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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 29 Jul 2026 12:20:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
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		<title>&#8220;É o inferno&#8221;: os incêndios que devastam França vistos de perto por um bombeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 12:20:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagens foram registadas durante as operações de combate aos incêndios na região da Gironda, uma das mais afetadas pela vaga de fogos que tem assolado o país nas últimas semanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um bombeiro francês captou imagens impressionantes do combate aos incêndios florestais que continuam a devastar várias regiões de França. O vídeo, gravado por uma câmara instalada no capacete de Kara Nabil e divulgado nas redes sociais, mostra as equipas de emergência a enfrentar fumo intenso, labaredas de grande dimensão e condições extremamente perigosas enquanto tentam travar a progressão do fogo.</p>
<p>As imagens foram registadas durante as operações de combate aos incêndios na região da Gironda, uma das mais afetadas pela vaga de fogos que tem assolado o país nas últimas semanas.</p>
<p>O vídeo permite acompanhar a intervenção dos bombeiros em tempo real, revelando a reduzida visibilidade provocada pelo fumo e a rapidez com que as chamas avançam sobre áreas agrícolas e florestais.</p>
<p>França enfrenta uma das mais difíceis épocas de incêndios dos últimos anos, depois de semanas marcadas por temperaturas elevadas, calor persistente e uma seca prolongada, fatores que aumentaram significativamente o risco de ignições e favoreceram a propagação dos fogos.</p>
<p>Milhares de hectares já arderam em diferentes regiões do país. No terreno, centenas de bombeiros continuam a ser apoiados por meios aéreos e outros serviços de emergência para impedir que as chamas atinjam localidades próximas.</p>
<p>Perante a dimensão da crise, o presidente francês, Emmanuel Macron, apelou às autoridades para que se mantenham &#8220;firmes&#8221; no combate aos incêndios, classificando esta vaga de fogos como &#8220;sem precedentes&#8221;.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="fr" dir="ltr">N’oubliez jamais ce que nos soldats du feu endurent depuis plusieurs jours ! </p>
<p>N’oubliez jamais ces héros ! </p>
<p>La Légion d’Honneur, c’est eux qui la méritent ! 👏🏻👨🏼‍🚒<br /> <a href="https://t.co/4PlUdVMV5t">pic.twitter.com/4PlUdVMV5t</a></p>
<p>&mdash; boubacar36 (@boubakar58577) <a href="https://x.com/boubakar58577/status/2082438952997331359?ref_src=twsrc%5Etfw">July 29, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795105]]></sapo:autor>
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		<title>Líder da FIFA dá ultimato às federações: aprovem venda de participações no Mundial ou perdem 30 milhões de dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 12:08:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[No centro da polémica está a criação da FIFA Forward Enterprises (FFE), uma nova subsidiária que passará a gerir os direitos comerciais e a organização do Mundial e de outras grandes competições da FIFA]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da FIFA, Gianni Infantino, deu às 211 federações nacionais apenas 53 dias para aprovarem um plano que poderá abrir a porta à entrada de investidores privados na organização do Campeonato do Mundo. Segundo revela o &#8216;The Independent&#8217;, quem votar contra arrisca perder até 30 milhões de dólares em financiamento.</p>
<p>No centro da polémica está a criação da FIFA Forward Enterprises (FFE), uma nova subsidiária que passará a gerir os direitos comerciais e a organização do Mundial e de outras grandes competições da FIFA. A nova estrutura ficará aberta à entrada de capital privado.</p>
<p>De acordo com uma carta enviada às federações e consultada pelo &#8216;The Independent&#8217;, Infantino promete aumentar o financiamento do programa FIFA Forward de cerca de 8 para 20 milhões de dólares por federação entre 2027 e 2031, caso a proposta seja aprovada.</p>
<p>Além desse reforço, está previsto um pagamento extraordinário de 20 milhões de dólares às federações que apoiem o projeto na votação marcada para 19 de setembro.</p>
<p>No entanto, a mesma carta alerta que, caso a proposta seja rejeitada, o financiamento para o ciclo de 2027-2031 ficará limitado a 10 milhões de dólares, o que representa uma diferença de 30 milhões de dólares face ao cenário de aprovação.</p>
<p>As propostas necessitam apenas do apoio da maioria simples das 211 federações-membro, além da aprovação do Conselho da FIFA.</p>
<p>A iniciativa desencadeou fortes críticas da UEFA, que acusa a FIFA de querer vender a &#8220;alma&#8221; do futebol. Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, dirigentes influentes do futebol europeu já discutem inclusivamente a possibilidade de um boicote ao plano.</p>
<p>Também a Federação Inglesa de Futebol (FA) manifestou &#8220;profunda preocupação&#8221;, afirmando não ter sido previamente informada sobre a proposta nem conhecer os seus detalhes. A federação considera preocupante tanto a falta de transparência do processo como os princípios subjacentes ao projeto.</p>
<p>Apesar da contestação europeia, Infantino continua a contar com forte apoio de várias federações africanas, sul-americanas e asiáticas, muitas das quais dependem significativamente do financiamento da FIFA para manter as seleções nacionais, desenvolver o futebol de formação e investir em infraestruturas.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, o investimento poderá ser liderado pela Thrive Eternal, empresa de Joshua Kushner — irmão de Jared Kushner, genro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump —, num negócio que, de acordo com a FIFA, poderá gerar cerca de 4,2 mil milhões de dólares.</p>
<p>A votação está marcada para 19 de setembro e poderá representar uma das decisões mais controversas da história recente da FIFA, numa altura em que Infantino procura a reeleição para o mandato de 2027-2031 e continua a defender o alargamento do Campeonato do Mundo para 64 seleções.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795095]]></sapo:autor>
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		<title>Conferência de imprensa às 18h: Luís Neves responde hoje às polémicas das obras e do atrelado apreendido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:54:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, vai prestar declarações públicas esta quarta-feira, numa conferência de imprensa marcada para as 18h00, na sede do Ministério da Administração Interna, para abordar as polémicas que o têm envolvido nas últimas semanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, vai prestar declarações públicas esta quarta-feira, numa conferência de imprensa marcada para as 18h00, na sede do Ministério da Administração Interna, para abordar as polémicas que o têm envolvido nas últimas semanas. Em causa estão as notícias relacionadas com as obras realizadas numa propriedade que possui em Odemira por uma empresa que anteriormente executou trabalhos para a Polícia Judiciária (PJ), quando Luís Neves desempenhava funções como diretor nacional daquela força policial, bem como a movimentação de um atrelado apreendido num processo de tráfico de droga, efetuada pelo mesmo empresário.</p>
<p>A decisão de avançar com uma conferência de imprensa surge depois de o primeiro-ministro, Luís Montenegro, ter dado luz verde ao governante para prestar esclarecimentos públicos sobre os casos, segundo avançou o Correio da Manhã.</p>
<p>A polémica teve origem a 10 de julho, quando o semanário Nascer do Sol revelou que Luís Neves contratou uma empresa para realizar obras de remodelação num imóvel da sua propriedade, localizado em Odemira. De acordo com essa notícia, a empresa em causa tinha sido anteriormente responsável por trabalhos realizados para a Polícia Judiciária durante o período em que Luís Neves exercia funções como diretor nacional daquela instituição.</p>
<p>A divulgação dessa informação deu início a uma sucessão de questões em torno da relação entre o governante e a empresa responsável pelas obras, alimentando o debate público sobre o caso.</p>
<p><strong>PJ e PGR abriram inquéritos relacionados com o caso</strong><br />
A polémica ganhou uma nova dimensão no dia 17 de julho, quando a Polícia Judiciária anunciou a abertura de um inquérito relacionado com um atrelado apreendido no âmbito de um processo de tráfico de droga. Segundo a PJ, o equipamento foi encontrado atrelado a um camião pertencente à empresa Construbarcelos, a mesma que executou as obras na propriedade de Luís Neves.</p>
<p>Também nesse dia, a Procuradoria-Geral da República confirmou a existência de um inquérito relacionado com bens apreendidos à ordem do processo conhecido como Operação Pacoba, acrescentando apenas que o processo estava em investigação, sem divulgar mais pormenores.</p>
<p><strong>Ministro prometeu esclarecer os casos</strong><br />
No passado sábado, à margem das comemorações dos 140 anos dos Bombeiros Voluntários de Lagos, Luís Neves já tinha assegurado que prestaria esclarecimentos sobre os assuntos que o envolvem. Na ocasião, afirmou que falaria com a comunicação social &#8220;quanto antes&#8221;, embora sem indicar uma data concreta para o fazer.</p>
<p>O ministro garantiu igualmente estar &#8220;absolutamente tranquilo&#8221; relativamente às polémicas e às investigações em curso.</p>
<p><strong>Conferência de imprensa marcada para as 18h00</strong><br />
A conferência de imprensa desta quarta-feira representa a primeira intervenção pública de Luís Neves especificamente dedicada aos casos que têm marcado as últimas semanas e que motivaram a abertura de inquéritos por parte da Polícia Judiciária e da Procuradoria-Geral da República.</p>
