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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Médio Oriente: Parlamento israelita avança na limitação do uso de altifalantes nas mesquitas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 20:20:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Parlamento israelita, a Knesset, aprovou hoje numa primeira leitura um projeto de lei promovido pelo partido de extrema-direita do ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, que endurece as restrições para uso de altifalantes nas mesquitas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Parlamento israelita, a Knesset, aprovou hoje numa primeira leitura um projeto de lei promovido pelo partido de extrema-direita do ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, que endurece as restrições para uso de altifalantes nas mesquitas.</P><br />
<P>A medida é considerada pelos seus opositores como uma tentativa de discriminar a minoria muçulmana do país. </P><br />
<P>A câmara aprovou com 50 votos a favor e 36 contra uma iniciativa legislativa apresentada pelo deputado Zvika Fogel, da formação de extrema-direita Otzma Yehudit (Poder Judaico), que exigiria às mesquitas ter obter permissões para utilizar altifalantes, e autorizava a Polícia a entrar nesses templos para deter eventuais infrações e aplicar multas administrativas em caso de incumprimento, que variam entre 10.000 e 50.000 xéquios (2.900 a 4.400 euros, respetivamente). </P><br />
<P>Os defensores do projeto de lei, que ainda terá de passar por debates em comissão da especialidade e outras três votações antes de se tornar lei, insistem que se trata de travar o &#8220;ruído excessivo&#8221;, dado que os muçulmanos utilizam altifalantes nas mesquitas para realizar a chamada para a oração cinco vezes por dia. </P><br />
<P>De facto, Fogel garantiu perante o plenário que a sua proposta não é uma &#8220;questão política&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Assim como a lei se aplica a salas de eventos, empresas privadas, fábricas e locais de culto de todos os tipos, também deve ser aplicada aqui com a mesma severidade&#8221;, considerou. </P><br />
<P>Ben Gvir, por sua vez, celebrou o resultado da votação e denunciou que os residentes em zonas próximas de mesquitas têm sofrido com aquele ruído excessivo durante anos. &#8220;Durante anos e anos reinou a anarquia. A governação começa pelo ruído&#8221;, afirmou, segundo o &#8216;The Jerusalem Post&#8217;. </P><br />
<P>Já os opositores ao projeto de lei, que incluem partidos da oposição e formações árabes, denunciam que a iniciativa é dirigida, na prática, a cidadãos árabes e muçulmanos e atenta contra a liberdade religiosa e de culto. </P><br />
<P>Neste sentido, o presidente do partido árabe-israelita Lista Árabe Unida, Mansur Abbas, chamou a proposta de &#8220;racista e antirreligiosa&#8221; e lamentou que uma formação como o Shas (ultra-ortodoxo) tenha aderido a ela. </P><br />
<P>&#8220;É muito dececionante e condenável. Esperávamos que um partido religioso agisse de acordo com o espírito do versículo: &#8216;Não maltratarás o estrangeiro nem o oprimirás, porque também fostes estrangeiros na terra do Egito'&#8221;, afirmou em declarações recolhidas pelo portal de notícias Ynet.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784418]]></sapo:autor>
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		<title>Amália vai ajudar militares da Marinha a tomar decisões mais rápidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 19:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O modelo de Inteligência Artificial (IA) português Amália vai ajudar os militares da Marinha a tomar decisões mais rápidas, sem descurar o fator humano, e evitar a exposição de dados classificados ou sensíveis, adiantou hoje o ramo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O modelo de Inteligência Artificial (IA) português Amália vai ajudar os militares da Marinha a tomar decisões mais rápidas, sem descurar o fator humano, e evitar a exposição de dados classificados ou sensíveis, adiantou hoje o ramo. </P><br />
<P>A Marinha respondia a perguntas colocadas pela agência Lusa, depois de o primeiro-ministro e presidente do PSD, Luís Montenegro, ter adiantado no 43.º Congresso do partido, em junho, que o Amália &#8211; apresentado hoje &#8211; iria &#8220;apoiar operações mais críticas, como nas Forças Armadas, na Marinha em particular&#8221;.</P><br />
<P>A Armada apontou que o Amália é o &#8220;primeiro modelo de linguagem de larga escala desenvolvido especificamente para o português europeu&#8221; e que está a ser integrado &#8220;na ferramenta de inteligência artificial Marinheiro de Silício&#8221;, atualmente em desenvolvimento pelo ramo em parceria com a NOVA FCT, &#8220;como um dos grandes modelos de linguagem disponíveis na plataforma&#8221;.</P><br />
<P>Interrogado sobre de como é que este modelo poderá ser usado na prática pelos militares, o ramo adiantou que a integração do Amália no Marinheiro de Silício permitirá disponibilizar aos militares e civis da Marinha um &#8220;assistente inteligente&#8221; capaz de apoiar &#8220;atividades de pesquisa, análise e tratamento de informação em ambientes seguros, reduzindo o tempo necessário para executar tarefas intensivas em conhecimento e aumentando a eficiência dos processos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este apoio assume particular relevância quando estão em causa informações classificadas, sensíveis ou críticas para a missão, cuja natureza impede a utilização de plataformas públicas de inteligência artificial&#8221;, salientou o ramo.</P><br />
<P>A Marinha prevê que esta ferramenta apoie &#8220;processos de planeamento, preparação, condução das operações e análise pós-missão, permitindo acelerar a pesquisa e exploração de informação relevante, sintetizar grandes volumes de dados e apoiar a preparação de produtos de informação destinados ao processo de decisão&#8221;. </P><br />
<P>O ramo realçou, contudo, que &#8220;o objetivo não é substituir a decisão humana, mas disponibilizar informação tratada e contextualizada que permita aos comandantes e estados-maiores decidir de forma mais rápida e mais informada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A ferramenta poderá apoiar os militares na consulta rápida de documentação técnica, procedimentos, diretivas e lições aprendidas, produzir sínteses de informação operacional, apoiar a tradução de documentação, estruturar conhecimento e facilitar a preparação de relatórios e produtos de apoio ao comando&#8221;, é elencado. </P><br />
<P>Em situações que exijam &#8220;rapidez de análise e decisão&#8221;, a plataforma poderá &#8220;reduzir significativamente o tempo necessário para localizar, organizar e apresentar informação relevante, contribuindo para aumentar o conhecimento situacional e apoiar as funções de comando e controlo, mantendo sempre o decisor humano como responsável pela decisão final&#8221;, insistiu a Marinha. </P><br />
<P>A integração do Amália no Marinheiro de Silício &#8220;enquadra-se na estratégia da Marinha de reforçar a soberania tecnológica e assegurar que o processamento de informação sensível possa ser realizado em ambientes controlados, sem dependência de serviços externos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Após a sua consolidação, a arquitetura tecnológica desenvolvida no âmbito do Marinheiro de Silício poderá constituir uma referência passível de adoção por outras entidades da Administração Pública, pelas Forças Armadas e pelas forças e serviços de segurança, desde que disponham da infraestrutura computacional necessária&#8221;, acrescentou o ramo na resposta à Lusa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784416]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura quer que Governo se responsabilize por problemas com exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 19:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega desafiou hoje o Governo a assumir as responsabilidades sobre o que está a correr mal na correção dos exames nacionais, considerando que faz falta ao primeiro-ministro &#8220;perceber o país em que vive&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um bocadinho insensato que o Governo levante perguntas e auditorias sobre o que é que está a correr mal nos exames quando é o Ministério da Educação que deve e que está a organizar esses mesmos exames. Há centenas de milhares de estudantes que estão agora a fazer os exames, com os erros que todos temos vindo a ver nas notícias, e o Governo mais uma vez desresponsabiliza-se&#8221;, criticou André Ventura em declarações aos jornalistas no Montijo, distrito de Setúbal.</P><br />
