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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Lítio: Savannah pode retomar trabalhos em Boticas após suspensão de 20 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Savannah Resources pode retomar os trabalhos no âmbito da mina de lítio do Barroso, em Boticas, suspensos após providência cautelar, depois de o Ministério do Ambiente apresentar uma Resolução Fundamentada que reafirma o interesse público do projeto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Savannah Resources pode retomar os trabalhos no âmbito da mina de lítio do Barroso, em Boticas, suspensos após providência cautelar, depois de o Ministério do Ambiente apresentar uma Resolução Fundamentada que reafirma o interesse público do projeto. </P><br />
<P>A Savannah anunciou hoje, em comunicado, que após a apresentação de Resolução Fundamentada pelo ministério planeia &#8220;voltar aos trabalhos no terreno nos próximos dias&#8221;.</P><br />
<P>Os trabalhos de geotecnia em curso no concelho Boticas, distrito de Vila Real, foram suspensos a 09 de junho depois de uma providência cautelar admitida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela.</P><br />
<P>A providência cautelar foi interposta pela Assembleia de Compartes dos Baldios de Covas do Barroso contra o Ministério do Ambiente e da Energia, na sequência de uma segunda servidão administrativa que permite à empresa entrar em terrenos comunitários e privados.</P><br />
<P>Os trabalhos de geotecnia visam uma otimização do conhecimento dos terrenos e fundações sobre as quais serão construídas a unidade de processamento e restantes infraestruturas necessárias para as próximas fases da mina do Barroso. </P><br />
<P>O documento do ministério, a que a Lusa teve acesso, refere que a servidão administrativa temporária, sobre 24 parcelas, foi constituída com vista ao cumprimento da Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada emitida em 2023 e para possibilitar a elaboração do Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Engenharia (RECAPE). </P><br />
<P>Diz ainda que, depois de terminados os trabalhos (sondagens geológicas e de poços geotécnicos), a morfologia dos terrenos afetados vai ser reposta.</P><br />
<P>No documento assinado pelo secretário de Estado Adjunto e da Energia, Jean Paulo Gil Barroca, pode ainda ler-se que o projeto de lítio &#8220;tem impacto no desenvolvimento económico local, designadamente através da criação de postos de trabalho&#8221;, contribuindo também &#8220;para a fixação de população e para a coesão territorial de uma região marcada por fenómenos de desertificação&#8221;. </P><br />
<P>O ministério argumenta que os depósitos minerais &#8220;são imprescindíveis para a vida quotidiana e constituem algumas das matérias-primas mais importantes do ponto de vista económico, estando simultaneamente sujeitos a um elevado risco de escassez&#8221;. </P><br />
<P>Acrescenta que &#8220;o investimento na exploração de lítio visa estimular a economia nacional, promovendo o investimento estrangeiro e gerando empregos no setor da mineração e em cadeias de valor associadas, podendo também levar à criação de uma indústria local de refinação e de transformação do lítio e à atração, nomeadamente, para o interior do país, de indústria que necessita dessa matéria-prima fomentando o desenvolvimento dessas regiões&#8221;. </P><br />
<P>E lembra que a mina do Barroso foi reconhecida pela Comissão Europeia, em 2025, como projeto estratégico ao abrigo do Regulamento Europeu das Matérias-Primas Críticas. </P><br />
<P>O Ministério do Ambiente autorizou uma primeira servidão em dezembro de 2024, que originou a apresentação de uma providência cautelar, por parte de proprietários de terreno e levou à suspensão dos trabalhos de prospeção durante 15 dias em fevereiro de 2025.</P><br />
<P>Emanuel Proença, diretor-executivo (CEO) da Savannah afirma, citado no comunicado, que &#8220;a atribuição desta Resolução Fundamentada é um passo já esperado&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;É um reconhecimento do trabalho das nossas equipas, agora e no passado, sempre feito sob elevado escrutínio. É também uma confirmação da confiança do Estado Português no projeto Lítio do Barroso, em particular a sua importância para a criação de uma cadeia de valor das baterias e do lítio em Portugal&#8221;, salienta. </P><br />
<P>Acrescenta ainda que &#8220;é, finalmente, mais um caso em que um pequeno grupo de oposição que continua a espalhar medos e mentiras, vê frustrados os seus esforços de travar um projeto que irá trazer mais empregos e mais desenvolvimento para a região do Barroso&#8221;.</P><br />
<P>A empresa pretende iniciar a construção em 2027 e alcançar a primeira produção em 2028.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782864]]></sapo:autor>
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		<title>Governo retoma negociações com PSP e GNR: revisão salarial domina reunião de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Administração Interna, Luís Neves, reúne-se esta segunda-feira com a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) e com estruturas sindicais da Polícia de Segurança Pública (PSP), numa nova ronda de negociações entre o Governo e os representantes das forças de segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Administração Interna, Luís Neves, reúne-se esta segunda-feira com a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) e com estruturas sindicais da Polícia de Segurança Pública (PSP), numa nova ronda de negociações entre o Governo e os representantes das forças de segurança. A reunião, marcada para as 09h30, terá como principal tema a revisão do regime remuneratório, compromisso assumido pelo Executivo no âmbito do acordo alcançado com duas estruturas associativas da Guarda Nacional Republicana.</p>
<p>O encontro insere-se na retoma formal das negociações entre o Governo e os representantes da PSP e da GNR, depois do entendimento alcançado com duas associações da Guarda, entre as quais a APG/GNR. Nesse acordo, o Executivo comprometeu-se a proceder à revisão do regime remuneratório das forças de segurança até ao final deste ano, colocando esta matéria no centro das conversações previstas para esta segunda-feira.</p>
<p><strong>Revisão salarial será o principal tema</strong><br />
A expectativa das estruturas representativas centra-se na concretização do compromisso assumido pelo Governo relativamente à valorização remuneratória dos profissionais das forças de segurança. A revisão do regime remuneratório deverá dominar a agenda da reunião, numa altura em que sindicatos e associações têm vindo a defender uma atualização das condições salariais e da valorização das carreiras.</p>
<p>O encontro representa mais um passo no processo negocial entre o Ministério da Administração Interna e os representantes dos profissionais da PSP e da GNR, que aguardam avanços concretos relativamente às matérias acordadas.</p>
<p><strong>Reunião acontece após alerta sobre a carreira de chefes da PSP</strong><br />
A reunião surge poucos dias depois de o Sindicato Nacional da Carreira de Chefes da PSP (SNCC/PSP) ter alertado o Governo para a necessidade de autorizar, com urgência, a abertura de concurso para o Curso de Formação de Chefes.</p>
<p>Num ofício enviado ao ministro da Administração Interna, Luís Neves, o sindicato defendeu que a abertura do concurso não deve sofrer novos adiamentos, considerando tratar-se de uma medida essencial para reforçar os efetivos da carreira de chefes e assegurar a renovação dos quadros da Polícia de Segurança Pública.</p>
<p><strong>Sindicato alerta para redução contínua de efetivos</strong><br />
Segundo o SNCC/PSP, a carreira de chefes da PSP tem registado, nos últimos anos, uma redução contínua e preocupante do número de efetivos, situação agravada pelo crescente número de profissionais que transitam para a pré-aposentação sem que exista uma reposição equivalente dos recursos humanos.</p>
<p>Na perspetiva da estrutura sindical, esta realidade traduz-se num progressivo enfraquecimento da carreira de chefes, com impacto direto na capacidade de comando intermédio, supervisão e coordenação operacional da PSP, podendo afetar a estabilidade da estrutura hierárquica e o normal cumprimento da missão da polícia.</p>
<p><strong>Valorização das carreiras também está entre as reivindicações</strong><br />
O sindicato considera igualmente indispensável promover o rejuvenescimento da carreira de chefes, defendendo, porém, que esse processo deve ser acompanhado por uma valorização profissional e remuneratória compatível com as responsabilidades inerentes às funções de comando, supervisão, coordenação e gestão operacional desempenhadas por estes profissionais.</p>
<p>Embora a reunião desta segunda-feira tenha como foco principal a revisão do regime remuneratório das forças de segurança, o contexto recente de reivindicações relacionadas com a renovação e valorização das carreiras deverá igualmente marcar o ambiente das negociações entre o Governo e os representantes da PSP e da GNR.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781309]]></sapo:autor>