<p>Espera-se que o ministro esclareça as circunstâncias da contratação da empresa responsável pelas obras na sua propriedade em Odemira, bem como responda às questões relacionadas com a movimentação do atrelado apreendido na Operação Pacoba, temas que têm dominado o debate político desde o início de julho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795058]]></sapo:autor>
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		<title>Cabaz alimentar volta a acelerar: já custa mais 11,65 euros do que no início do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[cabaz alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comunicado, a associação de defesa do consumidor indica que, desde o início de 2026, o mesmo cabaz já encareceu 11,65 euros, o equivalente a uma subida de 4,82%]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da maior descida semanal do ano registada <a href="https://executivedigest.sapo.pt/cabaz-alimentar-tem-a-maior-descida-do-ano-mas-continua-quase-10-euros-mais-caro-do-que-em-janeiro/">na semana passada</a>, o preço do cabaz alimentar voltou a aumentar. Entre 22 e 29 de julho, o conjunto de 63 produtos essenciais monitorizado pela DECO PROteste subiu 2,18 euros, passando a custar 253,47 euros.</p>
<p>Em comunicado, a associação de defesa do consumidor indica que, desde o início de 2026, o mesmo cabaz já encareceu 11,65 euros, o equivalente a uma subida de 4,82%.</p>
<p>A comparação com períodos mais longos continua a mostrar a forte pressão sobre os preços dos alimentos. Há um ano, os consumidores pagavam menos 13,82 euros pelo mesmo conjunto de produtos (-5,77%) e, no início de 2022, quando a DECO PROteste começou esta monitorização, era possível comprar o cabaz por menos 65,77 euros, uma diferença de 35,04%.</p>
<p><strong>Salsichas Frankfurt lideram aumentos semanais</strong></p>
<p>Entre os produtos que mais encareceram na última semana, destacam-se as salsichas Frankfurt, cujo preço aumentou 25%, passando para 1,97 euros.</p>
<p>Seguem-se o atum posta em azeite, com uma subida de 14%, para 2,09 euros, e o peito de peru fatiado embalado, que ficou 10% mais caro, atingindo os 2,83 euros.</p>
<p><strong>Bacalhau e robalo continuam entre os produtos que mais subiram num ano</strong></p>
<p>Na comparação com o mesmo período de 2025, o bacalhau graúdo continua a destacar-se, acumulando uma subida de 24%, para 19,34 euros por quilo.</p>
<p>O robalo surge logo depois, com um aumento de 23%, custando atualmente 10,14 euros por quilo, enquanto a perca do Nilo regista uma valorização de 22%, atingindo os 12,12 euros por quilo.</p>
<p><strong>Carne de novilho mantém maior aumento desde 2022</strong></p>
<p>A análise de longo prazo continua a revelar aumentos expressivos em alguns produtos.</p>
<p>Segundo a DECO PROteste, desde o início de 2022 a carne de novilho para cozer mais do que duplicou de preço, acumulando uma subida de 121% e custando atualmente 12,86 euros por quilo.</p>
<p>O bacalhau graúdo mantém a segunda maior subida acumulada, com 82%, enquanto os ovos completam o pódio, com um aumento de 78% desde o início da monitorização.</p>
<p>Depois do alívio registado na semana anterior, a nova subida mostra que a evolução dos preços dos alimentos continua marcada por oscilações, mantendo o custo do cabaz muito acima dos valores registados há quatro anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795075]]></sapo:autor>
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		<title>Brico Depôt investe 9 ME em loja no Seixal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A loja de bricolage britânica Brico Depôt investiu nove milhões de euros na quarta loja em Portugal no Seixal, em Setúbal, que cria 74 postos de trabalho diretos, informou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A loja de bricolage britânica Brico Depôt investiu nove milhões de euros na quarta loja em Portugal no Seixal, em Setúbal, que cria 74 postos de trabalho diretos, informou hoje a empresa.</p>
<p>A loja abre na quinta-feira e resulta de um investimento de 9,3 milhões de euros, representando &#8220;um reforço da presença da marca em Portugal&#8221;.</p>
<p>A quarta loja em Portugal surge 10 anos depois da última abertura e conta agora com lojas em Loures, Vila Nova de Gaia, Sintra e Seixal.</p>
<p>Segundo o comunicado, a nova unidade no Seixal conta com 74 postos de trabalho diretos e 10 indiretos.</p>
<p>A abertura da nova unidade, segundo a loja de materiais de construção, surge no contexto de um &#8220;mercado em transformação, marcado pelo crescimento das remodelações, pelo aumento do DIY (Faça Você Mesmo em português) e pela aceleração do &#8216;online'&#8221;.</p>
<p>&#8220;Este projeto representa também um contributo concreto para a economia local, e confirma o nosso compromisso com um crescimento sustentado em Portugal&#8221;, afirmou o presidente executivo da Brico Depôt Iberia, Chris Bargate.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795090]]></sapo:autor>
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		<title>Trump tinha razão? Seis meses após a queda de Maduro, Venezuela regista recuperação económica, mas transição política continua incerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Seis meses após a captura do antigo presidente Nicolás Maduro e a mudança de poder na Venezuela, o país apresenta sinais de recuperação económica e de maior abertura ao investimento internacional, contrariando muitas das previsões que apontavam para um cenário de caos e instabilidade. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Seis meses após a captura do antigo presidente Nicolás Maduro e a mudança de poder na Venezuela, o país apresenta sinais de recuperação económica e de maior abertura ao investimento internacional, contrariando muitas das previsões que apontavam para um cenário de caos e instabilidade. Ainda assim, a consolidação democrática permanece longe de estar garantida e a reconstrução do Estado continua a enfrentar desafios significativos, sobretudo após os sismos devastadores que atingiram o país em junho. Segundo uma análise publicada pela Newsweek, a evolução da Venezuela tem alimentado um intenso debate sobre os efeitos da estratégia adotada pelos Estados Unidos e sobre a capacidade do país para combinar recuperação económica com uma verdadeira transição política.</p>
<p>A análise refere que, antes mesmo dos sismos, começaram a surgir indicadores considerados positivos. Entre eles destacam-se a redução da repressão política, a libertação de centenas de presos políticos, o regresso de dirigentes da oposição ao país e a retoma de atividades públicas por partidos políticos que durante anos enfrentaram fortes limitações. A oposição venezuelana reconhece que a repressão não desapareceu totalmente, mas considera que diminuiu de forma significativa em comparação com o período anterior.</p>
<p>Paralelamente, empresas internacionais voltaram a demonstrar interesse pelo mercado venezuelano, sobretudo nos setores energético, mineiro, tecnológico, financeiro e turístico. A análise destaca que investidores norte-americanos regressaram ao país e que várias empresas iniciaram ou retomaram projetos, apoiadas por um novo enquadramento legal para o setor dos hidrocarbonetos, que abriu espaço a uma maior participação privada e reduziu o papel monopolista da petrolífera estatal PDVSA.</p>
<p>Segundo a mesma análise, a produção petrolífera voltou a crescer nos primeiros meses do ano, enquanto as exportações de crude atingiram os níveis mais elevados dos últimos sete anos. As autoridades norte-americanas apontam estes dados como uma demonstração de que a estratégia seguida está a produzir resultados, embora reconheçam que persistem importantes obstáculos económicos.</p>
<p><strong>Sismos colocaram à prova o novo contexto político</strong><br />
A evolução da Venezuela sofreu um forte revés com os dois sismos registados a 24 de junho, que provocaram milhares de mortos, dezenas de milhares de edifícios danificados e destruição de infraestruturas essenciais, incluindo redes elétricas, abastecimento de água e sistemas de saneamento.</p>
<p>Especialistas citados na análise estimam que os custos da reconstrução poderão situar-se entre 12 e 20 mil milhões de dólares, um valor muito superior à capacidade financeira do Estado venezuelano. Ainda assim, economistas defendem que o impacto económico de uma catástrofe natural depende menos da dimensão dos danos e mais da capacidade institucional para gerir a reconstrução e manter os principais setores produtivos em funcionamento.</p>
<p>Segundo a Newsweek, a resposta internacional foi liderada pelos Estados Unidos, que mobilizaram centenas de operacionais de emergência, meios militares e ajuda humanitária destinada às regiões mais afetadas. Dados citados na análise indicam que Washington já disponibilizou mais de 386 milhões de dólares em apoio, incluindo centenas de toneladas de bens essenciais, tornando-se, de longe, o maior contribuinte internacional para as operações de socorro.</p>
<p><strong>Investidores mantêm confiança no potencial da Venezuela</strong><br />
Apesar da destruição provocada pelos sismos, a análise refere que muitos investidores não alteraram os seus planos. O facto de as principais regiões produtoras de petróleo, como a Faixa do Orinoco e a Bacia de Maracaibo, não terem sofrido danos significativos permitiu preservar o principal motor económico do país.</p>
