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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Venezuela/Sismos: Iniciados trabalhos de reparação de 4.000 habitações em La Guaira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 02:49:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo da Venezuela iniciou os trabalhos de recuperação de quase 4.000 habitações de La Guaira, o estado venezuelano mais afetado pelo duplo sismo que abalou o país em 24 de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo da Venezuela iniciou os trabalhos de recuperação de quase 4.000 habitações de La Guaira, o estado venezuelano mais afetado pelo duplo sismo que abalou o país em 24 de junho.</P><br />
<P>O anúncio foi feito através da televisão estatal, pelo governador do estado de La Guaira, Alejandro Terán durante uma inspeção ao complexo habitacional Cacique Caribe.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a reabilitar 3.938 habitações do estado [de La Guaira] que foram classificadas com a cor amarela durante as inspeções de habitabilidade, não por apresentarem danos estruturais, mas sim danos na alvenaria destes edifícios&#8221;, disse o governador.</P><br />
<P>Na sequência do duplo sismo de 24 de junho último, o Governo venezuelano instituiu um sistema de classificação por cores para os edifícios, segundo a condição de habitabilidade.</P><br />
<P>Os edifícios classificados com a cor verde são tidos como seguros para habitabilidade, os de cor amarela em situação de alerta e inspeção ou revisão e de cor vermelha como de alto risco e zona proibida.</P><br />
<P>Sobre o complexo habitacional Cacique Caribe, explicou que consta de cinco torres, quatro delas classificadas com a cor amarela e uma com a cor verde.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o presidente do Parlamento da Venezuela, Jorge Rodríguez, irmão da Presidente interina Delcy Rodríguez, divulgou um boletim informativo semanal relativo à &#8220;etapa de reconstrução&#8221; que indica que 43.679 habitações foram avaliadas pelas autoridades que confirmam que 41.624 estão afetadas, 9.866 com restrições na habitabilidade e cor amarela e 6.433 em alto risco, de cor vermelha e de acesso proibido.</P><br />
<P>Foram também identificadas 25.325 habitações com a cor verde, ou seja, habitáveis.</P><br />
<P>Os dois abalos de magnitude 7,2 e 7,5 sacudiram a 24 de junho o norte do país, em particular o estado costeiro de La Guaira, próximo de Caracas, causando pelo menos 6.125 mortos e 1.579 desaparecidos.</P><br />
<P>Entre os mortos confirmados, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, contam-se 138 portugueses e lusodescendentes, 109 adultos e 29 menores, 118 dos quais tinham também a nacionalidade venezuelana.</P><br />
<P>Os dois sismos ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Segundo as autoridades venezuelanas já foram registadas mais de 1.500 réplicas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797662]]></sapo:autor>
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		<title>China acusa Japão de usar &#8220;ameaça chinesa&#8221; para justificar rearmamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 02:43:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China acusou na terça-feira o Japão de exagerar a "ameaça chinesa" para justificar o rearmamento, após Tóquio classificar a atividade militar de Pequim como um "desafio estratégico sem precedentes" num relatório de Defesa de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China acusou na terça-feira o Japão de exagerar a &#8220;ameaça chinesa&#8221; para justificar o rearmamento, após Tóquio classificar a atividade militar de Pequim como um &#8220;desafio estratégico sem precedentes&#8221; num relatório de Defesa de 2026.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado na terça-feira à noite, o porta-voz do ministério da Defesa chinês, Chen Xi, afirmou que o novo documento japonês está &#8220;repleto de narrativas falsas&#8221; e exagera uma alegada &#8220;crise de segurança&#8221; na região.</P><br />
<P>Chen considerou que o texto procura justificar o reforço das capacidades militares do Japão, manifestando a &#8220;forte insatisfação&#8221; e a &#8220;firme oposição&#8221; de Pequim.</P><br />
<P>O porta-voz acusou ainda as autoridades japonesas de utilizarem o princípio de uma política &#8220;exclusivamente defensiva&#8221; como cobertura para rever os principais documentos de segurança, aumentar as despesas militares, desenvolver capacidades ofensivas de longo alcance e promover a militarização do espaço.</P><br />
<P>Chen sustentou também que o Japão procura apresentar a expansão da indústria de defesa como um motor de crescimento económico, visando integrar o rearmamento nas suas estruturas institucionais, económicas e sociais.</P><br />
<P>&#8220;O novo militarismo japonês tornou-se um grave desafio à ordem internacional do pós-guerra e uma verdadeira ameaça à paz e à estabilidade regional&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O ministério da Defesa chinês sublinhou igualmente que a questão de Taiwan diz respeito à soberania e à integridade territorial da China e constitui uma &#8220;linha vermelha intransponível&#8221; nas relações entre Pequim e Tóquio.</P><br />
<P>O Livro Branco da Defesa do Japão, aprovado na terça-feira, refere que a atividade militar chinesa se intensificou entre abril de 2025 e março de 2026, incluindo operações com porta-aviões no Pacífico, aproximações de caças chineses a aeronaves japonesas e um incidente envolvendo a utilização de radar de controlo de tiro.</P><br />
<P>O documento defende ainda o reforço da indústria militar japonesa e dedica, pela primeira vez, um capítulo às &#8220;novas formas de combate&#8221;, em particular ao recurso a drones e à inteligência artificial.</P><br />
<P>As relações entre a China e o Japão continuam tensas desde que a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, afirmou, no final de 2025, que um eventual ataque chinês contra Taiwan poderia constituir uma ameaça à sobrevivência do Japão e justificar a intervenção das Forças de Autodefesa japonesas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797661]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil corta presença diplomática na Argentina após insultos de Milei a Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 02:13:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo do Brasil anunciou esta terça-feira que está a reduzir a presença diplomática na Argentina, após novos ataques do Presidente argentino, Javier Milei, ao homólogo Luiz Inácio Lula da Silva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo do Brasil anunciou esta terça-feira que está a reduzir a presença diplomática na Argentina, após novos ataques do Presidente argentino, Javier Milei, ao homólogo Luiz Inácio Lula da Silva.</P><br />
<P>É a primeira vez na história recente que uma tal medida ocorre entre os dois vizinhos. Um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Brasil disse à agência Associated Press que Milei chamou a Lula &#8220;um ladrão&#8221; três vezes desde domingo. </P><br />
<P>Milei utilizou termos semelhantes a 25 de julho na convenção partidária do senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente e que será rival de Lula nas eleições de outubro.</P><br />
<P>Milei também acusou o juiz do Supremo Tribunal, Alexandre de Moraes, de ser &#8220;lixo&#8221; durante a convenção. Moraes negou um pedido do Presidente argentino para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encontra em prisão domiciliária a cumprir uma pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado.</P><br />
<P>O Governo brasileiro retirou o embaixador em Buenos Aires, Julio Bitelli, em julho, um dia após as primeiras declarações de Milei contra Lula. Desde então, os interesses do Brasil na Argentina são representados por um encarregado de negócios, um cargo de nível inferior.</P><br />
