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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Cleanwatts instala quase 500 painéis solares em telhado de cervejeira em Leiria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 09:35:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Cleanwatts e a Beam Park – Companhia de Cervejas de Leiria, detentora da marca XARLIE, lançaram uma Comunidade de Energia na zona centro do país, atualmente em fase de angariação de novos membros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Cleanwatts e a Beam Park – Companhia de Cervejas de Leiria, detentora da marca XARLIE, lançaram uma Comunidade de Energia na zona centro do país, atualmente em fase de angariação de novos membros.</p>
<p>O projeto assenta numa Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC), já em operação, com uma potência instalada de 278,4 kWp e um total de 464 painéis solares. A produção anual estimada ronda os 364 MWh, valor que equivale ao consumo energético de cerca de 90 famílias, sublinham as empresas.</p>
<p>A iniciativa surge num contexto de elevada volatilidade nos mercados energéticos e aumento dos preços da eletricidade, com as duas entidades a defenderem que as Comunidades de Energia representam uma solução cada vez mais relevante para promover um sistema energético mais descentralizado, sustentável e colaborativo. O modelo permite reduzir custos energéticos e a pegada carbónica dos consumidores e empresas envolvidos.</p>
<p>“Setores como o da cerveja, onde a energia tem um papel central nos processos produtivos, enfrentam o desafio da descarbonização e da independência energética, numa altura crítica por motivos geopolíticos. Este projeto mostra como é possível dar passos concretos nesse caminho, através da integração de energia renovável local e modelos colaborativos. Na verdade, ao criarmos esta Comunidade de Energia e ao procurarmos membros para a integrarem, estamos a permitir que mais pessoas tenham acesso a energia renovável a custos competitivos”, afirma o CEO da Cleanwatts, Pedro Antão Alves.</p>
<p>Também a Beam Park sublinha a importância estratégica da iniciativa para a sua operação industrial e para a redução do impacto ambiental. A empresa, que produz a cerveja XARLIE, reforça que a sustentabilidade é um eixo central da sua atividade.</p>
<p>“Projetos como este são fundamentais para responder aos desafios energéticos que, atualmente, muitas empresas enfrentam em todo o mundo. Ao integrar produção de energia renovável local, estamos a reduzir a dependência de fontes tradicionais e a dar um contributo real para a descarbonização de todas as atividades instaladas na Beam Park, onde produzimos a XARLIE. A sustentabilidade deve estar no centro da atividade empresarial e esta parceria com a Cleanwatts permite-nos dar um passo concreto, ao mesmo tempo que criamos valor para a nossa comunidade”, refere Fábio Faustino, diretor da XARLIE.</p>
<p>A Comunidade de Energia encontra-se agora aberta à adesão de novos membros, que poderão beneficiar do acesso partilhado à energia produzida localmente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770315]]></sapo:autor>
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		<title>Kia EV2 chega a Portugal com autonomia até 453 km e preço para empresas abaixo dos 30 mil euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 09:33:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Novo SUV está disponível em três versões de equipamento — Urban, Dynamic e Drive — e duas opções de bateria]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Kia iniciou em Portugal a comercialização do novo EV2, o SUV 100% elétrico mais compacto da marca e o novo ponto de entrada no seu portefólio elétrico. Representada no mercado nacional pela Astara, a marca posiciona o modelo como uma proposta europeia, prática e tecnologicamente avançada para famílias, particulares e empresas.</p>
<p>O novo Kia EV2 está disponível em três versões de equipamento — Urban, Dynamic e Drive — e duas opções de bateria. Os preços arrancam nos 29.990 euros para particulares e nos 28.490 euros para empresas, colocando o modelo num patamar particularmente relevante para quem procura um SUV elétrico de dimensões compactas, mas com autonomia suficiente para utilização diária e viagens mais longas.</p>
<p>Projetado, concebido e produzido na Europa, o EV2 assume-se como o SUV elétrico mais acessível da Kia. A versão com bateria de 42,2 kWh anuncia até 315 quilómetros de autonomia, enquanto a variante Drive Long Range, equipada com bateria de 61,0 kWh, eleva esse valor até 453 quilómetros.</p>
<p><strong>Autonomia até 453 km e carregamento em cerca de 30 minutos</strong></p>
<p>O EV2 utiliza uma arquitetura elétrica de 400V e permite carregamento rápido DC dos 10% aos 80% em 29 minutos na versão de autonomia standard e em cerca de 30 minutos na variante de autonomia alargada. Em corrente alternada, o carregamento pode chegar aos 11 kW.</p>
<p>Com esta configuração, a Kia procura responder a diferentes perfis de utilização. A bateria menor aponta para uma utilização mais urbana e suburbana, enquanto a opção Long Range reforça a aptidão familiar e permite deslocações mais longas com menor dependência de carregamentos frequentes.</p>
<p>No plano visual, o modelo segue a filosofia de design “Opposites United” da Kia e integra elementos já associados à restante gama elétrica da marca, incluindo a assinatura luminosa Star Map e luzes de circulação diurna verticais. As proporções inspiradas em modelos maiores reforçam a imagem de SUV, com linha de ombros marcada e arcos de rodas robustos.</p>
<p><strong>Interior flexível e espaço próximo do segmento C</strong></p>
<p>No habitáculo, uma das novidades é o sistema de bancos deslizantes e rebatíveis, disponível na variante de quatro lugares comercializada em Portugal com o nível Urban. Esta solução permite aumentar o espaço para as pernas atrás ou, com os bancos numa posição mais adiantada, elevar a capacidade da bagageira para mais de 400 litros.</p>
<p>Na configuração convencional de cinco lugares fixos, o EV2 oferece uma bagageira de 362 litros, procurando equilibrar espaço para os ocupantes traseiros com capacidade de carga. A Kia sublinha ainda que o desenho verticalizado do modelo permite oferecer um espaço interior comparável ao de modelos do segmento C.</p>
<p><strong>Tecnologia de segmentos superiores num SUV compacto</strong></p>
<p>O EV2 recebe o mais recente Cockpit de Navegação de Automóvel Conectado da Kia, aqui na versão Lite. O sistema integra três ecrãs: painel de instrumentos de 12,3 polegadas, ecrã tátil multimédia também de 12,3 polegadas e um ecrã intermédio de 5,3 polegadas dedicado à climatização.</p>
<p>Na segurança e assistência à condução, o modelo inclui um conjunto alargado de sistemas ADAS, normalmente associados a segmentos superiores. Entre os equipamentos disponíveis estão o Blind Collision Avoidance-Assist, o Front Collision Avoidance Assist 2.0 e o Smart Cruise Control 2.</p>
<p>O EV2 estreia ainda uma nova Unidade de Monitorização no Habitáculo. Integrado no espelho retrovisor, o sistema analisa em tempo real o nível de atenção do condutor e o posicionamento dos passageiros, ajudando a reforçar funções de segurança e a cumprir os mais recentes protocolos Euro NCAP.</p>
<p><strong>Afinação pensada para estradas europeias</strong></p>
<p>A componente dinâmica foi trabalhada especificamente para as estradas europeias, com suspensão, amortecimento e direção calibrados para garantir previsibilidade, conforto e estabilidade. A Kia destaca o controlo dos movimentos da carroçaria, a resposta suave da direção e o comportamento consistente em mudanças de faixa e condução mais dinâmica.</p>
<p>O modelo foi também validado em testes de inverno na Suécia, onde a marca confirmou estabilidade sobre neve e gelo. O Controlo Eletrónico de Estabilidade e o Modo Neve específico contribuem para um comportamento mais neutro em manobras a baixa e alta velocidade.</p>
<p>Na área do conforto acústico, o EV2 recebeu soluções de isolamento e redução de ruído adaptadas às condições europeias, incluindo materiais absorventes nas cavas das rodas, pneus Hankook ou Michelin selecionados pelo menor ruído de rolamento e componentes de isolamento em zonas como painel de instrumentos, bagageira dianteira e zona inferior da carroçaria.</p>
<p><strong>Garantia de sete anos e bateria coberta durante oito</strong></p>
<p>Tal como os restantes modelos elétricos da Kia, o EV2 beneficia de sete anos ou 150.000 quilómetros de garantia geral e oito anos ou 160.000 quilómetros para a bateria de tração. As manutenções estão previstas a cada 30.000 quilómetros ou dois anos.</p>
<p>A gama arranca no EV2 Urban, com bateria de 42,2 kWh, preço de 32.250 euros para particulares e 28.490 euros para empresas. O EV2 Dynamic custa 34.000 euros para particulares e 29.990 euros para empresas, enquanto o EV2 Drive começa nos 35.500 euros para particulares e 31.990 euros para empresas. A versão EV2 Drive Long Range, com bateria de 61,0 kWh, tem preço de 38.000 euros para particulares e 34.490 euros para empresas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770311]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Os cinco novos modelos da Peugeot até 2030 já foram oficialmente anunciados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 09:28:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Calendário foi detalhado por Alain Favey, responsável máximo da Peugeot, durante a apresentação do novo plano estratégico do grupo, conduzida pelo CEO Antonio Filosa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Peugeot vai lançar cinco novos modelos entre 2027 e 2030, numa ofensiva de produto que pretende reforçar o peso da marca dentro da Stellantis. A &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; avança que o calendário foi detalhado por Alain Favey, responsável máximo da Peugeot, durante a apresentação do novo plano estratégico do grupo, conduzida pelo CEO Antonio Filosa.</p>
<p>A estratégia surge num momento em que a Stellantis procura clarificar o papel das suas principais marcas europeias. No novo plano Fastlane, apresentado a 21 de maio, Peugeot e Fiat surgem como duas das marcas centrais para a ofensiva europeia do grupo, beneficiando do reconhecimento comercial e da presença já consolidada em vários mercados.</p>
<p>No caso da Peugeot, essa nova responsabilidade passa por manter um ritmo elevado de lançamentos. Os cinco modelos anunciados terão por base a plataforma STLA One, descrita como uma combinação de ferramentas já existentes, e vão cobrir alguns dos segmentos mais importantes para a marca, dos utilitários aos compactos.</p>
<p><strong>208 e 2008 abrem nova fase em 2027 e 2028</strong></p>
<p>Os primeiros modelos a chegar deverão ser os sucessores elétricos do 208 e do 2008. A marca francesa prepara uma estratégia invulgar: as atuais gerações dos dois modelos deverão continuar em produção, mas perderão as versões elétricas, abrindo espaço para novos E-208 e E-2008 tecnologicamente mais avançados.</p>
<p>Esta solução permite à Peugeot manter no mercado as versões com motor de combustão dos atuais 208 e 2008, ao mesmo tempo que lança novas gerações exclusivamente elétricas. A opção também ajuda a justificar preços mais elevados nos novos modelos elétricos, que deverão contar com tecnologias mais sofisticadas.</p>