<P>Para o líder do Chega, &#8220;faz falta a Luís Montenegro andar um bocadinho mais na rua, falar mais com as pessoas, ouvir as suas dificuldades e perceber o país em que vive&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Eu acho que o grande problema deste Governo é viver longe das pessoas&#8221;, defendeu, pedindo ao Governo que pelo menos &#8220;assuma as responsabilidades quando as coisas correm mal&#8221;.</P><br />
<P>Ventura aproveitou este momento para fazer um paralelo com a questão dos combustíveis.</P><br />
<P>&#8220;Hoje chegámos a este cúmulo: o Governo fez uma pergunta à entidade de auditoria sobre porquê é que os combustíveis não estão a descer tão rápido como deveriam&#8221;, disse, considerando que isto acontece quando o executivo &#8220;é que não baixa os impostos sobre os combustíveis&#8221;.</P><br />
<P>Para o presidente do Chega, os problemas nas correções dos exames e o preço dos combustíveis são dois temas em que &#8220;ou é má-fé ou é incompetência&#8221; do Governo, o que considerou ser, nos dois casos, &#8220;um mau sinal&#8221; para o executivo de Luís Montenegro.</P><br />
<P>O presidente do Chega foi ainda questionado pelos jornalistas sobre os dois pareceres da Comissão Parlamentar de Transparência, hoje noticiados pela Lusa, que concluíram que a deputada do Chega Rita Matias violou o código de conduta por utilização abusiva do cartão de deputada na Faculdade de Letras de Lisboa e também por insultos dirigidos à socialista Isabel Moreira.</P><br />
<P>&#8220;As faculdades, as universidades, os institutos, não se preocuparam que, durante anos, o Bloco de Esquerda, o PCP, o Livre andassem nos pátios das universidades, até nos gabinetes das universidades. Mas o Chega e os seus deputados não podem ir fazer aquilo que é o contraponto dos seus pontos de vista. Isso era o que estavam habituados porque tinham as instituições reféns&#8221;, respondeu Ventura, que tinha precisamente Rita Matias ao seu lado, considerando este tema &#8220;um disparate&#8221;. </P><br />
<P>Já sobre o caso relativo à deputada Isabel Moreira, o líder do Chega disse que &#8220;se há pessoa naquele Parlamento que não tem moral para acusar ninguém de nada&#8221; é a deputada do PS, que já insultou com &#8220;atitudes absolutamente ostensivas&#8221; os deputados do Chega.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784415]]></sapo:autor>
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		<title>CCB recebe esta semana peça na qual público decide se protagonista é &#8220;um inimigo do povo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 19:18:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A encenadora brasileira Christiane Jatahy e o ator Wagner Moura apresentam esta semana em Lisboa uma peça que criaram em conjunto, na qual um júri de espectadores decide se o protagonista é ou não "um inimigo do povo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A encenadora brasileira Christiane Jatahy e o ator Wagner Moura apresentam esta semana em Lisboa uma peça que criaram em conjunto, na qual um júri de espectadores decide se o protagonista é ou não &#8220;um inimigo do povo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um Julgamento &#8212; Depois do Inimigo do Povo, de Henrik Ibsen&#8221;, que terá apresentações no Centro Cultural de Belém entre sexta-feira e domingo, &#8220;não é uma adaptação&#8221; de &#8220;Um inimigo do povo&#8221; que Ibsen escreveu em 1882, salientou a encenadora hoje, numa conferência de imprensa em Lisboa, referindo tratar-se de &#8220;um novo texto, uma possibilidade sobre o depois&#8221; da história do texto do dramaturgo norueguês.</P><br />
<P>Na peça de Ibsen, a personagem principal, Dr. Thomas Stockmann, tenta alertar para a contaminação das águas das termas da sua cidade, na costa da Noruega. As autoridades locais, temendo o impacto financeiro na cidade com o encerramento do espaço ao turismo, hostilizam Stockmann, declarando-o um inimigo do povo.</P><br />
<P>Segundo Christiane Jatahy, na peça que chega agora a Lisboa, depois de ter sido apresentada em Amesterdão e no Brasil, &#8220;95% do texto é novo e o resto é Ibsen&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O passado forma os personagens e a peça, que é passada completamente hoje, como se Ibsen tivesse escrito &#8216;Um inimigo do povo&#8217; há seis anos. E [a história] acontece em cada lugar onde levamos o espetáculo&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Em &#8220;Um Julgamento&#8221; há em palco um tribunal, mas não no sentido literal. No entanto, &#8220;11 espectadores vão decidir se Thomas Stockmann [personagem interpretada por Wagner Moura] é ou não um inimigo do povo&#8221;.</P><br />
<P>A possibilidade de participar na peça é oferecida ao público no momento de entrada na sala, altura em que são distribuídas 50 pulseiras aos interessados.</P><br />
<P>Entre os 50, são sorteados onze, que estarão em palco, &#8220;mas não são expostos&#8221;.</P><br />
<P>Os jurados escrevem as perguntas, que não são identificadas, às quais a personagem de Wagner Moura responde. Além disso, explicou ainda a encenadora, &#8220;a votação sobre a inocência ou culpa de Thomas é anónima&#8221;.</P><br />
<P>Em cada cidade onde a peça é apresentada há um ator ou uma atriz local que coordena o júri. Em Portugal, foi escolhida a atriz Cleo Diára.</P><br />
<P>Wagner Moura disse que as perguntas são respondidas de improviso, visto que são feitas no momento, e para dar as respostas regressa à obra de Ibsen. </P><br />
<P>O ator e a encenadora contaram que o projeto que os trouxe agora a Portugal &#8220;começou há 20 anos&#8221;, quando Christiane Jatahy viu Wagner Moura, &#8220;um ator excecional desde sempre&#8221;, em cena.</P><br />
<P>&#8220;Eu tinha de trabalhar com ele&#8221;, partilhou, contando que a vida profissional de ambos acabou por ir adiando o projeto.</P><br />
<P>&#8220;Reencontrámo-nos há dois anos e decidimos: &#8216;É agora&#8217;. Aí começou um diálogo muito interessante, sem pressão&#8221;, descreveu a encenadora, com o ator a reforçar que &#8220;foram dois anos a fazer isso, a dialogar&#8221;.</P><br />
<P>A escolha de trabalharem a partir da peça de Ibsen junta pelo menos dois fatores: &#8220;Wagner é muito apaixonado por &#8216;Um inimigo do povo&#8217; e eu tinha muito a ideia de trabalhar sobre irmãos, de como a polarização pode irromper a família&#8221;, disse Chistiane Jatahy.</P><br />
<P>Wagner Moura reforçou que queria &#8220;muito&#8221; trabalhar a peça de Ibsen, porque sempre foi &#8220;muito louco&#8221; por ela, &#8220;e com a passagem do tempo mais ainda&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um Julgamento&#8221; visa, entre outros, &#8220;chamar as pessoas a decidirem e pensarem&#8221;.</P><br />
<P>A peça, à semelhança da obra de Ibsen, aborda temas como ecologia, a relação entre política e ciência, o papel da imprensa, as &#8216;fake news&#8217; e &#8220;os discursos que oscilam entre a liberdade de expressão e a ameaça à democracia&#8221;.</P><br />
<P>Além de Wagner Moura, &#8220;Um Julgamento &#8212; Depois do Inimigo do Povo, de Henrik Ibsen&#8221;, conta também no elenco com Danilo Grangheia e Julia Bernat, em palco, Marojrie Estiano, Jonas Bloch e Salvador Moura, em filme.</P><br />
<P>Esta peça marca também o regresso de Wagner Moura ao teatro. A última vez que tinha subido a um palco foi em 2009, em &#8220;Hamlet&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O Teatro é um compromisso muito importante, muito sagrado, para mim. Só faço quando me mobiliza muito&#8221;, partilhou.</P><br />
<P>Com uma carreira iniciada no teatro, em Salvador da Bahia, Wagner Moura ganhou reconhecimento internacional ao interpretar Pablo Escobar na série &#8220;Narcos&#8221;, da Netflix. No ano passado foi distinguido no Festival de Cannes com o prémio de Melhor Ator pela sua interpretação no filme &#8220;O Agente Secreto&#8221;, de Kleber Mendonça Filho, papel que lhe valeu também um Globo de Ouro e uma nomeação aos Óscares.</P><br />
<P>&#8220;Os atores eventualmente precisam de voltar ao teatro. Eu preciso. Há no teatro uma ligação muito forte com a natureza do que é para mim ser ator&#8221;, disse.</P><br />
<P>As sessões de &#8220;Um Julgamento&#8221;, uma coprodução entre o CCB, o Holland Festival (dos Países Baixos), o Festival d&#8217;Avignon (França), o Edinburgh International Festival (Reino Unido) e o centro de artes DeSingel (Bélgica), estão praticamente esgotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784414]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 75 o número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 19:18:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 75, havendo ainda 66 desaparecidos, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 75, havendo ainda 66 desaparecidos, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>De acordo com o MNE, entre os 75 mortos, 65 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana, estão 12 crianças e 63 adultos.</P><br />