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		<title>Semana arranca sem alterações no preço dos combustíveis. Veja quais os postos mais baratos para poupar alguns euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de descidas de preços dos combustíveis na semana passada, e com o Brent em queda e a atingir valores antes da guerra no Irão, esperava-se que a esta semana seguisse a tendência… mas não será assim. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de descidas de preços dos combustíveis na semana passada, e com o Brent em queda e a atingir valores antes da guerra no Irão, esperava-se que a esta semana seguisse a tendência… mas não será assim. Isto porque, de acordo com fontes do setor contactadas pela ‘Executive Digest’, esta semana trará muito poucas mexidas nos preços dos combustíveis, sendo que “a orientação será para uma descida no preço do gasóleo que não chega a meio cêntimo por litro&#8221; e de &#8220;subida no preço da gasolina 95 na mesma linha, de menos de meio cêntimo por litro&#8221;.</p>
<p>Os postos de marca própria – que normalmente funcionam junto aos hipermercados – seguem a tendência e reportam “uma desvalorização de 0,0014 euros no gasóleo e de uma subida de 0,0021 euros na gasolina 95”, adiantou outra fonte.</p>
<p>Assim, o preço médio por litro dos combustíveis deverá ser no gasóleo de 1,768 euros e na gasolina de 1,879 euros, valores que poderão ser alterados caso o Governo decida mexer no ISP.</p>
<p>Contas feitas, a partir desta segunda-feira, o gasóleo deverá manter o preço, no seguimento de três semanas de descida de preço, ao passo que a gasolina 95 regista uma ínfima subida, depois de uma descida ligeira nas últimas três semanas. As poucas mexidas de preços esperadas esta semana chegam com grande surpresa, uma vez que era prevista nova descida &#8216;generosa&#8217; na hora de atestar, uma vez que o preço do petróleo Brent, uma referência na Europa, ficou na passada quarta-feira, 24 de junho, abaixo dos 75 dólares (quase 66 euros) por barril, pela primeira vez desde o início da guerra no Médio Oriente. nesse dia, pelas 13:10 (hora de Lisboa), o preço do petróleo Brent do Mar do Norte para entrega em agosto cedia 3,05% para 74,73 dólares. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, estava a cair 2,94% para 71,06 dólares (cerca de 62 euros). Veja como evoluiu o preço dos combustíveis desde o início do ano:</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-782128" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12.png" alt="" width="1224" height="474" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12.png 1224w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-300x116.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-900x349.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-768x297.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-1200x465.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-12-600x232.png 600w" sizes="(max-width: 1224px) 100vw, 1224px" /></p>
<p><strong>Portugal está em 6º lugar dos países da UE com preço da gasolina 95 mais cara</strong><br />
No mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal está no sexto lugar entre os países com a gasolina simples 95 mais cara, 12,1 cêntimos acima da média europeia e 42,2 cêntimos acima do preço verificado em Espanha. Quanto ao gasóleo simples, o nosso país está na 9.ª posição do preço mais caro, a 24,2 cêntimos do preço no país vizinho e mais 4,9 cêntimos da média europeia.</p>
<p>A Dinamarca tem, de longe, o preço mais elevado do Velho Continente no que diz respeito à gasolina 95: 2,311 euros/litro. Já a Finlândia ‘reina’ no caso do gasóleo: 2,172 euros/litro.</p>
<p>Com a a manutenção prevista para a próxima semana, é possível poupar ainda mais alguns euros se souber onde estão os postos mais baratos do país. Consulte a lista:</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-782132" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13.png" alt="" width="1211" height="491" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13.png 1211w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-300x122.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-900x365.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-768x311.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-1200x487.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-13-600x243.png 600w" sizes="(max-width: 1211px) 100vw, 1211px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-782133" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14.png" alt="" width="1213" height="493" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14.png 1213w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-300x122.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-900x366.png 900w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-768x312.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-1200x488.png 1200w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Capturar-14-600x244.png 600w" sizes="(max-width: 1213px) 100vw, 1213px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782326]]></sapo:autor>
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		<title>Turismo ligado ao transporte aéreo contribui para aumento das rendas em Portugal &#8211; estudo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/turismo-ligado-ao-transporte-aereo-contribui-para-aumento-das-rendas-em-portugal-estudo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:00:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Zero - Associação Sistema Terrestre Sustentável indicou hoje que as chegadas de turistas por avião contribuem para o aumento das rendas das casas em Portugal, defendendo uma mudança do modelo de desenvolvimento turístico do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Zero &#8211; Associação Sistema Terrestre Sustentável indicou hoje que as chegadas de turistas por avião contribuem para o aumento das rendas das casas em Portugal, defendendo uma mudança do modelo de desenvolvimento turístico do país.</P><br />
<P>A associação ambientalista cita um novo estudo sobre os impactos económicos do crescimento do transporte aéreo e do turismo publicado hoje pela Federação Europeia dos Transportes e Ambiente (T&amp;E, na sigla inglesa), que a ZERO integra.</P><br />
<P>O estudo &#8220;demonstra que o aumento contínuo das chegadas por via aérea não só agrava os impactos ambientais e climáticos, como também contribui para a pressão sobre o mercado habitacional, reduz o investimento produtivo na economia e não assegura uma melhoria significativa dos salários ou da qualidade de vida das populações&#8221;, acrescenta em comunicado. </P><br />
<P>Os preços das habitações e das rendas são sensíveis à chegada de turistas internacionais, independentemente do meio de transporte utilizado, mas o estudo isola a contribuição do transporte aéreo, considerando que Portugal se encontra entre os países que poderão sofrer &#8220;uma das maiores pressões sobre os preços da habitação e das rendas&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a Zero, a análise estima que &#8220;a renda média anual das casas em Portugal, em áreas de maior pressão turística, aumente 193 euros por ano para novos contratos, ao longo dos próximos cinco anos (2026-2031)&#8221;.</P><br />
<P>Os ambientalistas salientam que estes resultados fazem aumentar as suas preocupações em relação &#8220;à expansão da capacidade aeroportuária na região de Lisboa&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Aos impactos conhecidos em matéria de emissões de gases com efeito de estufa, ruído, poluição atmosférica, degradação da biodiversidade e pressão sobre as infraestruturas urbanas, junta-se agora um efeito económico frequentemente negligenciado: o agravamento da crise da habitação e da pressão turística sobre o território&#8221;.</P><br />
<P>Além disto, o estudo mostra igualmente que &#8220;a pressão exercida pelo crescimento do turismo associado ao tráfego aéreo sobre o aumento dos preços da habitação pode produzir efeitos negativos na produtividade da economia portuguesa&#8221;, referindo projeções que indicam que o investimento empresarial poderá sofrer uma quebra de 0,5% no período 2019-2031, o que corresponde, em termos absolutos, &#8220;a uma perda estimada em cerca de 200 milhões de euros por ano&#8221;. </P><br />
<P>Neste contexto, a Zero defende que &#8220;Portugal deve orientar a sua política pública para a qualificação do turismo e não para a sua expansão ilimitada&#8221;, sustentando que o país &#8220;beneficiará mais de um modelo assente na qualidade do turismo, na sustentabilidade ambiental, na proteção da habitação acessível e na diversificação da sua base económica do que de uma estratégia focada em maximizar o número de voos e passageiros&#8221;.</P><br />
