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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Colocados mais de 5.400 professores em zonas com maior carência de docentes &#8211; Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 21:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 5.400 professores foram colocados nas zonas com maior carência de docentes, 3.938 destes nas regiões de Lisboa e Setúbal, divulgou hoje o Ministério da Educação, acrescentando que entraram para os quadros 4.776 docentes através do concurso externo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 5.400 professores foram colocados nas zonas com maior carência de docentes, 3.938 destes nas regiões de Lisboa e Setúbal, divulgou hoje o Ministério da Educação, acrescentando que entraram para os quadros 4.776 docentes através do concurso externo.</P><br />
<P>As listas definitivas de colocação de docentes da Educação Pré-Escolar e dos Ensinos Básico e Secundário através dos concursos interno e externo foram hoje publicadas pela Agência para a Gestão do Sistema Educativo (AGSE), divulgou em comunicado o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).</P><br />
<P>Segundo dados da AGSE, foram colocados 19.172 professores, dos quais 5.454 em zonas do país &#8220;com mais dificuldade de atração e retenção de docentes&#8221;.</P><br />
<P>O ministério liderado por Fernando Alexandre sublinhou que a colocação &#8220;a mais de três meses do arranque do novo ano letivo de 2026/2027 é fundamental para assegurar a serenidade, a estabilidade e o planeamento atempado da vida pessoal e profissional dos docentes, bem como das escolas&#8221;. </P><br />
<P>O MECI detalhou que no QZP 45 (Amadora, Cascais, Loures, Odivelas, Oeiras, Sintra, Vila Franca de Xira e Lisboa) foram colocados 2.814 professores e no QZP 46 (Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal e Montijo) 1.124.</P><br />
<P>&#8220;Entre os Grupos de Recrutamento, foi no 1.º Ciclo do Ensino Básico (3 090), na Educação Especial 1 (1 784) e na Educação Pré-Escolar (1 697) que foram preenchidas mais vagas. O 1.º ciclo do Ensino Básico é um dos Grupos de Recrutamento que tem registado maior carência de docentes nos últimos anos&#8221;, sublinhou ainda.</P><br />
<P>Através do concurso interno, 14.396 professores de carreira vinculados a Quadros de Agrupamento/Escola (QA/QE) ou Quadros de Zona Pedagógica (QZP) mudaram de local de vínculo, transitaram de escola ou de grupo de recrutamento. </P><br />
<P>Através do concurso externo, 4.776 docentes entraram nos quadros do MECI. </P><br />
<P>O ministério destacou que &#8220;todos os candidatos admitidos ao concurso externo e que não obtiveram colocação podem apresentar-se à &#8216;contratação inicial&#8217;, a partir de 06 de julho, devendo, caso assim o entendam, manifestar preferências&#8221;. </P><br />
<P>Os docentes agora colocados têm um prazo de cinco dias úteis para aceitar a colocação na plataforma eletrónica SIGRHE da AGSE, pode ler-se.</P><br />
<P>O MECI referiu ainda, na mesma nota de imprensa, que a partir do ano letivo de 2027/2028 o modelo de colocação de docentes &#8220;sofre alterações significativas, já negociadas com os sindicatos&#8221;, passando a existir &#8220;um concurso interno e externo, com caráter anual, que garante o direito à mobilidade dos docentes já vinculados e a satisfação de necessidades permanentes, mediante a ocupação de lugares de quadro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Desta forma, é respeitada a legítima expectativa de conciliação da profissão docente com a vida familiar. A colocação respeitará sempre a graduação profissional&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Haverá também &#8220;um concurso em contínuo, ao longo de todo o ano, para a satisfação das necessidades temporárias das escolas que, numa primeira fase, permite a mobilidade interna dos professores dos quadros e, posteriormente, o recrutamento de novos professores disponíveis para ensinar&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este concurso inovador garante a colocação diária de docentes, reduzindo os períodos de alunos sem professor. A colocação respeitará sempre a graduação profissional&#8221;, destacou o MECI.</P><br />
<P>O ministério realçou ainda que tem como &#8220;objetivo prioritário (&#8230;) reduzir significativamente os tempos de colocação de docentes e, consequentemente, o número de alunos sem aulas por períodos prolongados, assegurando uma resposta mais rápida às necessidades diárias das escolas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772974]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal goleia Letónia e lidera Grupo B3 de apuramento para o Mundial feminino</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-goleia-letonia-e-lidera-grupo-b3-de-apuramento-para-o-mundial-feminino/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 20:54:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A seleção portuguesa feminina de futebol venceu hoje a Letónia por 5-0, no Estoril, para somar o quinto triunfo em cinco jogos e reforçar a liderança do Grupo B3 de apuramento para o Mundial de 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A seleção portuguesa feminina de futebol venceu hoje a Letónia por 5-0, no Estoril, para somar o quinto triunfo em cinco jogos e reforçar a liderança do Grupo B3 de apuramento para o Mundial de 2027.</P><br />
<P>Depois do 0-0 ao intervalo, perante uma formação letã sem pontos somados, Carolina Santiago, aos 47 minutos, Ana Capeta, aos 53, Kika Nazareth, aos 61 e 63, e Dolores Silva, aos 84, marcaram os golos da formação das &#8216;quinas&#8217;.</P><br />
<P>Portugal manteve-se com mais três pontos do que a Finlândia, que goleou na Eslováquia (5-0), a quatro dias de decidir o vencedor do grupo e respetiva subida à Liga A da Liga das Nações, em Tampere. A seleção lusa bateu em casa as nórdicas por 2-0.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772973]]></sapo:autor>
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		<title>Papa vai reunir-se com vítimas de abusos sexuais durante viagem a Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 20:38:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O papa Leão XIV vai reunir-se com vítimas de abusos sexuais por parte de membros da Igreja durante a sua viagem a Espanha, sem especificar a data, segundo informou hoje o gabinete de imprensa do Vaticano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O papa Leão XIV vai reunir-se com vítimas de abusos sexuais por parte de membros da Igreja durante a sua viagem a Espanha, sem especificar a data, segundo informou hoje o gabinete de imprensa do Vaticano.</P><br />
<P>O mesmo gabinete explicou que a reunião foi organizada pela Igreja espanhola, sem dar mais detalhes, e adiantou que mais informações serão disponibilizadas &#8220;após o encontro do pontífice norte-americano com as vítimas e respeitando a sua vontade e privacidade&#8221;.  </P><br />
<P>Algumas associações de vítimas de abusos por parte do clero disseram nas últimas horas que o papa estava prestes a chegar ao país, para visitar Madrid, Barcelona, Gran Canária e Tenerife, mas continuavam sem obter resposta aos seus pedidos para com o líder da igreja Católica.  </P><br />
<P>Não foram divulgados os participantes no encontro para respeitar a sua privacidade, nem o local da reunião, mas entre as pessoas que o pontífice norte-americano poderia ouvir estariam as que frequentam a associação Repara, um projeto da arquidiocese de Madrid para o atendimento a vítimas e à prevenção de abusos sexuais, espirituais e de consciência no seu ambiente eclesial.  </P><br />
