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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>IRS: Como declarar a pensão de alimentos? Veja neste guia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 07:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consultorio de IRS]]></category>
		<category><![CDATA[consultorio do irs]]></category>
		<category><![CDATA[irs]]></category>
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					<description><![CDATA[Por altura de entrega da declaração de IRS, alertou a DECO PROteste, a pensão de alimentos deve ser declarada por ambos os pais – por aquele que a paga e pelo que a recebe
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que, em caso de divórcio ou de separação, um dos pais fica com a guarda exclusiva dos filhos, estes têm direito ao pagamento de uma pensão de alimentos por parte do outro progenitor, para suportar as despesas relacionadas com alimentação e demais gastos do dia-a-dia da criança ou do jovem, como é o caso do vestuário ou das despesas de educação, por exemplo.</p>
<p>Por altura de entrega da declaração de IRS, alertou a DECO PROteste, a pensão de alimentos deve ser declarada por ambos os pais – por aquele que a paga e pelo que a recebe.</p>
<p><strong>Quem paga a pensão: como declarar</strong><br />
Quem paga a pensão de alimentos deve declará-la no quadro 6A do anexo H. Esses montantes são dedutíveis em 20%, desde que estejam homologados pelo tribunal, não havendo um limite máximo para esse valor. O total está, no entanto, sujeito ao teto das deduções à coleta do respetivo rendimento.</p>
<p>A pensão de alimentos deixa, contudo, de ser dedutível no IRS se o contribuinte apresentar despesas com os dependentes, como as de educação, por exemplo.</p>
<p>Por agora, estão excluídos do IRS Automático os contribuintes que tenham pago pensões de alimentos.</p>
<p><strong>Quem recebe a pensão: como declarar</strong><br />
Se o contribuinte receber pensão de alimentos, deve declarar esses rendimentos no quadro 4A do anexo A, com o código 405, identificando o dependente ou dependentes e o contribuinte que paga a pensão. Ao valor recebido são automaticamente descontados 4104 euros, e só o restante (se houver) é tributado.</p>
<p>Recorde-se que a dispensa da entrega de IRS – prevista na lei, por exemplo, para quem aufira um rendimento de trabalho dependente ou pensões que não exceda os 8500 euros – não abrange quem aufere pensões de alimentos acima dos 4350,24 euros.</p>
<p>O valor da pensão de alimentos só pode ser declarado no IRS quando estipulado pelo tribunal ou se resultar de um acordo entre as partes, regulado e registado numa conservatória.</p>
<p>Caso o progenitor opte por pagar uma pensão de alimentos mais elevada do que a inicialmente prevista, o pedido de atualização do valor deve ser dirigido ao juiz do tribunal da área da residência do dependente. O mesmo se aplica à redução desse valor, nas situações em que o progenitor se debata com a diminuição abrupta dos seus rendimentos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766562]]></sapo:autor>
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		<title>Uso de leis coloniais anti-LGBT+ sob pretexto de &#8220;valores africanos&#8221; é paradoxal &#8211; ONG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 07:21:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma representante da organização ILGA em África explicou hoje à Lusa que o continente enfrenta o paradoxo de líderes usarem o argumento dos "valores africanos" para defenderem leis anti-LGBT+, pois essa legislação foi introduzida pelas potências coloniais europeias. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma representante da organização ILGA em África explicou hoje à Lusa que o continente enfrenta o paradoxo de líderes usarem o argumento dos &#8220;valores africanos&#8221; para defenderem leis anti-LGBT+, pois essa legislação foi introduzida pelas potências coloniais europeias. </P><br />
<P>&#8220;É um paradoxo profundo: Os mesmos líderes que invocam os &#8220;valores africanos&#8221; para defender estas leis [anti-LGBT+] estão, na verdade, a defender uma herança jurídica colonial&#8221;, explicou à Lusa, por escrito, a responsável pela comunicação da organização Pan Africa ILGA, Arlana Shikongo.</P><br />