<P>Assinala que esta escolha está &#8220;plenamente alinhada com a Estratégia Nacional para o Turismo Sustentável, que privilegia a criação de maior valor económico, social e ambiental em vez do simples aumento do número de visitantes&#8221;. </P><br />
<P>Para estimular um turismo mais sustentável, a Zero sugere que se avalie a criação de &#8220;uma taxa cobrada aos passageiros quando abandonam o país por via aérea&#8221;, existente em vários países europeus.</P><br />
<P>Esta taxa de partida &#8220;poderá contribuir para internalizar parte dos custos ambientais e sociais associados ao transporte aéreo e gerar receitas destinadas à valorização do património cultural e natural, à melhoria da qualidade ambiental, ao reforço da mobilidade sustentável e à qualificação do próprio setor turístico&#8221;, adianta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782863]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Semana de calor começa com oito concelhos em perigo máximo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-semana-de-calor-comeca-com-oito-concelhos-em-perigo-maximo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:55:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Todas as regiões do interior de Portugal continental enfrentam hoje um perigo de incêndio rural muito elevado, com oito concelhos dos distritos de Castelo Branco, Portalegre e Faro em risco máximo, segundo o IPMA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Todas as regiões do interior de Portugal continental enfrentam hoje um perigo de incêndio rural muito elevado, com oito concelhos dos distritos de Castelo Branco, Portalegre e Faro em risco máximo, segundo o IPMA.</P><br />
<P>Esta semana as temperaturas vão subir significativamente e o perigo de incêndio, previsto pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), vai intensificar-se diariamente, e na quinta-feira todo o território continental vai estar com perigo máximo ou muito elevado.</P><br />
<P> Cinco distritos do interior do país estão hoje sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente e seco, com a temperatura máxima a oscilar entre os 31 e os 37 graus.</P><br />
<P>Os avisos vão ser estendidos a todo o território continental na quarta-feira.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado no domingo, o IPMA alertou que se prevê &#8220;um longo período com tempo quente e seco com a temperatura máxima a atingir valores entre os 40 e os 43 graus no vale do Tejo e Alentejo, na quinta-feira, e que poderão estender-se a alguns locais das restantes regiões no final da semana&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com as previsões, a temperatura mínima também vai aumentar nos próximos dias &#8220;para valores superiores a 20 graus centígrados&#8221;, ficando grande parte do território &#8220;com condições de noites tropicais&#8221;.</P><br />
<P>Dada a previsão de temperaturas elevadas, o IPMA indica no boletim meteorológico que &#8220;é muito provável que o nível dos avisos seja agravado em vários distritos nas atualizações ao longo dos próximos dias&#8221;.</P><br />
<P>Esta subida da temperatura deve-se a um anticiclone &#8220;localizado a norte/noroeste do arquipélago dos Açores, estendendo-se em crista até ao Golfo da Biscaia&#8221; e que a partir de segunda-feira &#8220;irá deslocar-se para leste&#8221;.</P><br />
<P>   O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782862]]></sapo:autor>
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		<title>Operadores de emergência da Proteção Civil iniciam hoje greve de cinco dias (mas socorro está assegurado)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:45:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Operadores de Telecomunicações de Emergência (OPTELEM) da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) iniciam esta segunda-feira uma greve nacional que se prolongará até 3 de julho, sexta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Operadores de Telecomunicações de Emergência (OPTELEM) da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) iniciam esta segunda-feira uma greve nacional que se prolongará até 3 de julho, sexta-feira. A paralisação, convocada pelo Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta, Ambiente e Proteção Civil (SinFAP), pretende chamar a atenção para a necessidade de valorização destes profissionais, cuja atividade é considerada essencial para o funcionamento do Sistema Nacional de Proteção Civil. Apesar da greve, o sindicato garante que o socorro à população estará plenamente assegurado através do cumprimento dos serviços mínimos legalmente definidos.</p>
<p>Segundo o SinFAP, a greve pretende sensibilizar a sociedade, os responsáveis políticos e o Governo para o papel estratégico desempenhado pelos operadores de telecomunicações de emergência, que asseguram, de forma permanente e ininterrupta, a receção das chamadas, a triagem das ocorrências, o despacho dos meios de socorro, bem como a gestão e coordenação operacional das respostas às diversas situações de emergência. O sindicato considera que estes trabalhadores constituem &#8220;a verdadeira espinha dorsal da resposta operacional&#8221; do sistema de proteção civil.</p>
<p>A estrutura sindical denuncia que, apesar das elevadas responsabilidades e da especialização exigida pelas funções desempenhadas, os OPTELEM continuam sem ver reconhecida oficialmente a sua atividade pela própria ANEPC. De acordo com o SinFAP, estes profissionais permanecem integrados na carreira geral de assistente técnico, sem qualquer enquadramento específico que reflita a natureza das funções exercidas, nem uma carreira profissional compatível com o nível de responsabilidade que assumem diariamente.</p>
<p>Para o sindicato, esta situação representa uma injustiça prolongada, deixando estes trabalhadores &#8220;no esquecimento&#8221;, sem o reconhecimento institucional e profissional que consideram merecido. O SinFAP defende que, ano após ano, o contributo dos operadores para o funcionamento do Sistema Nacional de Proteção Civil não tem sido acompanhado por uma valorização da profissão, quer ao nível da carreira, quer das condições laborais.</p>
<p>A convocação da greve mantém-se mesmo após uma reunião recente entre o SinFAP e o Ministério da Administração Interna. Segundo o sindicato, o ministério manifestou abertura para iniciar as diligências necessárias com vista ao arranque das negociações para a criação de uma carreira profissional própria para os Operadores de Telecomunicações de Emergência. Ainda assim, a estrutura sindical decidiu avançar com a paralisação por considerar essencial dar visibilidade pública à realidade destes profissionais e reforçar a necessidade de transformar essa disponibilidade em medidas concretas.</p>
<p>O SinFAP sustenta que este é o momento para avançar com decisões que garantam o reconhecimento institucional da profissão, defendendo a criação de uma carreira especial para os OPTELEM e condições de trabalho compatíveis com a responsabilidade das funções que desempenham. O sindicato sublinha que estes profissionais asseguram, 24 horas por dia e 365 dias por ano, o funcionamento das comunicações de emergência e a mobilização dos meios de socorro, concluindo que &#8220;é hora de valorizar os Operadores de Telecomunicações de Emergência da ANEPC&#8221; e de lhes devolver a dignidade profissional que considera há muito reclamada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781312]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>LusaTV: Venezuela/Sismo: Comunidade portuguesa com esperança de encontrar sobreviventes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:41:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Duração total: 00:15:07]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço disponível no FTP ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Duração total: 00:15:07</P><br />
<P>Duração dos vivos: 00:10:58</P><br />
<P></P><br />
<P>V1 a V11 &#8212; Martin de Abreu, presidente do Centro Português de Caracas (00:00:00 &#8211; 00:03:31)</P><br />
<P>V12 a V18 &#8212; Alba Maria Ferreira, diretora de Cultura do Centro Português de Caracas (00:03:32 &#8211; 00:09:39)</P><br />
<P>V19 a V22 &#8212; Gabriela Alves da Silva, voluntária no Comité de Damas do Centro Português de Caracas (00:09:40 &#8211; 00:10:58)</P><br />
<P></P><br />
<P>Planos  (00:10:59 &#8212; 00:15:07)</P><br />
<P></P><br />
<P>Local: Macaracuay, Caracas, Venezuela</P><br />
<P>Imagem e texto: Felipe Gouveia</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782861]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Atenção pais! Matrículas escolares terminam hoje para alunos do 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/atencao-pais-matriculas-escolares-terminam-hoje-para-alunos-do-6-o-7-o-8-o-9-o-e-11-o-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os encarregados de educação dos alunos que vão frequentar o 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos de escolaridade no ano letivo 2026/2027 têm apenas até ao final desta segunda-feira para concluir o processo de matrícula ou renovação sempre que este seja obrigatório. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os encarregados de educação dos alunos que vão frequentar o 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos de escolaridade no ano letivo 2026/2027 têm apenas até ao final desta segunda-feira para concluir o processo de matrícula ou renovação sempre que este seja obrigatório. O prazo termina hoje e encerra a segunda fase do calendário oficial definido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação.</p>
