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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Líderes da UE destacam &#8220;amizade duradoura&#8221; com EUA no seu 250.º aniversário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:55:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes da União Europeia (UE) destacaram hoje a "amizade duradoura" entre o bloco comunitário e os Estados Unidos da América (EUA), ao celebrarem o 250.º aniversário da independência da nação norte-americana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os líderes da União Europeia (UE) destacaram hoje a &#8220;amizade duradoura&#8221; entre o bloco comunitário e os Estados Unidos da América (EUA), ao celebrarem o 250.º aniversário da independência da nação norte-americana.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, juntamo-nos aos nossos amigos estado-unidenses para celebração os 250 anos de independência (&#8230;). A Estátua da Liberdade continua a ser o símbolo perdurável dessa amizade duradoura. Por isso que, esta noite, os fogos de artifício iluminarão os céus de ambos os lados do Atlântico&#8221;, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, através de uma mensagem nas redes sociais.</P><br />
<P>A líder europeia insistiu que, durante 250 anos, a parceria transatlântica foi forjada em torno dos valores partilhados e laços familiares, &#8220;e, por vezes, foi fortalecida por uma imensa coragem e vidas perdidas em defesa da liberdade&#8221;.</P><br />
<P>O presidente do Conselho Europeu, António Costa, celebrou também &#8220;não só o percurso extraordinário dos Estados Unidos, mas também a amizade duradoura, o património partilhado e os valores comuns que uniram os povos e fortaleceram a parceria transatlântica ao longo de décadas&#8221;.</P><br />
<P>O líder português manifestou o seu desejo de &#8220;continuar a aprofundar o vínculo duradouro e a trabalhar em conjunto pela paz, prosperidade e bem-estar de todos os americanos e europeus de ambos os lados do Atlântico&#8221;.</P><br />
<P>Por fim, a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, publicou um vídeo da sua participação na celebração do aniversário da independência dos EUA em Bruxelas, no passado domingo, acrescentando uma mensagem que incentivava todos a brindar &#8220;aos próximos 250 anos&#8221;.</P><br />
<P>O embaixador dos EUA na Bélgica, Bill White, organizou no passado domingo uma festa no Parque do Cinquentenário, em Bruxelas, para celebrar antecipadamente o Dia da Independência, que se comemora anualmente no dia 04 de julho.</P><br />
<P>O evento, que gerou controvérsia devido, entre outras razões, à privatização de um espaço verde público durante uma onda de calor, contou com a presença de cerca de 5.000 convidados, entre os quais se destacou a ausência de Ursula von der Leyen e de António Costa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785566]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: &#8220;Mundo precisa de liderança que garanta a liberdade e a vida&#8221; &#8211; Zelensky</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:53:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, agradeceu hoje aos EUA pelo apoio militar na guerra contra a Rússia e afirmou que o mundo precisa de uma liderança que garanta a proteção da liberdade e da vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, agradeceu hoje aos EUA pelo apoio militar na guerra contra a Rússia e afirmou que o mundo precisa de uma liderança que garanta a proteção da liberdade e da vida.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada nas suas redes sociais, Zelensky recordou que hoje se comemora o 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos, &#8220;um dos sonhos mais brilhantes, fortes e influentes da humanidade: o de uma nação independente, livre e próspera que defende a liberdade das pessoas, a fé e a busca da felicidade&#8221;.</P><br />
<P>Esse sonho, disse, ajudou outras nações a &#8220;manterem-se firmes e a serem livres&#8221;.</P><br />
<P>Especialmente no século XX, afirmou, quando os EUA ajudaram, durante a Segunda Guerra Mundial, a salvar o mundo &#8220;do domínio dos tiranos e construíram as alianças e parcerias que, pela primeira vez, proporcionaram a grande parte da humanidade uma paz duradoura e a oportunidade de se desenvolver em liberdade&#8221;.</P><br />
<P>Agora, no século XXI, afirmou Zelensky, &#8220;a influência e a importância dos Estados Unidos certamente não são menores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E vemos isso com especial clareza na Ucrânia, que luta pela sua independência, pela sua liberdade e pelo direito do nosso povo à felicidade com praticamente a mesma esperança, o mesmo propósito e a mesma determinação com que os norte-americanos conquistaram e defenderam a sua própria independência&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>E prosseguiu: &#8220;Valorizamos profundamente o apoio dos Estados Unidos, especialmente agora, durante a guerra em grande escala da Rússia contra a Ucrânia&#8221;.</P><br />
<P>O presidente ucraniano acrescentou que as armas norte-americanas &#8212; desde os mísseis antitanque Javelin, no início da guerra, até aos sistemas de defesa antiaérea Patriot, posteriormente &#8212; ajudaram a Ucrânia a defender-se contra o país invasor.</P><br />
<P>&#8220;Quando pedimos aos Estados Unidos os sistemas Patriot, acreditamos que os valores de respeito pela vida e pelas pessoas que prevaleceram há 250 anos voltarão a prevalecer hoje. O mundo precisa de uma liderança que garanta a proteção da liberdade e da vida&#8221;, enfatizou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785565]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: Médico francês dado como curado teve alta hospitalar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:45:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O paciente que registou o primeiro caso de Ébola identificado em França está curado e já saiu do hospital, anunciou hoje a ministra da Saúde francesa Stéphanie Rist em comunicado, adiantou a AFP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O paciente que registou o primeiro caso de Ébola identificado em França está curado e já saiu do hospital, anunciou hoje a ministra da Saúde francesa Stéphanie Rist em comunicado, adiantou a AFP.</P><br />
<P>O médico humanitário, que chegou a França a 23 de junho proveniente da República Democrática do Congo (RDCongo), atualmente a enfrentar uma grave epidemia do vírus, &#8220;saiu hoje do estabelecimento de saúde onde estava a receber tratamento&#8221;, segundo o comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Apresentando apenas sintomas leves&#8221;, o paciente foi alvo de tratamento médico e de um &#8220;acompanhamento rigoroso&#8221; e pôde &#8220;regressar a casa em toda a segurança&#8221;, precisou a informação do Governo.</P><br />
<P>O doente foi atendido imediatamente após a sua chegada ao território francês e transferido para um centro hospitalar especializado em doenças infecciosas de elevada transmissibilidade, segundo as autoridades sanitárias, num comunicado divulgado em junho, à chegada do doente.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde sublinhou na altura que os protocolos de segurança sanitária foram ativados de imediato, incluindo o isolamento do doente e o seu transporte em condições controladas, com o objetivo de evitar qualquer risco de contágio.</P><br />
<P>O número de mortos por Ébola no leste da República Democrática do Congo subiu para 438 e o de casos confirmados para 1.406, segundo dados do Governo divulgados na quinta-feira, com dados compilados até 30 de junho, que indicavam ainda que a taxa de letalidade está atualmente nos 31,2%, com 609 doentes em isolamento ou hospitalizados.</P><br />
<P>O surto do vírus Ébola foi oficialmente declarado a 15 de maio em Ituri &#8212; província que faz fronteira com o Uganda e o Sudão do Sul, mas alastrou-se às províncias congolesas do leste do Kivu do Norte e do Kivu do Sul.</P><br />
<P>A epidemia chegou ao Uganda, onde foram detetadas 20 infeções, entre as quais, 15 casos considerados como tendo origem na RDCongo, resultando em duas mortes.</P><br />
<P>A epidemia envolve a estirpe Bundibugyo, que apresenta uma taxa de mortalidade entre os 30% e os 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).</P><br />
<P>A OMS avaliou o risco de propagação na África Subsariana como elevado, ao mesmo tempo que considera baixo o risco global.</P><br />
<P>Esta agência da ONU admitiu que o vírus tenha começado a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração do surto e, a 17 de maio, classificou a epidemia como uma &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;.</P><br />
<P>Trata-se da terceira pior epidemia de Ébola registada até à data.</P><br />
<P>Os surtos mais graves ocorreram na região da África Ocidental entre 2014 e 2016 &#8212; causando aproximadamente 11 mil mortes e 28 mil infeções.</P><br />
<P>No leste do Congo, entre 2018 e 2020, o surto de Ébola resultou em 2.299 mortes e 3.481 casos.</P><br />
<P>O vírus Ébola transmite-se através do contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou de animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragia interna. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785564]]></sapo:autor>
