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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Iene acentua queda face ao dólar sem intervenção das autoridades japonesas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:18:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A moeda japonesa, o iene, acentuou hoje a queda face ao dólar, sendo negociada na faixa das 162 unidades por dólar, o nível mais baixo em quatro décadas, reforçando as análises de que Tóquio tenciona tolerar a desvalorização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A moeda japonesa, o iene, acentuou hoje a queda face ao dólar, sendo negociada na faixa das 162 unidades por dólar, o nível mais baixo em quatro décadas, reforçando as análises de que Tóquio tenciona tolerar a desvalorização.</P><br />
<P>Às 13:00, hora local (05:00 em Lisboa), o iene situava-se em 162,79 unidades por dólar, o nível mais baixo desde dezembro de 1986, continuando a queda durante as negociações na bolsa de Tóquio.</P><br />
<P>Um dos fatores que explicam a queda contínua da moeda nipónica são as expectativas de que a Reserva Federal (Fed) dos EUA opte por aumentar as taxas de juro na reunião de julho, reforçadas pela publicação, na terça-feira, de dados sobre as vagas de emprego disponíveis (inquérito Jolts) melhores do que o previsto.</P><br />
<P>As autoridades japonesas têm vindo a salientar nos últimos dias a intenção de tomar medidas &#8220;adequadas, a qualquer momento, e conforme necessário&#8221;, tal como reiterou ontem o principal porta-voz do Governo do Japão, Minoru Kihara. </P><br />
<P>Por seu lado, a ministra das Finanças japonesa, Satsuki Katayama, sublinhou, depois de se ter reunido na semana passada com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, que Tóquio tomará medidas no mercado cambial &#8220;sempre que for necessário&#8221;.</P><br />
<P>A ausência de medidas efetivas tem, no entanto, sido interpretada por alguns analistas como um indício de que as autoridades japonesas estão dispostas a aceitar uma maior desvalorização do iene face ao dólar.</P><br />
<P>&#8220;As autoridades japonesas reiteraram a disponibilidade para agir, caso fosse necessário, mas, uma vez que não foi tomada qualquer medida, só podemos concluir que não consideraram isso necessário», afirmou, numa análise, o diretor de estratégia de mercado da Bannockburn Capital Markets, Marc Chandler.</P><br />
<P>O Governo da primeira-ministra, Sanae Takaichi, e o Banco do Japão (BoJ) realizaram intervenções no mercado cambial entre abril e maio passados, o que provocou uma valorização da moeda japonesa de 160 unidades por dólar para 155 durante os primeiros dias de maio.</P><br />
<P>O efeito destas operações de estabilização, cujo montante ascendeu a 11,73 biliões de ienes (cerca de 63.000 milhões de euros), segundo o Ministério das Finanças japonês, foi, no entanto, reduzido, apesar de o BoJ ter aumentado, em meados de junho, as taxas de juro de referência de curto prazo para 1%, o nível mais elevado em mais de três décadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783952]]></sapo:autor>
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		<title>Corretora de criptoativos Binance suspende serviços na UE a partir de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:15:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 300 milhões de utilizadores vão ser afetados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header class="entry__header">
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<div class="social__follow">A Binance, a maior plataforma mundial de negociação de criptoativos, vai suspender parte dos serviços em vários países europeus a partir de hoje, dia 1 de julho, devido à impossibilidade de obter a tempo a autorização para operar na UE.</div>
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<p>Segundo a agência AFP, a empresa disse que “já não está em condições de aceitar novos utilizadores e, a partir de 1 de julho de 2026, deixará de disponibilizar serviços relacionados com criptoativos em França”, de acordo com um <em>email </em>enviado aos clientes.</p>
<p>A partir dessa data, “as operações disponíveis ficarão limitadas às que permitam reduzir posições e levantar ativos”, esclarece a Binance France, acrescentando que nem ela nem “qualquer outra entidade do grupo” obterão a autorização necessária para prosseguir as suas atividades antes do prazo limite de 30 de junho.</p>
<p>“Isto não se limita à França; foram enviadas comunicações semelhantes aos utilizadores afetados noutros mercados da União Europeia”, precisou a Binance à AFP, afirmando ter fornecido aos clientes “as informações relevantes sobre a sua situação, incluindo os próximos passos e as opções disponíveis”.</p>
<p>Em vigor desde o final de 2024, o MiCA – Regulamento Europeu sobre o Mercado de Criptoativos estabelece um quadro harmonizado e impõe obrigações em matéria de proteção dos investidores, bem como de combate ao branqueamento de capitais, às entidades que exercem atividades relacionadas com criptoativos na União Europeia.</p>
<p>As empresas abrangidas são obrigadas a obter uma licença junto da autoridade reguladora de um Estado-membro até 30 de junho, sob pena de terem de organizar a cessação das suas atividades na União Europeia. Contudo, a maioria não conseguirá cumprir esse prazo ou nem sequer solicitou a respetiva autorização.</p>
<p>“A Binance retirou o seu pedido de licença MiCA na Grécia e solicitará autorização noutro Estado-membro da União Europeia”, anunciou a plataforma num comunicado divulgado na quarta-feira, sem especificar qual o país escolhido. O grupo afirmou ter tomado esta “decisão prudente” devido à “ausência de uma decisão formal” por parte das autoridades, numa altura em que o prazo limite se aproxima rapidamente.</p>
<p>Em França, continua em curso uma investigação à Binance, suspeita de não ter cumprido as suas obrigações de controlo da origem dos fundos dos clientes. O antigo presidente executivo da Binance, Changpeng Zhao, que foi condenado nos Estados Unidos em abril de 2024 por violação da legislação de combate ao branqueamento de capitais, foi amnistiado em outubro pelo Presidente norte-americano Donald Trump.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783118]]></sapo:autor>
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		<title>Elétrica moçambicana aponta manifestações e ciclones como fatores de pressão em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:12:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Eletricidade de Moçambique (EDM) admite que as manifestações pós-eleitorais impactaram receitas da empresa em 2025, pela destruição de infraestruturas produtivas, o mesmo acontecendo pelas consequências dos ciclones e outras intempéries na rede elétrica nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Eletricidade de Moçambique (EDM) admite que as manifestações pós-eleitorais impactaram receitas da empresa em 2025, pela destruição de infraestruturas produtivas, o mesmo acontecendo pelas consequências dos ciclones e outras intempéries na rede elétrica nacional.</P><br />
<P>No relatório e contas de 2025, consultado hoje pela Lusa, a empresa pública reconhece que o contexto que se seguiu às eleições gerais de outubro de 2024 &#8212; nomeadamente mais de cinco meses de violência, com 400 mortos e destruição de património público e privado &#8211; teve reflexos diretos na atividade, referindo que &#8220;impactaram receitas, causaram destruição de infraestruturas produtivas, cancelamento de clientes, redução de potências contratadas&#8221;.</P><br />
<P>A EDM acrescenta que as manifestações &#8212; que só cessaram após março de 2025 &#8211; e os atos de vandalismo tiveram &#8220;impacto direto na receita e atividade industrial&#8221;, incluindo &#8220;cancelamento&#8221; por clientes e &#8220;redução&#8221; do consumo de média tensão, segmento normalmente associado às empresas e ao setor produtivo.</P><br />
<P>Estes constrangimentos ocorreram num ano em que as receitas de vendas e prestação de serviços diminuíram para 58.730 milhões de meticais (775,3 milhões de euros), face aos 59.610 milhões de meticais (786,9 milhões de euros) registados em 2024. As vendas de energia recuaram para 52.820 milhões de meticais (697,3 milhões de euros), contra 53.240 milhões de meticais (702,8 milhões de euros) no exercício anterior.</P><br />
<P>As receitas provenientes de consumidores de alta e média tensão caíram para 7.710 milhões de meticais (101,8 milhões de euros), abaixo dos 8.120 milhões de meticais (107,2 milhões de euros) em 2024, tendência que a empresa associa à retração da atividade económica e industrial.</P><br />
<P>Paralelamente, a EDM reporta &#8220;intervenções de emergência para reposição de sistemas elétricos danificados por ciclones e outras intempéries&#8221;, realizadas em diferentes pontos da rede nacional.</P><br />
<P>A empresa refere igualmente a necessidade de reposição de infraestruturas e equipamentos, destacando a aquisição de materiais destinados à reparação de avarias, restabelecimento do fornecimento de energia e expansão das redes de distribuição. </P><br />
<P>Segundo o relatório, os fornecimentos e serviços de terceiros foram pressionados por despesas ligadas a intervenções de emergência, transporte de materiais, reforço de atividades de segurança e vigilância e ações associadas à recuperação da rede elétrica.</P><br />
<P>Além dos efeitos das manifestações e das intempéries, a EDM enfrentou limitações adicionais resultantes do défice hidrológico. A empresa assinala que as exportações de energia diminuíram porque &#8220;fatores hidrológicos limitaram geração interna&#8221; e reduziram a disponibilidade de eletricidade para venda aos mercados da África Austral.</P><br />
<P>As exportações de energia totalizaram 13.490 milhões de meticais (178 milhões de euros) em 2025, abaixo dos 15.300 milhões de meticais (202 milhões de euros) registados em 2024, uma queda de 11,8%.</P><br />
<P>O relatório refere ainda que a receita de vendas e exportações foi &#8220;impactada por retração industrial, eventos pós-eleitorais e abrandamento económico&#8221;, ao mesmo tempo que a indisponibilidade da Central Térmica de Maputo condicionou parte da produção própria baseada em gás natural.</P></p>