<P>Bitelli não regressará à Argentina enquanto Milei continuar a fazer comentários agressivos em relação a Lula, afirmou o porta-voz.</P><br />
<P>O Presidente brasileiro não comentou as declarações de Milei. Os dois têm mantido uma relação fria desde que o líder argentino tomou posse em dezembro de 2023.</P><br />
<P>Milei é um aliado próximo do Presidente dos EUA, Donald Trump, cuja Administração também tem mantido tensões e conflitos com o Governo de Lula. Ao início do dia de terça-feira, o Departamento de Estado dos EUA revogou o visto do embaixador do Brasil em Washington, em retaliação pelo facto de o Brasil ter recusado, no mês passado, vistos a dois diplomatas americanos que pretendiam visitar o país antes das próximas eleições.</P><br />
<P>Lula foi oficialmente declarado candidato à reeleição no domingo, na convenção do seu Partido dos Trabalhadores, onde muitos manifestaram preocupação com a interferência estrangeira nas eleições do país.</P><br />
<P>O vice-presidente Geraldo Alckmin, um conservador que será novamente o companheiro de candidatura de Lula, afirmou que o sistema de votação eletrónica do país é tão eficaz que &#8220;não aceita votos de argentinos nem de americanos&#8221;, numa referência a Milei e Trump.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797660]]></sapo:autor>
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		<title>Homem armado preso em campo de golfe na Califórnia antes de visita de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 02:06:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um homem armado foi detido num campo de golfe pertencente ao Presidente norte-americano na Califórnia, dois dias antes de uma visita de Donald Trump ao local, programada para terça-feira à noite, anunciaram as autoridades de Los Angeles.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um homem armado foi detido num campo de golfe pertencente ao Presidente norte-americano na Califórnia, dois dias antes de uma visita de Donald Trump ao local, programada para terça-feira à noite, anunciaram as autoridades de Los Angeles.</P><br />
<P>O homem levantou suspeitas quando &#8220;foi visto a passear pelo campo de golfe, a tirar fotografias e a filmar, e parecia estar a vigiar as atividades relacionadas com o planeamento da segurança&#8221;, lê-se num comunicado.</P><br />
<P>A detenção ocorreu no domingo à tarde neste campo de golfe situado em Rancho Palos Verdes, perto de Los Angeles. Trump chegou ao local na terça-feira à noite para um jantar de angariação de fundos organizado pelo comité nacional do Partido Republicano.</P><br />
<P>O suspeito, identificado como Jeanine John Taele, tinha &#8220;um carregador de 16 munições&#8221; no bolso das calças.</P><br />
<P>Ao revistarem o automóvel deste homem de 38 anos, agentes do xerife do condado de Los Angeles apreenderam também &#8220;uma pistola carregada&#8221; e outro carregador com munições, segundo o comunicado.</P><br />
<P>Foi posteriormente realizada uma busca no domicílio do homem, em Downey, nos subúrbios de Los Angeles, pelo xerife e pelos serviços antiterrorismo do FBI.</P><br />
<P>No local, descobriram uma espingarda de assalto, uma pistola, um colete à prova de balas, carregadores de grande capacidade, munições, dois aparelhos de rádio e &#8220;vários cadernos com declarações preocupantes&#8221;.</P><br />
<P>Os investigadores apresentaram o processo na manhã de terça-feira à procuradoria de Los Angeles, que se pronunciará sobre eventuais acusações.</P><br />
<P>Desde a última campanha presidencial, Donald Trump foi alvo de múltiplas tentativas de assassinato.</P><br />
<P>Em julho de 2024, foi ferido na orelha por um atirador que se tinha posicionado num telhado com vista para um comício de campanha em Butler, na Pensilvânia.</P><br />
<P>Em setembro do mesmo ano, um homem armado foi detido nas imediações do Trump International Golf Club em West Palm Beach, na Flórida, enquanto o Presidente jogava.</P><br />
<P>No passado mês de abril, Trump teve de ser retirado de emergência da gala da imprensa em Washington, quando um homem armado tentou entrar na sala e se desencadeou um tiroteio.</P><br />
<P>A visita de Trump ao campo de golfe californiano na terça-feira é fechada à imprensa. O Presidente deverá nomeadamente defender o mandato e angariar apoios financeiros, a cerca de três meses das eleições intercalares, onde o domínio republicano sobre o Congresso americano se encontra ameaçado.</P><br />
<P>As visitas à Califórnia, bastião democrata que considera um contramodelo da América, são raras.</P><br />
<P>Poucas horas antes da sua chegada, e antes do anúncio da detenção, o governador Gavin Newsom aproveitou a oportunidade para lembrar que a administração Trump continua a bloquear as ajudas federais para a reconstrução de Los Angeles, 18 meses após os incêndios mortais que devastaram a cidade.</P><br />
<P>&#8220;Espero que a visita do Presidente Trump permita fazer chegar diretamente às famílias que estão a reconstruir após os incêndios de Los Angeles os fundos federais de reconstrução aguardados há tanto tempo&#8221;, criticou o democrata, que alimenta ambições de ser eleito nas presidenciais de 2028.</P><br />
<P>&#8220;É a oportunidade para o Presidente honrar o seu compromisso de fornecer a estes sobreviventes os fundos que lhes prometeu&#8221;, disse. E acrescentou: &#8220;Há momentos que transcendem a política. Este poderia ser um deles, Senhor Presidente&#8221;.</P></p>
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		<title>Detenção de migrantes durante Governo Trump nos EUA atinge nível mais alto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 01:31:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de migrantes detidos pelas autoridades norte-americanas durante o mandato do Presidente Donald Trump atingiu em julho o nível mais elevado, com mais de 50.000 detenções, confirmou o Departamento de Segurança Interna (DHS, em inglês).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de migrantes detidos pelas autoridades norte-americanas durante o mandato do Presidente Donald Trump atingiu em julho o nível mais elevado, com mais de 50.000 detenções, confirmou o Departamento de Segurança Interna (DHS, em inglês).</P><br />
<P>O aumento ocorre no meio de pressões da Administração republicana para aumentar as detenções de migrantes, com o objetivo de alcançar as 2.000 detenções diárias, e de uma expansão das operações do Serviço de Imigração e Alfândegas (ICE, em inglês), incluindo detenções em aeroportos.</P><br />
<P>Em junho, o Governo comunicou, por sua vez, cerca de 43.000 detenções, um número também recorde durante este Governo, acrescentou um alto funcionário da DHS, que pediu para não ser identificado.</P><br />
<P>Estes dados, indicados pelo funcionário à agência EFE e que ainda não foram publicados oficialmente, revelam um aumento das operações do ICE, apesar das críticas da oposição e de organizações de direitos humanos às táticas do Governo, especialmente depois de duas pessoas terem morrido baleadas por agentes de imigração em julho.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas após as mortes de Lorenzo Salgado, no Texas, e de Joan Sebastián Guerrero, no Maine, o secretário do DHS, Markwayne Mullin, assinalou que a sua agência &#8220;intensificará a pressão nas ruas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Eu não escolho que leis aplicar; cumpro e faço cumprir as leis do nosso país. Isso significa que as farei cumprir tanto dentro da nossa própria agência como entre os criminosos nas ruas. Essa é a minha garantia&#8221;, acrescentou o secretário.</P><br />
