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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 07 Jun 2026 10:38:12 +0000</lastBuildDate>
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		<title>10 Junho: PR apela a que Luxemburgo alargue opção curricular de ensino de português</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 10:38:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luxemburgo, 07 jun 2026 (Lusa) &#8212; O Presidente da República afirmou hoje que apelou aos responsáveis do Luxemburgo para que alarguem a disponibilização do português como língua de opção no programa curricular, lembrando que um terço dos residentes no país é lusófono. </P><br />
<P>António José Seguro falava numa sessão com alunos que aprendem português no Luxemburgo, país que visita desde sexta-feira e que marca o arranque das comemorações oficiais do Dia de Portugal, a que se juntou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro.</P><br />
<P>O chefe de Estado salientou que o português &#8220;é uma chave que abre portas no mundo inteiro&#8221;, falado por 260 milhões de pessoas em quatro continentes.</P><br />
<P>&#8220;Quando estiverem cansados nas aulas, lembrem-se disso. Não estão apenas a aprender uma língua, estão a ligar-se ao mundo&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Aos pais e professores, assegurou que o seu papel &#8220;é reconhecido e valorizado pelo Presidente da República de Portugal e também pelo primeiro-ministro&#8221;, que tinha discursado minutos antes.</P><br />
<P>&#8220;Deixei aos responsáveis luxemburgueses um apelo claro: que alarguem a disponibilização do português como língua de opção no programa curricular do nosso ensino, aqui, num país onde cerca de um terço de residentes é lusófono, onde o português é a segunda língua principal falada em casa pelos alunos do ensino público e isso é relevante para o nosso país&#8221;, disse.</P><br />
<P>Para Seguro, esta é &#8220;uma opção decisiva para o fortalecimento de uma comunidade dinâmica e coesa&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773097]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Líder da oposição na Arménia denuncia detenção de apoiantes em dia de eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 10:34:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder da oposição da Arménia, Samvel Karapetian, denunciou hoje a detenção de quase uma centena dos seus partidários nos últimos dias, ao depositar o voto nas eleições parlamentares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder da oposição da Arménia, Samvel Karapetian, denunciou hoje a detenção de quase uma centena dos seus partidários nos últimos dias, ao depositar o voto nas eleições parlamentares.</P><br />
<P>&#8220;As detenções estão a acontecer mesmo agora entre os nossos partidários. E ontem e hoje. Cerca de 100 foram detidos&#8221;, disse aos jornalistas, citado pela agência de notícias espanhola EFE.</P><br />
<P>Karapetian, que pôde abandonar o regime de prisão domiciliária para votar, disse que o importante é formar &#8220;um Governo legítimo que possa decidir o futuro do país com independência&#8221;, à margem da ingerência externa.</P><br />
<P>Quanto à política externa, defendeu uma diplomacia equilibrada, na qual o país do Cáucaso terá boas relações com a Rússia, os Estados Unidos e a União Europeia (UE).</P><br />
<P>Karapetian, um empresário russo-arménio detido há quase um ano por alegadamente apelar ao derrube das autoridades, tem sido acusado de ligações a Moscovo, tal como outros membros da oposição, como o ex-presidente Robert Kocharian.</P><br />
<P>O seu partido, Arménia Forte, cujos deputados foram acusados de tentar falsificar as eleições pagando subornos em troca de votos, conta com uma intenção de voto de entre 10% e 16%.</P><br />
<P>O partido Contrato Cívico do primeiro-ministro Nikol Pashinian, lidera as sondagens com mais de 30% das intenções de voto, embora não seja seguro que revalide a maioria parlamentar.</P><br />
<P>Pashinian admitiu hoje, depois de votar, que o país não está ainda preparado para solicitar o estatuto de candidato à UE, pelo que descartou a saída, por enquanto, da União Económica Eurasiática, liderada pela Rússia.</P><br />
<P>A Rússia, que adotou nas últimas semanas sanções contra os produtos arménios devido à aproximação de Erevan à UE, alertou que a perseguição à oposição política colocava em dúvida a legitimidade da votação de hoje.</P><br />
<P>A Arménia e a Rússia partilham séculos de história comum e são formalmente aliadas.</P><br />
<P>Contudo, Erevan tem multiplicado as críticas a Moscovo desde que perdeu o enclave de Nagorno-Karabakh para o Azerbaijão em 2023, apesar da presença de uma força de interposição russa.</P><br />
<P>A Arménia suspendeu mesmo a participação num pacto de segurança regional liderado pela Rússia.</P><br />
<P>Desde então, tem-se aproximado da UE e dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Em 2025, a Arménia aprovou uma lei que declara oficialmente a intenção de se candidatar à UE.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773096]]></sapo:autor>
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		<title>10 Junho: Montenegro promete &#8220;garantir condições&#8221; aos que ensinam português no estrangeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 10:22:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luxemburgo, 07 jun 2026 (Lusa) &#8212; O primeiro-ministro prometeu hoje que o Governo tudo fará para &#8220;garantir condições&#8221; aos que continuam a querer ensinar português no estrangeiro, apontando a língua como &#8220;o elo mais eficaz e mais vivo&#8221; para manter a ligação entre toda a comunidade.</P><br />
<P>&#8220;Àqueles que continuam a querer ensinar português, que continuam a servir o interesse de Portugal, quero transmitir-vos que nós não deixaremos de tudo fazer para garantir as condições para que esse trabalho possa ser continuado e para garantir que este elo que liga a nossa comunidade&#8221;, afirmou Luís Montenegro, numa breve intervenção no Centro Cultural Artikuss de Sanem, no Luxemburgo, onde hoje se juntou à visita do Presidente da República ao país.</P><br />
<P>À entrada para um encontro com alunos que aprendem português, dois professores e delegados sindicais no Luxemburgo tinham abordado o Presidente da República e o primeiro-ministro para lhe pedirem que olhem &#8220;com o coração&#8221; para o futuro regime jurídico do ensino do português no estrangeiro.</P><br />
<P>Bruno Silva, professor e delegado sindical, entregou-lhes uma proposta relativa à rede de ensino português no estrangeiro (EPE), apelando a que a transição para o novo regime seja feita &#8220;com cautela&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há um aspeto fulcral que está a pôr em pânico todos os professores que estão neste momento na rede EPE: a transição que tenha de ser feita, tem de ser feita com pés e cabeça, ou seja, não se pode descartar os professores que estão na rede neste momento para o próximo regime jurídico&#8221;, disse.</P><br />
<P>O sindicalista avisou que tem de se assegurar que se mantém a qualidade do ensino português no estrangeiro e que não haja &#8220;um ano zero&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Vamos aguardar que a negociação corra bem&#8221;, disse o primeiro-ministro.</P><br />
<P>&#8220;Vamos analisar&#8221;, corroborou o Presidente da República.</P><br />
<P>Em causa está a possibilidade de redução dos períodos das comissões de serviço e a limitação do número de renovações, sobretudo se aplicadas com caráter retroativo.</P><br />
<P>Os professores de português no estrangeiro afirmam que a introdução destas limitações criaria um &#8220;grave fator de instabilidade estrutural&#8221; numa rede que depende da continuidade e do investimento contínuo dos profissionais.</P><br />
<P>Em maio, a Federação Nacional da Educação (FNE) lamentou, em comissão parlamentar, desconhecer por completo a proposta sobre a alteração do regime jurídico do Ensino de Português no Estrangeiro que está, atualmente, a aguardar parecer do Ministério das Finanças.</P><br />
<P>O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, declarou, a 07 de abril, no parlamento, que iria haver uma revolução no ensino da língua portuguesa no estrangeiro. </P><br />
<P></P><br />
<P>SMA (DGYP (NYC) // JMC</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773094]]></sapo:autor>
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		<title>Alimentos doados são seguros e cruciais contra desperdício e insegurança alimentar &#8211; Zero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 10:20:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A associação ambiental Zero alertou hoje para a importância da segurança alimentar nas doações de alimentos e sublinhou que, quando sujeitos às regras e orientações existentes, estes são seguros para consumo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A associação ambiental Zero alertou hoje para a importância da segurança alimentar nas doações de alimentos e sublinhou que, quando sujeitos às regras e orientações existentes, estes são seguros para consumo. </P><br />
<P>Para a Zero &#8212; Associação Sistema Terrestre Sustentável &#8220;os alimentos doados são seguros e fundamentais no combate ao desperdício e insegurança alimentares&#8221;. O sublinhado é feito quando hoje se assinala o Dia Mundial da Segurança Alimentar, promovido pelas Nações Unidas e pela Organização Mundial da Saúde. </P><br />
<P>&#8220;Nesta ocasião, a Zero chama à atenção para a importância da segurança alimentar nas doações de alimentos e reforça que os alimentos doados, quando sujeitos às regras e orientações existentes, são seguros para consumo&#8221;, assinalou, em comunicado. </P><br />
<P>Para a associação, a doação alimentar assume um papel essencial, sobretudo num contexto em que milhões de toneladas de alimentos continuam, todos os anos, a serem desperdiçados. </P><br />
<P>Segundo dados avançados pela Zero, em 2023 Portugal desperdiçou cerca de 1,93 milhões de toneladas de alimentos. </P><br />
<P>Este desperdício, apontou, seria suficiente para alimentar mais de um milhão de pessoas, ou seja, mais do dobro das que se encontram em situação de insegurança alimentar em Portugal.</P><br />