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		<title>Xi apresenta China como &#8220;construtora da paz&#8221; e defensora da ordem internacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:12:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês e secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC), Xi Jinping, afirmou hoje que a China é "construtora da paz mundial", "contribuinte para o desenvolvimento global" e "defensora da ordem internacional".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês e secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC), Xi Jinping, afirmou hoje que a China é &#8220;construtora da paz mundial&#8221;, &#8220;contribuinte para o desenvolvimento global&#8221; e &#8220;defensora da ordem internacional&#8221;.</P><br />
<P>No discurso que assinalou o 105.º aniversário do Partido Comunista Chinês, no Grande Palácio do Povo, em Pequim, Xi afirmou que o PCC &#8220;esteve sempre do lado certo da História e do progresso da civilização humana&#8221; e sustentou que a &#8220;modernização chinesa&#8221; ampliou as vias de desenvolvimento para os países do Sul Global.</P><br />
<P>A declaração foi feita durante uma cerimónia marcada pela centralização do poder em torno de Xi, pela campanha de disciplina interna e pelas tensões entre Pequim, o Ocidente e Taiwan, território autogovernado cuja &#8220;reunificação&#8221; a China define como prioridade, sem excluir o recurso à força.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783950]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros da elétrica moçambicana caíram 16% para 95,4 ME em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:10:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os lucros da Eletricidade de Moçambique (EDM) caíram 16% em 2025, para 7.230 milhões de meticais (95,4 milhões de euros), influenciado pela quebra nas exportações de energia, segundo o relatório e contas, consultado hoje pela Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os lucros da Eletricidade de Moçambique (EDM) caíram 16% em 2025, para 7.230 milhões de meticais (95,4 milhões de euros), influenciado pela quebra nas exportações de energia, segundo o relatório e contas, consultado hoje pela Lusa.</P><br />
<P>De acordo com o documento, esse resultado líquido compara com os 8.619 milhões de meticais (113,8 milhões de euros) registados em 2024, enquanto as receitas de vendas e prestação de serviços totalizaram 58.726 milhões de meticais (775,3 milhões de euros), uma redução de 1,5% face ao exercício anterior.</P><br />
<P>&#8220;Os resultados de 2025 demonstram a resiliência da EDM perante um ambiente adverso. Apesar da redução dos lucros, conseguimos manter uma forte geração de caixa, avançar com projetos estruturantes para o setor elétrico e assegurar a continuidade do fornecimento de energia em todo o país&#8221;, afirma a administração da empresa pública, citada no relatório e contas.</P><br />
<P>As vendas de energia continuaram a representar a principal fonte de rendimento, ascendendo a 52.819 milhões de meticais (697,3 milhões de euros) em 2025.</P><br />
<P>A empresa atribui parte da pressão sobre os resultados à redução de 11,8% das exportações de energia, que totalizaram 13.485 milhões de meticais (178 milhões de euros), influenciadas pelo défice de energia disponível para venda ao exterior, num contexto de seca no país.</P><br />
<P>O ativo total da EDM situou-se em 289.806 milhões de meticais (3,83 mil milhões de euros) em 2025, enquanto o capital próprio recuou para 124.304 milhões de meticais (1,64 mil milhões de euros) e o passivo total aumentou para 165.502 milhões de meticais (2,18 mil milhões de euros).</P><br />
<P>A carteira de clientes líquidos aumentou para 7.665 milhões de meticais (101,2 milhões de euros), ao mesmo tempo que a imparidade acumulada sobre créditos caiu para 2.786 milhões de meticais (36,8 milhões de euros), contra 4.543 milhões de meticais (60 milhões de euros) em 2024.</P><br />
<P>A empresa mantinha em 2025 investimentos em curso avaliados em 69.587 milhões de meticais (918,6 milhões de euros), destacando-se os projetos da interligação Moçambique-Maláui e da linha de transporte Chimuara-Nacala, ambos superiores a 12.659 milhões de meticais (167 milhões de euros).</P><br />
<P>A EDM terminou 2025 com 4.350 trabalhadores, mais 277 do que no ano anterior, e responsabilidades com o fundo de pensões avaliadas em 6.657 milhões de meticais (87,9 milhões de euros).</P><br />
<P>Nas contas, os auditores assinalam, contudo, que continua pendente a formalização legal do aumento de capital de 45.525 milhões de meticais (600,9 milhões de euros) da EDM, autorizado pelo Estado em 2021.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783949]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Chuva dá esperança a socorristas mexicanos depois das 72 horas &#8216;críticas&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:10:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** André Campos Ferrão, jornalista em serviço para a Lusa***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Catia La Mar, Venezuela, 01 jul 2026 (Lusa) &#8212; A chuva na madrugada de terça-feira deu alento aos socorristas que seis dias após os sismos que devastaram Catia La Mar procuram sobreviventes, já que a desidratação é o principal problema depois das 72 horas &#8216;críticas&#8217;.</P><br />
<P>Alejandro Méndez tem 45 anos, é natural da Cidade do México, e nos últimos 22 trabalhou como socorrista. A vocação e &#8220;o exemplo&#8221; vêm da família: &#8220;o meu tio é o &#8216;El Chino&#8217; e desde criança que ouvia as suas histórias, considero que isto é uma herança de família.&#8221;</P><br />
<P>Hector Méndez, conhecido como &#8220;El Chino&#8221; ou o &#8220;Topo Mayor&#8221;, é o socorrista mais famoso do México e foi o criador da brigada dos Topos Aztecas, uma equipa de voluntários especializados em resgates de vítimas de terramotos. O grupo foi criado depois do sismo de 1985 que dizimou a Cidade do México e, desde então, os Topos participaram em todas as operações depois dos sismos mais devastadores, incluindo na Turquia e na Síria, em 2023.</P><br />
<P>Falar dos Topos em Catia La Mar dá esperança à população. A Lusa ouviu de vários moradores que os Topos &#8220;são os melhores&#8221; nestas operações e &#8220;conseguem tudo a partir do bolso deles&#8221;, uma vez que as viagens e o equipamento são comprados com donativos e o próprio dinheiro dos elementos da brigada.</P><br />
<P>Seguindo o caminho trilhado pelo tio, Alejandro Méndez, que conversou com a Lusa sentado à sombra de uma tenda, para descansar &#8220;uns minutos&#8221;, seguiu com mais seis socorristas mexicanos para La Guaira um dia depois dos sismos de 24 de junho.</P><br />
<P>&#8220;Sabíamos que aqui era onde tínhamos de estar&#8221;, disse Alejandro, considerando que a situação é dramática, mas há semelhanças com outras catástrofes: &#8220;Nestas circunstâncias, há sempre muita desorganização, é inevitável.&#8221;</P><br />
<P>Mas o socorrista acrescentou que é preciso compreender as pessoas e ser paciente: &#8220;Não podemos esquecer que estas pessoas perderam familiares, não têm cabeça para pensar em mais nada, só os querem encontrar. E a parte mais importante da nossa ajuda é tentar chegar a todos os lados.&#8221;</P><br />
<P>Sobre as operações de resgate em La Guaira, o &#8216;chilango&#8217; (expressão utilizada para descrever os cidadãos da Cidade do México) considerou que &#8220;o pior é o calor, dificulta muito as operações&#8221;.</P><br />
<P>Passaram seis dias desde que a Venezuela foi sacudida por dois terramotos em menos de dois minutos: o primeiro com uma magnitude de 7,2 na escala de Richter, o segundo de 7,5, de acordo com a informação agregada de vários serviços de monitorização geológica.</P><br />
<P>Depois das 72 horas iniciais, o chamado &#8216;período crítico&#8217;, a probabilidade de encontrar pessoas com vida diminui drasticamente. </P><br />
<P>Mas a experiência dá lugar à esperança, segundo Alejandro Méndez.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com a minha experiência, acho que ainda há possibilidades de encontrar pessoas. Ontem à noite [madrugada de terça-feira] houve uma tempestade e choveu muito. Isso é bom porque refresca as pessoas que podem estar soterradas, muitas pessoas morrem de desidratação e isto pode ajudar&#8221;, explicou o socorrista, enquanto vai limpando o suor no rosto que se mistura com o pó que impregna o ar.</P><br />
<P>Infelizmente, em Catia La Mar este grupo de socorristas ainda não encontrou pessoas com vida. O terreno é de difícil acesso, parte dos edifícios que ruíram estão construídos no areal, pelo que uma réplica ou até um movimento em falso pode piorar uma missão de resgate.</P><br />
<P>O tempo urge, mas é preciso saber que &#8216;chão se vai pisar&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;Precisamos de controlar as emoções, não deixámos de ser humanos, mas aqui temos de ser o mais profissionais possível, a vida das pessoas depende disso&#8221;, advogou Alejandro.</P><br />
<P>Não têm data de regresso ao México, vão ficar em Catia La Mar &#8220;até que já não haja mais por onde ajudar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Viemos pelos nossos próprios meios, conseguimos comprar um &#8216;drone&#8217; com câmaras térmicas e isso está a ajudar também&#8221;, revelou.</P><br />
<P>Alejandro Méndez diz que ninguém estorva: &#8220;Quantos mais vierem, melhor, há sempre coisas para fazer, aqui todas as mãos contam.&#8221;</P><br />
<P>A pausa foi curta, Alejandro e a equipa apressaram-se. &#8220;Vamos começar a cobrir aquela área, ali ainda não foi nenhuma equipa, oxalá tenhamos sorte&#8221;, disse, apontando para o que outrora foi uma área residencial.</P><br />