<p>O calendário das matrículas para o próximo ano letivo foi estabelecido através de despacho assinado pelo ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, abrangendo a educação pré-escolar, o ensino básico e o ensino secundário. O processo decorre de forma faseada desde abril e prolonga-se até julho, de acordo com o ano de escolaridade.</p>
<p><strong>Quem tem de concluir o processo hoje</strong><br />
O período compreendido entre 16 e 29 de junho destina-se especificamente aos alunos que irão frequentar o 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos. Para os encarregados de educação abrangidos por esta fase, hoje representa o último dia disponível para submeter a matrícula ou efetuar a renovação sempre que a legislação o exija.</p>
<p>O despacho determina ainda que, caso o último dia de um prazo coincidisse com um sábado, domingo ou feriado, a data-limite transitava automaticamente para o primeiro dia útil seguinte. No entanto, este ano o prazo termina precisamente numa segunda-feira.</p>
<p><strong>Em que situações a renovação não é automática?</strong><br />
Na maioria dos casos, a renovação da matrícula é efetuada automaticamente pelos serviços, não sendo necessária qualquer intervenção dos encarregados de educação.</p>
<p>Existem, contudo, várias exceções em que o procedimento tem obrigatoriamente de ser realizado dentro dos prazos definidos. É o caso das situações em que exista mudança de escola, transição de ciclo de ensino, alteração do encarregado de educação ou modificações nas opções curriculares do aluno.</p>
<p>Sempre que se verifique uma destas circunstâncias, os encarregados de educação devem formalizar a renovação da matrícula antes do encerramento do respetivo período.</p>
<p><strong>Ainda há outras fases de matrícula por decorrer</strong><br />
Com o encerramento da fase destinada ao 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos, o calendário prossegue com os restantes níveis de ensino.</p>
<p>Entre 1 e 13 de julho decorre o período reservado aos alunos do 2.º, 3.º, 4.º e 5.º anos, enquanto as matrículas para o 10.º e 12.º anos estarão abertas entre 15 e 22 de julho.</p>
<p>A primeira fase, destinada à educação pré-escolar e ao 1.º ano do ensino básico, decorreu entre 22 de abril e 1 de junho.</p>
<p><strong>Quando são divulgadas as listas de alunos?</strong><br />
No caso da educação pré-escolar e do 1.º ano, as listas de crianças e alunos inscritos devem ser divulgadas até 16 de junho.</p>
<p>Para os restantes anos de escolaridade, as escolas publicam as listas de inscritos até cinco dias úteis após o termo do respetivo período de matrículas.</p>
<p>Já as listas de alunos admitidos deverão ficar disponíveis até ao início de julho para a educação pré-escolar e 1.º ano, sendo divulgadas até ao final de julho para os restantes níveis de ensino.</p>
<p><strong>Calendário aplica-se a várias redes de ensino</strong><br />
O regime de matrículas definido pelo Ministério da Educação não abrange apenas as escolas da rede pública. O calendário aplica-se igualmente aos estabelecimentos do ensino particular e cooperativo com contrato de associação, bem como a outras instituições financiadas pelo Estado, incluindo escolas profissionais.</p>
<p>Com o fim do prazo desta segunda-feira para os alunos do 6.º, 7.º, 8.º, 9.º e 11.º anos, as famílias abrangidas deverão assegurar que todos os procedimentos obrigatórios ficam concluídos dentro do período estabelecido, evitando eventuais constrangimentos no processo de matrícula para o próximo ano letivo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_744564]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fórum anual do BCE arranca hoje em Sintra com futuro da Europa na agenda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:30:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Fórum anual do Banco Central Europeu (BCE) começa hoje, em Sintra, com os olhos postos no futuro da Europa, num contexto de incerteza à volta da política comercial e do conflito no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fórum anual do Banco Central Europeu (BCE) começa hoje, em Sintra, com os olhos postos no futuro da Europa, num contexto de incerteza à volta da política comercial e do conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>Este fórum é um evento anual organizado pelo BCE e realizado em Sintra, Portugal, que reúne governadores de bancos centrais, académicos e representantes do mercado financeiro.</P><br />
<P>Este ano tem como tema &#8220;Moldar o futuro da Europa: inovação, crescimento e estabilidade&#8221; e arranca hoje com um discurso de abertura de Christine Lagarde, presidente do BCE, às 20:00 (hora de Lisboa).</P><br />
<P>A discussão passará por temas relacionados com o comércio internacional, após os anúncios de tarifas pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, terem motivado uma mudança de cenário, bem como numa altura ainda de incerteza sobre o desenrolar do conflito no Médio Oriente, que afetou os preços da energia e levou o BCE a subir os juros em 25 pontos base na reunião de junho.</P><br />
<P>A manhã do segundo dia do fórum conta com duas sessões, a primeira sobre acelerar o crescimento na Europa e outra sobre os ciclos regulatórios, riscos à estabilidade e oportunidades de crescimento.</P><br />
<P>Segue-se um painel sobre a inteligência artificial (IA) e estabilidade financeira, com responsáveis do FMI, do Banco de Inglaterra, da Universidade da Pennsylvania e da Apollo Global Management, bem como uma conversa também sobre IA entre o economista chefe da OpenAI, Aaron Chatterji, e o membro do Conselho Executivo do BCE Philip R. Lane.</P><br />
<P>Já o terceiro e último dia, 01 de julho, começa com uma sessão sobre as implicações da migração para a produtividade e o crescimento na Europa, analisando um &#8216;paper&#8217; sobre o tema, bem como uma sessão sobre a &#8216;tokenização&#8217;, focada nos pagamentos digitais.</P><br />
<P>Há ainda um painel sobre o papel da Europa no novo cenário global do comércio internacional, com responsáveis do Banco de Desenvolvimento Inter-Americano, da OCDE, da Universidade de Zurique e da Comissão Europeia.</P><br />
<P>Após o almoço há o habitual &#8220;momento alto&#8221; do encontro, um painel sobre política monetária com governadores de bancos centrais: Andrew Bailey, governador do Banco da Inglaterra, Christine Lagarde, Tiff Macklem, governador do Banco do Canadá, e Kevin Warsh, presidente do Conselho de Governadores do Sistema da Reserva Federal dos EUA, que assumiu o cargo em maio.</P><br />
<P>O Fórum BCE termina com a cerimónia de entrega do Prémio Jovem Economista e o discurso de encerramento de Lagarde.</P><br />
<P>Nesse dia, existirá ainda um jantar para os participantes organizado pelo Banco de Portugal, sendo esta a primeira vez que o fórum ocorre sob a liderança do governador Álvaro Santos Pereira, que tomou posse em outubro do ano passado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782860]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Fogo em Freixo de Espada à Cinta entrou em resolução</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-fogo-em-freixo-de-espada-a-cinta-entrou-em-resolucao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incêndio que deflagrou ao início da tarde de domingo numa zona de mato em Ligares, no concelho de Freixo de Espada à Cinta, entrou em resolução às 05:20 de hoje, disse à Lusa fonte da proteção civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O incêndio que deflagrou ao início da tarde de domingo numa zona de mato em Ligares, no concelho de Freixo de Espada à Cinta, entrou em resolução às 05:20 de hoje, disse à Lusa fonte da proteção civil.</P><br />
<P>No local mantêm-se 131 operacionais, apoiados por 37 meios, adiantou a fonte do Comando Sub-regional do Douro.</P><br />
<P>No domingo à noite, o comandante dos bombeiros de Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança, Vítor Rentes, tinha dito que o incêndio, que teve duas frentes ativas, começou a ceder, mas que se previa uma noite de muito trabalho.</P><br />
<P>Segundo Vítor Rentes, não houve zonas rurais ou habitacionais em perigo.</P><br />
