Jens Stoltenberg anunciou que a Finlândia juntar-se-á a partir de amanhã oficialmente à Nato e a Rússia não tardou a reagir.
Segundo o vice-ministro russo dos Negócios Estrangeiros, Alexander Grushko, a Rússia já está a planear robustecer a capacidade de guerra disponível nas regiões oeste e noroeste, onde faz fronteira com a Finlândia, em resposta à entrada do país na Aliança Atlântica.
A garantia foi deixada pelo governante russo em entrevista à Ria Novosti, naquela que foi a primeira reação oficial da Rússia.
“Na eventualidade de forças, equipamentos e outros membros da Nato sejam ativados na Finlândia, iremos tomar medidas adicionais para garantira segurança militar da Rússia”, garantiu Grushko.
“São tempos históricos. Amanhã vamos hastear a bandeira da Finlândia n sede da Nato, em Bruxelas. Este momento histórico vai reforçar a segurança, tanto da Aliança, como da Finlândia”, disse Stoltenberg esta segunda-feira, no anúncio feito em conferência de imprensa, celebrando a adesão da Finlândia à Nato.
Desta forma, a partir de terça-feira, a Finlândia passará a ser “membro em planas funções” da Nato, tornando-se o 31º país a juntar-se à Aliança, depois de a Turquia ter sido o último membro da dar a ‘luz verde’ à candidatura finlandesa.
Esta terça-feira, data em que se assinala o 74.º aniversário da Nato, irá decorrer também uma cerimónia de hastear da bandeira finlandesa na sede da Nato em Bruxelas. “É um grande dia para a Aliança”, sustentou Stoltenberg.