<p>Vários investidores entrevistados pela publicação defendem que a necessidade de reconstrução poderá, inclusivamente, acelerar novos investimentos em infraestruturas, energia, telecomunicações, logística e tecnologia. O setor tecnológico surge igualmente como uma das áreas com maior potencial de crescimento, numa economia onde a utilização do dólar continua amplamente disseminada e a maioria das transações já é efetuada por via digital.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o Governo interino avançou com reformas destinadas a atrair investimento estrangeiro, incluindo alterações profundas ao regime jurídico do setor petrolífero, permitindo maior participação privada na exploração, produção, refinação, comercialização e exportação de hidrocarbonetos.</p>
<p><strong>Confiança nos Estados Unidos aumenta após ajuda humanitária</strong><br />
A análise destaca igualmente uma mudança na perceção de parte da população relativamente aos Estados Unidos. Sondagens referidas pela publicação indicam que a confiança dos venezuelanos em Washington aumentou significativamente, tendência reforçada pela operação de assistência humanitária desencadeada após os sismos.</p>
<p>Segundo os dados apresentados, três quartos dos inquiridos afirmaram confiar nos Estados Unidos para apoiar a gestão da crise e da reconstrução, superando claramente os níveis de confiança atribuídos à União Europeia, às Nações Unidas ou à China.</p>
<p>Ao mesmo tempo, indicadores recolhidos antes da catástrofe já mostravam níveis elevados de apoio ao investimento estrangeiro e às empresas internacionais, refletindo uma mudança significativa face ao sentimento antiamericano que marcou parte da era de Hugo Chávez.</p>
<p><strong>Recuperação económica não significa transição democrática</strong><br />
Apesar dos sinais positivos na economia, a análise da Newsweek sublinha que continua por resolver a questão central da democratização do país. Vários analistas e representantes da oposição consideram que a abertura económica não foi acompanhada por uma transformação equivalente das instituições políticas.</p>
<p>A oposição continua a defender eleições livres, a criação de um novo parlamento legitimado pelo voto e a libertação de todos os presos políticos, argumentando que uma verdadeira mudança estrutural exige reformas institucionais profundas.</p>
<p>A própria administração norte-americana mantém oficialmente como objetivo uma transição democrática, embora reconheça a necessidade de estabilizar primeiro o país e promover a recuperação económica.</p>
<p>Segundo os especialistas ouvidos pela publicação, a Venezuela vive atualmente uma realidade paradoxal: a economia mostra sinais de recuperação e de maior abertura ao exterior, mas a consolidação democrática permanece incompleta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795051]]></sapo:autor>
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		<title>Armas, equipamento militar e até uma máscara de proteção nuclear: PSP descobre arsenal após investigação de dois anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:35:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Comando Regional da Madeira da PSP explica que a operação foi realizada pela Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial do Funchal esta terça-feira]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma investigação da Polícia de Segurança Pública (PSP) que decorria há cerca de dois anos culminou na detenção de um homem de 57 anos e na apreensão de um vasto conjunto de armas, munições e equipamento de natureza militar numa habitação no concelho do Funchal.</p>
<p>Em comunicado, o Comando Regional da Madeira da PSP explica que a operação foi realizada pela Esquadra de Investigação Criminal da Divisão Policial do Funchal esta terça-feira, no âmbito de um inquérito dirigido pelo Ministério Público – DIAP do Funchal por suspeitas da prática do crime de detenção de arma proibida.</p>
<p>Segundo a PSP, o suspeito foi detido durante o cumprimento de um mandado de busca domiciliária e deverá ser presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das respetivas medidas de coação.</p>
<p>Durante a operação, os investigadores apreenderam um conjunto diversificado de armas e componentes relacionados com armamento. Entre o material encontrado estão um arco e nove flechas, uma arma de ar comprimido, uma arma artesanal com lâmina oculta, uma espingarda antiga, uma catana, duas adagas, duas facas e uma estrela de arremesso.</p>
<p>Em comunicado, a PSP refere ainda que foram apreendidos vários carregadores, componentes e acessórios destinados à espingarda G3 FM, um carregador para arma de calibre 9 mm, um medidor de pólvora, material de limpeza de armas e uma elevada quantidade de invólucros e componentes de munições de diferentes calibres, incluindo munições de grandes dimensões, bem como uma fita de munições e respetivos elos metálicos.</p>
<p>As autoridades encontraram igualmente diverso equipamento de uso militar, entre o qual capacetes, cantis, bolsas, um saco de viagem, uma tenda militar, cinturão, porta-carregadores, porta-granadas, uma máscara de proteção NBQ (Nuclear, Biológico e Químico), um megafone militar antigo e outros artigos do mesmo tipo.</p>
<p>A operação permitiu ainda apreender uma granada de gás já deflagrada.</p>
<p>Segundo a PSP, todo o material recolhido será agora sujeito aos respetivos exames periciais, enquanto a investigação prossegue sob a direção do Ministério Público.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795071]]></sapo:autor>
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		<title>Número de passageiros da Carris cresce 3% no primeiro semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:34:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de passageiros transportados pela Carris cresceu 3% no primeiro semestre face ao período homólogo, tendo viajado na empresa municipal de Lisboa cerca de 67 milhões de pessoas nos primeiros seis meses do ano, foi hoje revelado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de passageiros transportados pela Carris cresceu 3% no primeiro semestre face ao período homólogo, tendo viajado na empresa municipal de Lisboa cerca de 67 milhões de pessoas nos primeiros seis meses do ano, foi hoje revelado.</P><br />
<P>&#8220;A Carris registou um crescimento de 3% no número de passageiros transportados no primeiro semestre deste ano, face ao período homólogo. Nos primeiros seis meses do ano, viajaram na Carris cerca de 67 milhões de pessoas, o que representa mais dois milhões de passageiros&#8221;, refere a empresa em comunicado.</P><br />
<P>Ainda segundo a empresa que presta serviço de transporte público urbano de superfície de passageiros em Lisboa (autocarros, elétricos, elevadores e ascensores), os clientes regulares representam cerca de 90% do total dos passageiros transportados.</P><br />
<P>No comunicado, a Carris nota que o crescimento no primeiro semestre foi alcançado apesar de os &#8220;equipamentos históricos se encontrarem, temporariamente, encerrados desde setembro de 2025&#8221;, na sequência do acidente no elevador da Glória.</P><br />
<P>&#8220;Esta evolução reflete um aumento da procura nos segmentos de autocarros e elétricos, num período em que a empresa continua a reforçar a oferta e a investir na melhoria da experiência do cliente&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Ao longo do primeiro semestre, a transportadora &#8220;prosseguiu o plano de modernização, reforçando uma frota cada vez mais eficiente e ambientalmente sustentável&#8221;, e continuou &#8220;a investir no reforço das equipas, através da contratação de novos tripulantes, assegurando uma maior capacidade de resposta às necessidades de mobilidade da cidade&#8221;. </P><br />
<P>Citado no comunicado, o presidente do conselho de administração da Carris, Rui Lopo, considera que &#8220;este resultado confirma a confiança crescente dos passageiros no transporte público e acompanha o ciclo de transformação&#8221; que a empresa está a concretizar, nomeadamente através da renovação da frota, da &#8220;melhoria contínua da qualidade do serviço&#8221;, com a &#8220;inovação da oferta&#8221; e a &#8220;preparação de novos projetos estruturantes de mobilidade para Lisboa&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795076]]></sapo:autor>
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		<title>Uma máquina proibida numa obra ilegal, uma faísca e 50 mil hectares consumidos: assim nasceu o maior incêndio da história de Espanha</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/uma-maquina-proibida-numa-obra-ilegal-uma-faisca-e-50-mil-hectares-consumidos-assim-nasceu-o-maior-incendio-da-historia-de-espanha/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Fogo já consumiu mais de 50 mil hectares na Serra de Gredos, na província de Ávila]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma única faísca terá sido suficiente para desencadear o maior incêndio florestal alguma vez registado em Espanha. Segundo avança o &#8216;El Mundo&#8217;, o fogo que já consumiu mais de 50 mil hectares na Serra de Gredos, na província de Ávila, começou quando um martelo hidráulico utilizado numa obra sem licença atingiu a rocha e projetou faíscas sobre a vegetação seca.</p>
<p>O incêndio deflagrou na passada quarta-feira, por volta das 13h00, enquanto uma máquina de oito toneladas realizava trabalhos para abrir um novo ramal de uma estrada florestal em Burgohondo. De acordo com a investigação citada pelo jornal espanhol, a intervenção estava proibida devido ao risco extremo de incêndio, mas prosseguia há vários dias.</p>