<P>&#8220;A narrativa de que a homossexualidade é &#8216;anti-africana&#8217; foi ela própria construída pelas potências coloniais para reprimir as sexualidades africanas e impor os códigos morais europeus. Utilizar essa narrativa hoje como um escudo contra as obrigações de direitos humanos não é uma afirmação da identidade africana, mas sim a continuação da lógica colonial. Que ironia!&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Questionada sobre se o recente endurecimento das penas contra as pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais (LGBT+) no Senegal, nação vizinha da Guiné-Bissau, representa um caso isolado ou faz parte de uma tendência mais ampla em África, respondeu: &#8220;O Senegal é apenas o mais recente exemplo de um padrão de escalada legislativa que incluiu a Lei Anti-Homossexualidade do Uganda, em 2023, o projeto de lei anti-LGBT+ atualmente em curso no Gana, o Mali em 2024 e o Burkina Faso em 2025&#8221;.</P><br />
<P>De forma geral, pelo menos 30 dos 54 países africanos já criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo. </P><br />
<P>&#8220;Portanto, o que estamos a testemunhar é uma tendência regional e não apenas uma série de desenvolvimentos domésticos sem ligação entre si&#8221;, indicou a especialista em direitos humanos.</P><br />
<P>Para Arlana Shikongo, 2026 tem sido marcado por um caminho de regressão, &#8220;e isso reflete-se nos esforços globais de direitos humanos. Não apenas nos direitos LGBT+, mas também nos direitos das mulheres, por exemplo&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, destacou que existem exceções: &#8220;Países da região austral, como Botsuana, Angola, Maurícias e Namíbia, descriminalizaram nos últimos anos, embora isso também tenha as suas nuances. E depois, claro, a África do Sul, que continua a ser o exemplo mais forte de proteção jurídica no continente&#8221;.</P><br />
<P>Estas leis têm sido usadas como ferramenta de mobilização popular e distração política, defendeu. </P><br />
<P>&#8220;A legislação e a retórica anti-LGBT+ têm sido utilizadas para consolidar o apoio eleitoral e posicionar os líderes como defensores da cultura nacional contra a interferência externa. É uma estrutura política poderosa porque evoca soberania, religião e tradição ao mesmo tempo&#8221;, explicou. </P><br />
<P>Por exemplo, no Burkina Faso e no Mali, os governos que chegaram ao poder através de golpes de Estado utilizaram a legislação anti-LGBT+ &#8220;como parte de uma postura política nacionalista e anti-ocidental mais ampla&#8221;.</P><br />
<P>Existem líderes africanos que &#8220;optam por visar as pessoas LGBT+ para desviar as atenções do desemprego, da dívida, da corrupção e dos verdadeiros fracassos das suas políticas&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Consequentemente, as pessoas desta comunidade tendem a isolar-se ou a ter uma vida dupla.  </P><br />
<P>&#8220;No Senegal, neste exato momento, as pessoas que vivem com o Vírus da Imunodeficiência Humana [VIH] têm medo de aceder aos serviços por receio de serem identificadas como LGBT+. (&#8230;) As consequências para a saúde pública estender-se-ão além das comunidades LGBT+&#8221;, alertou. </P><br />
<P>Questionada sobre que países africanos impõem as penas mais severas, indicou que o Uganda, ao abrigo da lei de 2023, pode condenar à pena de morte &#8220;casos de homossexualidade agravada&#8221;.</P><br />
<P>Também a Somália, a Mauritânia, a Nigéria (nos estados que aplicam a lei Sharia) e o Sudão permitem a condenação por pena de morte, acrescentou.</P><br />
<P>Por fim, Arlana Shikongo lamentou que o continente esteja a viver um momento de regressão, mas salvaguardou que as comunidades continuam a lutar.</P><br />