<p>Entre as novidades previstas está a direção sem ligação mecânica tradicional, conhecida como &#8216;steer-by-wire&#8217;, uma tecnologia que a &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; diz já ter conhecido antecipadamente. Os novos modelos deverão também marcar uma evolução no interior, incluindo elementos como o volante hiperquadrado, já antecipado para a próxima geração do SUV 2008.</p>
<p><strong>Novo 308 deverá chegar em 2028</strong></p>
<p>Num patamar acima, a Peugeot prepara também a nova geração do 308 e da respetiva carrinha. A atual terceira geração foi lançada em 2021, pelo que a chegada de um sucessor em 2028 encaixa no ciclo normal de renovação do modelo.</p>
<p>A próxima geração deverá manter uma oferta multienergia, com versões híbridas e uma variante totalmente elétrica, seguindo a estratégia já aplicada atualmente. O 308 continuará, assim, a desempenhar um papel central no segmento dos compactos, um dos mais importantes para a imagem europeia da Peugeot.</p>
<p>O desafio será conciliar a eletrificação com preços competitivos, numa altura em que o mercado automóvel europeu continua dividido entre a pressão regulatória para reduzir emissões e a procura dos clientes por soluções ainda acessíveis.</p>
<p><strong>Sucessor do 408 pode aproximar-se mais dos SUV</strong></p>
<p>A ofensiva da Peugeot deverá incluir ainda um sucessor do atual 408. Embora a marca não tenha confirmado oficialmente todos os detalhes, a silhueta sugerida durante a apresentação aponta para uma nova geração com maior altura ao solo.</p>
<p>Essa alteração poderá aproximar ainda mais o modelo do universo SUV, reduzindo a distância entre berlina elevada, coupé e crossover. A linha será particularmente delicada porque o 408 terá de coexistir com o 3008, que já assume uma postura de SUV coupé.</p>
<p>Também neste caso, a Peugeot deverá evitar uma aposta exclusivamente elétrica. A próxima geração deverá manter uma abordagem multienergia, com versões elétricas e híbridas, podendo incluir também variantes híbridas plug-in.</p>
<p><strong>Peugeot quer corrigir o percurso do 408</strong></p>
<p>O atual 408 não teve, até agora, o impacto comercial esperado na primeira fase do seu ciclo de vida. Ainda assim, Alain Favey considera que o modelo foi “injustamente julgado”, sugerindo que a Peugeot continua a acreditar no conceito.</p>
<p>A nova geração poderá, por isso, tentar corrigir o posicionamento, aproximando-se de uma linguagem mais SUV e beneficiando da nova organização estratégica da Stellantis. A questão será perceber se essa evolução será suficiente para dar ao 408 o sucesso que o modelo atual ainda não conseguiu consolidar.</p>
<p>Com estes lançamentos, a Peugeot prepara uma década decisiva. A marca terá de renovar modelos de grande volume, reforçar a sua oferta elétrica e, ao mesmo tempo, manter versões híbridas e térmicas onde o mercado ainda o justificar. A ambição é clara: continuar a ser uma das marcas europeias mais fortes dentro da Stellantis, sem perder terreno num mercado cada vez mais competitivo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770306]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Guerra com o Irão deixa arsenal dos EUA sob pressão e abre ‘janela de vulnerabilidade’ face à China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 09:24:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pentágono poderá precisar de pelo menos três anos para reconstruir os níveis anteriores à guerra com o Irão em três tipos de munições consideradas fundamentais: Tomahawk, THAAD e Patriot]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra com o Irão deixou os arsenais americanos sob pressão e pode ter criado uma “janela de vulnerabilidade” num eventual conflito com a China no Pacífico Ocidental, escreve o &#8216;ABC&#8217;, citando uma análise do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais. Em causa está o consumo elevado de munições essenciais, incluindo mísseis Tomahawk, sistemas de defesa antimíssil THAAD e mísseis Patriot.</p>
<p>A conclusão surge depois de Donald Trump ter admitido, durante o regresso de uma cimeira com Xi Jinping na China, que “a última coisa” de que os EUA precisam neste momento é de uma guerra a “15.300 quilómetros de distância”, numa referência a Taiwan e ao risco de conflito com Pequim.</p>
<p>Segundo a análise citada pelo &#8216;ABC&#8217;, o Pentágono poderá precisar de pelo menos três anos para reconstruir os níveis anteriores à guerra com o Irão em três tipos de munições consideradas fundamentais: Tomahawk, THAAD e Patriot. O problema, sublinha o estudo, já não será apenas financeiro, mas sobretudo industrial e temporal: produzir sistemas complexos demora anos.</p>
<p><strong>Mais de mil Tomahawk usados contra o Irão</strong></p>
<p>O CSIS estima que os EUA tenham usado mais de mil mísseis Tomahawk durante o conflito com o Irão, cerca de cinco vezes mais do que a quantidade prevista para reposição em 2026. Mesmo com uma aceleração da produção nos próximos anos, os níveis de stock anteriores à guerra só deverão ser recuperados no final de 2030 ou no início de 2031.</p>
<p>Também os sistemas THAAD foram fortemente utilizados. A análise estima que entre 190 e 290 unidades tenham sido empregues, com reposição apenas prevista para meados ou final de 2029.</p>
<p>No caso dos Patriot, o desgaste é igualmente expressivo. O número de unidades usadas no conflito é estimado entre 1&#8217;060 e 1&#8217;430, quando o Pentágono deverá adquirir apenas 172 novas unidades este ano. Os níveis anteriores só deverão ser recuperados em meados de 2029.</p>
<p>A situação é ainda mais sensível porque estes mísseis defensivos também fazem parte do apoio militar à Ucrânia contra a Rússia e têm sido enviados para outros aliados dos EUA.</p>
<p><strong>Pentágono recebe reforço, mas o dinheiro não resolve tudo</strong></p>
<p>O Departamento de Defesa apresentou ao Congresso uma proposta orçamental de 1,5 biliões de dólares, cerca de 1,29 biliões de euros, com uma parte significativa destinada ao reforço dos stocks de armas. A conversão tem por base a taxa de referência mais recente do Banco Central Europeu disponível antes de 1 de junho, de 1 euro por 1,1644 dólares.</p>
<p>“O financiamento para mais munição começou durante o Governo Biden e acelerou durante o Governo Trump. O Congresso apoiou esse financiamento com um acordo bipartidário”, refere a análise citada pelo &#8216;ABC&#8217;. Mas o mesmo relatório alerta que “o problema hoje não é dinheiro, é tempo”.</p>
<p>O próprio secretário da Defesa, Pete Hegseth, reconheceu perante o Congresso que a recuperação dos arsenais levará “meses e anos”, dependendo do tipo de munição. Já o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, garantiu que as Forças Armadas americanas continuam a ter “tudo o que é necessário” para executar missões onde e quando o Presidente decidir.</p>
<p><strong>China, Taiwan e o paradoxo das terras raras</strong></p>
<p>A vulnerabilidade americana ganha especial relevância perante a ambição militar da China. Pequim estabeleceu como objetivo estar preparada para invadir e tomar Taiwan até 2027, embora especialistas considerem essa data mais uma meta de preparação do que um prazo definitivo para uma operação militar.</p>
<p>Xi Jinping deixou uma mensagem direta a Trump durante a visita à China: se Washington não gerir bem a relação com Taiwan, num momento em que está em causa uma venda multimilionária de armas à ilha, poderão ocorrer confrontos e até conflitos.</p>
<p>Há ainda um paradoxo estratégico. Para reconstruir o seu arsenal e reduzir a vulnerabilidade face à China, os EUA dependem, em parte, da própria China, já que muitos sistemas militares exigem minerais de terras raras, área em que Pequim é o maior exportador mundial. A proposta orçamental americana inclui verbas para encontrar fontes alternativas, mas esse processo deverá demorar.</p>
<p><strong>Dissuasão ainda resiste</strong></p>
<p>Apesar do diagnóstico de vulnerabilidade, a análise do CSIS termina com uma nota menos pessimista. O relatório considera que a situação no Pacífico Ocidental “não é totalmente sombria”, porque a China também sabe que as forças americanas demonstraram capacidades relevantes no Irão, na Venezuela e contra os houthis.</p>
<p>Outro fator apontado é a experiência militar. Ao contrário dos EUA, a China não tem experiência recente de combate, e a sua última guerra, contra o Vietname em 1979, teve um desempenho considerado fraco. Essa diferença poderá ajudar a preservar a dissuasão enquanto Washington tenta reconstruir os seus arsenais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770296]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Católica e tecnológica bracarense F3M juntam-se para formar líderes e transformar a gestão do setor social em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 09:13:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Universidade Católica Portuguesa – Centro Regional de Braga e a tecnológica bracarense F3M assinaram um protocolo de cooperação com o objetivo de desenvolver iniciativas de formação e qualificação dirigidas a profissionais de vários setores, com especial enfoque na Economia Social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Católica Portuguesa – Centro Regional de Braga e a tecnológica bracarense F3M assinaram um protocolo de cooperação com o objetivo de desenvolver iniciativas de formação e qualificação dirigidas a profissionais de vários setores, com especial enfoque na Economia Social.</p>
<p>A primeira iniciativa no âmbito desta parceria decorrerá em outubro e terá como tema “Gestão e Comunicação no Setor Social”. O curso de especialização destina-se a líderes, técnicos e dirigentes do terceiro setor, procurando reforçar competências técnicas e estratégicas numa área considerada cada vez mais exigente.</p>
<p>A formação será realizada em formato online, com uma duração total de 51 horas, e dirige-se sobretudo a profissionais ligados ao setor social, embora esteja também aberta a participantes de outras áreas, como Serviço Social, Psicologia, Sociologia, Educação Social, Comunicação, Recursos Humanos ou Gestão.</p>
<p>Em comunicado, a F3M e a Universidade Católica sublinham que o objetivo do programa passa por dotar os profissionais de conhecimentos científicos, técnicos e tecnológicos que lhes permitam tomar decisões mais eficazes e responder com maior rapidez às necessidades do mercado.</p>
<p>Sérgio Agrelos destaca que o setor social “desempenha um papel fundamental na promoção da coesão social, inclusão e desenvolvimento sustentável”, mas enfrenta desafios crescentes relacionados com captação de recursos, visibilidade, credibilidade e impacto social. Neste contexto, acrescenta, a comunicação estratégica assume-se como “um elemento central na definição da identidade, na mobilização de públicos e na sustentabilidade das organizações”.</p>
<p>O responsável aponta ainda várias fragilidades estruturais do setor, incluindo dificuldades na atração e retenção de talento, comunicação limitada, falta de accountability e debilidades na colaboração interinstitucional. “Esta iniciativa visa precisamente fortalecer as competências de comunicação e gestão estratégica de atuais e futuros líderes, técnicos e dirigentes do setor social”, refere.</p>
<p>Para as duas entidades, esta parceria deverá permitir o desenvolvimento de outras ações conjuntas de formação e capacitação na região Norte. “Estamos certos da relevância desta parceria e acreditamos que terá um impacto significativo junto da comunidade”, sublinha Sérgio Agrelos.</p>