<P>A equipa recolhe o equipamento, tomam um último gole de água, guardam as garrafas, pegam em tudo e seguem, entre os escombros rumo a mais uma missão, esperando que desta vez o resultado seja razão para sorrir. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783948]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Perigo máximo em 60 concelhos do interior e muito elevado em mais de 100</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:04:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 60 concelhos dos distritos de Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro enfrentam hoje um perigo de incêndio máximo, no início de um período de subida das temperaturas em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 60 concelhos dos distritos de Bragança, Vila Real, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Santarém, Portalegre e Faro enfrentam hoje um perigo de incêndio máximo, no início de um período de subida das temperaturas em Portugal.</P><br />
<P>Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), estão em risco muito elevado todo o interior do país, num total superior a 100 concelhos e que inclui alguns em distritos com território no litoral, como Viana do Castelo, Leiria, Setúbal e Faro.</P><br />
<P>O IPMA colocou ainda em risco elevado cerca de 40 concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Porto, Aveiro, Viseu, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro. </P><br />
<P>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</P><br />
<P>No início da semana, o IPMA alertou para o aproximar de &#8220;um longo período com tempo quente e seco&#8221;, com a temperatura máxima a atingir valores entre 40 e 43°C no Vale do Tejo e no Alentejo a partir de hoje e que se estenderá a outras regiões do país ao longo da semana.</P><br />
<P>Face a estas previsões, o perigo de incêndio vai agravar-se e na quinta-feira e até dia 08 de julho o risco será máximo e muito elevado em praticamente todo o continente, de acordo com a previsão do IPMA.</P><br />
<P>Por causa do calor, os distritos de Castelo Branco, Portalegre, Évora e Beja estão já hoje sob aviso laranja (o segundo mais grave), que se vai estender a outras regiões do país e na sexta feira abrangerá todo o território.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão variar hoje entre os 16º (Viana do Castelo, Braga, Coimbra e Leiria) e os 25º (Castelo Branco) e as máximas entre os 26º (Sagres) e os 40º (Castelo Branco). </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783947]]></sapo:autor>
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		<title>Novo regime de grupos de IVA: o que muda para as empresas a partir de hoje?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A declaração fiscal do novo regime de grupos de IVA vai aplicar-se pela primeira vez aos períodos de imposto que se iniciem a partir de hoje, dia 1 de julho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A declaração fiscal do novo regime de grupos de IVA vai aplicar-se pela primeira vez aos períodos de imposto que se iniciem a partir de hoje, dia 1 de julho, segundo a portaria publicada em Diário da República (DRE).</p>
<p>O modelo da declaração periódica a entregar ao fisco pelas empresas que aderirem a este novo modelo de consolidação do pagamento de IVA ao Estado foi aprovado pelo Governo através de uma portaria publicada em DRE.</p>
<p>A portaria “é aplicável às declarações correspondentes a períodos de imposto com início em, ou após, 1 de julho de 2026”, refere o documento assinado pelo ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, em 25 de maio.</p>
<p>O regime de grupos de IVA foi criado no final do ano passado pela Lei n.º 62/2025, de 27 de outubro, e vai permitir aos grupos económicos que detêm várias empresas consolidarem os saldos de IVA, nos valores a pagar ou a recuperar junto do Estado.</p>
<p>A portaria prevê que a Autoridade Tributária e Aduaneira, “tendo por base a soma algébrica dos valores a crédito ou a débito apurados em cada uma das declarações periódicas das entidades que integram o grupo”, disponibilize “a declaração do grupo” já preenchida, para ser confirmada pela chamada “entidade dominante” do grupo empresarial até ao dia 20 do segundo mês seguinte àquele a que respeitam as operações (o prazo que se aplica à entrega da declaração periódica de IVA).</p>
<p>O documento “converte-se em declaração entregue pela entidade dominante quando”, no fim desse prazo, “esta não tenha procedido à respetiva confirmação”.</p>
<p>A portaria inclui ainda uma salvaguarda prevendo que a declaração do grupo tem de ser retificada se os serviços centrais de IVA da AT fizerem uma liquidação oficiosa do imposto ou se houver uma “alteração aos elementos das declarações periódicas das entidades que integram o grupo”, seja por iniciativa do fisco, seja da própria entidade empresarial.</p>
<p>Para os grupos económicos poderem aderir ao regime de grupos, é condição que as empresas do universo empresarial estejam unidas “por vínculos financeiros, económicos e organizacionais”, prevê a lei de 2025.</p>
<p>Para isso, “considera-se que a vinculação no plano financeiro se encontra preenchida quando a entidade dominante detenha uma participação, direta ou indireta, de pelo menos 75% do capital de outra ou de outras entidades ditas dominadas, desde que tal participação lhe confira mais de 50% dos direitos de voto”, especifica a legislação.</p>
<p>A proposta de lei foi aprovada no parlamento em votação final global em 17 de outubro de 2025, com os votos a favor do PSD, CDS-PP, Chega e IL.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783133]]></sapo:autor>
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		<title>Trump ganhou cerca de 1,2 mil milhões de dólares em criptomoedas em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:00:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, registou cerca de 1,2 mil milhões de dólares (1,05 mil milhões de euros) de rendimentos provenientes de atividades no setor das criptomoedas em 2025, segundo cálculos da agência France-Presse.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, registou cerca de 1,2 mil milhões de dólares (1,05 mil milhões de euros) de rendimentos provenientes de atividades no setor das criptomoedas em 2025, segundo cálculos da agência France-Presse.</P><br />
<P>Uma lei de 1978 obriga o Presidente e o vice-presidente dos Estados Unidos a declarar os rendimentos, bem como ativos que lhes pertençam.</P><br />
<P>De acordo com um cálculo efetuado pela agência France-Presse (AFP) com base nas 927 páginas de documentos publicados na terça-feira pelo Gabinete de Ética Governamental (OGE), o chefe de Estado norte-americano recebeu cerca de 550 milhões de dólares (482 milhões de euros) decorrentes das ligações à &#8216;start-up&#8217; World Liberty Financial (WLF).</P><br />
<P>Esta plataforma de criptomoedas foi cofundada em setembro de 2024 pelos filhos de Donald Trump e pelo filho do enviado norte-americano para o Médio Oriente, Steve Witkoff.</P><br />
<P>A World Liberty Financial emitiu a sua própria criptomoeda, a WLFI, cuja venda inicial rendeu 550 milhões de dólares. Desde o início da sua cotação, em setembro de 2025, o valor caiu, no entanto, passando de 46 cêntimos por unidade para os atuais seis cêntimos.</P><br />
<P>As atividades do Presidente norte-americano no setor das criptomoedas são a principal razão para a quase triplicação do património pessoal, que passou de 2,3 para 6,5 mil milhões de dólares (2,02 para 5,7 mil milhões de euros) entre 2024 e 2026, de acordo com a revista Forbes.</P><br />
<P>Os Trump &#8212; Donald e os três filhos &#8212; também receberam, através de uma empresa intermediária, a DT Marks Defi, 22,5 mil milhões de WLFI adicionais, que valem atualmente cerca de 1,3 mil milhões de dólares (1,14 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Em abril de 2025, a WLF também lançou no mercado a sua &#8216;stablecoin&#8217;, uma moeda digital cujo valor é lastreado numa moeda tradicional, neste caso, o dólar.</P><br />
<P>A declaração de rendimentos de Donald Trump refere ainda, além da WLF, os direitos de autor recebidos ao abrigo de um acordo de licença relacionado com a criptomoeda que leva o seu nome, a $TRUMP, lançada apenas algumas horas antes da sua tomada de posse, em janeiro de 2025.</P><br />
<P>Este valor adicional ascendeu a 635 milhões de dólares (556,53 milhões de euros), de acordo com o documento publicado na terça-feira pelo OGE.</P><br />
<P>Donald Trump, um antigo promotor imobiliário, é regularmente acusado de conflitos de interesses, nomeadamente por ter investido na indústria das moedas eletrónicas, ao mesmo tempo que, desde a sua tomada de posse, tomou várias medidas para desregulamentar o setor, fazendo disparar o preço dos ativos.</P><br />
<P>A Casa Branca rejeitou quaisquer preocupações de natureza ética.</P><br />
<P>&#8220;Nem o Presidente nem a sua família se encontraram &#8212; nem se encontrarão &#8212; em situação de conflito de interesses&#8221;, declarou Anna Kelly, porta-voz adjunta da Administração norte-americana, num comunicado transmitido à AFP.</P><br />
<P>Donald Trump &#8220;transformou orgulhosamente os Estados Unidos na capital mundial das criptomoedas&#8221;, acrescentou a porta-voz, sublinhando que as ações do Presidente e as da sua Administração &#8220;são levadas a cabo no interesse superior do povo americano&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os chamados &#8216;jornalistas&#8217; que afirmam o contrário limitam-se a reciclar a mesma narrativa falaciosa que os democratas e os meios de comunicação tradicionais vêm repetindo há uma década&#8221;, criticou Kelly.</P><br />
<P>Os rendimentos da primeira-dama, Melania Trump, também constam da declaração financeira do marido. Incluem mais de 10 milhões de dólares por um documentário que lhe é dedicado, transmitido na Amazon, e mais de 500.000 dólares (438,21 mil euros) pelo livro &#8220;Melania&#8221;.</P><br />
<P>Além dos rendimentos provenientes da WLF e da sua criptomoeda, Donald Trump também ganhou vários milhões de dólares graças às ações de várias empresas cotadas em bolsa, ativas no setor das criptomoedas, como a plataforma de câmbio Coinbase.</P><br />
<P>A isto acrescentam-se os ganhos provenientes de produtos com a marca Trump, que vão desde vestuário a autocolantes para para-choques &#8212; e mais de 208.000 dólares (182,3 mil euros) provenientes de bíblias vendidas em parceria com o cantor country Lee Greenwood.</P><br />