<P>&#8220;A regressão é real, mas não é a história toda, e também não é o fim da história. A luta continua e há pessoas a trabalhar arduamente todos os dias para continuar a lutar pelas liberdades civis, pelos direitos humanos e pela justiça&#8221;, defendeu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766844]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Líderes africanos procuram financiamento &#8220;num mundo fragmentado&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 07:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 3.000 participantes, incluindo ministros das Finanças e governadores de bancos centrais dos Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP), são esperados a próxima semana em Brazzaville para discutir necessidades urgentes de financiamento do continente "num mundo fragmentado".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 3.000 participantes, incluindo ministros das Finanças e governadores de bancos centrais dos Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP), são esperados a próxima semana em Brazzaville para discutir necessidades urgentes de financiamento do continente &#8220;num mundo fragmentado&#8221;.</P><br />
<P>De 25 a 29 de maio a capital da República do Congo torna-se o centro financeiro de África ao acolher as reuniões anuais do Grupo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), sob o tema &#8220;Mobilizar recursos em larga escala para financiar o desenvolvimento de África num mundo fragmentado&#8221;.</P><br />
<P>Representantes dos 81 países membros, incluindo chefes de Estado, ministros das Finanças, ministros do Planeamento e governadores de bancos centrais, vão analisar os progressos alcançados ao longo do último ano e os grandes desafios que se avizinham.</P><br />
<P>Em conferência de imprensa, que antecedeu a reunião anual, responsáveis do BAD admitiram que o continente se encontra num momento crítico de desenvolvimento, &#8220;marcado por um crescente défice de financiamento num contexto geopolítico e económico global em rápida transformação&#8221; num mundo cada vez &#8220;mais fragmentado, que tem contribuído para a redução do financiamento ao desenvolvimento do continente africano&#8221;.</P><br />
<P>Na mesma conferência de imprensa, Kevin Urama, economista-chefe e vice-presidente para a Governação Económica e Gestão do Conhecimento do BAD, recordou que África &#8220;necessita de pelo menos entre 184 mil milhões de dólares (158 mil milhões de euros) e 221 mil milhões de dólares (190 mil milhões de euros) para responder às suas necessidades de financiamento de infraestruturas&#8221;.</P><br />
<P>Para além disso, especificou que o continente precisa anualmente de cerca de 400 mil milhões de dólares (345 mil milhões de euros) &#8220;para acelerar a sua transformação estrutural&#8221;.</P><br />
<P>O BAD considera que a atual fragmentação económica e geopolítica tem colocado entraves ao financiamento ao desenvolvimento visto que as maiores potências mundiais estão a alocar &#8220;recursos para garantir a sua própria supremacia militar, económica e financeira, em detrimento da cooperação internacional para o desenvolvimento&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, no seu relatório African Economic Outlook 2025 estima que o continente tem capacidade própria para mobilizar cerca de 1,43 biliões de dólares, um valor suficiente para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) até 2030.</P><br />
<P>Isto, sustenta, se for capaz de desenvolver as políticas adequadas, o combate à fuga de recursos e a melhoria da governação institucional e económica.</P><br />
<P>&#8220;África precisa de utilizar os recursos de que dispõe para criar capacidade de atuação e afirmar a sua autonomia financeira nos mercados globais&#8221;, frisou a instituição.</P><br />
<P>Durante as reuniões anuais em Brazzaville, presididas por Sidi Ould Tah, eleito o nono presidente do Grupo BAD há um ano, vai ser lançado o &#8220;African Economic Outlook 2026&#8221; e os líderes africanos vão analisar o relatório anual sobre as finanças, operações e outras atividades do BAD e do fundo no exercício financeiro anterior.</P><br />
<P>O programa incluirá um Diálogo dos governadores e outros eventos como as comemorações do Dia de África, a 25 de maio, assinalando a criação da Organização da Unidade Africana, atualmente União Africana.</P><br />