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		<title>Atualização do Registo Nacional de Utentes abrangerá cerca de 20 milhões de registos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:45:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) vai atualizar o Registo Nacional de Utentes (RNU), um processo faseado com novas regras que começam a ser aplicadas hoje e deverão abranger cerca de 20 milhões de registos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) vai atualizar o Registo Nacional de Utentes (RNU), um processo faseado com novas regras que começam a ser aplicadas hoje e deverão abranger cerca de 20 milhões de registos.</P><br />
<P>Num comunicado enviado à agência Lusa, a tutela descreve que este processo, da responsabilidade da ACSS, será feito em articulação com os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), consistindo na aplicação das regras de organização e gestão do RNU do Serviço Nacional de Saúde (SNS) definidas desde 2017, o que na prática significa uma rearrumação e atualização do registo.</P><br />
<P>A operação decorrerá ao longo de todo o mês de julho de forma faseada.</P><br />
<P>Vai abranger a totalidade dos registos administrativos existentes no RNU, ou seja cerca de 20 milhões de registos administrativos, incluindo os óbitos registados em plataformas nacionais.</P><br />
<P>Estes não serão eliminados deste sistema &#8220;por questões de consistência das diferentes bases de dados do SNS&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este processo garante a melhoria da organização e da qualidade dos registos administrativos, a nível nacional, reforçando a informação do sistema. Desta forma, vai ser possível otimizar a capacidade assistencial existente para satisfazer as necessidades dos utentes do SNS, nomeadamente, tornando o processo de atribuição de médico de família mais rápido e eficaz&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>Já na secção &#8216;Perguntas e Respostas&#8217; sobre este processo, entre outras vantagens, é referido que esta atualização permitirá &#8220;a melhoria do processo de atribuição e manutenção de médico de família&#8221;, o que na prática pode significar conseguir vagas para utentes atualmente a descoberto.</P><br />
<P>A tutela garante que &#8220;não há perda de acesso a cuidados&#8221; e esta &#8220;medida apenas permite atualizar listas que não refletem a realidade, garantindo que médicos de família acompanham efetivamente quem necessita de cuidados regulares&#8221;.</P><br />
<P>Com este processo, o RNU passa a utilizar cinco classificações: o &#8220;registo atualizado&#8221; que contém todos os dados obrigatórios e é elegível para inscrição e médico de família, o &#8220;registo atualizado não residente&#8221; que contém todos dados obrigatórios, mas o utente, cidadão de nacionalidade portuguesa sem residência em Portugal será elegível apenas para inscrição.</P><br />
<P>Já as categorias &#8220;registo em curso&#8221; e &#8220;registo incompleto&#8221; não são elegíveis para inscrição e o &#8220;registo em histórico&#8221; será para cidadãos falecidos previamente registados no RNU.</P><br />
<P>A este propósito, o Jornal de Notícias escreve hoje que ter um médico de família passará a depender de três condições: existir vaga na unidade de saúde, o utente ter um registo atualizado no RNU e ter recorrido ao SNS nos últimos cinco anos.</P><br />
<P>Logo os utentes que não contactarem o SNS durante esse prazo podem perder o médico de família, mas a ACSS garante que estes não perdem o acesso ao SNS.</P><br />
<P>&#8220;Os cidadãos nacionais que têm morada de residência no estrangeiro deixam de ter acesso ao SNS? Não. A nova tipologia &#8216;registo atualizado não residente&#8217; permite melhorar a classificação administrativa e gestão no RNU (&#8230;), identificando os cidadãos nacionais que não têm morada de residência em Portugal, sem retirar os direitos de acesso aos cuidados de saúde previstos na lei e sem retirar a cobertura financeira&#8221;, lê-se no ponto 12 da secção &#8216;Perguntas e Respostas&#8217; sobre este tema.</P><br />
<P>Sendo reforçado: &#8220;Mesmo sem residência em Portugal, continuam a beneficiar da cobertura financeira assegurada pelo SNS, apesar de deixarem de estar elegíveis para manutenção ou atribuição de médico de família&#8221;.</P><br />
<P>É também vincado que o facto de perder inscrição nos Cuidados de Saúde Primários &#8220;em nenhum momento condiciona o acesso aos cuidados de saúde prestados pelo SNS&#8221;, contudo, caso não tenha &#8220;registo atualizado&#8221;, os encargos financeiros decorrentes da prestação de cuidados serão assumidos pelo próprio utente ou por uma terceira entidade responsável pelos encargos, ou seja seguros ou outros acordos.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo não é retirar médico de família, antes garantir que as listas de utentes com médico de família ou a aguardar a atribuição de médico de família refletem efetivamente a população elegível, ou seja, os utentes que têm a tipologia de &#8216;registo atualizado&#8217; no RNU. Esta atualização dos registos administrativos permitirá uma gestão mais eficiente das vagas existentes e uma otimização da capacidade assistencial existente para satisfazer as necessidades dos utentes do SNS&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>Os resultados globais deverão ser divulgados após a conclusão deste processo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785563]]></sapo:autor>
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		<title>Wimbledon: Serena Williams desiste de pares devido a uma lesão no joelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Serena Williams, a lendária norte-americana que regressou ao ténis profissional aos 44 anos, anunciou hoje que não vai competir em pares em Wimbledon ao lado da irmã Venus, devido a uma lesão no joelho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Serena Williams, a lendária norte-americana que regressou ao ténis profissional aos 44 anos, anunciou hoje que não vai competir em pares em Wimbledon ao lado da irmã Venus, devido a uma lesão no joelho. </P><br />
<P>&#8220;Estou de coração partido por ter de desistir dos pares. Regressar à competição foi uma dádiva e a oportunidade de jogar, uma vez mais, com a Venus Williams significava tudo para mim. Fiz tudo ao meu alcance para estar pronta, mas infelizmente o meu joelho não está preparado para competir&#8221;, escreveu nas suas contas nas redes sociais.</P><br />
<P>Quase quatro anos depois de ter terminado a sua carreira, a jogadora mais titulada em torneios do Grand Slam na Era Open, com 23 cetros, regressou ao ténis profissional aos 44 anos, para disputar pares no torneio de Queen&#8217;s, tendo recebido um convite para os singulares em Wimbledon.</P><br />
<P>Em singulares, a melhor tenista deste século caiu logo à primeira do All England Club, ao perder em três sets com a australiana Maya Joint.</P><br />
<P>&#8220;Estou muito grata ao diretor, Jamie Baker, e a toda a equipa do torneio por me terem dado todas as oportunidades para jogar aqui. Obrigada a todos os fãs pelo apoio incrível e por terem tornado este regresso tão significativo&#8221;, acrescentou a norte-americana. </P><br />
<P>Serena Williams encerrou a sua carreira profissional com 73 títulos de singulares, 23 de pares e dois de pares mistos.</P><br />
<P>Ao lado da irmã Venus conquistou 14 títulos de pares em &#8216;majors&#8217;, sendo a única tenista a ter completado o &#8216;Golden Grand Slam&#8217; em singulares &#8211; foi campeã olímpica em Londres2012 &#8211; e pares, ao somar três títulos olímpicos em parceria com a outra Williams.</P><br />
<P>Na publicação em que anuncia a desistência dos pares, Serena revelou várias fotos de seringas, especificando que se trata de líquido retirado do joelho após o seu encontro de singulares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785562]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Nélson Semedo fala em final antecipada e rejeita favoritismos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:15:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** António João Oliveira e Luís Garoupa, enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** António João Oliveira e Luís Garoupa, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Toronto, Canadá, 04 jul 2026 (Lusa) &#8212; O defesa Nélson Semedo afirmou hoje que o jogo entre Portugal e Espanha, dos oitavos de final do Mundial2026 de futebol, é uma final antecipada entre duas seleções que podem estar no jogo decisivo e rejeitou favoritismos.</P><br />
<P>&#8220;As críticas vão sempre existir, o mais importante é sermos autocríticos e sabermos o que temos de melhorar. Só assim vamos ser melhores como equipa. Tirámos muitas coisas boas do jogo, mas o próximo é muito complicado, diria uma final antecipada porque são duas equipas que podiam estar na final. Vai ser um jogo bonito&#8221;, disse, numa zona mista realizada no Centennial Park, um recinto localizado a 20 quilómetros do centro de Toronto, no Canadá.</P><br />
<P>O lateral direito garante que a equipa das &#8216;quinas&#8217; está confiante para o duelo com a Espanha, adversário que Portugal bateu na final da Liga das Nações de 2025, no desempate por penáltis, mas frisa que não existe favorito.</P><br />
<P>&#8220;Acho que não haverá favoritismo, são duas equipas muito boas, com muita qualidade. No último ganhámos nos penáltis e esperamos que se possa repetir o mesmo resultado, mesmo que tenhamos de sofrer&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Semedo, de 32 anos, que alinha dos turcos do Fenerbahçe, garante que está pronto a ajudar a seleção portuguesa, seja de que maneira for, salientando que o objetivo é vencer para continuar em prova.</P><br />