<P>O anterior balanço dava conta de 71 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela no dia 24 de junho.</P><br />
<P>O número de mortos provocados pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu hoje para 2.295, segundo o último balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas, que registam também 11.267 feridos.</P><br />
<P>O presidente do parlamento, Jorge Rodríguez, indicou a existência de 12.841 pessoas afetadas pelos sismos de 24 de junho, durante a atualização do balanço de vítimas, que era anteriormente de 1.943 mortos e 10.571 feridos.</P><br />
<P>Antes da divulgação dos novos dados oficiais, a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou sete dias de luto nacional.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784413]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Calor: Doze distritos sob aviso vermelho entre quinta-feira e sábado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/calor-doze-distritos-sob-aviso-vermelho-entre-quinta-feira-e-sabado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 19:05:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O aviso vermelho devido ao calor vai ser alargado a partir de quinta-feira a Santarém, Portalegre, Évora e Beja, além de Lisboa e Setúbal, estendendo-se na sexta-feira a Viana do Castelo, Braga, Porto e Aveiro, além de Coimbra e Leiria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aviso vermelho devido ao calor vai ser alargado a partir de quinta-feira a Santarém, Portalegre, Évora e Beja, além de Lisboa e Setúbal, estendendo-se na sexta-feira a Viana do Castelo, Braga, Porto e Aveiro, além de Coimbra e Leiria.</p>
<p>De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), 12 dos 18 distritos de Portugal continental vão estar sob aviso vermelho (o mais grave de uma escala de três), a partir de quinta-feira e até pelo menos sábado, devido à previsão de tempo quente, com &#8220;persistência de valores extremamente elevados de temperatura, quer da máxima, quer da mínima&#8221;.</p>
<p>Os restantes seis distritos do continente, designadamente Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Castelo Branco e Faro, vão estar sob aviso laranja (o segundo mais grave), entre quinta-feira e sábado, segundo o IPMA.</p>
<p>As anteriores previsões meteorológicas, divulgadas na manhã de hoje, colocavam os distritos de Lisboa e Setúbal sob aviso vermelho por causa do calor a partir de quinta-feira, estendendo-se na sexta-feira a Coimbra e Leiria.</p>
<p>O aviso vermelho é o mais grave e surge numa altura em que Portugal entra num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784412]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Farminveste vai defender-se judicialmente de impugnação de assembleia-geral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 18:51:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Lisboa. 01 jul 2026 (Lusa) -- A Farminveste assegurou hoje que vai defender-se "judicialmente" da impugnação da assembeia-geral (AG) de 20 de maio, após um conjunto de acionistas minoritários ter apresentado uma ação nesse sentido, segundo um comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa. 01 jul 2026 (Lusa) &#8212; A Farminveste assegurou hoje que vai defender-se &#8220;judicialmente&#8221; da impugnação da assembeia-geral (AG) de 20 de maio, após um conjunto de acionistas minoritários ter apresentado uma ação nesse sentido, segundo um comunicado ao mercado.</P><br />
<P>Na nota, divulgada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a sociedade informou que &#8220;foi ontem [terça-feira] citada no âmbito de uma ação declarativa de impugnação de deliberações sociais intentada por um conjunto de acionistas minoritários por referência a deliberações aprovadas na assembleia-geral realizada em 20 de maio de 2026&#8221;.</P><br />
<P>Esta ação, indicou, &#8220;tem por objeto a impugnação das deliberações respeitantes à aprovação dos relatórios de gestão e contas relativos ao exercício de 2025 e à aplicação dos resultados do referido exercício, versando sobre a decisão de não distribuição de dividendos e sobre alegados vícios no processo de representação de um dos acionistas na referida&#8221; AG.</P><br />
<P>O Expresso noticiou que João Cordeiro, que liderou a Associação Nacional das Farmácias (ANF) entre 1981 e 2013, resolveu avançar com um processo em tribunal para impugnar a última AG da Farminveste, detida pela associação, para contestar a decisão da empresa de não distribuir dividendos.</P><br />
<P>Segundo o jornal, João Cordeiro, que detém cerca de 1,2% da Farminveste, defendeu que a sociedade &#8220;tem indicadores perfeitamente sólidos&#8221;, para distribuir dividendos, tendo proposto 1,5 euros por ação. A proposta não foi aprovada.</P><br />
<P>No comunicado hoje divulgado, a Farminveste considera que a AG &#8220;e as deliberações tomadas observaram os requisitos legais e estatutários aplicáveis&#8221;.</P><br />
<P>Por isso, a &#8220;sociedade exercerá integralmente os seus direitos de defesa no âmbito do processo judicial&#8221;, entendendo ainda que não existem &#8220;fundamentos que permitam concluir que esta ação seja suscetível de produzir qualquer impacto material na sua situação financeira, patrimonial ou na execução da sua estratégia de negócio&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784411]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de mortos sobe para 2.295</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 18:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos provocados pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu hoje para 2.295, segundo o último balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas, que registam também 11.267 feridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos provocados pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu hoje para 2.295, segundo o último balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas, que registam também 11.267 feridos.</P><br />
<P>O presidente do parlamento, Jorge Rodríguez, indicou a existência de 12.841 pessoas afetadas pelos sismos de 24 de junho, durante a atualização do balanço de vítimas, que era anteriormente de 1.943 mortos e 10.571 feridos.</P><br />
<P>Antes da divulgação dos novos dados oficiais, a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou sete dias de luto nacional.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784410]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bankinter e Plenium Partners notificam AdC sobre aquisição de duas sociedades</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bankinter-e-plenium-partners-notificam-adc-sobre-aquisicao-de-duas-sociedades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 18:14:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Bankinter e a Plenium Partners notificaram a Autoridade da Concorrência (AdC) sobre a aquisição do controlo conjunto sobre a Bankinter Investment SGIIC e a Plenium Partners Asset Management SGEIC, segundo uma nota divulgada no seu 'site'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Bankinter e a Plenium Partners notificaram a Autoridade da Concorrência (AdC) sobre a aquisição do controlo conjunto sobre a Bankinter Investment SGIIC e a Plenium Partners Asset Management SGEIC, segundo uma nota divulgada no seu &#8216;site&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;A operação de concentração consiste na aquisição pelo Bankinter, S.A. e pela Plenium Partners, S.L., do controlo conjunto sobre a Bankinter Investment SGIIC, S.A.U. e a Plenium Partners Asset Management SGEIC, S.A.&#8221;, destacou.</P><br />
<P>A AdC lembrou que o Bankinter é uma instituição financeira e de crédito que desenvolve a sua atividade sobretudo na banca de retalho em Espanha e Portugal, entre outras atividades.</P><br />
<P>Já a sociedade-mãe do grupo Plenium Partners dedica-se à gestão de ativos no setor das energias renováveis, residências de estudantes e transição energética.</P><br />
<P>Por sua vez, o Bankinter Investment SGIIC &#8212; sociedade gestora de instituições de investimento coletivo, pertence ao grupo Bankinter, sendo que em Portugal, não tem qualquer atividade. </P><br />
<P>A Plenium Partners Asset Management faz parte do grupo Plenium Partners e dedica-se &#8220;à administração e gestão de fundos de capital de risco e ativos de empresas de capital de risco&#8221;, segundo a AdC, referindo que &#8220;atualmente, gere ativos nos setores de energias renováveis, transição energética e economia circular, bem como ativos imobiliários (residências de estudantes)&#8221;.</P><br />
<P>Em março, o Bankinter anunciou que integrou a sua sociedade gestora com a da Plenium Partners e anunciou também a compra de uma &#8220;participação significativa&#8221; na Access Capital Partners. </P><br />