<P>Os ativos de Donald Trump estão depositados num fundo fiduciário administrado pelo filho, Donald Jr. No entanto, os estatutos do fundo preveem que a entidade possa ser dissolvida a qualquer momento, o que significa que o bilionário poderá retomar o controlo do mesmo, logo no final do segundo mandato, em 2029.</P><br />
<P>O vice-presidente JD Vance também viu os rendimentos aumentarem significativamente desde que se tornou o número dois da Administração Trump. Declarou direitos de autor no valor entre um milhão e cinco milhões de dólares (entre 880 mil e 4,38 milhões de euros) pelas suas memórias publicadas em 2016, &#8220;Hillbilly Elegy&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783945]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Receitas dos casinos em Macau com resultado mais baixo do ano em junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:00:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os casinos de Macau faturaram mais de 18,5 mil milhões de patacas (1,96 mil milhões de euros) em junho, o valor mais baixo do ano e uma queda homóloga de 12,1%, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os casinos de Macau faturaram mais de 18,5 mil milhões de patacas (1,96 mil milhões de euros) em junho, o valor mais baixo do ano e uma queda homóloga de 12,1%, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>O mês registou também uma queda de 18% em relação aos 22,6 mil milhões de patacas (2,39 mil milhões de euros) registados em maio, de acordo com dados da Direção de Inspeção e Coordenação de Jogos (DICJ).</P><br />
<P>Mesmo com esta descida, na primeira metade do ano, a indústria do jogo no território arrecadou quase 126,9 mil milhões de patacas (13,4 mil milhões de euros), um aumento de 6,8% em termos anuais.</P><br />
<P>O banco de investimento Citigroup indicou numa avaliação anterior que o Mundial de futebol estava a ter um impacto nos resultados do jogo em Macau em junho, devido a uma menor disponibilidade de jogadores chineses para apostarem no território.</P><br />
<P>Para os analistas, as apostas no torneio &#8211; que decorre até 20 de julho no Canadá, Estados Unidos e México &#8211; estão a levar a uma redução do orçamento que os jogadores normalmente reservam para as mesas do território.</P><br />
<P>Segundo o Citigroup, a expansão do Mundial, que pela primeira vez conta com a participação de 48 equipas e com um total de 104 jogos, poderá ter um impacto maior no jogo de Macau face às edições anteriores, que duraram menos tempo e tiveram menos jogos.</P><br />
<P>Apostas desportivas não são permitidas no interior da China, mas muitos apostadores recorrem a plataformas online ilegais para apostar em eventos desportivos.</P><br />
<P>No mês passado, as autoridades de Hong Kong anunciaram a detenção de 19 pessoas, incluindo treinadores e jogadores, suspeitos de integrarem um esquema de manipulação de resultados de jogos de futebol e apostas ilegais.</P><br />
<P>A Sociedade de Lotarias e Apostas Desportivas de Macau (Macau Slot), que tem a única concessão para exploração de apostas em futebol e basquetebol no território, registou um total de 163 milhões de patacas (17,3 milhões de euros) em receitas brutas no primeiro trimestre deste ano, com mais de mil milhões de patacas (106 milhões de euros) em apostas realizadas no mesmo período.</P><br />
<P>Macau fechou o ano passado com receitas totais de jogo de 247,4 mil milhões de patacas (cerca de 26,3 mil milhões de euros), mais 9,1% do que no ano anterior (226,8 mil milhões de patacas ou 24,1 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Capital mundial do jogo, a cidade semiautónoma é o único local na China onde o jogo em casino é legal.</P><br />
<P>Operam no território seis concessionárias &#8212; MGM, Galaxy, Venetian, Melco, Wynn e SJM &#8212; que renovaram, em dezembro de 2023, o contrato de concessão para os dez anos seguintes e que entrou em vigor a 01 de janeiro de 2024.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783944]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mitsubishi Fuso suspende hoje produção no Tramagal e coloca 267 trabalhadores em &#8216;lay-off&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:00:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Mitsubishi Fuso suspende hoje a produção na fábrica do Tramagal e coloca 267 trabalhadores em 'lay-off' durante o mês de julho, depois de entre 25 e 30 trabalhadores temporários terem terminado contrato na terça-feira, segundo fonte sindical.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Mitsubishi Fuso suspende hoje a produção na fábrica do Tramagal e coloca 267 trabalhadores em &#8216;lay-off&#8217; durante o mês de julho, depois de entre 25 e 30 trabalhadores temporários terem terminado contrato na terça-feira, segundo fonte sindical.</P><br />
<P>Segundo a comunicação aos trabalhadores, a medida prevê a suspensão dos contratos de trabalho e a redução dos períodos normais de trabalho dos 267 trabalhadores abrangidos, sendo justificada pela empresa com a necessidade de reduzir custos e assegurar a sustentabilidade económico-financeira da unidade, salvaguardando a sua viabilidade futura e a manutenção dos postos de trabalho.</P><br />
<P>Além dos trabalhadores abrangidos pelo &#8216;lay-off&#8217;, entre 25 e 30 trabalhadores temporários terminaram contrato a 30 de junho e deixaram de prestar funções na unidade industrial do Tramagal, em Abrantes, distrito de Santarém, confirmou fonte sindical à Lusa.</P><br />
<P>Paralelamente, a empresa mantém aberto um programa de saídas voluntárias, prevendo celebrar, até ao final de julho, acordos para a saída de cerca de 40 trabalhadores efetivos.</P><br />
<P>Após a paragem da produção durante o mês de julho, segue-se o habitual encerramento da fábrica para férias em agosto.</P><br />
<P>Na comunicação enviada aos trabalhadores, a administração enquadra a decisão numa &#8220;crise empresarial temporária&#8221;, resultante de profundas alterações legais e estruturais no setor automóvel e no grupo empresarial, considerando que o recurso ao &#8216;lay-off&#8217; constitui uma medida &#8220;adequada, necessária e proporcional&#8221; para permitir à empresa atravessar este período de transição.</P><br />
<P>A fábrica do Tramagal atravessa um processo de reestruturação associado à evolução da gama de veículos produzidos, com impacto no volume de produção.</P><br />
<P>A unidade deixará de fabricar para o mercado europeu as versões da Canter a gasóleo até 3.500 quilos, mantendo a produção dos modelos de maior dimensão e da versão elétrica eCanter.</P><br />
<P>Segundo a empresa, a reorganização decorre da adaptação ao novo modelo europeu de encomendas e distribuição e da evolução do mercado automóvel, marcada pela transição para veículos de zero emissões e pelas novas exigências regulamentares.</P><br />
<P>O Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE-CSRA) tem manifestado preocupação quanto ao futuro da unidade industrial, defendendo que a redução da produção resulta também da reorganização do grupo e das mudanças em curso na indústria automóvel europeia.</P><br />
<P>A empresa, por seu lado, sustenta que a fábrica do Tramagal continua integrada na sua rede industrial internacional e que, nesta fase, não estão previstas outras reduções estruturais além das medidas agora implementadas.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783943]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>China endurece regras para investimentos no estrangeiro em nome da segurança nacional</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-endurece-regras-para-investimentos-no-estrangeiro-em-nome-da-seguranca-nacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 05:50:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China reforçou hoje o controlo sobre os investimentos no estrangeiro, com a entrada em vigor de novas regras destinadas a salvaguardar a "segurança nacional" em setores considerados sensíveis, num contexto de rivalidade tecnológica com os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China reforçou hoje o controlo sobre os investimentos no estrangeiro, com a entrada em vigor de novas regras destinadas a salvaguardar a &#8220;segurança nacional&#8221; em setores considerados sensíveis, num contexto de rivalidade tecnológica com os Estados Unidos.</P><br />
<P>As novas disposições, anunciadas inicialmente em 01 de junho, conferem às autoridades um quadro jurídico mais abrangente para orientar e controlar os fluxos de capitais e de trabalhadores qualificados da China para o exterior.</P><br />
<P>Pequim considera áreas como a inteligência artificial (IA), os semicondutores e as tecnologias verdes fundamentais do ponto de vista económico e estratégico, procurando acelerar o seu desenvolvimento no país.</P><br />
<P>Em simultâneo, as medidas visam &#8220;melhorar a qualidade e o nível dos investimentos no exterior&#8221;, segundo o regulamento divulgado pelo Governo chinês.</P><br />
<P>Os investimentos internacionais deverão respeitar o conceito de &#8220;segurança nacional global&#8221;, procurando simultaneamente &#8220;equilibrar as considerações nacionais e internacionais&#8221;, refere o documento.</P><br />
<P>Na prática, o novo quadro permite ao Governo submeter a escrutínio investimentos ou transferências suscetíveis de afetar a &#8220;segurança nacional&#8221;, numa altura em que Pequim mantém uma postura cautelosa em relação às transações transfronteiriças.</P><br />
<P>Em abril, o principal organismo de planeamento económico da China bloqueou a tentativa da empresa norte-americana Meta, proprietária do Facebook, de adquirir a &#8216;startup&#8217; de inteligência artificial Manus, criada por uma empresa fundada na China, apesar de esta estar atualmente sediada em Singapura.</P><br />
<P>Ao abrigo das novas regras, as restrições às transações internacionais deixam de abranger apenas a transferência de bens e dados, passando também a incluir a exportação de serviços, como o envio de especialistas técnicos para o estrangeiro ou a realização de ações de formação fora da China.</P><br />
<P>As medidas suscitaram preocupações entre alguns investidores, que receiam que o reforço do controlo limite a capacidade do setor tecnológico chinês de aceder aos mercados internacionais.</P><br />