<p>A obra destinava-se a criar um acesso até à serra onde pasta o gado de agricultores locais e terá sido encomendada pela Associação de Pastoreio Sierra Umbrías de Burgohondo. A Guardia Civil deteve o operador da máquina, suspeito de ter provocado o incêndio de forma negligente, e interrogou também o presidente da associação, que admitiu ter contratado os trabalhos.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Mundo&#8217;, os primeiros bombeiros a chegar ao local ouviram o operador admitir que tinha sido a máquina a dar origem ao incêndio. O jornal revela ainda que teve acesso a imagens captadas nos primeiros minutos, nas quais são visíveis as marcas recentes da obra na estrada florestal e a alfaia utilizada pelo veículo pesado.</p>
<p>As chamas propagaram-se rapidamente por uma zona coberta de arbustos e giestas, avançando para uma ravina de difícil acesso. Os bombeiros solicitaram de imediato meios aéreos, mas a visibilidade reduzida pelo fumo e a escassez de aviões-cisterna e helicópteros dificultaram o ataque inicial ao fogo, permitindo que este ganhasse dimensão.</p>
<p>O responsável pela empresa que executava os trabalhos recusou prestar declarações ao &#8216;El Mundo&#8217; e apagou entretanto as imagens da empresa das redes sociais.</p>
<p>Apesar da evolução favorável registada nas últimas horas, o incêndio continua ativo. As autoridades de Castela e Leão indicaram que a noite foi tranquila e que o fogo praticamente não progrediu, embora persistam alguns focos isolados.</p>
<p>O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, afirmou esta quarta-feira que as próximas 12 horas serão &#8220;cruciais&#8221; para consolidar a melhoria da situação. Segundo o governante, continuam ativos dez incêndios florestais em Espanha, embora as condições estejam a evoluir favoravelmente.</p>
<p>Nos últimos dias, os grandes incêndios obrigaram à retirada de cerca de 36 mil pessoas das suas casas nas regiões de Madrid, Ávila e Castellón. No conjunto destes fogos, a área ardida já ultrapassa os 89 mil hectares.</p>
<p>Entretanto, a Guardia Civil continua também a investigar outros incêndios suspeitos. Em Ponferrada, na província de León, um homem de 42 anos ficou em prisão preventiva por alegadamente ter ateado três fogos em poucos minutos, colocando em risco várias zonas de pastagem e obrigando à intervenção dos bombeiros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795064]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Regulador norte-americano pede inspeção de 453 aviões Boeing por defeito nos assentos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/regulador-norte-americano-pede-inspecao-de-453-avioes-boeing-por-defeito-nos-assentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Administração Federal de Aviação (FAA) pediu a inspeção dos assentos de 453 aviões Boeing 737 Max registados nos Estados Unidos, após identificar um possível defeito de instalação que poderá aumentar o risco de lesões em caso de acidente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Administração Federal de Aviação (FAA) pediu a inspeção dos assentos de 453 aviões Boeing 737 Max registados nos Estados Unidos, após identificar um possível defeito de instalação que poderá aumentar o risco de lesões em caso de acidente.</P><br />
<P>A diretiva do regulador norte-americano determina a realização de uma &#8220;inspeção detalhada dos encaixes dos trilhos de cada conjunto de assentos de passageiros, tanto do lado esquerdo como do direito, para verificar se a instalação foi efetuada corretamente&#8221;.</P><br />
<P>Se não for corrigido, este problema poderá fazer com que um assento saia das guias em caso de aumento da carga, turbulência ou aterragem de emergência, o que representa um risco de lesões para os passageiros ou para a tripulação, podendo bloquear um corredor, o que, por sua vez, atrasaria a evacuação, assinalou a entidade americana.</P><br />
<P>Contudo, ainda não é claro se os operadores deste modelo noutras partes do mundo também serão afetados, embora os reguladores de outros mercados costumem seguir o exemplo da FAA, tal como informou a Bloomberg.</P><br />
<P>Em resposta, a Boeing afirmou num comunicado que já tinha emitido diretrizes aos operadores sobre esta questão em dezembro de 2025 e que apoia que o regulador torne estas diretrizes obrigatórias.</P><br />
<P>Na terça-feira, a Boeing anunciou um prejuízo líquido de 435 milhões de dólares (cerca de 381 milhões de euros) no primeiro semestre, uma melhoria face aos 643 milhões de euros negativos do mesmo período de 2025.</P><br />
<P>Nos primeiros seis meses do ano, o volume de negócios da Boeing aumentou de 4.532 milhões de dólares (cerca de 3.979 milhões de euros) relativamente ao mesmo período de 2025, fixando-se nos 46.777 milhões de dólares (cerca de 41.072 milhões de euros). </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795070]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Prometeu cerveja grátis no dia da morte de Trump. Agora vai perder a licença para vender álcool</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão resulta da entrada de cerveja enlatada proveniente do Illinois sem as autorizações exigidas pela legislação estadual]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um bar no estado norte de Wisconsin, nos Estados Unidos, está prestes a perder a licença para vender bebidas alcoólicas depois de uma sucessão de polémicas envolvendo o presidente Donald Trump. Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, as autoridades estaduais notificaram a Minocqua Brewing Company de que a licença será revogada a partir de 4 de agosto.</p>
<p>De acordo com o Departamento de Receita do Wisconsin, citado pela publicação espanhola, a decisão resulta da entrada de cerveja enlatada proveniente do Illinois sem as autorizações exigidas pela legislação estadual.</p>
<p>No entanto, a cervejaria tornou-se conhecida muito antes deste processo administrativo, depois de ter prometido, numa publicação nas redes sociais, oferecer cerveja gratuita durante todo o dia quando Donald Trump morresse. A mensagem, divulgada a 22 de janeiro, não mencionava explicitamente o nome do presidente, mas a referência era considerada evidente.</p>
<p>Meses depois, na sequência da tentativa de assassinato de Trump durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, em abril, a empresa voltou a gerar controvérsia ao escrever nas redes sociais: &#8220;Bem, quase conseguimos o #DiaDaCervejaGrátis.&#8221;</p>
<p>A Minocqua Brewing Company pertence ao ativista de esquerda Kirk Bangstad, que garante não ter intenção de desistir do negócio. Em comunicado, citado pelo &#8217;20 Minutos&#8217;, prometeu lutar contra a decisão das autoridades.</p>
<p>&#8220;Terão de me arrastar para fora dos meus bares antes de eu deixar de vender cerveja aos progressistas sedentos que nos visitam.&#8221;</p>
<p>Bangstad apelou ainda aos clientes para contribuírem para um fundo destinado a suportar os custos legais da batalha judicial que pretende travar contra a revogação da licença.</p>
<p>Embora a empresa associe o caso a uma perseguição política, as autoridades do Wisconsin sustentam que a decisão se baseia exclusivamente em alegadas infrações relacionadas com o transporte e comercialização de bebidas alcoólicas provenientes de outro estado.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795054]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Um quarto dos créditos à habitação própria foi contratado com garantia do Estado desde janeiro de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um quarto dos contratos de crédito assinados de janeiro de 2025 a junho de 2026 para a compra de habitação própria foram celebrados com recurso à garantia do Estado, segundo o Banco de Portugal (BdP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um quarto dos contratos de crédito assinados de janeiro de 2025 a junho de 2026 para a compra de habitação própria foram celebrados com recurso à garantia do Estado, segundo o Banco de Portugal (BdP).</p>
<p>O número de contratos celebrados entre os bancos e clientes particulares para a compra de habitação própria e permanente através do regime da garantia pública para os jovens até aos 35 anos aumentou 13,5% no segundo trimestre deste ano em relação ao anterior, tendo sido formalizados 7.776 contratos num total de 1.730,9 milhões de euros.</p>
<p>Ao todo, desde que os jovens puderam aceder a este incentivo em que o Estado presta uma fiança que cobre até 15% do valor da transação do imóvel, a partir de janeiro de 2025, foram celebrados 40.148 contratos com garantia, que correspondem a 25% de todos os contratos formalizados durante um ano e meio, de janeiro de 2025 a junho de 2026, indicam os dados do BdP.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795065]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Montenegro e Carneiro reúnem-se hoje à tarde em São Bento sobre polémicas com Luís Neves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro e o secretário-geral do PS reúnem-se hoje à tarde em São Bento sobre as polémicas em torno do ministro da Administração Interna, adiantou à Lusa fonte socialista, sem indicar uma hora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro e o secretário-geral do PS reúnem-se hoje à tarde em São Bento sobre as polémicas em torno do ministro da Administração Interna, adiantou à Lusa fonte socialista, sem indicar uma hora.</P><br />
<P>Esta reunião, que decorrerá na residência oficial do primeiro-ministro, foi pedida pelo líder do PS, José Luís Carneiro, que disse, na terça-feira, querer ouvir de Luís Montenegro &#8220;esclarecimentos sobre todos os factos&#8221; a envolver o ministro da Administração Interna, Luís Neves.</P><br />
<P>&#8220;Em função desses esclarecimentos, tomarei uma decisão de transmitir ao primeiro-ministro aquela que é a posição do PS&#8221;, disse ainda.</P><br />