<P>Assim, a Zero insistiu na importância de combater a perceção de que os alimentos doados têm menor segurança ou qualidade, tendo em conta que &#8220;a legislação estabelece critérios rigorosos para garantir que apenas alimentos seguros entram nos circuitos de doação&#8221;.</P><br />
<P>A Zero é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, criada em 2015.</P><br />
<P>Esta associação tem por objetivo a alteração das políticas públicas e a mudança estrutural da sociedade, de modo a permitir que a sustentabilidade se torne norma.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773093]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>REPORTAGEM Papa/Espanha: Centenas de quilómetros para ouvir Papa que &#8220;não tem medo da paz&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 10:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de um milhão de pessoas de toda a Espanha e outros países, como Portugal, viajaram nos últimos dias até Madrid para ouvir hoje o Papa "da verdade" e que "não tem medo da paz".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de um milhão de pessoas de toda a Espanha e outros países, como Portugal, viajaram nos últimos dias até Madrid para ouvir hoje o Papa &#8220;da verdade&#8221; e que &#8220;não tem medo da paz&#8221;.</P><br />
<P>Leão XIV celebrou hoje uma missa no centro de Madrid em que estiveram pelo menos 1,1 milhão de pessoas, segundo as autoridades locais, entre elas Vasco, de 25 anos, um jesuíta português que acompanhou 17 jovens estudantes do Colégio das Caldinhas, em Santo Tirso, numa viagem de centenas de quilómetros de autocarro até à capital espanhola.</P><br />
<P>&#8220;É um Papa que não tem medo desta paz que é bastante incómoda para muita gente, o que se manifesta de várias maneiras, seja em guerras ou em estarmos fechados nos telemóveis&#8221;, disse à Lusa, no incío da rua Alcalá, à entrada da praça Cibeles, onde foi instalado o altar da missa de hoje presidida por Leão XIV.</P><br />
<P>O grupo de jovens de Santo Tirso que acompanha Vasco, todos do 10.º ano, elogia também a mensagem que tem ouvido de Leão XIV em sucessivas intervenções: Mafalda gosta &#8220;da forma como confia nos jovens a mudança no mundo&#8221; e Afonso dos &#8220;conselhos conretos aos jovens&#8221;, como os de sábado à noite, numa vigília em Madrid, em que apelou &#8220;mais ao silêncio e a falar com Deus&#8221; e alertou para &#8220;muitas coisas que enganam nas redes sociais&#8221;, pedindo a todos que procurem sempre a verdade.</P><br />
<P>É precisamente por ser &#8220;um Papa que fala em verdade e da verdade&#8221; que Leão XIV cativa também José Guerreiro, um trabalhador da construção civil de Cádiz, no sul de Espanha, que integrou um grupo de 67 pessoas que viajou até Madrid para estar com o líder da Igeja Católica.</P><br />
<P>&#8220;Sem deixar de ser doutrinal, tem esse carisma pastoral de proximidade às pessoas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Esta é a primeira viagem de um Papa a Espanha em 15 anos e Leão XIV vai ficar uma semana no país, com uma agenda que passa por Madrid, Barcelona e duas ilhas das Canárias e tem uma dimensão social (muito focada na imigração) e política, para além da puramente religiosa.</P><br />
<P>José Guerreiro pensa que uma viagem desta dimensão se explica por Espanha ser hoje &#8220;terra de evangelização&#8221; depois de &#8220;historicamente ter sido evangelizadora&#8221;.</P><br />
<P>Um estudo do do instituto público Centro de Investigações Sociológicas (CIS) publicado no mês passado confirma que a percentagem de pessoas que vivem Espanha que se dizem católicas caiu 17,4 pontos desde 2011, ano da anterior visita papal a Madrid, por Bento XVI.</P><br />
<P>Cerca de 56% da população espanhola assume-se em 2026 como católica, quando era 73,5% em 2011.</P><br />
<P>Aos que o foram ouvir hoje na missa no centro de Madrid, que incluiu uma procissão do Corpo de Cristo, o Papa usou a homilía da celebração para lhes dizer que &#8220;o Cristo que passa pelas ruas na custódia é o mesmo que se identifica com os pobres, os abatidos, os que estão sozinhos e desamparados&#8221;.</P><br />
<P>E deixou &#8220;uma encomenda à Espanha de hoje e de amanhã: que a religiosidade de séculos do país não seja um museu do passado&#8221;, mas &#8220;uma escola que ensina a ajoelhar perante Deus e perante o próximo porque ninguém pode ajoelhar-se perante o senhor e desprezar o irmão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não se trata só de sair com a custódia, mas de sairmos nós mesmos do egoísmo, da indiferença, da uma fé cómoda e privada&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Depois de longas horas de espera pela missa, que obrigaram a acordar de madrugada, e da celebração, é tempo de regressar a casa para as centenas de milhares de pessoas de todas as idades que foram hoje ao centro de Madrid ouvir um Papa.</P><br />
<P>Será o caso do grupo de Santo Tirso, que já saiu de Portugal na quinta-feira à tarde e esteve na celebração empunhando as poucas ou mesmo únicas bandeiras portuguesas que se viram hoje na multidão, dominada pelas bandeiras do Vaticano e de Espanha &#8211; segundo dados da Conferência Episcopal Espanhola, 97% dos inscritos nesta missa são residentes em Espanha.</P><br />
<P>Viagem mais curta, apenas algumas paragens de metro, tem Irene, professora de 52 anos de Madrid, que foi sozinha à celebração de um Papa com quem simpatiza, simplesmente porque tem &#8220;uma expressão que transmite tranquilidade e alegria&#8221;, pede &#8220;para se tratar bem aos imigrantes e as pessoas que têm problemas&#8221; e &#8220;domina o espanhol&#8221;, idioma em que tem falado sempre publicamente desde que chegou a Espanha.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773092]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ébola: Comissária europeia visita RDCongo para reafirmar apoio da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 10:05:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissária Europeia para a Igualdade, Preparação e Gestão de Crises visita hoje a cidade de Bunia, na República Democrata do Congo (RDCongo), para reafirmar apoio europeu aquele país onde uma epidemia de Ébola já matou 86 pessoas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissária Europeia para a Igualdade, Preparação e Gestão de Crises visita hoje a cidade de Bunia, na República Democrata do Congo (RDCongo), para reafirmar apoio europeu aquele país onde uma epidemia de Ébola já matou 86 pessoas.</P><br />
<P>Em comunicado, a União Europeia anunciou que Hadja Lahbib vai reunir com o governador militar de Ituri, província onde se situa a cidade de Bunia e visitar um centro de tratamento do Ébola financiado pela União Europeia, assim como um armazém e instalações logísticas da resposta humanitária.</P><br />
<P>&#8220;A minha presença aqui em Bunia, junto das populações afetadas, reflete a importância que a Europa atribui aos seus parceiros na região, bem como a esta crise, tanto do ponto de vista sanitário como humanitário&#8221;, explica Hadja Lahbib, citada no comunicado.</P><br />
<P>A Comissária destaca que &#8220;a Europa esteve presente desde o início, através de apoio financeiro, material e médico&#8221; e salienta que &#8220;conter uma doença numa zona de conflito, onde as necessidades humanitárias são elevadas e os deslocamentos populacionais são massivos, constitui um desafio imenso&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Perante este vírus, a deteção precoce dos casos e o isolamento rápido das pessoas infetadas são essenciais. No entanto, estas medidas só podem ser eficazes se assentarem na confiança das comunidades. Isso exige proximidade, diálogo permanente e informação clara. É por isso que a nossa presença no terreno é tão importante&#8221;, aponta Lahbib.</P><br />
<P>Para a comissária &#8220;é igualmente fundamental garantir um acesso seguro e sem obstáculos aos agentes humanitários e aos profissionais de saúde, para poderem chegar a todas as pessoas que necessitam de assistência&#8221;.</P><br />
<P>No texto, a União Europeia refere que, há duas semanas, uma ponte aérea humanitária da transportou 100 toneladas de material de emergência para o leste da RDCongo com medicamentos, tendas e equipamentos de proteção e que este material encontra-se agora distribuído no terreno.</P><br />
<P>Em 2025, a UE atribuiu mais de 90 milhões de euros em ajuda humanitária à RDCongo e mais de 20 milhões de euros ao Uganda.</P><br />
<P>O Ébola foi declarado a 15 de maio em Ituri, província fronteiriça com o Sudão do Sul e o Uganda, mas alastrou-se posteriormente às províncias congolesas de Kivu do Norte e Kivu do Sul, também situadas na região oriental.</P><br />
<P>A epidemia expandiu-se igualmente para o Uganda, onde foram detetados até agora 19 casos, incluindo 14 casos considerados importados da RDCongo, entre os quais se contam duas mortes.</P><br />
<P>A epidemia corresponde à estirpe de Bundibugyo, cuja taxa de mortalidade oscila entre 30% e 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera &#8220;elevado&#8221; o risco de surto na África Subsariana e &#8220;baixo&#8221; à escala global.</P><br />
<P>A OMS acredita que o vírus começou a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração inicial de surto, que classificou a 17 de maio como &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;.</P><br />
<P>O vírus Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e causa febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773091]]></sapo:autor>
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		<title>Sardinhas, pescada e mexilhões: Um manual para comprar peixe como um especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 10:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Para muitos jovens adultos que saíram recentemente de casa dos pais, fazer compras continua a ser um desafio inesperado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para muitos jovens adultos que saíram recentemente de casa dos pais, fazer compras continua a ser um desafio inesperado. Apesar da crescente valorização do comércio local e da procura por produtos frescos, a verdade é que entrar numa peixaria ainda provoca dúvidas a muitos consumidores, que acabam por optar pelas embalagens preparadas dos supermercados por não saberem exatamente o que comprar ou como pedir.</p>