<P>São esperados vários ministros e governadores de bancos centrais de países africanos de língua portuguesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766843]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Teerão acusa Estados Unidos de sabotarem negociações para fim da guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-teerao-acusa-estados-unidos-de-sabotarem-negociacoes-para-fim-da-guerra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 07:04:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão acusou hoje os Estados Unidos de sabotarem as negociações para o fim da guerra com "exigências excessivas", perante uma mudança de agenda por parte do Presidente norte-americano, Donald Trump, sobre um eventual reatamento dos ataques.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Irão acusou hoje os Estados Unidos de sabotarem as negociações para o fim da guerra com &#8220;exigências excessivas&#8221;, perante uma mudança de agenda por parte do Presidente norte-americano, Donald Trump, sobre um eventual reatamento dos ataques.</P><br />
<P>O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, queixou-se ao secretário-geral da ONU, António Guterres, das &#8220;posições contraditórias e das repetidas exigências excessivas&#8221; dos Estados Unidos, noticiaram as agências iranianas Tasnim e Fars. </P><br />
<P>Segundo Araghchi, estes fatores &#8220;estão a prejudicar o processo negocial liderado pelo Paquistão&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apesar da profunda desconfiança em relação aos Estados Unidos, a República Islâmica do Irão tem-se empenhado neste processo diplomático com sentido de responsabilidade e a máxima seriedade, e está a esforçar-se para alcançar um resultado razoável e equitativo&#8221;, acrescentou o ministro iraniano, citado pelas agências. </P><br />
<P>O líder do Exército paquistanês, marechal Asim Munir, chegou a Teerão na sexta-feira, no âmbito dos esforços de mediação do seu país. </P><br />
<P>Segundo a agência de notícias Irna, manteve um encontro demorado com Araghchi sobre &#8220;os mais recentes esforços e iniciativas diplomáticas destinadas a evitar uma maior escalada&#8221;.</P><br />
<P>O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghai, já tinha declarado que as divergências entre Teerão e Washington continuam &#8220;profundas&#8221;. </P><br />
<P>De acordo com Baghai, questões como o fim da guerra em todas as frentes, incluindo no Líbano, a situação no estreito de Ormuz e o bloqueio norte-americano aos portos iranianos continuam &#8220;por resolver&#8221;, assim como a questão nuclear. </P><br />
<P>O Qatar, diretamente afetado pela guerra iniciada pelos Estados Unidos e por Israel em 28 de fevereiro, e outros países da região procuram simultaneamente esforços alternativos de mediação. </P><br />
<P>Teerão confirmou a visita de uma delegação do Qatar na sexta-feira. </P><br />
<P>A imprensa norte-americana noticiou que Washington estaria a considerar novos ataques contra Teerão.</P><br />
<P>Segundo a CBS News, os militares norte-americanos estão a preparar-se para possíveis bombardeamentos durante o fim de semana. </P><br />
<P>Na sexta-feira, Donald Trump reuniu os conselheiros mais próximos para discutir a guerra, noticiou o portal de notícias Axios, e anunciou que não poderá estar presente no casamento do filho mais velho, Don Jr., nas Bahamas, este fim de semana, para permanecer em Washington, por &#8220;razões relacionadas com assuntos de Estado&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766842]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Elétrico de Sintra regressa hoje à circulação após mais de 3 meses parado</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/eletrico-de-sintra-regressa-hoje-a-circulacao-apos-mais-de-3-meses-parado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 07:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O histórico Elétrico de Sintra volta este sábado a circular entre a vila de Sintra e a Praia das Maçãs, depois de mais de três meses com o serviço suspenso devido aos efeitos das condições meteorológicas adversas registadas no início do ano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O histórico Elétrico de Sintra volta este sábado a circular entre a vila de Sintra e a Praia das Maçãs, depois de mais de três meses com o serviço suspenso devido aos efeitos das condições meteorológicas adversas registadas no início do ano.</p>
