«Famílias devem estar descansadas porque as escolas estão preparadas», garante ministra da Presidência

A ministra da Presidência transmitiu uma mensagem de tranquilidade e segurança, dizendo que «as famílias devem estar descansadas», isto porque «as escolas  estão preparadas» para o regresso do ano lectivo.

Simone Silva

A ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, transmitiu esta quinta-feira uma mensagem de tranquilidade e segurança, dizendo que «as famílias devem estar descansadas», isto porque «as escolas  estão preparadas» para o regresso do ano lectivo, que acontece entre 14 e 17 de Setembro.

«As escolas estão preparadas (…), preparam os seus circuitos, preparam-se para receber os alunos. As famílias devem estar descansadas e confiantes porque os nossos estabelecimentos escolares são capazes de enfrentar esta pandemia, são capazes de ter em segurança as suas crianças e têm à sua disposição orientações de que necessitam», disse a responsável na conferênia de imprensa que se seguiu ao Conselho de Ministros.

«Sabemos que o ano lectivo será diferente dos outros, sabemos que temos que aprender a viver com a emergência de casos nas escolas, como nas empresas e nos serviços onde trabalhamos, como nas nossas famílias, como nas nossas cidades», continuou a ministra.

Mariana Vieira da Silva sublinhou as declarações de ontem da directora geral da saúde, Graça Freitas,  reforçando que «ao longo dos últimos meses têm sido enviadas às escolas e tornadas públicas um enorme conjunto de orientações», que se focam essencialmente nos «planos de contingência que as escolas tinham que realizar, na organização do espaço, no tipo de concentração de alunos permitida e não permitida, nos procedimentos em espaços de refeições e na utilização da máscara a partir do 2.º ciclo».

Desta forma a responsável indica que as escolas já têm conhecimento do «conjunto de orientações que organizam o ano lectivo», o que difere do «conjunto de orientações explícitas sobre como cada escola deve reagir relativamente a um caso suspeito, a um caso confirmado ou a um surto na escola», que ainda serão divulgadas «muito brevemente».

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