<P>&#8220;Temos muita confiança, temos um plantel bom e vamos enfrentar um rival forte. Sabemos o que temos de melhorar, os erros que temos de corrigir e estamos muito confiantes&#8221;, disse.</P><br />
<P>Nélson Semedo quer a equipa a &#8220;pensar jogo a jogo&#8221;, lembrando que no Mundial é preciso manter &#8220;os pés bem assentes no chão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Muitas equipas eram mais pequenas e conseguiram dar passos grandes, por isso é levar jogo a jogo&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>O defesa deixou ainda elogios a Lamine Yamal, mas realçou que Portugal não se pode focar apenas no extremo do FC Barcelona, pois existem outros perigos do outro lado, apesar de destacar também a qualidade lusa.</P><br />
<P>&#8220;Lamine é grande jogador, mas se nos focamos só nele vamos ter problemas. Temos de estar em alerta com todos os jogadores, mas temos de focar em nós. Saber o que temos de fazer, com ideias claras e dar tudo de nós. Só assim é possível passar a Espanha&#8221;, explicou.</P><br />
<P>A terminar, Nélson Semedo falou também sobre as suas raízes cabo-verdianas e o desempenho da seleção africana, que foi eliminada do Mundial pela campeão mundial Argentina, na sexta-feira, ao ser derrotada por 3-2, após prolongamento, nos 16 avos de final.</P><br />
<P>&#8220;Acompanhei o torneio de Cabo Verde e, independentemente do resultado da véspera, acho que venceu. Fez uma grande campanha. É um país pequeno, mas com uma qualidade enorme. Fico feliz e dou os parabéns&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O jogo entre Portugal e Espanha está agendado para segunda-feira no Estádio AT&amp;T, em Arlington, com início agendado para as 14:00 locais (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro com 48 seleções, decorre até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>AJO/LG // MO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785561]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Nuno Mendes diz que Portugal tem condições e capacidade para melhorar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Luís Garoupa e António João Oliveira, enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Toronto, Canadá, 04 jul 2026 (Lusa) &#8212; O lateral Nuno Mendes afirmou hoje que Portugal tem condições e capacidade para melhorar no Mundial2026 de futebol e mostrou-se confiante em novo triunfo sobre a Espanha, depois da final da Liga das Nações.</P><br />
<P>&#8220;Se pudéssemos repetir o resultado dessa final era bom. Mas, agora é um jogo diferente, uma competição diferente. Temos de encarar a Espanha da mesma forma que temos encarado todos os jogos no torneio. Sabemos que podemos fazer um bocado melhor do que temos feito. Temos capacidade para isso&#8221;, afirmou Nuno Mendes.</P><br />
<P>O jogador de 24 anos, que na última temporada foi bicampeão europeu de clubes com o Paris Saint-Germain, falava aos jornalistas no Centennial Park, nos arredores de Toronto, minutos antes de novo treino da seleção nacional.</P><br />
<P>Portugal e Espanha encontraram-se pela última vez em junho de 2025, com a equipa das &#8216;quinas&#8217; a conquistar a Liga das Nações em Munique, na Alemanha, com um triunfo por 5-3 no desempate por grandes penalidades, após um 2-2 no tempo regulamentar.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que quem perder vai para casa. Em termos de nome, a Espanha é o adversário mais difícil que até agora encontrámos no torneio. Depois, no campo, o jogo pode ser difícil, mas também pode ser mais fácil&#8221;, explicou o lateral.</P><br />
<P>Mendes mostrou-se &#8220;contente com os elogios&#8221; de alguns jogadores espanhóis, que o apontam como o melhor lateral esquerdo da atualidade, e abordou novo duelo com Lamine Yamal, a &#8216;estrela&#8217; da &#8216;roja&#8217;.</P><br />
<P>Durante a tarde, a comitiva lusa abandona solo canadiano e viaja até a Dallas, cidade situada a cerca de 30 quilómetros de Arlington, local que vai receber o duelo ibérico dos &#8216;oitavos&#8217;.</P><br />
<P>O jogo entre Portugal e Espanha está agendado para segunda-feira, no Estádio AT&amp;T, em Arlington, com início agendado para as 14:00 locais (20:00 em Lisboa).</P><br />
<P>O Mundial2026, o primeiro com 48 seleções, decorre até 19 de julho, nos Estados Unidos, no México e no Canadá.</P><br />
<P></P><br />
<P>LG/AJO // MO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785560]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Ataque israelita com drone causa um morto e vários feridos em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ataque israelita com um drone de reconhecimento contra um grupo de civis a leste de Gaza matou hoje uma pessoa e feriu várias outras, informaram fontes do hospital Al Shifa, para onde foram transportados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um ataque israelita com um drone de reconhecimento contra um grupo de civis a leste de Gaza matou hoje uma pessoa e feriu várias outras, informaram fontes do hospital Al Shifa, para onde foram transportados.</P><br />
<P>Segundo a fonte médica, a vítima mortal e os feridos, cujo número não foi especificado, encontravam-se, no momento do ataque, perto da rotunda de Asqola, no bairro de Zaitún, em Gaza, no norte da Faixa de Gaza.</P><br />
<P>Entretanto, os serviços médicos de Gaza recuperaram hoje os corpos de duas pessoas que morreram na quinta-feira em Beit Lahia (norte), onde, segundo as equipas de ambulâncias, as forças israelitas cercaram a zona após as terem morto.</P><br />
<P>Trata-se de Bilal Huséin Jamís Abu Rabia, de 46 anos, e Hamza Emad Yihad Hamduna, de 20, cujos corpos estão a ser transportados para o hospital de Al Shifa.</P><br />
<P>O Ministério da Saúde de Gaza, no seu último balanço diário, estimou em 16 o número de mortos e em 16 o de feridos que chegaram aos hospitais da Faixa nas últimas 48 horas, um número que ainda não inclui a vítima mortal de hoje.</P><br />
<P>Dos 16 mortos contabilizados pelo ministério, seis correspondem a mortes ocorridas neste período, um a um ferido que sucumbiu aos ferimentos, e nove a corpos resgatados dos escombros, dois dos quais nas últimas horas, precisou o organismo, dirigido pelo movimento islamista Hamas.</P><br />
<P>O ministério alertou que várias vítimas continuam sob os escombros e nas ruas, devido à impossibilidade de as equipas de resgate e da Proteção Civil chegarem até elas.</P><br />
<P>Desde a entrada em vigor do cessar-fogo, em 11 de outubro, o número total de mortos em Gaza ascende a 1.066 e o de feridos a 3.445, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>No balanço acumulado desde o início da ofensiva israelita, em 07 de outubro de 2023, o Ministério da Saúde de Gaza eleva o número total de mortos para 73.090 e o de feridos para 173.553.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785559]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vigilância privada, dados médicos e despedimento: tribunal dá razão a trabalhadora com esclerose múltipla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 15:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Mercadona]]></category>
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					<description><![CDATA[Estava de baixa médica depois de uma recaída provocada por esclerose múltipla progressiva. Ainda assim, acabou acompanhada numa consulta de neurologia por um médico ligado à empresa, foi alvo de contactos constantes durante o afastamento e acabou seguida por um detetive particular]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estava de baixa médica depois de uma recaída provocada por esclerose múltipla progressiva. Ainda assim, acabou acompanhada numa consulta de neurologia por um médico ligado à empresa, foi alvo de contactos constantes durante o afastamento e acabou seguida por um detetive particular. A história terminou nos tribunais espanhóis — e com o despedimento anulado.</p>
<p>O caso, relatado pelo &#8216;HuffPost&#8217; espanhol, envolve uma trabalhadora da Mercadona diagnosticada em 2021 com esclerose múltipla progressiva, depois de vários anos ao serviço da cadeia de supermercados. Em janeiro de 2024, o seu posto de trabalho foi adaptado à condição de saúde. Em maio de 2025, após uma recaída, entrou de baixa médica.</p>
<p>Durante esse período, a trabalhadora manteve contacto com o serviço médico da empresa, por telefone e WhatsApp. Mas, segundo o Tribunal Superior de Justiça das Ilhas Canárias, esse acompanhamento ultrapassou os limites legais e constitucionais do direito à privacidade.</p>
<p><strong>“Sem precedentes” e “estarrecedor”</strong></p>
<p>Os juízes foram particularmente duros ao analisar a atuação do serviço médico da empresa. Consideraram “sem precedentes” o facto de o médico da Mercadona ter acompanhado a trabalhadora a uma consulta de neurologia no hospital. Também classificaram como “estarrecedora” a proposta de uma reunião a três, com a coordenadora da loja, para discutir a sua situação clínica.</p>
<p>Para o tribunal, estes comportamentos não foram meros contactos administrativos durante uma baixa. Foram entendidos como uma forma de pressão e de acompanhamento abusivo sobre uma trabalhadora em situação de vulnerabilidade médica.</p>
<p><strong>O detetive no quintal</strong></p>
<p>A Mercadona contratou depois um detetive particular para vigiar a trabalhadora durante a baixa. O relatório foi usado para justificar um despedimento disciplinar, com alegações de fraude, deslealdade e simulação de doença.</p>
