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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 May 2026 06:20:18 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Habitação acessível no centro da agenda europeia: ministros da UE discutem hoje como travar crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 06:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crise na habitação]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro junta ministros responsáveis pela política de habitação, peritos, representantes das instituições europeias e entidades do setor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A habitação acessível volta esta segunda-feira ao centro da agenda europeia com uma reunião ministerial dedicada ao tema, organizada pela presidência cipriota do Conselho da União Europeia.</p>
<p>O encontro junta ministros responsáveis pela política de habitação, peritos, representantes das instituições europeias e entidades do setor, com o objetivo de discutir respostas comuns para uma crise que se agravou em vários Estados-membros.</p>
<p>A reunião realiza-se em Nicósia, no Chipre, até terça-feira, e pretende servir de plataforma de diálogo sobre habitação acessível, sustentável e social, bem como sobre as novas tendências dos mercados habitacionais. Segundo a presidência cipriota, o objetivo é reforçar a cooperação e contribuir para um futuro habitacional mais inclusivo e resiliente na União Europeia.</p>
<p><strong>Crise da habitação ganha dimensão europeia</strong></p>
<p>A pressão sobre os preços das casas e das rendas deixou de ser um problema confinado às grandes capitais.</p>
<p>Em muitos países europeus, a falta de oferta, o aumento dos custos de construção, a pressão turística, a especulação imobiliária, as dificuldades no acesso ao crédito e a perda de poder de compra tornaram a habitação uma das principais preocupações sociais.</p>
<p>Embora a política de habitação continue a ser sobretudo uma competência nacional, regional e local, Bruxelas tem vindo a assumir um papel mais ativo na procura de soluções.</p>
<p>A própria Comissão Europeia reconhece que a habitação não deve ser vista apenas como uma mercadoria, mas como um direito fundamental e uma condição de dignidade humana. O Plano Europeu para a Habitação Acessível foi apresentado para apoiar autoridades nacionais, regionais e locais e aproximar os vários intervenientes do setor.</p>
<p><strong>Plano europeu assenta em quatro pilares</strong></p>
<p>O Plano Europeu para a Habitação Acessível assenta em quatro grandes eixos: aumentar a oferta de habitação, mobilizar investimento, permitir apoio imediato enquanto avançam reformas estruturais e proteger os grupos mais afetados.</p>
<p>Entre as medidas previstas estão a redução de entraves administrativos, a aceleração de licenciamentos e renovações, o incentivo à construção modular e industrializada e a promoção de materiais e métodos de construção mais eficientes.</p>
<p>A Comissão quer também mobilizar investimento público e privado, incluindo através de uma nova plataforma pan-europeia de investimento, em cooperação com o Banco Europeu de Investimento e bancos nacionais e regionais de promoção.</p>
<p>Outro ponto central passa pela revisão das regras de auxílios de Estado, para permitir apoios públicos mais simples e rápidos a projetos de habitação social e acessível.</p>
<p>O plano inclui ainda medidas para lidar com o impacto dos arrendamentos de curta duração em zonas sob forte pressão habitacional e para aumentar a transparência no mercado residencial.</p>
<p><strong>Ministros discutem licenciamento, investimento e construção</strong></p>
<p>A reunião ministerial no Chipre deverá focar-se em duas grandes áreas.</p>
<p>A primeira é a remoção de barreiras administrativas e regulatórias que atrasam o desenvolvimento e a renovação de habitação.</p>
<p>A presidência cipriota quer discutir formas de simplificar procedimentos de licenciamento, melhorar a coordenação entre autoridades competentes e acelerar a digitalização, sem pôr em causa exigências ambientais, planeamento urbano e inclusão social.</p>
<p>A segunda área é o défice de investimento no setor da habitação.</p>
<p>Os ministros deverão debater formas de reforçar a cooperação entre setor público e privado, melhorar o acesso a financiamento e aumentar o investimento em habitação acessível, sustentável, renovada e energeticamente eficiente.</p>
<p>Também estarão em cima da mesa instrumentos europeus existentes e futuros, como o Mecanismo de Recuperação e Resiliência, fundos de coesão e a futura plataforma pan-europeia de investimento.</p>
<p><strong>Jovens, famílias e grupos vulneráveis no centro</strong></p>
<p>O Conselho da União Europeia já tinha discutido o plano em fevereiro, numa videoconferência informal entre ministros responsáveis pela habitação.</p>
<p>Nessa reunião, os Estados-membros acolheram em geral a iniciativa da Comissão, mas insistiram na necessidade de respeitar as competências nacionais em matéria de habitação.</p>
<p>Foram também destacados temas como o impacto da habitação acessível na competitividade da União Europeia, a diversidade dos mercados habitacionais entre países e regiões e a necessidade de apoiar grupos especialmente vulneráveis, como jovens e famílias com crianças.</p>
<p>Essas preocupações deverão continuar presentes na reunião agora organizada pela presidência cipriota.</p>
<p>A habitação tornou-se uma dimensão cada vez mais visível da crise social europeia, sobretudo para jovens trabalhadores, estudantes, famílias de baixos rendimentos e pessoas em situação de maior vulnerabilidade.</p>
<p><strong>Europa procura transformar diagnóstico em respostas</strong></p>
<p>A reunião não deverá resolver, por si só, a crise da habitação na Europa.</p>
<p>Mas pode dar novo impulso político ao Plano Europeu para a Habitação Acessível e ajudar a alinhar prioridades entre governos, instituições europeias e setor.</p>
<p>A dificuldade está em transformar um diagnóstico amplamente partilhado em medidas concretas capazes de aumentar a oferta, travar a exclusão habitacional e garantir que a transição energética dos edifícios não agrava os custos para quem já está sob pressão.</p>
<p>A presidência cipriota quer colocar a habitação acessível, sustentável e digna no topo da agenda europeia.</p>
<p>O desafio, agora, é passar da ambição à execução — e fazer com que a resposta europeia chegue às cidades, às famílias e aos jovens que já sentem a crise da habitação no orçamento todos os meses.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_756254]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Câmara de Comércio de Angola em Macau diz que fecho de consulado &#8220;é retrocesso&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 06:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Comércio de Angola em Macau (CCAMO) defendeu hoje que o encerramento anunciado do consulado-geral angolano no território representa "um retrocesso" que prejudica relações empresariais e "um contrassenso" face ao reforço da cooperação sino-africana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Câmara de Comércio de Angola em Macau (CCAMO) defendeu hoje que o encerramento anunciado do consulado-geral angolano no território representa &#8220;um retrocesso&#8221; que prejudica relações empresariais e &#8220;um contrassenso&#8221; face ao reforço da cooperação sino-africana.</P><br />
<P>&#8220;Obviamente, na nossa perspetiva, é um retrocesso àquilo que nós tínhamos, até porque o consulado estava a fazer um trabalho relativamente importante, nomeadamente no estabelecimento de relações entre empresários angolanos e empresários locais&#8221;, reagiu à Lusa o presidente da assembleia-geral da CCAMO.</P><br />
<P>Para Pedro Lobo, a decisão vai, &#8220;obviamente, prejudicar um pouco, este desenvolvimento que se está a ter com as relações entre China e África&#8221;.</P><br />
<P>A notícia do encerramento da representação diplomática em Macau foi avançada pelo Jornal de Angola, na sequência do anúncio do Ministério das Rela­ções Exte­ri­o­res angolano, na sexta-feira, da redu­ção do pes­soal nas mis­sões diplo­má­ti­cas e fecho de qua­tro con­su­la­dos, em Macau (China), Nova Iorque (Estados Unidos), Roterdão (Países Baixos) e Montevideu (Uruguai).</P><br />
<P>&#8220;O pro­cesso surge na sequên­cia de um excesso de pes­soal diplo­má­tico e admi­nis­tra­tivo nas repre­sen­ta­ções exter­nas, ali­ado à insu­fi­ci­ên­cia do orça­mento atri­bu­ído pelo Minis­té­rio das Finan­ças para cobrir os encar­gos das mis­sões diplo­má­ti­cas&#8221;, escreveu o Jornal de Angola, citando declarações do secre­tá­rio de Estado para Admi­nis­tra­ção, Finan­ças e Patri­mó­nio angolano, Osvaldo Varela, em Windhoek, na Namí­bia.</P><br />
<P>A medida, indica agora Lobo, torna &#8220;bastante complicado&#8221; o contacto com as autoridades de Luanda e qualquer apoio consular ou esclarecimento de dúvidas, que terá de ser tratado no consulado de Guangzhou (Cantão) ou na embaixada de Angola em Pequim.</P><br />
<P>Em 2018, já tinha sido avançada a possibilidade de encerramento da representação diplomática angolana em Macau, o que acabou por não acontecer.</P><br />
