Famosos enriquecem na Bolsa. DiCaprio, Beyoncé e Bono entre os que triunfam em Wall Street

São vários os famosos que têm feito, ao longo da última década, apostas de luxo na bolsa de valores, com resultados que duplicam fortunas. De cantores a atores, passando por atletas bem conhecidos do público, muitos são os que financiam pequenas empresas que depois se vêm a tornar gigantes nos respetivos setores de atividade, como é o caso do Facebook, da Google ou até do Airbnb.

Leonardo DiCaprio, Beyoncé, Justin Bieber, Bono e a estrela da NBA Shaquille O’Neal estão entre os que triunfam em Wall Street, com uma riqueza que vai muito além dos ganhos gerados com a sua profissão.

De acordo com o ‘Expansión’, que fez uma análise sobre os financiamentos de várias celebridades na bolsa, há famosos que optam pelas novas tendências, como o jogador de basquete Kevin Durant, que aproveitou o sucesso do IPO da plataforma de criptomoedas Coinbase, enquanto outros optam por empresas com as quais se identificam, como é o caso de Leonardo DiCaprio, que associa a sua imagem e investe apenas em empresas ecológicas, ou da tenista Serena Williams, que aproveitou parte do seu património para apostar em empresas que apostem na melhoria do meio ambiente ou nas condições dos mais desfavorecidos.

Ashton Kutcher é também um dos exemplos de sucesso. Juntamente com Guy Oseary, gerente de Madonna, transformou o A-Grade num fundo de investimento de grande sucesso, graças ao seu compromisso inicial com empresas como a Uber, o Airbnb ou o Spotify. No caso do portal de apartamentos turísticos, o investimento inicial foi de 2,5 milhões em 2011. Cinco anos depois foi reavaliado para 90 milhões.

O ator e ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger, como membro do Dimensional Fund Advisor (DFA), também já passou pela capital de gigantes de Wall Street – Boeing, Kelloggs ou PepsiCo. A estratégia da empresa, que prioriza a rentabilidade de longo prazo, passou por uma aposta no mercado acionário espanhol, em 2012 – a Gamesa, na qual a DFA se tornou a terceira acionista, depois da Iberdrola e BlackRock , com pouco mais de 3% do capital em sua posse.

Bono, dos U2, participou de duas rodadas de financiamento do Facebook, em 2009 e 2010, e Beyoncé ofereceu, em 2015, um concerto privado aos trabalhadores da Uber, pelo qual recebeu 6 milhões de euros – não em dinheiro, mas em ações da empresa.

Uma coisa todos têm em comum: a antecedência é a chave do sucesso. Justin Bieber, por exemplo, sem um passado ligado aos negócios, orgulha-se do seu compromisso inicial com o Spotify. Pelo contrário, Jared Leto admite ter demorado demasiado tempo para investir no Instagram, assim como na empresa de realidade virtual Oculus, ambas adquiridas depois pelo Facebook.

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