Fintech portuguesa Goparity procura investidores portugueses para projeto nos caminhos-de-ferro na Índia

A Goparity lançou uma nova campanha, em conjunto com a empresa espanhola NGRT, onde procura investidores portugueses que queiram investir no desenvolvimento de uma solução inovadora para prevenir acidentes e perturbações em redes ferroviárias.

André Manuel Mendes

A Goparity lançou uma nova campanha, em conjunto com a empresa espanhola NGRT, onde procura investidores portugueses que queiram investir no desenvolvimento de uma solução inovadora para prevenir acidentes e perturbações em redes ferroviárias.

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Depois de comprovada na Europa e no Brasil, a NGRT recorre à plataforma portuguesa para o seu projeto na Índia. Para o conseguir, a campanha tem como objetivo angariar 150 mil euros através de crowdlending, e consiste na concessão de um empréstimo à NGRT para assegurar os prazos de comercialização da sua tecnologia e fabricar mais sistemas de monitorização.

Estes sistemas têm a capacidade de identificar em tempo real problemas e perturbações dentro da infraestrutura ferroviária (desde carris partidos, deslizamentos de pedras e lama, inundações, pessoas ou animais na via e danos nos comboios, entre outros).

Os investidores podem entrar com investimentos a partir de 5 euros, que renderão juros mensais de 5,85% durante dois anos.

“Esta é uma excelente oportunidade para os investidores diversificarem o seu portefólio, que permite ter um impacto real numa das indústrias mais relevantes do mundo. Em cerca de 5 dias já foram angariados mais de 70 mil euros de mais de 590 investidores”, diz Nuno Brito Jorge, fundador e CEO da Goparity.

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Por sua vez, Richard Aaroe, CEO da NGRT, explica que fornecem “uma solução completa para muitas das questões enfrentadas pelos operadores do setor e cobrimos já hoje uma extensão de aproximadamente 100km de trilhos de caminhos-de-ferro. Com o fecho de novos clientes, decidimos recorrer ao crowdlending como forma rápida e fácil de obter o financiamento que precisamos para fabricar mais sistemas”.

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