<P>&#8220;Deixa-nos um bocado preocupados, até porque a própria China, neste momento, abriu as taxas zero a vários países da África, o que parece um bocado contrassenso Angola neste momento estar a fechar consulados&#8221;, lembrou Pedro Lobo.</P><br />
<P> A China começou a aplicar, a partir deste mês, tarifas zero aos países africanos com os quais mantém relações diplomáticas, para ampliar o acesso dos produtos africanos ao mercado chinês.</P><br />
<P>A medida foi anunciada em comunicado oficial divulgado em abril, no final da visita do Presidente moçambicano, Daniel Chapo, a Pequim, durante a qual o Presidente da China, Xi Jinping, defendeu o reforço da cooperação com Moçambique e o aprofundamento da coordenação entre os países em desenvolvimento.</P><br />
<P>Esta iniciativa de Pequim demonstra, refletiu Lobo, &#8220;uma estratégia óbvia de ajuda não só aos países da África sobre o desenvolvimento económico, mas também uma estratégia de aposta no mercado africano&#8221;.</P><br />
<P>Sobre o trabalho da CCAMO, o presidente da assembleia-geral referiu que a instituição tem procurado aproximar empresários de Macau e da China continental a parceiros em Angola e reativar as relações que ficaram suspensas durante a pandemia.</P><br />
<P>&#8220;As coisas estavam bastante avançadas antes da covid[-19] e agora estamos a tentar recuperar as relações. Neste momento, este corte do nosso consulado torna as coisas um bocado mais complicadas&#8221;, lamentou.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760912]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Esquadra do Rato PSP. Medidas de coação conhecidas esta segunda-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 06:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O MP pediu prisão preventiva para quatro polícias, sendo um deles chefe da PSP, prisão domiciliária para três agentes e para os restantes suspensão de funções e proibição de contactos com as vítimas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os 14 polícias detidos no âmbito do caso de tortura e violações na esquadra da PSP do Rato, em Lisboa, vão conhecer as medidas de coação esta segunda-feira, disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo.</p>
<p class="text-paragraph">A mesma fonte acrescentou que ao longo do dia de ontem foram ouvidas as alegações do Ministério Público (MP) e dos advogados, depois dos interrogatórios aos arguidos terem terminado na sexta-feira.</p>
<p class="text-paragraph">Segundo a fonte, o MP pediu prisão preventiva para quatro polícias, sendo um deles chefe da PSP, prisão domiciliária para três agentes e para os restantes suspensão de funções e proibição de contactos com as vítimas.</p>
<p class="text-paragraph">No total, foram detidos 15 polícias e um civil, segurança de um espaço noturno, tendo um dos agentes sido libertado logo depois da detenção, que aconteceu na terça-feira, e o civil libertado na quinta-feira, após o tribunal de instrução ter aceitado o pedido de habeas corpus por detenção ilegal.</p>
<p class="text-paragraph">Dos 15 polícias detidos, 14 são suspeitos de 19 crimes de tortura, além de outros que incluem ofensas à integridade física, abuso de poder e falsificação de documento em nove casos apontados pelo Ministério Público, referiu à Lusa fonte próxima do processo.</p>
<p class="text-paragraph">Um dos polícias não terá participado nas agressões, sendo suspeito dos crimes de tortura, abuso de poder e ofensas à integridade física por omissão, uma vez que terá assistido às agressões, e outro polícia é suspeito dos crimes de ofensas à integridade física, falsificação de documento, furto e violação de correspondência.</p>
<p class="text-paragraph">Com a detenção de 15 polícias &#8211; 13 agentes e dois chefes -, aumenta para 24 o número de elementos da Polícia de Segurança Pública envolvidos no processo de alegadas torturas e violações nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto, numa investigação denunciada pela PSP.</p>
<p class="text-paragraph">Na terça-feira, o Ministério Público e a PSP realizaram 30 buscas, domiciliárias e em esquadras, tendo sido detidos 15 polícias e um civil, num inquérito que investiga a eventual prática de crimes como “tortura grave, violação, abuso de poder, ofensas à integridade física qualificadas”, segundo um comunicado sobre um inquérito tutelado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, relativo a factos ocorridos nas esquadras do Rato e do Bairro Alto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760884]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CGTP-IN entrega esta segunda-feira no Ministério do Trabalho o pré-aviso da greve geral em junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 06:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[greve Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A convocação da paralisação será formalizada por "uma delegação da CGTP-IN, encabeçada pelo secretário-geral, Tiago Oliveira", anunciou a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) num comunicado enviado às redações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A CGTP vai entregar o pré-aviso da greve-geral agendada para 3 de junho contra a reforma laboral esta segunda-feira no Ministério do Trabalho, em Lisboa, fez saber a central sindical na passada sexta-feira.</p>
<p>A convocação da paralisação será formalizada por &#8220;uma delegação da CGTP-IN, encabeçada pelo secretário-geral, Tiago Oliveira&#8221;, anunciou a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) num comunicado enviado às redações.</p>
<p>A entrega do pré-aviso acontecerá dias depois de o Governo ter dado por terminado as negociações da reforma laboral na Concertação Social, uma proposta legislativa que a CGTP contesta.</p>
<p>A razão central que levou a CGTP a anunciar a convocação da greve geral de 3 de junho, ainda antes do desfecho das negociações, é o teor da reforma laboral que o Governo de Luís Montenegro quer submeter ao Parlamento.</p>
<p>O lema da paralisação é &#8220;Derrotar o pacote laboral&#8221;, segundo o cartaz que tem sido divulgado pela Intersindical.</p>
<p>Desde o início da apresentação do anteprojeto de lei, em julho de 2025, que a central sindical pede a retirada da iniciativa.</p>
<p>Nos últimos meses, o executivo realizou algumas reuniões sobre no Ministério do Trabalho, para as quais convidou as quatro confederações empresariais e a UGT, deixando a CGTP de fora por considerar que desde o princípio se colocou à margem da negociação ao pedir a retirada da reforma.</p>
<p>A última greve geral aconteceu em 11 de dezembro de 2025, tendo sido convocada pela CGTP e pela UGT, que realizaram a primeira paralisação geral conjunta desde o período da &#8216;troika&#8217;.</p>
<p>Em relação à greve geral de 3 de junho, a UGT ainda não tomou posição. No final da reunião com o Governo, na passada quinta-feira, o secretário-geral da UGT, Mário Mourão, ao ser questionado pelos jornalistas sobre se a central voltará a participar na paralisação, disse que ainda não submeteu uma proposta aos órgãos da UGT nesse sentido.</p>
<p>A reunião de concertação Social terminou sem acordo entre o Governo e as confederações patronais e centrais sindicais, com a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, a acusar a UGT de ter sido intransigente e de não ter cedido &#8220;em nenhum ponto&#8221; e com a central sindical liderada por Mário Mourão a acusar o executivo de ter minado a confiança nas negociações com um &#8220;constante avanço e recuo&#8221; nas suas propostas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760418]]></sapo:autor>
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		<title>Maioria dos eleitores timorenses ainda não atualizou o cartão para biométrico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:59:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maioria dos eleitores timorenses ainda não atualizou o cartão de eleitor para biométrico, disse hoje à Lusa o diretor-geral do Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE), Elviro Moniz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A maioria dos eleitores timorenses ainda não atualizou o cartão de eleitor para biométrico, disse hoje à Lusa o diretor-geral do Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE), Elviro Moniz.</P><br />
<P>&#8220;Quando implementámos o sistema biométrico, em 15 de julho de 2024, a base de dados registava 926.003 eleitores. Deste total, apenas 306.605 eleitores [33,11%] atualizaram o seu cartão eleitoral para biométrico, enquanto os restantes 619.398 eleitores [66,89%] ainda não o fizeram&#8221;, afirmou Elviro Moniz.</P><br />
<P>O responsável indicou que o STAE registou também 43.840 novos eleitores através do novo sistema biométrico.</P><br />
<P>Assim, e juntando os novos eleitores recenseados, o total de cidadãos com cartão biométrico ascende a 350.445, salientou Elviro Moniz.</P><br />
<P>O dirigente salientou também que prevê a inscrição de mais 20 mil novos eleitores até ao final do ano.</P><br />
<P>O STAE vai iniciar em julho o processo de recenseamento eleitoral e atualização de cartões em 69 postos administrativos em Timor-Leste, incluindo Ataúro.</P><br />