<P>A Comissão de Revisão Económica e de Segurança Estados Unidos&#8211;China (US-China Economic and Security Review Commission) considerou, esta semana, nas redes sociais, que o endurecimento das regras &#8220;reforça uma tendência&#8221; que acompanha &#8220;há vários meses&#8221;.</P><br />
<P>Em maio, a comissão bipartidária norte-americana alertou que, &#8220;como acontece frequentemente com as leis chinesas relacionadas com a segurança nacional&#8221;, as autoridades dispõem de uma ampla margem para determinar o que constitui uma infração, aumentando os riscos para as empresas estrangeiras estabelecidas na China.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783942]]></sapo:autor>
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		<title>Multas milionárias e novos supervisores: o que muda hoje nos criptoativos em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 05:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A legislação que entra em vigor esta quarta-feira vem colmatar lacunas em Portugal relativas ao mercado de criptoativos, ao estabelecer um quadro jurídico e operacional que aplica as normas europeias sobre criptoativos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="txt">
<p>As novas regras sobre criptoativos entram hoje em vigor em Portugal, atribuindo ao Banco de Portugal e à CMVM a supervisão do setor e impondo novas obrigações às entidades que prestam estes serviços. O novo regime prevê coimas que podem chegar aos cinco milhões de euros para empresas incumpridoras e pretende alinhar a legislação nacional com as normas europeias do mercado cripto.</p>
<p class="text-paragraph">Em causa estão diplomas, aprovados no parlamento no final do ano passado, que reforçam a regulação e supervisão sobre as transações com criptoativos e visam prevenir atividades ilícitas relacionadas com criptoativos, atualizando as medidas de combate ao branqueamento de capitais.</p>
<p class="text-paragraph">As novas regras definem que as entidades responsáveis pela regulação e supervisão de criptoativos em Portugal são o Banco de Portugal e a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), partilhando poderes, e que lhes caberá divulgar regularmente a lista atualizada de entidades autorizadas a prestar serviços de criptoativos em Portugal, especificando ainda os serviços para os quais estão autorizadas.</p>
<p class="text-paragraph">São ainda definidos os deveres de quem presta serviços de criptoativos, incluindo formação de trabalhadores, ainda que a lei seja pouco específica neste âmbito.</p>
<p class="text-paragraph">No regime sancionatório estão previstas contraordenações para quem viole os deveres enquanto prestador de serviços de criptoativos. No caso de contraordenações muito graves, as multas podem ir até 2,5 milhões de euros no caso de pessoa singular e cinco milhões de euros no caso de uma empresa.</p>
<p class="text-paragraph">Os limites das coimas podem ainda subir, atingindo, por exemplo, 15% do volume de negócios no caso das contraordenações relativas aos abusos de mercado ligados a criptoativos.</p>
<p class="text-paragraph">Entre as contraordenações muito graves está prestar serviços de cripoativos sem autorização das autoridades, manipulação de mercado ou comunicação às autoridades ou ao público e clientes de informação falsa ou incompleta.</p>
<p class="text-paragraph">Somada à aplicação de coimas, podem ainda ser aplicadas sanções acessórias como restituição dos lucros obtidos ou das perdas evitadas em resultado da infração ou interdição de funções.</p>
<p class="text-paragraph">A legislação que entra em vigor esta quarta-feira vem colmatar lacunas em Portugal relativas ao mercado de criptoativos, ao estabelecer um quadro jurídico e operacional que aplica as normas europeias sobre criptoativos.</p>
<p class="text-paragraph">Em 13 de dezembro de 2025, os diplomas que agora entrarão em vigor foram promulgados pelo Presidente da República mas com reservas.</p>
<p class="text-paragraph">Então, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que este tipo de ativos suscita várias dúvidas sobre a sua natureza, função, tributação e como é feito o seu controlo.</p>
<p class="text-paragraph">Ainda assim, o chefe de Estado entendeu promulgar para que Portugal não seja punido por não legislar regras europeias (designadamente o MiCA &#8211; Regulamento Europeu sobre o Mercado de Criptoativos, aprovado em 2023 mas que ainda não tinha sido aplicado em Portugal) e por considerar que é melhor haver um “controlo deficiente a não haver nenhum&#8221;.</p>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782786]]></sapo:autor>
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		<title>Novas regras sobre mercado de criptoativos entram hoje em vigor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 05:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As novas regras sobre criptoativos entram hoje em vigor, com o Banco de Portugal e a CMVM como os supervisores competentes em Portugal e prevendo multas de até cinco milhões de euros para empresas incumpridoras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As novas regras sobre criptoativos entram hoje em vigor, com o Banco de Portugal e a CMVM como os supervisores competentes em Portugal e prevendo multas de até cinco milhões de euros para empresas incumpridoras.</P><br />
<P>Em causa estão diplomas, aprovados no parlamento no final de 2025, que reforçam a regulação e supervisão sobre as transações com criptoativos e visam prevenir atividades ilícitas relacionadas com criptoativos.</P><br />
<P>As novas regras definem que o Banco de Portugal (BdP) e a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) como as entidades responsáveis pela regulação e supervisão de criptoativos em Portugal, cabendo-lhes divulgar regularmente a lista de entidades autorizadas a prestar serviços de criptoativos em Portugal e especificando ainda os serviços para os quais estão autorizadas.</P><br />
<P>No regime sancionatório estão previstas contraordenações para os operadores que violem as regras. Nas contraordenações muito graves, as multas podem ir até 2,5 milhões de euros no caso de pessoa singular e cinco milhões de euros no caso de uma empresa.</P><br />
<P>Prestar serviços de cripoativos sem autorização das autoridades, manipulação de mercado ou comunicação às autoridades ou ao público e clientes de informação falsa ou incompleta são consideradas contraordenações muito graves.</P><br />
<P>Na semana passada, o BdP disse, no parlamento, que é muito exigente com a autorização de empresas que prestam serviços com ativos virtuais.</P><br />
<P>&#8220;O Banco de Portugal ficou com a responsabilidade da autorização destas entidades. [&#8230;] Para nós o momento de entrada de mercado é um momento decisivo, isto é, quem pretende prestar um determinado tipo de atividade que tem associado um risco elevado de branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo tem que demonstrar à partida que tem condições de o fazer&#8221;, disse o diretor do Departamento de Averiguação e Ação Sancionatória, João Raposo, na Comissão de Orçamento e Finanças.</P><br />
<P>Em 13 de dezembro de 2025, os diplomas que agora entram em vigor foram promulgados pelo Presidente da República mas com reservas.</P><br />
<P>Marcelo Rebelo de Sousa considerou então que este tipo de ativos suscita várias dúvidas mas entendeu promulgar as leis para que Portugal não seja punido por não legislar regras europeias (designadamente o MiCA &#8211; Regulamento Europeu sobre o Mercado de Criptoativos) e por considerar que é melhor haver um &#8220;controlo deficiente a não haver nenhum&#8221;.</P><br />
<P>A Associação Portuguesa de Instituições de Pagamento e Moeda Electrónica (ANIPE) alertou que o fim do período transitório previsto no regulamento europeu sobre os mercados de criptoativos (MiCA) poderá paralisar o mercado português deste tipo de ativos.</P><br />
<P>&#8220;A poucos dias do fim do regime transitório, o número de entidades efetivamente autorizadas em Portugal ao abrigo do MiCA continua reduzido ao mínimo, colocando em risco a continuidade da atividade de operadores que aguardam decisão sobre os respetivos pedidos de autorização&#8221;, disse a ANIPE em comunicado.</P><br />
<P>Para a ANIPE, a conjugação entre o atraso na adaptação do enquadramento jurídico nacional &#8211; dizendo que passou mais de um ano após a aplicação do regulamento europeu &#8211; e o tempo necessário para a tramitação dos processos de autorização &#8220;reduziu significativamente a margem disponível para que os operadores concluíssem os seus processos com a necessária segurança jurídica&#8221;.</P><br />
<P>Como tal, os operadores arriscam não ter autorização para o desenvolvimento deste tipo de atividade aquando do fim do período transitório. </P><br />
<P>Para fazer face a estas dificuldades, a associação pede que BdP e CMVM esclareçam publicamente o estado dos processos de autorização em curso e os prazos previsíveis para a respetiva conclusão. </P><br />
<P>Também solicitou um esclarecimento sobre as medidas de mitigação que possam ser aplicadas às entidades cujos pedidos permaneçam pendentes após 01 de julho.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783941]]></sapo:autor>
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		<title>Matrículas para 2.º, 3.º, 4.º e 5.º anos arrancam hoje: saiba quem tem de renovar a inscrição e quais os prazos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 05:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O período de inscrição e renovação prolonga-se até 13 de julho e integra o calendário oficial definido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação para a preparação do próximo ano escolar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-vzmvzk" class="brxe-block">
<div id="brxe-okauic" class="brxe-post-excerpt">
<p>O período de inscrição e renovação prolonga-se até 13 de julho e integra o calendário oficial definido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação para a preparação do próximo ano escolar.</p>
</div>
</div>
<div id="brxe-ueiyjj" class="brxe-block">
<div id="brxe-titetb" class="brxe-post-content">