<P>A realização hoje desta reunião foi avançada pelo canal de televisão Now.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS // ACL</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795066]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Várias zonas de Manteigas sem água durante a noite para recuperar nível de reservatório</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/varias-zonas-de-manteigas-sem-agua-durante-a-noite-para-recuperar-nivel-de-reservatorio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Manteigas está a efetuar interrupções programadas no abastecimento de água na zona norte da sede do concelho na sequência da redução do caudal das nascentes que abastecem um dos reservatórios que servem aquela vila.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Manteigas está a efetuar interrupções programadas no abastecimento de água na zona norte da sede do concelho na sequência da redução do caudal das nascentes que abastecem um dos reservatórios que servem aquela vila.</p>
<p>A medida entrou em vigor na noite de terça-feira e os cortes do serviço vão decorrer diariamente entre as 22:00 e as 06:00 para permitir a recuperação dos níveis de água no reservatório.</p>
<p>&#8220;Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para proteger essas nascentes e para recuperar caudal noutras fontes, o que nos permitiu manter o reservatório acima dos 95% da capacidade até 20 de julho&#8221;, explicou o presidente da Câmara de Manteigas, Flávio Massano, numa comunicação aos munícipes, a que a agência Lusa teve acesso.</p>
<p>O autarca independente lembrou que o sistema de abastecimento da vila é alimentado por sete depósitos, dois dos quais, os da Carvalheira e Picoto, asseguram o fornecimento a cerca de 35% da população e &#8220;estão em rotura&#8221;.</p>
<p>Flávio Massano adiantou que os cortes programados durante a noite têm como objetivo recuperar os níveis do reservatório da Carvalheira.</p>
<p>Segundo o autarca, a origem do problema remonta ao deslizamento de terras ocorrido em fevereiro na mata da Carvalheira, que destruiu duas das principais nascentes que alimentavam aquele reservatório.</p>
<p>&#8220;Neste momento, a água que entra no reservatório já não é suficiente para o consumo que estamos a registar, porque o consumo diário aumentou significativamente face ao ano passado&#8221;, afirmou.</p>
<p>O presidente da Câmara de Manteigas, no distrito da Guarda, adiantou que, em agosto de 2025, o reservatório da Carvalheira registava um consumo médio de 388 mil litros por dia.</p>
<p>&#8220;Em julho deste ano, essa média subiu para cerca de 520 mil litros. Este aumento não se explica apenas pela perda das nascentes. Há um crescimento evidente no consumo e pode também haver roturas na rede que ainda não foram identificadas&#8221;, admitiu.</p>
<p>Flávio Massano acrescentou que cortar o abastecimento de água durante a noite &#8220;não é uma decisão fácil, nem foi tomada de ânimo leve&#8221;.</p>
<p>&#8220;É a medida que temos ao nosso alcance para permitir que o depósito recupere o nível necessário, evitando que a situação se agrave ao ponto em que o abastecimento fique comprometido para todos durante todo o dia&#8221;, justificou o presidente da Câmara.</p>
<p>A situação está a ser acompanhada pelas equipas da Águas do Vale do Tejo (AdVT), da autarquia e da empresa intermunicipal APAL &#8212; Águas Públicas em Altitude, que já estão a monitorizar o sistema e a procurar eventuais roturas na rede.</p>
<p>O autarca também apelou à colaboração da população para comunicar possíveis fugas de água.</p>
<p>&#8220;Não posso, esta noite, garantir-vos uma data certa para o fim dos cortes, mas posso assegurar-vos que a situação está a ser tratada com a seriedade que ela exige por equipas competentes e que manteremos uma comunicação próxima e constante convosco&#8221;, afirmou.</p>
<p>Entretanto, o município alertou a população que poderá haver alterações temporárias na pressão da água ou alguma turvação, aquando da reposição do abastecimento, &#8220;que deverão normalizar poucos minutos depois&#8221;.</p>
<p>Também apelou à compreensão dos munícipes afetados para os constrangimentos causados por uma situação que classificou de &#8220;grande exigência&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795055]]></sapo:autor>
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		<title>Procura por elétricos dispara 68,7%: Tesla continua a liderar, mas marcas chinesas &#8216;conquistam&#8217; cada vez mais portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:06:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[standvirtual]]></category>
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					<description><![CDATA[Standvirtual afirma que a procura por veículos 100% elétricos (BEV) aumentou 68,7% no primeiro semestre de 2026 face ao mesmo período do ano passado, representando já 17,3% de todas as pesquisas realizadas na plataforma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continua a reforçar a sua posição entre os mercados europeus mais apostados na mobilidade elétrica. Em comunicado, o Standvirtual afirma que a procura por veículos 100% elétricos (BEV) aumentou 68,7% no primeiro semestre de 2026 face ao mesmo período do ano passado, representando já 17,3% de todas as pesquisas realizadas na plataforma.</p>
<p>Segundo a empresa, este desempenho coloca Portugal como o segundo mercado mais eletrificado da Europa, apenas atrás da Noruega.</p>
<p>Um dos momentos que mais marcou o semestre ocorreu durante o primeiro mês do conflito entre o Irão e os Estados Unidos. Em comunicado, o Standvirtual indica que a incerteza em torno da evolução dos preços dos combustíveis levou a um aumento imediato do interesse pelos elétricos, com uma em cada quatro pesquisas realizadas na plataforma a incidir sobre veículos 100% elétricos. Até então, essa proporção era de cerca de uma em cada sete pesquisas.</p>
<p>A empresa refere que esta evolução acompanha a transformação do mercado automóvel nacional. No segmento dos automóveis novos, foram matriculados 136.863 ligeiros de passageiros nos primeiros seis meses do ano, um crescimento de 10,5% face ao primeiro semestre de 2025. Só em junho, os elétricos representaram 29% das matrículas, tornando-se a motorização mais escolhida, à frente dos híbridos (24%), dos modelos a gasolina (21%) e a gasóleo (15%).</p>
<p>Também as importações seguem a mesma tendência. Segundo o Standvirtual, entraram em Portugal 67.264 veículos durante o primeiro semestre, mais 16,3% do que no período homólogo. Pela primeira vez, os veículos eletrificados representam 44% das importações, ultrapassando os automóveis a gasolina (29%) e os modelos a gasóleo (27%).</p>
<p>Mercado de usados mantém equilíbrio</p>
<p>Em comunicado, a plataforma refere que o mercado de usados registou um ligeiro abrandamento da dinâmica de mercado em junho (-1,5%), mas garante que isso não significa uma quebra da procura.</p>
<p>Ao longo do primeiro semestre, a procura de usados aumentou 11%, enquanto a oferta cresceu 12%, mantendo o indicador Market Days Supply abaixo dos 70 dias, o que, segundo a empresa, demonstra um equilíbrio entre compradores e vendedores.</p>
<p>Relativamente aos preços, o valor médio da oferta aproximou-se dos 26 mil euros em junho. No entanto, o Standvirtual sublinha que este aumento resulta sobretudo da entrada de veículos de gama mais elevada no mercado e que, comparando modelos equivalentes, os preços continuam a evidenciar uma tendência de descida.</p>
<p>Entre os usados mais visualizados na plataforma durante o primeiro semestre, o Mercedes-Benz Classe E e o Mercedes-Benz Classe GLC lideram o ranking, seguidos pelo Tesla Model 3. Já entre os elétricos, o Tesla Model 3 continua a ser o modelo mais procurado, à frente do BMW i3 e do Tesla Model Y.</p>
<p>Marcas chinesas ganham terreno</p>
<p>Outra das tendências destacadas pela empresa é o crescimento das marcas chinesas em Portugal. Em comunicado, o Standvirtual refere que estas marcas aumentaram a sua presença na oferta da plataforma de 0,56% para 1,43% num ano, enquanto a procura passou de 0,96% para 1,84%.</p>
<p>No segmento dos veículos 100% elétricos, as marcas chinesas representam já cerca de 9% da oferta e da procura, o equivalente a quase um em cada dez automóveis elétricos pesquisados na plataforma. Segundo a empresa, MG e BYD concentram mais de 84% desta oferta, embora fabricantes como Aion, Leapmotor, Omoda e Jaecoo estejam também a ganhar expressão no mercado português.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795033]]></sapo:autor>
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		<title>A receita para desaparecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:06:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[ERA]]></category>
		<category><![CDATA[Receita]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Pedro Amendoeira, partner da ERA Group]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Por Pedro Amendoeira, partner da ERA Group</strong></em></p>
<p>Em maio, uma histórica marca de cerveja, com mais de 170 anos de existência, encerrou a sua atividade. Durante décadas, a Schlitz foi a maior cervejeira no mercado mundial. Ainda assim, arriscaria dizer que a maioria das pessoas já não reconhece este nome. Eu próprio, até há pouco tempo, também não.</p>
<p>Foi líder mundial a partir de 1934 e assim se manteve até meados dos anos 50, quando foi ultrapassada pela Budweiser. Não obstante, no início dos anos 70 continuava a disputar o título de cerveja mais bebida do mundo. Foi então que o seu presidente na época, Robert Uihlein Jr., decidiu alterar os ingredientes e o processo de produção para reduzir custos. Esta decisão acabou por comprometer a qualidade e a consistência que distinguiam a marca.</p>