<P>Para esse efeito, foram recrutadas 210 pessoas, sendo colocados três técnicos em cada posto administrativo para atender tanto novos eleitores como os já registados para fazerem o novo cartão eleitoral biométrico.</P><br />
<P>&#8220;Atualmente, o STAE está também a realizar processos de aprovisionamento e aquisição de materiais para apoiar os técnicos no recenseamento eleitoral e na atualização da base de dados nos postos administrativos&#8221;, referiu Elviro Moniz.</P><br />
<P>Até ao final do ano, o STAE vai realizar os processos de aprovisionamento para aquisição de materiais como urnas, cabinas de voto, tinta, carimbos e outros equipamentos para os 1.637 centros de votação no território nacional.</P><br />
<P>Em relação aos timorenses a residir no estrangeiro, o Governo prevê que o período de recenseamento comece em setembro ou outubro, permitindo a atualização dos dados eleitorais.</P><br />
<P>&#8220;A duração será de quatro meses, estando ainda em curso discussões técnicas com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação sobre o atendimento no exterior&#8221;, explicou o diretor-geral.</P><br />
<P>Segundo o responsável, o número de eleitores registados no estrangeiro na base de dados é de 10.837.</P><br />
<P>O orçamento total para os preparativos das eleições presidenciais, que vão realizar-se no próximo ano, ultrapassa os três milhões de euros.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760908]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Taiwan confiante na relação com Estados Unidos antes da cimeira Xi-Trump</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taiwan-confiante-na-relacao-com-estados-unidos-antes-da-cimeira-xi-trump/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros de Taiwan, Lin Chia-lung, reafirmou hoje a confiança no "desenvolvimento estável" das relações com Washington, antes do encontro, esta semana, entre os presidentes da China e dos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros de Taiwan, Lin Chia-lung, reafirmou hoje a confiança no &#8220;desenvolvimento estável&#8221; das relações com Washington, antes do encontro, esta semana, entre os presidentes da China e dos Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;A convite do Presidente Xi Jinping, o Presidente dos Estados Unidos da América, Donald J. Trump, vai realizar uma visita de Estado à China de 13 a 15 de maio&#8221;, afirmou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, em comunicado.</P><br />
<P>A visita será a primeira de um presidente dos EUA à China desde a realizada por Trump em 2017, durante o seu primeiro mandato, e acontece numa altura de inúmeras disputas bilaterais, que incluem questões sobre Taiwan e o mar do Sul da China.</P><br />
<P>Em declarações divulgadas pela agência de notícias pública taiwanesa CNA, Lin assegurou que Taipé irá &#8220;acompanhar de perto&#8221; o encontro e que mantém também &#8220;comunicação constante&#8221; com o Governo norte-americano.</P><br />
<P>O ministro recordou que Washington reiterou em &#8220;várias ocasiões&#8221; que a política em relação a Taiwan &#8220;não vai mudar&#8221;.</P><br />
<P>Na semana passada, o chefe da diplomacia dos Estados Unidos, o secretário de Estado Marco Rubio indicou que Taiwan &#8220;será um tema de discussão&#8221; no encontro entre Xi e Trump.</P><br />
<P>&#8220;Entendemos que os chineses compreendem a nossa posição sobre esta questão, e nós compreendemos a deles. E acredito que ambos os lados &#8212; repito, sem antecipar o que vai acontecer nas negociações &#8212; compreendem que não é do interesse de nenhum dos lados que ocorra qualquer acontecimento desestabilizador naquela parte do mundo&#8221;, disse Rubio.</P><br />
<P>Pequim considera Taiwan &#8212; governada autonomamente desde 1949 &#8212; uma &#8220;parte inalienável&#8221; do território chinês e não descarta o uso da força para assumir o controlo, uma posição rejeitada pelo Governo taiwanês, que sustenta que só os 23 milhões de habitantes da ilha têm o direito de decidir o seu futuro político.</P><br />
<P>Há mais de sete décadas que os EUA estão no meio das disputas entre os dois lados, uma vez que Washington está legalmente obrigado por lei a fornecer a Taiwan os meios necessários para a sua autodefesa e, embora não mantenha relações diplomáticas com a ilha, poderia defendê-la em caso de conflito com Pequim.</P><br />
<P>No final de abril, o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, afirmou numa conversa telefónica com Marco Rubio que Taiwan constitui o &#8220;maior ponto de risco&#8221; nas relações entre a China e os Estados Unidos e instou Washington a &#8220;honrar os seus compromissos, tomar a decisão correta e abrir novas áreas de cooperação&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760907]]></sapo:autor>
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		<title>Combustíveis. Preço do gasóleo cai hoje de forma expressiva. Saiba onde poupar nos postos mais baratos do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:45:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal está no sétimo lugar entre os países com a gasolina simples 95 mais cara, 12,9 cêntimos acima da média europeia e 46,2 cêntimos acima do preço verificado em Espanha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da subida expressiva registada <a href="https://executivedigest.sapo.pt/combustiveis-com-mais-uma-subida-de-precos-a-partir-de-hoje-veja-os-postos-mais-baratos-do-pais/">na última semana</a>, a partir desta segunda-feira vai sentir um forte alívio na sua carteira, com previsão de descida dos preços dos combustíveis: de acordo com fontes do setor contactadas pela ‘Executive Digest’, “a orientação será para uma queda de até 8 cêntimos por litro no preço do gasóleo” e de “até 2 cêntimos por litro no preço da gasolina 95”.</p>
<p>Os postos de marca própria – que normalmente funcionam junto aos hipermercados – seguem a tendência dos postos de abastecimento ‘normais’ e reportam “uma descida de 0,0754 euros no gasóleo e de 0,0192 euros na gasolina 95”, adiantou outra fonte.</p>
<p>Assim, esta segunda-feira vai trazer a quarta queda nos preços nas últimas cinco semanas no caso do gasóleo e apenas a terceira na gasolina 95. Recorde-se que desde o início do ano os condutores de carros diesel passaram de pagar 1,533 para os atuais 2,034 €/litro, ao passo que a gasolina 95 subiu de 1,661 para 1,944 €/litro. No entanto, essa diferença vai diluir-se um pouco mais a partir de hoje. Veja como evoluiu o preço dos combustíveis nos dois períodos referidos:</p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/montanha-russa-dos-precos-combustiveis-voltam-a-baixar-fortemente-na-proxima-semana-saiba-quanto-vai-poupar/combustiveis-erse-1/" rel="attachment wp-att-760251"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-760251" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1.png" alt="" width="1249" height="554" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1.png 1249w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1-300x133.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1-900x399.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1-768x341.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1-1200x532.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1-600x266.png 600w" sizes="(max-width: 1249px) 100vw, 1249px" /></a></p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/montanha-russa-dos-precos-combustiveis-voltam-a-baixar-fortemente-na-proxima-semana-saiba-quanto-vai-poupar/combustiveis-erse/" rel="attachment wp-att-760252"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-760252" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE.png" alt="" width="1214" height="535" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE.png 1214w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-300x132.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-900x397.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-768x338.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-1200x529.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Combustiveis-ERSE-600x264.png 600w" sizes="(max-width: 1214px) 100vw, 1214px" /></a></p>
<p><strong>Portugal está em 7º lugar dos países da UE com preço da gasolina 95 mais cara</strong></p>
<p>No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal está no sétimo lugar entre os países com a gasolina simples 95 mais cara, 12,9 cêntimos acima da média europeia e 46,2 cêntimos acima do preço verificado em Espanha. Quanto ao gasóleo simples, o nosso país está na 9ª posição do preço mais caro, a 29,4 cêntimos do preço no país vizinho e mais 5,3 cêntimos da média europeia.</p>
<p>Os Países Baixos têm, de longe, o preço mais elevado do Velho Continente no que diz respeito à gasolina 95: 2,388 euros/litro. Também no caso do gasóleo são os campeões dos preços caros: 2,365 euros/litro.</p>