<P>Numa reunião da Conferência Episcopal Espanhola (CEE) considerou-se que &#8220;seria bom&#8221; manter essa reunião, segundo disse em abril o seu secretário-geral e porta-voz, César García Magán, que insistiu que a agenda da viagem &#8220;é feita pelo papa&#8221;. </P><br />
<P>O papa Leão XIV chegará a Espanha num momento chave para a gestão dos abusos sexuais cometidos no seio da Igreja católica, com um sistema misto acordado entre o Governo, a própria Igreja e o Provedor de Justiça, que inclui reparações simbólicas e compensações económicas para os casos que prescreveram judicialmente. </P><br />
<P>Faz quatro anos que as vítimas se reuniram com o então presidente dos bispos espanhóis, o cardeal Juan José Omella. </P><br />
<P>Desde então, não houve mais encontros com a cúpula eclesiástica, além do facto de Luis Argüello ter cumprimentado um grupo de vítimas concentradas à porta da CEE quando foi eleito presidente, em março de 2024. </P><br />
<P>Leão XIV tem reiterado em várias ocasiões a necessidade de uma política de &#8220;tolerância zero&#8221; perante qualquer forma de abuso na Igreja e defendeu que ouvir as experiências das vítimas e sobreviventes são &#8220;essenciais&#8221; para a prevenção. </P><br />
<P>O papa manteve vários encontros com vítimas. Em 20 de outubro de 2025 recebeu membros do Conselho Global de Vítimas de Abusos (ECA), que qualificaram a reunião como &#8220;um passo histórico e esperançoso&#8221; e, em 08 de novembro de 2025, reuniu-se durante quase três horas com quinze vítimas belgas num diálogo descrito como &#8220;profundo e doloroso&#8221;. </P><br />
<P>No entanto, casos como o do bispo de Cádis, Rafael Zornoza, acusado de abusos sexuais a um menor quando era sacerdote, e cuja investigação ficou parada no Dicasterio para a Doutrina da Fé por um tecnicismo jurídico (a idade do menor) demonstram que é necessário rever todo o sistema judicial deste tipo de casos, o que Leão XIV ainda não fez.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772972]]></sapo:autor>
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		<title>Serra da Estrela passa a integrar Reserva da Biosfera da UNESCO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 20:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Serra da Estrela passa a integrar a Rede Mundial de Reservas da Biosfera, distinção atribuída pela UNESCO a territórios que conciliam "a conservação da natureza com o desenvolvimento humano sustentável", foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Serra da Estrela passa a integrar a Rede Mundial de Reservas da Biosfera, distinção atribuída pela UNESCO a territórios que conciliam &#8220;a conservação da natureza com o desenvolvimento humano sustentável&#8221;, foi hoje divulgado.</P><br />
<P>O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) adiantou, em comunicado, que a aprovação da candidatura foi anunciada hoje na 38.ª sessão do Conselho Internacional de Coordenação do Programa Homem e Biosfera (MAB), que decorre no Centro de Convenções Itaipu Roga, em Hernandarias, Paraguai, desde 03 de junho. </P><br />
<P>Com esta aprovação, Portugal passa a contar com 14 Reservas da Biosfera da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), lembrou o ICNF.</P><br />
<P>Já a Serra da Estrela passa a deter duas designações UNESCO para o mesmo território: o Geopark Global UNESCO, reconhecido em julho de 2020, e agora a Reserva da Biosfera. </P><br />
<P>&#8220;Os dois estatutos serão geridos de forma integrada, numa lógica de governança conjunta que permitirá otimizar recursos humanos, financeiros e materiais&#8221;, referiu o ICNF. </P><br />
<P>De acordo com o instituto, a nova Reserva da Biosfera da Estrela abrange uma área total de 2.372,99 quilómetros quadrados (km²), distribuída pelos seis municípios do Parque Natural da Serra da Estrela, Seia, Gouveia, Celorico da Beira, Guarda, Manteigas e Covilhã.</P><br />
<P>A Reserva da Biosfera da Estrela está estruturada em três zonas complementares: uma Zona Núcleo onde se concentram os valores naturais mais relevantes (212,55 km²), uma Zona Tampão de mediação ecológica (679,65 km²) e uma Zona de Transição dedicada às atividades humanas sustentáveis (1.480,80 km², correspondendo a 62% da reserva). </P><br />
<P>A candidatura foi promovida pela AGE &#8211; Associação Geopark Estrela, com coordenação científica de Helena Freitas, do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra.</P><br />
<P>O ICNF realçou que a iniciativa resultou &#8220;de um amplo processo participativo que envolveu autarquias, sociedade civil, comunidade educativa e organizações ambientais, tendo como base o Plano de Cogestão do Parque Natural, aprovado em novembro de 2024&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta designação não é apenas um reconhecimento internacional, é um compromisso ativo com os objetivos globais de conservação da biodiversidade inscritos no Quadro Global de Biodiversidade Kunming-Montreal, e uma oportunidade para afirmar a Serra da Estrela como referência nacional e internacional em práticas inovadoras de sustentabilidade e educação ambiental&#8221;, salientou ainda o ICNF. </P><br />
<P>Já a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, realçou que o reconhecimento é &#8220;uma oportunidade para reforçar a sustentabilidade da Serra da Estrela, colocando a inovação e a educação ambiental ao serviço das comunidades e das gerações futuras&#8221;.</P><br />
<P>Numa nota divulgada pelo ministério, Maria da Graça Carvalho destacou &#8220;o forte envolvimento dos autarcas e da sociedade civil, que tanto contribuíram para o sucesso do projeto, o papel da Associação Geopark Estrela, que promoveu a candidatura, e da professora Helena Freitas, que assegurou a sua coordenação científica&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772971]]></sapo:autor>
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		<title>Morreu Djosinha, &#8220;lenda da música e da cultura cabo-verdiana&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:59:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O cantor cabo-verdiano Djosinha, nome artístico de José Vieira Duarte, morreu hoje, na ilha de São Vicente, aos 92 anos, de acordo com fontes próximas do artista que completou mais de 74 anos de carreira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O cantor cabo-verdiano Djosinha, nome artístico de José Vieira Duarte, morreu hoje, na ilha de São Vicente, aos 92 anos, de acordo com fontes próximas do artista que completou mais de 74 anos de carreira.</P><br />
<P>A morte foi assinalada com votos de pesar pelo Presidente da República, José Maria Neves, que classificou o cantor como &#8220;uma lenda da música e da cultura cabo-verdiana&#8221;, um artista &#8220;pioneiro&#8221; e &#8220;intérprete de grande talento, animador de rádio, elegante no trato e amigo distinto da sua terra natal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Djosinha deixa-nos um imenso e impreenchível vazio&#8221;, referiu o chefe de Estado, nas redes sociais.</P><br />
<P>Numa outra nota de pesar, o Ministério da Cultura assinalou a &#8220;trajetória ímpar&#8221; que marcou o panorama cultural.</P><br />