<p>Arranca esta quarta-feira uma nova fase do processo de matrículas para o ano letivo 2026/2027, abrangendo os alunos dos 2.º, 3.º, 4.º e 5.º anos de escolaridade. O período de inscrição e renovação prolonga-se até 29 de junho e integra o calendário oficial definido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação para a preparação do próximo ano escolar.</p>
<p>Depois da fase dedicada à educação pré-escolar, ao 1.º ano do ensino básico, e aos 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos, que decorreu entre abril e o final de junho, são agora milhares de famílias chamadas a verificar se necessitam de formalizar a matrícula ou se a renovação será efetuada automaticamente pelo sistema.</p>
<p>O calendário foi estabelecido através de despacho assinado pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, abrangendo toda a escolaridade obrigatória, desde a educação pré-escolar até ao ensino secundário. Esta organização faseada pretende distribuir os procedimentos administrativos ao longo de vários meses, facilitando o trabalho das escolas e dos encarregados de educação.</p>
<p><strong>Quem tem de tratar da matrícula?</strong><br />
Embora a renovação da matrícula seja automática na maioria das situações, existem casos em que os encarregados de educação terão obrigatoriamente de intervir durante o período agora iniciado.</p>
<p>A formalização da matrícula ou renovação torna-se necessária sempre que exista mudança de estabelecimento de ensino, transição de ciclo, alteração do encarregado de educação ou modificações nas opções curriculares escolhidas pelo aluno.</p>
<p>Nestes casos, os encarregados de educação devem respeitar os prazos definidos para o respetivo ano de escolaridade, sob pena de atrasarem o processo de colocação ou organização das turmas para o próximo ano letivo.</p>
<p>Para os restantes alunos que não se enquadram nestas situações, a renovação continua a ser efetuada automaticamente, sem necessidade de qualquer procedimento adicional.</p>
<p><strong>Quais são os próximos prazos?</strong><br />
O calendário de matrículas para o ano letivo 2026/2027 está dividido em várias fases.</p>
<p>Após o período agora iniciado para os alunos dos 2.º, 3.º, 4.º e 5.º anos, seguir-se-á a fase destinada aos estudantes dos 10.º e 12.º anos, que decorrerá entre 15 e 22 de julho.</p>
<p>O despacho estabelece ainda que, caso o último dia de um prazo coincida com um fim de semana ou feriado, a data-limite transita automaticamente para o primeiro dia útil seguinte.</p>
<p><strong>Quando serão conhecidas as listas de alunos?</strong><br />
No caso da educação pré-escolar e do 1.º ano do ensino básico, as listas devem ser divulgadas até 16 de junho.</p>
<p>Já para os alunos dos 5.º, 7.º e 10.º anos, bem como do 1.º ano do ensino profissional, a divulgação ocorre até cinco dias úteis após o fim do período de matrículas.</p>
<p>Já as listas definitivas de alunos admitidos deverão ser publicadas até ao primeiro dia útil do mês de julho, no caso do pré-escolar e do 1.º ano do ensino básico, e até ao final do mês de julho para os alunos do ensinos básico e secundário.</p>
</div>
<div id="brxe-titetb" class="brxe-post-content">
<p><strong>Regime aplica-se à rede pública e ao ensino financiado</strong><br />
O calendário agora em vigor não se limita às escolas públicas.</p>
<p>As regras abrangem igualmente os estabelecimentos de ensino particular e cooperativo com contrato de associação, bem como outras instituições que beneficiem de financiamento público, incluindo escolas profissionais.</p>
<p>Com o arranque desta nova fase de matrículas, as famílias dos alunos dos 2.º, 3.º, 4.º e 5.º anos dispõem até 13 de julho para confirmar se necessitam de realizar algum procedimento obrigatório, numa etapa essencial da preparação do próximo ano letivo.</p>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_744561]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exército paquistanês afirma ter interceptado quatro drones afegãos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exercito-paquistanes-afirma-ter-interceptado-quatro-drones-afegaos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 05:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O exército paquistanês anunciou hoje ter intercetado quatro drones afegãos na terça-feira, numa altura em que os dois países vizinhos se encontram em conflito há vários meses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército paquistanês anunciou hoje ter intercetado quatro drones afegãos na terça-feira, numa altura em que os dois países vizinhos se encontram em conflito há vários meses.</P><br />
<P>O governo talibã tinha prometido retaliar pelos ataques aéreos paquistaneses mortíferos levados a cabo esta semana no leste do Afeganistão.</P><br />
<P>Segundo o exército paquistanês, as forças talibãs afegãs &#8220;lançaram na terça-feira quatro drones rudimentares que atravessaram a fronteira no Baluchistão (&#8230;) Estas plataformas aéreas hostis foram imediatamente detetadas&#8221;.</P><br />
<P>O Ministério da Defesa afegão indicou, na rede social X, ter realizado &#8220;ataques aéreos&#8221; no Baluchistão e na província de Khyber Pakhtunkhwa, causando vítimas entre os membros do grupo Estado Islâmico (EI).</P><br />
<P>As forças militares talibãs não dispõem de uma força aérea totalmente operacional, mas têm recorrido a pequenos drones, visando principalmente zonas situadas nas regiões fronteiriças com o Paquistão, de acordo com especialistas.</P><br />
<P>Islamabade, assegurando que o território paquistanês não é utilizado pelo EI, não registou quaisquer vítimas.</P><br />
<P>A filial regional do EI, o Estado Islâmico no Khorasan, reivindicou, nos últimos anos, vários ataques no Afeganistão que causaram a morte de civis.</P><br />
<P>Este incidente é o mais recente de um conflito que se arrasta há vários meses entre os dois países.</P><br />
<P>Na segunda-feira, ataques aéreos paquistaneses causaram cerca de trinta mortos no Afeganistão. O governo talibã referiu vítimas civis, enquanto Islamabade precisou que tinha como alvo uma fação dos talibãs paquistaneses e matado 29 combatentes.</P><br />
<P>A ONU indicou que os ataques mataram 28 civis e feriram dezenas de pessoas.</P><br />
<P>Islamabade afirmou que estas operações foram uma resposta a um ataque levado a cabo no sábado à noite contra um acampamento da força paramilitar dos Rangers paquistaneses em Karachi, bem como a incidentes recentes nas províncias fronteiriças.</P><br />
<P>Desde o regresso ao poder dos talibãs afegãos no verão de 2021, as relações entre os dois vizinhos têm vindo a deteriorar-se continuamente, com Islamabade a acusar o vizinho de abrigar talibãs paquistaneses do Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP). Cabul nega veementemente a acusação.</P><br />
<P>Os esforços de mediação liderados por vários países, incluindo a China, não permitiram chegar a uma solução duradoura entre os dois países vizinhos.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783940]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Faz compras na Shein ou na Temu? A partir de hoje vai pagar mais 3€ de taxas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 05:20:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa que entra hoje em vigor será apenas a primeira fase da reforma. A partir de novembro, a União Europeia prevê introduzir uma nova cobrança associada à gestão aduaneira das encomendas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="brxe-vzmvzk" class="brxe-block">
<div id="brxe-okauic" class="brxe-post-excerpt">
<p>Os consumidores europeus que fazem compras em plataformas como Shein, Temu ou AliExpress preparam-se para enfrentar um aumento dos custos já a partir de hoje. É que a União Europeia vai começar a aplicar uma nova taxa sobre encomendas provenientes de países extracomunitários, numa medida que pretende travar a entrada massiva de produtos de baixo custo sem pagamento de direitos aduaneiros.</p>
</div>
</div>
<div id="brxe-ueiyjj" class="brxe-block">
<div id="brxe-titetb" class="brxe-post-content">
<p>A nova cobrança integra uma reforma mais ampla do sistema aduaneiro europeu e deverá afetar milhões de encomendas enviadas para os Estados-membros. Embora Bruxelas insista que a medida não tem como alvo qualquer empresa ou país específico, a realidade é que os principais impactos deverão recair sobre plataformas chinesas como Shein, Temu e AliExpress, responsáveis por uma grande parte das compras online de baixo valor realizadas na Europa.</p>
<p><strong>Como vai funcionar a nova taxa</strong><br />
Ao contrário do que acontece com muitos direitos aduaneiros tradicionais, a nova taxa não será aplicada por encomenda ou por pacote.</p>
<p>A partir de hoje, dia 1 de julho, os consumidores terão de pagar três euros por cada categoria de produto adquirida. O valor será calculado com base na classificação aduaneira utilizada pela União Europeia, conhecida como código TARIC, que identifica os produtos importados segundo a sua natureza e composição.</p>
<p>Na prática, isto significa que produtos aparentemente semelhantes podem ser considerados categorias diferentes para efeitos aduaneiros.</p>
<p>Por exemplo, uma camisola de algodão e uma camisola de poliéster podem parecer o mesmo artigo para o consumidor, mas possuem códigos TARIC distintos devido aos materiais utilizados no seu fabrico. Consequentemente, a compra de ambas implicará o pagamento de duas taxas separadas de três euros cada.</p>
<p><strong>Exemplos mostram impacto no preço final</strong><br />
O funcionamento da nova taxa poderá gerar custos adicionais significativos, sobretudo em compras compostas por vários tipos de artigos.</p>
<p>Se um consumidor adquirir cinco camisolas de algodão e cinco pares de meias, terá de pagar seis euros adicionais, correspondentes a duas categorias distintas.</p>
<p>No entanto, uma compra composta por um par de meias, um par de sapatilhas, elásticos para o cabelo e um pente poderá originar uma taxa total de 12 euros, uma vez que cada produto poderá enquadrar-se numa categoria aduaneira diferente.</p>
<p>O impacto financeiro poderá ser particularmente relevante em plataformas cuja principal vantagem competitiva assenta precisamente nos preços reduzidos.</p>
<p><strong>Novas cobranças chegam já em novembro</strong><br />