<p>Mesmo com a descida de preço previsto para hoje, é possível poupar alguns euros se souber onde estão os postos mais baratos do país. Consulte a lista:</p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/montanha-russa-dos-precos-combustiveis-voltam-a-baixar-na-proxima-semana-sobretudo-o-gasoleo-saiba-quanto-vai-poupar/postos-combustiveis-gasoleo/" rel="attachment wp-att-760259"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-760259" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustiveis-gasoleo.png" alt="" width="1024" height="613" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustiveis-gasoleo.png 1024w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustiveis-gasoleo-300x180.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustiveis-gasoleo-752x450.png 752w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustiveis-gasoleo-768x460.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustiveis-gasoleo-600x359.png 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></p>
<p><a href="https://executivedigest.sapo.pt/montanha-russa-dos-precos-combustiveis-voltam-a-baixar-na-proxima-semana-sobretudo-o-gasoleo-saiba-quanto-vai-poupar/postos-combustivel-gasolina-95/" rel="attachment wp-att-760260"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-760260" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustivel-gasolina-95.png" alt="" width="1030" height="542" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustivel-gasolina-95.png 1030w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustivel-gasolina-95-300x158.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustivel-gasolina-95-855x450.png 855w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustivel-gasolina-95-768x404.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/Postos-combustivel-gasolina-95-600x316.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1030px) 100vw, 1030px" /></a></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759633]]></sapo:autor>
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		<title>Crimes de violência baseada no género continuam elevados em Timor-Leste &#8211; relatório</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/crimes-de-violencia-baseada-no-genero-continuam-elevados-em-timor-leste-relatorio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa de Monitorização do Sistema Judicial alertou que Timor-Leste continua a registar níveis elevados de crimes de violência baseada no género, que constituem um grande desafio para o setor da justiça.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Programa de Monitorização do Sistema Judicial alertou que Timor-Leste continua a registar níveis elevados de crimes de violência baseada no género, que constituem um grande desafio para o setor da justiça.</P><br />
<P>&#8220;A realidade demonstra que os casos de violência baseada no género continuam a ser significativamente mais elevados do que outro tipo de crimes&#8221;, apesar dos esforços feitos pelo Governo e outras entidades para promover políticas, proteger vítimas e condenar responsáveis por violência contra mulheres e raparigas, pode ler-se no relatório relativo a 2025.</P><br />
<P>Em 2025, o Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP, na sigla em inglês) monitorizou 745 processos-crime, dos quais 568, ou 76%, eram casos de violência baseada no género.</P><br />
<P>Dos 568 casos, 518 envolviam mulheres e raparigas como ofendidas ou vítimas, enquanto 50 casos envolviam homens e rapazes como ofendidos.</P><br />
<P>&#8220;Estas estatísticas demonstram que os casos relacionados com violência baseada no género continuam a ocupar a posição predominante nos tribunais, sendo que a maioria das vítimas [69%] são mulheres e raparigas, em comparação com 7% de homens e rapazes como vítimas&#8221;, salienta o relatório.</P><br />
<P>O JSMP destaca também que a tendência se mantém consistente ao longo dos últimos cinco anos.</P><br />
<P>&#8220;Os relatórios do JSMP de 2023 e 2024 já destacavam que mais de 70% do total de casos monitorizados correspondiam a casos de violência baseada no género. Antes disso, os relatórios anuais do JSMP relativos ao período entre 2020 e 2022 mostravam que entre 71% e 75% do total de processos-crime monitorizados eram casos de violência baseada no género&#8221;, refere.</P><br />
<P>No documento, a JSMP lamenta que, apesar das estatísticas serem preocupantes, não haja um &#8220;esforço sério por parte das instituições judiciais para responder a esta situação através da aplicação de penas rigorosas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nos casos de violência baseada no género, continuam a prevalecer acusações e decisões assentes em penas de multa e penas suspensas de prisão, em comparação com outras modalidades de pena, apesar de, ao longo de muitos anos, estas medidas não terem produzido efeitos significativos na prevenção e combate à violência contra mulheres e crianças&#8221;, afirma o programa no relatório.</P><br />
<P>Segundo a Comissão para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres, das Nações Unidas, Timor-Leste fez progressos na igualdade para mulheres e meninas, mas ainda regista um alto índice de violência doméstica e sexual.</P><br />
<P>Dados da comissão indicam que mais de metade das mulheres timorenses com idades entre os 15 e os 49 anos sofreram violência física ou sexual de um parceiro do sexo masculino.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760906]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo e sindicatos voltam à mesa esta segunda-feira para discutir novo modelo de concursos de professores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-e-sindicatos-voltam-a-mesa-esta-segunda-feira-para-discutir-novo-modelo-de-concursos-de-professores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[Em cima da mesa está o novo modelo de concursos, uma das matérias centrais desta fase do processo, que poderá alterar de forma significativa as regras de recrutamento, colocação e admissão de docentes nas escolas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação, Ciência e Inovação recebe esta segunda-feira os sindicatos dos professores para mais uma reunião negocial no âmbito da revisão do Estatuto da Carreira Docente.</p>
<p>Em cima da mesa está o novo modelo de concursos, uma das matérias centrais desta fase do processo, que poderá alterar de forma significativa as regras de recrutamento, colocação e admissão de docentes nas escolas.</p>
<p>A reunião dá continuidade ao calendário negocial que tem vindo a decorrer desde o final de 2025 e que entrou nos últimos meses numa fase mais técnica, centrada sobretudo no acesso à profissão e na reorganização dos mecanismos de colocação.</p>
<p>O Governo quer manter um concurso nacional para professores que pretendam mudar de escola ou vincular, mas propõe criar também um concurso contínuo nacional, aberto ao longo do ano letivo, que substituirá vários mecanismos concursais atualmente existentes.</p>
<p>Segundo a proposta apresentada pelo Ministério em março, esse concurso contínuo deverá funcionar com fases automáticas e assentar numa base nacional única de docentes, ordenada e permanentemente atualizada.</p>
<p>A intenção do Governo é reduzir os tempos de colocação e responder mais rapidamente às necessidades das escolas, em particular quando surgem vagas por aposentação, baixas médicas ou outras ausências prolongadas.</p>
<p><strong>Concurso nacional mantém-se, mas com nova via contínua</strong></p>
<p>A proposta do Ministério mantém o princípio de um concurso centralizado, de âmbito nacional e com respeito pela graduação profissional dos docentes.</p>
<p>Esse ponto tem sido valorizado por várias estruturas sindicais, que têm defendido que qualquer alteração ao modelo de recrutamento deve preservar a lista graduada nacional como garantia de transparência e equidade.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o Governo pretende criar um mecanismo mais flexível para responder às necessidades das escolas ao longo do ano.</p>
<p>O novo concurso contínuo nacional deverá permitir candidaturas em qualquer momento e a atualização de preferências pelos candidatos, eliminando limitações que, segundo o Ministério, penalizam sobretudo docentes recém-diplomados ou candidatos que entram no sistema fora dos prazos tradicionais.</p>
<p>A proposta do Governo prevê ainda que legislação atualmente dispersa sobre concursos, ingresso, habilitações e grupos de recrutamento passe a integrar o Estatuto da Carreira Docente.</p>
<p>O Ministério tem defendido que o novo modelo permitirá uma resposta mais rápida, automática e ajustada às necessidades do sistema, sem depender de sucessivas validações administrativas pelas escolas.</p>
<p><strong>Sindicatos querem garantias de transparência e valorização</strong></p>
<p>Do lado sindical, as reservas mantêm-se.</p>
<p>As organizações representativas dos professores têm insistido na necessidade de garantir que o novo modelo não fragiliza a carreira, não aumenta a precariedade e não abre caminho a formas de recrutamento menos transparentes.</p>
<p>A Fenprof tem acusado o Ministério de manter o processo centrado no recrutamento e admissão de docentes, sem responder ainda às questões estruturais de valorização da carreira e da profissão.</p>
<p>A federação defende que a revisão do Estatuto da Carreira Docente não pode limitar-se aos concursos e deve incluir medidas capazes de tornar a profissão mais atrativa, garantir renovação geracional e combater a precariedade.</p>