<P>&#8220;Hoje, Cabo Verde perde uma voz, um símbolo e um património humano da sua cultura. Nascido no Mindelo, em 1934, Djosinha construiu uma trajetória ímpar que atravessou gerações, deixando uma marca indelével na história da cultura nacional&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Djosinha &#8220;destacou-se como vocalista do grupo Voz de Cabo Verde, contribuindo decisivamente para a divulgação e internacionalização da música cabo-verdiana&#8221; e dos seus géneros &#8211; como a morna ou coladeira e em particular nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Gravou cerca de vinte álbuns, fundou o grupo Matchona e, durante décadas, apresentou o programa radiofónico Camin pa Cabo Verde.</P><br />
<P>&#8220;A sua obra, o seu sorriso e a sua paixão pela música permanecerão vivos na memória coletiva do povo cabo-verdiano&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>A morte foi igualmente assinalada com mensagens do primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva &#8212; classificando-a como uma &#8220;perda irreparável&#8221; &#8211;, de artistas e outras entidades.</P><br />
<P>A Sociedade Cabo-verdiana de Música (SCM) manifestou &#8220;profundo pesar&#8221; pela perda de uma &#8220;figura incontornável da música, da comunicação e da cultura cabo-verdiana&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772970]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo inglês denuncia tentativas de interferência após críticas de JD Vance</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:53:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O gabinete do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, denunciou hoje tentativas de ingerência, após o vice-presidente norte-americano, JD Vance, ter comentado o homicídio de um estudante branco por um homem sikh.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O gabinete do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, denunciou hoje tentativas de ingerência, após o vice-presidente norte-americano, JD Vance, ter comentado o homicídio de um estudante branco por um homem sikh.</P><br />
<P>&#8220;Vemos pessoas a tentar interferir na nossa democracia e a procurar fomentar divisões nas nossas ruas&#8221;, declarou um porta-voz do número 10 de Downing Street, em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;A família Nowak está de luto após o terrível homicídio de Henry. A família afirmou que não quer que a morte dele seja usada para criar mais divisão, ódio ou tensão. Devemos respeitar os seus desejos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>JD Vance denunciou hoje, na rede social X, o &#8220;homicídio trágico e inaceitável&#8221; de Henry Nowak, que, segundo afirmou, ainda estaria vivo &#8220;se as últimas gerações de elites europeias tivessem resistido a políticas de ódio e à invasão maciça de migrantes, muitos dos quais desprezam o Ocidente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Henry não foi, de forma alguma, o primeiro a perder a vida de forma tão desnecessária, e receio que não seja o último. Sempre que se perde uma vida como a dele, a resposta adequada &#8211; a única resposta &#8211; é a indignação justificada&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>O homicídio de Henry Nowak, de 18 anos, desencadeou controvérsia política e protestos violentos nas ruas de Southampton, na terça-feira à noite, devido à forma como a polícia lidou com o caso.</P><br />
<P>O suspeito do homicídio, Vickrum Digwa, alegou ter sido vítima de um ataque racista, enquanto Nowak foi algemado pela polícia, que ignorou os seus pedidos de ajuda, afirmando estar ferido e sem conseguir respirar.</P><br />
<P>O caso está a ser investigado pela entidade de supervisão da polícia.</P><br />
<P>A intervenção de Vance ocorreu horas após o Departamento de Estado dos Estados Unidos ter também publicado horas antes, na mesma plataforma, uma mensagem sugerindo que o Reino Unido se encontra em &#8220;declínio civilizacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O condicionamento ideológico e a aplicação da lei com dois pesos e duas medidas são sintomas evidentes do declínio da civilização. Devem ser rejeitados em todo o Ocidente&#8221;, escreveu, apresentando as condolências &#8220;à família de Henry Nowak e ao povo do Reino Unido neste momento difícil&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro britânico já tinha acusado esta semana o empresário multimilionário Elon Musk de tentar &#8220;semear a discórdia&#8221; no Reino Unido e de se intrometer na política britânica, na sequência de críticas ao Governo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772969]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ordem Assistentes Sociais diz que prestação única é &#8220;narrativa de combate aos pobres&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:48:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Ordem dos Assistentes Sociais (OAS) classificou hoje a Prestação Social Única (PSU) como "uma narrativa de combate aos pobres e não à pobreza" que compromete "a adequação das respostas às diferentes situações de vulnerabilidade".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Ordem dos Assistentes Sociais (OAS) classificou hoje a Prestação Social Única (PSU) como &#8220;uma narrativa de combate aos pobres e não à pobreza&#8221; que compromete &#8220;a adequação das respostas às diferentes situações de vulnerabilidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Embora potencialmente virtuosa no plano da gestão pública, corre o risco de se traduzir numa visão redutora das dinâmicas sociais, comprometendo a adequação das respostas às diferentes situações de vulnerabilidade&#8221;, expressa a OAS, num manifesto público, considerando que a proposta do Governo da PSU &#8220;se apresenta como uma narrativa de combate aos pobres e não à pobreza&#8221;.</P><br />
<P>A PSU, aprovada na semana passada em Conselho de Ministros, vai substituir 13 prestações sociais não contributivas, incluindo o Rendimento Social de Inserção, e pretende reforçar os incentivos ao regresso ao mercado de trabalho, simplificar o sistema de apoios e combater situações de exclusão social.</P><br />
<P>Além de atividades de solidariedade social, os beneficiários em idade ativa poderão ter de aceitar ofertas de emprego consideradas adequadas, frequentar ações de formação profissional ou demonstrar procura ativa de trabalho.</P><br />
<P>O incumprimento injustificado das obrigações previstas poderá levar à suspensão ou perda do direito à prestação.</P><br />
<P>A OAS entende que a pobreza, sendo &#8220;um fenómeno multidimensional e estruturado&#8221;, assente em desigualdades económicas, sociais e territoriais, requer &#8220;abordagens integradas e sistémicas, e não respostas redutoras e superficiais que arriscam tornar invisíveis as suas causas profundas&#8221;.</P><br />
<P>Para a OAS, que se queixa de não ter sido consultada no processo, &#8220;a tónica colocada na disponibilidade para a realização de atividades de solidariedade&#8221;, por parte dos beneficiários, parte da &#8220;leitura moralista&#8221; de que &#8220;os cidadãos em condição de vulnerabilidade não sabem trabalhar ou, sabendo, não querem&#8221;, havendo o &#8220;risco de se associar um estigma à ideia de trabalho solidário ou comunitário&#8221;.</P><br />
<P>O manifesto salienta de positivo que a PSU possa, por definição, conduzir a &#8220;processos de simplificação administrativa e harmonização de medidas sociais&#8221;, contribuindo para &#8220;maior transparência, coerência normativa, acessibilidade simplificada por parte das pessoas beneficiárias e eficácia na gestão pública&#8221;.</P><br />