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		<title>Atenção, passageiros. Metro de Lisboa sem circulação a partir da noite desta terça-feira: normalidade regressa apenas quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 09:06:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a empresa, não haverá circulação entre as 23h00 do dia 2 de junho e todo o dia 3 de junho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Metropolitano de Lisboa informou que os sindicatos representativos dos trabalhadores da empresa apresentaram um pré-aviso de greve para o próximo dia 3 de junho, o que irá afetar a circulação de comboios na rede.</p>
<p>De acordo com a empresa, não haverá circulação entre as 23h00 do dia 2 de junho e todo o dia 3 de junho.</p>
<p>A normalização do serviço está prevista para as 06h30 de 4 de junho.</p>
<p>O Metropolitano de Lisboa agradece, em comunicado, &#8220;a compreensão dos clientes e lamenta os inconvenientes causados pela paralisação&#8221;.</p>
<p>A paralisação no Metropolitano de Lisboa insere-se na greve geral convocada pela CGTP para 3 de junho, em protesto contra o pacote laboral que o Governo quer aprovar. A greve deverá afetar vários setores, incluindo transportes, escolas e hospitais, com especial impacto na mobilidade nas áreas metropolitanas.</p>
<p>No caso dos transportes, foram definidos serviços mínimos para operadores como CP, Fertagus, Carris e TAP, mas não para a circulação de composições no Metropolitano de Lisboa. O Tribunal Arbitral não decretou serviços mínimos para o Metro, pelo que a rede deverá estar encerrada ao público durante a paralisação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770288]]></sapo:autor>
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		<title>Navio ligado a três mortes por hantavírus recebe luz verde para retomar cruzeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 09:02:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[hantavírus]]></category>
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		<category><![CDATA[MV Hondius]]></category>
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					<description><![CDATA[Agência municipal de saúde da cidade holandesa anunciou, após uma inspeção final realizada na passada sexta-feira, que já não existem obstáculos de saúde pública à entrada em funcionamento da embarcação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O navio &#8216;MV Hondius&#8217;, que esteve associado a um surto de hantavírus que provocou a morte de três passageiros, foi autorizado a voltar a operar depois de ter sido limpo, desinfetado e aprovado pelas autoridades de saúde de Roterdão, noticia o &#8216;El Mundo&#8217;.</p>
<p>A agência municipal de saúde da cidade holandesa anunciou, após uma inspeção final realizada na passada sexta-feira, que já não existem obstáculos de saúde pública à entrada em funcionamento da embarcação.</p>
<p>“Do ponto de vista da saúde pública, já não existem obstáculos à entrada em funcionamento da embarcação Hondius”, indicou a autoridade sanitária de Roterdão no seu site.</p>
<p>Segundo a mesma entidade, especialistas em prevenção de infeções concluíram que o navio tinha sido “efetivamente limpo” e que a desinfeção fora realizada de acordo com as diretrizes estabelecidas.</p>
<p><strong>Cruzeiros devem ser retomados a 13 de junho</strong></p>
<p>A Oceanwide Expeditions, companhia proprietária do navio, já tinha indicado esta semana que a embarcação deixaria Roterdão assim que as inspeções estivessem concluídas.</p>
<p>A empresa prevê agora retomar o programa de cruzeiros a partir de 13 de junho, depois de a autorização das autoridades sanitárias ter afastado os impedimentos à operação.</p>
<p>O &#8216;MV Hondius&#8217;, de bandeira holandesa, tinha visto a sua viagem interrompida depois de ter sido detetado um surto de hantavírus a bordo. O navio fazia a rota entre Ushuaia, na Argentina, e o arquipélago de Cabo Verde.</p>
<p><strong>Três passageiros morreram</strong></p>
<p>O episódio levou à morte de três passageiros e à evacuação dos restantes para Tenerife, nas Canárias, antes de serem repatriados de avião para os respetivos países.</p>
<p>A embarcação concluiu a viagem a 18 de maio, em Roterdão, o maior porto da Europa. A tripulação que permanecia a bordo foi então colocada em quarentena.</p>
<p>De acordo com o &#8216;El Mundo&#8217;, a Organização Mundial da Saúde registou até agora 13 casos confirmados ou prováveis relacionados com este surto, incluindo as três mortes.</p>
<p><strong>Hantavírus é raro e não tem tratamento específico</strong></p>
<p>O hantavírus é considerado raro e não existe vacina nem tratamento específico para a infeção. A situação obrigou por isso a medidas de contenção, inspeção sanitária e desinfeção da embarcação antes de ser autorizada a retomar atividade.</p>
<p>A decisão das autoridades de Roterdão não elimina a gravidade do episódio, mas confirma que, após a limpeza e desinfeção, o navio deixou de representar um obstáculo do ponto de vista da saúde pública.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770283]]></sapo:autor>
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		<title>“Em Portugal, a IA está a ganhar velocidade, mas nem sempre acompanhada pela preparação das pessoas”, diz o Head of Human Capital da Aon Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/em-portugal-a-ia-esta-a-ganhar-velocidade-mas-nem-sempre-acompanhada-pela-preparacao-das-pessoas-diz-o-head-of-human-capital-da-aon-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:53:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Executive IT]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[A esmagadora maioria das empresas portuguesas acredita que a Inteligência Artificial (IA) terá um impacto positivo nos negócios, criando novas oportunidades e exigindo novas competências. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A esmagadora maioria das empresas portuguesas acredita que a Inteligência Artificial (IA) terá um impacto positivo nos negócios, criando novas oportunidades e exigindo novas competências. No entanto, a velocidade da adoção tecnológica continua a superar a preparação das organizações e dos colaboradores para esta transformação.</p>
<p>A conclusão é do mais recente Human Capital Trends Study da Aon, que revela que 98% das organizações em Portugal consideram que a IA irá gerar novas oportunidades nas suas áreas de atividade e obrigar ao desenvolvimento de novas competências. O valor coloca Portugal 12 pontos percentuais acima da média global, fixada nos 86%.</p>
<p>O estudo mostra também que 72% das empresas nacionais já implementaram ou estão a testar soluções de Inteligência Artificial, um número praticamente alinhado com a média mundial de 73%, demonstrando que a tecnologia já faz parte da realidade da maioria das organizações.</p>
<p>Contudo, a preparação dos colaboradores para esta mudança continua a revelar fragilidades. Segundo o relatório, em 17% das empresas portuguesas nenhum trabalhador participou em iniciativas de requalificação ou capacitação em IA nos últimos 12 meses.</p>
<p>&#8220;Os dados mostram que, em Portugal, a IA está a ganhar velocidade, mas nem sempre acompanhada pela preparação das pessoas. O verdadeiro desafio não está na tecnologia, está na forma como capacitamos quem a usa. É aí que se ganha ou se perde valor&#8221;, afirma Nuno Abreu, responsável de Human Capital da Aon Portugal.</p>
<p>A escassez de profissionais com competências em Inteligência Artificial surge como outro dos principais obstáculos identificados pelas organizações. Apenas 24% das empresas portuguesas considera conseguir recrutar e reter talento especializado nesta área, um valor semelhante ao observado a nível global.</p>
<p>Perante esta dificuldade, o estudo conclui que a aposta na formação interna e no desenvolvimento de competências dos atuais colaboradores será determinante para reduzir o fosso entre a ambição tecnológica das empresas e a sua capacidade efetiva de execução.</p>
<p>Apesar das preocupações frequentemente associadas ao impacto da IA no emprego, 84% das organizações portuguesas acreditam que a tecnologia irá automatizar determinadas tarefas, mas não eliminar a necessidade das funções existentes. A tendência aponta para uma transformação das competências exigidas e das atividades desempenhadas, mais do que para uma substituição generalizada de postos de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Empresas portuguesas atrás da média global </strong></p>
<p>O estudo identifica ainda desafios na gestão estratégica do capital humano. Apenas 30% das organizações portuguesas afirma possuir um elevado nível de maturidade na utilização de dados de Recursos Humanos, abaixo dos 38% registados globalmente.</p>
<p>Esta limitação poderá dificultar a tomada de decisões relacionadas com talento, remuneração, benefícios, desenvolvimento de competências e planeamento organizacional, numa altura em que os dados assumem um papel cada vez mais relevante na gestão das pessoas.</p>
<p>Também a proposta de valor para os colaboradores continua a ser uma área com margem de progressão. Apenas 17% das empresas nacionais afirma ter uma proposta de valor para os colaboradores claramente definida e compreendida pelas equipas, ligeiramente abaixo da média global de 19%.</p>
<p>Para Nuno Abreu, as organizações que conseguirem alinhar a adoção tecnológica com estratégias sólidas de desenvolvimento de talento estarão melhor posicionadas para transformar a atual revolução tecnológica em ganhos de desempenho e competitividade.</p>
<p>O Human Capital Trends Study da Aon reuniu as respostas de 2.361 administradores, líderes empresariais e responsáveis de recursos humanos de 62 países, entre novembro de 2025 e janeiro de 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770281]]></sapo:autor>
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		<title>Nomeia dispositivo Bluetooth como “bomba” e obriga avião para Maiorca a voltar para os EUA: jovem de 16 anos detido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:46:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bomba]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Palma de Maiorca]]></category>
		<category><![CDATA[United Airlines]]></category>
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					<description><![CDATA[O aparelho descolou às 17h58 com destino à ilha espanhola, mas a viagem foi interrompida algumas horas depois]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um voo da United Airlines entre Newark, nos Estados Unidos, e Palma de Maiorca, em Espanha, foi obrigado a regressar ao aeroporto de origem depois de um dispositivo Bluetooth ter surgido com um nome associado a uma ameaça de segurança. O caso, relatado pelo &#8217;20 Minutos&#8217;, ocorreu num avião que tinha partido este sábado do Aeroporto Internacional Newark Liberty e que já seguia sobre o Atlântico quando foi tomada a decisão de voltar para trás.</p>
<p>O aparelho descolou às 17h58 com destino à ilha espanhola, mas a viagem foi interrompida algumas horas depois. De acordo com relatos de passageiros citados pela imprensa especializada em aviação, a tripulação ordenou que todos os dispositivos Bluetooth fossem imediatamente desligados, explicando que a instrução vinha da sede da United Airlines, em Chicago.</p>
<p>Aos passageiros terá sido comunicado que, se todos os equipamentos não fossem desativados, o avião teria de regressar a Newark. “Disseram que alguém tinha feito algo com o Bluetooth que colocou em risco a segurança do voo”, contou um passageiro ao site &#8216;AirLive&#8217;.</p>
