Forças de segurança em protesto: Grupo do Corpo de Intervenção da PSP que pôs baixa antes do jogo Benfica-Gil Vicente foi dissolvido

Após vários elementos do grupo do Corpo de Intervenção da PSP, que iriam garantir a segurança no jogo Benfica-Gil Vicente (o passado domingo) terem posto baixa, o comandante decidiu extinguir o grupo.

Executive Digest
Fevereiro 7, 2024
9:40

Após vários elementos do grupo do Corpo de Intervenção da PSP, que iriam garantir a segurança no jogo Benfica-Gil Vicente (no passado domingo) terem posto baixa, o comandante decidiu extinguir o grupo.

De acordo com decisão de Luís Carrilho, comandante desta unidade especial da polícia, os 44 elementos que meteram baixas médicas antes do jogo vão ser realocados.

A informação é avançada pela SIC, que explica que o grupo, que contava com perto de 70 elementos, ficará agora sem 44 efetivos, que irão ser distribuídos por outros cinco pelotões do corpo de intervenção.

Para substituir o grupo agora extinto, será criado novo pelotão do Corpo de Intervenção da PSP.

Chegou a falar-se em despedimento dos polícias, mas optou-se por uma solução mais diplomática, e uma vez que os agentes não podiam ser penalizados já que as baixas médicas apresentadas estavam legais.

No entanto, mesmo com esta opção, outros elementos do Corpo de Intervenção estão revoltados e, em solidariedade para com os colegas que vão ser realocados, convocaram um protesto para esta quinta-feira.

Assim, amanhã, está marcada uma concentração e manifestação frente à sede do Corpo de Intervenção da PSP, que fica na Calçada de Ajuda, em Lisboa.

Outros protestos já marcados
Elementos da PSP e da GNR vão voltar aos protestos, com vigílias nos aeroportos e portos em 15 de fevereiro e uma nova concentração em Lisboa em 19 de fevereiro, anunciou hoje a Plataforma dos Sindicatos e Associações.

A concentração em Lisboa decorrerá no Terreiro do Paço, cerca de um mês depois de uma outra, no Largo do Carmo, que foi seguida por um desfile até à Assembleia da República, onde estiveram milhares de polícias da PSP e militares da GNR.

Para 02 de março ficou agendado um encontro nacional para “auscultar os associados”, indicou em comunicado a Plataforma dos Sindicatos da PSP e Associações da GNR, que hoje se reuniu em Lisboa para decidir “novas formas de luta”.

Os polícias da PSP e os militares da GNR reclamam o pagamento do suplemento de missão, à semelhança do que foi feito para a PJ.

*Com Lusa

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