Fardas dos bombeiros queimados em fogos já tinham cerca de seis anos

As fardas e outros equipamentos de protecção dos bombeiros da corporação de Cuba, que sofreram queimaduras graves no combate ao incêndio de Castro Verde, já tinham cerca de seis anos.

Revista de Imprensa

As fardas e outros equipamentos de protecção dos bombeiros da corporação de Cuba, que sofreram queimaduras graves no combate ao incêndio de Castro Verde, já tinham cerca de seis anos, tendo sido entregues em 2014, avança o ‘Correio da Manhã’ (CM), que cita o comandante da corporação de Castro Verde.

Carlos Carvalho, de 40 anos e Carlos Heleno, com 49 anos, ficaram gravemente feridos na sequência do combate ao fogo de Castro Verde, ambos encontram-se hospitalizados, um no Hospital de São José e outro no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Sabe-se agora que o equipamento que utilizavam já estava «velho e gasto», de acordo com Vítor Antunes, comandante da corporação de Castro Verde.

O alerta também foi dado por Carlos Jaime, presidente da Associação de Comandantes dos Bombeiros, sublinhando que seriam necessários mais de 30 mil novos equipamentos. «Refiro-me a fardas que permitam o combate ao fogo no meio da chama. Cada uma representa um investimento médio de 400 euros, o que poucos corpos de bombeiros conseguem gastar. Deve ser a tutela a fazê-lo», afirmou citado pelo ‘CM’.

Na terça-feira a secretária de Estado, Patrícia Gaspar, referiu que está «em curso a aquisição de mais de 10 mil equipamentos de protecção individual [formados por calças, casaco, botas, luvas, cogulas e capacete]», disse, ressalvando contudo que «não consigo adiantar uma data de entrega».

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.