<p>Com uma única decisão, esta cerveja histórica, que durante gerações conquistou a fidelidade dos consumidores pelo seu sabor e identidade, entrou num processo de declínio do qual nunca conseguiu recuperar. E, quando tentou reagir, já era tarde. Novas formulações, campanhas publicitárias cada vez mais desesperadas e longas greves. A empresa acabou por ser desmantelada e vendida aos concorrentes. A marca Schlitz sobreviveu ainda durante algum tempo, de mão em mão, mas o declínio tornou-se irreversível.</p>
<p>Como se arruinar uma marca em nome de uma redução de custos não bastasse, a empresa conseguiu um duplo feito.</p>
<p>Pouco antes de adulterar a Schlitz, tinha feito o mesmo com outra cerveja do seu portefólio: a havaiana Primo. Numa tentativa de reduzir custos, deixou de a produzir integralmente no Havai e passou a enviar mosto desidratado da Califórnia para fermentação nas ilhas. Os consumidores perceberam a diferença, o novo sabor não convenceu e a quota de mercado da Primo caiu de cerca de 70% para 20%. A empresa ainda retomou o processo de produção original, mas era demasiado tarde. As vendas nunca mais recuperaram.</p>
<p>Se há uma lição a retirar desta história, é que cortar custos sem perguntar exatamente o que se está a abdicar, pode ser o erro mais caro que uma empresa comete. Porque, muitas vezes, aquilo que se poupa no imediato corrói o que é verdadeiramente importante e, geralmente, os seus efeitos só se refletem no balanço mais tarde.</p>
<p>A Schlitz poupou no malte. Acabou por perder a marca, os clientes e, por fim, a própria empresa.</p>
<p>No entanto, de forma menos evidente e menos fatal do que na Schlitz, o corte precipitado e reativo de custos é comum a muitas organizações. Reduzir no pessoal qualificado que depois faz falta, na inovação que permite preparar o futuro, na campanha que gera vendas, nas regalias que sustentam a motivação de uma equipa, pode ter reflexo positivo no balanço imediato. Mas o impacto dessas decisões tende a revelar-se muito mais negativo a médio e longo prazo.</p>
<p>Uma boa gestão de custos é essencial. O verdadeiro desafio está em saber onde e quando cortar. Não existem fórmulas universais, mas há princípios que podem orientar essa decisão.</p>
<p>Um deles é gastar com propósito. Idealmente, cada euro investido deve contribuir para os objetivos estratégicos da organização e gerar o maior valor possível. Tudo o que excede esse objetivo é desperdício. Mas gastar menos do que o necessário pode ser igualmente perigoso. Foi precisamente esse o erro que ditou o declínio da Schlitz.</p>
<p>Antes de fechar o ciclo e encerrar definitivamente a produção, foi lançado um último lote comemorativo, recuperando a receita original de 1948. Foi tarde.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Opinião de Pedro Amendoeira, partner da ERA Group]]></sapo:autor>
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		<title>Nova ameaça no Mar Vermelho: Como a próxima guerra pode já estar a nascer no Corno de África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:06:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O estreito de Bab el-Mandeb, uma das passagens marítimas mais estratégicas do planeta, volta a estar no centro das preocupações internacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estreito de Bab el-Mandeb, uma das passagens marítimas mais estratégicas do planeta, volta a estar no centro das preocupações internacionais. Se os ataques dos rebeldes huthis contra navios mercantes e infraestruturas petrolíferas sauditas já tinham demonstrado a vulnerabilidade desta rota, os riscos deixaram de estar limitados ao Iémen. Do outro lado do Mar Vermelho, a crescente instabilidade no Corno de África está a transformar-se numa ameaça cada vez mais séria para o comércio internacional, para o abastecimento energético e para a segurança europeia, à medida que vários conflitos regionais começam a cruzar-se e a envolver potências do Médio Oriente.</p>
<p>O momento é particularmente delicado. A recente guerra entre os Estados Unidos e o Irão voltou a expor a fragilidade do estreito de Ormuz, reforçando o interesse em rotas alternativas para a exportação de petróleo. Nesse contexto, o Mar Vermelho ganhou ainda maior importância estratégica. Entre abril e maio, a Arábia Saudita exportou entre três e quatro milhões de barris de petróleo por dia através desta via marítima, praticamente o dobro do volume que atravessou Bab el-Mandeb ao longo de 2024. A tendência poderá intensificar-se com projetos destinados a reduzir a dependência de Ormuz, como a expansão do oleoduto Este-Oeste saudita ou a ligação proposta entre o Iraque e o porto jordaniano de Aqaba.</p>
<p>Durante os últimos meses, os huthis demonstraram como um grupo armado pode perturbar uma das mais importantes artérias do comércio mundial através da utilização de drones, mísseis e embarcações não tripuladas. No entanto, a principal preocupação deixou de ser exclusivamente o conflito iemenita. Segundo a análise, os conflitos no Sudão, na Etiópia, na Eritreia e na Somália começam a convergir, criando um cenário de instabilidade regional com potencial para afetar diretamente a navegação internacional.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a pirataria somali volta a ganhar força após vários anos de relativa contenção. Entre abril e maio foram sequestrados três navios no Golfo de Áden, incluindo dois petroleiros, um número superior ao registado durante os cinco anos anteriores em conjunto. Os investigadores alertam ainda para o crescente envolvimento do grupo extremista Al-Shabab, que terá reforçado o apoio às redes de piratas, aumentando significativamente o risco para o tráfego marítimo.</p>
<p>A proliferação de drones de baixo custo constitui outro fator de preocupação. A facilidade de acesso a esta tecnologia permite que tanto Estados como grupos armados consigam atacar embarcações ou infraestruturas críticas com investimentos reduzidos. Embora nenhum grupo tenha ainda reproduzido totalmente a estratégia utilizada pelos huthis, o Estado Islâmico na Somália realizou, em janeiro, o seu primeiro ataque conhecido com drones em Puntland, enquanto diversos relatórios indicam que o Al-Shabab já utiliza estas aeronaves para missões de reconhecimento e propaganda.</p>
<p><strong>Sudão, Etiópia e Eritreia aproximam-se de um conflito regional</strong><br />
Uma das maiores preocupações identificadas prende-se com a crescente ligação entre a guerra civil no Sudão e a rivalidade entre a Etiópia e a Eritreia. O conflito sudanês, que opõe as Forças Armadas Sudanesas (SAF) às Forças de Apoio Rápido (RSF), deixou de ser um confronto isolado, provocando deslocações massivas de população e aumentando a instabilidade nos países vizinhos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, Adis Abeba continua determinada em garantir acesso direto ao Mar Vermelho através do porto eritreu de Assab, enquanto Asmara reforça as ligações com dirigentes tigré e outros grupos opositores ao Governo etíope. Esta rivalidade estende-se cada vez mais ao território sudanês. Segundo vários relatórios, existe uma crescente coordenação entre forças tigré, o Exército sudanês e a Eritreia no leste do Sudão, enquanto as RSF terão recebido apoio etíope no estado do Nilo Azul.</p>
<p>A situação poderá tornar-se ainda mais complexa devido à instabilidade no Sudão do Sul, onde o Governo enfrenta uma insurgência crescente da comunidade nuer. A eventual abertura de uma nova frente nesta vasta região fronteiriça poderá transformar toda a zona num foco de conflito prolongado.</p>
<p>Qualquer escalada entre Etiópia e Eritreia dificilmente ficará limitada aos dois países. O Egito mantém uma forte aliança com a Eritreia e com as Forças Armadas sudanesas, motivada, entre outros fatores, pela oposição à Grande Barragem do Renascimento Etíope, considerada pelo Cairo uma ameaça estratégica ao abastecimento de água do país.</p>
<p><strong>Potências do Médio Oriente alimentam rivalidades</strong><br />
O conflito regional é igualmente alimentado pelas diferentes alianças estabelecidas pelas principais potências do Médio Oriente. Egito, Turquia e Arábia Saudita apoiam politicamente as Forças Armadas sudanesas e a Eritreia. Em sentido inverso, os Emirados Árabes Unidos — e, em menor grau, Israel — mantêm relações próximas com a Etiópia e com as Forças de Apoio Rápido, apesar das negações oficiais.</p>
<p>Segundo a análise, este apoio externo poderá incentivar os diferentes atores locais a sobrestimar as suas capacidades militares, aumentando o risco de um conflito regional de maiores dimensões que coloque diretamente em causa a segurança do Mar Vermelho.</p>
<p><strong>Somália transforma-se no segundo grande foco de tensão</strong><br />
A Somália surge como o segundo grande eixo de instabilidade. Tal como acontece entre o Sudão, a Etiópia e a Eritreia, as divisões internas cruzam-se com rivalidades geopolíticas mais amplas.</p>
<p>Em dezembro de 2025, Israel reconheceu oficialmente a independência da Somalilândia, território separatista apoiado pelos Emirados Árabes Unidos. Ambos assinaram acordos de cooperação em matéria de segurança, treino militar e partilha de informações, estando igualmente prevista uma presença militar israelita limitada na base de Berbera, atualmente em expansão pelos Emirados.</p>
<p>A visita do Presidente da Somalilândia, Abdirahman Irro, a Israel, no final de junho, veio reforçar a aproximação entre ambas as partes.</p>
<p>A resposta de Mogadíscio foi imediata. O Governo somali rompeu relações diplomáticas e de segurança com os Emirados Árabes Unidos e aprofundou a cooperação militar com a Arábia Saudita, o Qatar e a Turquia. Em janeiro, Ancara chegou mesmo a destacar caças F-16 para a capital somali.</p>
<p>Paralelamente, Abu Dhabi continua a apoiar Puntland e Jubaland, dois estados federados que romperam relações com o Governo central em 2024, defendendo maior autonomia.</p>