<P>No entanto, a maioria das pessoas detidas pelas autoridades migratórias nos EUA durante o Governo republicano não tem antecedentes criminais, segundo estudos, o que contradiz a narrativa da Administração de que as autoridades perseguem &#8220;criminosos&#8221; e &#8220;o pior do pior&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com um estudo publicado na semana passada pela Universidade do Colorado em Boulder, apenas 34% das pessoas detidas pelo ICE desde janeiro de 2025, quando Trump tomou posse, tinham sido condenadas por algum crime.</P><br />
<P>Desde que Trump se tornou Presidente, registaram-se também pelo menos 30 incidentes em que agentes do ICE dispararam contra civis, resultando em oito mortos, de acordo com dados do portal The Trace.</P><br />
<P>Nos centros de detenção, cerca de 55 pessoas morreram sob custódia do ICE, 22 das quais no decorrer de 2026.</P><br />
<P>Neste contexto, o alto-comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, pediu em junho uma investigação &#8220;independente&#8221; sobre as mortes às mãos do ICE e criticou o que considera ser uma &#8220;falta de transparência&#8221; por parte dos EUA em relação a estes incidentes.</P></p>
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		<item>
		<title>Exército dos EUA anuncia aliança com 18 países contra crime organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 01:11:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Exército norte-americano lançou na terça-feira uma nova aliança de 18 países para combater o crime organizado, numa "transição" da operação militar "Lança do Sul" contra o narcotráfico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Exército norte-americano lançou na terça-feira uma nova aliança de 18 países para combater o crime organizado, numa &#8220;transição&#8221; da operação militar &#8220;Lança do Sul&#8221; contra o narcotráfico.</P><br />
<P>O Comando Sul do Exército norte-americano (Southcom), sediado em Miami, anunciou em comunicado que o novo Grupo de Trabalho Conjunto do Hemisfério Ocidental pretende &#8220;incrementar a eficácia operacional contra as ameaças que minam a segurança regional e afetam os Estados Unidos&#8221; e os seus aliados, além de &#8220;reforçar&#8221; a resposta a emergências e crises humanitárias.</P><br />
<P>A nova aliança inclui os mesmos 18 países que integravam a Coligação Contra os Cartéis das Américas, iniciada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, em março de 2026, com o objetivo de usar força letal para erradicar cartéis do narcotráfico e redes de narcoterrorismo no hemisfério ocidental.</P><br />
<P>O general Francis Donovan, comandante do Southcom, declarou que o novo grupo de trabalho será &#8220;o braço executor (&#8230;) para enfrentar as ameaças em todo o hemisfério&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta sede reúne capacidades militares ajustadas e alianças de confiança para aumentar a fricção sistémica total, o ritmo operacional, exercer pressão sustentada sobre as organizações criminosas e reforçar a segurança dos Estados Unidos e dos nossos parceiros&#8221;, afirmou Donovan.</P><br />
<P>O comandante apresentou o novo grupo como uma &#8220;transição&#8221; da operação Lança do Sul, lançada em setembro de 2025 pela Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, e que implicou bombardeamentos contra supostas lanchas do narcotráfico nas águas nas Caraíbas e no Pacífico.</P><br />
<P>Até agora, os EUA atacaram mais de 60 embarcações, causando a morte de 221 pessoas, segundo um balanço do Escritório de Washington para Assuntos Latino-americanos.</P><br />
<P>As Nações Unidas e organizações de defesa dos direitos humanos classificaram estes ataques como &#8220;execuções extrajudiciais&#8221; e denunciaram que entre as vítimas se encontram pescadores e contrabandistas de combustível.</P><br />
<P>A operação também procurou aumentar a pressão sobre o então Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, antes deste ser detido numa intervenção norte-americana em Caracas, e transferido para um centro de detenção em Nova Iorque no início de janeiro, para enfrentar acusações de narcoterrorismo.</P><br />
<P>O novo grupo de trabalho vai ser formado pelos EUA e pelos países que assinaram a aliança Escudo das Américas em março deste ano, em Miami: Argentina, Bolívia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai e Trinidad e Tobago.</P><br />
<P>Posteriormente, juntaram-se também Bahamas, Belize, Chile, Guatemala, Jamaica e Peru, além do presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella.</P><br />
<P>O chefe do Southcom indicou que o líder do novo grupo será o general Kevin Jarrard, que coordenou a resposta do Departamento de Estado após os sismos de junho na Venezuela.</P><br />
<P>Segundo Donovan esta coligação será a &#8220;sede operacional para a execução de missões em toda a região&#8221;, integrando &#8220;inteligência, vigilância e reconhecimento, planeamento operacional e coordenação multinacional para aumentar a pressão sobre as organizações nefastas que operam em todo o hemisfério&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797657]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil acusa EUA de escalada hostil após revogação de visto de embaixadora em Washington</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 00:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro repudiou esta terça-feira a decisão dos Estados Unidos de revogarem o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti, classificando como "falsas" as justificações apresentadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro repudiou esta terça-feira a decisão dos Estados Unidos de revogarem o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti, classificando como &#8220;falsas&#8221; as justificações apresentadas.</P><br />
<P>O Palácio do Planalto sustentou ainda que a decisão &#8220;faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil&#8221;, motivadas por &#8220;razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral&#8221; historicamente pautada pelo respeito mútuo.</P><br />
<P>&#8220;Fica óbvio também o interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente&#8221;, informa o comunicado.</P><br />
<P>O Governo brasileiro acrescentou que o processo de concessão do aprovação é confidencial, recordando que os EUA divulgaram publicamente o nome do seu candidato à embaixada em Brasília, Daniel Perez, antes de apresentarem formalmente o pedido ao Brasil.</P><br />
<P>Brasília acrescentou na nota que segue &#8220;estritamente o direito internacional&#8221; e sublinhou que a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas não estabelece qualquer prazo para a concessão da aprovação, indicando que o pedido norte-americano continua em análise.</P><br />
<P>O Departamento de Estado norte-americano anunciou na terça-feira a revogação do visto da embaixadora do Brasil em Washington e sinalizou que a medida pode ser revertida caso o Brasil conceda o aval diplomático para que o indicado do Presidente Donald Trump assuma a embaixada dos EUA em Brasília.</P><br />
<P>Daniel Perez foi indicado para o cargo em junho deste ano, sendo que a sua aprovação ainda não foi referendada pelo Congresso norte-americano. A revogação do visto da embaixadora brasileira não significa a expulsão de Maria Luiza Ribeiro Viotti dos Estados Unidos, segundo esclareceu anteriormente o Departamento de Estado.</P><br />
<P>Washington indicou que adotou a medida contra a embaixadora após autoridades brasileiras sinalizarem que apenas concederiam a aprovação de Daniel Perez depois das eleições gerais brasileiras, o que considerou inaceitável.</P><br />
<P>O Departamento de Estado referiu ainda ter agido com reciprocidade por Brasília negar vistos a dois diplomatas norte-americanos há duas semanas, alegando que a visita poderia ser utilizada para descredibilizar o sistema eleitoral brasileiro.</P><br />
<P>Sobre este ponto, o Governo brasileiro acrescentou que os dois funcionários pretendiam visitar o país para &#8220;colocar em dúvida a integridade do sistema eleitoral brasileiro&#8221;, classificando a iniciativa como uma tentativa &#8220;inaceitável de interferir no processo político nacional&#8221;.</P><br />
