Por exemplo, uma encomenda de camisolas de algodão e meias poderá deixar de pagar uma taxa fixa por categoria e passar a suportar direitos aduaneiros equivalentes a 12% do valor das camisolas e outros 12% do valor das meias.</p>
<p>Até lá, a nova taxa de três euros por categoria representa o primeiro passo de uma profunda transformação do sistema aduaneiro europeu, que promete alterar significativamente a forma como milhões de europeus compram produtos em plataformas asiáticas de comércio eletrónico.</p>
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