<p>O regresso da operação foi anunciado pela Câmara Municipal de Sintra, que confirmou a retoma das viagens após a conclusão dos trabalhos de limpeza e manutenção realizados ao longo dos últimos meses.</p>
<p>Considerado um dos ex-líbris turísticos do concelho, o Elétrico de Sintra é conhecido pelo percurso panorâmico que atravessa zonas arborizadas e paisagens naturais entre o centro histórico da vila e a linha costeira.</p>
<p>O percurso do elétrico liga a zona histórica de Sintra à Praia das Maçãs ao longo de quase 13 quilómetros, numa viagem com duração aproximada de 45 minutos.</p>
<p>A linha é particularmente procurada durante os meses de primavera e verão, tanto por turistas como por visitantes da região, devido ao carácter histórico da composição e à paisagem envolvente.</p>
<p>O serviço esteve interrompido desde 5 de fevereiro, altura em que a circulação foi suspensa temporariamente por causa da “acumulação de resíduos na via”, provocada pelas condições meteorológicas adversas, segundo explicou a autarquia.</p>
<p><strong>Linha foi alvo de limpeza e manutenção</strong><br />
Durante o período de suspensão, toda a linha ferroviária esteve a ser intervencionada para garantir condições de segurança adequadas.</p>
<p>De acordo com a Câmara Municipal de Sintra, foram realizados trabalhos de limpeza integral da via com o objectivo de “garantir a segurança dos passageiros, trabalhadores e equipamentos”.</p>
<p>Além da remoção de resíduos acumulados ao longo do trajecto, foi também efectuada “manutenção preventiva e correctiva da linha aérea”.</p>
<p>Os trabalhos permitiram preparar a infraestrutura para o regresso da operação numa altura em que aumenta a procura turística na região.</p>
<p><strong>Um símbolo histórico de Sintra desde 1904</strong><br />
O Elétrico de Sintra existe desde 1904 e faz parte do património histórico e turístico do concelho.</p>
<p>Inicialmente, a linha funcionava apenas entre a Vila Velha de Sintra e São Sebastião de Colares. No verão do ano seguinte, o trajecto foi prolongado até à Praia das Maçãs, criando a ligação que ainda hoje se mantém.</p>
<p>Ao longo de mais de um século de funcionamento, o elétrico tornou-se uma das imagens mais emblemáticas da região de Sintra.</p>
<p><strong>Horários das viagens durante a primavera e verão</strong><br />
Durante os meses de primavera e verão, as partidas a partir da zona histórica de Sintra realizam-se às 10h20, 12h10, 14h00, 15h00, 16h00 e 17h00.</p>
<p>No sentido inverso, com saída da Praia das Maçãs, os horários estão marcados para as 11h15, 13h05, 15h00, 16h00, 17h00 e 18h00.</p>
<p><strong>Bilhetes custam entre 2,50 e 5 euros</strong><br />
O preço dos bilhetes para o Elétrico de Sintra varia consoante a idade e a condição dos passageiros.</p>
<p>Os adultos pagam 5 euros por viagem, enquanto os jovens entre os sete e os 18 anos, os seniores com mais de 65 anos e os munícipes beneficiam de tarifa reduzida de 2,50 euros.</p>
<p>As crianças até aos seis anos podem viajar gratuitamente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766563]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dança, circo e recriações: Castelo de São Jorge abre esta noite para uma experiência histórica imersiva (e é grátis)</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/danca-circo-e-recriacoes-castelo-de-sao-jorge-abre-esta-noite-para-uma-experiencia-historica-imersiva-e-e-gratis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 06:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Castelo de São Jorge]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[https://www.nit.pt/fora-de-casa/na-cidade/vai-ser-possivel-visitar-o-castelo-de-sao-jorge-a-noite-sem-pagar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Castelo de São Jorge, um dos monumentos mais emblemáticos de Lisboa, volta este sábado a abrir portas para uma programação noturna especial integrada nas comemorações da Noite Europeia dos Museus.</p>
<p>A iniciativa permite visitar gratuitamente o monumento durante a noite e participar em várias atividades culturais e históricas que prometem transportar os visitantes para diferentes períodos do passado de Lisboa.</p>