<p><strong>Dispositivo continuou ligado após avisos da tripulação</strong></p>
<p>Segundo os mesmos relatos, a tripulação fez vários pedidos aos passageiros e chegou a dar um último aviso de um minuto para que todos os dispositivos fossem desligados. Ainda assim, pelo menos dois equipamentos permaneceram ativos.</p>
<p>Foi nessa altura que os pilotos decidiram inverter a rota e regressar ao aeroporto de partida, tratando o episódio como uma emergência de segurança.</p>
<p>Uma gravação áudio da conversa entre os pilotos e o controlo de tráfego aéreo indicava que a ameaça tinha origem num dispositivo identificado por “uma certa palavra de quatro letras”. Passageiros citados pela imprensa de aviação explicaram que essa palavra seria “BOMB”, ou seja, “bomba”.</p>
<p><strong>Jovem de 16 anos terá sido detido</strong></p>
<p>Os dispositivos Bluetooth podem ser renomeados pelos utilizadores, e esse nome pode aparecer a outros equipamentos próximos. Depois da aterragem em Newark, os passageiros foram retirados do avião com os passaportes e telemóveis, enquanto as equipas de segurança inspecionavam a aeronave.</p>
<p>Mais tarde, as autoridades concluíram que se tratava apenas do nome atribuído a um dispositivo Bluetooth, e não de um explosivo ou de uma ameaça real dentro do avião. Ainda assim, segundo os relatos citados pelo &#8217;20 Minutos&#8217;, o responsável, um jovem de 16 anos, acabou por ser detido.</p>
<p>As eventuais acusações ainda não foram divulgadas, mas o caso poderá ter consequências legais sérias, sobretudo por ter obrigado ao desvio de um voo internacional e à mobilização dos procedimentos de segurança aeroportuária.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770276]]></sapo:autor>
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		<title>Custo da habitação afasta famílias dos centros urbanos e pressiona Lisboa e Porto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/custo-da-habitacao-afasta-familias-dos-centros-urbanos-e-pressiona-lisboa-e-porto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA['Iberia Property Market Report Q1 2026', elaborado pela MVGM, aponta a perda de acessibilidade habitacional como o principal risco para os próximos trimestres]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O custo da habitação continua a afastar famílias dos centros urbanos, com Lisboa e Porto a manterem uma trajetória de valorização no mercado residencial, embora com ritmos diferentes. Os dados constam do &#8216;Iberia Property Market Report Q1 2026&#8217;, elaborado pela MVGM, que aponta a perda de acessibilidade habitacional como o principal risco para os próximos trimestres.</p>
<p>Lisboa mantém-se como o mercado residencial mais caro do país, tanto na compra como no arrendamento. No primeiro trimestre de 2026, o preço médio de venda na capital situou-se nos 6.769 euros por metro quadrado, apesar de uma ligeira descida trimestral de 0,6%. Em termos anuais, contudo, os preços subiram 2,3%, sinalizando uma procura ainda robusta.</p>
<p>No arrendamento, Lisboa registou uma renda média de 23,2 euros por metro quadrado por mês, mais 3,3% do que no mesmo período do ano anterior. A subida é mais moderada do que em ciclos anteriores, mas parte de uma base já muito elevada, o que limita o espaço para novas valorizações expressivas sem agravar ainda mais a pressão sobre os orçamentos familiares.</p>
<p><strong>Porto acelera e aproxima-se de Lisboa</strong></p>
<p>O Porto apresenta uma dinâmica diferente. O preço médio de venda fixou-se nos 4.366 euros por metro quadrado, com um crescimento anual de 7,9%, o mais elevado na comparação entre as duas cidades. Este desempenho revela uma pressão crescente da procura e reforça a atratividade da cidade junto de residentes e investidores.</p>
<p>No arrendamento, a renda média no Porto chegou aos 17,5 euros por metro quadrado por mês, com uma subida anual de 7,2%. O crescimento é significativamente superior ao registado em Lisboa, o que mostra que o Porto continua a partir de uma base mais acessível, mas está a aproximar-se progressivamente dos níveis da capital.</p>
<p>Esta evolução reforça a ideia de que a pressão habitacional deixou de estar concentrada apenas em Lisboa. O Porto continua a beneficiar da procura por alternativas à capital, mas essa mesma atratividade está a traduzir-se em aumentos relevantes nos preços de venda e nas rendas.</p>
<p><strong>Acessibilidade habitacional é o principal risco</strong></p>
<p>Para a MVGM, o indicador mais crítico a acompanhar nos próximos trimestres será o arrendamento, por refletir de forma mais direta a pressão real sobre a habitação disponível. Se as rendas continuarem a crescer acima dos rendimentos das famílias, a perda de acessibilidade poderá intensificar-se nas duas maiores cidades portuguesas.</p>
<p>“Os dados do primeiro trimestre de 2026 confirmam que o mercado residencial português está a entrar numa fase de maior maturidade em Lisboa, enquanto o Porto mantém um dinamismo que reflete a crescente atratividade da cidade”, afirma Ana Luísa Santos, Head of Residential da MVGM Portugal.</p>
<p>A responsável sublinha, contudo, que a sustentabilidade do mercado depende da capacidade de garantir habitação acessível para quem trabalha e vive nas cidades. “O que nos preocupa, e que acompanhamos de perto, é o impacto real deste crescimento nos orçamentos das famílias. A sustentabilidade do mercado depende, em última análise, de garantir que há habitação acessível para quem trabalha e vive nestas cidades”, acrescenta.</p>
<p><strong>Lisboa deverá continuar a liderar a venda</strong></p>
<p>Para os próximos trimestres, a MVGM antecipa que Lisboa continue a liderar o mercado residencial, sobretudo no segmento de venda. Ainda assim, o Porto poderá manter uma posição particularmente dinâmica no arrendamento, com uma diferença face à capital que poderá diminuir de forma gradual.</p>
<p>Os dados mostram, assim, um mercado residencial ainda valorizado, mas cada vez mais condicionado pela capacidade financeira das famílias. Lisboa continua a ser o principal polo de preços elevados, enquanto o Porto acelera e ganha peso como mercado alternativo, mas também mais pressionado.</p>
<p>A questão central passa agora pela acessibilidade. Com os preços e rendas a subirem nas duas cidades, o risco é que cada vez mais famílias sejam empurradas para fora dos centros urbanos, aumentando a distância entre local de residência, emprego e serviços.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770272]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Easyjet nega conversações com fundo Castlelake sobre possível aquisição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:29:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Castlelake]]></category>
		<category><![CDATA[easyJet]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A companhia aérea britânica 'low-cost' EasyJet garantiu hoje que o Conselho de Administração não manteve conversações, nem recebeu qualquer oferta de aquisição do fundo de investimento norte-americano Castlelake, tendo classificado uma eventual proposta como "altamente oportunista".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A companhia aérea britânica &#8216;low-cost&#8217; EasyJet garantiu hoje que o Conselho de Administração não manteve conversações, nem recebeu qualquer oferta de aquisição do fundo de investimento norte-americano Castlelake, tendo classificado uma eventual proposta como &#8220;altamente oportunista&#8221;.</p>
<p>Num comunicado enviado à Bolsa de Londres, a empresa referiu que tomou nota do anúncio feito na sexta-feira pela Castlelake de que estava a considerar apresentar uma eventual oferta pela EasyJet, e salientou que está focada em gerar lucros para os acionistas e que considerará qualquer proposta, caso venha a ser recebida.</p>
<p>No entanto, a companhia aérea classificou uma eventual proposta como oportunista, uma vez que os preços das ações estão temporariamente em baixa devido à atual situação no Médio Oriente e ao seu impacto na confiança dos consumidores em relação aos preços dos combustíveis.</p>
<p>O fundo Castlelake revelou na sexta-feira à noite, após o encerramento da bolsa de valores de Londres, que se encontrava nas fases iniciais de análise de uma oferta pela EasyJet, mas que ainda não tinha contactado o Conselho de Administração da empresa.</p>
<p>A companhia &#8216;low-cost&#8217;, com sede em Luton (nos arredores de Londres), salientou também que &#8220;tem em conta os consideráveis desafios regulamentares, financeiros e de execução associados a uma eventual aquisição&#8221;.</p>
<p>A EasyJet recordou que a Castlelake tem até 26 de junho para apresentar uma oferta firme ou retirar-se, de acordo com as regras de aquisição do Reino Unido.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770263]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Casas em Portugal ficam 10,2% mais caras e batem recorde pelo sétimo mês consecutivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Idealista]]></category>
		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Em termos trimestrais, os preços das casas à venda aumentaram 2,2%, confirmando a continuidade da pressão sobre o mercado residencial. A subida foi transversal a todas as regiões do país e a todas as capitais de distrito e regiões autónomas analisadas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar casa em Portugal ficou 10,2% mais caro em maio, face ao mesmo mês de 2025, com o preço mediano a atingir os 3.142 euros por metro quadrado. O valor representa um novo máximo histórico no mercado nacional, alcançado pelo sétimo mês consecutivo, segundo o índice de preços do idealista.</p>
<p>Em termos trimestrais, os preços das casas à venda aumentaram 2,2%, confirmando a continuidade da pressão sobre o mercado residencial. A subida foi transversal a todas as regiões do país e a todas as capitais de distrito e regiões autónomas analisadas.</p>
<p><strong>Santarém, Portalegre e Beja lideram subidas nas capitais de distrito</strong></p>
<p>Entre as capitais de distrito e regiões autónomas, Santarém registou a maior valorização anual, com uma subida de 30,9%. Seguiram-se Portalegre, com 28,2%, Beja, com 23,6%, Bragança, com 23,1%, Coimbra, com 22,3%, e Viseu, com 22,1%.</p>
<p>Também Viana do Castelo, Castelo Branco, Leiria e Faro apresentaram aumentos expressivos, com subidas de 20%, 17,5%, 16,8% e 15,3%, respetivamente. Aveiro, Setúbal, Ponta Delgada e Braga registaram igualmente valorizações de dois dígitos.</p>
<p>As subidas mais moderadas verificaram-se em Vila Real, com 4%, Lisboa, com 7,1%, Porto, com 7,8%, Funchal, com 8,1%, e Évora, com 9,4%.</p>
<p><strong>Lisboa continua a ser a cidade mais cara para comprar casa</strong></p>
<p>Lisboa mantém-se como a cidade mais cara do país para comprar casa, com um preço mediano de 6.124 euros por metro quadrado. O Porto surge em segundo lugar, com 4.064 euros por metro quadrado, seguido do Funchal, com 3.863 euros, e de Faro, com 3.792 euros.</p>
<p>Setúbal ocupa a quinta posição, com 3.108 euros por metro quadrado, à frente de Aveiro, Évora, Coimbra, Ponta Delgada, Viana do Castelo e Braga.</p>
<p>Na parte inferior da tabela, com valores abaixo dos 2.000 euros por metro quadrado, surgem Leiria, Santarém, Viseu, Beja, Vila Real, Bragança, Portalegre e Castelo Branco. Esta última apresenta o valor mais baixo entre as capitais analisadas, com 1.050 euros por metro quadrado.</p>