<P>&#8220;Em primeiro lugar, o Bankinter Investment decidiu integrar a sua sociedade gestora com a da Plenium Partners, parceiro desde 2017 e referência nas áreas das energias renováveis, transição energética e de infraestruturas sociais&#8221;, anunciou em comunicado.</P><br />
<P>Segundo detalhou, a sociedade-mãe da Plenium Partners SGEIC passa a integrar o capital da Bankinter Investment com uma participação de 27,5%.</P><br />
<P>Esta operação vai unificar, numa única estrutura, as equipas e os ativos das duas entidades.</P><br />
<P>A conclusão da operação está sujeita às autorizações regulatórias.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784409]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>FXRS Motor notifica Concorrência da compra do Estabelecimento Comercial da FBO</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fxrs-motor-notifica-concorrencia-da-compra-do-estabelecimento-comercial-da-fbo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 18:08:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A FXRS Motor notificou a Autoridade da Concorrência da compra do Estabelecimento Comercial da FBO Motors Sports, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A FXRS Motor notificou a Autoridade da Concorrência da compra do Estabelecimento Comercial da FBO Motors Sports, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>&#8220;A operação de concentração consiste na aquisição, pela FXRS Motor, S.A., sociedade-veículo, controlada pela XRS Holding SGPS, S.A. (&#8216;XRS&#8217;), do controlo sobre o Estabelecimento Comercial da FBO Motors Sports &#8212; Comércio e Reparação de Automóveis, Lda. (&#8216;Estabelecimento Comercial&#8217;)&#8221;, lê-se na informação hoje divulgada pelo regulador da Concorrência.</P><br />
<P>O Estabelecimento Comercial da FBO comercializa automóveis ligeiros novos e usados da marca Ferrari, bem como peças e acessórios, além de prestar serviços de reparação em Lisboa e no Porto.</P><br />
<P>Por sua vez, o grupo XRS comercializa, importa, aluga e repara automóveis e comercializa peças e acessórios das marcas Porsche e Bentley. </P><br />
<P>O grupo dedica-se ainda à mediação de seguros e tem estabelecimentos no Porto, Braga e Aveiro.</P><br />
<P>Quaisquer considerações sobre esta operação devem ser enviadas à Concorrência no prazo de 10 dias úteis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784408]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mundial2026: Inglaterra bate RD Congo com &#8216;bis&#8217; de Kane e segue para &#8216;oitavos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 18:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Inglaterra qualificou-se hoje para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a República Democrática do Congo por 2-1, com reviravolta, em Atlanta, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Inglaterra qualificou-se hoje para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a República Democrática do Congo por 2-1, com reviravolta, em Atlanta, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Brian Cipenga deu vantagem aos congoleses, logo aos sete minutos, no oitavo jogo dos &#8217;16 avos&#8217;, mas Harry Kane, o &#8216;capitão&#8217; dos &#8216;três leões&#8217;, selou a reviravolta, com golos aos 75 e 86, para passar a contar 13 em Mundiais.</P><br />
<P>No domingo, no Estádio Azteca, na Cidade do México, os ingleses defrontam nos oitavos de final os coanfitriões mexicanos, que eliminaram o Equador (2-0).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784407]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Escalaram o Empire State Building, abriram uma faixa e podem ter dito “sim” a 443 metros de altura: veja o vídeo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/escalaram-o-empire-state-building-abriram-uma-faixa-e-podem-ter-dito-sim-a-443-metros-de-altura-veja-o-video/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:35:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Empire State Building]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Iorque]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o ‘New York Post’, a dupla terá conseguido chegar ao topo do arranha-céus, que tem cerca de 443 metros de altura e mais de 100 andares, antes de exibir uma faixa com uma mensagem de tom pacifista]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas pessoas mascaradas parecem ter ficado noivas depois de subirem ao topo do Empire State Building, em Nova Iorque, esta quarta-feira. O momento foi captado em vídeo e rapidamente começou a circular nas redes sociais, mostrando o casal no topo de um dos edifícios mais icónicos do mundo.</p>
<p>Segundo o ‘New York Post’, a dupla terá conseguido chegar ao topo do arranha-céus, que tem cerca de 443 metros de altura e mais de 100 andares, antes de exibir uma faixa com uma mensagem de tom pacifista.</p>
<p>Na faixa, colocada no topo da antena do edifício, lia-se: “Quando o poder do amor vencer o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz.”</p>
<p>As imagens partilhadas nas redes sociais mostram duas pessoas vestidas de preto e com máscaras a tapar o rosto. Noutro vídeo, divulgado depois, é possível ver aquilo que aparenta ser um pedido de casamento, já depois de a faixa ter sido hasteada.</p>
<p>De acordo com a CBS News, as autoridades de Nova Iorque foram acionadas para a ocorrência e helicópteros foram vistos a sobrevoar o Empire State Building enquanto a situação decorria.</p>
<p>A polícia de Nova Iorque e a equipa de segurança do edifício responderam ao incidente. Para já, as identidades dos envolvidos não foram divulgadas.</p>
<p>Também não é claro como é que os dois conseguiram chegar ao topo do edifício, uma das atrações turísticas mais conhecidas e vigiadas de Nova Iorque.</p>
<p>O Empire State Building, inaugurado em 1931, continua a ser um dos símbolos mais reconhecidos da cidade. O episódio deverá agora ser analisado pelas autoridades, tanto pelo acesso não autorizado à estrutura como pelos riscos de segurança envolvidos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Empire State Building Climbers — He Proposed at the Top &amp; She Said YES! — (Video: AI)</p>
<p>Update: The man who climbed the Empire State Building spire with his girlfriend just proposed to her at the very top — and she said yes! ❤️</p>
<p>What started as a daring (and illegal) stunt turned… <a href="https://t.co/HJk0JiRKdW">https://t.co/HJk0JiRKdW</a> <a href="https://t.co/Uu2FCAY5bZ">pic.twitter.com/Uu2FCAY5bZ</a></p>
<p>&mdash; Paul A. Szypula 🇺🇸 (@Bubblebathgirl) <a href="https://x.com/Bubblebathgirl/status/2072364088760369440?ref_src=twsrc%5Etfw">July 1, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Two Climbers Scale Empire State Building Antenna — Bold Statement from the Top (Video: AI)</p>
<p>Two trespassers just climbed all the way to the top of the Empire State Building’s antenna and unfurled a black flag reading:</p>
<p>“When the power of love beats the love of power, the world… <a href="https://t.co/auWIlwZsEL">pic.twitter.com/auWIlwZsEL</a></p>
<p>&mdash; Paul A. Szypula 🇺🇸 (@Bubblebathgirl) <a href="https://x.com/Bubblebathgirl/status/2072359827838280074?ref_src=twsrc%5Etfw">July 1, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784394]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bispos sem autorização do Papa: o desafio ultratradicionalista que ameaça reabrir um cisma na Igreja</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bispos-sem-autorizacao-do-papa-o-desafio-ultratradicionalista-que-ameaca-reabrir-um-cisma-na-igreja/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cisma]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[lefebvristas]]></category>
		<category><![CDATA[papa leão xiv]]></category>
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					<description><![CDATA[Lefebvristas, o movimento ultratradicionalista que rejeita parte das reformas do Concílio Vaticano II, desafiou diretamente a autoridade do Papa Leão XIV ao consagrar quatro novos bispos sem autorização de Roma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Igreja Católica voltou a enfrentar uma das suas feridas mais antigas: a rutura com os lefebvristas, o movimento ultratradicionalista que rejeita parte das reformas do Concílio Vaticano II e que, esta quarta-feira, desafiou diretamente a autoridade do Papa Leão XIV ao consagrar quatro novos bispos sem autorização de Roma.</p>
<p>A cerimónia decorreu em Écône, na Suíça, no seminário histórico da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, conhecida pela sigla FSSPX ou SSPX. Segundo a &#8216;Associated Press&#8217;, os quatro novos bispos foram consagrados perante cerca de 16.500 fiéis, numa celebração transmitida online e realizada segundo a liturgia tradicional em latim.</p>