<p>As imagens registadas mostravam a funcionária a realizar tarefas quotidianas, como estender roupa, limpar a zona da piscina, tratar do quintal e movimentar paletes no exterior da sua casa. A empresa entendeu que esses comportamentos contrariavam a incapacidade que sustentava a baixa.</p>
<p><strong>O que parece atividade nem sempre prova capacidade laboral</strong></p>
<p>O tribunal teve outra leitura. Sublinhou que, tratando-se de uma doença progressiva como a esclerose múltipla, a realização de tarefas pontuais em casa não provava que a trabalhadora estivesse apta para regressar ao trabalho nem que estivesse a prejudicar a recuperação.</p>
<p>Ou seja, o facto de uma pessoa doente conseguir executar algumas tarefas domésticas não significa, por si só, que esteja a simular a doença ou que consiga cumprir as exigências do posto de trabalho. Esta distinção foi central para a decisão.</p>
<p><strong>Dados médicos usados para vigiar</strong></p>
<p>A questão mais grave esteve na origem da própria vigilância. O Tribunal Superior de Justiça das Ilhas Canárias considerou que houve transmissão ilícita de dados médicos e confidenciais do serviço de saúde laboral para a empresa e, depois, para os detetives.</p>
<p>Os juízes valorizaram um detalhe: os investigadores apareceram no mesmo supermercado, no mesmo dia e à mesma hora em que a trabalhadora tinha marcado, de forma privada por WhatsApp, uma consulta com o médico da empresa. Essa coincidência levou o tribunal a concluir que informação clínica reservada tinha sido partilhada indevidamente.</p>
<p><strong>Prova ilegal, despedimento nulo</strong></p>
<p>Por esse motivo, o relatório do detetive foi considerado prova inadmissível. Para o tribunal, a vigilância assentou numa violação do direito à privacidade da trabalhadora e não podia ser usada para justificar o despedimento disciplinar.</p>
<p>A primeira decisão já tinha sido favorável à funcionária: o Tribunal Social n.º 2 de Puerto del Rosario declarou o despedimento nulo. A Mercadona recorreu, mas o Tribunal Superior de Justiça das Ilhas Canárias confirmou a decisão.</p>
<p><strong>Reintegração e indemnização</strong></p>
<p>O tribunal concluiu que o despedimento era nulo por discriminação em razão da doença e por violação de direitos fundamentais. A Mercadona foi condenada a reintegrar a trabalhadora nas mesmas condições e a pagar-lhe 15 mil euros por danos morais.</p>
<p>A gravidade dos factos levou ainda os juízes a determinarem a comunicação do caso à Inspeção do Trabalho e da Segurança Social, para eventual abertura de procedimentos sancionatórios contra a empresa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784949]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wimbledon: Iga Swiatek afastada por Alexandra Eala na terceira ronda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:57:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tenista polaca Iga Swiatek, vencedora da última edição de Wimbledon, foi hoje eliminada do terceiro torneio do Grand Slam da temporada, ao perder com a filipina Alexandra Eala em dois sets, na terceira ronda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tenista polaca Iga Swiatek, vencedora da última edição de Wimbledon, foi hoje eliminada do terceiro torneio do Grand Slam da temporada, ao perder com a filipina Alexandra Eala em dois sets, na terceira ronda.</P><br />
<P>Pouco depois de a cazaque Elena Rybakina, número dois do mundo, também ser afastada, foi a vez de Swiatek, terceira colocada do ranking ATP, ser surpreendida na relva londrina diante da 32.ª da hierarquia, pelos parciais de 7-6 (11-9) e 6-2, em duas horas e 15 minutos.</P><br />
<P>Eala, que já era primeira tenista das Filipinas a atingir a terceira ronda de um &#8216;major&#8217;, vai defrontar nos oitavos de final a italiana Jasmine Paolini (17.ª WTA), que eliminou a grega Maria Sakkari (43.ª) em dois sets.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785558]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais 60 quenianos repatriados da África do Sul por medo de ataques xenófobos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais 60 quenianos foram repatriados da África do Sul por receio de agressões perante a onda de violência xenófoba e protestos anti-imigração no país, que se juntam aos 151 que regressaram na quinta-feira, adiantou o Governo do Quénia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais 60 quenianos foram repatriados da África do Sul por receio de agressões perante a onda de violência xenófoba e protestos anti-imigração no país, que se juntam aos 151 que regressaram na quinta-feira, adiantou o Governo do Quénia.</P><br />
<P>Segundo um comunicado do Ministério dos Assuntos da Diáspora do Quénia, citado pela EFE, a ministra Roseline Njogu recebeu na noite de sexta-feira os 60 repatriados, aos quais foi prestada assistência psicossocial antes de se reunirem com as suas famílias.</P><br />
<P>&#8220;O Governo do Quénia expressa a sua sincera gratidão à comunidade queniana na África do Sul liderada pela Associação da Diáspora do Quénia na África do Sul (KEDASA) e a sua liderança para manter a paz e cooperar com as equipas consulares e as autoridades locais durante a retirada&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>No documento, o Governo informou que as operações de repatriamento vão ficar concluídas na quinta-feira, 09 de julho, a partir de Joanesburgo, e apelou a todos os cidadãos que queiram regressar ao Quénia para que se registem na embaixada de Pretória até 07 de julho.</P><br />
<P>&#8220;Só aqueles que se tiverem registado serão elegíveis para a retirada no voo final&#8221;, indicou o departamento.</P><br />
<P>Pelo menos 240 quenianos registaram-se na embaixada para receber assistência, a qual proporcionou alojamento temporário seguro, comida, bens de primeira necessidade e apoio especializado a grupos vulneráveis.</P><br />
<P>Milhares de pessoas saíram às ruas na África do Sul na passada terça-feira em marchas convocadas por grupos anti-imigração, que deram esse dia como data limite aos indocumentados de outros países africanos para abandonar o país.</P><br />
<P>A polícia de África do Sul confirmou um morto no decurso de saques que coincidiram com os protestos, mas a ministra da Justiça e Desenvolvimento Constitucional sul-africana, Mmamoloko Kubayi, garantiu que &#8220;não se registaram vítimas mortais durante o dia das manifestações&#8221;, as quais levaram a mais de 900 detenções.</P><br />
<P>Os organizadores culpam os migrantes pelos problemas económicos do país, a deficiente prestação de serviços públicos ou as altas taxas de criminalidade, e chegaram a tentar impedir o acesso a cuidados médicos e a educação em instalações públicas.</P><br />
<P>Face a esta situação, Zimbabué, Gana, Nigéria, Uganda, Quénia, Moçambique e Malawi já repatriaram centenas de cidadãos que solicitaram o regresso aos seus países de origem por medo dos ataques xenófobos.</P><br />
<P>O Governo sul-africano, por seu lado, condenou os ataques, ainda que tenha reivindicado o seu direito a controlar a imigração irregular.</P><br />
<P>Mais de 56 mil zimbabueanos residentes na vizinha África do Sul regressaram ao seu país desde o final de maio, devido à onda de violência xenófoba e aos protestos anti-imigração na África do Sul, informou o Governo do Zimbabué na sexta-feira.</P><br />
<P>Pelo menos 47.252 pessoas regressaram ao país por conta própria, enquanto outras 9.221 receberam assistência direta das autoridades zimbabueanas, afirmou Joshua Chibundu, responsável regional de imigração da Região Sul, números divulgados pelos meios de comunicação locais.</P><br />
<P>As tensões xenófobas contra os migrantes africanos são um problema recorrente na África do Sul e têm levado a ondas de protestos violentos, especialmente nos bairros mais vulneráveis.</P><br />
<P>O pior surto de xenofobia alguma vez registado no país ocorreu em 2008, quando mais de 60 pessoas perderam a vida, enquanto os protestos mais graves deste tipo nos últimos tempos aconteceram no final de 2019, com pelo menos 18 estrangeiros mortos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785557]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo moçambicano equaciona integrar vítimas de xenofobia nos megaprojetos &#8211; PR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente moçambicano disse hoje que o Governo equaciona integrar as vítimas da xenofobia nos megaprojetos em curso no país e noutras vagas de trabalho no exterior, no quadro da cooperação internacional, para resolver o problema do emprego.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente moçambicano disse hoje que o Governo equaciona integrar as vítimas da xenofobia nos megaprojetos em curso no país e noutras vagas de trabalho no exterior, no quadro da cooperação internacional, para resolver o problema do emprego.</P><br />
<P>&#8220;Temos duas saídas, uma é integrá-los em projetos que estão a acontecer em Moçambique. Como sabe, retomámos o projeto com a Total Rovuma, projeto LNG [Gás Natural Liquefeito, na tradução portuguesa], neste momento está com um pouco mais de sete mil trabalhadores, dos quais um pouco mais de cinco mil são moçambicanos. Este projeto está sendo desenvolvido e, na medida em que vai crescendo, vai integrando mais moçambicanos&#8221;, disse Daniel Chapo, em conferência de imprensa de balanço da visita à Tanzânia.</P><br />