A taxa que entra hoje em vigor será apenas a primeira fase da reforma. A partir de novembro, a União Europeia prevê introduzir uma nova cobrança associada à gestão aduaneira das encomendas.</p>
<p>Segundo as previsões atuais, este encargo adicional deverá situar-se entre dois e quatro euros por cada categoria de produto.</p>
<p>Dessa forma, uma encomenda que a partir de julho pagará seis euros de taxa poderá passar a suportar entre 10 e 14 euros de custos adicionais a partir do final do ano.</p>
<p><strong>Bruxelas quer acabar com vantagem competitiva das plataformas asiáticas</strong><br />
A criação desta nova taxa surge no contexto da eliminação da chamada isenção “de minimis”, um mecanismo que dispensava do pagamento de direitos aduaneiros as encomendas com valor inferior a 150 euros provenientes de países fora da União Europeia.</p>
<p>Originalmente criada para reduzir encargos administrativos e simplificar o trabalho das autoridades aduaneiras, esta exceção acabou por ganhar enorme dimensão com a explosão do comércio eletrónico internacional.</p>
<p>Segundo fontes do Conselho Europeu, o crescimento acelerado das encomendas de baixo valor criou uma situação de concorrência considerada desleal face aos comerciantes europeus.</p>
<p>Além disso, Bruxelas argumenta que o atual sistema aumentou os riscos relacionados com segurança dos consumidores, fraude comercial e impactos ambientais.</p>
<p><strong>Quase seis mil milhões de encomendas beneficiaram da isenção</strong><br />
Os números divulgados pela Comissão Europeia ajudam a explicar a preocupação das autoridades.</p>
<p>Em 2025, o número de encomendas beneficiadas pela isenção aduaneira aumentou 25,8% face ao ano anterior, atingindo 5.883 milhões de pacotes.</p>
<p>Segundo os dados de Bruxelas, cerca de 91% dessas encomendas tiveram origem na China, o que explica porque plataformas como Shein, Temu e AliExpress são vistas como as principais afetadas pelas novas regras.</p>
<p>Apesar disso, a Comissão Europeia rejeita a ideia de que se trata de um imposto dirigido aos consumidores.</p>
<p>Bruxelas defende que a medida apenas substitui uma isenção considerada ultrapassada e que conferia uma vantagem competitiva artificial a determinados modelos de negócio.</p>
<p><strong>Receita poderá ultrapassar os 17 mil milhões de euros</strong><br />
A nova taxa poderá também representar uma importante fonte de financiamento para a União Europeia.</p>
<p>Utilizando os dados de 2025 e assumindo um cenário conservador em que cada encomenda contém apenas um produto pertencente a uma única categoria, a cobrança dos três euros poderia gerar cerca de 17,6 mil milhões de euros por ano.</p>
<p>De acordo com as regras europeias, 75% dessa receita será canalizada para o orçamento comunitário, enquanto os restantes 25% ficarão com o Estado-membro por onde a encomenda entra na União Europeia.</p>
<p><strong>Setor da distribuição apoia medida mas pede mais fiscalização</strong><br />
A associação espanhola das empresas de distribuição, Anged, recebeu favoravelmente a nova taxa, mas considera que o verdadeiro desafio vai muito além da cobrança dos três euros.</p>
<p>Teresa Herrero, diretora de assuntos europeus da organização, defendeu que é fundamental garantir que as plataformas chinesas cumpram as mesmas regras impostas às empresas europeias.</p>
<p>Segundo a responsável, uma das principais preocupações do setor prende-se com a ausência de representantes legais claramente identificados em muitos Estados-membros, dificultando a responsabilização das plataformas em caso de incumprimento.</p>
<p>“A taxa de três euros é importante, e somada à taxa de manuseamento poderá elevar-se até sete euros, mas a chave está no cumprimento das normas”, salientou.</p>
<p>Outras fontes da associação defendem igualmente que a principal questão não é apenas fiscal, mas também regulatória.</p>
<p>O setor teme que produtos potencialmente perigosos continuem a entrar no mercado europeu sem o mesmo nível de controlo exigido às empresas sediadas na União Europeia.</p>
<p><strong>Reforma continuará até 2028</strong><br />
A taxa que entra hoje em vigor foi concebida como uma solução transitória. Segundo o calendário definido por Bruxelas, o mecanismo deverá permanecer em vigor durante dois anos.</p>
<p>A partir de 1 de julho de 2028, a União Europeia pretende avançar para um sistema mais abrangente, aplicando diretamente os direitos aduaneiros correspondentes a cada produto, independentemente do valor da encomenda.</p>
<p>Nessa fase, os consumidores poderão enfrentar custos ainda superiores aos atualmente previstos.</p>
<p>Por exemplo, uma encomenda de camisolas de algodão e meias poderá deixar de pagar uma taxa fixa por categoria e passar a suportar direitos aduaneiros equivalentes a 12% do valor das camisolas e outros 12% do valor das meias.</p>
<p>Até lá, a nova taxa de três euros por categoria representa o primeiro passo de uma profunda transformação do sistema aduaneiro europeu, que promete alterar significativamente a forma como milhões de europeus compram produtos em plataformas asiáticas de comércio eletrónico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_779402]]></sapo:autor>
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		<title>Regulador sul-coreano investiga Google por abuso de posição dominante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 05:13:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades sul-coreanas abriram hoje um inquérito contra a Google por abuso de posição dominante nas lojas de aplicações para Android, processo que poderá resultar numa multa até 553 milhões de dólares (484,67 milhões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades sul-coreanas abriram hoje um inquérito contra a Google por abuso de posição dominante nas lojas de aplicações para Android, processo que poderá resultar numa multa até 553 milhões de dólares (484,67 milhões de euros).</P><br />
<P>A alegada conduta, de acordo com uma investigação preliminar, afetou vendas relacionadas no valor de 9.217,77 milhões de dólares (8.078,73 milhões de euros), afirmou a Comissão de Comércio Justo (FTC) da Coreia do Sul num comunicado, antes de precisar que a lei permite impor multas de até 6% das vendas afetadas por uma infração de abuso de posição dominante, além de medidas corretivas. </P><br />
<P>O caso centra-se nos contratos do programa &#8220;Games Velocity Program&#8221;, também conhecido como &#8220;Project Hug&#8221;, que a Google celebrou desde 2019 com grandes empresas de videojogos sul-coreanas e estrangeiras, entre as quais a Activision Blizzard King e a Riot Games, bem como as empresas locais NCSoft e Netmarble. </P><br />
<P>A FTC afirmou que a Google oferecia apoio para cobrir os custos de serviços do seu ecossistema, como o Google Cloud ou o YouTube, em troca de as empresas de desenvolvimento concederem à Google Play condições mais favoráveis do que a outras lojas de aplicações em aspetos como a data de lançamento, entre outros.</P><br />
<P>A entidade reguladora considera que essa estrutura, reforçada por apoios crescentes à medida que as vendas no Google Play aumentavam, reduziu os incentivos das empresas de desenvolvimento para lançarem ou promoverem os seus títulos em lojas concorrentes e dificultou a atividade de outros operadores do mercado. </P><br />
<P>A FTC enviou à Google um relatório preliminar com os factos investigados, a avaliação jurídica e uma proposta de medidas, embora tenha esclarecido que este documento não constitui uma decisão final e que o caso será resolvido após a deliberação da comissão.</P><br />
<P>A Google dispõe agora de oito semanas para apresentar as alegações. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_783938]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Dispositivo de combate reforçado quando área ardida é já o dobro face a 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 05:12:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O dispositivo de combate a incêndios rurais é hoje reforçado para entrar na sua capacidade máxima, numa altura em que a área ardida e o número de fogos duplicaram em relação ao mesmo período de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O dispositivo de combate a incêndios rurais é hoje reforçado para entrar na sua capacidade máxima, numa altura em que a área ardida e o número de fogos duplicaram em relação ao mesmo período de 2025.</P><br />
<P>A Diretiva Operacional Nacional (DON), que estabelece o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) para este ano, indica que os meios são reforçados hoje pela terceira vez este ano com a entrada em vigor do denominado &#8216;reforçado &#8211; nível Delta&#8217;, que se prolonga até 30 de setembro.</P><br />
<P> O DECIR prevê para esta altura do ano 81 meios aéreos, três dos quais os helicópteros da AFOCELCA (empresa de proteção florestal vocacionada para o combate a incêndios rurais). Pela primeira vez este ano vão estar ao serviço os dois helicópteros Black Hawk da Força Aérea.</P><br />
<P>Segundo o DECIR, vão estar ao dispor nos próximos três meses, entre permanentes e mobilizáveis, 15.149 operacionais de 2.596 equipas e 3.463 viaturas, um ligeiro aumento em relação a 2025.</P><br />
<P>Os mais de 15.000 operacionais envolvidos no DECIR são elementos pertencentes aos bombeiros voluntários, Força Especial de Proteção Civil, militares da Guarda Nacional Republicana e elementos do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, nomeadamente sapadores florestais e sapadores bombeiros florestais.</P><br />
<P>Uma das novidades introduzidas este ano no DECIR, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), é a utilização do retardante (substância química usada para reduzir, atrasar ou impedir a propagação do incêndio e consequentemente auxilia no controlo e extinção do fogo) por um maior número de meios aéreos.</P><br />
<P>De acordo com a ANEPC, em 2025 existia apenas um Centro de Meios Aéreos a utilizar retardante nas aeronaves, passando este ano a estar disponível em cinco.</P><br />
<P>O ministro da Administração Interna já reconheceu várias vezes que este ano vai ser &#8220;muito duro&#8221; em relação ao risco de incêndios florestais, antecipando um verão &#8220;muito complicado&#8221;.</P><br />