<P>O Planalto recordou também que continuam em vigor sanções individuais impostas pelos EUA a autoridades brasileiras, incluindo o cancelamento de vistos de juízes do Supremo Tribunal Federal e membros do primeiro escalão do Executivo.</P><br />
<P>Segundo a nota, o Presidente Lula da Silva pediu diretamente ao Presidente Donald Trump, durante a visita a Washington em maio, o levantamento dessas sanções.</P><br />
<P>&#8220;A decisão de hoje [terça-feira] não é um fato isolado. Faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo&#8221;, informa Brasília.</P><br />
<P>&#8220;Em linha com sua tradição diplomática, o Governo brasileiro opõe-se à lógica de confrontação e reitera a defesa do diálogo e da negociação em todas as suas relações internacionais&#8221;, conclui o comunicado do Palácio do Planalto.</P><br />
<P>A Casa Branca e o Palácio do Planalto vivem tensões diplomáticas desde o ano passado, quando Trump anunciou a imposição das primeiras tarifas alfandegárias ao Brasil. Em julho, Washington aplicou novas sobretaxas a produtos brasileiros.</P><br />
<P>No mês passado, os EUA decidiram também prolongar por um ano o estado de emergência para o Brasil, classificando o Governo brasileiro como uma ameaça &#8220;incomum e extraordinária&#8221; à segurança nacional, à política externa e à economia norte-americana.</P><br />
<P>Washington classificou ainda recentemente como organizações terroristas globais as duas maiores fações criminosas do país sul-americano, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797656]]></sapo:autor>
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		<title>Regras para uso de espaços separados por género mudam no Reino Unido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de espaços públicos no Reino Unido segregados por género terão de adaptar-se a partir de hoje a novas disposições, quase um ano e meio depois da histórica decisão do Supremo Tribunal que define género como o sexo atribuído no nascimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Milhares de espaços públicos no Reino Unido segregados por género terão de adaptar-se a partir de hoje a novas disposições, quase um ano e meio depois da histórica decisão do Supremo Tribunal que define género como o sexo atribuído no nascimento.</P><br />
<P>Com a entrada em vigor deste &#8220;código de boas práticas&#8221;, estabelecido pelo organismo regulador da igualdade do Reino Unido, as casas de banho, os balneários, as enfermarias hospitalares e quaisquer outros espaços segregados por género deverão ser utilizados de acordo com o sexo atribuído ao nascimento, e não com o género com o qual a pessoa se identifica.</P><br />
<P>Isto significa que aproximadamente 13.000 casas de banho e mais de 5.000 balneários em ginásios, hospitais e centros de lazer em Inglaterra, Escócia e País de Gales poderão necessitar de obras de remodelação, a um custo estimado de dezenas de milhões de libras, noticiou a agência Efe.</P><br />
<P>A implementação da diretiva segue-se a uma decisão do Supremo Tribunal em abril de 2025, num caso apresentado pela organização For Women Scotland, que limitou a definição legal de mulher ao sexo biológico, decisão amplamente criticada e considerada discriminatória para as pessoas transgénero.</P><br />
<P>O código estipula que os prestadores de serviços podem, se assim o desejarem, excluir uma pessoa transgénero da utilização de um espaço exclusivo para um único género, a fim de &#8220;evitar constrangimento ou desconforto&#8221; para outros utilizadores, ou se outras pessoas se opuserem a partilhar esse espaço com base na sua aparência física.</P><br />
<P>A secretária de Estado para as Mulheres e a Igualdade do Reino Unido, Bridget Phillipson, apresentou a proposta de código ao Parlamento em 21 de maio, tendo a mesma sido automaticamente aprovada em 09 de julho, após o prazo de 40 dias, sem ser debatida ou votada por nenhuma das Câmaras e apesar dos pedidos de várias organizações LGBTQ+.</P><br />
<P>A organização britânica Trans+ Solidarity Alliance declarou em julho que as pessoas transgénero estarão &#8220;expostas a riscos&#8221; e o seu acesso a serviços essenciais &#8220;será mais limitado&#8221; após a entrada em vigor das novas diretrizes.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se da capacidade das pessoas transgénero de viverem o seu dia-a-dia com segurança e confiança. Este código de boas práticas não fará com que o problema desapareça, como alguns parecem desejar&#8221;, acrescentou a organização num manifesto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797655]]></sapo:autor>
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		<title>Guatemala em alerta máximo com vulcão do Fogo em erupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:48:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades da Guatemala lançaram um alerta vermelho no país, o nível mais elevado, abrangendo as zonas afetadas pela erupção do vulcão do Fogo, a 35 quilómetros da capital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da Guatemala lançaram um alerta vermelho no país, o nível mais elevado, abrangendo as zonas afetadas pela erupção do vulcão do Fogo, a 35 quilómetros da capital.</P><br />
<P>O alerta de terça-feira dirige-se aos departamentos de Sacatepéquez, Chimaltenango e Escuintla, indicou a agência nacional de coordenação para a luta contra desastres (Conred), na rede social X.</P><br />
<P>As autoridades da Guatemala já tinham emitido um alerta de &#8220;perigo&#8221; e decretado a retirada de centenas de pessoas após a erupção do Fogo, considerado o vulcão mais ativo da América Central. </P><br />
<P>O vulcão entrou em fase eruptiva na manhã de segunda-feira e está agora a expelir lava, assim como enormes plumas de gás e cinzas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797654]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia líbia cria comissão para investigar fuga em massa de prisão no oeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:46:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária líbia formou uma comissão para apurar as circunstâncias de uma fuga em massa da prisão de Surman (oeste) na terça-feira, que coincidiu com confrontos armados entre milícias leais ao Governo de Unidade Nacional (GUN) na cidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária líbia formou uma comissão para apurar as circunstâncias de uma fuga em massa da prisão de Surman (oeste) na terça-feira, que coincidiu com confrontos armados entre milícias leais ao Governo de Unidade Nacional (GUN) na cidade.</P><br />
<P>A polícia adiantou em comunicado que a investigação está a ser conduzida em coordenação com as autoridades de segurança e militares competentes &#8220;para apurar o número de reclusos que fugiram e tomar as medidas legais adequadas para determinar a responsabilidade&#8221;.</P><br />
<P>Após a fuga, as autoridades prisionais instaram os fugitivos a &#8220;apresentarem-se em qualquer centro de reforma e reabilitação&#8221; sob jurisdição do sistema prisional da sua área e a entregarem-se, embora não se saiba se algum dos fugitivos acatou a ordem.</P><br />
<P>Surman acordou na terça-feira com confrontos entre grupos afiliados no GUN, liderados por Abdelhamid Dbeiba &#8211; que utilizavam drones armados, tanques e outras armas de guerra &#8211; até que a 52.ª Brigada de Infantaria, uma força encarregada de conter os confrontos entre milícias, interveio e interrompeu os combates ao fim de dez horas.</P><br />
<P>Até à data, não existem números oficiais sobre vítimas ou perdas materiais, embora alguns órgãos de comunicação social locais relatem que o incidente resultou em cinco mortes, dezenas de feridos e extensos danos em infraestruturas.</P><br />
<P>Em maio, ocorreu um violento confronto entre grupos armados na mesma zona, tendo durado aproximadamente 12 horas e provocado a morte a pelo menos quatro pessoas, deixando mais de 30 feridos e causando danos materiais significativos.</P><br />