<P>O chefe de Estado afirmou ainda estar em curso trabalhos para uma decisão final de investimento com a concessionária Exxonmobil, prevista para até setembro, prevendo que vai permitir também ter mais moçambicanos a trabalharem em mais um projeto e tantos outros em curso no país.</P><br />
<P>&#8220;Mas também temos dois acordos de trabalho para mão-de-obra, são três principais, [contando com a] África do Sul, onde nossos irmãos estão a sair mas também temos um acordo com Portugal e o outro com Emirados Árabes Unidos&#8221;, avançou Chapo.</P><br />
<P>Em relação a Portugal, acrescentou o Presidente de Moçambique, os acordos de cooperação em vigor entre os dois países permitiram o envio de 800 moçambicanos para trabalharem naquele país europeu, assegurando que até este momento, está em preparação o envio de mais 300 jovens.</P><br />
<P>&#8220;Achamos que é uma oportunidade também para esses jovens moçambicanos que já são carpinteiros, eletricistas, pedreiros, canalizadores e várias outras profissões, que estão a vir da África do Sul&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Já para os Emirados Árabes Unidos, destacou o envio de 15 jovens para o estudo de emprego, sendo que, em menos de um mês, dois deles foram promovidos a supervisores das obras devido ao nível de conhecimento &#8220;bastante alto&#8221;, enquanto estão outros três do grupo em análise para ocuparem o mesmo cargo.</P><br />
<P>&#8220;Vamos também continuar a fazer essa triagem, porque sabemos muito bem que esses nossos irmãos tinham a sua vida na África do Sul, trabalhavam. Tem a vantagem de que já falam a língua inglesa fluentemente, então, esta base de dados que estamos a fazer na triagem vai também nos servir para podermos não só integrá-los em trabalhos em Moçambique, mas também nestes outros países que nós temos acordos&#8221;, acrescentou Daniel Chapo.</P><br />
<P>Os episódios de violência contra estrangeiros levaram o Governo moçambicano a reforçar a assistência consular e as operações de repatriamento dos cidadãos afetados, mantendo o acompanhamento da situação através das representações diplomáticas e consulares na África do Sul.</P><br />
<P>Manifestantes anti-imigração sul-africanos fizeram um ultimato até 30 de junho, terça-feira, para todos os estrangeiros abandonarem o país e o Governo da África do Sul anunciou nos últimos dias restrições às políticas migratórias e o reforço da segurança, com Moçambique a receber hoje mais 65 cidadãos nacionais repatriados.</P><br />
<P>O Presidente moçambicano reconheceu na quarta-feira o agravamento da xenofobia na África do Sul, na sequência de incidentes violentos envolvendo cidadãos moçambicanos, e garantiu existirem condições logísticas para o repatriamento e acolhimento das vítimas.</P><br />
<P>Pelo menos 283 moçambicanos foram agredidos, viram as suas casas incendiadas e bens vandalizados na última vaga de ataques xenófobos na África do Sul, avançou no mesmo dia o Governo de Moçambique, que tenta assegurar assistência e o repatriamento.</P><br />
<P>No dia seguinte, quinta-feira, o Presidente moçambicano disse que 38 cidadãos moçambicanos residentes legalmente na África do Sul foram agredidos e expulsos das suas casas em ataques xenófobos.</P><br />
<P>Moçambique tem cerca de 300.000 cidadãos residentes na África do Sul. A Presidência indicou, em comunicado, que &#8220;milhares&#8221; já regressaram ao país face à violência.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785556]]></sapo:autor>
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		<title>Wimbledon: Elena Rybakina, número dois mundial, eliminada na terceira ronda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:31:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tenista cazaque Elena Rybakina, número dois mundial e campeã em 2022, caiu hoje na terceira ronda de Wimbledon, ao perder com a belga Elise Mertens em dois sets.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tenista cazaque Elena Rybakina, número dois mundial e campeã em 2022, caiu hoje na terceira ronda de Wimbledon, ao perder com a belga Elise Mertens em dois sets.</P><br />
<P>A campeã em título do Open da Austrália e vencedora no All England Club há quatro anos foi eliminada pela 27.ª jogadora mundial, mais conhecida pelo seu percurso em pares, com os parciais de 7-6 (7-4) e 6-1, em uma hora e 36 minutos. </P><br />
<P>Rybakina procurava destronar a bielorrussa Aryna Sabalenka da liderança do ranking WTA caso tivesse um bom percurso no terceiro Grand Slam da temporada, depois de ter caído na segunda ronda em Roland Garros.</P><br />
<P>Campeã em título de pares femininos em Wimbledon, Mertens vai defrontar nos oitavos de final de singulares a checa Marie Bouzkova (23.ª).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785555]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Força Aérea pela primeira vez, no combate direto dos fogos florestais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:28:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa disse hoje que há dois helicópteros da Força Aérea envolvidos no combate aos incêndios que lavram no país, e que é a primeira vez que aquele ramo das Forças Armadas intervém diretamente no combate às chamas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa disse hoje que há dois helicópteros da Força Aérea envolvidos no combate aos incêndios que lavram no país, e que é a primeira vez que aquele ramo das Forças Armadas intervém diretamente no combate às chamas.</P><br />
<P>&#8220;Estão empenhados nessa missão dois helicópteros, cumprindo uma resolução que tem prazos entre a entrega e a operacionalidade. Cada capacidade nova que se adquire implica a aquisição de componentes, peças, adaptação de infraestruturas, treino de pilotos e, por isso, não basta adquirir para colocar ao serviço&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Nuno Melo, atualmente, &#8220;em Vila Real, a Força Aérea destacou aeronaves P3 Orion C295, que estão a fazer deteções precoces de incêndios, estando também baseado um helicóptero Black Hawk que, na deteção precoce do fogo, pode já atuar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Força Aérea Portuguesa, este ano, pela primeira vez, está envolvida no combate direto aos incêndios&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Nuno Melo revelou que &#8220;os bombardeiros Canadair que foram adquiridos chegam em 2029 e 2030&#8221;, mas também, &#8220;na consequência de uma avaliação feita pela Força Aérea&#8221;, também será feita &#8220;a aquisição de &#8216;kits&#8217; de incêndios que estão a ser produzidos nos Estados Unidos e que a partir de 2027 serão utilizados em aviões C130 para combate direto aos incêndios&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta foi uma capacidade que Portugal também já teve e que perdeu, ou seja, nós estamos a investir para que as Forças Armadas, numa base complementar, ajudem naquilo que são operações de apoio às populações civis e cada vez que passamos por esta época de incêndios percebemos bem a diferença que isso faz e, portanto, este ano serão dois helicópteros no combate direto aos incêndios&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Nuno Melo acrescentou &#8220;que presentemente está a terminar uma fase contratual do chamado SAFE que permitirá investir 5,8 mil milhões de euros em equipamentos que vão de satélites a fragatas, a sistemas antiaéreos, sistemas de artilharia, munições, drones, outros veículos, com uma transversalidade que tem em vista precisamente esta necessidade de assegurar que as Forças Armadas são capazes de cumprir todas as missões, dentro e fora de fronteiras, militares e ao serviço da população civil&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Força Aérea é talvez um dos maiores vetores deste investimento. Há poucos meses, no Parlamento Europeu, no discurso do Estado da União, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, elogiou como paradigma do bom investimento europeu a chamada constelação de satélites. Estamos a falar da construção de uma constelação pelo domínio do espaço na Europa e o exemplo que é dado é de Portugal&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Para Nuno Melo, &#8220;o principal vetor da construção e impulso da constelação do Atlântico é precisamente a Força Aérea Portuguesa, o que equivale a dizer que, pela Força Aérea Portuguesa, [se define] o domínio do espaço na União Europeia, à frente dos outros, mesmo muitas nações mais poderosas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Passou já por mim a resolução que levou à aquisição das aeronaves Super Tucano. Passaram aqui cinco em exibição. Foi a primeira vez que as vi. Passou já por mim a resolução que levou à aquisição de bombardeiros pesados Canadair, que estarão ao serviço da Força Aérea para combate aos incêndios, com o primeiro a ser entregue em 2029 e [depois] em 2030. Passou já por mim a aquisição de helicópteros Black Hawk, que serão utilizados na emergência médica com recurso ao Plano de Recuperação e Resiliência [PRR]. Passou já por mim a assinatura para a opção por mais uma aeronave KPC 390. Passará também certamente por mim, espero, a assinatura de outras aeronaves e equipamentos, que no seu tempo, quando for considerado oportuno, a Força Aérea terá também ao seu serviço. Isso para dizer que a Força Aérea é uma componente fundamental e estratégica da nação&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785554]]></sapo:autor>