<p>Foi precisamente para ajudar quem se sente perdido perante o balcão da peixaria que Érica Avellaneda decidiu criar um guia simples e acessível. A jovem, de 24 anos, partilhou nas redes sociais várias recomendações destinadas a quem pretende começar a consumir mais peixe sem complicações nem gastos excessivos.</p>
<p>Embora seja formada em Filologia e Teologia, Érica cresceu num ambiente ligado ao setor, acompanhando durante toda a vida o trabalho da mãe numa peixaria. Essa experiência permitiu-lhe adquirir um conhecimento prático sobre diferentes espécies de peixe, preços, formas de preparação e opções mais adequadas para quem está a dar os primeiros passos na cozinha.</p>
<p>“Acabou-se a desculpa de não ir à peixaria do bairro só porque não sabe o que pedir”, afirma a jovem no início da sua explicação.</p>
<p><strong>O regresso ao comércio tradicional</strong><br />
Nos últimos anos, tem-se verificado uma renovada procura pelas lojas tradicionais, incluindo talhos, mercados e peixarias. Muitos consumidores procuram produtos mais frescos e aconselhamento personalizado, algo que dificilmente encontram nos corredores dos supermercados.</p>
<p>Contudo, a falta de experiência continua a ser um obstáculo para muitos clientes mais jovens. Questões como a quantidade necessária para uma refeição, o tipo de peixe mais adequado para cada receita ou as opções mais económicas geram frequentemente insegurança.</p>
<p>Foi a pensar nesse público que Érica organizou as suas sugestões em categorias simples, orientadas para duas pessoas e com um orçamento considerado baixo a médio.</p>
<p><strong>Sardinha e biqueirão entre as opções mais económicas</strong><br />
Uma das primeiras recomendações recai sobre o chamado peixe azul, frequentemente apontado como uma das alternativas mais económicas e nutritivas disponíveis nas peixarias.</p>
<p>Entre as sugestões destaca-se a sardinha, um dos produtos mais tradicionais da gastronomia ibérica. Além do preço acessível, a sardinha oferece grande versatilidade culinária, podendo ser preparada grelhada, assada no forno ou na churrasqueira.</p>
<p>Outra opção mencionada é o biqueirão, também conhecido em algumas regiões como anchova. Segundo a jovem, trata-se de um peixe económico que resulta particularmente bem quando frito, embora possa igualmente ser confeccionado no forno ou na frigideira.</p>
<p>Além da vantagem financeira, ambos são frequentemente valorizados pelo elevado teor de ómega-3, nutriente associado a uma alimentação equilibrada.</p>
<p><strong>Pescada, dourada e robalo para refeições do dia a dia</strong><br />
Na categoria do peixe branco, Érica destaca espécies adequadas para consumo regular e receitas simples.</p>
<p>A pescada surge como uma das escolhas mais práticas para quem procura facilidade na cozinha. Pode ser preparada grelhada, assada, panada ou integrada em receitas com molho, tornando-se uma opção versátil para o quotidiano.</p>
<p>A jovem recomenda ainda a dourada e o robalo, dois peixes muito populares nas peixarias portuguesas e que permitem diferentes métodos de confeção, desde o forno à grelha, passando pelas preparações em sal ou acompanhadas por molhos.</p>
<p>Segundo explica, estas espécies constituem uma boa porta de entrada para quem pretende diversificar a alimentação sem recorrer a técnicas culinárias complexas.</p>
<p><strong>Salmão continua entre os favoritos dos consumidores</strong><br />
Entre os peixes mais gordos e acessíveis, o salmão ocupa um lugar de destaque.</p>
<p>Nos últimos anos, tornou-se um dos produtos mais procurados devido ao sabor característico e à facilidade de preparação. De acordo com Érica, pode ser confeccionado no forno, na fritadeira de ar quente, grelhado ou acompanhado por diferentes tipos de molho.</p>
<p>A popularidade do salmão faz dele uma das opções mais procuradas por quem está a aprender a cozinhar peixe em casa.</p>
<p><strong>Mexilhões como alternativa económica ao marisco</strong><br />
A criadora de conteúdos faz ainda questão de lembrar que nem todo o marisco implica um investimento elevado.</p>
<p>Os mexilhões surgem como exemplo de um produto relativamente acessível e extremamente versátil. Podem ser utilizados em pratos de arroz, massas, sopas ou simplesmente cozidos a vapor.</p>
<p>Segundo a jovem, muitos consumidores associam o marisco a refeições sofisticadas ou dispendiosas, quando existem alternativas que permitem incorporar este tipo de alimento na alimentação habitual sem um grande impacto no orçamento.</p>
<p><strong>O conselho mais importante vem dos profissionais</strong><br />
Apesar de todas as sugestões apresentadas, Érica considera que existe uma recomendação acima de todas as outras: falar com quem trabalha diariamente na peixaria.</p>
<p>Na sua perspetiva, muitos consumidores acreditam que comprar peixe é complicado ou demasiado caro apenas porque desconhecem as opções disponíveis e as formas mais simples de as preparar.</p>
<p>Por isso, incentiva os clientes a procurarem aconselhamento junto dos profissionais do setor, que podem indicar espécies da época, alternativas mais económicas e métodos de confeção adequados ao nível de experiência de cada pessoa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772368]]></sapo:autor>
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		<title>Boko Haram liberta centenas de pessoas sequestradas no nordeste da Nigéria</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/boko-haram-liberta-centenas-de-pessoas-sequestradas-no-nordeste-da-nigeria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 09:10:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo Boko Haram libertou mais de 400 pessoas sequestradas no início deste ano numa aldeia do estado de Borno, no nordeste da Nigéria, informaram hoje um senador e um responsável local pela juventude.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo Boko Haram libertou mais de 400 pessoas sequestradas no início deste ano numa aldeia do estado de Borno, no nordeste da Nigéria, informaram hoje um senador e um responsável local pela juventude.</P><br />
<P>Uma insurreição extremista liderada pelo grupo Boko Haram e, posteriormente, pelo seu rival, o Estado Islâmico na África Ocidental (ISWAP), causou dezenas de milhares de mortos e milhões de deslocados no nordeste do país mais populoso de África, desde 2009.</P><br />
<P>Os sequestros em massa, com libertações mediante o pagamento de resgate, são prática habitual dos islamistas.</P><br />
<P>Samaila Kaigama, presidente da Borno South Youth Alliance (BOSYA, organização juvenil), declarou ter conseguido a libertação das 416 mulheres e crianças raptadas em Ngoshe. &#8220;Foram libertadas no sábado&#8221;, precisou.</P><br />
<P>Mohammed Ali Ndume, senador do estado de Borno, confirmou a libertação à AFP.</P><br />
<P>A aldeia de Ngoshe fica a menos de 10 quilómetros da fronteira com os Camarões, nas colinas de Gwoza, um bastião do Boko Haram, e tem sido alvo de repetidos ataques por parte de combatentes islamistas.</P><br />
<P>Não havia informações imediatas sobre as condições da libertação.</P><br />
<P>Ndume afirmou que não tinha conhecimento das circunstâncias da libertação. A sua organização juvenil, a BOSYA, que tinha estabelecido canais de comunicação entre os sequestradores e as famílias afetadas, não forneceu detalhes.</P><br />
<P>As autoridades negam pagar resgates, embora os analistas afirmem que se trata de uma prática comum, tanto por parte do Governo como das famílias das vítimas.</P><br />
<P>Cerca de 1,66 milhões de dólares foram assim pagos em resgates entre julho de 2024 e junho de 2025 a vários grupos armados na Nigéria, incluindo extremistas islâmicos, mas também separatistas, de acordo com um relatório da SBM Intelligence, uma empresa de consultoria sediada em Lagos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773082]]></sapo:autor>
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		<title>Tiroteio em posto de gasolina em Israel provoca um morto e um ferido grave</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 09:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pessoa morreu e outra ficou ferida na sequência de um tiroteio, hoje, numa estação de serviço de combustível de uma cidade israelita, informou a polícia, que "neutralizou" o agressor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma pessoa morreu e outra ficou ferida na sequência de um tiroteio, hoje, numa estação de serviço de combustível de uma cidade israelita, informou a polícia, que &#8220;neutralizou&#8221; o agressor.</P><br />
<P>Em comunicado de imprensa, a polícia israelita indica que, após receber relatos de um tiroteio, enviou vários agentes a uma estação de serviço de Kokhav Yaïr, cidade israelita na fronteira com a Cisjordânia ocupada.</P><br />
<P>&#8220;As forças policiais realizaram buscas e localizaram um veículo suspeito de estar envolvido no ataque e neutralizaram o suspeito de ser o terrorista responsável&#8221;, refere a polícia.</P><br />
<P>Segundo a agência de notícia France-Presse (AFP), a Magen David Adom (MDA) &#8211; o equivalente à Cruz Vermelha em Israel &#8211; confirmou que há a registar a morte de um homem de 30 anos.</P><br />
<P>Um outro homem foi hospitalizado em &#8220;estado grave&#8221;, relatou a MDS à AFP.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773081]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Moçambique com 30 operadores de drones para combater ciclones e inundações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 09:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Moçambique passa a contar com 30 operadores de drones certificados para combater ciclones, inundações e emergências humanitárias a partir do ar, após concluírem a formação financiada pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) com 967 mil dólares (839.171 euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Moçambique passa a contar com 30 operadores de drones certificados para combater ciclones, inundações e emergências humanitárias a partir do ar, após concluírem a formação financiada pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) com 967 mil dólares (839.171 euros).</P><br />