<P>Contudo, lamenta que &#8220;não parece evidente a referência ao reforço das equipas técnicas, designadamente assistentes sociais, para trabalhar no acompanhamento&#8221; dos beneficiários, bem como &#8220;à necessidade de se assegurar o acesso de todos os cidadãos aos sistemas básicos de integração social&#8221;.</P><br />
<P>Como recomendações, a Ordem dos Assistentes Sociais defende a auscultação das organizações profissionais, académicas e da sociedade civil, a realização de estudos que &#8220;permitam avaliar as consequências sociais, económicas e territoriais da medida&#8221; e a &#8220;revisão do enquadramento conceptual&#8221; da proposta legislativa, &#8220;reconhecendo a pobreza como um fenómeno estrutural e multidimensional&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a OAS, o Governo deve também assegurar que &#8220;qualquer processo de simplificação não compromete a adequação ao combate à pobreza e vulnerabilidade social, a personalização e eficácia das respostas sociais&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772968]]></sapo:autor>
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		<title>Confirmada uma ponte, estação em S. Ovídio e passagem abrigada em Porto-Campanhã para TGV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A proposta para inserir a linha de alta velocidade no Porto confirma a existência de uma só ponte sobre o rio Douro, estação de Gaia em Santo Ovídio e uma passagem superior abrigada em Campanhã, consultou hoje a Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A proposta para inserir a linha de alta velocidade no Porto confirma a existência de uma só ponte sobre o rio Douro, estação de Gaia em Santo Ovídio e uma passagem superior abrigada em Campanhã, consultou hoje a Lusa.</P><br />
<P>Segundo o Relatório de Conformidade do Projeto de Execução que já foi publicado hoje no portal Participa, apesar do início oficial da consulta pública só arrancar na segunda-feira e durar até dia 29, confirmam-se as alterações face às intenções iniciais do consórcio composto pela Mota-Engil, Serena, Teixeira Duarte, Casais, Alves Ribeiro, Conduril e Gabriel Couto.</P><br />
<P>Apesar de ter vencido o concurso público e assinado contrato com base no caderno de encargos com proposta semelhante à apresentada hoje, em abril de 2025 o consórcio apresentou uma proposta alternativa, com duas pontes separadas sobre o Douro em vez de uma rodoferroviária, estação em Vilar do Paraíso, sem garantia de ligação ao metro, em vez de Santo Ovídio, e ainda uma passagem superior em Campanhã não totalmente abrigada dos elementos.</P><br />
<P>Essas propostas foram chumbadas em dezembro pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) por não corresponderem à Declaração de Impacte Ambiental (DIA) emitida em 2023, levando à necessidade de apresentação de um novo projeto.</P><br />
<P>Neste, confirma-se a estação de Santo Ovídio, cujas plataformas estarão a 60 metros de profundidade (e capacidade de retirar 500 pessoas em menos de 5 minutos, conforme pedido no caderno de encargos), com ligação às linhas de metro Amarela e Rubi, e parque de estacionamento de seis pisos de profundidade, para 475 lugares, bem como para bicicletas.</P><br />
<P>Confirma-se também uma ponte rodoferroviária entre Vila Nova de Gaia e o Porto, como sempre esteve previsto desde a apresentação do projeto em setembro de 2022, e tinha sido consensualizado pelos então presidentes de Câmara de Gaia (Eduardo Vítor Rodrigues) e do Porto (Rui Moreira), que até levou ao cancelamento de um projeto para uma ponte apenas rodoviária, nomeada à data de D. António Francisco dos Santos.</P><br />
<P>O projeto de execução do consórcio AVAN recupera também o que tinha sido apresentado em vídeo aquando da adjudicação do projeto, em outubro de 2024, com uma passagem superior na estação de Campanhã, no Porto, e não de uma passagem superior &#8220;ventilada naturalmente&#8221;.</P><br />
<P>Cai também o desenho de uma torre a nascente da estação de Campanhã e, nascendo, como inicialmente previsto, uma em D. João II, em Gaia, junto à estação de metro, que também será servida pela ferroviária.</P><br />
<P>O projeto salvaguarda também mais habitações à superfície em Gaia, especialmente na zona de Guardal de Cima (para onde o consórcio queria levar a estação), mas não evita a afetação de várias empresas na Zona Industrial de São Caetano e de algumas casas e estabelecimentos comerciais em Santo Ovídio.</P><br />
<P>Em Gaia, a linha de alta velocidade será subterrânea na maior parte do traçado, estando prevista a construção do chamado túnel de Vila Nova de Gaia (3,4 quilómetros), túneis de Negrelos 1 (995 metros) e 2 (190 metros), túnel de Casaldeita (1,9 quilómetros), túnel sob a autoestrada A41 (65 metros) e, mais a sul, já entre Espinho e Santa Maria da Feira,  de Cassufas (830 metros).</P><br />
<P>Além da ponte sobre o rio Douro, estão previstos uma ponte sobre a Ribeira de Senhora de Lamas (566 metros), em Santa Maria da Feira, ponte sobre a Ribeira de Silvalde (614 metros), em Espinho, e, já em Gaia, um viaduto sobre a A29 (92 metros) e o viaduto da Pedreira das Lajes (439 metros).</P><br />
<P>As obras do primeiro troço (Porto &#8211; Oiã, Oliveira do Bairro, Aveiro), parte da primeira parceria público-privada da linha de alta velocidade Porto-Lisboa, devem arrancar este ano e têm prazo de conclusão previsto de 2030.</P><br />
<P>A ligação Porto-Lisboa em alta velocidade colocara as duas cidades a 01:15 de tempo entre si, e terá possíveis em Gaia, Aveiro, Coimbra e Leiria.</P><br />
<P>Deverá estar pronta na totalidade em 2032, tal como Porto-Vigo, com estações no aeroporto do Porto, Braga, Ponte de Lima e Valença.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772966]]></sapo:autor>
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		<title>Ministra acredita que não houve falhas no concurso para geolocalização das ambulâncias do INEM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Saúde manifestou-se hoje convicta de que não houve nenhuma falha no concurso para geolocalização das ambulâncias do INEM e disse esperar que a empresa vencedora cumpra com o que está no caderno de encargos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Saúde manifestou-se hoje convicta de que não houve nenhuma falha no concurso para geolocalização das ambulâncias do INEM e disse esperar que a empresa vencedora cumpra com o que está no caderno de encargos.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas em Braga, Ana Paula Martins disse que a empresa que ganhou &#8220;tinha o melhor preço&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Daquilo que sei, depois de falar com o senhor presidente do INEM, o concurso decorreu com o caderno de encargos normal e não me parece, sinceramente, que tenha havido nenhuma falha no concurso em si (&#8230;). Agora, obviamente, a empresa tem de cumprir aquilo que se comprometeu a fazer. Se não cumprir, tem de haver outro concurso e há as penalizações devidas, naturalmente&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Segundo o jornal Expresso, o concurso foi ganho pela consultora Diálogo Emergente, de que é sócio Duarte Moral, arguido na operação &#8216;Imergente&#8217;, que investiga a adjudicação de contratos por parte de câmaras municipais e juntas de freguesia, por suspeitas de crimes económico-financeiros.</P><br />
<P>De acordo com o jornal, a resposta aos pedidos de ajuda feitos ao Instituto Nacional de Emergência Médica pode ser afetada pela investigação do Ministério Público à empresa de Duarte Moral, até à semana passada diretor de comunicação do líder socialista, José Luís Carneiro. </P><br />