<P>O alerta para este incêndio foi dado às 13:57 de domingo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782859]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Juliannis volta a uma Venezuela irreconhecível para saber se vai &#8220;fazer o luto ou abraçar&#8221; o irmão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-juliannis-volta-a-uma-venezuela-irreconhecivel-para-saber-se-vai-fazer-o-luto-ou-abracar-o-irmao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ *** André Campos Ferrão, jornalista em serviço para a Lusa, em Caracas ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> *** André Campos Ferrão, jornalista em serviço para a Lusa, em Caracas ***</P><br />
<P> </P><br />
<P>Caracas, 29 jun 2026 (Lusa) &#8212; Juliannis deixou o filho no Panamá para regressar à Venezuela, reconhecendo que vai encontrar o país &#8220;irreconhecível&#8221;, e procurar um irmão entre os escombros do que outrora foi La Guaira, um dos muitos desaparecidos nesta cidade costeira.</P><br />
<P>O Aeroporto Internacional Tocumen, o principal do Panamá, é o ponto de ligação para todo o continente americano, mas nos últimos dias as filas concentram-se nas portas de embarque que pouco a pouco reabrem o acesso à Venezuela e ajudam familiares a levantar o véu da tragédia que assolou o país em 24 de junho.</P><br />
<P>Na fila amontoam-se cidadãos venezuelanos e equipas de resgate de múltiplas nacionalidades, quase todos os integrantes são voluntários. O ambiente é de comoção e ansiedade, lágrimas acompanham enquanto as notícias chegam pelas redes sociais. </P><br />
<P>As histórias são diferentes, apesar do destino em comum. Na fila está Juliannis, de 29 anos, imigrante no Panamá há quase dez anos, com a irmã, que veio dos Estados Unidos da América. As duas olham impacientemente para o ecrã, a aguardar que o embarque comece.</P><br />
<P>Juliannis deixou o filho em casa com o marido e embarcou no primeiro voo disponível para poder chegar a Valência, a única cidade que está a receber voos comerciais, ainda que sejam escassos. O destino de ambas é La Guaira, cidade costeira e epicentro da devastação provocada por um sismo de magnitude 7,2 e outro de magnitude 7,5, 40 segundos depois.</P><br />
<P>O irmão de ambas está desaparecido, o prédio em que vivia foi reduzido a escombros.</P><br />
<P>&#8220;Tenho de ir, tenho de ir para saber se o enterro ou se volto a abraçá-lo&#8221;, disse à Lusa a cidadã venezuelana, visivelmente comocionada.</P><br />
<P>Enquanto apertava e torcia levemente o bilhete de avião, Juliannis descreveu que desde 24 de junho não tem notícias do irmão e todo o quarteirão onde vivia desapareceu. Apesar de conhecer aquelas ruas de trás para a frente, já sabe que, à semelhança de grande parte do país, vai encontrar uma La Guaira &#8220;irreconhecível&#8221; e que nada resta da Avenida 16-A, a poucos metros do rio San Julian.</P><br />
<P>A esperança não desvanece, ainda que a incerteza domine: &#8220;Sei que perto do prédio do meu irmão acabaram de resgatar uma senhora com vida, mas as câmaras térmicas [utilizadas pelas equipas de resgate] não detetaram outros sinais de vida nessas imediações.&#8221;</P><br />
<P>Apesar dos esforços para procurar em todas as partes, a cidade era casa para mais de 460.000 pessoas, convertendo os esforços de resgate em autênticas tarefas hercúleas. Por isso, a venezuelana apelou à intervenção de mais países nos esforços de resgate, em particular de Itália, uma vez que o irmão, segundo descreveu, tem dupla nacionalidade.</P><br />
<P>Apesar de saber que passaram cinco dias desde o desastre natural e a probabilidade de encontrar sobreviventes diminui a cada dia, Juliannis não perde a esperança de que o irmão esteja vivo. </P><br />
<P>&#8220;Só quero saber o que lhe aconteceu, já venho preparada, mas pode ser que ainda esteja vivo, debaixo daquilo tudo&#8221;, disse, enquanto embarcava.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782858]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tecnológica chinesa Momenta estreia-se na bolsa em operação de 660 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A tecnológica chinesa especializada em condução autónoma Momenta estreia-se na bolsa de Hong Kong no início de julho, numa operação que deverá captar cerca de 5,894 mil milhões de dólares de Hong Kong (660 milhões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A tecnológica chinesa especializada em condução autónoma Momenta estreia-se na bolsa de Hong Kong no início de julho, numa operação que deverá captar cerca de 5,894 mil milhões de dólares de Hong Kong (660 milhões de euros).</P><br />
<P>Segundo o prospeto enviado hoje pela empresa à bolsa da antiga colónia britânica, a oferta pública inicial compreende cerca de 19,9 milhões de ações, ao preço unitário de 295,6 dólares de Hong Kong (33,1 euros).</P><br />
<P>De acordo com o documento, a estreia em bolsa está prevista para 08 de julho.</P><br />
<P>A tecnológica prevê aplicar 60% das receitas da operação em investigação e desenvolvimento (I&amp;D), com o objetivo de &#8220;impulsionar soluções de condução autónoma de nova geração&#8221;, incluindo um reforço da capacidade para inteligência artificial (IA), armazenamento de dados e melhorias nos algoritmos.</P><br />
<P>Outros 20% serão destinados a acelerar a comercialização dos serviços de táxis autónomos (&#8216;robotaxis&#8217;), incluindo a expansão de frotas com condução autónoma de nível 4, numa escala de cinco níveis, em que os veículos conseguem circular sem intervenção humana, embora mantenham comandos para permitir a tomada de controlo por um condutor.</P><br />
<P>Entre os investidores que apoiam a operação figuram a fabricante automóvel alemã Mercedes-Benz, já acionista relevante da Momenta, uma subsidiária da chinesa BYD, maior fabricante mundial de veículos elétricos, e fundos como a BlackRock, a Boyu Capital e a GIC.</P><br />
<P>No final de 2025, mais de 680 mil veículos utilizavam &#8216;software&#8217; de assistência à condução de nível 2 desenvolvido pela Momenta, que tinha estabelecido parcerias com 24 fabricantes internacionais, entre os quais a Mercedes-Benz, a BYD, a Toyota, a General Motors, a BMW, a Hyundai-Kia, a Volkswagen e a Honda.</P><br />
<P>A empresa colabora também com plataformas como a Uber e a Grab para lançar este ano serviços de &#8216;robotaxis&#8217; em Abu Dhabi e Munique, na Alemanha, com planos para expandir posteriormente essas operações a outras cidades do Médio Oriente, Europa e Sudeste Asiático.</P><br />
<P>A Momenta foi fundada em 2016 por Cao Xudong, que anteriormente desenvolveu atividades de investigação em empresas como a SenseTime e a norte-americana Microsoft. Em 2025, a tecnológica registou prejuízos líquidos de 3,458 mil milhões de yuan (447 milhões de euros), mais 7,9% do que no ano anterior.</P><br />
<P>Segundo um estudo da China Insights Consultancy, citado pelo portal económico Yicai, a penetração da condução autónoma na China deverá aumentar de 11% este ano para 62% em 2030, sendo que a Momenta detém uma quota de 65% do mercado de fornecedores externos deste tipo de tecnologia para zonas urbanas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782856]]></sapo:autor>
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		<title>Calor vai intensificar-se esta semana e termómetros podem atingir 42ºC já nos próximos dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal entra hoje numa nova semana marcada pelo agravamento gradual do calor, com as temperaturas máximas a subirem de forma generalizada em praticamente todo o território continental.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal entra hoje numa nova semana marcada pelo agravamento gradual do calor, com as temperaturas máximas a subirem de forma generalizada em praticamente todo o território continental. O cenário meteorológico aponta para um início de julho muito quente, podendo algumas regiões do Centro-Sul aproximar-se ou mesmo ultrapassar os 40 ºC, enquanto o vale do Guadiana poderá atingir máximas na ordem dos 42 ºC durante a segunda metade da semana.</p>
<p>As previsões divulgadas pelo portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/noticias/" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a> apontam para uma subida significativa das temperaturas ao longo dos próximos dias, impulsionada pelo reforço de uma crista subtropical sobre a Península Ibérica e pela permanência de uma depressão sobre o noroeste da Europa. Esta configuração deverá favorecer a entrada de uma massa de ar tropical continental, muito quente e seca, proveniente do Norte de África, criando condições para um episódio de calor intenso em grande parte de Portugal continental.</p>
<p><strong>Hoje começa a subida mais acentuada das temperaturas</strong><br />
Depois de um aumento gradual registado durante o fim de semana, é a partir de hoje que os termómetros deverão subir de forma mais expressiva. As temperaturas máximas deverão oscilar entre os 23 e os 24 ºC em Viana do Castelo e os 35 a 36 ºC em Beja, enquanto o vale do Guadiana poderá atingir os 37 a 38 ºC. Também os vales do Douro e do Tejo deverão registar temperaturas elevadas, com máximas previstas até aos 36 e 37 ºC.</p>