<P>Segundo uma nota divulgada pela instituição financeira, que a Lusa teve acesso hoje, este grupo foi formado no âmbito do projeto &#8216;Solução de Gestão de Catástrofes com Base em Drones&#8217;, com o banco a indicar que o país marca agora uma mudança na abordagem de preparação e mitigação de catástrofes naturais.</P><br />
<P>Os 30 profissionais certificados, entre os quais dez instrutores de drones recém-certificados provenientes de diversas entidades e departamentos governamentais, receberam formação em competências de pilotagem de drones, regulamentação do espaço aéreo, protocolos de recolha de dados, planeamento de missões para cenários de gestão de catástrofes e manutenção de drones, conforme comunicado do banco.</P><br />
<P>&#8220;O banco continuará a facilitar atividades de reforço de capacidades como parte do seu diálogo político, com o objetivo de prestar serviços a custos reduzidos à população de Moçambique. Ao passar da melhor formação para operações ativas, estamos a garantir que as instituições nacionais forneçam as ferramentas e competências para responder de forma mais eficaz e salvar vidas&#8221;, disse Rômulo Corrêa, representante residente do BAD em Moçambique, citado no comunicado.</P><br />
<P>Segundo informação do banco, concluída a fase de formação, o projeto irá agora implementar drones em cinco zonas indicadas pelo Governo como altamente propensas a catástrofes e inundações, sendo que 10 dos 30 operadores certificados serão selecionados para esta fase, devendo, no terreno, fornecer conhecimentos em tecnologia avançada e aplicações de drones, incluindo busca e salvamento, cartografia aérea e vigilância, monitorização da qualidade da água e fluxos de trabalho de dados para cada sistema de alerta.</P><br />
<P>&#8220;A conclusão desta fase de formação é um marco significativo, não só para o projeto, mas também para a estratégia mais ampla de resiliência digital de Moçambique. Estamos orgulhosos por termos formados um primeiro grupo de operadores e instrutores de drones certificados que servirão de espinha dorsal desta capacidade nacional&#8221;, afirmou Adérito Celso Félix Aramuge, diretor-geral do Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique, citado no comunicado.</P><br />
<P>Moçambique é considerado um dos países mais severamente afetados pelas alterações climáticas no mundo, enfrentando ciclicamente cheias e ciclones tropicais durante a época chuvosa, que decorre entre outubro e abril.</P><br />
<P>O número de mortos na última época das chuvas em Moçambique ascendeu a 311, com 1,07 milhões de pessoas afetadas desde outubro, segundo a última atualização do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, feita já no início de maio.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773080]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vai viajar este verão? Há um lugar no avião que uma especialista aconselha a evitar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 09:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a aproximação da época alta das férias e o aumento da procura por viagens aéreas, muitos passageiros procuram formas de reduzir custos, seja viajando apenas com bagagem de mão, evitando serviços adicionais ou optando pelos lugares mais baratos disponíveis no avião.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a aproximação da época alta das férias e o aumento da procura por viagens aéreas, muitos passageiros procuram formas de reduzir custos, seja viajando apenas com bagagem de mão, evitando serviços adicionais ou optando pelos lugares mais baratos disponíveis no avião. No entanto, uma comissária de bordo com mais de 15 anos de experiência na aviação alerta que uma aparente poupança pode acabar por comprometer significativamente o conforto durante o voo.</p>
<p>A recomendação foi feita por Bárbara Bacilieri, hospedeira de bordo e criadora de conteúdos nas redes sociais, que aconselha os viajantes a evitarem, sempre que possível, os lugares localizados na última fila da cabine.</p>
<p>O conselho surge numa altura em que as viagens aéreas enfrentam uma subida significativa de custos. O aumento do preço do querosene, impulsionado pelas tensões geopolíticas no Médio Oriente e pela guerra no Irão, tem pressionado as companhias aéreas, que têm vindo a repercutir parte desse acréscimo no valor dos bilhetes.</p>
<p>Apesar disso, o setor prepara-se para um verão particularmente movimentado. De acordo com dados da Associação de Linhas Aéreas (ALA) citados no artigo original, as companhias que operam em Espanha têm programados cerca de 258,8 milhões de lugares entre abril e outubro de 2026, num dos períodos mais intensos de sempre para o transporte aéreo.</p>
<p>Perante este cenário, muitos passageiros optam por não pagar suplementos para selecionar um lugar específico. Contudo, para aqueles que escolhem antecipadamente o seu assento, a especialista considera essencial analisar cuidadosamente o mapa da aeronave antes de concluir a reserva.</p>
<p><strong>Lugares sem possibilidade de reclinação</strong><br />
Segundo Bárbara Bacilieri, um dos principais problemas da última fila é a impossibilidade de reclinar o encosto em muitos modelos de avião.</p>
<p>A explicação é simples: atrás desses lugares encontra-se normalmente a parede traseira da aeronave ou áreas de serviço utilizadas pela tripulação, o que impede qualquer inclinação do assento.</p>
<p>“Nunca reserves a última fila do avião”, alerta a comissária. Segundo explica, os passageiros que escolhem estes lugares acabam por passar toda a viagem numa posição completamente vertical, sem possibilidade de ajustar o encosto para descansar.</p>
<p>Embora esta limitação possa ser pouco relevante em voos curtos, torna-se particularmente incómoda em viagens de longa duração ou durante voos noturnos, quando muitos passageiros tentam dormir ou relaxar.</p>
<p><strong>Casas de banho, filas e ruído constante</strong><br />
Outro dos inconvenientes apontados pela profissional está relacionado com a proximidade das instalações sanitárias.</p>
<p>Os lugares da última fila encontram-se frequentemente junto às casas de banho, o que significa uma circulação constante de passageiros durante grande parte do voo.</p>
<p>De acordo com Bacilieri, os ocupantes desses assentos acabam por lidar durante horas com pessoas à espera na fila, portas a abrir e fechar repetidamente e, por vezes, odores desagradáveis provenientes daquela zona da cabine.</p>
<p>“Vai sentir os cheiros, vai ouvir o ruído e terá passageiros à espera mesmo ao seu lado durante praticamente todo o voo”, refere.</p>
<p>Além disso, a parte traseira do avião tende a ser uma das áreas mais ruidosas da aeronave devido à proximidade dos motores. A especialista acrescenta ainda que esta zona costuma ser também uma das mais frias da cabine, o que dificulta ainda mais o descanso.</p>
<p><strong>O mesmo preço por menos conforto</strong><br />
Um dos aspetos mais criticados pela comissária de bordo é o facto de estes lugares serem frequentemente vendidos por valores semelhantes aos de outros assentos mais confortáveis.</p>
<p>Na sua opinião, muitos passageiros acabam por pagar praticamente o mesmo preço sem terem consciência das limitações associadas à última fila.</p>
<p>Por esse motivo, aconselha quem tenha a possibilidade de escolher o lugar a verificar previamente a configuração da aeronave e, se necessário, investir um valor adicional reduzido para mudar de assento.</p>
<p>“Se for a última fila, pague a diferença e mude de lugar. Não se vai arrepender”, conclui.</p>
<p><strong>O que deve verificar antes de escolher um lugar</strong><br />
Segundo os alertas deixados pela profissional, os passageiros devem prestar atenção a vários fatores antes de confirmar um assento:</p>
<ul>
<li>Possibilidade de reclinação do encosto;</li>
<li>Distância às casas de banho;</li>
<li>Proximidade das zonas de serviço da tripulação;</li>
<li>Nível expectável de ruído;</li>
<li>Espaço disponível para as pernas;</li>
<li>Localização relativamente às asas e aos motores.</li>
</ul>
<p>Embora a última fila possa parecer uma opção aceitável à primeira vista, sobretudo quando os restantes lugares disponíveis são mais caros, a experiência de voo pode revelar-se bastante menos confortável do que muitos passageiros imaginam, especialmente em viagens longas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772362]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Papa/Espanha: Mais de um milhão de pessoas em missa no centro de Madrid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 08:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de um milhão de pessoas estão hoje a assistir a uma missa celebrada pelo Papa no centro de Madrid, no arranque do segundo dia da visita de Leão XIV a Espanha, segundo as autoridades locais e a organização.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de um milhão de pessoas estão hoje a assistir a uma missa celebrada pelo Papa no centro de Madrid, no arranque do segundo dia da visita de Leão XIV a Espanha, segundo as autoridades locais e a organização.</P><br />
<P>A organização da visita estima em 1,2 milhões o número de pessoas concentradas na praça Cibeles e imediações, enquanto a Delegação do Governo na região de Madrid calcula 1,1 milhões.</P><br />
<P>Este é o segundo evento de massas do Papa em Espanha, depois de mais de meio milhão de pessoas ter estado numa &#8220;vigília de oração com jovens&#8221; no sábado à noite, também no centro de Madrid, no Passeio da Castelhana.</P><br />
<P>A missa de hoje deverá ser, segundo a organização, o evento com mais participação popular em toda a agenda desta viagem de uma semana de Leão XIV a Espanha, a primeira visita de um Papa ao país em 15 anos.</P><br />
<P>Além de Madrid, o Papa passará também por Barcelona e pelas ilhas Canárias.</P><br />
<P>Uma Espanha menos católica mas mais tolerante e menos anticlerical do que há 15 anos recebe o Papa Leão XIV até 12 de junho.</P><br />
<P>Segundo um estudo do instituto público Centro de Investigações Sociológicas (CIS) publicado no mês passado, a percentagem de pessoas que vivem em Espanha que se dizem católicas caiu 17,4 pontos desde 2011, ano da anterior visita papal a Madrid, por Bento XVI.</P><br />
<P>Cerca de 56% da população espanhola assume-se em 2026 como católica, revelou a sondagem do CIS feita em maio. Os que se dizem agnósticos são 11,8%, enquanto 12,4% dos inquiridos definiu-se como &#8220;indiferente&#8221; ou &#8220;não crente&#8221; e 14,7% como ateu.</P><br />