<p><strong>Porto Santo regista a maior valorização entre distritos e ilhas</strong></p>
<p>Na análise por distritos e ilhas, os preços das casas subiram em 24 dos 25 mercados analisados. A única exceção foi a ilha do Faial, onde os preços recuaram 3,7%.</p>
<p>A maior subida anual foi registada na ilha de Porto Santo, com uma valorização de 26,8%. Seguiram-se a ilha Terceira, com 26,3%, Santarém, com 25,6%, Coimbra, com 22,8%, Castelo Branco, com 19,7%, e Portalegre, com 19,6%.</p>
<p>Lisboa continua a ser o distrito mais caro para comprar casa, com um preço mediano de 4.709 euros por metro quadrado. Depois surgem Faro, com 4.057 euros, a ilha da Madeira e a ilha de Porto Santo, ambas com 3.647 euros, e Setúbal, com 3.328 euros.</p>
<p>No extremo oposto, a Guarda é o mercado mais acessível entre os distritos e ilhas analisados, com um preço mediano de 865 euros por metro quadrado. Seguem-se Bragança, Portalegre, Castelo Branco e Vila Real.</p>
<p><strong>Alentejo lidera valorização regional</strong></p>
<p>A nível regional, os preços das casas à venda aumentaram em todo o país. O Alentejo liderou as valorizações, com uma subida anual de 19,9%, seguido do Centro, com 15,4%, e da Região Autónoma dos Açores, com 12,7%.</p>
<p>O Algarve registou um aumento de 10,7%, enquanto a Área Metropolitana de Lisboa subiu 9,2% e a Região Autónoma da Madeira valorizou 9,1%. O Norte apresentou a subida mais moderada, com 8,2%.</p>
<p>Apesar de não liderar a valorização anual, a Área Metropolitana de Lisboa continua a ser a região mais cara para comprar casa, com um preço mediano de 4.391 euros por metro quadrado. O Algarve surge em segundo lugar, com 4.057 euros, seguido da Região Autónoma da Madeira, com 3.647 euros.</p>
<p>O Centro mantém-se como a região mais barata para adquirir habitação, com um preço mediano de 1.794 euros por metro quadrado.</p>
<p><strong>Pressão continua no mercado da habitação</strong></p>
<p>Os dados mostram que a subida dos preços da habitação em Portugal continua a alastrar-se para lá dos grandes centros urbanos. Embora Lisboa e Porto se mantenham entre os mercados mais caros, as maiores valorizações estão a ocorrer em capitais de distrito e regiões onde os preços partem de bases mais baixas.</p>
<p>Santarém, Portalegre, Beja, Bragança, Coimbra e Viseu destacam-se entre os mercados com maiores aumentos, sinalizando uma pressão crescente sobre a habitação em várias zonas do país.</p>
<p>De acordo com o idealista, o índice tem por base os preços de oferta publicados pelos anunciantes, sendo eliminados anúncios atípicos e valores fora de mercado. O cálculo final resulta da mediana dos anúncios válidos em cada mercado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770252]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador: Uma polémica pode custar milhões. Como é que os investidores medem o impacto das controvérsias?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[controvérsia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Investidores]]></category>
		<category><![CDATA[polemica]]></category>
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					<description><![CDATA[As controvérsias empresariais podem surgir a qualquer momento e ter impactos significativos na reputação e no desempenho financeiro das empresas. No entanto, para os investidores, o verdadeiro desafio está em separar os riscos efetivamente materiais das manchetes que dominam o ciclo noticioso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As controvérsias empresariais podem surgir a qualquer momento e ter impactos significativos na reputação e no desempenho financeiro das empresas. No entanto, para os investidores, o verdadeiro desafio está em separar os riscos efetivamente materiais das manchetes que dominam o ciclo noticioso.</p>
<p>Numa análise assinada por Marie Navarre, da Allianz Global Investors, é defendido que a avaliação de controvérsias corporativas exige uma abordagem estruturada, combinando dados quantitativos e análise qualitativa para compreender a verdadeira dimensão dos acontecimentos e o seu impacto na sustentabilidade das empresas.</p>
<p>As controvérsias podem estar relacionadas com questões ambientais, sociais, de governação ou comportamento empresarial, abrangendo toda a cadeia de valor das organizações. Entre os exemplos mais frequentes encontram-se acidentes ambientais, alegações de trabalho infantil, fraude financeira ou evasão fiscal.</p>
<p>Segundo a gestora de ativos, nem todas as alegações se traduzem em factos comprovados, sendo essencial distinguir entre denúncias e incidentes efetivamente verificados. Esta diferença assume especial relevância numa altura em que os critérios ESG (ambientais, sociais e de governação) têm um peso crescente nas decisões de investimento.</p>
<p>A análise destaca ainda que a perceção sobre o que constitui uma controvérsia pode variar significativamente entre geografias, culturas e participantes do mercado. O que é considerado problemático num país pode ser encarado de forma diferente noutro, especialmente quando estão em causa questões éticas ou sociais.</p>
<p>Esta diversidade de interpretações reflete-se também nas avaliações dos diferentes fornecedores de dados ESG. De acordo com a AllianzGI, as metodologias e os critérios utilizados para medir a materialidade dos incidentes diferem substancialmente, originando classificações distintas para uma mesma empresa.</p>
<p>Determinados setores apresentam uma exposição mais elevada a este tipo de riscos. Entre os mais vulneráveis encontram-se as indústrias de mineração e metais, alimentação, energia e software, devido às características específicas das suas operações e cadeias de abastecimento.</p>
<p>Para responder a este desafio, a AllianzGI desenvolveu um modelo de avaliação assente em cinco etapas. O processo começa pela monitorização contínua de dados provenientes de fornecedores ESG, meios de comunicação, reguladores e organizações não-governamentais. Segue-se uma avaliação preliminar para determinar a relevância do caso, antes de uma análise aprofundada que considera fatores como a responsabilidade da empresa, a gravidade do incidente, a frequência de ocorrências semelhantes, a capacidade de resposta da organização e a qualidade dos mecanismos de gestão implementados.</p>
<p>O diálogo com as empresas constitui igualmente uma componente central desta metodologia. Através do engagement, os investidores procuram esclarecer factos, compreender as medidas corretivas adotadas e incentivar ações de mitigação que reduzam o risco de reincidência.</p>
<p>A AllianzGI sublinha que as controvérsias não desaparecem simplesmente com o passar do tempo. A recuperação da confiança exige provas concretas de que foram tomadas medidas eficazes para resolver os problemas identificados e evitar a sua repetição.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770259]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente da República realça pobreza infantil e apela à proteção da infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:14:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[DIa Mundial da Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza infantil]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta mensagem escrita, publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, António José Seguro faz referência aos dados sobre a pobreza infantil]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República, António José Seguro, realçou hoje os dados sobre a pobreza infantil em Portugal e apelou à proteção da infância como um dever coletivo, numa mensagem por ocasião do Dia Mundial da Criança.</p>
<p>&#8220;Num tempo marcado pelo agravamento das desigualdades e pela crescente exposição das crianças a novos riscos, precisamos de instituições mais articuladas, de comunidades mais próximas, de escolas mais inclusivas, de famílias mais acompanhadas e de uma sociedade mais consciente do dever coletivo de proteger a infância&#8221;, considera o chefe de Estado.</p>
<p>Nesta mensagem escrita, publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, António José Seguro faz referência aos dados sobre a pobreza infantil. Há duas semanas foi divulgado um estudo da Nova SBE, Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, segundo o qual em 2024 havia cerca de 301 mil crianças pobres em Portugal.</p>
<p>Para o Presidente da República, o Dia Mundial da Criança é uma data de celebração, mas que deve, também, convocar à reflexão sobre o país que se constrói para as novas gerações.</p>
<p>&#8220;Nas últimas semanas fomos confrontados com estatísticas alarmantes sobre a realidade das crianças em Portugal. Sabemos que há crianças que passam fome; crianças privadas de atividades escolares, culturais ou desportivas por falta de recursos; crianças que crescem em contextos de pobreza, negligência, violência ou exclusão; crianças vítimas de abuso sexual e de violência doméstica&#8221;, refere.</p>
<p>António José Seguro salienta que &#8220;por detrás de cada um destes casos há um rosto, uma infância que é forçada a enfrentar demasiado cedo o peso da adversidade&#8221;, e &#8220;há sonhos que se vão apagando, talentos que ficam por revelar e caminhos que se estreitam quando deveriam abrir-se ao mundo&#8221;.</p>
<p>&#8220;A forma como protegemos as nossas crianças constitui uma das mais exigentes provas da nossa humanidade e da nossa maturidade democrática. Quando uma criança vê o seu futuro limitado pelas circunstâncias em que nasceu, é o próprio país que falha no dever de lhe garantir dignidade, igualdade de oportunidades e esperança&#8221;, defende.</p>
<p>O Presidente da República menciona que &#8220;Portugal conheceu avanços significativos na promoção dos direitos das crianças&#8221; e que &#8220;está em curso a implementação da Estratégia Única dos Direitos das Crianças e Jovens 2025-2035, um instrumento importante para uma resposta pública mais integrada e eficaz&#8221;, mas sustenta que &#8220;nenhuma estratégia produzirá os resultados desejados nas políticas públicas sem o compromisso ativo de toda a sociedade&#8221;.</p>
<p>O chefe de Estado afirma que é preciso &#8220;garantir a todas as crianças o direito de continuarem a sonhar, sem esquecer aquelas que vivem em situações de maior vulnerabilidade: as crianças em situação de pobreza, com deficiência ou doenças crónicas, pertencentes a minorias ou expostas à violência, ao abandono e aos riscos do ambiente digital&#8221;.</p>
<p>&#8220;Porque proteger a infância não é apenas responder às fragilidades do presente. É manter acesa a chama da esperança. É garantir que cada criança encontra espaço para crescer livre, descobrir os seus talentos e alimentar os sonhos que darão forma ao país de amanhã&#8221;, argumenta.</p>
<p>Na parte final deste texto, António José Seguro sugere que os adultos se deixem inspirar pelas crianças &#8220;a olhar o outro com mais humanidade, a reconhecer na diferença uma riqueza e não uma ameaça, e a construir uma sociedade mais justa, mais livre, mais humana e mais solidária&#8221;, porque &#8220;nenhuma criança nasce a odiar, a discriminar ou a excluir&#8221;.</p>