<p>Também o SIPE tem defendido maior justiça nas colocações, alertando para situações em que docentes são colocados longe da sua área de residência apesar de existirem vagas mais próximas atribuídas a candidatos com menor graduação.</p>
<p>Entre as preocupações sindicais está ainda a necessidade de conhecer com maior detalhe o articulado jurídico do novo modelo, os critérios de funcionamento da base nacional única e a forma como serão compatibilizadas as preferências dos docentes com as necessidades das escolas.</p>
<p><strong>Falta de professores pressiona revisão do Estatuto</strong></p>
<p>A revisão do Estatuto da Carreira Docente decorre num contexto de forte pressão sobre as escolas, marcado pela falta de professores em vários grupos de recrutamento e regiões do país.</p>
<p>O Governo vê no novo modelo de concursos uma ferramenta para reduzir períodos sem aulas e acelerar a substituição de docentes em falta.</p>
<p>Os sindicatos, porém, têm insistido que a escassez de professores não será resolvida apenas com mudanças nos procedimentos concursais.</p>
<p>Para as estruturas sindicais, o problema exige medidas de valorização da carreira, melhoria das condições de trabalho, combate à instabilidade e criação de incentivos que tornem a docência mais atrativa para os jovens.</p>
<p>A reunião desta segunda-feira deverá, por isso, voltar a expor a diferença de prioridades entre Ministério e sindicatos: de um lado, a aposta governamental numa reorganização técnica dos concursos; do outro, a exigência sindical de uma revisão mais ampla da carreira.</p>
<p><strong>Governo quer fechar discussão até junho</strong></p>
<p>O Ministério da Educação tem como objetivo concluir esta fase da discussão até junho, para que as novas regras possam ser preparadas e entrar em vigor no próximo ciclo previsto pelo Governo.</p>
<p>A proposta oficial apresentada em março aponta para a criação de um concurso contínuo nacional, com fases automáticas, destinado a substituir mecanismos como a contratação de escola e outros procedimentos atualmente usados para responder a necessidades temporárias.</p>
<p>A expectativa do Governo é que o novo sistema esteja operacional no ano letivo de 2027/2028.</p>
<p>Para já, a reunião desta segunda-feira deverá servir para aprofundar a discussão técnica sobre o modelo de recrutamento e admissão de professores, numa negociação que continua longe de estar fechada.</p>
<p>O desfecho será decisivo para perceber se Governo e sindicatos conseguem aproximar posições numa das reformas mais sensíveis da educação: a forma como os professores entram, se movimentam e permanecem nas escolas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759301]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CGTP entrega hoje pré-aviso de greve geral para &#8220;derrotar o pacote laboral&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/cgtp-entrega-hoje-pre-aviso-de-greve-geral-para-derrotar-o-pacote-laboral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma delegação da Comissão Executiva da CGTP vai deslocar-se hoje ao Ministério do Trabalho, em Lisboa, para entregar o pré-aviso da greve geral agendada para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, cujas negociações terminaram sem acordo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma delegação da Comissão Executiva da CGTP vai deslocar-se hoje ao Ministério do Trabalho, em Lisboa, para entregar o pré-aviso da greve geral agendada para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, cujas negociações terminaram sem acordo.</P><br />
<P>A delegação será encabeçada pelo secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, sendo que a entrega do pré-aviso acontece depois de as negociações sobre as alterações à legislação laboral terem terminado, na quinta-feira, sem acordo entre o Governo e os parceiros sociais em sede de Concertação Social. </P><br />
<P>A paralisação foi anunciada ainda antes de terem terminado as negociações e o lema é &#8220;Derrotar o pacote laboral&#8221;, segundo o cartaz que tem sido divulgado pela Intersindical.</P><br />
<P>O anteprojeto de reforma da legislação laboral, intitulado &#8220;Trabalho XXI&#8221;, foi apresentado pelo Governo de Luís Montenegro (PSD e CDS-PP) em 24 de julho de 2025 como uma revisão &#8220;profunda&#8221; do Código de Trabalho, ao contemplar mais de 100 alterações.  </P><br />
<P>As alterações propostas em julho mereceram um rotundo &#8216;não&#8217; das centrais sindicais, que argumentaram que é um &#8220;ataque&#8221; aos direitos dos trabalhadores, tendo levado CGTP e UGT a avançarem para uma greve geral convergente em 11 de dezembro de 2025. </P><br />
<P>Nos últimos meses, o Governo optou por reunir-se com a UGT e com as quatro confederações empresariais no Ministério do Trabalho, deixando a CGTP de fora, argumentando que a central sindical se colocou desde o início à margem das negociações ao exigir desde o início a retirada da proposta.</P><br />
<P>A CGTP acusou o Governo de ser &#8220;profundamente antidemocrático&#8221; e de ter uma atitude &#8220;anticonstitucional&#8221; ao convocar &#8220;reuniões paralelas&#8221; às reuniões plenárias de Concertação Social.</P><br />
<P>Terminado o processo em Concertação Social, o Governo vai submeter uma proposta de lei ao parlamento baseada no anteprojeto inicial e com os &#8220;contributos que considera úteis e que retirou deste processo&#8221;, reiterou Palma Ramalho, na quinta-feira. </P><br />
<P>Em entrevista à Sic Notícias, a ministra do Trabalho manifestou vontade de negociar com o PS e o Chega a reforma laboral no parlamento, mas considerou insustentável a condição imposta por André Ventura de descida da idade da reforma.</P><br />
<P></P><br />
<P>JMF (PCT/DMC) // CSJ</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760905]]></sapo:autor>
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		<title>Interferência política no sistema judicial de Timor-Leste preocupa organização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:21:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP, na sigla em inglês) em Timor-Leste manifestou preocupação com a interferência política no sistema judicial, o que pode colocar em risco o Estado de Direito democrático.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP, na sigla em inglês) em Timor-Leste manifestou preocupação com a interferência política no sistema judicial, o que pode colocar em risco o Estado de Direito democrático.</P><br />
<P>&#8220;Em 2025, o JSMP registou que o setor judicial atravessou diversos desafios, que foram entendidos como interferência política direta no poder judicial&#8221;, pode ler-se no relatório de monitorização do sistema judicial durante 2025 e divulgado a semana passada.</P><br />
<P>Segundo o documento, as interferências foram observadas &#8220;através de políticas legislativas introduzidas para reestruturas a liderança máxima do setor judicial&#8221;, que geraram críticas e preocupações sobre questões de inconstitucionalidade.</P><br />
<P>&#8220;Além disso, declarações e afirmações políticas de líderes do poder executivo, com a intenção de desacreditar o trabalho do setor judicial, bem como pressões externas de diferentes forças sociais, revelam uma tendência para colocar o setor judicial numa posição de fragilidade e incapacidade institucional&#8221;, salienta o relatório.</P><br />
<P>As interferências, acrescenta o documento, podem também &#8220;criar desentendimentos e disputas institucionais cujo propósito é enfraquecer o papel e o funcionamento normal e regular do poder judicial, conforme previsto na Constituição&#8221;.</P><br />
<P>O parlamento timorense aprovou, em abril de 2025, alterações à lei da organização judiciária, permitindo que o chefe de Estado possa nomear o presidente do Tribunal de Recurso entre os juízes timorenses com mais de 20 anos de carreira que não integrem os quadros do órgão.</P><br />
<P>Apesar das fortes críticas, o Presidente timorense, José Ramos-Horta, promulgou a lei e nomeou de imediato o juiz de segunda classe Afonso Carmona para o cargo de presidente do Tribunal de Recurso, tendo este tomado posse em 29 de abril de 2025.</P><br />
<P>O movimento político Frente Revolucionária de Timor-Leste Independente (Fretilin) requereu a fiscalização abstrata da constitucionalidade da norma alterada e o Tribunal de Recurso considerou a alteração inconstitucional, bem como a nomeação de Afonso Carmona.</P><br />
<P>&#8220;Num contexto de turbulência ou perturbação política torna-se mais fácil conduzir o poder judicial para o domínio do poder político, o que acabará por enfraquecer e comprometer a capacidade do próprio setor judicial&#8221;, adverte o JSMP, salientando que tais fenómenos não são seguros para o Estado de Direito democrático.</P><br />
<P>Em 2025, o JSMP monitorizou também 747 casos, dos quais 745 eram processos-crime. A maioria, 568 casos, referia-se a crimes de violência baseada no género e 50 casos a crimes contra crianças.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760904]]></sapo:autor>