<P>Em 2011, segundo os dados do CIS, 73,5% dos espanhóis dizia-se católico.</P><br />
<P>&#8220;A sociedade espanhola é hoje é menos católica do que há décadas, há maior secularização, mas ao mesmo tempo há também maior tolerância e isso nota-se especialmente nas gerações mais jovens. Para encontrar posições do tipo anticlerical é preciso ir a gerações já muito velhas e, além disso, a locais muito concretos&#8221;, disse o sociólogo e presidente da empresa de estudos de opinião GAD3, Narciso Michavila, numa conferência de imprensa na semana passada organizada pela Conferência Episcopal Espanhola (CEE) a propósito da visita de Leão XIV.</P><br />
<P>Utilizando uma mensagem da Bíblia, atribuída a Jesus Cristo, Narciso Michavila disse que as gerações mais jovens espanholas e a maioria da sociedade assumem o princípio de &#8220;quem estiver livre de pecado que atire a primeira pedra&#8221;.</P><br />
<P>Segundo dados da CEE, 97% dos inscritos nos dois grandes eventos da viagem do Papa a Madrid são residentes em Espanha.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773076]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: RDCongo eleva para 488 o número de casos confirmados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 08:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A República Democrática do Congo (RDCongo) elevou para 488 o número de casos confirmados na epidemia de Ébola, incluindo 86 mortos, alertando que "pode registar-se um aumento de casos se não forem implementadas medidas adequadas rapidamente".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A República Democrática do Congo (RDCongo) elevou para 488 o número de casos confirmados na epidemia de Ébola, incluindo 86 mortos, alertando que &#8220;pode registar-se um aumento de casos se não forem implementadas medidas adequadas rapidamente&#8221;.</P><br />
<P>No seu último boletim sobre a doença divulgado esta noite, que corresponde aos dados recolhidos até sexta-feira, o Instituto Nacional de Saúde Pública (INSP) assinalou que a província de Ituri continua a ser o epicentro, com mais de 94% dos casos (460).</P><br />
<P>O INSP alertou que parte dos casos registados começou a apresentar sintomas entre 14 e 23 de maio e um segundo grupo, entre 25 de maio e 03 de junho, o que indica, em primeiro lugar, um &#8220;provável surto comum&#8221; e, em seguida, &#8220;uma propagação da doença&#8221;, transformando-se numa epidemia.</P><br />
<P>De acordo com o boletim, 267 doentes estão &#8220;hospitalizados ou em isolamento&#8221; e o número de pessoas curadas subiu para nove (mais uma do que na última contagem), enquanto as zonas de saúde afetadas em três províncias congolesas se mantêm em 25.</P><br />
<P>Além disso, 67,2% dos contactos já puderam ser rastreados e a taxa de mortalidade situa-se em 17,6%.</P><br />
<P>O surto foi declarado a 15 de maio em Ituri, província fronteiriça com o Sudão do Sul e o Uganda, mas alastrou-se posteriormente às províncias congolesas de Kivu do Norte e Kivu do Sul, também situadas na região oriental.</P><br />
<P>A epidemia expandiu-se igualmente para o Uganda, onde foram detetados até agora 19 casos, incluindo 14 casos considerados importados da RDCongo, entre os quais se contam duas mortes.</P><br />
<P>A epidemia corresponde à estirpe de Bundibugyo, cuja taxa de mortalidade oscila entre 30% e 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera &#8220;elevado&#8221; o risco de surto na África Subsariana e &#8220;baixo&#8221; à escala global.</P><br />
<P>A OMS acredita que o vírus começou a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração inicial de surto, que classificou a 17 de maio como &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;.</P><br />
<P>O vírus Ébola transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e causa febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773074]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. Vou poder saber o salário do meu colega? O que muda com a nova transparência salarial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 07:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[salários]]></category>
		<category><![CDATA[Transparência salarial]]></category>
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					<description><![CDATA[Termina hoje o prazo dado pela União Europeia para Portugal transpor para a lei nacional a Diretiva Europeia 2023/970, criada para reforçar o princípio de salário igual para trabalho igual ou de valor igual]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A transparência salarial vai mudar a forma como as empresas recrutam, comunicam salários e justificam diferenças de remuneração. A partir deste domingo, termina o prazo dado pela União Europeia para Portugal transpor para a lei nacional a Diretiva Europeia 2023/970, criada para reforçar o princípio de salário igual para trabalho igual ou de valor igual.</p>
<p>A resposta à pergunta mais direta é esta: não, os trabalhadores não passarão a poder saber exatamente quanto ganha um colega específico. Mas poderão pedir informação sobre os níveis médios de remuneração de trabalhadores que desempenham funções iguais ou de valor igual, com dados agregados e desagregados por sexo.</p>
<p>Na prática, a diretiva quer tornar os salários menos opacos. Os candidatos deverão ter acesso a informação salarial antes de aceitar uma proposta. Os trabalhadores poderão pedir dados comparáveis dentro da empresa. E as empresas terão de justificar diferenças salariais com critérios objetivos, neutros e verificáveis.</p>
<p><strong>O que é a transparência salarial?</strong></p>
<p>A transparência salarial é um conjunto de regras que obriga as empresas a tornar mais clara a forma como definem salários, aumentos, prémios e progressões. O objetivo é combater discriminações, sobretudo entre homens e mulheres, quando desempenham trabalho igual ou de valor igual.</p>
<p>A lógica é simples: se os salários forem totalmente opacos, é mais difícil perceber se há desigualdades injustificadas. Com mais informação, trabalhadores, candidatos, representantes laborais e autoridades podem comparar remunerações e exigir correções quando existam diferenças sem fundamento objetivo.</p>
<p>A remuneração não inclui apenas o salário base. Para efeitos da diretiva, entram também bónus, prémios, subsídios, pagamentos em espécie, horas extraordinárias e outros benefícios ligados ao trabalho.</p>
<p><strong>O que muda nos anúncios de emprego?</strong></p>
<p>Uma das mudanças mais visíveis deverá acontecer no recrutamento. As empresas terão de informar os candidatos sobre a remuneração inicial ou o intervalo salarial da função.</p>
<p>Essa informação poderá surgir no anúncio, antes da entrevista ou por outro meio que permita ao candidato tomar uma decisão informada. O objetivo é acabar com processos em que a pessoa só descobre o salário no fim da seleção ou depois de várias entrevistas.</p>
<p>Esta obrigação se aplica a todas as empresas, independentemente da dimensão. A remuneração ou intervalo salarial terá de assentar em critérios definidos, como responsabilidades, competências, experiência exigida e condições da função.</p>
<p><strong>A empresa pode perguntar quanto ganho atualmente?</strong></p>
<p>Não. A diretiva impede os empregadores de perguntarem aos candidatos quanto ganham no trabalho atual ou quanto receberam em empregos anteriores.</p>
<p>A empresa poderá perguntar expectativas salariais, mas não poderá usar o histórico remuneratório como base para definir a proposta. A regra procura evitar que uma desigualdade antiga acompanhe o trabalhador ao longo da carreira.</p>
<p>Ou seja, se alguém foi mal pago num emprego anterior, esse salário não deve servir de referência para uma nova proposta.</p>
<p><strong>O que muda para quem já trabalha numa empresa?</strong></p>
<p>Os trabalhadores passam a poder pedir, por escrito, informação sobre o seu nível remuneratório individual e sobre os níveis médios de remuneração de colegas que desempenhem trabalho igual ou de valor igual.</p>
<p>A empresa não terá de revelar salários individuais. Terá de disponibilizar informação agregada, como médias ou medianas, desagregada por sexo. A resposta deve ser dada por escrito, de forma clara e fundamentada, no prazo máximo de dois meses.</p>
<p>Além disso, os empregadores terão de informar anualmente os trabalhadores de que este direito existe e de como pode ser exercido.</p>
<p><strong>Vou poder saber o salário do meu colega?</strong></p>
<p>Não de forma individual. A empresa não terá de dizer que o colega A ganha determinado valor ou que a colega B recebe determinado prémio.</p>
<p>O que passa a estar em causa é o acesso a dados comparáveis. Um trabalhador poderá saber, por exemplo, qual é a média ou mediana salarial de pessoas que desempenham funções iguais ou de valor igual, dentro da mesma categoria ou grupo comparável.</p>
<p>A diferença é importante: a diretiva protege a transparência para detetar desigualdades, mas não transforma os salários individuais de todos os trabalhadores em informação pública dentro da empresa.</p>
<p><strong>O que significa trabalho igual ou de valor igual?</strong></p>
<p>A comparação não depende apenas do nome da função. O que conta é o valor real do trabalho desempenhado.</p>
<p>Devem ser avaliados critérios como competências exigidas, esforço, responsabilidade, condições de trabalho e natureza das funções. Duas funções com nomes diferentes podem ter valor semelhante se exigirem níveis comparáveis de responsabilidade e qualificação. E duas funções com o mesmo nome podem ter salários diferentes se houver critérios objetivos que justifiquem essa diferença.</p>
<p>A diretiva não proíbe diferenças salariais. Obriga é a que essas diferenças sejam explicáveis, documentadas e neutras em termos de género.</p>
<p><strong>As empresas vão ter de justificar aumentos e promoções?</strong></p>
<p>Sim. As empresas terão de disponibilizar critérios claros para determinar salários, níveis remuneratórios e progressões de carreira.</p>
<p>Isto significa que aumentos, prémios e promoções não deverão depender de regras informais ou decisões pouco transparentes. A antiguidade, as competências, o desempenho, a responsabilidade ou outras condições objetivas poderão justificar diferenças. Mas essas diferenças terão de ser explicáveis.</p>