<p>O Presidente da República deseja a todas as crianças e às suas famílias &#8220;um feliz Dia Mundial da Criança&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770247]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias iniciam junho no meio da incerteza que rodeia acordo de paz no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:14:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bolsas europeis]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias iniciaram junho mistas, no meio da incerteza que rodeia o acordo de paz no Irão e a reabertura do estreito de Ormuz, com ataques cruzados entre Washington e Teerão que elevam o preço do petróleo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias iniciaram junho mistas, no meio da incerteza que rodeia o acordo de paz no Irão e a reabertura do estreito de Ormuz, com ataques cruzados entre Washington e Teerão que elevam o preço do petróleo.</p>
<p>Cerca das 08:30 em Lisboa, o EuroStoxx 600 recuava 0,12% para 625,26 pontos.</p>
<p>As bolsas de Paris, Frankfurt e Milão subiam 0,06%, 0,16% e 0,25%, enquanto Londres e Madrid desciam 0,26% e 0,11%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a baixar 0,06% para 9.070,97 pontos, depois de ter terminado num novo máximo desde junho de 2008 em 09 de abril (9.484,93 pontos).</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em agosto, subia 3,05% para 93,90 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega em julho, de referência nos EUA, avançava 3,29% para 90,23 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em junho no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 1,09% para 46,921 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Na Ásia, o índice Nikkei da bolsa de Tóquio fechou com um ganho de 0,91% para um novo máximo, impulsionado pelos valores relacionados com o setor da inteligência artificial (IA), o Hang Seng de Hong Kong subia 1% quando faltava pouco para o final da sessão.</p>
<p>A bolsa de Xangai cedeu 0,27% e a de Shenzhen perdeu 1,51%.</p>
<p>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq registam avanços de 0,08% e de 0,58%, respetivamente.</p>
<p>O Presidente dos EUA, Donald Trump, sublinhou no domingo que a sua proposta para um plano de paz com o Irão inclui cláusulas detalhadas sobre o programa nuclear iraniano, uma afirmação que surge depois de meios de comunicação dos EUA terem informado que o mandatário pediu para emendar algumas disposições do rascunho com base no qual Washington e Teerão têm estado a trabalhar há semanas.</p>
<p>Entretanto, continua o fogo cruzado entre os dois países. Os EUA anunciaram hoje que lançaram vários ataques contra o Irão no fim de semana em resposta a &#8220;ações agressivas&#8221; do país persa, incluindo o derrubamento de um drone em águas internacionais, enquanto continuam as negociações entre as partes para pôr fim ao conflito.</p>
<p>A reunião de Trump com a sua equipa na passada sexta-feira terminou sem qualquer anúncio, com os EUA a devolver o rascunho ao Irão com emendas.</p>
<p>Embora as negociações continuem, também se mantêm as fricções e a dificuldade de chegar a um acordo sobre a abertura total do estreito de Ormuz, a entrega ou destruição do urânio enriquecido e o fim do programa nuclear.</p>
<p>Hoje na Europa, são conhecidos os PMI da indústria de maio de vários países, o BCE publicará as expectativas de inflação de abril a um ano e na Alemanha serão divulgadas as vendas a retalho de abril.</p>
<p>Nos EUA, será divulgado o PMI da indústria de maio.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos sobe para 2,974%, depois de ter fechado em 2,937% na sessão anterior.</p>
<p>O euro estava estabilizado e subia 0,02% para 1,1661 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Os metais preciosos estão mistos, com uma descida de 0,81% no caso do ouro, para 4.503,65 dólares a onça, e um avanço de 0,53% no caso da prata, para 75,695 dólares.</p>
<p>Em relação às criptomoedas, a bitcoin desce 0,82% para 73.032,20 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770251]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Celfocus : Decidir melhor com cloud e analytics</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/celfocus-decidir-melhor-com-cloud-e-analytics/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Celfocus]]></category>
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					<description><![CDATA[Na Celfocus, os dados assumem um papel central na resposta aos actuais desafios de negócio, suportados por plataformas cloud que reforçam a competitividade das organizações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Na Celfocus, os dados assumem um papel central na resposta aos actuais desafios de negócio, suportados por plataformas cloud que reforçam a competitividade das organizações.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A consolidação de plataformas de cloud computing, aliada a soluções de analytics e inteligência artificial, está a redefinir a forma como as organizações estruturam a informação, escalam capacidades analíticas e integram tecnologia nos seus modelos de operação. Num contexto empresarial marcado pela volatilidade dos mercados, pela pressão competitiva E por exigências regulatórias crescentes, esta evolução assumiu uma dimensão claramente estratégica.</p>
<p style="text-align: justify;">Tiago Simões, director of Data &amp; Analytics Solutions da Celfocus, analisa este percurso, os principais desafios associados à adopção destas soluções e as tendências que irão marcar os próximos anos, partilhando a sua visão sobre o papel da cloud na criação de valor, na eficiência operacional e no suporte às decisões ao mais alto nível da gestão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De que forma a adopção de soluções de Cloud &amp; Analytics tem vindo a transformar o modelo de negócio das organizações em Portugal?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A adopção de soluções de Data &amp; Analytics é uma peça chave na estratégia de transformação digital que as organizações em Portugal têm seguido.</p>
<p style="text-align: justify;">A democratização do acesso a este tipo de soluções na cloud permite que tanto uma PME como um grupo empresarial introduzam componentes analíticos em contexto operacional, tornando o negócio cada vez mais data driven – colocando os dados no centro do processo de decisão – e possibilitando também a introdução de modelos avançados de inteligência artificial, abrindo a possibilidade de inovação do serviço, melhoria da eficiência operacional e criação de novas fontes de receita.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais são hoje os principais drivers que levam as empresas a investir em cloud e analytics de forma integrada?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este investimento e visão de ecossistema de Data &amp; Analytics na Cloud deve ser visto como uma alavanca para a competitividade das empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma plataforma de dados na cloud ou híbrida garante escalabilidade, capacidade de processamento, gestão eficiente de custos e controlos de segurança essenciais para que todas as equipas e departamentos tenham acesso rápido a dados consolidados. Isto acelera o time-to-market de novos casos de uso, melhora a tomada de decisão e permite, de forma ágil, analisar dados ou activar AI agents para execução autónoma de tarefas com impacto real e mensurável no negócio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é que a cloud está a potenciar uma utilização mais eficaz e em tempo real dos dados nas empresas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A utilização de plataformas cloud facilita o processamento de fluxos de dados de forma contínua (streaming), permitindo acções imediatas.</p>
<p style="text-align: justify;">Este processamento de dados em streaming pode ser suportado por uma arquitectura baseada em eventos, recorrendo a tecnologias como Apache Kafka para o processamento instantâneo, ou por uma solução de data lakehouse que permite relacionar o streaming de dados com informação histórica na mesma plataforma. Em ambos os casos, a escalabilidade é garantida pela infra-estrutura na cloud, o que permite lidar com flutuações no volume de eventos de forma automática sem necessidade de configurações adicionais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que desafios continuam a existir na migração para a cloud, sobretudo em sectores mais regulados?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sectores mais regulados, como a banca ou os seguros, enfrentam o desafio acrescido de garantir simultaneamente a conformidade com um conjunto de regulamentos de aplicação transversal, como o GDPR e o AI Act, e outros específicos do sector financeiro, como o DORA, Basileia, Solvência, efietc. Associada a esta regulação, acaba por surgir também o tema da soberania dos dados, o que leva muitas empresas a adoptar uma estratégia híbrida, garantindo que, apesar da utilização de uma cloud pública, os dados críticos são sempre mantidos localmente ou numa cloud privada (e certificada).</p>
<p style="text-align: justify;">Outro tópico a considerar é a necessidade da definição de uma estratégia multi-cloud ou de uma estratégia de saída da cloud, para endereçar temas de continuidade do negócio e resiliência, evitando vendor lock-in. Estas estratégias podem levar ao aumento da complexidade da arquitectura da solução através da utilização de tecnologias agnósticas aos fornecedores de cloud, evitando soluções nativas destes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>De que forma as organizações podem garantir que estão a retirar valor real dos seus dados e não apenas a acumulá-los?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar a acumulação de dados desnecessários, as organizações devem aplicar a mesma lógica que já era recomendada anteriormente para as soluções analíticas locais: definir o problema de negócio que queremos resolver, identificar os dados necessários para a análise e trazer apenas esses dados para a plataforma.</p>
<p style="text-align: justify;">Para garantir a gestão deste processo de forma sustentável, evitando não só a acumulação, mas também replicação desnecessária, pode ser relevante seguir uma estratégia de criação de data products, com uma definição clara do conteúdo, identificação de um responsável (owner) e possibilidade de consumo do produto por várias equipas em paralelo. Esta estratégia permite um maior controlo da qualidade e do consumo real da informação, suportado por objectivos e métricas (KPIs/OKRs), permitindo identificar produtos sem utilização e que, por isso, não geram valor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual é o papel da analytics avançada e da inteligência artificial na criação de vantagem competitiva?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A vantagem competitiva criada por estas tecnologias passa, em grande medida, pela agilidade e velocidade nas acções embebidas nos processos de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">As capacidades de previsão, personalização e simulação em escala que a inteligência artificial nos traz podem ter impacto imediato no negócio se suportadas por dados com qualidade e pela infra-estrutura cloud adequada.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns exemplos de acções suportadas por IA ou pela introdução de agentes são: a criação e sugestão em tempo real de uma oferta personalizada para um cliente particular; o ajuste automático dos preços com base em informação interna ou externa recolhida por um agente; ou a simulação do impacto de alterações num processo logístico de forma a encontrar a configuração ideal para o contexto actual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é que a combinação entre cloud e analytics está a influenciar a tomada de decisão ao nível da gestão de topo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com este tipo de soluções, os C-Level podem realmente tomar decisões data-driven, têm as principais métricas actualizadas em tempo real, possibilidade de ter projecções ou simulações baseadas em inteligência artificial e um maior grau de confiança na informação disponibilizada.~</p>