<p>Os novos bispos são Pascal Schreiber, da Suíça, Michael Goldade, dos Estados Unidos, e os franceses Michel Poinsinet de Sivry e Marc Hanappier. A cerimónia foi conduzida pelo bispo Alfonso de Galarreta, com Bernard Fellay como co-consagrante, ambos ligados à anterior rutura de 1988.</p>
<p><strong>O que aconteceu?</strong></p>
<p>O ponto central é simples, mas canonicamente grave: a Fraternidade São Pio X decidiu ordenar quatro bispos sem mandato pontifício. Na Igreja Católica, a nomeação e consagração de bispos exigem autorização do Papa, porque os bispos fazem parte da sucessão apostólica e governam em comunhão com Roma.</p>
<p>O Vaticano tinha avisado que a consagração de bispos sem autorização papal constituiria um ato cismático e poderia acarretar a excomunhão automática dos envolvidos. A Associated Press sublinha que, embora estas ordenações sejam consideradas válidas do ponto de vista sacramental, são ilícitas por terem sido realizadas contra a vontade expressa do Papa.</p>
<p>Leão XIV tentou travar a rutura até ao fim. Numa carta datada de 29 de junho, divulgada pelo Vatican News, o Papa fez um apelo direto à Fraternidade para que desistisse das consagrações, afirmando que “rasgar a túnica inconsútil de Cristo” seria um pecado de extrema gravidade.</p>
<p>“Peço-vos de todo o coração: recuai”, escreveu o Papa, avisando que o ato privaria os fiéis da receção legítima dos sacramentos e abriria uma nova ferida na comunhão da Igreja.</p>
<p><strong>Quem são os lefebvristas?</strong></p>
<p>Os lefebvristas são os membros e seguidores da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, fundada em 1970 pelo arcebispo francês Marcel Lefebvre. A sua sede histórica fica em Écône, na Suíça, e o movimento nasceu em oposição às reformas introduzidas pelo Concílio Vaticano II, realizado entre 1962 e 1965.</p>
<p>A FSSPX rejeita ou contesta vários aspetos da Igreja pós-conciliar, incluindo a reforma litúrgica que permitiu a celebração da missa nas línguas nacionais, a abertura ecuménica, a liberdade religiosa e uma visão mais colegial do governo da Igreja. Para os lefebvristas, estas mudanças representaram uma cedência da Igreja à modernidade.</p>
<p>O movimento continua a celebrar a missa tradicional em latim, segundo o rito anterior ao Concílio Vaticano II, e apresenta-se como guardião da verdadeira tradição católica. A Associated Press descreve a FSSPX como um grupo tradicionalista que cresceu ao longo das últimas décadas, com padres, seminaristas, escolas, comunidades religiosas e fiéis em vários países.</p>
<p>Segundo estatísticas da própria Fraternidade citadas pela AP, a FSSPX conta com centenas de sacerdotes e seminaristas, além de religiosos, religiosas e leigos ligados à missa tradicional. O movimento tem presença internacional e mantém uma estrutura que muitos observadores veem como uma espécie de Igreja paralela, ainda que a própria Fraternidade rejeite a ideia de estar separada de Roma.</p>
<p><strong>Porque é que isto é tão grave para Roma?</strong></p>
<p>O problema não é apenas litúrgico. Não está em causa só a missa em latim. O conflito toca o núcleo da autoridade papal e da unidade da Igreja Católica.</p>
<p>Na disciplina católica, ordenar bispos sem autorização do Papa é uma violação grave, porque desafia diretamente a autoridade do Bispo de Roma e rompe a comunhão hierárquica. É por isso que o Vaticano fala em ato cismático.</p>
<p>Um cisma, em direito canónico, é uma rutura de comunhão com o Papa e com os membros da Igreja que estão em comunhão com ele. No caso da FSSPX, a rutura tem uma dimensão dupla: é institucional, porque a Fraternidade age sem mandato de Roma; e doutrinal, porque rejeita partes importantes do caminho assumido pela Igreja desde o Concílio Vaticano II.</p>
<p>Leão XIV reconheceu, na sua carta, que muitos fiéis ligados à Fraternidade têm apego à liturgia, zelo apostólico e desejo de fidelidade à tradição. Mas advertiu que esse apego não pode justificar um ato que rasga a unidade da Igreja.</p>
<p><strong>O que dizem os lefebvristas?</strong></p>
<p>A Fraternidade São Pio X defende que as consagrações são necessárias para garantir a continuidade do seu ministério sacramental. O superior-geral, padre Davide Pagliarani, tem invocado um “estado de necessidade”, argumentando que os bispos sobreviventes das consagrações de 1988 são idosos e que a Fraternidade precisa de novos bispos para confirmar fiéis e ordenar sacerdotes segundo o rito tradicional.</p>
<p>A FSSPX insiste que não pretende criar uma autoridade paralela nem separar-se da Igreja Católica. Num comunicado anterior à cerimónia, citado pela AP, a Fraternidade afirmou que o objetivo era assegurar a continuidade da administração dos sacramentos da Ordem e da Confirmação segundo o rito tradicional.</p>
<p>Durante a homilia em Écône, Pagliarani apresentou a decisão como um ato de serviço à Igreja, apesar de Roma a considerar uma desobediência grave. A lógica da Fraternidade é a de que a Igreja atravessa uma crise doutrinal e litúrgica e que, perante essa crise, seriam admissíveis meios excecionais.</p>
<p>Esse argumento, porém, é rejeitado por Roma e por muitos tradicionalistas que permanecem em plena comunhão com o Papa. Para estes setores, a defesa da missa tradicional não pode justificar ordenações episcopais sem mandato pontifício.</p>
<p><strong>Porque se fala novamente em 1988?</strong></p>
<p>A crise atual repete, quase quatro décadas depois, o episódio que marcou a rutura original entre Marcel Lefebvre e Roma. Em 1988, Lefebvre consagrou quatro bispos sem autorização do Papa João Paulo II. O Vaticano respondeu com excomunhões e considerou o ato cismático.</p>
<p>Entre os quatro bispos então consagrados estavam Alfonso de Galarreta e Bernard Fellay, que agora voltaram a desempenhar um papel central na cerimónia de Écône. A repetição do gesto dá à crise atual uma forte carga simbólica: os lefebvristas não apenas mantêm a rutura histórica, como a renovam para uma nova geração.</p>
<p>Nos anos seguintes, Roma tentou várias aproximações. Bento XVI liberalizou em 2007 o uso da missa tradicional em latim através do documento “Summorum Pontificum” e, em 2009, levantou as excomunhões dos bispos consagrados por Lefebvre. Mais tarde, o Papa Francisco restringiu fortemente a celebração da missa tridentina com o documento “Traditionis Custodes”, em 2021, numa tentativa de travar divisões internas em torno da liturgia.</p>
<p><strong>Quem são “uns” e “outros” neste confronto?</strong></p>
<p>De um lado está Roma, representada pelo Papa Leão XIV e pela Santa Sé. A posição do Vaticano é que a unidade da Igreja exige comunhão com o Papa, aceitação da autoridade pontifícia e respeito pelas decisões do Concílio Vaticano II.</p>
<p>Do outro está a Fraternidade São Pio X, que se vê como defensora da tradição católica anterior ao Concílio Vaticano II. Para os lefebvristas, a Igreja pós-conciliar afastou-se de elementos essenciais da fé, e a missa tradicional em latim é um símbolo dessa resistência.</p>
<p>Há ainda um terceiro grupo: os tradicionalistas que gostam da missa antiga, criticam algumas decisões recentes de Roma, mas permanecem em comunhão com o Papa. Alguns deles simpatizam com parte das preocupações da FSSPX, mas consideram que consagrar bispos sem autorização pontifícia é um ato ilegítimo de desobediência.</p>
<p>Massimo Faggioli, professor de Teologia na Universidade Villanova, citado pela Associated Press, descreveu a atual FSSPX como uma espécie de “Tradicionalismo 2.0”, mais profissional na comunicação, mais digital e mais consciente da sua identidade pública.</p>
<p>A própria organização do evento em Écône reforçou essa leitura. A cerimónia foi transmitida em direto, preparada para milhares de participantes, com alojamentos, refeições, estacionamento, transporte e até lembranças, incluindo uma caixa comemorativa de vinhos alusiva à consagração dos quatro bispos.</p>
<p><strong>O que pode acontecer agora?</strong></p>
<p>A consequência canónica mais imediata é a excomunhão automática, conhecida como latae sententiae, para os bispos consagrados e para os que participaram diretamente na consagração. Isto significa que a pena decorre do próprio ato, ainda que o Vaticano possa posteriormente emitir uma declaração formal a confirmar a situação.</p>
<p>Na prática, os novos bispos não poderão exercer legitimamente ministério na Igreja Católica, e os atos realizados pela FSSPX continuarão a existir numa zona de forte tensão canónica: alguns sacramentos podem ser válidos, mas ilícitos, por serem celebrados fora da plena comunhão com Roma.</p>
<p>A Santa Sé poderá ainda rever concessões feitas à Fraternidade nos últimos anos, nomeadamente em matéria de confissões e casamentos. A AP assinala que, sob pontificados anteriores, Roma chegou a reconhecer determinadas faculdades sacramentais da FSSPX, precisamente para proteger os fiéis que recorrem aos seus padres.</p>