<P>Foi o confronto mais intenso na Líbia em 2026 e o primeiro desde os combates de maio de 2025, que resultaram numa dezena de mortos e dezenas de feridos.</P><br />
<P>Desde 2014, após as últimas eleições parlamentares, a Líbia está mergulhada numa profunda crise, com episódios recorrentes de violência e uma divisão institucional, com o GUN a controlar o oeste, enquanto o leste está sob o controlo do marechal Khalifa Haftar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797653]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: ONU pede a Israel que respeite ordens do TIJ sobre provas em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:42:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ONU pediu na terça-feira a Israel que respeite as ordens do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), após denúncias sobre a eliminação de provas em Gaza relacionadas com alegações de genocídio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU pediu na terça-feira a Israel que respeite as ordens do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), após denúncias sobre a eliminação de provas em Gaza relacionadas com alegações de genocídio.  </P><br />
<P>O apelo foi feito pelo porta-voz adjunto do secretário-geral da ONU, Farhan Haq, na sua conferência de imprensa diária, após ser questionado sobre um relatório do Observatório Euromediterrâneo de Direitos Humanos que afirma que Israel está a demolir e remover entulho de bairros e instalações civis.  </P><br />
<P>&#8220;Todas as autoridades devem cumprir as decisões do Tribunal Internacional de Justiça&#8221;, declarou Haq.  </P><br />
<P>O porta-voz insistiu na &#8220;preocupação&#8221; da organização com &#8220;as atividades levadas a cabo por Israel em Gaza&#8221; e garantiu que continuarão a fazer tudo o que for possível para que os habitantes daquele território &#8220;possam voltar à vida normal e que haja responsabilização pelo que ocorreu&#8221;.  </P><br />
<P>Há dois anos, o TIJ emitiu uma ordem com seis medidas provisórias, entre as quais que Israel evite cometer atos que constituam uma violação da Convenção sobre o Genocídio. </P><br />
<P>Além disso, ordenou a preservação das provas relativas a possíveis violações da convenção e proibiu a sua destruição, exigindo ainda o acesso da população a ajuda humanitária básica. </P><br />
<P>O relatório do Observatório indica que as forças israelitas, juntamente com empresas civis, estão a realizar operações para remover detritos em zonas da Faixa de Gaza que estão sob seu controlo. </P><br />
<P>Segundo o relatório, há cerca de 400 máquinas a trabalhar na zona e, nas últimas semanas, foram observados cerca de 100 camiões a retirar entulho. </P><br />
<P>O porta-voz do secretário-geral da ONU denunciou também que Israel continua a avançar para a zona situada entre a &#8220;linha amarela&#8221; e a &#8220;linha laranja&#8221; da Faixa de Gaza &#8211; como são conhecidas duas áreas de demarcação interna estabelecidas após o acordo de cessar-fogo de outubro do ano passado. </P><br />
<P>&#8220;As tropas israelitas destruíram as tendas de quase uma dúzia de famílias que se refugiavam no pátio de uma escola e colocaram blocos de cimento nas instalações, o que representa uma nova expansão das áreas em que as autoridades israelitas impuseram restrições de acesso&#8221;, explicou o porta-voz. </P><br />
<P>Na Cisjordânia, há &#8220;mais de 80 escolas&#8221; que estão sujeitas a ordens de demolição ou medidas similares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797652]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bombeiros tentam conter fogos nos arredores de Atenas antes de mais vento e calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:28:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os bombeiros gregos procuram aproveitar uma pausa nos ventos fortes para reforçar as linhas de contenção nos fogos a oeste de Atenas, perante alertas para regresso de rajadas mais fortes e subida das temperaturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os bombeiros gregos procuram aproveitar uma pausa nos ventos fortes para reforçar as linhas de contenção nos fogos a oeste de Atenas, perante alertas para regresso de rajadas mais fortes e subida das temperaturas.</P><br />
<P>&#8220;Há uma enorme quantidade de material combustível na área e o risco aumenta ao longo do dia&#8221;, frisou Costas Tsingas, responsável da Associação Grega de Bombeiros. </P><br />
<P>A arder pelo quinto dia consecutivo, o incêndio nos arredores de Atenas provocou a retirada de mais de mil pessoas e foi atribuído a uma linha de energia defeituosa de um parque eólico da região. </P><br />
<P>As autoridades informaram que 33 pessoas foram detidas entre 29 de junho e 02 de agosto por atearem incêndios, incluindo 30 por negligência e três por suspeita de fogo posto. </P><br />
<P>A maioria dos casos de negligência envolvia atividades agrícolas realizadas apesar das proibições locais, incluindo soldagem.</P><br />
<P>As equipas de socorro trabalharam na terça-feira contra o tempo, pois os ventos costumam aumentar à tarde, um fenómeno costeiro comum em todo o Mediterrâneo no verão, quando a terra aquece mais rapidamente do que o mar e traz brisas mais fortes.</P><br />
<P>O Exército mobilizou máquinas para abrir faixas nas encostas queimadas, enquanto unidades especializadas avançavam a pé pelas áreas florestais para extinguir brasas incandescentes antes que pudessem reacender.</P><br />
<P>Mais de mil pessoas foram retiradas da região da estância balnear de Porto Germeno e de outras zonas a oeste da capital, incluindo mais de 250 resgatadas por barcos nas praias da região.   </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797651]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Senado dos EUA abre caminho à nomeação de ex-advogado de Trump para procurador-geral</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/senado-dos-eua-abre-caminho-a-nomeacao-de-ex-advogado-de-trump-para-procurador-geral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:23:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O comité judicial do Senado dos Estados Unidos aprovou a nomeação para procurador-geral de Todd Blanche, ex-advogado de Donald Trump e atual dirigente interino do Departamento de Justiça, retirando um obstáculo importante ao nomeado do Presidente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O comité judicial do Senado dos Estados Unidos aprovou a nomeação para procurador-geral de Todd Blanche, ex-advogado de Donald Trump e atual dirigente interino do Departamento de Justiça, retirando um obstáculo importante ao nomeado do Presidente.</P><br />
<P>Com maioria republicana, o comité aprovou na terça-feira a nomeação de Blanche por 12 votos contra 10, com dois senadores conservadores &#8211; John Cornyn, do Texas, e Thom Tillis, da Carolina do Norte &#8211; a retirarem a sua oposição, relacionada com o fundo para indemnizar alegadas vítimas da &#8216;instrumentalização&#8217; do sistema judicial em governos anteriores, que atrasou a votação.</P><br />
<P>A nomeação será agora submetida a votação no plenário do Senado, onde os republicanos detêm 53 lugares, contra 47 da oposição.</P><br />
<P>Blanche anunciou na segunda-feira a sua decisão de revogar formalmente o polémico fundo, avaliado em 1,7 mil milhões de dólares (1,4 mil milhões de euros), depois de os senadores republicanos terem ameaçado bloquear a sua nomeação.</P><br />
<P>Cornyn e Tillis também se opuseram à nomeação de Blanche devido à sua atuação nos ficheiros relacionados com o caso Jeffrey Epstein, particularmente após a fuga de dados pessoais das vítimas.</P><br />
<P>O governo Trump defendeu o &#8216;fundo anti-instrumentalização&#8217; criado para encerrar o processo movido pelo republicano contra a autoridade fiscal (IRS, Internal Revenue Service) devido à fuga das suas declarações de rendimentos.</P><br />