<p style="text-align: justify;">Este tipo de plataformas permite também que a informação seja disponibilizada para toda a empresa aplicando sempre as mesmas regras de negócio, i.e. um operacional no terreno ou um executivo utilizam a mesma fonte para as suas análises e por isso baseiam as suas decisões nos mesmos números.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que cuidados devem as empresas ter ao nível da segurança e governance dos dados num contexto cloud?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A segurança e o governance dos dados são críticos no contexto de um ecossistema de dados total ou parcialmente na cloud.</p>
<p style="text-align: justify;">A definição de papéis e responsabilidades relativamente à segurança e ao governance deve ser muito clara, começando pelo modelo de responsabilidade partilhada: o fornecedor de cloud normalmente limita-se à segurança física do hardware e de componentes base da plataforma, enquanto a organização é responsável pela configuração, acessos, dados e utilização segura.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas devem ter o cuidado de garantir o controlo de identidades e acessos, protecção e rastreabilidade dos dados, incluindo estratégia de encriptação e anonimização, e a definição do catálogo de dados com categorização de dados sensíveis. Deve também ser considerada a definição de um plano de resiliência, que pode implicar o backup de dados e processos e uma possível estratégia de portabilidade da solução.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, a responsabilidade passa por toda a organização, pelo que é essencial garantir a literacia de todos os elementos da equipa para temas de segurança de dados e infra-estrutura.</p>
<p style="text-align: justify;">A cultura organizacional continua a ser uma barreira à adoção destas tecnologias? Que mudanças são necessárias?</p>
<p style="text-align: justify;">A cultura organizacional pode estar a impedir, em alguns casos, a realização do retorno esperado sobre todo o investimento feito nos últimos anos em soluções analíticas ou que recorrem a inteligência artificial.</p>
<p style="text-align: justify;">Para atingir este potencial será necessário garantir que as decisões são suportadas por dados e não apenas por intuição ou porque “sempre foi assim”. Esta mudança de mentalidade tem de se espalhar por toda a organização, mas deve começar na camada executiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Será também necessário garantir a literacia acerca dos dados e das soluções que os disponibilizam por toda a empresa, fomentando a partilha e consumo de data products entre departamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não menos importante, será endereçar algum receio ou incerteza que estes tipos de tecnologias podem causar. Para isso, é necessário mostrar o valor que a solução acrescenta (com casos de uso concretos e quick wins), garantir patrocínio executivo, criar incentivos alinhados com a utilização de dados e investir em formação por perfis. Assim, a tecnologia pode suportar o trabalho de cada indivíduo, libertando tempo para tarefas que acrescentem ainda mais valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Como vê a evolução das arquitecturas de dados nos próximos anos, nomeadamente com o crescimento de soluções multi-cloud e híbridas?</p>
<p style="text-align: justify;">As evoluções das arquitecturas de dados caminham no sentido de tornar transparente para o utilizador a localização física dos dados e garantir um acesso único e consistente a cada conceito de negócio disponibilizado pelas plataformas.</p>
<p style="text-align: justify;">A criação de camadas semânticas a nível empresarial vai “mascarar” a utilização de soluções multi-cloud ou híbridas, garantindo a consistência necessária para a exploração e utilização dos dados pelas equipas de negócio.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é relevante destacar a evolução para estratégias de dados baseadas em data products, com cada equipa ou departamento a assumir a responsabilidade pelos seus produtos, enquanto a equipa de dados garante a regulação da plataforma – modelo federado.</p>
<p style="text-align: justify;">Este tipo de soluções colocará um peso maior nas componentes de FinOps, observabilidade e orquestração, suportada cada vez mais por agentes, de forma a permitir uma maior optimização dos consumos cloud considerando o contexto e benefício de cada actividade executada na plataforma na selecção do local onde esta será realmente executada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Que sectores ou áreas de negócio estão mais avançados na adopção de cloud &amp; analytics e porquê?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda temos exemplos de vários níveis de maturidade, desde empresas que estão a criar o seu ecossistema de dados consolidado com recurso a cloud até empresas que já se poderiam considerar AI Native.</p>
<p style="text-align: justify;">As empresas mais avançadas neste caminho normalmente sentiram a pressão de um mercado mais competitivo ou tiveram de assegurar o alinhamento com exigências regulatórias, estando associadas a sectores como Banca, Seguros, Energia, Retalho e Telecomunicações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Olhando para o futuro, quais serão as principais tendências que irão marcar a evolução da cloud e analytics nos próximos três a cinco anos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As evoluções que estarão mais próximas de ficar disponíveis serão a democratização no acesso e análise de dados através de linguagem natural, permitindo que um utilizador de negócio sem qualquer contexto técnico proceda a uma análise de dados para a qual necessitaria, hoje em dia, de conhecimento de SQL ou Python, e a disseminação do Agentic AI com a criação de agentes autónomos embebidos nos processos de negócio, deixando o papel de suporte e passando a executantes que fomentam a evolução dos próprios processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Num horizonte mais longo e em casos específicos, poderá ganhar expressão o acesso à computação quântica via fornecedores de cloud, com impacto em contextos como a indústria farmacêutica e optimização, acelerando a resolução de alguns problemas de dias para minutos ou segundos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte da edição de Maio  (n.º 242</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765491]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal perdeu 265 nadadores-salvadores em dois anos e há praias em risco de ficar sem vigilância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:05:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[praias]]></category>
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					<description><![CDATA[País passou de 5.178 nadadores-salvadores certificados há dois anos para 4.913 no início de maio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal tem menos 265 nadadores-salvadores certificados do que há dois anos, numa altura em que a maioria das praias portuguesas inicia oficialmente a época balnear e os concessionários alertam para dificuldades crescentes na contratação destes profissionais.</p>
<p>Os dados avançados pelo &#8216;Jornal de Notícias&#8217;, com base na Autoridade Marítima Nacional, mostram que o país passou de 5.178 nadadores-salvadores certificados há dois anos para 4.913 no início de maio. A redução de efetivos surge num contexto de maior pressão sobre a segurança balnear, depois de, nos últimos dois anos, terem sido registados 24 acidentes mortais em praias, 12 dos quais por afogamento.</p>
<p>A falta de profissionais preocupa sobretudo os concessionários, que temem não conseguir garantir assistência a banhistas em todos os areais já este mês. A época balnear começa esta segunda-feira na maioria das praias portuguesas, mas o arranque coincide com um problema recorrente: muitos nadadores-salvadores são estudantes e estão indisponíveis nas primeiras semanas por causa da época de exames.</p>
<p>Segundo a Federação Portuguesa de Concessionários de Praia, cerca de 90% dos nadadores-salvadores são estudantes, o que torna mais difícil assegurar equipas completas logo no início da época. A Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores estima que seriam necessários cerca de seis mil profissionais para garantir a cobertura de todas as praias e piscinas do país.</p>
<p><strong>Menos vigilantes, mais risco nos areais sem assistência</strong></p>
<p>A quebra no número de nadadores-salvadores certificados surge num momento particularmente sensível. Dos 12 afogamentos mortais registados nos últimos dois anos, nove ocorreram em praias sem vigilância. A Autoridade Marítima Nacional indica ainda que metade dos afogamentos mortais aconteceu no Norte do país, seguindo-se a região Centro, com 25%, a Madeira, com 17%, e o Algarve, com 8%.</p>
<p>Até ao início de maio, tinham sido registados 111 salvamentos em praias portuguesas sem vigilância. Este ano, já morreram duas pessoas na Costa da Caparica, em Almada: dois jovens, de 17 e 24 anos.</p>
<p>O caso mais recente ocorreu na passada quinta-feira, quando um banhista de 24 anos foi arrastado por uma corrente forte, ou agueiro, enquanto estava na água com a namorada. A praia ainda não era vigiada, uma vez que Almada só arranca esta segunda-feira com a época balnear e com os nadadores-salvadores contratados pelos concessionários.</p>
<p>A Autoridade Marítima Nacional apela à frequência de praias vigiadas e com assistência a banhistas. O risco é agravado pelas tempestades deste inverno, que alteraram a morfologia da costa e podem ter tornado alguns banhos de mar mais perigosos, sobretudo em zonas sem sinalização.</p>
<p>Os agueiros, ou correntes de retorno, são apontados como uma das principais causas de risco de afogamento. Ainda assim, a AMN sublinha que, na maioria dos casos, os acidentes resultam da combinação de vários fatores, como a escolha de zonas não vigiadas, o desconhecimento das condições do mar, a sobrevalorização das capacidades físicas, a menor perceção do risco entre os mais jovens e comportamentos de risco.</p>
<p><strong>Concessionários pedem profissionais durante todo o ano</strong></p>
<p>Perante a falta de efetivos, os concessionários defendem uma mudança no modelo da profissão. Paula Vilafanha, presidente da Federação Portuguesa de Concessionários de Praia, reconhece que associações, concessões e capitanias têm feito “um esforço enorme” para garantir assistência a banhistas, mas considera que esse esforço é insuficiente.</p>
<p>A responsável defende a presença de nadadores-salvadores nos areais ao longo de todo o ano, para que a atividade deixe de ser vista como uma profissão apenas sazonal e se torne mais atrativa.</p>
<p>A Federação Portuguesa de Nadadores Salvadores reclama há 11 anos a criação de incentivos à profissão, sobretudo dirigidos aos estudantes. Entre as propostas estão a isenção total de propinas em caso de bom aproveitamento no ano anterior, o estatuto de trabalhador-estudante, o acesso a uma nova época de exames em setembro, a reserva de 5% das vagas nos cursos do IEFP e incentivos à contratação no primeiro emprego.</p>