<p>Politicamente, a crise é também um teste para Leão XIV. O Papa, que tem procurado apresentar-se como figura de unidade, enfrenta agora um desafio direto de um movimento que rejeita elementos centrais da Igreja pós-conciliar e que não parece interessado em recuar.</p>
<p>A questão decisiva é saber se esta rutura ficará limitada à FSSPX ou se dará novo fôlego a outros grupos ultratradicionalistas em tensão com Roma. A presença anunciada de figuras da extrema-direita italiana, como membros da Forza Nuova, na cerimónia de Écône, acrescenta uma dimensão política a um conflito que é, antes de mais, religioso e eclesial.</p>
<p>Para já, a fotografia é clara: o Papa pediu que recuassem, os lefebvristas avançaram e Roma vê o gesto como uma nova ferida na unidade católica. O conflito não começou esta semana, mas a consagração de quatro novos bispos sem autorização papal garante que a rutura continuará a marcar a Igreja durante os próximos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784384]]></sapo:autor>
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		<title>Euro volta a cair e fica abaixo de 1,14 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:22:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Euro]]></category>
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					<description><![CDATA[O euro caiu hoje e ficou abaixo da barreira dos 1,14 dólares, no mesmo dia em que foi divulgado que a taxa de inflação anual da zona euro abrandou em junho para 2,8% face a maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O euro caiu hoje e ficou abaixo da barreira dos 1,14 dólares, no mesmo dia em que foi divulgado que a taxa de inflação anual da zona euro abrandou em junho para 2,8% face a maio. </P><br />
<P>Às 18:03 (hora de Lisboa), o euro seguia a 1,1384 dólares, quando na terça-feira, pela mesma hora, negociava a 1,1415 dólares. </P><br />
<P>O euro também caiu em comparação com a libra e com o iene.</P><br />
<P>O Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio de referência do euro em 1,1383 dólares.</P><br />
<P>Na sessão de hoje, o euro oscilou entre 1,1362 e 1,1414 dólares.</P><br />
<P>A taxa de inflação anual da zona euro abrandou em junho para 2,8%, face a maio, após dois meses de subida, devido à desaceleração do aumento dos preços da energia, estimou hoje o Eurostat.</P><br />
<P>Segundo uma estimativa rápida do serviço de estatísticas da União Europeia, a taxa de inflação homóloga abrandou face aos 3,2% de maio, mas mantém-se acima da de 2,0% de junho de 2025.</P><br />
<P>Analisando os principais componentes da inflação na área do euro, prevê-se que a energia registe a taxa anual mais elevada em junho (8,7%, em comparação com 10,8% em maio), seguida dos serviços (3,2%, face a 3,5% em maio), alimentos, bebidas alcoólicas e tabaco (1,6%, em comparação com 1,9% em maio) e bens industriais não energéticos (0,9%, estável em relação a maio).</P><br />
<P></P><br />
<P></P><br />
<P>Divisas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;hoje&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.terça-feira</P><br />
<P> </P><br />
<P>Euro/dólar&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;1,1384&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.1,1415</P><br />
<P> </P><br />
<P>Euro/libra&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;0,85696&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..0,86143</P><br />
<P> </P><br />
<P>Euro/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.184,91&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.185,66</P><br />
<P> </P><br />
<P>Dólar/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;162,45&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.162,63</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784379]]></sapo:autor>
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		<title>“Porque tenho de sofrer com isto?”: drones em Moscovo fazem crescer críticas à guerra na Rússia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/porque-tenho-de-sofrer-com-isto-drones-em-moscovo-fazem-crescer-criticas-a-guerra-na-russia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:19:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Um novo estudo citado pelo ‘Kyiv Post’ aponta para uma subida de 235% nas republicações de conteúdos anti-guerra na semana que se seguiu ao ataque de 18 de junho contra a refinaria de petróleo de Moscovo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sentimento contra a guerra aumentou de forma acentuada nas regiões russas depois de um dos maiores ataques ucranianos com drones contra Moscovo desde o início da invasão em larga escala. Um novo estudo citado pelo ‘Kyiv Post’ aponta para uma subida de 235% nas republicações de conteúdos anti-guerra na semana que se seguiu ao ataque de 18 de junho contra a refinaria de petróleo de Moscovo.</p>
<p>A investigação foi conduzida pela organização não-governamental &#8216;Join Ukraine&#8217;, que analisou 41.883 publicações feitas ao longo da última semana em mais de 410 canais regionais de Telegram e 383 comunidades da rede social russa Vkontakte. O levantamento abrangeu todos os distritos federais da Rússia, bem como a Crimeia ocupada e partes do Donbass sob ocupação russa.</p>
<p>No total, as publicações analisadas geraram 594 milhões de visualizações. De acordo com o relatório, o ponto de viragem ocorreu depois do ataque de drones à refinaria de petróleo de Moscovo, situada em Kapotnya. O Institute for the Study of War também assinalou que forças ucranianas realizaram, na noite de 17 para 18 de junho, um ataque de larga escala contra a Rússia, com forte incidência sobre a cidade de Moscovo.</p>
<p>Segundo o estudo citado pelo ‘Kyiv Post’, as republicações de conteúdos anti-guerra aumentaram 235% na semana seguinte ao ataque. As conversas sobre o tema espalharam-se ainda por mais três regiões russas, sinalizando que os efeitos políticos e psicológicos dos ataques já não ficam confinados a Moscovo.</p>
<p>A investigação identifica também um aumento das críticas às autoridades russas. Utilizadores questionaram as versões oficiais sobre os ataques, duvidaram das alegações sobre a eficácia das defesas antiaéreas e acusaram o Governo de não conseguir proteger civis.</p>
<p>“Porque tenho de sofrer com isto? Porque é que não os abatem?”, escreveu um utilizador russo nas redes sociais, numa das reações destacadas pelo relatório depois do ataque com drones contra Moscovo e a região envolvente.</p>
<p>O ataque atingiu alvos na capital russa e na região de Moscovo. Foram relatados incêndios junto à refinaria de Kapotnya, uma instalação relevante para o abastecimento de combustível da capital. Imagens e relatos locais apontaram para colunas de fumo negro visíveis em vários pontos da cidade, enquanto aeroportos de Moscovo suspenderam temporariamente operações.</p>
<p>O impacto simbólico da ofensiva é central para a leitura feita pelos analistas. A guerra, que durante muito tempo pôde ser apresentada pela propaganda russa como uma realidade distante, passou a ser sentida por parte da população urbana russa como uma ameaça direta à segurança quotidiana.</p>
<p>“A nossa monitorização mostra que os ataques às regiões de retaguarda da Rússia estão a mudar não só a agenda informativa, mas também a perceção dos russos sobre a guerra”, afirmou Yuliia Yelenich, analista da &#8216;Join Ukraine&#8217;, citada pelo ‘Kyiv Post’.</p>
<p>Segundo a investigadora, enquanto os combates permanecem longe, é mais fácil ignorá-los ou vê-los através da lente da propaganda. Mas quando os drones chegam a Moscovo ou a outras grandes cidades, os russos começam a pensar na própria segurança, a questionar as autoridades, a avaliar criticamente os comunicados oficiais e a exigir o fim da guerra.</p>
<p>O estudo aponta ainda para aumentos significativos em dois outros temas sensíveis para a estabilidade interna russa. As menções à mobilização cresceram entre 324% e 537%, com utilizadores a discutirem possíveis novas campanhas de recrutamento, relatos de rusgas para convocação militar e resistência em servir nas forças armadas.</p>
<p>Também as publicações sobre escassez de combustível e impacto das sanções subiram 133%. Nas discussões regionais, surgiram relatos de postos de abastecimento vazios, limites à compra de combustível, longas filas e expectativas de novos aumentos de preços.</p>
<p>A pressão sobre os combustíveis tem sido uma das consequências da campanha ucraniana contra infraestruturas energéticas russas. A &#8216;Reuters&#8217; noticiou esta quarta-feira que os ataques ucranianos a infraestruturas energéticas russas têm contribuído para restrições de combustível dentro da Rússia e nos territórios ocupados.</p>
<p>Outros centros de análise têm associado os ataques às refinarias a uma tentativa de Kiev de degradar a capacidade logística e económica russa. O Soufan Center assinalou que o ataque à refinaria de Kapotnya, importante para o abastecimento da região de Moscovo, enviou fumo negro sobre partes da cidade e expôs vulnerabilidades na retaguarda russa.</p>