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		<title>OPEP+ admite aumentar oferta de petróleo bruto em agosto pelo quinto mês consecutivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e pela Rússia, estuda a possibilidade de aumentar a produção de petróleo em agosto, pelo quinto mês consecutivo, uma decisão que será debatida no domingo, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e pela Rússia, estuda a possibilidade de aumentar a produção de petróleo em agosto, pelo quinto mês consecutivo, uma decisão que será debatida no domingo, foi hoje anunciado. </P><br />
<P>A decisão baseia-se na expectativa de normalização do mercado após a reabertura parcial do Estreito de Ormuz e deverá ser tomada em teleconferência pelos ministros do setor da Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã, segundo informou a sede da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), em Viena.</P><br />
<P>Trata-se de sete dos 21 &#8220;países petrolíferos&#8221; da aliança que, há mais de um ano, têm devolvido gradualmente ao mercado parte dos barris que retiraram em 2023.</P><br />
<P>Em cima da mesa de negociações está um aumento moderado da sua produção conjunta, semelhante ao dos meses anteriores, de 188.000 barris por dia (bpd).</P><br />
<P>O grupo retomou em abril os seus aumentos mensais da produção após uma pausa de três meses, mas os acordos celebrados desde então têm, na prática, permanecido no papel, uma vez que foram amplamente anulados pela queda drástica e involuntária da produção de vários membros, principalmente o Iraque, o Irão, a Arábia Saudita e o Kuwait, devido ao conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>De acordo com as estimativas publicadas pela OPEP, a perda acumulada rondava os 10 milhões de barris por dia (mbd) em abril, sem contar com a redução da produção russa causada pelos ataques </P><br />
<P>Após a assinatura de um memorando de entendimento entre Washington e Teerão, que prolonga o cessar-fogo em vigor na guerra do Irão enquanto prosseguem as negociações de um acordo global para pôr fim ao conflito, os preços do &#8220;ouro negro&#8221; voltaram aos níveis anteriores à guerra.</P><br />
<P>O barril de Brent fechou a semana nos 62,74 euros, 42 % abaixo do pico de 109,62 euros atingido em 30 de abril, enquanto o petróleo de referência da OPEP caiu dos 127,02 euros de 19 de março para os 60,31 euros na passada quinta-feira, de acordo com a última notificação oficial.</P><br />
<P>A retoma do tráfego marítimo pelo estreito de Ormuz também contribuiu para a descida dos preços, embora esteja ainda longe de recuperar o nível anterior ao conflito, quando por ele transitava cerca de 20 % do petróleo comercializado no planeta.</P><br />
<P>Nestas circunstâncias, pela primeira vez desde o início da guerra, no final de fevereiro, espera-se que os aumentos acordados este ano comecem a ser efetivamente aplicados.</P><br />
<P>Embora os especialistas alertem que a normalização total dos fluxos de petróleo provenientes do Golfo Pérsico ainda demore meses, a perspetiva de um aumento da produção da OPEP+ soma-se ao crescimento da oferta proveniente dos Estados Unidos, Brasil, Venezuela, Argentina, Guiana e do Canadá, o que está a suscitar receios de um excesso de oferta.</P><br />
<P>A consequente pressão descendente sobre os preços poderá acentuar-se com a decisão dos Emirados Árabes Unidos de produzirem ao máximo da sua capacidade (cerca de 5 mbd), após terem abandonado a OPEP a 01 de maio, ficando assim livres de limitar a sua produção, uma vez que não estão sujeitos às quotas da organização.</P><br />
<P>Também o Iraque, que com uma produção entre 3 e 3,4 mbd é o segundo maior produtor da OPEP, atrás apenas da Arábia Saudita, pretende aumentar a produção e solicitou formalmente que lhe seja permitido alargar a sua quota de produção, conforme o anunciou em comunicado, no dia 25, o Ministério do Petróleo.</P><br />
<P>Neste contexto, o aumento que se prevê ratificar no domingo suscita &#8220;preocupação&#8221; entre os investidores face à possibilidade de o mercado petrolífero &#8220;passar de uma escassez temporária (&#8230;) para um excesso de oferta&#8221;, salientou o analista de mercado da XS.com, Linh Tran, numa análise enviada à EFE.</P><br />
<P>Fundada em 1960, em Bagdade, pela Arábia Saudita, Venezuela, Irão, Iraque e Kuwait, a OPEP é hoje composta por onze países. Em 2016, o grupo acordou cooperar com outras dez nações produtoras &#8212; entre elas a Rússia, o México, o Cazaquistão e o Azerbaijão &#8212;, o que deu origem à aliança OPEP+.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785553]]></sapo:autor>
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		<title>Carneiro quer PS preparado para regionalização e critica &#8220;insensibilidade&#8221; do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:06:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, disse hoje que o PS deve estar preparado para "perguntar aos portugueses se querem ou não a regionalização", criticando a "insensibilidade" do Governo da economia à habitação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, disse hoje que o PS deve estar preparado para &#8220;perguntar aos portugueses se querem ou não a regionalização&#8221;, criticando a &#8220;insensibilidade&#8221; do Governo da economia à habitação.</P><br />
<P>&#8220;Temos um compromisso que temos de assumir hoje: perguntar aos portugueses se querem ou não a regionalização, e tudo fazer para avançar com essa reforma, para que os poderes regionais tenham legitimidade direta e democrática para responder às necessidades de desenvolvimento económico, social e territorial&#8221;, declarou o secretário-geral dos socialistas, em discurso do congresso da Federação Distrital do Porto do partido.</P><br />
<P>Em Vila do Conde, exortou os militantes a estarem preparados para olharem &#8220;para o esforço e percurso da descentralização&#8221;.</P><br />
<P>Esse era, de resto, o compromisso &#8220;prioritário&#8221; para o distrito assumido neste congresso, parte de uma ronda por vários, indo hoje também a Setúbal, que encerra um processo de eleições internas no partido.</P><br />
<P>Na sessão figuraram vários nomes de proa do partido a Norte, a começar pelo autarca de Vila do Conde, Vítor Costa, mas também a presidente da Câmara de Matosinhos, Luísa Salgueiro, assim como o antigo presidente em Vila do Conde e no Porto, Fernando Gomes, entre outros.</P><br />
<P>Carneiro voltou a criticar o Governo pelo &#8220;caos instalado nas escolas&#8221;, com os atrasos na avaliação dos exames nacionais, como já tinha dito aos jornalistas à chegada ao congresso, e lamentou que &#8220;este Governo nunca assuma a sua responsabilidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro que explique ao país o que se está a passar, o que está a falhar, e como o Governo vai resolver com credibilidade e confiança a avaliação dos nossos jovens que querem concorrer ao ensino superior&#8221;, criticou.</P><br />
<P>Nessa senda, referiu-se várias vezes, ao longo do discurso, à &#8220;insensibilidade&#8221; do Governo liderado por Luís Montenegro, do PSD e do CDS-PP, como na &#8220;desumanidade e insensibilidade&#8221; da reforma laboral.</P><br />
<P>&#8220;Eles vieram para tirar direitos aos trabalhadores, entre eles as mulheres e os mais jovens. Conseguimos dar um contributo decisivo, com mais de cinco milhões e 300 mil trabalhadores, para travar esta ofensiva. Contámos com os trabalhadores e as centrais sindicais&#8221;, celebrou.</P><br />
<P>A Prestação Social Única também mereceu críticas, assim como as questões da habitação e das emergências hospitalares, lamentando que não tenham sido acolhidas propostas socialistas nem tidas posições que defendam os cidadãos portugueses.</P><br />
<P>Por outro lado, José Luís Carneiro propõe a partir do PS uma alternativa &#8220;séria e sólida&#8221;, com a prioridade numa &#8220;construção de matriz de desenvolvimento da economia&#8221;, com mais tecnologia, o aproveitamento do interior e a valorização do percurso dos jovens em Portugal, a começar pelos &#8220;100 mil no ensino profissional e 140 mil que não estudam nem trabalham&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nós temos áreas vitais às quais temos de responder. A economia é uma delas. Tem de ser mais produtiva, criar mais riqueza, ser mais competitiva. O que vemos do Governo é o contrário disto&#8221;, lamentou.</P><br />
<P>Com militantes do Porto, entre os quais se inclui, Carneiro lembrou Antero de Quental e José Régio, comparou a política à confeção de renda de bilros, numa das cidades mais representativas deste artesanato, e pediu que o Porto &#8220;ganhe força&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se formos uma força que faz da sua pluralidade, diversidade, uma unidade que inova, fortalece, defende e afirma os valores, estou convencido que essa unidade formará um autêntico quadrado que, na nossa história, tem um significado muito especial&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Na habitação, pediu à presidente da Câmara de Matosinhos, Luísa Salgueiro, para liderar uma equipa no secretariado nacional para encontrar uma solução para o problema.</P><br />