<p>Ao mesmo tempo, regressam praticamente a todo o território continental as chamadas anomalias térmicas positivas, ou seja, temperaturas acima dos valores habituais para esta época do ano. Em vários distritos do interior e do Sul, os desvios poderão atingir cerca de 7 ºC acima da normal climatológica, enquanto apenas parte do litoral Centro e uma pequena faixa do Sotavento Algarvio poderão manter valores próximos da média.</p>
<p><strong>Calor poderá intensificar-se ainda mais a partir de quarta-feira</strong><br />
O episódio de calor mais significativo deverá desenvolver-se a partir de quarta-feira, coincidindo com o início do mês de julho. Os modelos meteorológicos europeu (ECMWF) e norte-americano (GFS) convergem na previsão de um reforço da massa de ar quente sobre a Península Ibérica, cenário que poderá provocar temperaturas entre 11 e 12 ºC acima da média em várias regiões do país.</p>
<p>Caso esta evolução se confirme, o Baixo Alentejo deverá ser uma das zonas mais afetadas, juntamente com outros pontos do Centro-Sul de Portugal continental. Os distritos de Beja, Évora e Portalegre, bem como áreas dos distritos de Santarém e Setúbal, poderão registar temperaturas próximas ou superiores aos 40 ºC durante vários dias consecutivos.</p>
<p><strong>Vale do Guadiana poderá atingir os 42 ºC</strong><br />
As projeções mais recentes do modelo europeu apontam para máximas entre 40 e 42 ºC no vale do Guadiana, não estando excluída, de forma localizada, a possibilidade de alguns locais do Baixo Alentejo alcançarem os 43 ºC.</p>
<p>Ainda assim, os meteorologistas alertam que estas previsões continuam sujeitas a um grau significativo de incerteza, sobretudo por dizerem respeito a vários dias de antecedência. A evolução da localização da massa de ar quente e da circulação atmosférica poderá ainda alterar quer a intensidade quer a extensão geográfica do calor previsto.</p>
<p><strong>Norte deverá continuar a ser a região menos quente</strong><br />
Embora o calor se faça sentir em praticamente todo o país, o Norte deverá continuar a apresentar temperaturas mais moderadas, sobretudo nas zonas costeiras. O litoral Norte deverá aquecer progressivamente apenas durante os últimos dias da semana, mantendo, ainda assim, valores inferiores aos registados no Alentejo e no interior Centro.</p>
<p>Já o litoral Centro poderá conhecer uma ligeira descida temporária das temperaturas durante terça-feira, antes de voltar a aquecer nos dias seguintes.</p>
<p><strong>Noites tropicais poderão regressar</strong><br />
Além das temperaturas diurnas, também as mínimas deverão subir de forma significativa ao longo da semana. As previsões indicam que, a partir de quinta-feira, uma parte considerável do território continental poderá registar noites tropicais, ou seja, com temperaturas mínimas iguais ou superiores a 20 ºC.</p>
<p>As regiões do interior surgem como as mais propensas a noites muito quentes, podendo algumas localidades manter temperaturas próximas dos 30 ºC durante a noite. No litoral, os valores deverão variar entre 20 e 24 ºC, com tendência para aumentarem até ao final da semana.</p>
<p><strong>Previsão continua sujeita a alterações</strong><br />
Apesar da elevada concordância entre os principais modelos meteorológicos, os especialistas sublinham que ainda existe alguma incerteza quanto à magnitude final deste episódio de calor extremo. Por esse motivo, a evolução das previsões continuará a ser acompanhada nos próximos dias para confirmar a intensidade e a duração do fenómeno.</p>
<p>Se o cenário atualmente previsto se confirmar, Portugal poderá enfrentar uma semana marcadamente quente e seca, com o arranque de julho a coincidir com um dos episódios de calor mais intensos deste verão até ao momento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781328]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Xi recebe Lukashenko em Pequim durante périplo do líder bielorrusso pela Ásia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 05:11:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente chinês, Xi Jinping, reuniu-se hoje, em Pequim, com o homólogo bielorrusso, Alexander Lukashenko, no âmbito de uma digressão do líder europeu pelo Leste e Sudeste Asiático, informaram órgãos de comunicação estatais dos dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente chinês, Xi Jinping, reuniu-se hoje, em Pequim, com o homólogo bielorrusso, Alexander Lukashenko, no âmbito de uma digressão do líder europeu pelo Leste e Sudeste Asiático, informaram órgãos de comunicação estatais dos dois países.</P><br />
<P>O encontro decorreu durante a manhã, na residência oficial de hóspedes de Diaoyutai, indicou a televisão estatal chinesa CCTV, que não adiantou, para já, pormenores sobre o conteúdo da reunião nem sobre a duração da estadia de Lukashenko na China.</P><br />
<P>A agência oficial bielorrussa Belta noticiou no domingo que Lukashenko partira para uma visita ao Leste e Sudeste Asiático, com passagens por três países não especificados.</P><br />
<P>Segundo a Belta, as partes deverão abordar projetos &#8220;de grande escala&#8221; em diferentes áreas, na sequência de um trabalho preparatório realizado antes de cada uma das visitas.</P><br />
<P>O órgão estatal bielorrusso acrescentou que o reforço da cooperação com os países asiáticos constitui uma das prioridades da política externa de Minsk.</P><br />
<P>O ministério dos Negócios Estrangeiros chinês não anunciou previamente a visita de Lukashenko ao país.</P><br />
<P>A deslocação do Presidente bielorrusso a Pequim acontece depois de ter participado, em setembro de 2025, no desfile militar organizado pela China para assinalar o 80.º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial no Pacífico.</P><br />
<P>Antes dessa cerimónia, Lukashenko reuniu-se com Xi, em junho de 2025, ocasião em que agradeceu à China o &#8220;apoio firme&#8221; e a &#8220;ajuda de longo prazo&#8221;.</P><br />
<P>Nesse encontro, Xi classificou China e Bielorrússia como &#8220;verdadeiros amigos e bons parceiros&#8221;, enquanto Lukashenko afirmou que Minsk desenvolveria de forma &#8220;inquebrantável&#8221; as relações com Pequim.</P><br />
<P>O líder bielorrusso visitou também a China por duas vezes em 2023, em março e dezembro, num contexto de aprofundamento dos laços bilaterais e de crescente isolamento de Minsk em relação à Europa e ao restante Ocidente.</P><br />
<P>China e Bielorrússia mantêm uma relação marcada pela cooperação política, económica, industrial e tecnológica, bem como por uma retórica comum de rejeição da ingerência externa, do unilateralismo e das sanções.</P><br />
<P>A guerra na Ucrânia tem sido um dos principais enquadramentos da relação recente entre os dois países: Kiev acusa a Bielorrússia de apoiar a Rússia, enquanto a China tem mantido uma posição ambígua, apelando ao diálogo e a uma solução política para o conflito.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782855]]></sapo:autor>
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		<title>Paquistão afirma ter realizado novos ataques no leste do Afeganistão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/paquistao-afirma-ter-realizado-novos-ataques-no-leste-do-afeganistao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 04:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Paquistão realizou ataques aéreos no leste do Afeganistão contra uma fação dissidente dos talibãs paquistaneses, anunciou hoje o ministro da Informação, Attaullah Tarar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Paquistão realizou ataques aéreos no leste do Afeganistão contra uma fação dissidente dos talibãs paquistaneses, anunciou hoje o ministro da Informação, Attaullah Tarar. </P><br />
<P>Segundo o governante, três alvos nas províncias de Paktia, Paktika e Kunar foram destruídos durante a noite em &#8220;ataques de precisão&#8221;, causando a morte a 25 combatentes.</P><br />
<P>A ofensiva incluiu também operações terrestres nas zonas fronteiriças e visou o Jamaat-ul-Ahrar, uma fação radical ligada ao Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP), responsável por ataques crescentes nos últimos anos. </P><br />
<P>O anúncio surge após uma ofensiva contra um campo da força paramilitar Rangers em Karachi, no sábado.</P><br />
<P>As forças armadas paquistanesas acusaram o grupo Jamaat-ul-Ahrar de estar por detrás do ataque &#8220;covarde&#8221; em Karachi. </P><br />
<P>Já o porta-voz do governo talibã afegão, Zabihullah Mujahid, afirmou que as operações paquistanesas mataram ou feriram dezenas de civis, classificando-as como um &#8220;ato de agressão covarde&#8221;.</P><br />
<P>O Paquistão tem conduzido várias ofensivas aéreas contra o Afeganistão nos últimos meses, incluindo sobre Cabul, acusando o país vizinho de albergar combatentes do TTP &#8212; alegações negadas pelas autoridades afegãs. </P><br />
<P>Entre janeiro e março, pelo menos 372 civis afegãos morreram, segundo um relatório da ONU.</P><br />
<P>As relações entre os dois países deterioraram-se desde a tomada de poder dos talibãs em 2021. </P><br />