<p>Para a Ucrânia, estes ataques fazem parte de uma estratégia mais ampla: levar a guerra para infraestruturas que sustentam o esforço militar russo e aumentar o custo interno da invasão. Para Moscovo, o desafio é diferente: manter a narrativa de controlo e proteção enquanto os sinais de insegurança chegam cada vez mais perto da capital.</p>
<p>O estudo da &#8216;Join Ukraine&#8217; não permite medir diretamente a opinião pública russa como uma sondagem tradicional. Mas revela uma mudança visível nas conversas online: quando a guerra deixa de estar apenas na frente e passa a atingir Moscovo, aumentam as dúvidas, o medo, a irritação com as autoridades e as perguntas sobre o preço que os cidadãos russos estão a pagar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784377]]></sapo:autor>
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		<title>Lactogal lança novo modelo de valorização do leite da ilha açoriana da Graciosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo Lactogal vai lançar o programa Produtor Milhafre Graciosa, um projeto-piloto que visa alterar o modelo de pagamento e valorização do leite da ilha, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Lactogal vai lançar o programa Produtor Milhafre Graciosa, um projeto-piloto que visa alterar o modelo de pagamento e valorização do leite da ilha, foi hoje anunciado.</p>
<p>Segundo um comunicado sobre o programa, a partir de hoje, e pela primeira vez no arquipélago, a matéria-prima &#8220;deixará de ser remunerada exclusivamente com base no volume entregue, passando a ser valorizada em função do seu destino industrial, neste caso, a produção de queijo Ilha Graciosa da marca Milhafre dos Açores&#8221;.</p>
<p>O programa-piloto, que decorre entre 2026 e 2030, introduz um sistema de pagamento que permite que a remuneração aos produtores deixe de estar dependente apenas da quantidade de leite entregue e passe a premiar diretamente a concentração de sólidos úteis (proteína e gordura) que determinam o rendimento real na produção de queijo.</p>
<p>O modelo assenta num Roteiro Técnico até 2030, que acompanha a evolução das unidades produtivas através de apoio veterinário, nutricional e de maneio, financiado pelo Grupo Lactogal.</p>
<p>Os produtores que aderirem voluntariamente ao programa recebem, além do preço base recalibrado, o Prémio Milhafre, um bónus fixo de mais um cêntimo por quilograma, bem como ferramentas de digitalização para as suas unidades produtivas.</p>
<p>O Grupo Lactogal refere que este projeto foi &#8220;desenhado para assegurar o futuro da produção de leite na Graciosa, criando um modelo de negócio mais rentável e atrativo que incentive as novas gerações a permanecer na atividade&#8221;.</p>
<p>&#8220;No ano em que celebramos 30 anos, reafirmamos o nosso compromisso com os Açores através de ações concretas. O futuro do leite açoriano não passa por competir em volume com a Europa, mas sim por liderar no valor acrescentado, na sustentabilidade e no orgulho das comunidades que lhe dão origem. A Graciosa é o ponto de partida desta transformação&#8221;, afirma José Marques, presidente do conselho de administração do Grupo Lactogal, citado na nota de imprensa.</p>
<p>A ilha Graciosa foi escolhida para o arranque deste piloto devido à &#8220;escala controlada, à forte tradição queijeira e à relação de grande proximidade entre a produção local, a cooperativa e a unidade industrial da Pronicol&#8221;.</p>
<p>João do Couto, da cooperativa agrícola Unicol, considera, por seu turno, que este projeto &#8220;nasce da proximidade e do diálogo&#8221;, uma vez que &#8220;não se queria apenas um acordo comercial de curto prazo, porque se pretende dar estabilidade e previsibilidade aos produtores&#8221;.</p>
<p>Ao ligar diretamente o preço do leite ao prestígio e rendimento do queijo Ilha Graciosa Milhafre, estamos a valorizar o trabalho de quem está na terra e a garantir que o valor gerado fica na nossa ilha&#8221;, destaca João do Couto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784370]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Empresa portuguesa detida pelo grupo criminoso brasileiro PCC alvo de sanções dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:44:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo norte-americano aplicou hoje sanções à empresa portuguesa Avenidas Flutuantes, duas empresas brasileiras e pessoas com elas relacionadas por ligações "ao maior grupo criminoso da América Latina", o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo norte-americano aplicou hoje sanções à empresa portuguesa Avenidas Flutuantes, duas empresas brasileiras e pessoas com elas relacionadas por ligações &#8220;ao maior grupo criminoso da América Latina&#8221;, o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo.</p>
<p>&#8220;O PCC representa uma ameaça significativa à segurança nacional dos EUA, uma vez que os seus membros em todo o território dos Estados Unidos, particularmente na Flórida, branqueiam rendimentos provenientes do tráfico de droga e contribuem para um ciclo de criminalidade&#8221;, lê-se no comunicado hoje divulgado pelo Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro dos EUA, semelhante ao ministério das Finanças nos governos europeus.</p>
<p>No texto, anuncia que sancionou a Avenidas Flutuantes Unipessoal Lda, uma empresa de transportes e armazenagem com sede em Setúbal, que terá como dono Victor Henrique de Oliveira Shimada, residente em São Paulo, acusado de receber &#8220;fundos ilícitos gerados nos Estados Unidos e branquear esses fundos para o PCC no Brasil&#8221;.</p>
<p>O governo norte-americano aplica também sanções a Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, funcionária e parente de Shimada, e às empresas Victory Trading, Pixwave Soluções de Pagamentos Lda (Pixwave) e Wave Construções Inteligentes Lda (Wave), todas sediadas em São Paulo, no Brasil.</p>
<p>Devido às sanções, as pessoas e as empresas citadas terão as suas contas e operações nos Estados Unidos bloqueadas, passando a haver a obrigatoriedade de informação às autoridades por parte dos parceiros de negócios.</p>
<p>&#8220;O PCC é atualmente a maior organização criminosa transnacional (TCO) do Hemisfério Ocidental e, nos últimos anos, expandiu as suas operações a nível global, com presença significativa em países como o Reino Unido, a Turquia e o Japão&#8221;, diz o Departamento do Tesouro, apontando para operações de branqueamento de capitais no valor de mais de 190 milhões de dólares, cerca de 166 milhões de euros, ao longo de sete meses.</p>
<p>A iniciativa de hoje, salienta ainda o governo norte-americano, é mais um passo contra as operações do PCC nos Estados Unidos, e contra Shimada, descrito como &#8220;um elo crucial entre os operacionais do PCC sediados na Flórida e os traficantes de droga estrangeiros&#8221;, tendo lavado &#8220;mais de 30 milhões de dólares [26,7 milhões de euros] em receitas ilícitas geradas em várias cidades dos Estados Unidos e arredores, utilizando criptomoedas para transferir fundos de volta para o Brasil em nome do PCC&#8221;.</p>
<p>Em janeiro de 2025, Shimada chegou a estar em prisão domiciliária no Brasil porque uma das suas empresas, a Victory Trading, foi utilizada para branquear dinheiro roubado a um clube de futebol brasileiro, no âmbito de um esquema de fraude publicitária, lembra-se no comunicado.</p>
<p>Esta é a terceira ação do Executivo norte-americano contra o PCC e os seus membros, depois da designação do PCC como organização criminosa, em dezembro de 2021, e da acusação a Diego Macedo Gonçalves do Carmo, em março de 2024.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784350]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Seguro elogia &#8220;reação pronta&#8221; do Governo no apoio prestado a Caracas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:39:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República elogiou hoje a resposta do Governo aos sismos na Venezuela, considerando que "reagiu prontamente" ao disponibilizar equipas para ajudarem nas operações de resgate, e voltou a apresentar condolências às famílias enlutadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República elogiou hoje a resposta do Governo aos sismos na Venezuela, considerando que &#8220;reagiu prontamente&#8221; ao disponibilizar equipas para ajudarem nas operações de resgate, e voltou a apresentar condolências às famílias enlutadas.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas após um encontro com empresários portugueses na Embaixada de Portugal em Paris, António José Seguro foi questionado se considera que, perante o aumento do número de mortos entre a comunidade portuguesa na Venezuela, o Governo pode fazer mais para ajudar nas operações de busca e salvamento.</p>