<P>O acordo incluía também uma proibição ao IRS de rever as declarações fiscais anteriores de Trump, da sua família e das suas empresas, medida que os detratores do magnata interpretaram como uma tentativa de se proteger financeiramente.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797650]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela /Sismos: Pelo menos 1.579 pessoas desaparecidas &#8211; governador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:15:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 1.579 pessoas continuam desaparecidas após os terramotos de 24 de junho na Venezuela, que já causaram 6.125 mortos, confirmou terça-feira o governador do estado La Guaira, José Alejandro Terán.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 1.579 pessoas continuam desaparecidas após os terramotos de 24 de junho na Venezuela, que já causaram 6.125 mortos, confirmou terça-feira o governador do estado La Guaira, José Alejandro Terán.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com as informações que nos fornecem diretamente os familiares, há 1.579 pessoas desaparecidas&#8221;, afirmou Terán numa entrevista à emissora colombiana Caracol Radio.</P><br />
<P>O governador indicou que algumas pessoas dadas como falecidas podem estar na lista de desaparecidos porque &#8220;ainda não foram certificadas pelos organismos forenses do Senamecf (Serviço Nacional de Medicina e Ciências Forenses) para se poder legalmente dar o estatuto de falecido&#8221;.</P><br />
<P>Este número é divulgado um dia depois de as autoridades publicarem o seu balanço mais recente dos sismos, segundo o qual o número de mortos subiu para 6.125, com mais 579 falecidos em relação ao balanço anterior.</P><br />
<P>A nova contagem tem uma estrutura diferente das anteriores e exclui números como os de feridos, afetados e edifícios colapsados e inclui outros, como o das habitações entregues (287). </P><br />
<P>O &#8220;boletim informativo semanal&#8221; relativo à &#8220;etapa de reconstrução&#8221; indica também que 43.679 habitações foram avaliadas e que &#8211; de um total de 41.624 &#8211; há 9.866 &#8220;com restrições&#8221; e 6.433 em &#8220;alto risco&#8221;, segundo o presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez.</P><br />
<P>A ONG venezuelana Provea exigiu no dia anterior ao Governo a divulgação do número de falecidos e o de desaparecidos, este último inalterado desde 25 de junho, quando as autoridades informaram de 157 pessoas estavam desaparecidas. </P><br />
<P>Iniciativas civis como a Desaparecidos Terremoto Venezuela denunciaram mais de 29.000 pessoas com paradeiro desconhecido e, segundo a Provea, não existe &#8220;um registo público que o comprove&#8221;. </P><br />
<P>O governador Terán destacou hoje que a realidade do ocorrido &#8220;ultrapassou sem dúvida alguma a visão de qualquer governo para se preparar face a um desastre natural&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797649]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Líbano e Israel realizam em Roma 7.ª ronda negocial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:10:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governo do Líbano iniciou na terça-feira uma nova ronda negocial com Israel em Roma, sob patrocínio dos Estados Unidos, visando a retirada das forças israelitas do sul do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O governo do Líbano iniciou na terça-feira uma nova ronda negocial com Israel em Roma, sob patrocínio dos Estados Unidos, visando a retirada das forças israelitas do sul do país. </P><br />
<P>As discussões, que começaram na embaixada dos Estados Unidos em Roma, devem durar até quinta-feira, confirmou na rede social X o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Tommy Pigott. </P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos continuam totalmente empenhados em apoiar os dois governos na continuação deste processo, de forma a garantir uma segurança duradoura para ambos os países, eliminar as ameaças à segurança de Israel e restabelecer a autoridade do Estado libanês em todo o sul do país&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Um acordo-quadro assinado no final de junho na 6.ª ronda negocial prevê o destacamento do exército libanês em &#8220;zonas piloto&#8221; cujas populações foram retiradas por Israel &#8211; que ainda ocupa parte do sul do país &#8211; sujeito ao desarmamento do movimento pró-iraniano Hezbollah. </P><br />
<P>O ministro italiano dos Negócios Estrangeiros, Antonio Tajani, exortou na segunda-feira as duas partes a &#8220;continuarem o trabalho num espírito construtivo, definindo soluções comuns&#8221; para a colocação em prática do acordo-quadro, após reuniões com os chefes respetivos das delegações libanesa e israelita, Simon Karam e Yechiel Leiter. </P><br />
<P>Ao abrigo do acordo-quadro, o exército libanês iniciou a 21 de julho o seu destacamento na localidade do sul de Zawtar al-Gharbiya, primeira &#8220;zona piloto&#8221;, e autorizou os habitantes a regressarem. </P><br />
<P>O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, referiu na segunda-feira, durante uma reunião do gabinete, esforços para alcançar &#8220;retiradas israelitas sucessivas do território libanês, até uma retirada total&#8221;, indicou o ministro da Informação, Paul Morcos. </P><br />
<P>Segundo um responsável do Departamento de Estado, as discussões devem incidir sobre a extensão do processo das &#8220;zonas piloto&#8221;, a resolução das questões fronteiriças em suspenso, visando um acordo global de paz e segurança entre os dois países, ainda tecnicamente em estado de guerra. </P><br />
<P>Mas o embaixador dos Estados Unidos no Líbano, Michel Issa, apelou na segunda-feira a uma prática &#8220;responsável&#8221; do acordo-quadro. &#8220;Ir rápido demais pode colocar em perigo os próprios civis que este processo pretende proteger&#8221;, afirmou em comunicado. </P><br />
<P>Segundo o diplomata, as duas partes devem chegar a um acordo sobre &#8220;um mecanismo claro e prático antes de passar à próxima etapa&#8221;. </P><br />
<P>O Hezbollah rejeitou este acordo várias vezes e recusa-se a depor as armas enquanto não for definido qualquer calendário para a retirada total de Israel. </P><br />
<P>As negociações diretas com Israel só trarão &#8220;vergonha e humilhação&#8221;, criticou na terça-feira o seu líder, Naim Kassem, acusando o presidente libanês de fomentar divisões no país em vez de atuar como &#8220;árbitro&#8221;. </P><br />
<P>Este movimento xiita envolveu o Líbano na guerra regional ao disparar contra Israel, no dia 02 de março, em apoio a Teerão, desencadeando importantes ataques aéreos israelitas e uma ofensiva terrestre. </P><br />
<P>A violência diminuiu desde junho, mas Beirute continua a relatar ataques israelitas esporádicos e denuncia explosões no sul do país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797648]]></sapo:autor>
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		<title>EUA declaram estado de emergência para combater incêndios descontrolados no noroeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:04:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo norte-americano declarou estado de emergência para responder aos incêndios florestais que assolam o noroeste do país, onde mais de 65 mil pessoas foram retiradas e cerca de 700 estruturas foram destruídas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo norte-americano declarou estado de emergência para responder aos incêndios florestais que assolam o noroeste do país, onde mais de 65 mil pessoas foram retiradas e cerca de 700 estruturas foram destruídas.</P><br />
<P>O governador de Washington, Bob Ferguson, do Partido Democrata, confirmou a declaração na terça-feira, depois de ter solicitado apoio federal para combater os incêndios, que afetaram particularmente Spokane, a segunda maior cidade do Estado, rodeada por três focos de incêndio distintos.</P><br />