<P>A consultora Diálogo Emergente é a responsável por fornecer o acesso aos mapas que o INEM utiliza para localizar a prestação do socorro e as próprias ambulâncias. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772965]]></sapo:autor>
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		<title>Moçambique pode parar mineradoras incapazes de cumprir regras ambientais &#8211; PR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:10:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente moçambicano admitiu hoje a possibilidade de retirar licenças a mineradoras que desrespeitam normas ambientais em Manica, após a suspensão da mineração em 2025 e o levantamento gradual do impedimento a empresas que corrigiram irregularidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente moçambicano admitiu hoje a possibilidade de retirar licenças a mineradoras que desrespeitam normas ambientais em Manica, após a suspensão da mineração em 2025 e o levantamento gradual do impedimento a empresas que corrigiram irregularidades.</P><br />
<P>&#8220;Da avaliação que estamos a fazer, algumas dessas empresas [de mineração] que estavam no amarelo podem passar também para o verde. Mas temos um grupo que faz parte do vermelho, que de forma clara e inequívoca mostra-se que nunca vão passar nem para o amarelo nem para o verde&#8221;, disse hoje em conferência de imprensa o chefe de Estado, Daniel Chapo, na província de Manica, centro do país.</P><br />
<P>A suspensão das licenças mineiras em Manica ocorreu após o executivo moçambicano ter apreciado o relatório do comando operativo das Forças de Defesa e Segurança (FDS) que trabalhou naquela província entre 17 e 19 de julho de 2025, para avaliar a situação ambiental face à mineração, tendo constatado no terreno uma &#8220;mineração descontrolada&#8221; feita por operadores licenciados, com empresas a operar sem plano de recuperação ambiental e sistemas de contenção de resíduos.</P><br />
<P>O Presidente da República destacou que, enquanto algumas empresas em Manica operam há anos com responsabilidade e cumprindo a lei, e outras corrigiram falhas para integrar a lista verde, há ainda mineradoras que nunca conseguiram dar um passo nesse sentido.</P><br />
<P>Perante um cenário em que a mineração ilegal em Manica já provocou dezenas de mortes nos últimos anos, o Presidente da República afirmou que o Governo já concluiu uma solução para integrar mineiros artesanais locais no ecossistema formal.</P><br />
<P>&#8220;Portanto, nos próximos dias, o processo vai ser levado ao Conselho de Ministros, por forma que possamos analisar e tomarmos decisões&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Outro passo decisivo, segundo o chefe de Estado, foi a aprovação pelo parlamento, a 07 de maio, da lei de minas e petróleos &#8211; determinando que o Estado passa a participar nos empreendimentos mineiros com pelo menos 15% -, e a lei de conteúdo local.</P><br />
<P>&#8220;Estas leis vão ajudar muito (&#8230;) os nossos irmãos que praticam a mineração artesanal localmente. A lei cria uma empresa nacional de Minas, do Estado, que vai tomar a iniciativa e a responsabilidade de organizar o setor mineiro, não só em Manica, mas ao nível do país e integrar os praticantes da mineração artesanal dentro do ecossistema que estamos a desenhar&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Em 11 de março, as autoridades moçambicanas pediram que a prática do garimpo seja organizada através de associações ou cooperativas na província de Manica, centro do país, para evitar a poluição dos rios e a contaminação de fontes de água.</P><br />
<P>Em 30 de janeiro, foi anunciada a criação de uma comissão parlamentar de inquérito pela Assembleia da República de Moçambique para &#8220;averiguar&#8221; a veracidade das alegações locais sobre o uso de &#8220;substâncias químicas perigosas na exploração mineira&#8221; em Manica.</P><br />
<P>Em 08 de fevereiro, a comissão disse ter constatado que o uso de químicos perigosos na mineração em Manica continuava &#8220;desafiante e difícil&#8221;, prometendo continuar a investigar.</P><br />
<P>O Governo moçambicano anunciou, em dezembro, que as mineradoras tinham 90 dias para repor e estabilizar solos, bem como restaurar os caudais de rios afetados pela mineração.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772964]]></sapo:autor>
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		<title>Preço do ouro cai mais de 3% e fica em mínimos de março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:04:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O preço do ouro estava hoje a cair mais de 3%, ficando em mínimos de março, no mesmo dia em que foi conhecido que o desemprego nos EUA manteve-se em 4,3% em maio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço do ouro estava hoje a cair mais de 3%, ficando em mínimos de março, no mesmo dia em que foi conhecido que o desemprego nos EUA manteve-se em 4,3% em maio.  </P><br />
<P>Pelas 18:10 (hora de Lisboa), o preço do ouro recuava 3,05% para 4.338,45 dólares (cerca de 3.734,05 euros) a onça. </P><br />
<P>Desde o início do ano, o preço do ouro subiu apenas 0,44%. </P><br />
<P>Por sua vez, o preço da prata recuou 6,66% para 68,95 dólares (59,34 euros) a onça.</P><br />
<P>No acumulado do ano, o valor da prata diminuiu 3,78%.</P><br />
<P>A taxa de desemprego nos EUA manteve-se em 4,3% em maio, após a criação de 172.000 empregos, acima das previsões. </P><br />
<P>Já bitcoin caiu hoje abaixo da marca dos 60.000 dólares, pela primeira vez desde outubro. </P><br />
<P>A moeda digital baixou cerca de 6% para 59.770,90 dólares (51.444,1 euros). </P><br />
<P>A bitcoin está agora a ser negociada abaixo do nível em que se encontrava no final de 2024. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772962]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Seguro pede que não se encarem todas as suas &#8220;chamadas de atenção&#8221; como críticas</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:04:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luxemburgo, 05 jun 2026 (Lusa) &#8212; O Presidente da República pediu hoje que não se encarem todas as suas &#8220;chamadas de atenção&#8221; sobre problemas do país como &#8220;críticas a A, B ou C&#8221;, defendendo que o país precisa de convergir e não de &#8220;legislaturas encurtadas&#8221;.</P><br />
<P>No final de uma reunião com empresários portugueses no início da sua visita ao Luxemburgo, António José Seguro foi questionado pela comunicação social sobre os alertas que fez sobre o envelhecimento em Portugal e que hoje o primeiro-ministro considerou estarem &#8220;alinhados&#8221; com as preocupações do Governo.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente da República pronunciou-se, pronuncia-se e vai pronunciar-se muitas vezes sobre a realidade do país. Não esconderei nenhuma realidade e direi em voz alta aquilo que eu considero que é importante e que são necessidades que o país deve ter. Isso não significa que eu esteja a fazer críticas a A, B ou C. Significa apenas uma coisa tão simples: é um problema, é preciso resolvê-lo&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Seguro pediu à comunicação social que façam este tipo de análise &#8220;sempre que o Presidente da República faz um chamamento, chama a atenção, faz um apelo para situações muito concretas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E de facto nós temos um problema no país, um problema grave, que é o problema do envelhecimento da nossa população. Isso cria pressão sobre o sistema de segurança social, sobre o sistema de saúde, entre outras consequências. E nós temos que olhar para esse problema e corrigi-lo&#8221;, disse.</P><br />