<p>Estes benefícios seriam destinados a nadadores-salvadores com mil horas de trabalho.</p>
<p><strong>Títulos caducados voltam a pesar na disponibilidade</strong></p>
<p>Outro fator que pode limitar o número de profissionais disponíveis é o fim da prorrogação automática dos títulos que caducam ao longo do ano. Tal como em 2025, o Instituto de Socorros a Náufragos não vai prolongar até dezembro os títulos que expiram em 2026.</p>
<p>A medida tinha sido criada durante a pandemia, devido à falta de piscinas para realizar certificações, e permitia que nadadores-salvadores que tivessem de revalidar o título antes do verão fossem dispensados temporariamente desse processo. Este ano, foram certificados 413 nadadores-salvadores pelo ISN, incluindo profissionais que tinham de renovar a certificação.</p>
<p><strong>Municípios reforçam vigilância em praias não oficiais</strong></p>
<p>Na costa portuguesa, há municípios a investir em vigilância nas praias não balneares, para garantir a segurança das populações, numa altura em que a redução de nadadores-salvadores certificados aumenta a pressão sobre o dispositivo de segurança.</p>
<p>Em Portugal há mais de 670 áreas balneares: 523 no continente, 88 nos Açores e 60 na Madeira. Mas há também praias que não estão classificadas como zonas balneares e que, ainda assim, são muito frequentadas por banhistas.</p>
<p>Segundo o &#8216;Jornal de Notícias&#8217;, há câmaras municipais que estão a assumir diretamente a vigilância destes locais para evitar acidentes. É o caso de Esposende, que garante vigilância nas praias das Pedrinhas/Cedovém, em Apúlia, e de Rio de Moinhos, em Marinhas, entre 13 de junho e 13 de setembro.</p>
<p>Em Viana do Castelo, a autarquia assegura vigilância na praia fluvial da Argaçosa, com um investimento de cerca de 10 mil euros. Em Sintra, o município investiu 100 mil euros em ações de vigilância em zonas que não estão classificadas como praias balneares, incluindo as praias Pequena, Aguda, Samarra e Vigia.</p>
<p>Também Gaia, Porto, Vila do Conde, Matosinhos, Almada e Nazaré têm medidas específicas para reforçar a segurança balnear em praias não concessionadas, não oficiais ou com grande afluência. Em Almada, o Programa Praia Protegida representa um investimento de 140 mil euros para assegurar vigilância em areais não oficiais ou não concessionados.</p>
<p><strong>Marinha reforça resposta em zonas sem vigilância</strong></p>
<p>A partir desta segunda-feira, a Autoridade Marítima Nacional, com o apoio da Marinha, vai reforçar a resposta a incidentes balneares em zonas não vigiadas. O dispositivo inclui 31 viaturas e 62 militares com cursos de nadadores-salvadores distribuídos pelo litoral.</p>
<p>O reforço pretende responder ao aumento da pressão sobre as zonas costeiras, mas não substitui a vigilância permanente nas praias. A recomendação das autoridades mantém-se: escolher praias vigiadas, respeitar a sinalização e evitar entrar no mar em zonas sem assistência, sobretudo depois de um inverno que alterou a configuração de vários areais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770245]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A Audição da Criança: um sinal de maturidade do sistema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Paulino dos Santos]]></category>
		<category><![CDATA[Legal Ties]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Joana Paulino dos Santos, Sócia da Legal Ties Law Firm]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Joana Paulino dos Santos, advogada de Direito da Família e das Sucessões na Legal Ties</p>
<p>Neste Dia Mundial da Criança, importa não esquecer que durante muitos anos as Crianças ocuparam um lugar silencioso nas famílias e nos processos em matérias de Direito da Família e das Crianças. Decidia-se pelas Crianças, sob o pretexto de se estar a proteger o seu alegado Superior Interesse, desvalorizando-se, assim, a voz das mesmas sobre as decisões que lhes diziam respeito. Seria isto proteger o Superior Interesse das Crianças?</p>
<p>Acontece que, a referida realidade se transformou com a introdução da audição da Criança nos processos que lhe digam respeito, o que muito diz sobre a evolução da sociedade em que vivemos.</p>
<p>A audição da Criança representa uma das transformações mais relevantes no Direito da Família e das Crianças. Não porque transfira para a Criança o peso das decisões que devem ser da responsabilidade dos adultos, mas porque se reconhece algo essencial: as Crianças como sujeitos de direitos com identidade, perceções, emoções e capacidade de gozo dos mesmos.</p>
<p>Ouvir uma Criança é, acima de tudo, reconhecê-la como pessoa.</p>
<p>A presente evolução resulta de uma mudança gradual na forma como entendemos a infância, a parentalidade e a própria Justiça. A Convenção sobre os Direitos da Criança veio afirmar o direito da Criança a ser ouvida sobre as decisões que lhe digam respeito, em função da sua idade, maturidade e capacidade de compreensão dos assuntos em discussão. Desde então, que o paradigma se alterou profundamente.</p>
<p>Na atualidade, o princípio do Superior Interesse da Criança já não pode ser interpretado apenas a partir do olhar dos adultos. Não se trata de decidir de acordo com o que os Pais ou o Tribunal entendem ser o melhor para a Criança segundo a sua experiência ou base de crenças. É necessário compreender quem é determinada Criança, como é que a mesma vive e sente a respetiva realidade, quais são os seus receios, os seus vínculos, as suas necessidades e os seus objetivos para se apurar o respetivo Superior Interesse, isto é, os seus interesses e as suas necessidades, e, consequentemente, decidir em conformidade.</p>
<p>Contudo, importa desmistificar um mito que persiste: ouvir uma Criança não significa permitir que seja a Criança a decidir. A responsabilidade da decisão continua a pertencer aos adultos, quer seja aos Pais, quer seja ao Tribunal.</p>
<p>Não obstante, uma Criança ouvida sente-se vista, o que tem um enorme impacto no processo judicial e na forma como a Criança compreende e aceita a decisão final, da qual ao entender fazer parte, mais facilmente contribui para o efeito útil da mesma.</p>
<p>No entanto, a audição da Criança tem de respeitar a sua condição específica, devendo garantir-se a existência de condições adequadas para o efeito, designadamente a não sujeição da Criança a espaço ou a ambiente intimidatório, hostil ou inadequado à sua idade, maturidade e características pessoais e a intervenção de operadores judiciários com formação adequada, de modo a assegurar uma abordagem cuidadosa, capaz de distinguir vontade, influência, medo, lealdade e maturidade emocional por parte da Criança. Não pode a audição da Criança transformar-se num momento de pressão emocional nem num instrumento de validação das posições parentais.</p>
<p>É precisamente aqui que a audição da Criança se revela como um sinal de maturidade do sistema. Os sistemas mais evoluídos são aqueles que compreendem que proteger não é silenciar e que a vulnerabilidade não elimina a capacidade.</p>
<p>Ainda assim, persistem desafios. A verdade é que nem sempre existem práticas uniformes aquando da audição da Criança, nomeadamente quanto ao grau de especialização ou à sensibilidade dos profissionais que a realizam. Em algumas situações, continua a existir o risco de a audição da Criança ser encarada como uma formalidade processual ou uma reprodução da posição de um dos Pais pela Criança.</p>
<p>Pelo que, a evolução do sistema deverá passar pela consolidação de práticas uniformes, assentes na especialização e na sensibilidade dos operadores judiciários que realizam a audição da Criança, de modo a que esta não se reduza aos referidos desafios, mas seja encarada como um instrumento de compreensão da realidade familiar de cada Criança e de construção de decisões equilibradas e sustentáveis.</p>
<p>Até porque, tal como vimos, a forma como um sistema escuta as suas Crianças revela muito sobre o seu grau de maturidade, dado que uma sociedade evoluída não decide apenas pelas Crianças, decide com base e com respeito pela sua voz.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Joana Paulino dos Santos, Sócia da Legal Ties Law Firm]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ANSR, PSP e GNR amanhã na estrada: campanha &#8220;Viajar Sem Pressa&#8221; sensibiliza condutores para excessos de velocidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 07:55:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA["Viajar sem Pressa”]]></category>
		<category><![CDATA[ansr]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2026, esta campanha, a sexta de onze previstas até ao fim do ano, decorre até ao dia 8 de junho e integrará ações de sensibilização e fiscalização direcionadas aos comportamentos de risco relacionados com a velocidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a PSP e a GNR iniciam esta terça-feira a campanha rodoviária &#8220;Viajar Sem Pressa&#8221; para alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade, foi hoje anunciado.</p>
<p>Inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2026, esta campanha, a sexta de onze previstas até ao fim do ano, decorre até ao dia 8 de junho e integrará ações de sensibilização e fiscalização direcionadas aos comportamentos de risco relacionados com a velocidade.</p>
<p>&#8220;Sob o lema &#8216;Viaje sem Pressa&#8217;, esta campanha pretende alertar os condutores para os riscos da velocidade excessiva ou inadequada às condições da via, uma das principais causas da sinistralidade rodoviária grave&#8221;, indicam a ANSR, PSP e GNR hoje num comunicado conjunto.</p>
<p>Na nota, lembram que entre 01 de janeiro de 2022 e 31 dezembro de 2024, a velocidade excessiva para as condições existentes esteve diretamente associada a 6.824 acidentes, 177 vítimas mortais, 588 feridos graves e 8.396 feridos ligeiros.</p>
<p>&#8220;O excesso de velocidade continua a representar a principal tipologia de infração rodoviária em Portugal Continental, correspondendo a mais de 60% do total das infrações registadas em 2025&#8221;, é referido na nota.</p>
<p>A velocidade excessiva para as condições climatéricas ou do estado da via, a condução acima dos limites legais de velocidade, a redução das distâncias de segurança e manobras bruscas associadas a velocidade inadequada aumentam, segundo as autoridades, significativamente o risco de acidente grave.</p>
<p>A ANSR, a GNR e a PSP recordam que conduzir a velocidade adequada salva vidas e contribui para uma circulação mais segura para todos os utilizadores da estrada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770232]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa abre a cair 0,31%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 07:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno negativo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a cair 0,31%, para 9.048,09 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno negativo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a cair 0,31%, para 9.048,09 pontos.</P><br />
<P>Na sexta-feira, a bolsa de Lisboa encerrou em terreno negativo, com o PSI a cair 0,12% para 9.076,53 pontos, num dia em que a Corticeira Amorim liderou as perdas, ao recuar mais de 2%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770226]]></sapo:autor>
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