<P>Apesar de esforços de mediação de países como a China, não foi encontrada uma solução duradoura e a fronteira permanece em grande parte fechada desde outubro, travando os fluxos comerciais.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782854]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Candidaturas ao novo regime de incentivos ao cinema e audiovisual abrem hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 04:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O acesso ao novo regime de incentivo a médias e grandes produções de cinema e audiovisual, que reúne os mecanismos 'cash rebate' e 'cash refund', abre hoje com uma dotação anual de 50 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O acesso ao novo regime de incentivo a médias e grandes produções de cinema e audiovisual, que reúne os mecanismos &#8216;cash rebate&#8217; e &#8216;cash refund&#8217;, abre hoje com uma dotação anual de 50 milhões de euros.</P><br />
<P>Os mecanismos &#8216;cash rebate&#8217; e &#8216;cash refund&#8217; destinavam-se a captar mais filmagens e mais projetos estrangeiros em Portugal, mas acabaram por ser agora &#8220;harmonizados e simplificados&#8221; num só regime &#8212; o Regime de Incentivos à Produção Audiovisual e Cinematográfica (RIPAC) &#8212; com as candidaturas a serem submetidas a partir de hoje.</P><br />
<P>Segundo o regulamento do RIPAC, dos 50 milhões de euros anuais previstos, 15 milhões de euros são &#8220;exclusivamente&#8221; para incentivo à produção de médio orçamento (era o anterior &#8216;cash rebate&#8217;) e 20 milhões de euros são &#8220;reservados exclusivamente ao incentivo financeiro à grande produção&#8221; (o anterior &#8216;cash refund&#8217;).</P><br />
<P>Os restantes 15 milhões de euros do RIPAC são destinados &#8220;preferencialmente&#8221; a grandes produções e &#8220;residualmente à globalidade&#8221; do regime&#8221;, explicita o regulamento.</P><br />
<P>No entanto, o regulamento determina que as produções de médio orçamento podem ter reforço de financiamento caso haja &#8220;disponibilidade financeira adicional no RIPAC não executada&#8221;.</P><br />
<P>No caso de candidatura ao incentivo a médias produções, o prazo de candidatura é de apenas duas semanas. O incentivo à grande produção cinematográfica e audiovisual não tem prazo de encerramento, sendo atribuído aos projetos elegíveis por ordem de entrada e até ao limite financeiro disponível.</P><br />
<P>Habitualmente, o acesso ao incentivo a produções de médio orçamento é feito em duas fases num ano &#8212; em abril e em setembro -, mas em 2026, excecionalmente, as candidaturas abrem a 29 de junho.</P><br />
<P>Os projetos vão ser escolhidos por uma &#8220;Comissão de Seleção&#8221;, composta por três pessoas nomeadas pelo Governo, nas áreas da Comunicação Social, Turismo e Cultura.</P><br />
<P>O novo regime RIPAC faz parte de um novo programa de financiamento para cinema e audiovisual, batizado de SCRI.PT, com uma dotação global de 350 milhões de euros a repartir pelo quadriénio 2026-2029.</P><br />
<P>Além do novo regime, o SCRI.PT inclui a criação de uma linha de garantia mútua de apoio ao crédito, através do Banco Português de Fomento, com 150 milhões de euros para 2026-2029.</P><br />
<P>O Governo deixou escrito em decreto-lei que o SCRI.PT tem como objetivo apoiar o desenvolvimento e a internacionalização de produções audiovisuais e cinematográficas em Portugal, &#8220;contribuindo para a promoção da cultura, para o fomento da indústria nacional do audiovisual e do cinema, para a sustentabilidade do setor da comunicação social e para o reforço do posicionamento turístico do país&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782853]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China restringe exportações para 40 entidades japonesas por &#8220;remilitarização&#8221; de Tóquio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/china-restringe-exportacoes-para-40-entidades-japonesas-por-remilitarizacao-de-toquio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 04:28:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China anunciou hoje restrições à exportação de bens de dupla utilização para entidades japonesas, em resposta ao que descreveu como "remilitarização" japonesa, ao incluir 20 organizações nipónicas numa lista de controlo e 20 numa lista de vigilância.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China anunciou hoje restrições à exportação de bens de dupla utilização para entidades japonesas, em resposta ao que descreveu como &#8220;remilitarização&#8221; japonesa, ao incluir 20 organizações nipónicas numa lista de controlo e 20 numa lista de vigilância.</P><br />
<P>O ministério do Comércio chinês afirmou, em comunicado, que a medida visa travar a &#8220;remilitarização&#8221; do Japão e as alegadas tentativas de Tóquio de &#8220;desenvolver capacidades nucleares&#8221;, depois de, segundo Pequim, o país ter enveredado por uma trajetória de &#8220;novo militarismo&#8221;.</P><br />
<P>A tutela sustentou que o país vizinho &#8220;não refletiu nem corrigiu os seus erros&#8221;, tendo antes &#8220;acelerado a remilitarização&#8221; e destacado &#8220;armas ofensivas&#8221;, razão pela qual a China decidiu adotar novas medidas ao abrigo da Lei de Controlo das Exportações e do regulamento relativo a bens de dupla utilização.</P><br />
<P>As restrições abrangem, por um lado, 20 entidades japonesas que, segundo Pequim, participam em atividades destinadas a &#8220;reforçar a capacidade militar&#8221; do Japão.</P><br />
<P>A partir de agora, os exportadores chineses ficam proibidos de lhes vender bens de dupla utilização e organizações ou indivíduos no estrangeiro deixam também de poder transferir para essas entidades produtos dessa natureza de origem chinesa.</P><br />
<P>A China colocou outras 20 entidades japonesas numa lista de vigilância, alegando não conseguir verificar o utilizador final nem a utilização final dos bens de dupla utilização.</P><br />
<P>Da lista de controlo constam o Instituto Nacional de Estudos de Defesa, vários centros japoneses de investigação de sistemas terrestres, navais e aéreos, entidades ligadas à Mitsubishi Electric e à Mitsubishi Heavy Industries, bem como a KGM, a NIPPI e a Aoki Seimitsu Kogyo.</P><br />
<P>A lista de vigilância inclui a Mitsui E&amp;S, a Mitsubishi Nuclear Fuel, a Japan Nuclear Fuel, a Fujitsu Network Solutions, a Hitachi Advanced Systems, a Howa Machinery, a Hosoya Pyro-Engineering e a The Fujikura Parachute.</P><br />
<P>Os exportadores que pretendam vender bens de dupla utilização a estas entidades deixam de poder recorrer a licenças gerais, tendo de apresentar avaliações de risco e compromissos escritos de que os produtos não serão utilizados para reforçar a capacidade militar japonesa.</P><br />
<P>O ministério garantiu que as medidas são &#8220;completamente legítimas, razoáveis e legais&#8221; e defendeu que afetam apenas um número reduzido de entidades japonesas e bens de dupla utilização, pelo que não deverão perturbar os &#8220;intercâmbios económicos normais&#8221; entre os dois países.</P><br />
<P>A China já tinha adotado medidas semelhantes em fevereiro, quando incluiu 20 empresas e organismos japoneses, entre os quais subsidiárias da Mitsubishi Heavy Industries, a Kawasaki Heavy Industries, a Japan Marine United, a Academia Nacional de Defesa e a Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial, na lista de controlo das exportações.</P><br />
<P>As relações entre Pequim e Tóquio deterioraram-se no final de 2025, depois de a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, ter afirmado que um eventual ataque chinês contra Taiwan poderia constituir uma ameaça à sobrevivência do Japão e justificar uma intervenção das Forças de Autodefesa japonesas.</P><br />
<P>Desde então, a China respondeu com protestos diplomáticos, avisos de viagem, restrições comerciais e críticas ao que interpreta como um reforço das capacidades militares japonesas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782852]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Juízes de língua portuguesa preocupados com forma de nomeação de juízes em Timor-Leste</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 04:25:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A União Internacional de Juízes de Língua Portuguesa (UIJLP) manifestou preocupação com o modelo de nomeação de juízes para os tribunais superiores de Timor-Leste, atribuída a uma comissão criada por nomeação política.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Internacional de Juízes de Língua Portuguesa (UIJLP) manifestou preocupação com o modelo de nomeação de juízes para os tribunais superiores de Timor-Leste, atribuída a uma comissão criada por nomeação política.</P><br />
<P>&#8220;A UIJLP regista, com preocupação, que o modelo transitório adotado atribui a avaliação e a graduação dos candidatos aos tribunais superiores a uma comissão de composição de indicação política, da qual se excluem os magistrados em exercício, reservando ao Conselho Superior da Magistratura Judicial apenas a nomeação dos previamente graduados&#8221;, pode ler-se num comunicado divulgado domingo.</P><br />