<P>Para este problema, defendeu, são necessárias &#8220;soluções duradouras, soluções que ultrapassem os tempos da legislatura&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Eu disse no meu discurso de tomada de posse que nós precisamos de ter uma maturidade política que nos faça convergir em soluções duradouras que ultrapassem os prazos de uma legislatura. O país não aguenta com legislaturas encurtadas e também não aguenta com mudanças políticas permanentemente&#8221;, insistiu.</P><br />
<P>O Presidente da República deu como exemplo o caso do Luxemburgo, que considera trabalhar com &#8220;uma cultura convergente e não divergente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Definem-se prioridades, definem-se caminhos, definem-se estratégias, mobilizam-se recursos. Nós precisamos de, em Portugal, enfrentar vários problemas, mas de uma forma convergente e não de uma forma divergente&#8221;, pediu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772961]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portimão recebe o campeonato que forma candidatos à Fórmula 1: F4 Espanha arranca este sábado no Algarve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:00:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Competição chega a Portimão com 35 pilotos inscritos e um pelotão internacional que promete corridas intensas na chamada ‘Montanha-Russa’ algarvia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Autódromo Internacional do Algarve recebe este sábado e domingo a segunda ronda da F4 Espanha, um dos principais campeonatos de formação para jovens pilotos que procuram chegar aos escalões mais altos do automobilismo internacional.</p>
<p>A competição chega a Portimão com 35 pilotos inscritos e um pelotão internacional que promete corridas intensas na chamada ‘Montanha-Russa’ algarvia. A série, reconhecida pela FIA, é hoje uma das mais competitivas entre os campeonatos de monolugares de acesso à elite, reunindo jovens de várias nacionalidades e algumas das equipas mais prestigiadas da disciplina.</p>
<p>O principal destaque português será Noah Monteiro. O piloto da Griffin Core by Campos chega ao Algarve no segundo lugar da classificação geral, a 12 pontos do líder, depois de se ter tornado o primeiro português a conquistar o Spanish Winter Championship de Fórmula 4.</p>
<p>O título de inverno foi confirmado em março, após uma campanha sólida, com poles, vitórias e voltas mais rápidas nas rondas disputadas em Portimão, Jarama e Aragón. Esse desempenho consolidou Noah Monteiro como uma das figuras emergentes da categoria e reforçou a candidatura do piloto português à luta pelos lugares cimeiros no campeonato principal.</p>
<p>Com 65 pontos ainda em disputa nesta ronda, Monteiro procurará aproveitar o fator casa para reduzir a diferença e, se possível, sair de Portimão na liderança da F4 Espanha. Em pista estarão também os portugueses Max Radeck e Maria Neto, ambos estreantes na competição.</p>
<p>Monteiro já tinha assumido, no arranque da época, que chegava ao campeonato principal com confiança elevada, mas também consciente de que a fasquia seria mais alta. “Estou muito motivado para esta temporada. O inverno correu muitíssimo bem, trabalhámos muito, melhorámos em todos os aspetos, e o título deu-nos uma confiança enorme”, afirmou então o piloto, reconhecendo que o campeonato principal “é muito mais longo” e que entraria em pista como “o principal alvo da concorrência”.</p>
<p>O fim de semana no Algarve contará ainda com a Eurocup 3, que terá 30 pilotos inscritos e duas corridas no programa. A presença desta competição reforça o protagonismo dos monolugares num evento em que a competitividade em pista e as temperaturas algarvias poderão ter impacto direto na performance de pilotos e máquinas.</p>
<p>No sábado, a F4 Espanha terá corridas às 11h00 e às 13h50, enquanto a Eurocup 3 entra em pista às 12h15. No domingo, a F4 Espanha volta a correr às 11h00 e a Eurocup 3 às 12h15.</p>
<p>Os bilhetes para a prova custam 10 euros, com acesso ao paddock, e podem ser adquiridos no Kartódromo Internacional do Algarve. O evento promete juntar competição, jovens talentos e ambiente de paddock num fim de semana em que Portimão volta a receber pilotos que procuram abrir caminho no automobilismo internacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770723]]></sapo:autor>
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		<title>PR diz que &#8220;este é o tempo do Parlamento&#8221; sobre lei laboral e PSU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 18:48:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Sara Madeira (texto) e Tiago Petinga (fotos), enviados da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Luxemburgo, 05 jun 2026 (Lusa) &#8212; O Presidente da República considerou hoje que se está ainda &#8220;no tempo do Parlamento&#8221; nas matérias de revisão da lei laboral e da criação da Prestação Social única (PSU), remetendo a sua avaliação para &#8220;momento próprio&#8221;.</P><br />
<P>António José Seguro foi hoje questionado pela comunicação social sobre estes dois diplomas do Governo no Luxemburgo, após uma reunião com empresários portugueses e lusodescendentes.</P><br />
<P>Em concreto sobre a legislação laboral, o chefe de Estado referiu que &#8220;há um processo que está a decorrer no Parlamento, ou que vai começar a decorrer no Parlamento&#8221;, referindo-se à votação marcada para dia 18 do diploma do Governo de revisão do Código do Trabalho.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente não se vai imiscuir nesse debate e nessa discussão, e vai esperar pelo seu tempo. Este é o tempo do parlamento&#8221;, afirmou, escusando-se a responder se o preocupa que a legislação possa ser aprovada apenas à direita ou num período curto.</P><br />
<P>Também questionado se está esclarecido quanto a outro diploma do Governo &#8212; que pretende criar a PSU, substituindo 13 outros apoios sociais&#8221; -, Seguro voltou a remeter o tema para o domínio parlamentar.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente da República tem o momento próprio para fazer a avaliação dos diplomas que chegam a Belém&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772960]]></sapo:autor>
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		<title>Morreu ator britânico Anthony Head de &#8220;Ted Lasso&#8221; e &#8220;Buffy, Caçadora de Vampiros&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 18:48:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ator britânico Anthony Head, conhecido pelo trabalho em séries como "Buffy, Caçadora de Vampiros" e "Ted Lasso", morreu aos 72 anos, anunciaram hoje as suas filhas, as atrizes Daisy e Emily Head.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ator britânico Anthony Head, conhecido pelo trabalho em séries como &#8220;Buffy, Caçadora de Vampiros&#8221; e &#8220;Ted Lasso&#8221;, morreu aos 72 anos, anunciaram hoje as suas filhas, as atrizes Daisy e Emily Head.</P><br />
<P>&#8220;É com o coração apertado que anunciamos a morte do nosso extraordinário pai&#8221;, lê-se na mensagem citada pela imprensa britânica, que acrescenta que o ator &#8220;morreu pacificamente, rodeado pela sua família, devido a complicações de uma pneumonia&#8221;. </P><br />
<P>A carreira de Anthony Head ganhou dimensão internacional na década de 1990, pelo desempenho do bibliotecário Rupert Giles, na série &#8220;Buffy, Caçadora de Vampiros&#8221;, mentor da protagonista. Pouco depois passou a ter o papel recorrente de primeiro-ministro em &#8216;sketches&#8217; da série de comédia &#8220;Little Britain&#8221;.</P><br />