<p>Na prática, as empresas vão ter de organizar melhor a informação sobre funções, categorias, intervalos salariais, prémios e critérios de progressão.</p>
<p><strong>Que empresas têm de fazer relatórios salariais?</strong></p>
<p>As obrigações de reporte dependem da dimensão da empresa. As empresas com 250 ou mais trabalhadores terão de prestar informação salarial todos os anos, a partir de 7 de junho de 2027, com dados relativos a 2026.</p>
<p>As empresas com 150 a 249 trabalhadores terão de prestar informação de três em três anos, também a partir de 7 de junho de 2027, com dados de 2026.</p>
<p>As empresas com 100 a 149 trabalhadores terão a mesma obrigação de três em três anos, mas só a partir de 7 de junho de 2031, com informação do ano anterior.</p>
<p>As empresas com menos de 100 trabalhadores não têm obrigação automática de reporte ao abrigo desta regra, mas podem vir a ser abrangidas por legislação nacional ou prestar informação de forma voluntária.</p>
<p><strong>O que acontece se houver diferenças salariais?</strong></p>
<p>Se o relatório revelar uma diferença média de pelo menos 5% entre homens e mulheres numa categoria de trabalhadores, a empresa terá de justificar essa diferença com critérios objetivos e neutros.</p>
<p>Se não conseguir fazê-lo, ou se não corrigir a situação no prazo de seis meses, terá de realizar uma avaliação conjunta das remunerações, envolvendo representantes dos trabalhadores.</p>
<p>Essa avaliação deve identificar as causas das diferenças, definir medidas corretivas e prevenir novas desigualdades. O objetivo não é impedir diferenças salariais legítimas, mas corrigir disparidades sem justificação.</p>
<p><strong>Os trabalhadores podem falar sobre salários?</strong></p>
<p>Sim. A diretiva prevê que os trabalhadores não podem ser impedidos de revelar a sua remuneração quando isso sirva para defender o direito à igualdade salarial.</p>
<p>Na prática, cláusulas contratuais que tentem proibir conversas sobre salários podem deixar de ser válidas à luz das novas regras. A ideia é impedir que o silêncio imposto pelo empregador torne impossível detetar desigualdades.</p>
<p>Isto não significa que todos os salários passem a ser públicos. Significa que o trabalhador não deve ser impedido de falar sobre a sua própria remuneração quando esteja em causa a defesa de direitos salariais.</p>
<p><strong>O que acontece em caso de discriminação salarial?</strong></p>
<p>Quando houver indícios de discriminação remuneratória, o empregador pode ter de provar que não houve discriminação. Essa inversão do ónus da prova torna-se ainda mais relevante se a empresa não cumprir as obrigações de transparência.</p>
<p>Os trabalhadores lesados poderão reclamar compensação ou indemnização. Essa reparação pode abranger salários em atraso, prémios, benefícios, perda de oportunidades, danos não patrimoniais e juros de mora.</p>
<p>A diretiva prevê ainda coimas e sanções para as entidades empregadoras que não cumpram as exigências de igualdade e transparência.</p>
<p><strong>Portugal já tinha regras. O que muda agora?</strong></p>
<p>Portugal já consagra a igualdade de tratamento no Código do Trabalho e tem legislação específica sobre igualdade remuneratória entre mulheres e homens por trabalho igual ou de igual valor.</p>
<p>A diferença é que a diretiva europeia torna a transparência mais concreta e mais operacional. Obriga a dar informação antes da contratação, reforça o direito de acesso a dados salariais, cria reportes periódicos para empresas com pelo menos 100 trabalhadores e prevê mecanismos mais fortes de correção.</p>
<p>A Autoridade para as Condições do Trabalho já tem desenvolvido ações nesta área. No ano passado, quase quatro mil empresas foram notificadas por diferenças salariais, mas só cerca de 100 sanções terão sido aplicadas por incumprimento.</p>
<p><strong>O que falta para entrar em vigor?</strong></p>
<p>O prazo europeu termina este domingo, mas a diretiva ainda tem de ser transposta para a legislação portuguesa. Para isso, é necessária uma proposta de lei do Governo ou iniciativas legislativas aprovadas no Parlamento.</p>
<p>No entanto, ainda não deu entrada qualquer proposta do Governo. Vários partidos apresentaram iniciativas para transpor a diretiva, com propostas do Chega, PCP, CDS e PAN aprovadas na generalidade e em discussão na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão.</p>
<p>As obrigações só entrarão plenamente no sistema jurídico nacional quando a transposição for aprovada. Mas as empresas já devem começar a preparar dados, critérios salariais, processos de recrutamento e mecanismos internos de resposta aos trabalhadores.</p>
<p><strong>O que muda, em resumo?</strong></p>
<p>Para candidatos, muda o acesso à informação antes da contratação: os anúncios ou processos de recrutamento terão de indicar salário ou intervalo salarial.</p>
<p>Para trabalhadores, muda o direito a pedir dados comparáveis sobre remunerações em funções iguais ou de valor igual.</p>
<p>Para empresas, muda a obrigação de justificar critérios salariais, reportar diferenças em empresas com pelo menos 100 trabalhadores e corrigir disparidades injustificadas.</p>
<p>Para o mercado de trabalho, muda sobretudo a relação com o segredo salarial. O salário deixa de ser uma informação totalmente fechada e passa a estar sujeito a regras de transparência quando esteja em causa a igualdade remuneratória.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772680]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hamas adia para este domingo discussões com mediadores no Egito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 07:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[hamas]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
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					<description><![CDATA[Este encontro deveria realizar-se em El Alamein, no norte do Egito, entre uma delegação liderada por Khalil al-Hayya, negociador chefe, representantes de outros movimentos palestinianos, incluindo a Jihad Islâmica, e mediadores egípcios, mas também turcos e do Qatar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O encontro previsto para hoje entre o Hamas e os mediadores no Egito sobre o frágil acordo de cessar-fogo em Gaza foi adiado para este domingo, segundo informações de fonte próxima do movimento islamista palestiniano Hamas.  </p>
<p>Este encontro deveria realizar-se em El Alamein, no norte do Egito, entre uma delegação liderada por Khalil al-Hayya, negociador chefe, representantes de outros movimentos palestinianos, incluindo a Jihad Islâmica, e mediadores egípcios, mas também turcos e do Qatar.  </p>
<p>Porém, o Hamas e os movimentos palestinianos só iniciarão as consultas no Cairo este sábado, antes de reuniões com os mediadores hoje, segundo a mesma fonte citada pela agência noticiosa francesa AFP, que justifica este adiamento pela &#8220;intransigência de Israel&#8221;.  </p>
<p>No final de maio, o recém-nomeado chefe da ala armada do Hamas, Mohammed Odeh, foi morto num ataque israelita, onze dias após o assassinato do seu antecessor.  </p>
<p>&#8220;Os mediadores devem obrigar o ocupante a pôr fim aos assassinatos, aos bombardeamentos e à fome&#8221; na faixa de Gaza e permitir a entrada do Comité Nacional para a Administração de Gaza, conselho de 15 membros que é suposto governar durante um período transitório, enumerou Taher al-Nounou, um dos líderes do Hamas.</p>
<p>O território palestiniano continua a ser palco de violência, com ataques quase diários de Israel e, desde o cessar-fogo em outubro, pelo menos 932 palestinianos foram mortos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, sob autoridade do Hamas.</p>
<p>Israel e o Hamas acusam-se mutuamente de violar a trégua que entrou em vigor dois anos após a guerra, desencadeada a 7 de outubro de 2023 pelo ataque sem precedentes da organização islâmica contra Israel.</p>
<p>A primeira fase deste acordo foi cumprida com a libertação dos últimos reféns israelitas de Gaza raptados pelo Hamas, em troca de palestinianos detidos por Israel.</p>
<p>Mas, a transição para a segunda fase, que deveria traduzir-se no desarmamento do Hamas e numa retirada progressiva do exército israelita, parece completamente bloqueada.</p>
<p>Na semana passada, o Primeiro-Ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse ter ordenado ao exército que tomasse o controlo de 70% da faixa de Gaza, contra os 60% atualmente controlados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772675]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Campanha do Banco Alimentar termina este domingo: ainda pode ajudar nos supermercados ou online</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 07:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[banco alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Participação pode ser feita nas caixas dos supermercados parceiros, através da compra de vales de produtos selecionados, ou online, no site oficial do Banco Alimentar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha do Banco Alimentar Contra a Fome termina este domingo, mas ainda há tempo para contribuir. Depois da recolha presencial realizada no fim de semana de 30 e 31 de maio, que mobilizou cerca de 40 mil voluntários em supermercados de todo o país, incluindo Madeira e Açores, a iniciativa continua disponível através da campanha ‘Alimente Esta Ideia’.</p>
<p>A participação pode ser feita nas caixas dos supermercados parceiros, através da compra de vales de produtos selecionados, ou online, no site oficial do Banco Alimentar. Entre os produtos abrangidos estão bens essenciais como leite, arroz, massa, azeite, óleo, grão, feijão, atum, salsichas, bolachas e cereais de pequeno-almoço.</p>
<p>A recolha presencial permitiu angariar 1.930 toneladas de alimentos, mais 2,5% do que na campanha homóloga de 2025, quando tinham sido recolhidas 1.878 toneladas nos supermercados. A presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares, Isabel Jonet, considerou que o resultado traduz a “sempre reiterada e genuína solidariedade manifestada pelos portugueses”.</p>
<p><strong>Leite, atum e arroz entre os produtos mais recolhidos</strong></p>
<p>A corrente solidária já permitiu reunir toneladas de bens que vão reforçar o apoio a famílias em situação de maior vulnerabilidade. Entre os produtos mais recolhidos nesta fase destacam-se 17.576 litros de leite, 15.803 quilos de atum em lata e 13.985 quilos de arroz.</p>