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		<title>Chuva, trovoada e frio: depressão no Atlântico marca o estado do tempo esta segunda-feira. Até quando este &#8216;novo inverno&#8217;?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de um fim de semana chuvoso, fresco e por vezes ventoso, a semana começa sem sinais de estabilização imediata]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental mantém-se esta segunda-feira sob a influência de uma depressão no Atlântico, posicionada na região entre os Açores, a Madeira e o continente, que continua a trazer chuva, trovoada, vento e temperaturas abaixo do normal para maio.</p>
<p>A previsão da &#8216;Luso Meteo&#8217; aponta para um episódio de instabilidade prolongada, com várias bandas de precipitação e frentes associadas a atravessarem o território continental. O &#8216;Tempo.pt&#8217; também prevê que esta segunda-feira seja marcada por tempo instável, com uma nova frente ativa a alimentar chuva generalizada.</p>
<p>Depois de um fim de semana chuvoso, fresco e por vezes ventoso, a semana começa sem sinais de estabilização imediata.</p>
<p>A chuva deverá cobrir rapidamente o país a partir das primeiras horas da manhã, mantendo-se ao longo do dia em vários pontos do continente.</p>
<p>A precipitação deverá começar a perder força ao final do dia, mas a instabilidade não desaparece por completo e poderá prolongar-se para terça-feira.</p>
<p><strong>Chuva pode chegar a todo o continente</strong></p>
<p>A depressão atlântica continua a gerar frentes e aguaceiros que deverão afetar praticamente todo o território continental.</p>
<p>A chuva será, em muitos momentos, generalizada, embora com períodos de maior intensidade consoante a região e a passagem das bandas de precipitação.</p>
<p>As zonas do litoral Centro e Sul, as áreas montanhosas, o Barlavento Algarvio e, em alguns momentos, a Área Metropolitana de Lisboa podem estar entre as regiões mais expostas à precipitação mais significativa, segundo a tendência descrita pela Luso Meteo.</p>
<p>A instabilidade poderá também favorecer episódios de trovoada, sobretudo no litoral e em zonas de montanha.</p>
<p>Não está previsto, para já, um cenário generalizado de vento muito forte, mas poderão ocorrer rajadas em algumas zonas, sobretudo em áreas mais expostas.</p>
<p><strong>Temperaturas continuam abaixo da média</strong></p>
<p>Além da chuva, o ambiente deverá manter-se fresco para a época.</p>
<p>As temperaturas deverão continuar abaixo da média para maio, num padrão que tem marcado os últimos dias e que deverá persistir pelo menos até meio da semana.</p>
<p>A sensação térmica poderá ser mais baixa em zonas de montanha, no litoral e nas áreas mais expostas ao vento.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; alerta que o episódio traz água acima do normal para maio e um cenário mais típico de abril, com chuva mais generalizada do que é habitual neste mês, normalmente associado a trovoadas mais localizadas.</p>
<p>Por isso, a recomendação passa por manter o guarda-chuva por perto, usar roupa adequada ao frio e redobrar cuidados na condução, sobretudo em zonas onde possam surgir lençóis de água, piso escorregadio ou granizo.</p>
<p><strong>Terça-feira ainda pode trazer nova vaga de chuva</strong></p>
<p>A instabilidade deverá continuar na terça-feira, embora com algumas variações ao longo do dia.</p>
<p>A madrugada poderá ser mais calma em algumas regiões, com aguaceiros irregulares, mas a chuva deverá voltar a progredir pelo continente em poucas horas.</p>
<p>A previsão aponta para períodos de chuva fraca a moderada, por vezes persistente, com tendência para nova dissipação ao final do dia.</p>
<p>A partir de quarta-feira, ainda poderá haver novo agravamento durante a tarde, especialmente no litoral Norte e Centro.</p>
<p>A melhoria mais consistente poderá começar a surgir apenas a partir de quinta-feira, embora a previsão a médio prazo mantenha alguma incerteza.</p>
<p><strong>Frio polar ainda é uma possibilidade para os dias seguintes</strong></p>
<p>Depois deste episódio de chuva, os modelos continuam a apontar para a possibilidade de uma entrada de ar mais frio nos dias seguintes, embora esse cenário ainda não seja totalmente certo.</p>
<p>A &#8216;Luso Meteo&#8217; admite que, se a entrada fria se confirmar, poderá haver nova descida das temperaturas e até neve nos pontos mais altos da Serra da Estrela.</p>
<p>Essa possibilidade deverá ser acompanhada nos próximos dias, já que os modelos ainda apresentam diferenças relevantes.</p>
<p>Para já, a certeza é que esta segunda-feira será marcada por chuva, ambiente fresco e tempo instável em Portugal continental.</p>
<p>Maio continua, assim, longe de um cenário primaveril estável, com a depressão atlântica a manter o país de guarda-chuva na mão no arranque da semana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_759628]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Avião da Turkish Airlines incendeia-se ao aterrar em aeroporto do Nepal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aviao-da-turkish-airlines-incendeia-se-ao-aterrar-em-aeroporto-do-nepal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 05:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um avião da companhia aérea turca Turkish Airlines incendiou-se ao aterrar hoje no principal aeroporto do Nepal, sem causar feridos, mas obrigando ao encerramento do aeroporto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um avião da companhia aérea turca Turkish Airlines incendiou-se ao aterrar hoje no principal aeroporto do Nepal, sem causar feridos, mas obrigando ao encerramento do aeroporto.</P><br />
<P>O voo, proveniente de Istambul com 277 passageiros a bordo, aterrou no Aeroporto Internacional Tribhuvan, em Katmandu, com fogo e fumo no trem de aterragem direito.</P><br />
<P>As equipas de emergência responderam à chamada e controlaram o incêndio, e os passageiros do Airbus A330 foram retirados em segurança, segundo as autoridades aeroportuárias.</P><br />
<P>O aeroporto foi encerrado durante a manhã.</P><br />
<P>Várias aeronaves com destino a Katmandu foram retidas enquanto as autoridades investigavam o incidente e tentavam libertar a única pista disponível no aeroporto.</P><br />
<P>O Nepal regista acidentes aéreos com relativa frequência, devido ao terreno montanhoso e clima variável, que dificultam as condições de voo.</P><br />
<P>Em 2015, um outro avião da Turkish Airlines, que aterrava no meio de um denso nevoeiro em Katmandu, saiu da pista escorregadia, provocando o encerramento do aeroporto durante vários dias.</P><br />
<P>Não houve feridos e o avião foi posteriormente rebocado para fora do aeroporto e transformado em museu.</P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760903]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ONG denuncia morte de mais um preso político sob custódia na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 04:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A organização não-governamental (ONG) Foro Penal disse que o cadáver de um preso político, detido desde fevereiro, foi encontrado no domingo na esquadra da polícia de Anaco, no nordeste da Venezuela.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A organização não-governamental (ONG) Foro Penal disse que o cadáver de um preso político, detido desde fevereiro, foi encontrado no domingo na esquadra da polícia de Anaco, no nordeste da Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;A nossa equipa realizou as investigações necessárias sobre a morte do ex-vereador José Manuel García&#8221;, disse, no domingo, à agência de notícias France-Presse a coordenadora regional da ONG, que assegura a defesa dos presos políticos.</P><br />
<P>&#8220;O seu óbito foi confirmado; ocorreu enquanto estava detido nas celas da Polícia Municipal de Anaco, onde estava preso desde fevereiro de 2026 por alegada fraude e extorsão&#8221;, disse a coordenadora, que pediu para não ser identificada por receio de represálias.</P><br />
<P>&#8220;O corpo foi encontrado a 10 de maio de 2026 e, de seguida, encaminhado para o Serviço Nacional de Medicina Legal de Barcelona, município de Simón Bolívar, estado de Anzoátegui, para a determinação oficial da causa da morte, que ainda não foi divulgada oficialmente&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Esta morte eleva para 20 o número de presos políticos que morreram sob custódia desde 2014.</P><br />
<P>O anúncio ocorreu três dias depois das autoridades reconhecerem, mais de nove meses após o falecimento, a morte sob custódia de outro preso político, Víctor Hugo Quero Navas, de 51 anos, que estava desaparecido desde a detenção, em janeiro de 2025.</P><br />
<P>Também no domingo, a Igreja Católica da Venezuela exigiu que sejam apuradas as responsabilidades criminais pela morte do preso político e opositor Víctor Hugo Quero Navas em 2025, reconhecida esta semana pelo Governo de Caracas.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no domingo, Dia da Mãe, a Conferência Episcopal Venezuelana (CEV) manifestou &#8220;profunda consternação e tristeza&#8221; pela morte de Quero Navas, só reconhecida após meses de buscas por parte da mãe, Carmen Navas.</P><br />
<P>O corpo de Quero Navas foi exumado na sexta-feira pelas autoridades venezuelanas, depois de o Governo ter reconhecido na quinta-feira a sua morte, ocorrida há dez meses.</P><br />