<P>A declaração permite à Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA, na sigla em inglês) prestar apoio aos esforços de resposta, incluindo evacuações, abrigos de emergência, alimentos e água, operações de busca e salvamento e outros custos relacionados com a resposta.</P><br />
<P>Mais de 65.000 pessoas na região de Spokane foram retiradas, enquanto algumas regressaram a casa para descobrir que perderam tudo, noticiou a agência Efe.</P><br />
<P>As autoridades contabilizaram até à data cerca de 700 estruturas queimadas, mas estima-se que a extensão dos danos seja muito maior devido aos três incêndios que estão fora de controlo.</P><br />
<P>Os bombeiros não conseguiram conter os três incêndios que rodeiam a área, alimentados por ventos fortes e condições de seca, pelo que as ordens de evacuação obrigatória continuam em vigor em várias áreas.</P><br />
<P>Ferguson mobilizou membros da Guarda Nacional de Washington para auxiliar na emergência.  </P><br />
<P>A polícia daquele Estado deteve Aaron Farinacci, de 37 anos, que foi visto a agir de forma suspeita perto do local de um dos incêndios que afetam Spokane antes do seu início, informaram as autoridades.</P><br />
<P>Farinacci é suspeito do incêndio Old Trails, que começou no sábado e é um dos treze grandes fogos atualmente a lavrar em Washington. Está detido sob fiança.</P><br />
<P>As autoridades do Estado de Washington também estavam a lidar na terça-feira com as eleições primárias e com o dever de garantir que os eleitores possam exercer o seu direito de voto e manter a integridade dos boletins de voto enviados pelo correio.</P><br />
<P>Os incêndios florestais mantêm também as autoridades do Oregon, vizinho de Washington, em alerta máximo devido aos mais de 30 focos de incêndio que estavam ativos.</P><br />
<P>Um dos incêndios, o Grasshopper Fire, obrigou à evacuação do sofisticado resort Mt. Hood Meadows.</P><br />
<P>O Departamento Florestal do Oregon anunciou na segunda-feira que foi estabelecido um novo recorde de área ardida por incêndios florestais, com quase 809.000 hectares devastados, superando o recorde anterior de 769.000 hectares, registado em 2014.</P><br />
<P>Oregon já registou mais de 1.300 incêndios florestais este ano, com três meses da época de incêndios ainda pela frente, e é atualmente o estado com o maior número de incêndios ativos no país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797647]]></sapo:autor>
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		<title>Academia de projeto de gás no sul de Moçambique necessária a formação atempada &#8211; Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 22:39:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo moçambicano justificou hoje a escolha do sul do país para a fase inicial da Academia Mozambique LNG com a necessidade de garantir condições adequadas à formação atempada de técnicos, assegurando decorrerem outras ações na província de Cabo Delgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo moçambicano justificou hoje a escolha do sul do país para a fase inicial da Academia Mozambique LNG com a necessidade de garantir condições adequadas à formação atempada de técnicos, assegurando decorrerem outras ações na província de Cabo Delgado.</P><br />
<P>A posição do Ministério da Educação e Cultura (MEC) moçambicano surge após críticas do Fórum das Organizações da Sociedade Civil de Cabo Delgado (Focade) e do Conselho Empresarial Provincial, na semana passada, à realização na cidade da Matola, arredores de Maputo, da formação inicial de 260 jovens para a indústria do gás, que consideram representar uma oportunidade perdida para fortalecer o ensino técnico e as competências locais na província que acolhe o projeto Mozambique LNG, liderado pela francesa TotalEnergies.</P><br />
<P>Numa nota de esclarecimento, o MEC garante que a parceria com a TotalEnergies não altera a prioridade ao desenvolvimento do ensino técnico-profissional em Cabo Delgado e enquadra-se numa estratégia mais ampla de formação de quadros para a indústria do petróleo e gás associada ao projeto Mozambique LNG, que já permitiu beneficiar 1.765 jovens com formação técnica, bolsas de estudo e estágios profissionais. </P><br />
<P>&#8220;Desses, 1.154 frequentaram ações de formação no IFPELAC [Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo], em Pemba, e 390 no Instituto Industrial e Comercial de Pemba&#8221;, refere a nota.</P><br />
<P>Sobre a opção pela Matola, o Governo afirma que a decisão &#8220;decorre de uma avaliação técnica das condições existentes nas instituições de ensino vocacional analisadas&#8221;, que concluiu que o Instituto Industrial e Comercial da Matola reúne &#8220;as condições de infra-estrutura, capacidade instalada, alojamento, oficinas, laboratórios e equipamentos indispensáveis para assegurar o arranque imediato do programa, em conformidade com os padrões técnicos exigidos pela indústria do gás natural liquefeito&#8221;.</P><br />
<P>O executivo defende ainda que a utilização das capacidades já existentes naquela instituição permite &#8220;cumprir o calendário de implementação do Projecto Mozambique LNG&#8221; e evitar atrasos que poderiam obrigar à realização da formação fora do país.</P><br />
<P>O Programa Nacional de Formação Mozambique LNG prevê um investimento da TotalEnergies de 191,5 milhões de meticais (2,6 milhões de euros) e destina-se a 260 licenciados nas áreas de mecânica, eletricidade, instrumentação e controlo e operações de processo. Após um ano de formação teórico-prática na Matola, os formandos seguirão para cerca de dois anos de formação em contexto de trabalho nas instalações da empresa em Afungi, no distrito de Palma, em Cabo Delgado.</P><br />
<P>Respondendo às críticas sobre a alegada marginalização da província, o Ministério sustenta que &#8220;Cabo Delgado mantém-se no centro da estratégia&#8221; de desenvolvimento de competências para o setor do gás&#8221;, apontando investimentos em infraestruturas de ensino técnico na província, incluindo a construção e apetrechamento do Instituto Industrial e Comercial Filipe Jacinto Nyusi, na vila de Namaua.</P><br />
<P>Segundo o MEC, Cabo Delgado dispõe atualmente de 14 instituições de ensino técnico-profissional, seis das quais públicas, e já formou 525 jovens nas áreas de eletricidade, petróleo e gás, incluindo 150 em processamento de gás.</P><br />
<P>O investigador moçambicano João Feijó alertou, em entrevista à Lusa, na segunda-feira que a decisão de realizar no sul a fase inicial da Academia Mozambique LNG evidencia &#8220;desconsideração&#8221; do Governo central pelas populações do norte, ameaçando aprofundar o descontentamento social em Cabo Delgado.</P><br />
<P>A Lusa tentou obter uma reação da TotalEnergies a estas críticas locais, mas sem sucesso até ao momento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797645]]></sapo:autor>
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		<title>Governo Trump anuncia revogação de visto da embaixadora do Brasil nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 22:19:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Departamento de Estado norte-americano anunciou hoje a revogação do visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Departamento de Estado norte-americano anunciou hoje a revogação do visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti.</P><br />
<P>Segundo a diplomacia norte-americana, a medida pode ser revogada caso o Brasil conceda o aval diplomático para que o indicado do Presidente Donald Trump assuma a embaixada norte-americana no Brasil.</P><br />
<P>Daniel Perez foi indicado para o cargo em junho deste ano, sendo que a sua aprovação ainda não foi referendada pelo Congresso norte-americano.</P><br />