<p>A generosidade dos doadores traduziu-se ainda na entrega de 12.511 quilos de salsichas, 8.676 litros de azeite e 8.446 litros de óleo alimentar. Estes bens serão agora encaminhados para os armazéns do Banco Alimentar da respetiva região, onde serão pesados, separados e acondicionados.</p>
<p>Depois, os alimentos seguem para cerca de 2.400 entidades beneficiárias, que os fazem chegar à mesa de quem mais precisa através de cabazes ou refeições confecionadas. Atualmente, o apoio alimentar chega a cerca de 370 mil pessoas em situação de pobreza ou com carências alimentares.</p>
<p><strong>Pedidos de ajuda aumentam com custo de vida</strong></p>
<p>O Banco Alimentar sublinha que esta recolha acontece num contexto particularmente exigente, marcado pela instabilidade internacional, pelos conflitos armados, pelas perturbações nas cadeias de abastecimento e pelo aumento dos preços dos bens essenciais e da energia.</p>
<p>Isabel Jonet já tinha alertado para o aumento dos pedidos de apoio de famílias carenciadas, associado à subida dos combustíveis, dos custos com habitação e do preço dos bens alimentares. Para muitas famílias, a pressão do custo de vida deixou de parecer temporária e passou a refletir-se numa necessidade mais constante de ajuda.</p>
<p>É nesse contexto que a campanha mantém aberta, até este domingo, a possibilidade de contribuir. Quem ainda não participou pode fazê-lo sem recolher diretamente produtos nas prateleiras: basta adquirir vales nas caixas dos supermercados aderentes ou doar através da plataforma digital.</p>
<p>Os vales representam unidades de produtos selecionados, como azeite, óleo, leite, salsichas ou atum. Neste modelo, são as próprias cadeias de lojas que entregam os bens ao Banco Alimentar da região, reduzindo a logística associada à recolha, separação e transporte dos alimentos.</p>
<p>A campanha de recolha do Banco Alimentar realiza-se duas vezes por ano, habitualmente nos últimos fins de semana de maio e de novembro. A edição de novembro de 2025 tinha angariado 2.150 toneladas de alimentos, menos 2,8% do que na campanha homóloga de 2024.</p>
<p>Agora, até este domingo, a mensagem é simples: a campanha presencial terminou, mas a recolha ainda não. Quem quiser ajudar tem até este domingo para reforçar o apoio alimentar a milhares de famílias.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772678]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Domingo traz o calor de volta: interior pode chegar aos 35ºC e praia fica mais apelativa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/domingo-traz-o-calor-de-volta-interior-pode-chegar-aos-35oc-e-praia-fica-mais-apelativa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 06:45:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Este domingo deverá ser marcado por céu pouco nublado ou limpo, apenas com possibilidade de neblinas matinais de rápida dissipação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O calor regressa este domingo, com o sol a ganhar terreno depois de vários dias marcados por céu mais nublado e possibilidade de aguaceiros, sobretudo no litoral Norte. A previsão aponta para uma subida gradual das temperaturas, num cenário mais estável em Portugal continental.</p>
<p>Este domingo deverá ser marcado por céu pouco nublado ou limpo, apenas com possibilidade de neblinas matinais de rápida dissipação. A subida das máximas será mais evidente no interior, onde alguns locais podem atingir valores entre 33 e 35ºC, sobretudo nas regiões Centro e Sul.</p>
<p>No litoral, a influência atlântica e a nortada deverão manter as temperaturas mais moderadas. Ainda assim, o ambiente será mais quente do que nos últimos dias e mais apelativo para uma ida à praia, embora o índice UV muito elevado obrigue a cuidados redobrados nas horas de maior radiação.</p>
<p>O Algarve será a região menos afetada pelo arrefecimento dos dias anteriores. A partir de domingo, regressam as noites tropicais no litoral algarvio, com mínimas superiores a 20ºC, valor também esperado na temperatura da água do mar no Sotavento.</p>
<p>A tendência é para o calor ganhar força nos dias seguintes. Dentro de uma semana, as temperaturas poderão chegar aos 37ºC em Évora, 36ºC em Beja e Castelo Branco, e 33ºC em Santarém, Braga e Bragança. Para a noite da véspera de Santo António, 12 de junho, não há, por agora, indicação de precipitação.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772665]]></sapo:autor>
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		<title>Santo António, mesmo padroeiro, rituais diferentes em Lisboa e na Praia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 06:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Kívia Rodrigues, da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Kívia Rodrigues, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Praia, 07 jun 2026 (Lusa) &#8212; Lisboa celebra o seu padroeiro com um feriado, mas, no mesmo dia 13 de junho, um grupo de moradores de Achada Santo António, na capital de Cabo Verde, Praia, organiza o tradicional &#8220;roubo do santo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O roubo do santo é o principal ritual&#8221; de um programa de festas que se repete anualmente, explica à Lusa Ivanildo Mendes, presidente da Associação Tabanka de Achada Santo António.</P><br />
<P>&#8220;É o momento alto da festa&#8221; e consiste numa encenação em torno da capela que envolve ladrões, guardas e tropas da &#8220;tabanca&#8221;, nome dado à festa e ao grupo popular, guardião das tradições e da solidariedade entre a comunidade.</P><br />
<P>Os chamados &#8220;ladrões&#8221; levam o santo, representado por uma vara e uma bandeira, e percorrem diferentes zonas da cidade até venderem o símbolo, explica Ivanildo, percorrendo um guião que já herdou dos avós.</P><br />
<P>Semanas depois, acontece o desfile de &#8220;busca do santo&#8221;, um cortejo que percorre vários bairros da Praia até se localizar e recuperar o santo.</P><br />
<P>&#8220;É algo lindo. Só vendo para perceber&#8221;, descreve o membro da tabanca, numa altura em que se fazem os últimos preparativos para semanas de música e festa em vários cantos de um dos bairros mais populares da cidade da Praia.</P><br />
<P>Além do roubo e resgate do santo, o programa inclui uma conversa aberta sobre a história da tabanca, almoço comunitário, procissão religiosa e um festival de batuco, ritmo tradicional cabo-verdiano que recorda a mescla cultural da tabanca, símbolo de emancipação no tempo colonial.</P><br />
<P>A festa atrai também visitantes de outras localidades e turistas.</P><br />
<P>Por um lado, é a época escolhida por vários emigrantes para visitarem a terra natal, porque aproveitam &#8220;para participar na festa&#8221;, por outro, há cada vez mais turistas estrangeiros em Cabo Verde e há sempre aqueles &#8220;que visitam a zona durante estes dias&#8221;, refere Ivanildo Mendes.</P><br />
<P>Na Rua da Tabanka, os preparativos já são visíveis.</P><br />
<P>Enquanto Suzete Correia e outras moradoras decoram a rua com bandeirolas coloridas, outros membros da comunidade trabalham na montagem de um palco que vai receber algumas das atividades previstas para os próximos dias de festa e convívio.</P><br />
<P>Doméstica, de 41 anos, Suzete participa, todos os anos: &#8220;Entre as festas tradicionais, Carnaval e outras, eu escolho sempre a tabanca. Desde pequena&#8221;, confessa, apontando as aventuras do santo, entre roubo e resgate, como os momentos preferidos.</P><br />
<P>Mário de Pina, 50 anos, fiscal da Câmara Municipal da Praia e dirigente da associação local, acompanha a tabanca desde a juventude: &#8220;faz parte da minha vida&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que mais me marca é o desfile&#8221; de busca pelo santo, descreve, classificando-o como algo &#8220;motivante&#8221; que ocorre duas a três semanas depois das festividades para manter o entusiasmo &#8211; &#8220;se ficar para mais tarde, já está perdido aquele ritmo de festa&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Mário de Pina, o cortejo chega a reunir entre duas mil a três mil pessoas pelas ruas da cidade, passando por zonas como Plateau, Fazenda, Várzea, Terra Branca, além de Achada Santo António.</P><br />
<P>A renovação geracional tem ajudado a fortalecer a tradição, ou seja, &#8220;os jovens não querem deixar a tabanca morrer&#8221;, porque, além de festa, já manteve a comunidade unida em tempos de necessidade, diz o dirigente.</P><br />
<P>A organização reconhece que a emigração tem criado dificuldades, mas garante que continua a existir envolvimento das famílias, que assumem o papel de juízes das festividades.</P><br />
<P>&#8220;Nós vimos a tabanca em duas fases: a fase da decadência e agora estamos a ver uma fase da ascensão&#8221;, acrescenta Ivanildo.</P><br />
<P>&#8220;A tradição continua viva, continua enraizada e perdurará no tempo, se deus quiser&#8221;, conclui.</P><br />
<P></P><br />
<P>KZR/LFO // MLL</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_773068]]></sapo:autor>
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		<title>Compensa pedir crédito para tornar a casa mais eficiente?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/compensa-pedir-credito-para-tornar-a-casa-mais-eficiente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 06:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[ComparaJá]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A dúvida é simples: faz sentido pedir crédito para fazer estas obras, na expectativa de poupar energia no futuro?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a fatura da energia ainda a pesar no orçamento das famílias, muitas pessoas ponderam investir em melhorias na habitação: trocar janelas, reforçar o isolamento, instalar painéis solares, substituir equipamentos antigos ou apostar em soluções de climatização mais eficientes.</p>
<p>A dúvida é simples: faz sentido pedir crédito para fazer estas obras, na expectativa de poupar energia no futuro?</p>
<p>A resposta depende do tipo de intervenção, do valor financiado, da poupança mensal estimada e do custo total do crédito.<br />
Melhorar a eficiência energética da casa pode reduzir consumos e aumentar o conforto. No entanto, muitas destas intervenções exigem um investimento inicial elevado, que nem sempre cabe no orçamento familiar.</p>