<p><strong>Crise política interna agrava cenário</strong><br />
A instabilidade agravou-se em março deste ano, quando o Presidente Hassan Sheikh Mohamud decidiu prolongar por mais um ano os mandatos presidencial e parlamentar, ultrapassando o termo inicialmente previsto para 15 de maio.</p>
<p>A oposição, incluindo os líderes de Puntland e Jubaland, rejeitou a decisão e exigiu novas eleições. Depois do fracasso das negociações, forças governamentais e grupos ligados à oposição envolveram-se em confrontos armados em Mogadíscio nos dias 3 e 4 de junho, reeditando a violência observada durante o processo eleitoral de 2020-2021.</p>
<p>Embora o forte dispositivo militar do Governo torne improvável uma mudança de poder pela força na capital, os especialistas alertam que os confrontos poderão intensificar-se noutras regiões, sobretudo no norte do país.</p>
<p><strong>Sanaag torna-se território estratégico</strong><br />
A região de Sanaag, situada na costa do Golfo de Áden, é apontada como um dos locais mais sensíveis.</p>
<p>Desde que declarou unilateralmente a independência em 1991, a Somalilândia controla grande parte deste território. No entanto, os clãs locais e Puntland contestam essa autoridade há décadas. Em 2023, o subclã Dhulbahante derrotou militarmente as forças da Somalilândia, levando Mogadíscio a apoiar posteriormente a criação de um novo estado que abrangeria áreas reclamadas tanto pela Somalilândia como por Puntland.</p>
<p>A seca prolongada agravou igualmente as disputas pelos recursos naturais, aprofundando as divisões entre os diferentes subclãs e criando oportunidades para a intervenção de potências estrangeiras.</p>
<p>Segundo diversos relatos, a Turquia pretende estabelecer presença militar em Lasqoray, principal cidade costeira de Sanaag, enquanto Mogadíscio procura conquistar o apoio de líderes locais descontentes com o Governo de Puntland, admitindo inclusivamente um eventual destacamento do Exército para território controlado pela Somalilândia.</p>
<p><strong>Piratas e grupos jihadistas podem beneficiar da instabilidade</strong><br />
Os especialistas alertam que uma escalada militar nesta região abriria espaço para grupos criminosos e organizações extremistas.</p>
<p>Além das redes de pirataria, operam igualmente no norte da Somália o Estado Islâmico e o Al-Shabab, ambos reforçados no último ano com armamento alegadamente proveniente dos huthis através do Mar Vermelho.</p>
<p>O ressurgimento simultâneo da pirataria, do terrorismo jihadista e das rivalidades geopolíticas poderá transformar novamente o Golfo de Áden num dos pontos mais perigosos da navegação mundial.</p>
<p><strong>Europa enfrenta riscos económicos e energéticos</strong><br />
Qualquer perturbação significativa em Bab el-Mandeb teria consequências muito para além da região.</p>
<p>Os principais afetados seriam os importadores europeus de energia e as economias dependentes das exportações, numa altura em que o continente continua a recuperar dos impactos económicos provocados pelas anteriores crises energéticas.</p>
<p>Segundo a análise, a União Europeia não pode continuar a limitar-se ao papel de grande financiadora da ajuda internacional, devendo combinar instrumentos diplomáticos com uma presença de segurança mais robusta.</p>
<p><strong>Bruxelas é chamada a reforçar presença militar</strong><br />
Atualmente, a União Europeia mantém duas missões navais na região: a operação Atalanta, criada para combater a pirataria somali, e a missão Aspides, destinada a proteger a navegação dos ataques huthis.</p>
<p>Contudo, ambas foram concebidas para cenários de ameaça distintos dos atuais.</p>
<p>Os especialistas defendem que Bruxelas deveria reforçar o destacamento naval e alargar o mandato destas operações para incluir ações ofensivas, particularmente contra o Al-Shabab e o Estado Islâmico na Somália, fortalecendo simultaneamente o combate à pirataria e aumentando a capacidade de dissuasão europeia.</p>
<p>Ao mesmo tempo, sugerem que os países europeus tranquilizem parceiros como a Arábia Saudita e o Djibuti, deixando claro que uma eventual ampliação das missões não implicaria operações ofensivas contra os huthis.</p>
<p><strong>Mais diálogo político e pressão diplomática</strong><br />
A análise conclui igualmente que a União Europeia deverá aumentar o envolvimento político junto da Somalilândia, Puntland e do Governo federal somali, utilizando os instrumentos de segurança e desenvolvimento para favorecer processos de desescalada.</p>
<p>Os autores defendem ainda uma coordenação mais estreita com os Estados Unidos e o Reino Unido, que desempenharam anteriormente papéis relevantes na mediação dos conflitos eleitorais somalis e nas operações contra o Estado Islâmico.</p>
<p>Por fim, Bruxelas deverá exercer maior pressão diplomática sobre os principais atores do Médio Oriente. A competição entre o bloco formado por Arábia Saudita, Egito e Turquia, por um lado, e Emirados Árabes Unidos e Israel, por outro, está a alimentar vários dos conflitos no Corno de África. Segundo a análise, a União Europeia, juntamente com Alemanha, França, Itália, Espanha, Reino Unido e, quando possível, os Estados Unidos, deverá deixar claro que qualquer apoio militar direto à Etiópia, Eritreia ou aos diferentes intervenientes no norte da Somália, caso ocorra uma escalada regional, terá consequências imediatas nas relações políticas e diplomáticas.</p>
<p>A principal conclusão é clara: os conflitos dispersos do Corno de África estão a convergir para uma única crise com potencial para comprometer a segurança do Mar Vermelho e uma das rotas comerciais mais importantes do planeta. Para os autores, a Europa ainda dispõe de margem para evitar esse cenário, mas o tempo para agir está a diminuir rapidamente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795037]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Atendimentos telefónicos da Linha SNS 24 aumentaram 58,9% entre 2024 e 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 11:05:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de atendimentos da Linha SNS24 aumentou 58,9%, entre 2024 e 2025, um aumento acompanhado pelo agravamento dos tempos de espera, com algumas chamadas a aguardarem mais de 30 minutos no ano passado, foi hoje revelado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de atendimentos da Linha SNS24 aumentou 58,9%, entre 2024 e 2025, um aumento acompanhado pelo agravamento dos tempos de espera, com algumas chamadas a aguardarem mais de 30 minutos no ano passado, foi hoje revelado.</p>
<p>Os números constam de um estudo da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) hoje publicado que analisa o impacto do projeto &#8216;Ligue Antes, Salve Vidas&#8217; no acesso a cuidados de saúde.</p>
<p>Lançado pela Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS) em 2023 como projeto-piloto e atualmente em vigor na generalidade dos hospitais públicos, o projeto visa diminuir a pressão nas urgências.</p>
<p>O estudo revela que, entre 2024 e 2025, o número de chamadas telefónicas atendidas pelo Serviço de Triagem, Aconselhamento e Encaminhamento (STAE), da Linha SNS 24, que abrange os atendimentos realizados no âmbito do projeto &#8220;Ligue antes, salve vidas&#8221;, aumentou 58,9%.</p>
<p>A ERS conclui no entanto que &#8220;o aumento da utilização da Linha SNS 24 foi acompanhado por um agravamento dos tempos de espera para atendimento telefónico, tendo-se observado um aumento significativo das chamadas com espera superior a 30 minutos em 2025&#8221;, conforme se lê nas conclusões do estudo partilhado com a agência Lusa.</p>
<p>Se em 2024 o número de chamadas com espera superior a 30 minutos era de 58.525, em 2025 esse número subiu para 466.751.</p>
<p>Relativamente à orientação clínica da Linha SNS 24, a entidade destaca um aumento de 3,7 pontos percentuais &#8211; entre o último trimestre de 2024 e igual período de 2025 &#8211; dos encaminhamentos para Cuidados de Saúde Primários (CSP) e uma redução de 1,9 dos encaminhamentos para autocuidados.</p>
<p>Os dados revelam ainda que, embora a maioria dos encaminhamentos da Linha SNS 24 para CSP tenha resultado em agendamento de consulta, houve uma redução da percentagem de episódios com agendamento efetivo de consultas aberta e um aumento das situações que resultaram em teleconsulta.</p>
<p>Já no que diz respeito a encaminhamentos da Linha SNS 24 para cuidados de saúde hospitalares, a ERS refere que se obtiveram níveis muito elevados de referenciação para Serviço de Urgência (SU) ou consulta aberta hospitalar, com valores iguais ou próximos dos 100%.</p>
<p>&#8220;Ainda assim, observou-se em 2025 um aumento de situações de recusa dos utentes (mais 0,7 pontos percentuais) e de episódios sem referenciação por constrangimentos técnicos (mais 0,1%), embora permanecendo residuais, em termos relativos&#8221;, conclui a entidade.</p>
<p>A ERS também analisou a adequação da orientação clínica e concluiu que &#8220;uma reduzida percentagem de consultas não programadas, com origem em referenciação na Linha SNS 24, culminou em referenciação subsequente para SU&#8221;.</p>
<p>Em contraste, em 2025 foi observado um aumento dos episódios referenciados para SU que, após triagem hospitalar, foram reencaminhados para CSP, particularmente nos episódios classificados com prioridade &#8220;Pouco Urgente&#8221; (6,2%) e &#8220;Não Urgente&#8221; (16,8%).</p>
<p>&#8220;Os dados evidenciam um aumento muito significativo da utilização dos CSP. Apesar de a Linha SNS 24 manter predominância enquanto principal via de encaminhamento, em 2025 observou-se uma redução progressiva da sua proporção relativa no total de consultas não programadas, acompanhada pelo aumento dos episódios agendados diretamente pelos utentes ou por outras vias, o que poderá refletir uma adaptação progressiva dos utentes ao novo modelo organizacional&#8221;, conclui a ERS que elogia a resposta dos CSP.</p>