<P>Para o Serviço Nacional de Saúde (SNS), prometeu &#8220;várias soluções para responder de forma mais eficaz&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785552]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Zuckerberg quer criar um “sistema imunitário virtual”: a IA que testa doenças antes de chegarem ao corpo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 14:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Chan Zuckerberg Biohub]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Zuckerberg]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagine poder testar, num computador, como o seu sistema imunitário reagiria a uma infeção, a uma inflamação ou até a uma futura terapia — antes de o corpo passar por isso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine poder testar, num computador, como o seu sistema imunitário reagiria a uma infeção, a uma inflamação ou até a uma futura terapia — antes de o corpo passar por isso. É essa a ambição do novo projeto do Chan Zuckerberg Biohub, a organização científica ligada a Mark Zuckerberg e Priscilla Chan, que quer construir uma espécie de “sistema imunitário virtual” com recurso a inteligência artificial.</p>
<p><strong>Um corpo simulado antes da doença chegar</strong></p>
<p>A ideia, destacada pelo &#8216;El Economista&#8217; a partir da comunicação do Biohub, parte de uma pergunta simples e quase futurista: e se fosse possível modelar o sistema imunitário humano para prever, simular ou até ajudar a prevenir doenças? A resposta está num projeto que pretende usar modelos de IA capazes de representar a forma como células, moléculas e tecidos interagem ao longo do tempo.</p>
<p>Na prática, o objetivo não é criar uma cópia perfeita de uma pessoa, mas um modelo suficientemente avançado para ajudar cientistas a compreender como as defesas do corpo reagem em diferentes cenários. O Biohub descreve o Sistema Imunitário Virtual como um esforço para simular inflamações, testar hipóteses e orientar intervenções reais, ligando dados biológicos de grande escala a modelos computacionais.</p>
<p><strong>A promessa: testar terapias sem começar pelo doente</strong></p>
<p>Priscilla Chan apresentou a ambição em termos diretos: construir modelos de IA que consigam raciocinar sobre a forma como as células interagem e respondem, com o objetivo de simular terapias imunitárias, reprogramar células e, a longo prazo, ajudar a prevenir doenças antes de surgirem. A própria organização sublinha, porém, que este é um caminho científico em desenvolvimento, não uma solução clínica pronta a aplicar.</p>
<p>O projeto insere-se numa aposta mais ampla do Biohub na chamada biologia virtual. Em abril, a organização anunciou uma iniciativa de 500 milhões de dólares, cerca de 465 milhões de euros, para criar conjuntos de dados abertos e modelos preditivos da célula, capazes de acelerar a investigação sobre doenças e potenciais tratamentos.</p>
<p>A promessa é sedutora: se a IA conseguir simular partes da biologia humana com precisão, os investigadores poderão testar digitalmente hipóteses que hoje exigem anos de trabalho laboratorial. Em vez de observar apenas o que aconteceu numa célula ou num tecido, os cientistas poderiam perguntar ao modelo o que poderá acontecer a seguir.</p>
<p><strong>A “terceira revolução” da imunologia</strong></p>
<p>É por isso que Aly Khan, especialista em imunologia computacional e inteligência artificial no Biohub Chicago, fala numa “terceira revolução” da imunologia. A primeira terá permitido identificar os componentes fundamentais do sistema imunitário; a segunda, impulsionada pela imunologia de sistemas, ajudou a criar atlas detalhados de células e moléculas. A terceira pretende transformar esse conhecimento numa ciência preditiva.</p>
<p>Num artigo científico assinado por Aly A. Khan e outros investigadores, publicado em pré-impressão no arXiv, os autores defendem que a imunologia está pronta para passar de uma disciplina sobretudo descritiva para uma área capaz de prever trajetórias biológicas. A proposta assenta num ciclo: gerar dados causais em grande escala, treinar modelos de IA, fazer previsões e usar essas previsões para desenhar novas experiências.</p>
<p><strong>Mais do que dados: perceber causa e efeito</strong></p>
<p>A diferença entre “mais dados” e “bons dados” é central. O sistema imunitário não é apenas uma lista de células: é uma rede dinâmica que muda consoante genética, infeções, inflamação, idade, ambiente, tecidos e tratamentos. Para que a IA seja útil, precisa de dados que ajudem a perceber causas e efeitos, não apenas fotografias estáticas do que está a acontecer num dado momento.</p>
<p>O Biohub defende precisamente essa mudança. A organização quer combinar plataformas de imagem, engenharia celular, bioengenharia e análise molecular para produzir dados que possam alimentar modelos mais robustos. A ambição é que esses modelos não se limitem a descrever o sistema imunitário, mas ajudem a prever como este poderá comportar-se em situações concretas.</p>
<p><strong>O exemplo AlphaFold e o desafio seguinte</strong></p>
<p>O exemplo mais citado neste campo é o AlphaFold, o sistema de IA que transformou a previsão da estrutura das proteínas. Para os defensores do Sistema Imunitário Virtual, a imunologia pode estar perante uma oportunidade semelhante: encontrar problemas biológicos bem definidos, reunir dados de qualidade e criar modelos capazes de acelerar descobertas.</p>
<p>Mas o desafio é muito maior. Uma proteína já é complexa; um sistema imunitário inteiro é uma coreografia de milhões de interações. O artigo de Aly Khan e colegas identifica várias escalas de dificuldade, da genética às interações moleculares, da decisão celular à organização dos tecidos e à dinâmica global do sistema.</p>
<p><strong>O lado humano: antecipar antes de tratar</strong></p>
<p>É aqui que entra o lado mais humano da história. Se funcionar, este tipo de modelo poderá ajudar a perceber por que razão uma pessoa desenvolve inflamação crónica, por que motivo uma terapia resulta num doente e falha noutro, ou como reverter uma célula de um estado inflamatório para um estado saudável. Ainda não é medicina personalizada plena, mas aponta nessa direção.</p>
<p>A organização fala também em doenças associadas ao envelhecimento, como cancro, Alzheimer e Parkinson, áreas em que pretende desenvolver modelos de IA e células programadas para detetar sinais precoces de doença e, no futuro, intervir de forma direcionada.</p>
<p><strong>Ainda longe da consulta médica</strong></p>
<p>Há, no entanto, um ponto essencial: a promessa ainda está longe da consulta médica. Criar modelos fiáveis da biologia humana exige dados em quantidade, qualidade e diversidade suficientes, além de validação experimental rigorosa. A própria aposta do Biohub em dados abertos e colaboração internacional mostra que nenhum laboratório conseguirá resolver sozinho um problema desta escala.</p>
<p>Também há questões de confiança. Quanto mais a biologia entra no território dos grandes modelos de IA, mais importantes se tornam a privacidade dos dados, a governação científica, a transparência e o acesso aos benefícios. Um “gémeo digital” das defesas do corpo pode ser uma ferramenta poderosa, mas só será útil se for construído com dados fiáveis e regras claras.</p>
<p>Para já, o Sistema Imunitário Virtual é sobretudo um mapa para o futuro: uma tentativa de transformar o sistema de defesa do corpo numa realidade que possa ser simulada, interrogada e compreendida antes de a doença avançar. A ambição é enorme. A medicina, se este caminho resultar, poderá deixar de reagir apenas ao que já aconteceu e começar a antecipar aquilo que o corpo ainda está prestes a fazer.</p>
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		<title>Incêndios: Itália envia dois aviões para apoiar combate aos fogos em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:58:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo italiano enviou hoje dois aviões anfíbios Canadair do Corpo Nacional de Bombeiros para apoiar Portugal no combate aos incêndios florestais, informou o Departamento de Proteção Civil de Itália num comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O governo italiano enviou hoje dois aviões anfíbios Canadair do Corpo Nacional de Bombeiros para apoiar Portugal no combate aos incêndios florestais, informou o Departamento de Proteção Civil de Itália num comunicado.</P><br />
<P>As aeronaves italianas, que descolaram do aeroporto de Roma-Ciampino, terão a sua base operacional em Beja e irão intervir no incêndio de Vouzela, no distrito de Viseu, que é atualmente o foco mais preocupante e que já consumiu cerca de 10.000 hectares.</P><br />
<P>A iniciativa surge em resposta ao pedido das autoridades portuguesas ao Centro de Coordenação de Resposta a Emergências de Bruxelas.</P><br />
<P>Os Canadair, aviões anfíbios especializados na extinção de incêndios florestais através do carregamento e descarregamento de grandes quantidades de água, foram mobilizados como recursos rescEU-IT, no âmbito do mecanismo europeu de proteção civil.</P><br />
<P>Esta ajuda vem somar-se ao contingente militar especializado anunciado pelo Governo português que a Espanha irá enviar, bem como ao apoio solicitado a Marrocos.</P><br />
<P>Mais de uma centena de bombeiros e 45 veículos de Espanha chegaram a Portugal na sexta-feira para combater os incêndios, em coordenação com o Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Para ajudar o país a enfrentar os incêndios florestais de grandes proporções, três aeronaves de combate a incêndios da rede rescEU, provenientes de Itália e de Espanha, já estão a caminho&#8221; de Portugal, estando a chegada prevista para hoje, disse à Lusa fonte oficial da Comissão Europeia.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, &#8220;118 bombeiros e 45 veículos provenientes de Espanha chegaram ao local ontem à noite, apenas algumas horas após a ativação do mecanismo&#8221;, referiu.</P><br />