<P>O seu rosto está também associado ao rei Uther Pendragon de &#8220;As Aventuras de Merlin&#8221; e, entre trabalhos mais recentes, a Rupert Mannion, antigo proprietário do clube de futebol AFC Richmond, da produção &#8220;Ted Lasso&#8221;, maioritariamente filmada em Richmond Upon Thames, nos arredores de Londres, região onde o ator cresceu.</P><br />
<P>Outros trabalhos de Head incluem a personagem Geoffrey Howe, adjunto da primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, interpretada por Meryl Streep, em &#8220;A Dama de Ferro&#8221;, de Phyllida Lloyd, e participações em produções televisivas como &#8220;Doctor Who&#8221;, &#8220;Testemunha Silenciosa&#8221;, &#8220;Motherland&#8221;, &#8220;The Inbetweeners&#8221;, &#8220;Manchild&#8221;, e em filmes como &#8220;Persuasão&#8221;, de Adrian Shergold.</P><br />
<P>No início da carreira, na década de 1980, quando também tocava na banda Two Way, Head tornou-se num rosto familiar na televisão britânica, através de anúncios ficcionados a uma marca de café solúvel, como parte do casal Gold Blend, com a atriz Sharon Maughan.</P><br />
<P>Os seus últimos trabalhos como ator incluem as produções &#8220;Bridgerton&#8221;, &#8220;Upgrade &#8211; As Cores do Amor&#8221; e &#8220;Slayers: A Buffyverse Story&#8221;, espécie de &#8216;spin-off&#8217; da série que lhe trouxe reconhecimento.</P><br />
<P>Anthony Head, que a agência de notícias Associated Press define como &#8220;o elegante e charmoso ator britânico de voz suave&#8221;, fez ainda parte do elenco do folhetim de longa duração da BBC Radio 4, &#8220;The Archers&#8221;.</P><br />
<P>No teatro, destacou-se em produções como &#8220;The Rocky Horror Show&#8221; e em musicais como &#8220;Godspell&#8221; e &#8220;Chess&#8221;.</P><br />
<P>Anthony Head nasceu em Londres, em 20 de fevereiro de 1954, estudou na London Academy of Music and Dramatic Art e era filho do cineasta e documentarista Seafield Head e da atriz Helen Shingler, que fez parte do elenco da produção britânica de &#8220;Maigret&#8221;. O seu irmão, Murray Head, entrou em filmes como &#8220;Sunday Bloody Sunday&#8221; e no musical &#8220;Chess&#8221;.</P><br />
<P>Em dezembro passado, Head perdeu a companheira de mais de 40 anos, a produtora Sarah Fisher, conhecida defensora dos direitos dos animais, no Reino Unido.</P><br />
<P>&#8220;A nossa dor é muito maior do que o vazio que deixou, mas sabemos que o seu legado continuará vivo, nas séries de que fez parte e no público que as ama&#8221;, disseram as filhas do ator, no comunicado hoje divulgado.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772959]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump diz ponderar participação do Estado em empresas de Inteligência Artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 18:44:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano disse hoje, quando questionado sobre uma participação do Estado no capital de grandes empresas de Inteligência Artificial, equacionar "uma parceria", indicando estar prevista para breve uma reunião com figuras-chave do setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano disse hoje, quando questionado sobre uma participação do Estado no capital de grandes empresas de Inteligência Artificial, equacionar &#8220;uma parceria&#8221;, indicando estar prevista para breve uma reunião com figuras-chave do setor.</P><br />
<P>&#8220;Há algo de muito interessante nisto, está quase a tornar-se uma parceria com o povo norte-americano, e estamos a pensar nisso&#8221;, declarou Donald Trump numa conferência de imprensa a bordo do avião presidencial.</P><br />
<P>Segundo o &#8216;site&#8217; de notícias NOTUS, já decorreram conversas entre responsáveis do Governo Trump e das grandes empresas de Inteligência Artificial (IA), que poderão voluntariamente vender participações ao Estado federal, que delas receberia então dividendos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772958]]></sapo:autor>
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		<title>Morreu hoje por doença antigo chefe da diplomacia angolana Manuel Augusto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 18:37:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Luanda, 05 jun 2026 Lusa) -- O antigo ministro das Relações Exteriores de Angola Manuel Augusto morreu hoje, em Luanda, aos 68 anos, por doença, anunciaram as autoridades angolanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Luanda, 05 jun 2026 Lusa) &#8212; O antigo ministro das Relações Exteriores de Angola Manuel Augusto morreu hoje, em Luanda, aos 68 anos, por doença, anunciaram as autoridades angolanas.</P><br />
<P>Numa mensagem de condolências, o Presidente de Angola, João Lourenço, lamentou a morte do chefe da diplomacia angolana, &#8220;figura de destaque da vida política nacional, da diplomacia e do jornalismo&#8221;.</P><br />
<P>Na sua mensagem, o chefe de Estado angolano considerou que &#8220;Angola perde um filho que dedicou o melhor do seu tempo e da sua vida à defesa dos superiores interesses do povo, tendo ocupado cargos relevantes no aparelho do Estado, com realce para a pasta das Relações Exteriores&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Deixa-nos precocemente um quadro talhado para a mais elevada e refinada performance no cumprimento do dever, que tinha ainda muito para dar como servidor público, homem de Estado e patriota convicto&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Manuel Augusto foi chefe da diplomacia angolana entre 2017 e 2020, tendo ocupado até à data da sua morte o cargo de secretário do Bureau Político do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) para as Relações Exteriores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772955]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Concorrência notificada pela Finançor sobre a compra da EMATER</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/concorrencia-notificada-pela-financor-sobre-a-compra-da-emater/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 18:32:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Finançor Distribuição Alimentar notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) da compra do controlo exclusivo sobre a EMATER, anunciou hoje o regulador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Finançor Distribuição Alimentar notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) da compra do controlo exclusivo sobre a EMATER, anunciou hoje o regulador. </P><br />
<P>&#8220;A operação de concentração consiste na aquisição, pela Finançor Distribuição Alimentar, Lda. (FDA), de controlo exclusivo da EMATER- Empresa Abastecedora de Mercearias Terceirense, S.A. (EMATER) através da aquisição da maioria do capital social da empresa&#8221;, lê-se na informação divulgada pela AdC. </P><br />
<P>A Finançor Distribuição Alimentar, controlada pela Jerónimo Martins e pelo agrupo açoriano Finançor, opera lojas Pingo Doce na Região Autónoma dos Açores.</P><br />
<P>Por sua vez, a EMATER é uma sociedade anónima, que se dedica ao comércio por grosso e a retalho de géneros alimentícios nas ilhas Terceira, Pico e São Jorge, nos Açores. </P><br />
<P>Quaisquer observações sobre esta operação devem ser comunicadas à AdC no prazo de 10 dias úteis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772954]]></sapo:autor>