<p>&#8220;Apesar do aumento expressivo da procura, os CSP mantiveram elevada capacidade de resposta, assegurando tempos reduzidos de espera para consulta não programada, com mais de 90% das consultas a serem realizadas em menos de 24 horas após referenciação&#8221;, refere.</p>
<p>A ERS também aponta para uma &#8220;alteração de padrão&#8221;, nos episódios de urgência por origem de admissão, concluindo que houve uma redução de 16,4 pontos percentuais na proporção de episódios realizados por iniciativa do utente entre o primeiro trimestre de 2024 e o último trimestre de 2025.</p>
<p>E, no mesmo período, a proporção de episódios com origem na Linha SNS 24 aumentou 10,5 pontos percentuais, um aumento que a ERS descreve como &#8220;consistente com a implementação do projeto &#8216;Ligue Antes, Salve Vidas'&#8221;, até porque em 2025, observou-se uma redução global de 71.078 episódios de urgência face a 2024, associada às prioridades clínicas de menor gravidade.</p>
<p>Assim, concluiu-se que &#8220;os resultados sugerem uma alteração da procura, com maior peso relativo dos episódios urgentes e muito urgentes, ainda que se mantenha uma utilização significativa dos SU para situações de menor prioridade clínica [Pouco urgente&#8221; e &#8220;Não urgente&#8221;], representando 31,3% dos episódios, em 2025&#8243;.</p>
<p>Os dados sugerem uma redução da percentagem de episódios de urgência de baixa prioridade clínica, ou seja os &#8220;Pouco Urgente&#8221; e os &#8220;Não Urgente&#8221;, nas entidades abrangidas pelo projeto.</p>
<p>No entanto, que com base na análise das reclamações dos utentes, a ERS identificou padrões recorrentes de constrangimentos na operacionalização do projeto-piloto &#8220;Ligue Antes, Salve Vidas&#8221;, pelo que emitiu uma instrução à Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) sobre a qualidade e efetividade da referenciação, a articulação operacional do modelo e a capacidade de resposta da Linha SNS 24 em períodos de pressão assistencial acrescida.</p>
<p>Adicionalmente, a entidade emitiu uma recomendação às 27 Unidades Locais de Saúde abrangidas pelo projeto, com foco no cumprimento das regras de acesso e para garantir que os mecanismos de referenciação prévia não constituem um obstáculo ao acesso dos utentes a cuidados de saúde adequados, integrados e prestados em tempo clinicamente aceitável.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795044]]></sapo:autor>
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		<title>Incêndios: Fogo em Valpaços obriga a contenção no uso da água da rede pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 10:53:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Junta de Freguesia de Vilarandelo apelou hoje à população que não efetue regas com água da rede pública, alertando que o caudal de abastecimento da vila do concelho de Valpaços se encontra no limite, disse à Lusa a autarca.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Junta de Freguesia de Vilarandelo apelou hoje à população que não efetue regas com água da rede pública, alertando que o caudal de abastecimento da vila do concelho de Valpaços se encontra no limite, disse à Lusa a autarca.</p>
<p>&#8220;Pedimos à população que evite regar os jardins e afins com a água da rede pública, porque, coincidência ou não, [devido ao incêndio] temos tido várias tubagens que têm rebentado, em Vilarandelo. Estamos por isso a fazer contenção, a tentar dosear a água da rede pública para que não falte nas habitações nem haja desperdício&#8221;, adiantou à Lusa a presidente da Junta de Freguesia de Vilarandelo, Sónia Barreira.</p>
<p>A autarca reiterou que &#8220;toda a água é pouca&#8221; para combater as chamas, sendo que &#8220;os Bombeiros têm, inclusive, abastecido em poços particulares&#8221;.</p>
<p>Sónia Barreira explicou ainda que, devido ao fogo que deflagrou na terça-feira na freguesia vizinha de Ervões, durante a noite houve falhas no abastecimento de água em Vilarandelo, &#8220;numa altura em que os carros dos Bombeiros tiveram necessidade de reabastecer nas bocas de incêndio&#8221;.</p>
<p>&#8220;Todas as casas que ficavam acima do nível do caudal normal da água [da rede pública] deixaram de ser abastecidas, mas por volta das 23:00 tudo voltou ao normal e, até agora, ninguém comunicou novos cortes&#8221;, frisou.</p>
<p>Após uma noite &#8220;de muito trabalho&#8221;, com reforço de meios &#8220;ao longo da madrugada, de diferentes concelhos e distritos&#8221;, a manhã tem sido mais calma, existindo apenas &#8220;pequenos focos de incêndio, mas que estão todos a ser controlados&#8221;.</p>
<p>A Junta de Freguesia de Vilarandelo apelou, ainda, à doação de bens alimentares para os operacionais empenhados no combate às chamas, sobretudo barras energéticas.</p>
<p>&#8220;As pessoas têm trazido muita, muita água, tem havido muito apoio da população&#8221;, destacou Sónia Barreira.</p>
<p>As doações podem ser entregues no Pavilhão das Associações, junto ao posto de comando, na freguesia de Vilarandelo.</p>
<p>Já em Ervões, o presidente da junta, Cristóvão Teixeira Mesquita, afirmou à Lusa que, de momento, apenas existe chama ativa no lugar de Cabeço.</p>
<p>&#8220;O incêndio [encaminhou-se] para as freguesias de Vilarandelo, Fornos do Pinhal e Valpaços e Sanfins. Relativamente a Ervões, está mais ou menos controlado, pequenos focos, coisa pouca, porque o vento está, desde ontem à noite, a empurrar as chamas para fora da freguesia. De resto, o incêndio está muito grande e já passou para o concelho de Mirandela, [Bragança]&#8221;, adiantou o autarca.</p>
<p>O fogo deflagrou em Ervões, no distrito de Vila Real, cerca das 15:00 de terça-feira.</p>
<p>De acordo com a informação disponível no &#8216;site&#8217; da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), pelas 11:35 encontravam-se mobilizados no local do incêndio rural 412 operacionais, 129 viaturas terrestres e seis meios aéreos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_795043]]></sapo:autor>
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		<title>Ranking revela as 20 cidades mais acolhedoras do mundo para turistas. Europa domina lista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 10:48:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Londres foi distinguida como a cidade mais acolhedora da Europa para turistas e a segunda mais acolhedora do mundo, de acordo com um novo estudo que analisou 200 cidades internacionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Londres foi distinguida como a cidade mais acolhedora da Europa para turistas e a segunda mais acolhedora do mundo, de acordo com um novo estudo que analisou 200 cidades internacionais. A capital britânica lidera entre as cidades europeias graças ao seu desempenho em critérios como segurança, facilidade de acesso para visitantes, qualidade dos serviços de informação turística e nível de proficiência em inglês entre a população residente. No panorama global, apenas Singapura conseguiu superar Londres, enquanto a Europa colocou nove cidades entre as 20 mais acolhedoras do mundo.</p>
<p>O ranking foi elaborado pela empresa de eSIM Holafly, que avaliou 200 cidades em todo o mundo com base em quatro grandes critérios: segurança, abertura em matéria de vistos, serviços de turismo e de informação disponíveis para os visitantes e nível de domínio da língua inglesa por parte dos residentes. O estudo conclui ainda que o Reino Unido está entre os países mais acolhedores do mundo para turistas, tendo também Edimburgo conseguido integrar o grupo das 20 cidades mais bem classificadas.</p>
<p>Embora o Reino Unido tenha colocado duas cidades no top 20, outros dois países europeus conseguiram o mesmo feito. A Dinamarca surge representada por Copenhaga, na nona posição, e Aarhus, em décimo lugar, enquanto a Chéquia colocou Praga no 16.º lugar e Brno na 20.ª posição. Ainda assim, esse desempenho não foi suficiente para garantir o título de país mais acolhedor do mundo, distinção que acabou por ser atribuída ao Canadá, graças à presença de três cidades entre as 20 primeiras classificadas: Ottawa, Toronto e Montreal.</p>
<p>No topo da classificação mundial encontra-se Singapura. A cidade-Estado asiática conquistou o primeiro lugar devido a uma combinação de fatores, incluindo uma pontuação de 77,7 em segurança no índice da Numbeo, uma classificação de 164 pontos no Henley Openness Index relativamente à abertura em matéria de vistos e a existência de 41 postos de assistência e informação turística distribuídos pelo território.</p>
<p>Além da forte presença europeia, a lista evidencia também o bom desempenho de cidades da América do Norte, da Ásia e da Oceânia. Austrália, Estados Unidos, Canadá, Malásia, Hong Kong e Filipinas figuram igualmente entre os destinos considerados mais acolhedores para visitantes internacionais, refletindo a diversidade geográfica das cidades mais bem classificadas.</p>
<p>Lista completa das 20 cidades mais acolhedoras do mundo para turistas:</p>
<ol>
<li>Singapura (Singapura)</li>
<li>Londres (Reino Unido)</li>
<li>Sydney (Austrália)</li>
<li>Nova Iorque (Estados Unidos)</li>
<li>Boston (Estados Unidos)</li>
<li>Ilha de Penang (Malásia)</li>
<li>Haia (Países Baixos)</li>
<li>Hong Kong</li>
<li>Copenhaga (Dinamarca)</li>
<li>Aarhus (Dinamarca)</li>
<li>Edimburgo (Reino Unido)</li>
<li>Utrecht (Países Baixos)</li>
<li>Davao (Filipinas)</li>
<li>Ottawa (Canadá)</li>
<li>Melbourne (Austrália)</li>
<li>Praga (Chéquia)</li>
<li>Amesterdão (Países Baixos)</li>
<li>Toronto (Canadá)</li>
<li>Montreal (Canadá)</li>
<li>Brno (Chéquia)</li>
</ol>
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