<p>É aqui que entra o recurso ao crédito. Um empréstimo para obras pode permitir avançar com a intervenção mais cedo, mas também cria uma prestação mensal e aumenta o custo total do projeto através de juros e encargos.</p>
<p>Por isso, a decisão não deve ser tomada apenas com base na promessa de uma casa mais eficiente. É preciso comparar o custo da obra com a poupança real que ela pode gerar ao longo do tempo.</p>
<p>Argumentos a favor</p>
<p>O principal argumento a favor é a possibilidade de reduzir a fatura energética. Intervenções como janelas mais eficientes, isolamento térmico ou equipamentos de menor consumo podem baixar os gastos mensais com eletricidade e climatização.</p>
<p>Também há um ganho de conforto. Uma casa mais bem isolada tende a manter melhor a temperatura, reduzindo a necessidade de aquecimento no inverno e arrefecimento no verão.</p>
<p>Outro ponto favorável é a valorização do imóvel. Casas mais eficientes podem tornar-se mais atrativas no mercado, sobretudo num contexto em que os custos energéticos são cada vez mais relevantes para compradores e arrendatários.</p>
<p>Além disso, o crédito pode ser útil quando a obra é necessária e não apenas opcional. Se a habitação tem problemas de isolamento, humidade ou equipamentos obsoletos, adiar a intervenção pode significar continuar a pagar mais todos os meses.<br />
Argumentos contra</p>
<p>O maior risco está no custo do financiamento. Se os juros e encargos forem elevados, a poupança energética pode não ser suficiente para compensar a prestação mensal do crédito.</p>
<p>Também é preciso ter cuidado com estimativas demasiado otimistas. Nem todas as obras geram poupanças imediatas ou fáceis de medir. Em alguns casos, a melhoria é sobretudo de conforto, e não necessariamente de redução expressiva da fatura.</p>
<p>Outro problema é financiar intervenções pouco prioritárias. Trocar equipamentos apenas porque são mais modernos, sem avaliar o consumo real da casa, pode levar a uma despesa elevada com retorno limitado.</p>
<p>Há ainda o risco de aumentar a taxa de esforço da família. Mesmo que a obra faça sentido, o crédito só deve ser contratado se a nova prestação couber no orçamento sem comprometer outras despesas essenciais.</p>
<p>Para quem pode compensar?</p>
<p>Pode compensar para famílias que vivem numa casa com consumos elevados e problemas evidentes de eficiência, como mau isolamento, janelas antigas ou equipamentos de climatização pouco eficientes.</p>
<p>Também pode fazer sentido para quem pretende ficar vários anos na mesma habitação. Quanto mais tempo a família beneficiar da poupança energética, maior a probabilidade de recuperar o investimento.</p>
<p>Outro perfil em que pode compensar é o de quem já tem um orçamento de obra definido e procura apenas perceber qual a forma de financiamento mais adequada. Nestes casos, comparar propostas é essencial: antes de avançar, o consumidor deve analisar a TAEG, a prestação mensal e o montante total a pagar, podendo recorrer ao simulador de crédito para obras do ComparaJá para perceber que soluções existem no mercado.</p>
<p>Quando pode não valer a pena?</p>
<p>Pode não valer a pena se a poupança mensal esperada for baixa face ao valor da prestação. Por exemplo, se a obra permitir poupar alguns euros na fatura, mas o crédito acrescentar uma mensalidade pesada durante vários anos, a decisão deve ser repensada.</p>
<p>Também pode não compensar quando a família já tem outros créditos e pouca margem no orçamento. Nestes casos, mesmo uma obra útil pode aumentar o risco financeiro.</p>
<p>Outra situação a evitar é contratar crédito sem comparar propostas. A diferença entre duas ofertas pode estar não só na prestação, mas também nos juros, comissões, seguros associados e custo total do empréstimo.</p>
<p>Pedir crédito para tornar a casa mais eficiente pode compensar, mas não deve ser visto como uma solução automática.</p>
<p>Faz sentido quando a intervenção reduz consumos relevantes, melhora uma casa onde a família pretende permanecer e o custo total do crédito é equilibrado face à poupança esperada. Não compensa quando a obra é pouco prioritária, a prestação pesa demasiado no orçamento ou a poupança energética é incerta.</p>
<p>A regra é simples: antes de financiar, faça três contas — quanto custa a obra, quanto pode poupar por mês e quanto vai pagar no total pelo crédito. Só se estes três números fizerem sentido é que a eficiência energética passa de boa intenção a boa decisão financeira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772892]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Advogada chinesa lidera associação internacional de advogados lusófonos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/advogada-chinesa-lidera-associacao-internacional-de-advogados-lusofonos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2026 06:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova presidente da Associação Internacional de Jovens Advogados de Língua Portuguesa (JALP) defendeu à Lusa que, perante "desafios geopolíticos complexos", os profissionais jurídicos têm a responsabilidade de "construir pontes entre culturas e sistemas jurídicos distintos".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A nova presidente da Associação Internacional de Jovens Advogados de Língua Portuguesa (JALP) defendeu à Lusa que, perante &#8220;desafios geopolíticos complexos&#8221;, os profissionais jurídicos têm a responsabilidade de &#8220;construir pontes entre culturas e sistemas jurídicos distintos&#8221;.</P><br />
<P>A associação elegeu como presidente, até 2028, Un I Wong, uma advogada chinesa de Macau formada na Universidade Católica Portuguesa e que exerce há nove anos em Portugal.</P><br />
<P>Un recordou ter iniciado o percurso na sociedade Morais Leitão, em Portugal, onde foi, &#8220;durante algum tempo, a única advogada de origem chinesa da equipa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mais tarde, passei a integrar [a MdME], uma sociedade com presença em Macau, Hong Kong e Lisboa, tendo ainda realizado uma experiência em Pequim. Estas vivências permitiram-me observar diferentes formas de trabalhar e de encarar a profissão jurídica em contextos distintos&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Na China continental, destacou, &#8220;existe uma forte cultura profissional orientada para a rapidez de execução, capacidade de resposta e proatividade&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Costumo dizer, em tom de brincadeira, que na advocacia chinesa parece vigorar o modelo &#8216;007&#8217;, isto é, disponibilidade de meia-noite a meia-noite, sete dias por semana&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Em Portugal, apontou, há &#8220;uma maior valorização do equilíbrio entre vida profissional e pessoal, bem como do debate jurídico e da construção argumentativa&#8221;. </P><br />
<P>Macau, por sua vez, &#8220;ocupa uma posição particularmente interessante&#8221;, conjugando a matriz jurídica portuguesa com um ambiente de trabalho &#8220;mais próximo do modelo português&#8221;, mas que beneficia &#8220;da proximidade ao dinamismo económico da Ásia&#8221;, explicou Un.</P><br />
<P>&#8220;No fundo, esta experiência internacional reforçou a minha convicção de que não existe um único modelo de sucesso. Os melhores profissionais são aqueles que conseguem integrar diferentes formas de pensar e trabalhar e navegar entre culturas, sistemas jurídicos e realidades profissionais distintas&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>A advogada apontou que ter estudado e trabalhado entre a Europa e a Ásia reforçou a convicção de que a &#8220;advocacia do futuro não deve limitar-se às fronteiras nacionais&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Hoje, os advogados desempenham também um papel relevante na construção de pontes entre culturas, economias e sistemas jurídicos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Un sublinhou que os jovens advogados lusófonos possuem &#8220;uma vantagem única&#8221; de integrar uma comunidade que se estende por vários continentes, e &#8220;marcada por diversidade económica e cultural&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Num contexto global cada vez mais interligado, mas também marcado por desafios geopolíticos complexos, acredito que os jovens advogados lusófonos podem afirmar-se como profissionais globais&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Fundada em 2020, a JALP é uma associação sem fins lucrativos que visa apoiar, integrar e representar jovens advogados dos países de língua oficial portuguesa. Reúne atualmente mais de 300 associados. </P><br />
<P>Os novos órgãos sociais, para o triénio 2026-2028, integram representantes de Angola, Brasil, Macau, Moçambique, Portugal e Timor-Leste. A direção vai ser presidida por Un, tendo como vice-presidentes Pedro Leão Trigo e Lukeno Ribeiro Alkatiri.</P><br />
<P>Un destacou como prioridade &#8220;reforçar a JALP como plataforma ativa de ligação entre jovens advogados lusófonos&#8221; e aprofundar a &#8220;ligação entre diferentes jurisdições&#8221;, &#8220;promovendo a partilha de conhecimento, experiências e boas práticas&#8221;.</P><br />
<P>Outra meta será preparar os jovens advogados para a &#8220;transformação acelerada da profissão&#8221;, com a &#8220;tecnologia, a inteligência artificial e novas exigências dos clientes a redefinir a prática da advocacia&#8221;. </P><br />
<P>Apesar das dificuldades, Un descreveu que &#8220;nunca existiram tantas possibilidades de colaboração internacional&#8221;, ou de acesso ao conhecimento e utilização de tecnologia para potenciar o trabalho dos advogados.</P><br />
<P>A responsável anunciou ainda planos para parcerias da associação com universidades, ordens de advogados e organizações internacionais, e dialogar com entidades ligadas ao ecossistema de tecnologia legal. </P><br />
<P>&#8220;Assumimos o compromisso de reforçar a proximidade entre os jovens advogados lusófonos, promover a inovação na profissão jurídica e contribuir para a construção de uma comunidade jurídica mais internacional, colaborativa e preparada para o futuro&#8221;, concluiu a nova presidente da JALP.</P></p>
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