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		<title>Ministra diz que encontrar soluções para utentes com altas proteladas é prioridade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministra-diz-que-encontrar-solucoes-para-utentes-com-altas-proteladas-e-prioridade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 18:32:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, definiu hoje como "prioridade nacional" encontrar soluções para os internamentos "com alta protelada" e, assim, desocupar camas dos hospitais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, definiu hoje como &#8220;prioridade nacional&#8221; encontrar soluções para os internamentos &#8220;com alta protelada&#8221; e, assim, desocupar camas dos hospitais.</P><br />
<P>Falando durante o 15.º Congresso Nacional das Misericórdias, Ana Paula Martins apontou que, em finais de abril, havia 3.493 utentes com alta clínica que permaneciam internados nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), por não terem para onde ir.</P><br />
<P>&#8220;Isto diminui em 14,4% a capacidade de resposta do SNS&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Para explicar a dimensão do problema, a ministra referiu que o peso dos internamentos protelados equivale ao fecho de 14 ou 15 unidades de hospitalares com cerca de 240 camas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Reparem o impacto que isto tem num país que tem 39 unidades locais de saúde (ULS)&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Dando outro exemplo, disse que era a mesma coisa que fechar as ULS Santa Maria, São José e Lisboa Ocidental.</P><br />
<P>&#8220;Isto não é sustentável&#8221;, afirmou, adiantando que o Governo &#8220;tem de encontrar soluções&#8221;, sobretudo com o setor social.</P><br />
<P>Garantiu que vai fazer desta questão uma &#8220;prioridade nacional&#8221;, colocando-a como um &#8220;desígnio&#8221; dos ministérios da Saúde e da Segurança Social.</P><br />
<P>Alertou que o problema tende a agudizar-se, pelo que considerou ser necessário encontrar soluções não só para o curto e médio prazo, mas também para o longo prazo.</P><br />
<P>Isso implica, defendeu, acordos com o setor social para, pelo menos, 10 anos. </P><br />
<P>&#8220;Não é com a capacidade instalada que temos hoje, que é grande, que conseguimos. Nós temos de aumentar a capacidade instalada a pensar nos próximos 10 anos&#8221;, rematou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772952]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Vai viajar de carro pela Europa este verão? Atenção: em alguns países precisa de selo ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 18:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[selo ambiental]]></category>
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					<description><![CDATA[Viajar de carro pela Europa exige cada vez mais atenção às regras ambientais de cada país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Viajar de carro pela Europa exige cada vez mais atenção às regras ambientais de cada país. A entrada em algumas cidades europeias pode depender de um selo ambiental colocado no veículo, sobretudo nas chamadas zonas de baixas emissões. O &#8216;El Economista&#8217; alerta que a ausência desse identificador pode dar origem a multas, que variam consoante o país e a cidade.</p>
<p>A regra não é igual em toda a Europa. Em alguns países, o selo é obrigatório para circular em determinadas zonas urbanas; noutros, não há etiqueta ambiental, mas existem restrições específicas à entrada nos centros das cidades. Por isso, quem está a planear uma viagem de carro no verão deve confirmar previamente as regras dos destinos por onde vai passar, sobretudo se pretende entrar em grandes centros urbanos.</p>
<p>Portugal, por exemplo, não exige selos de emissões aos veículos. Ainda assim, o condutor deve verificar as restrições locais existentes em algumas cidades. A situação muda quando a viagem inclui França, onde é necessário obter o selo Crit’Air para circular em cidades como Paris, Lyon, Marselha, Toulouse, Nice, Grenoble, Estrasburgo, Bordéus ou Lille.</p>
<p>Ao longo de 2026, outras 45 cidades francesas com mais de 150 mil habitantes vão implementar zonas de baixas emissões, o que torna recomendável tratar do pedido com antecedência. O selo Crit’Air pode ser solicitado online e, segundo as autoridades citadas, o prazo de entrega é inferior a uma semana. O custo é de 4,91 euros, já com envio incluído.</p>
<p><strong>França e Alemanha exigem selo ambiental</strong></p>
<p>Na Alemanha, o sistema também obriga à utilização de um selo ambiental para entrar em determinadas zonas urbanas. A etiqueta chama-se Umweltplakette ou Feinstaubplakette e pode ser vermelha, amarela ou verde. A vermelha identifica veículos mais poluentes, enquanto a verde corresponde aos modelos mais recentes e menos restritivos.</p>
<p>De acordo com o &#8216;El Economista&#8217;, a partir de 2025 os veículos com selo vermelho ou amarelo deixaram de poder entrar nas zonas de baixas emissões alemãs. Em termos práticos, qualquer automóvel a gasolina ou gasóleo fabricado desde 2006 deverá conseguir obter o selo verde.</p>
<p>O adesivo alemão pode ser pedido através dos sites de entidades de inspeção automóvel como TÜV, DEKRA ou ATU. O preço indicado é de 5,95 euros e a entrega demora cerca de uma semana. Há também sites intermediários que tratam do processo, mas cobram valores mais elevados, na ordem dos 18 euros. Quem preferir pode obtê-lo presencialmente em postos de inspeção destas entidades.</p>
<p><strong>Itália exige atenção cidade a cidade</strong></p>
<p>Em Itália, não é obrigatório exibir um adesivo ambiental no automóvel, mas isso não significa circulação livre em todos os centros urbanos. Existem muitas restrições locais, incluindo em algumas zonas onde até veículos elétricos podem estar sujeitos a regras específicas.</p>
<p>A recomendação, neste caso, é consultar a legislação municipal antes de entrar nas cidades. As zonas de tráfego limitado e de baixas emissões podem variar bastante e nem sempre seguem uma lógica simples para quem chega de fora.</p>
<p>Um detalhe importante é que estes selos não são necessários para circular em estradas ou autoestradas. A obrigação aplica-se sobretudo à entrada em zonas urbanas com restrições ambientais. Ou seja, quem atravessa um país em viagem pode não precisar de qualquer selo, mas quem pretende visitar o centro de uma grande cidade deve confirmar primeiro se há regras específicas.</p>
<p><strong>Falta uma regra única europeia</strong></p>
<p>Uma das dificuldades para os condutores é precisamente a falta de harmonização. Cada país aplica critérios próprios, apesar de a homologação dos veículos ser comum na União Europeia. França tem o Crit’Air, a Alemanha tem a Umweltplakette e outros países preferem aplicar restrições locais sem etiqueta obrigatória.</p>
<p>Na prática, quem vai fazer uma viagem internacional de carro deve olhar para estes selos como parte do planeamento, tal como portagens, seguros, documentos ou regras de estacionamento. Não é preciso comprar etiquetas para todos os países, mas é essencial saber onde se pretende entrar.</p>
<p>A regra mais simples é esta: se a viagem inclui centros urbanos em França ou na Alemanha, trate do selo com antecedência. Se passa por Itália, confirme as regras de cada cidade. E, mesmo quando o país não exige adesivo, esteja atento às placas que assinalam zonas de baixas emissões. No verão, a surpresa menos desejada pode não estar na estrada, mas numa multa à chegada ao centro da cidade.</p>
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