<P>Segundo a UIJLP, o modelo que retira ao Conselho Superior de Magistratura Judicial o controlo sobre a seleção de juízes é &#8220;dificilmente compatível com a separação de poderes e com as garantias de independência que protegem&#8221; o &#8220;direito dos cidadãos a justiça imparcial&#8221;.</P><br />
<P>Em causa está a nomeação de uma comissão, indicada pelas autoridades políticas para selecionar os juízes que vão integrar o futuro Supremo Tribunal de Justiça e o Tribunal de Recurso, liderada por Avelino Coelho.</P><br />
<P>&#8220;A UIJLP ressalta que o associativismo judicial e o autogoverno da magistratura não se confundem com corporativismo&#8221;, salienta o comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A escassez de recursos humanos e as legítimas exigências de eficiência na instalação dos tribunais superiores &#8212; desafios reais que a UIJLP reconhece &#8212; devem ser enfrentadas por soluções que reforcem, e não que enfraqueçam, o papel constitucional do órgão de gestão da magistratura&#8221;, acrescenta no comunicado.</P></p>
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		<title>Fretilin agradece solidariedade demonstrada por morte de &#8220;Lu Olo&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 04:01:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Díli, 29 de junho de 2026 (Lusa) --- A Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin) agradeceu hoje à população as manifestações de solidariedade em homenagem ao antigo Presidente Francisco Guterres "Lu Olo", que morreu no domingo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Díli, 29 de junho de 2026 (Lusa) &#8212; A Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin) agradeceu hoje à população as manifestações de solidariedade em homenagem ao antigo Presidente Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, que morreu no domingo.</P><br />
<P>&#8220;A bancada da Fretilin quer expressar a todos os timorenses, no país e na diáspora, a sua profunda gratidão pelas extraordinárias manifestações de solidariedade, carinho e respeito prestadas ao nosso herói nacional e restaurador da Independência, Dr. Francisco Guterres &#8216;Lu Olo'&#8221;, afirmou a deputada Nurima Alkatiri, durante a sessão plenária do Parlamento Nacional.</P><br />
<P>Nurima Alkatiri salientou que, desde que foi conhecida a notícia da morte de Lu Olo, durante a vigília realizada na residência da família até às cerimónias de despedida no Jardim dos Heróis, foi evidente a enorme participação popular.</P><br />
<P>A deputada recordou que, durante os dias de luto nacional, Timor-Leste voltou a demonstrar ao mundo a força da sua identidade e dos valores que nasceram da resistência à ocupação Indonésia.</P><br />
<P>&#8220;A perda do nosso Presidente Lu Olo não foi sentida apenas pela sua família e pela Fretilin. Todo o povo maubere sentiu esta perda&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Milhares de pessoas participaram sexta-feira no funeral de &#8220;Lu Olo&#8221;, que morreu domingo, no Jardim dos Heróis, nos arredores de Díli.</P><br />
<P>&#8220;Esta expressão do povo não foi organizada por nenhuma instituição, nem determinada por qualquer protocolo. Também não surgiu porque alguém obrigou. Nasceu naturalmente do coração dos timorenses&#8221;, sublinhou Nurima Alkatiri.</P><br />
<P>Segundo a deputada, esta homenagem constitui um reconhecimento pela dedicação de toda uma vida ao serviço da pátria e do povo.</P><br />
<P>&#8220;Lu Olo foi uma pessoa que nunca vendeu a sua integridade. Viveu e exerceu as mais altas funções do Estado sem nunca abandonar os princípios que marcaram a sua personalidade desde o tempo da luta de libertação nacional&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Francisco Guterres &#8220;Lu Olo&#8221;, de 71 anos, que morreu domingo num hospital da Malásia, foi Presidente da República Democrática de Timor-Leste entre 2017 e 2022. Desempenhou também os cargos de Presidente da Assembleia Constituinte e de Presidente do Parlamento Nacional.</P><br />
<P>Na qualidade de Presidente da Assembleia Constituinte, &#8220;Lu Olo&#8221; proclamou oficialmente a restauração da independência de Timor-Leste em 20 de maio de 2002 e deu posse a Kay Rala Xanana Gusmão como o primeiro Presidente da República de Timor-Leste.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782850]]></sapo:autor>
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		<title>Hotel &#8220;mais caro do mundo&#8221; reabre em Macau após anos de dificuldades financeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 03:52:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O hotel The 13 Palace em Macau, em tempos descrito como um dos mais caros e luxuosos alguma vez construídos no mundo, reabriu após anos de encerramentos e mudanças de proprietários.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O hotel The 13 Palace em Macau, em tempos descrito como um dos mais caros e luxuosos alguma vez construídos no mundo, reabriu após anos de encerramentos e mudanças de proprietários. </P><br />
<P>O empreendimento de cinco estrelas combina arquitetura moderna com estética barroca europeia e oferece 199 suítes, todas com elevadores privados e serviço de quarto personalizado e disponível a qualquer hora.</P><br />
<P>Segundo a plataforma online do hotel, as reservas estão disponíveis a partir de hoje, com preços entre 3.900 patacas (450 euros) e 6.500 patacas (750 euros) por noite. </P><br />
<P>Concebido em 2013 pelo empresário de Hong Kong Stephen Hung como &#8220;The 13 Hotel&#8221;, o projeto foi alvo de um investimento de 1,4 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros), com um custo médio de sete milhões de dólares (6,5 milhões de euros) por quarto, tendo sido em tempos designado como &#8220;o hotel mais caro do mundo&#8221;.</P><br />
<P>O design do hotel foi elaborado em colaboração por arquitetos e designers do Japão, Hong Kong e Estados Unidos, incluindo o arquiteto de renome norte-americano Peter Marino.</P><br />
<P>A propriedade tinha como alvo o setor de jogo VIP, que representava na altura a maior percentagem das receitas dos casinos locais, prevendo incluir até 66 mesas de jogo VIP. </P><br />
<P>No entanto, o hotel nunca chegou a conseguir obter uma licença de casino em Macau, com a abertura adiada sucessivamente e com a eventual saída de Hung do projeto em 2018. </P><br />
<P>O hotel abriu parcialmente em 2018 sem casino e suspendeu operações em 2020, com a companhia proprietária, The 13 Holdings, a mudar de nome para South Shore Holdings, e a enfrentar graves problemas financeiros até um tribunal declarar falência em 2023. </P><br />
<P>Em junho do ano passado, o hotel foi vendido por 600 milhões de dólares de Hong Kong (69 milhões de euros) à Chang Fu Investment Ltd, uma empresa ligada à família do empresário da hotelaria de Macau, Loi Keong Kuong, que procedeu a várias renovações.</P><br />
<P>Entre as novidades, destaca-se a fachada dourada a substituir o anterior vermelho, novos restaurantes, e uma piscina com uma parede verde vertical já reconhecida pelo Guinness como a maior do mundo, que se estende do 5.º ao 20.º andar, com uma área total de 2.964 metros quadrados.</P><br />
<P>Um dos símbolos mais extravagantes da história do hotel foi a encomenda de uma frota de 30 Rolls-Royce Phantom, avaliada em 20 milhões de dólares (18,1 milhões de euros), a maior encomenda da história da marca. </P><br />
<P>A frota acabou vendida em 2019 para pagar dívidas, e hoje o hotel opera com 13 veículos elétricos da marca chinesa JAC Motors para transporte VIP.</P><br />
<P>O novo diretor executivo do hotel, Lui Ka Hei apontou, em declarações aos meios de comunicação locais, incluindo o jornal em língua chinesa Ou Mun, esperar que, com esta &#8220;imagem totalmente renovada, seja possível reverter os estereótipos do passado e oferecer uma opção única no mercado do turismo de lazer de luxo de Macau&#8221;.</P><br />
<P>Nos últimos anos, o setor de jogo VIP em Macau sofreu uma transformação profunda. O modelo dos &#8216;junkets&#8217;, que durante décadas dominou o mercado ao trazer clientes VIP e conceder crédito, foi desmantelado entre 2021 e 2023. </P><br />
<P>Uma nova lei do jogo de 2023 impôs regras mais rígidas, obrigando os promotores a trabalhar apenas com uma dos seis concessionárias licenciadas e sob maior supervisão. </P><br />
<P>Como consequência, a percentagem do jogo VIP no resultados brutos de jogo totais caiu de quase metade em 2019 para pouco mais de um quarto em 2025, embora continue a representar milhares de milhões de patacas em receitas. </P><br />
<P>O crescimento atual é impulsionado sobretudo pelo segmento de massas, que se tornou dominante, com as autoridades locais a promover um foco maior em atrações e opções de entretenimento não relacionadas com o jogo.</P></p>
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