<p>&#8220;Eu considero que o Governo e o Estado português reagiram prontamente com a ajuda que, neste momento, já está há dois dias ou três na Venezuela, com equipas especializadas para ajudarem no resgate e salvamento de pessoas&#8221;, respondeu o Presidente da República.</p>
<p>Seguro indicou que a própria embaixadora da Venezuela em Portugal, com quem se vai reunir &#8220;ainda esta semana&#8221;, agradeceu &#8220;o apoio que o Governo e o Estado português têm estado a prestar&#8221;.</p>
<p>O Presidente da República dirigiu uma &#8220;palavra de apoio e gratidão&#8221; às equipas portuguesas que estão na Venezuela, agradecendo-lhes o trabalho que estão a fazer para &#8220;salvar vidas humanas&#8221;.</p>
<p>&#8220;São de uma dedicação inexcedível e naturalmente que o país lhes está grato e reconhecido&#8221;, disse.</p>
<p>António José Seguro renovou ainda os seus &#8220;sentimentos a todas as famílias enlutadas e que perderam os seus entes queridos nesta tragédia na Venezuela&#8221;.</p>
<p>O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo decretou um dia de luto nacional, a cumprir no próximo domingo, pelas vítimas dos sismos na Venezuela, em particular os cidadãos nacionais e lusodescendentes.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 1.943 mortos e 10.571 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</p>
<p>Entre os mortos, há pelo menos 71 portugueses e lusodescendentes, e outros 71 estão desaparecidos ou incontactáveis.</p>
<p>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784345]]></sapo:autor>
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		<title>Amália pode ser descarregado no Gov.pt e modelo conta com 9 mil milhões de parêmetros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O modelo de IA Amália vai poder ser descarregado em Gov.pt e conta com nove mil milhões de parâmetros, sendo objetivo chegar aos 22 mil milhões, aumentado a sua capacidade, disse à Lusa o presidente da ARTE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O modelo de IA Amália vai poder ser descarregado em Gov.pt e conta com nove mil milhões de parâmetros, sendo objetivo chegar aos 22 mil milhões, aumentado a sua capacidade, disse à Lusa o presidente da ARTE.</p>
<p>Quanto maior o número de parâmetros, melhor o desempenho e qualidade do modelo de Inteligência Artificial (IA), sendo que estes representam as regras internas e a capacidade memória do modelo.</p>
<p>&#8220;O modelo Amália tem 9 mil milhões de parâmetros e vai evoluir para chegar aos 22 mil milhões de parâmetros, o que já nos permite uma precisão e uma &#8216;performance&#8217; e uma capacidade resistente substancial&#8221;, disse à Lusa o Diretor de sistemas de informação (CTO) do Estado e presidente da Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE), Manuel Dias.</p>
<p>O Amália poderá ser acedido através do &#8216;site&#8217; do Gov.pt, que redirecionará para o Hugging Face (&#8216;software&#8217; de desenvolvimento de aplicações) onde será possível descarregar o modelo.</p>
<p>&#8220;Vou ao portal ia.gov.pt, lá tenho o &#8216;link&#8217; para o Hugging Face, onde eu posso, qualquer empresa, qualquer cidadão, qualquer entidade, pode descarregar o modelo e usá-lo a nível comercial, porque ele tem uma licença Apache 2.0&#8221;, afirmou o CTO do Estado.</p>
<p>&#8220;Este modelo já foi validado com quatro entidades, como vocês viram, museus e cultura, ciência, media, educação. O modelo agora está aberto, nós estamos do lado da arte a colocá-lo ao serviço do cidadão, a colocá-lo no GovPT e na aplicação GovPT e agora qualquer empresa pode tirar partido deste modelo e desenvolver soluções em cima do modelo&#8221;, acrescentou.</p>
<p>AJR/ALU // EA</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784344]]></sapo:autor>
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		<title>O elétrico que abriu caminho em Portugal está de volta: novo Nissan LEAF entra na terceira geração</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-eletrico-que-abriu-caminho-em-portugal-esta-de-volta-novo-nissan-leaf-entra-na-terceira-geracao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nissan Leaf]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com design totalmente renovado, duas opções de bateria, maior eficiência e mais tecnologia a bordo, o novo LEAF chega ao mercado nacional a partir de 29.990 euros, acrescidos de IVA, com oferta de três anos de manutenção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Nissan LEAF já está disponível em Portugal, inaugurando a terceira geração de um dos modelos mais conhecidos da mobilidade 100% elétrica. Com design totalmente renovado, duas opções de bateria, maior eficiência e mais tecnologia a bordo, o novo LEAF chega ao mercado nacional a partir de 29.990 euros, acrescidos de IVA, com oferta de três anos de manutenção.</p>
<p>O modelo pode ser reservado de forma totalmente online através do site leaf.nissan.pt, com as primeiras entregas a clientes previstas para julho. A campanha é válida para clientes particulares e empresários em nome individual em Portugal Continental e ilhas, até 31 de julho de 2026, estando limitada ao stock existente nos concessionários aderentes.</p>
<p>Concebido no Estúdio Global de Design da Nissan, em Atsugi, no Japão, e produzido na fábrica de Sunderland, no Reino Unido, o novo LEAF marca uma mudança profunda face às gerações anteriores. A Nissan aposta agora num visual mais fluido e aerodinâmico, pensado para reforçar a eficiência energética e dar ao modelo uma presença mais moderna e distintiva.</p>
<p>O habitáculo foi desenvolvido com foco na utilização familiar, oferecendo um interior amplo e uma bagageira com até 437 litros VDA de capacidade. A experiência digital a bordo também foi reforçada, com a integração do sistema NissanConnect com Google incorporado.</p>
<p>Com esta solução, os condutores passam a ter acesso a serviços como Google Maps, Google Assistant e Play Store diretamente no veículo. Através de comandos de voz, é possível controlar funções como navegação, climatização e música, simplificando a utilização diária.</p>
<p>O novo Nissan LEAF está disponível com duas opções de bateria: 52 kWh e 75 kWh. A versão com a bateria de maior capacidade permite uma autonomia de até 622 quilómetros e carregamento rápido capaz de recuperar até 417 quilómetros em 30 minutos.</p>
<p>Na versão de 75 kWh, o motor elétrico desenvolve 160 kW de potência máxima e 355 Nm de binário, permitindo cumprir a aceleração dos 0 aos 100 km/h em 7,8 segundos. Já a versão com bateria de 52 kWh conta com 130 kW de potência e 345 Nm de binário.</p>
<p>A eficiência é um dos pontos destacados pela Nissan. O novo sistema de propulsão elétrico 3 em 1 integra motor, inversor e redutor numa única unidade, permitindo reduzir peso e dimensões, melhorar a eficiência energética e reforçar a dinâmica de condução.</p>
<p>O consumo energético anunciado situa-se entre 13,7 e 13,8 kWh por 100 quilómetros, um valor que contribui para reduzir a necessidade de paragens em viagens mais longas. Como veículo 100% elétrico, o novo LEAF apresenta emissões de CO2 de 0 g/km em ciclo combinado.</p>
<p>Entre as funcionalidades disponíveis está também a tecnologia Vehicle-to-Load, que permite ao automóvel fornecer até 3,6 kW de potência elétrica a equipamentos externos. Esta função pode ser usada, por exemplo, para alimentar computadores portáteis ou dispositivos utilizados em atividades ao ar livre.</p>
<p>Ao nível da assistência à condução, o novo Nissan LEAF integra sistemas como Cruise Control Inteligente e Assistência à Manutenção na Faixa de Rodagem. A marca destaca ainda a conectividade melhorada e um conjunto de funcionalidades inteligentes pensadas para facilitar a utilização quotidiana.</p>
<p>O modelo chega ao mercado português depois de ter recebido vários reconhecimentos internacionais. O novo LEAF foi distinguido como Vencedor Absoluto 2026 e Melhor Compacto do Mundo nos Women’s Worldwide Car of the Year, ficou entre os três finalistas do World Car of the Year e foi eleito Carro do Ano pelo jornal britânico The Sun, no âmbito dos The Motor Awards 2026.</p>
<p>O sistema de propulsão do modelo também foi reconhecido, tendo integrado a lista Wards 10 Best Engines &#038; Propulsion Systems 2025, que distingue os melhores motores e sistemas de propulsão.</p>
<p>Em Portugal, o novo Nissan LEAF será proposto em três versões: Engage e Advance, disponíveis com as baterias de 52 kWh e 75 kWh, e Evolve, disponível com a bateria de 75 kWh. Estarão disponíveis seis cores exteriores e duas opções interiores.</p>
<p>Com esta terceira geração, a Nissan procura reforçar a posição do LEAF no mercado dos veículos elétricos, combinando maior autonomia, carregamento rápido, tecnologia integrada e uma proposta comercial que inclui três anos de manutenção.</p>

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