<P>Os meios de combate a incêndios foram reforçados na região de Leiria que foi afetada pela depressão Kristin no início do ano e onde caíram milhares de árvores, apesar de ter sido criado nesta zona o Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO) para remoção do material combustível, limpeza de áreas críticas, reabertura de caminhos e melhoria de acessos.</P><br />
<P>Dados provisórios Dados provisórios do Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR) dão conta que este ano ocorreram 7.173 incêndios que provocaram 14.173 hectares de área ardida, tendo a maioria dos fogos e da área ardida acontecido na região Norte, 2.131 e 9.643 hectares respetivamente.</P><br />
<P>Em relação ao mesmo período de 2025 o número de incêndios rurais e de área ardida duplicaram, segundo o SGIFR. Este ano a área ardida é a maior desde 2017, enquanto os incêndios registam o maior número desde 2022.</P></p>
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		<title>Julho arranca a ferver: cúpula de calor chega a Portugal e deverá durar mais de uma semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 05:10:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental vai entrar em julho sob um episódio de calor intenso e persistente, potenciado por uma cúpula de calor que se instalará sobre a Península Ibérica durante, pelo menos, os primeiros oito dias do mês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Portugal continental vai entrar em julho sob um episódio de calor intenso e persistente, potenciado por uma cúpula de calor que se instalará sobre a Península Ibérica durante, pelo menos, os primeiros oito dias do mês. O fenómeno deverá criar condições para temperaturas muito acima do normal, noites tropicais ou tórridas em várias regiões e agravamento dos avisos meteorológicos a partir desta quarta-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">A previsão mais recente do modelo europeu ECMWF aponta para temperaturas acima dos 30 ºC em praticamente todo o território já no primeiro dia de julho. Depois de uma subida gradual dos valores máximos, sobretudo no interior e no Sul, o calor deverá ganhar força esta quarta-feira, com alguns locais a chegarem aos 42 ºC.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Instituto Português do Mar e da Atmosfera colocou os distritos de Évora, Beja e Portalegre sob aviso laranja devido ao calor. O agravamento entra em vigor esta quarta-feira e resulta da persistência de valores muito elevados da temperatura máxima, a que se juntam também mínimas elevadas. A situação deverá estender-se a outros distritos já na quinta-feira, com o aviso laranja alargado pelo menos até às 18h00 de sexta-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Temperaturas podem chegar aos 44 ºC</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Esta quarta-feira deverá marcar o início de um episódio de calor mais intenso em Portugal continental. As temperaturas máximas deverão variar entre os 26 ºC em Aveiro e os 40 ºC em Évora e Beja. As únicas capitais de distrito abaixo dos 30 ºC deverão ser Aveiro e Viana do Castelo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Vale do Guadiana poderá ser a zona mais quente do país, com os termómetros a poderem atingir os 42 ºC. Também na Beira Baixa e no Ribatejo haverá locais onde as máximas poderão chegar aos 40 ºC.</p>
<p class="isSelectedEnd">A subida das temperaturas vai manter-se nos dias seguintes. Pelo menos até 6 de julho, os termómetros deverão continuar a registar valores elevados, entre os 35 ºC e os 44 ºC, ainda que com variações locais.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Portugal sob efeito de uma cúpula de calor</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O fenómeno de cúpula de calor ocorre quando uma massa de ar muito quente fica retida junto à superfície, sob uma crista anticiclónica em altitude que funciona como uma espécie de “tampa atmosférica”. Esta configuração impede a dispersão do ar quente e favorece a acumulação progressiva de calor ao longo de vários dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neste episódio, Portugal continental será afetado pela conjugação de vários fatores meteorológicos e geográficos. A forte insolação típica de julho permitirá à superfície terrestre absorver uma grande quantidade de energia solar durante o dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ao mesmo tempo, o domínio prolongado das altas pressões a oeste-noroeste da Península Ibérica favorecerá a estabilidade atmosférica. A subsidência, ou seja, o movimento descendente do ar no interior do anticiclone, comprimirá e aquecerá ainda mais a atmosfera, reduzindo a formação de nuvens e aumentando a incidência da radiação solar.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>“Forno ibérico” vai acumular calor durante vários dias</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A presença da cúpula de calor deverá potenciar o chamado efeito de “forno ibérico”. A superfície terrestre de Portugal e Espanha acumulará calor de forma muito eficiente durante vários dias consecutivos e libertá-lo-á lentamente durante a noite, impedindo um arrefecimento significativo da atmosfera.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Península Ibérica, pela sua dimensão continental, funcionará como uma espécie de “mini-continente”, capaz de modificar a massa de ar que a envolve. Em vez de ser substituído por ar mais fresco, o ar manter-se-á praticamente estagnado sobre Portugal continental e grande parte de Espanha, aquecendo gradualmente dia após dia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Este mecanismo fará com que a região gere uma massa de ar extraordinariamente quente, alimentada não apenas pelo transporte de ar quente e seco vindo do Norte de África, mas também pelo calor produzido localmente.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Temperaturas até 16 ºC acima da média</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">À superfície, são esperadas temperaturas geralmente entre 8 e 12 ºC acima da média, podendo alguns locais atingir anomalias de 15 ou 16 ºC.</p>
<p class="isSelectedEnd">A massa de ar quente e seco terá origem tropical continental e será transportada a partir do Norte de África, impulsionada por ventos predominantes de leste. Embora o vento deva soprar fraco na maioria das regiões, poderão ocorrer rajadas localmente fortes em algumas zonas, agravando o risco de incêndio rural.</p>
<p class="isSelectedEnd">A persistência do calor fará com que o episódio seja prolongado, com temperaturas diurnas muito elevadas e noites tropicais ou tórridas em muitas regiões. A ausência de arrefecimento noturno é um dos fatores que mais contribui para o agravamento do desconforto térmico e dos riscos para a saúde.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Noites tropicais regressam e podem aproximar-se dos 30 ºC</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além dos dias muito quentes, a previsão aponta também para noites tropicais em várias zonas do país a partir de quinta-feira, embora no interior os valores mais elevados já possam começar a sentir-se na noite de quarta-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">No litoral Norte, a noite mais quente deverá ocorrer entre quinta e sexta-feira. Já na faixa interior, sobretudo no Centro e no Sul, todas as noites a partir de quarta-feira poderão registar valores elevados, próximos dos 30 ºC, em especial entre quinta-feira e segunda-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Avisos do IPMA agravam-se no Alentejo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Antes da entrada em vigor do aviso laranja, vários distritos já se encontravam sob aviso amarelo, o nível menos grave, devido ao calor. É o caso de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real, Bragança, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Setúbal.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir de hoje, os avisos passam para laranja em toda a região do Alentejo, abrangendo Évora, Beja e Portalegre. O aviso laranja é o segundo nível mais grave e é emitido quando existe uma situação meteorológica de risco moderado a elevado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A evolução da previsão poderá ainda levar o IPMA a agravar os avisos para o nível vermelho em algumas regiões do interior. Os modelos meteorológicos apontam para máximas superiores a 43 ºC, podendo aproximar-se localmente dos 45 ºC nas planícies do Alentejo e nos principais vales do país, caso o cenário se confirme.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>DGS recomenda hidratação e reorganização do trabalho</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Com a aproximação de mais uma onda de calor, a Direção-Geral da Saúde lançou um guia com recomendações para proteger trabalhadores expostos a temperaturas elevadas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O documento inclui orientações sobre planos de prevenção nas empresas, organização do trabalho e reforço da hidratação, com o objetivo de reduzir riscos como acidentes, desidratação e doenças associadas ao calor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as medidas recomendadas está a adaptação das tarefas aos períodos mais frescos do dia, a criação de pausas regulares e o reforço da ingestão de água, sobretudo para quem trabalha ao ar livre ou em ambientes expostos à radiação solar.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Ministra admite impacto na mortalidad</strong>e</p>
<p class="isSelectedEnd">A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, admitiu preocupação com a vaga de calor que se aproxima e reconheceu que as temperaturas elevadas poderão ter impacto na mortalidade, à semelhança do que tem acontecido noutros países.</p>
<p class="isSelectedEnd">O risco é agravado pela duração prevista do episódio, pela extensão territorial do calor e pela persistência de temperaturas elevadas também durante a noite.</p>
<p>Com a cúpula de calor instalada sobre a Península Ibérica, Portugal continental deverá atravessar vários dias de calor extremo, com especial incidência no interior e no Alentejo, onde os avisos meteorológicos sobem já esta quarta-feira para o segundo nível mais grave.</p>
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