<P>O Ministério do Serviço Penitenciário venezuelano indicou que Quero se encontrava detido na prisão El Rodeo I, perto de Caracas, desde 03 de janeiro de 2025, e foi transferido para um hospital a 15 de julho, após apresentar &#8220;hemorragia digestiva superior e síndrome febril aguda&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com o texto oficial, faleceu quase dez dias depois devido a &#8220;insuficiência respiratória aguda secundária a tromboembolismo pulmonar&#8221;.</P><br />
<P>O ministério assegurou que, durante o período de detenção, Quero &#8220;não forneceu dados sobre laços familiares e nenhum familiar se apresentou para solicitar uma visita formal&#8221;.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a líder da oposição venezuelana e Prémio Nobel da Paz María Corina Machado exigiu a libertação de todos os presos políticos no país &#8220;antes que morram mais&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>VQ (APL/ATR) // CAD</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760902]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hantavírus: Norte-americano retirado do cruzeiro afetado por surto testa positivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 04:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos 17 norte-americanos retirados do MV Hondius, o navio de cruzeiro afetado por um surto de hantavírus, testou positivo mas não apresenta sintomas, disseram as autoridades de saúde dos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um dos 17 norte-americanos retirados do MV Hondius, o navio de cruzeiro afetado por um surto de hantavírus, testou positivo mas não apresenta sintomas, disseram as autoridades de saúde dos Estados Unidos.</P><br />
<P>O voo fretado transportava 17 norte-americanos, retirados de avião após o navio ter chegado a Tenerife, a maior ilha do arquipélago das Caraíbas. A aeronave deveria chegar ao Nebraska, no centro dos EUA, no início do dia de hoje.</P><br />
<P>Os norte-americanos serão levados primeiro para a Universidade de Nebraska, que possui uma instalação de quarentena financiada pelo Governo federal, para avaliar se estiveram em contacto próximo com pessoas sintomáticas e os níveis de risco de propagação do vírus.</P><br />
<P>&#8220;Um passageiro será transportado para a Unidade de Biocontenção do Nebraska após a chegada, enquanto os outros passageiros irão para a Unidade Nacional de Quarentena para avaliação e monitorização&#8221;, disse a porta-voz do Centro Médico de Nebraska, Kayla Thomas.</P><br />
<P>&#8220;O passageiro que irá para a Unidade de Biocontenção testou positivo para o vírus, mas não apresenta sintomas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Horas antes, o primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, indicou na rede social X que um dos cinco franceses retirados do MV Hondius e repatriados no domingo para França, apresenta sintomas de hantavírus.</P><br />
<P>&#8220;Ele apresentou sintomas no avião de repatriamento&#8221;, informou. &#8220;Estes cinco passageiros foram imediatamente colocados em isolamento rigoroso até nova ordem, estão a receber cuidados médicos e serão submetidos a testes e a um exame de saúde&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Além disso, o Governo vai aprovar &#8220;ainda esta noite&#8221; um decreto para implementar as medidas de isolamento adequadas a estes casos de contacto.</P><br />
<P>A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda 42 dias de quarentena para quem esteve no navio, mas cada país é livre de tomar uma decisão, disse no domingo o diretor-geral da agência da ONU.</P><br />
<P>Tedros Adhanom Ghebreyesus disse que a OMS já emitiu uma recomendação de 42 dias de quarentena, &#8220;com seguimento ativo&#8221;, em casa ou numa unidade de saúde, para tripulantes e passageiros do MV Hondius após a saída do paquete.</P><br />
<P>Hoje serão ainda desembarcadas e repatriadas 24 pessoas para a Austrália e Países Baixos.</P><br />
<P>O barco, com uma parte da tripulação a bordo, que não vai desembarcar nas Canárias, seguirá depois para os Países Baixos, onde está registado o cruzeiro e de onde é o armador.</P><br />
<P>A OMS confirmou até agora seis casos de oito suspeitos de infeção com hantavírus em pessoas que viajaram no barco. Três pessoas morreram e nenhum dos doentes ou suspeitos de estarem infetados estavam já a bordo quando o barco chegou às Canárias.   </P><br />
<P>O navio viajava desde a Argentina, pelo Atlântico Sul, e suscitou um alerta sanitário internacional no passado fim de semana.   </P><br />
<P>O hantavírus transmite-se geralmente a partir de roedores infetados. A variante detetada no paquete, o hantavírus Andes, é rara e pode transmitir-se de pessoa para pessoa. </P><br />
<P>Os sintomas da infeção com hantavírus são, inicialmente, semelhantes aos da gripe, como tosse, fadiga ou dores de cabeça e musculares.</P><br />
<P>Dependendo da estirpe, o hantavírus pode provocar uma infeção pulmonar ou renal. </P><br />
<P>A OMS garante que o risco deste surto para a população em geral é baixo.</P><br />
<P></P><br />
<P>VQ (AJR/MP) // CAD</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760901]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Inflação na China supera previsões dos analistas e acelera para 1,2% em abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 03:25:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Preços no Consumidor (IPC), o principal indicador de inflação da China, subiu 1,2% em abril face ao período homólogo, mais 0,2 pontos percentuais em relação a março, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Índice de Preços no Consumidor (IPC), o principal indicador de inflação da China, subiu 1,2% em abril face ao período homólogo, mais 0,2 pontos percentuais em relação a março, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>Os dados divulgados pelo Departamento Nacional de Estatística (NBS, na sigla em inglês) contrariam as expectativas dos analistas, que previam uma queda, do valor de 1% registado em março, para 0,8%.</P><br />
<P>A instituição atribuiu a tendência principalmente ao impacto dos preços internacionais do crude e ao aumento da procura devido às viagens de férias, num mês que incluiu um feriado prolongado de três dias pelo Dia dos Finados chinês e os dias que antecederam o feriado de cinco dias que começou a 1 de maio, o Dia do Trabalhador.</P><br />
<P>O especialista do NBS Dong Lijuan observou que os preços da energia subiram 5,7% em relação ao mês anterior, com um aumento notável de 12,6% na gasolina, no meio do aumento dos custos dos combustíveis devido à guerra no Irão e ao bloqueio do estreito de Ormuz, por onde passam aproximadamente 45% das importações de gás e petróleo da China.</P><br />
<P>Dong salientou ainda que os serviços de transporte e turismo, impulsionados pelos feriados referidos, registaram aumentos mensais nas passagens aéreas (mais 29,2%), no aluguer de automóveis (mais 8,6%) e no alojamento em hotéis (mais 3,9%).</P><br />
<P>Em comparação com o ano anterior, os preços dos alimentos caíram 1,6%. As reduções assinaláveis nesta categoria incluíram a carne de porco (menos 15,2%), os legumes frescos (menos 0,5%) e a fruta (menos 1%), estas últimas beneficiando do aumento das temperaturas e do aumento da oferta.</P><br />
<P>Entretanto, os preços das joias de ouro subiram 46,9% em termos homólogos, embora o aumento tenha desacelerado em comparação com o mês anterior.</P><br />
<P>A inflação subjacente, que exclui os preços dos alimentos e da energia devido à sua volatilidade, situou-se em 1,2% face ao ano anterior.</P><br />
<P>O NBS divulgou também o Índice de Preços no Produtor (IPP), que mede os preços industriais e apresentou um aumento de 2,8% em abril na comparação anual, o valor mais elevado desde julho de 2022.</P><br />
<P>Na comparação mensal, o IPP passou de uma queda de 0,7% em março para um aumento de 0,3% no quarto mês do ano, impulsionado pelos &#8220;fatores internacionais&#8221; nos mercados de matérias-primas.</P><br />
<P>Os setores mais afetados foram a extração de petróleo e gás natural, onde os preços subiram 18,5% face ao mês anterior, e o processamento de combustíveis (mais 16,4%).</P><br />
<P>Dong destacou ainda os aumentos de preços em setores ligados à computação e à eletrificação, como o fabrico de fibra ótica (mais 22,5%), devido ao rápido crescimento da procura de poder computacional impulsionado pela ascensão da inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>Por fim, o NBS indicou que as medidas aplicadas para otimizar a ordem do mercado e combater a &#8220;concorrência irracional&#8221; permitiram mudanças positivas em setores como o fabrico de baterias de iões de lítio (mais 1,6% face ao mês anterior) ou os veículos elétricos e as energias renováveis, onde a descida dos preços abrandou para 0,1%.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760899]]></sapo:autor>
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		<title>China confirma visita de Presidente dos EUA de 13 a 15 de maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 02:55:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A China confirmou hoje que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai visitar o país esta semana, durante a qual irá reunir-se com o homólogo chinês e discutir o Irão e disputas comerciais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China confirmou hoje que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai visitar o país esta semana, durante a qual irá reunir-se com o homólogo chinês e discutir o Irão e disputas comerciais.</P><br />