<P>Washington indica ainda que adotou a medida após autoridades brasileiras sinalizarem que só concederiam o «agrément» (aprovação, no jargão diplomático) a Daniel Perez após as eleições gerais do Brasil, o que foi considerado inaceitável pela diplomacia norte-americana.</P><br />
<P>O Departamento de Estado refere ainda que agiu com reciprocidade por Brasília negar visto a dois funcionários do Departamento de Estado há duas semanas, sob alegação de a visita ao Brasil poder ser utilizada para descredibilizar o sistema eleitoral brasileiro.</P><br />
<P>A revogação do visto da embaixadora brasileira não significa a expulsão de Maria Luiza Ribeiro Viotti do país, frisou a mesma fonte. </P><br />
<P>A Lusa pediu uma reação ao Ministério de Relações Exteriores do Brasil, que até o momento não respondeu.</P><br />
<P>A Casa Branca e o Palácio do Planalto vivem tensões diplomáticas desde o ano passado, quando Trump anunciou a imposição das primeiras tarifas alfandegárias ao Brasil. Em julho, Washington aplicou novas sobretaxas a produtos brasileiros.</P><br />
<P>No mês passado, os Estados Unidos decidiram também estender por um ano o estado de emergência para o país sul-americano, classificando o Governo brasileiro como uma ameaça &#8220;incomum e extraordinária&#8221; à segurança nacional, à política externa e à economia norte-americana.</P><br />
<P>Acrescentando aos atritos com o Governo brasileiro, Washington classificou recentemente como organizações terroristas globais as duas maiores fações criminosas do Brasil &#8211; Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797644]]></sapo:autor>
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		<title>Eletricidade em Cuba reposta após 6º &#8216;apagão&#8217; do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 22:05:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades de Cuba anunciaram hoje a reposição do fornecimento de eletricidade, após o 6ª. 'apagão' nacional do ano, desde a noite de domingo para segunda-feira, no contexto da grave crise energética e do bloqueio petrolífero imposto pelos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades de Cuba anunciaram hoje a reposição do fornecimento de eletricidade, após o 6ª. &#8216;apagão&#8217; nacional do ano, desde a noite de domingo para segunda-feira, no contexto da grave crise energética e do bloqueio petrolífero imposto pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>A companhia nacional de eletricidade UNE indicou que o sistema elétrico nacional tinha sido restabelecido após um corte generalizado de um dia e meio, mas vastas áreas do país continuam sem eletricidade, segundo a AFP. Em Havana, capital da ilha, apenas 42% da cidade tinha eletricidade hoje ao meio-dia (final da tarde em Portugal continental).  </P><br />
<P>As autoridades tiveram dificuldade em repor o sistema elétrico, gerando frustração na população, que sofre cortes de eletricidade locais quase permanentes, além dos seis cortes gerais.  </P><br />
<P>&#8220;É isto, a nova normalidade: o sistema colapsa, eles ligam-no, e ele volta a colapsar, mas de qualquer forma, nunca temos eletricidade, mesmo quando a rede não avaria. Portanto, para mim, isso não muda nada&#8221;, afirmou Carlos Garcia, 57 anos, motorista. </P><br />
<P>Cuba, com 9,4 milhões de habitantes, está mergulhada numa profunda crise económica há vários anos, e o regime comunista luta para manter o abastecimento de eletricidade aos seus cidadãos devido a infraestruturas antigas, mas também ao severo bloqueio energético imposto por Washington. </P><br />
<P>A maioria dos cubanos dispõe agora de eletricidade apenas algumas horas por dia, o que torna o seu quotidiano extremamente complicado, com cortes frequentes de bombas de água, ventiladores e outro tipo de aparelhos.</P><br />
<P>Na segunda-feira à noite, na total escuridão da Velha Havana, os moradores colocaram-se nas varandas ou inclinaram-se nas janelas, batendo em utensílios de cozinha para expressar descontentamento. </P><br />
<P>Hoje, o ministro cubano dos Negócios Estrangeiros, Bruno Rodriguez, responsabilizou Washington pela crise. As falhas na rede, afirmou na rede social X, são &#8220;consequências diretas do bloqueio genocida dos Estados Unidos contra Cuba&#8221;. </P><br />
<P>Os Estados Unidos, por seu lado, dizem que a crise se deve à má gestão da economia pelo governo comunista. </P><br />
<P>As sete centrais termoelétricas, que constituem a espinha dorsal da rede nacional cubana, têm mais de 40 anos e sofrem frequentemente avarias. </P><br />
<P>Mas os cortes de eletricidade têm-se agravado desde janeiro, quando Washington impôs à ilha um bloqueio petrolífero que complica o abastecimento de combustível para estas centrais e para os geradores de reserva. </P><br />
<P>As relações entre os Estados Unidos e Cuba têm-se deteriorado significativamente desde o início do ano, especialmente após a captura por forças norte-americanas do Presidente venezuelano Nicolás Maduro, aliado do governo cubano.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797642]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 400 detidos incluindo 156 menores devido a incêndios em França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:48:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 400 pessoas foram detidas, incluindo 156 menores, por suspeita de ligação aos incêndios florestais em França, que queimaram 120 mil hectares desde o início do verão, anunciou hoje o ministro do Interior francês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 400 pessoas foram detidas, incluindo 156 menores, por suspeita de ligação aos incêndios florestais em França, que queimaram 120 mil hectares desde o início do verão, anunciou hoje o ministro do Interior francês.</P><br />
<P>Das 402 pessoas detidas, 156 são menores e 36 estão sob custódia, seja por condenação ou por aguardarem julgamento, referiu o ministro do Interior, Laurent Nuñez, em conferência de imprensa.</P><br />
<P>No total, &#8220;desde o início da época, tivemos 14.540 focos de incêndio&#8221; numa área ardida de 120 mil hectares, acrescentou, garantindo que &#8220;a situação está a melhorar&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades, no entanto, monitorizam de perto várias áreas, com o ministro do Interior a citar o litoral mediterrânico (sudeste), o vale do Ródano (centro-leste) e o oeste, onde deflagrou um incêndio em Morbihan, na Bretanha.</P><br />
<P>&#8220;Obviamente, continuamos extremamente vigilantes, uma vez que as condições meteorológicas permanecem favoráveis aos incêndios florestais&#8221;, explicou.</P><br />
<P>A agência meteorológica Météo-France manteve o aviso laranja de onda de calor para quarta-feira em 13 departamentos (em comparação com 16 na terça-feira), incluindo Drôme (sudeste), onde um incêndio iniciado na segunda-feira já consumiu 280 hectares, segundo o ministro.</P><br />
<P>O sistema de alerta francês tem quatro níveis, do verde (sem vigilância específica) ao vermelho (vigilância absoluta), incluindo os níveis amarelo e laranja.</P><br />
<P>Nove em cada dez incêndios florestais são causados por humanos, sendo os raios responsáveis por grande parte dos restantes 10%. </P><br />
<P>Os maiores incêndios da temporada em França, no entanto, foram acidentais, de acordo com as primeiras conclusões.</P><br />
<P>Em França, 2026 já bateu o recorde de área ardida em vinte anos de medições por satélite, segundo o Sistema Europeu de Monitorização de Incêndios (EFFIS).</P><br />
<P>As florestas estão a arder com muito mais facilidade porque a vegetação e o solo estão extremamente secos há meses, um fenómeno agravado pelas recentes ondas de calor excecionais.</P><br />
<P>De acordo com um estudo publicado na quinta-feira pelos climatologistas do grupo World Weather Attribution, as alterações climáticas causadas pelas atividades humanas estão a tornar a seca atual mais severa.</P></p>
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