<P>A rede rescEU faz parte do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia (UE), funcionando como uma reserva estratégica de meios para dar resposta a situações de emergência que são coordenadas pelo instrumento europeu quando um país faz um pedido de ajuda.</P><br />
<P>Espanha disponibilizou na sexta-feira um de dois aviões Canadair solicitados por Portugal no âmbito do acordo de assistência existente entre os dois países, ativado preventivamente em paralelo com o mecanismo da UE.</P><br />
<P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou na sexta-feira que Portugal acionou o mecanismo europeu e os acordos bilaterais com Espanha e Marrocos para reforçar o dispositivo de combate aos incêndios.</P><br />
<P>O mecanismo europeu ajuda os Estados-membros e países terceiros à UE a dar resposta a emergências, como incêndios, crises sanitárias ou conflitos.</P><br />
<P>Quando um país faz um pedido de assistência, o Centro de Coordenação de Resposta de Emergência mobiliza o destacamento de apoio através de uma ligação direta com as autoridades nacionais de proteção civil.</P><br />
<P>&#8220;A solidariedade da UE encontra-se em curso e continuará presente durante todo o verão&#8221;, reforçou fonte da Comissão Europeia.</P><br />
<P></P><br />
<P>EYC/(PCT/TA/MCA)// MAG</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_785551]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Em La Guaira persiste a esperança de resgatar os corpos dos escombros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Em La Guaira, no meio de queixas da falta de ajuda estatal, persiste a esperança de resgatar pessoas, com a população a usar inclusive as mãos para remover os escombros de prédios que ruíram durante os recentes sismos.</P><br />
<P>&#8220;Temos fé e esperança [de que continuam vivos], mas partimos do princípio de que já não estão neste mundo. De qualquer forma queremos recuperá-los e, por isso, estamos aqui todos os dias à procura da nossa família&#8221;, disse Yelitza Noriega à Agência Lusa.</P><br />
<P>Há mais de uma semana que esta venezuelana passa a maior parte do dia remexendo nos escombros do edifício &#8220;Mi Club Playa Grande&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vim buscar a minha família e dar por concluída esta situação. E, depois, pensaremos no amanhã. Temos de viver o dia de hoje: Este terramoto ensinou-nos isso, [a pensar] apenas no dia de hoje&#8221;, disse.</P><br />
<P>Explicou ainda que nos restos do prédio estão &#8220;cinco pessoas soterradas&#8221;, quatro delas da sua família, duas tias, um primo e o marido de uma das tias.</P><br />
<P>&#8220;Estamos aqui desde quinta-feira, a trabalhar manualmente porque não temos maquinaria e não há forma de chegar aos apartamentos, pois as lajes são demasiado grandes e pesadas. Precisamos de maquinaria pesada para os conseguir retirar de lá&#8221;, desabafou.</P><br />
<P>Explicou que os irmãos e filhos dos quatro parentes soterrados estão emigrados e que dessa família é a única que está viva.</P><br />
<P>&#8220;Nenhuma ajuda. Alguns voluntários vêm aqui escavam, metem-se [nos escombros] e tentam ajudar. Ali está o meu marido e um voluntário que vem ajudar, mas da parte do Estado ou de maquinaria de empresas privadas, nada, nada, nada, nada, tudo é feito com as mãos&#8221;, disse.</P><br />
<P>E insistiu: &#8220;não temos ferramentas para remover esses pavimentos tão grossos, por isso não conseguimos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No sábado conseguimos salvar o marido da minha tia. Ele foi o único, e tiveram de escavar pelo &#8216;penthouse&#8217; até chegar ao quarto andar. Tiveram que ir pelo telhado, porque não havia maneira de aceder pelos lados, devido à espessura das lajes. Demoraram nove horas para romper o teto e resgatá-lo&#8221;, disse, precisando que o edifício tinha quatro pisos, três apartamentos por cada um, mais um &#8220;penthouse&#8221;.</P><br />
<P>Yelitza Noriega tem falado com muitas pessoas a pedir ajuda, mas a resposta é sempre a mesma: &#8220;dizem-nos que não têm maquinarias. É essa a resposta&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os centros de recolha disponibilizam-nos ferramentas, picaretas e pás, mas é só isso, fazemos tudo com as mãos, nada mais&#8221;, disse, sublinhando que &#8220;já passaram nove dias&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas a fé é a última coisa que se perde e, até os ver, não a perco. Mas, claro, também é preciso estar ciente de que já passaram demasiados dias&#8221;, disse Yelitza que jamais esquecerá que estava no seu quarto com o marido quando o telefone deu o alarme de que havia um sismo.</P><br />
<P>&#8220;A casa começou a balançar em ziguezague. Vi as paredes a balançarem em ziguezague e, quando tentava sair do quarto, a situação mudou, era como uma onda que me atirou para o chão e não havia maneira de me levantar, era como aquela sensação de que uma onda [do mar] te empurra e levanta-te. Não conseguíamos sair do quarto. Graças a Deus, a minha casa não sofreu grandes danos, apenas algumas fissuras&#8221;, disse.</P><br />
<P>Explicou ainda que só pensou na sua filha, Patrícia, que vive em Caracas, precisando que a sua descendente &#8220;fisicamente está bem, mas emocionalmente ainda a recuperar-se&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, o voluntário Ernesto Perdón viajou desde El Zúlia (830 quilómetros a oeste da capital) até Playa Grande &#8220;para apoiar os irmãos de La Guaira com a maquinaria&#8221;, à espera que alguém seja resgatado com vida e pedindo a Deus que ajude, que dê muita força aos venezuelanos.</P><br />
<P>Outro voluntário, Gilberto Valessilo, também de Zúlia, descreve o que já viu como &#8220;uma catástrofe de grande magnitude&#8221; que deixou muitos afetados.</P><br />
<P>&#8220;Temos o apoio de brigadas do Irão, do México e da Espanha. Os iranianos introduziram máquinas especiais que indicam que há pessoas vivas. Estão a escavar até à cave, até dois andares abaixo do nível do solo, onde se presume que as estruturas não estão tão danificadas, onde se presume que estejam entre 25 e 35 pessoas com vida&#8221;, disse.</P><br />
<P>Outro voluntário, José Gregório Franco Nieves, viajou quilómetros até às residências Playa Grande, onde decorrem as buscas com a ajuda de chineses.</P><br />
<P>&#8220;Eu tinha família aqui e temos esperança que continuem vivos. A China nos está a ajudar com detetores de sinais de vida. Há aproximadamente 40 pessoas e 4 delas estariam vivas, entre eles um menino&#8221;, disse.</P><br />
<P>Explicou ainda que entre os sobreviventes presos nos escombros estaria um militar que se comunicou pela rádio com os companheiros.</P></p>
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		<title>Incêndios: Fogo em Setúbal está em fase de conclusão &#8211; câmara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:45:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio que desde sexta-feira à tarde consumiu uma área assinalável de terreno junto de Vale de Cobro, onde eclodiu, e nas zonas do Faralhão, Santo Ovídeo e Mourisca, em Setúbal, está em fase de conclusão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio que desde sexta-feira à tarde consumiu uma área assinalável de terreno junto de Vale de Cobro, onde eclodiu, e nas zonas do Faralhão, Santo Ovídeo e Mourisca, em Setúbal, está em fase de conclusão.</P><br />
<P>A Câmara de Setúbal, em comunicado, revelou que o incêndio entrou às 08:00 de hoje em fase de conclusão.</P><br />
<P>&#8220;Os meios operacionais mantêm-se no local a proceder à consolidação da orla do incêndio e ao rescaldo, com a preocupação de avaliar pontos quentes para prevenir reacendimentos, em face da subida da temperatura prevista para esta tarde&#8221;, adiantou o município.</P><br />
<P>Segundo a autarquia, o fogo, com início registado às 14:14 de sexta-feira, na Rua Cascalheira, zona de Vale de Cobro, &#8220;devido ao incêndio de uma viatura particular, progrediu rapidamente para as áreas do Faralhão e da Mourisca, devido às elevadas temperaturas e ao vento, consumindo vegetação arbustiva e arbórea.&#8221;</P><br />
<P>&#8220;A existência de habitações em zona periurbana, algumas confluindo com a orla do incêndio, obrigou a evacuar algumas casas como medida de prevenção, em ações que contaram com o apoio das forças de segurança, igualmente envolvidas na criação de um perímetro de segurança, com a necessidade de encerramento de vias&#8221;, lê-se no comunicado.</P><br />
<P>O vereador da Segurança, Proteção Civil e Bombeiros da Câmara Municipal de Setúbal, Paulo Maia, &#8220;acompanhou a situação no terreno desde a primeira hora do fogo, que entrou em fase de resolução à 01:00&#8221; de hoje, de acordo com a autarquia.</P><br />
<P>Há a registar dez vítimas ligeiras, oito delas bombeiros, por exaustão devido às temperaturas elevadas e à carga de trabalho, que necessitaram de apoio hospitalar, e duas civis, por inalação de fumos e pânico, assistidas no local, adiantou a câmara.</P><br />
<P>Segundo o município, perto de 400 operacionais, da Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal e dos Bombeiros Voluntários de Setubal, assim como das corporações do distrito e de dois grupos do distrito de Lisboa, estiveram envolvidos no combate às chamas.</P><br />
<P>Para o combate ao incêndio, adiantou a autarquia, &#8220;em face das dificuldades resultantes das condições climatéricas e do tipo de terreno, com muita vegetação e proximidade de casas, chegaram a estar envolvidos 86 veículos e, na fase mais crítica, dois aviões e um helicóptero&#8221;.</P></p>
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