<P>&#8220;A convite do Presidente Xi Jinping, o Presidente dos Estados Unidos da América, Donald J. Trump, vai realizar uma visita de Estado à China de 13 a 15 de maio&#8221;, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, em comunicado.</P><br />
<P>Ao contrário do que é habitual nas visitas oficiais, a China evitou até agora confirmar as datas da visita de Trump, especialmente devido à incerteza em torno da guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>A Casa Branca tinha inicialmente anunciado a viagem do Presidente dos EUA à China para o final de março ou início de abril.</P><br />
<P>Mas Donald Trump anunciou o adiamento para meados de maio, dizendo que queria dar prioridade à gestão da crise do Irão, com o bloqueio do estreito de Ormuz a afetar a economia global e os preços da energia no mercado internacional.</P><br />
<P>A visita será a primeira de um presidente dos EUA à China desde a realizada por Trump em 2017, durante o seu primeiro mandato, e acontece numa altura de inúmeras disputas bilaterais, que incluem questões sobre Taiwan e o mar do Sul da China.</P><br />
<P>As restrições norte-americanas à importação de tecnologia para a China, tarifas e inteligência artificial estarão na agenda da visita, que decorrerá de quarta a sexta-feira, anunciou a Casa Branca.</P><br />
<P>A viagem acontece após a trégua comercial acordada pelos dois líderes em outubro na cidade sul-coreana de Busan e será precedida por negociações comerciais que o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, e o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, vão realizar na quarta-feira em Seul.</P><br />
<P>Em março, He e Bessent lideraram uma ronda de negociações comerciais de dois dias em Paris, que contou também com a presença do Representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer.</P><br />
<P>Nas conversações, as delegações abordaram elementos de terras raras, o défice comercial dos EUA, as potenciais compras chinesas de produtos agrícolas, energia e aeronaves, e a criação de uma espécie de &#8220;conselho comercial&#8221; para gerir as trocas bilaterais.</P><br />
<P>Donald Trump chegará a Pequim na noite de quarta-feira, informou Anna Kelly, vice-secretária de imprensa, aos jornalistas.</P><br />
<P>Uma cerimónia de boas-vindas e uma reunião bilateral com Xi Jinping serão realizadas na quinta-feira de manhã, seguidas de uma visita ao Templo do Céu na quinta-feira à tarde e de um banquete de Estado à noite, acrescentou Kelly.</P><br />
<P>Os dois presidentes vão tomar chá juntos, seguido de um almoço de trabalho na sexta-feira, antes de Donald Trump regressar a Washington.</P><br />
<P>Esta visita será uma oportunidade para o republicano &#8220;reequilibrar a relação com a China e priorizar a reciprocidade e a justiça, de forma a restaurar a independência económica americana&#8221;, afirmou Anna Kelly.</P><br />
<P>&#8220;Esta será uma visita de considerável importância simbólica&#8221;, mas que também permitirá que &#8220;bons acordos sejam fechados&#8221;, assegurou.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_760898]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Preço do petróleo sobe 3% após Trump criticar resposta de Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 02:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os contratos para entrega de petróleo subiram mais de 3%, após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter rejeitado a resposta do Irão à recente proposta dos Estados Unidos para terminar o conflito.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os contratos para entrega de petróleo subiram mais de 3%, após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter rejeitado a resposta do Irão à recente proposta dos Estados Unidos para terminar o conflito.</P><br />
<P>No domingo à noite, os contratos futuros do crude West Texas Intermediate &#8211; referência nos Estados Unidos &#8211; subiam 3,24% face ao fecho de sexta-feira, para 98,51 dólares (83,73 euros) por barril, e o petróleo Brent, a referência europeia, também subia 3,24% para 104,57 dólares (88,89 euros).</P><br />
<P>A perspetiva de tensões geopolíticas contínuas no Médio Oriente pressionou o mercado petrolífero para cima, enquanto os contratos futuros do mercado bolsista apontavam para o movimento oposto, de queda.</P><br />
<P>Nas negociações pré-mercado de hoje, o índice da bolsa de Nova Iorque Dow Jones Industrial Average caía 0,26%, o S&amp;P 500 caía 0,22%, enquanto o Nasdaq recuava 0,1%.</P><br />
<P>No domingo, Donald Trump rejeitou a resposta do Irão à mais recente proposta dos Estados Unidos para terminar a guerra, numa declaração feita na plataforma que detém, Truth Social.</P><br />
<P>&#8220;Acabei de ler a resposta dos chamados &#8216;representantes&#8217; do Irão. Não gosto nada. É TOTALMENTE INACEITÁVEL! Agradeço a vossa atenção a este assunto&#8221;, escreveu na sua rede social, sem adiantar mais pormenores sobre a recusa.</P><br />
<P>O chefe de Estado norte-americano voltou a recorrer à escrita em letras maiúsculas, como faz frequentemente para enfatizar a mensagem.</P><br />
<P>Noutra mensagem publicada duas horas antes, Trump acusou o Irão de se &#8220;rir dos EUA há décadas&#8221; e prometeu que tal situação não vai continuar por muito mais tempo.</P><br />
<P>Criticou ainda os anteriores presidentes norte-americanos democratas Barack Obama e Joe Biden por terem apoiado e beneficiado economicamente o Irão.</P><br />
<P>As propostas norte-americanas eram uma resposta a uma proposta anterior, com 14 pontos, apresentada pelo Irão na semana passada.</P><br />
<P> Teerão tinha anteriormente insistido que as negociações deveriam focar-se, numa primeira fase, num acordo de paz e no fim do bloqueio no estreito de Ormuz, adiando qualquer negociação sobre o seu programa nuclear para uma fase posterior.</P><br />
<P>  Um cessar-fogo mediado pelo Paquistão está em vigor desde 08 de abril, depois de Estados Unidos e Israel terem iniciado ataques contra o Irão, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P> Teerão retaliou com o bloqueio do estreito de Ormuz, por onde passa um quinto da produção mundial de petróleo, e atacando vários países do Golfo Pérsico.</P><br />
<P> Irão e EUA realizaram uma reunião de alto nível em Islamabade a 11 e 12 de abril, mas não conseguiram chegar a um acordo para terminar o conflito e desde então não chegaram a um consenso para retomar as conversações. No entanto, ambos os lados continuaram a trocar mensagens e propostas. </P><br />
<P></P><br />
<P>VQ (AG/JH) // CAD</P></p>
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		<title>Sismo de 1,8 na escala de Richter sentido em Oliveira de Azeméis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 02:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um sismo de magnitude 1,8 na escala de Richter, foi hoje sentido pelas 00:06 no concelho de Oliveira de Azeméis, distrito de Aveiro, revelou o IPMA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um sismo de magnitude 1,8 na escala de Richter, foi hoje sentido pelas 00:06 no concelho de Oliveira de Azeméis, distrito de Aveiro, revelou o IPMA.</P><br />
<P>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) adianta que o abalo não causou danos pessoais ou materiais, segundo o comunicado emitido.</P><br />
<P>Com epicentro a quatro quilómetros a nordeste da cidade de Oliveira de Azeméis, o sismo foi sentido com grau II na escala de Mercalli modificada, no concelho do mesmo nome.</P><br />
<P>Na escala de Richter, os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequenos (2,0-2,9), pequenos (3,0-3,9), ligeiros (4,0-4,9), moderados (5,0-5,9), fortes (6,0-6,9), grandes (7,0-7,9), importantes (8,0-8,9), excecionais (9,0-9,9) e extremos (quando superior a 10).</P><br />
<P>A escala de Mercalli Modificada mede os &#8220;graus de intensidade e respetiva descrição&#8221;.</P><br />
<P>Na intensidade II, considerada muito fraca, o sismo é &#8220;sentido pelas pessoas em repouso nos andares elevados de edifícios ou favoravelmente colocadas&#8221;, segundo o IPMA.</P><br />
<P></P></p>
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		<title>URGENTE: China confirma visita de Presidente dos EUA de 13 a 15 de maio</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2026 01:40:02 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China confirmou hoje que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai visitar o país esta semana, durante a qual deverá reunir-se com o homólogo chinês e discutir o Irão e disputas comerciais.</P><br />
<P>&#8220;A convite do Presidente Xi Jinping, o Presidente dos Estados Unidos da América, Donald J. Trump, vai realizar uma visita de Estado à China de 13 a 15 de maio&#8221;, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, em comunicado.</P><br />
<P></P></p>
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