<p>A programação inclui espetáculos circenses, recriações históricas, dança, visitas guiadas e encenações inspiradas na vida medieval e islâmica da cidade.</p>
<p><strong>Espetáculo circense marca início da programação</strong><br />
As atividades arrancam às 21h30 com um espetáculo circense cómico apresentado por artistas do Chapitô, recebendo os visitantes no interior do Castelo de São Jorge.</p>
<p>Ao longo da noite, o espaço histórico transforma-se num cenário de animação contínua, com diferentes experiências imersivas distribuídas pelas muralhas e áreas arqueológicas do monumento.</p>
<p><strong>Danças inspiradas em Gil Vicente recriam ambiente da corte</strong><br />
Um dos momentos centrais da programação acontece às 22h00 e às 23h00 com a apresentação “O Século XV com Gil Vicente”.</p>
<p>O espetáculo recria, através de danças temáticas, o ambiente festivo das cortes dos séculos XV, XVI e XVII, inspirado na obra do dramaturgo português Gil Vicente.</p>
<p>Segundo a organização, os visitantes serão convidados a integrar a própria encenação histórica.</p>
<p>“Ao longo da noite, os visitantes tornam-se parte da ação, viajando no tempo: entre as danças de corte inspiradas na obra de Gil Vicente, o quotidiano dos Homens de Armas de D. Afonso Henriques e as vivências islâmicas da Alcáçova”, refere o monumento.</p>
<p><strong>Visitas noturnas às casas islâmicas do castelo</strong><br />
A programação inclui também a visita guiada “As Casas Islâmicas à Noite”, destinada a dar a conhecer os vestígios arqueológicos preservados no interior das muralhas do Castelo de São Jorge.</p>
<p>A atividade realiza-se em três horários diferentes: às 22h00, às 22h30 e às 23h00.</p>
<p>Os participantes poderão explorar os espaços arqueológicos associados ao período islâmico de Lisboa e conhecer elementos históricos ligados à antiga Alcáçova.</p>
<p><strong>Recriação medieval mostra vida dos Homens de Armas</strong><br />
Em simultâneo com as visitas guiadas, decorre também a recriação histórica “Os Homens de Armas de El Rei D. Afonso Henriques”.</p>
<p>A apresentação pretende mostrar aos visitantes como era o quotidiano de um Homem de Armas durante a Idade Média.</p>
<p>A iniciativa inclui exposições de armaria, tendas medievais e recriações de ambientes ligados à preparação militar e à vida da nobreza medieval.</p>
<p>Os visitantes poderão observar demonstrações de patrulhamento dos Homens de Armas, conhecer os aposentos de viagem de um casal nobre e explorar diferentes cenários históricos montados no recinto do castelo.</p>
<p>A Noite Europeia dos Museus é celebrada anualmente em vários países europeus com abertura extraordinária de museus e monumentos durante a noite, promovendo o acesso gratuito à cultura e ao património histórico.</p>
<p>Em Lisboa, o Castelo de São Jorge é um dos espaços que tradicionalmente reúne maior procura durante esta iniciativa, graças à combinação entre património histórico, vistas panorâmicas sobre a cidade e programação cultural imersiva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_762993]]></sapo:autor>
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		<title>Sobe para 82 número de pessas mortas em mina de carvão no norte da China</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 06:14:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 82 pessoas morreram na sequência de uma explosão de gás na mina de Liushenyu, na província chinesa de Shanxi, norte da China, de acordo com um novo balanço divulgado hoje pela agência de notícias estatal Xinhua.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 82 pessoas morreram na sequência de uma explosão de gás na mina de Liushenyu, na província chinesa de Shanxi, norte da China, de acordo com um novo balanço divulgado hoje pela agência de notícias estatal Xinhua.</P><br />
<P>A explosão ocorreu às 19:29 locais (12:29 em Lisboa) de sexta-feira, nesta mina situada na área de Qinyuan, quando estavam a trabalhar 247 pessoas no local, informou a Xinhua.</P><br />
<P>O número de mortos tem vindo a aumentar ao longo do dia: num primeiro balanço divulgado esta manhã, as autoridades avançaram com oito mortos, 201 pessoas retiradas com vida e 38 presas no interior.</P><br />
<P>A televisão estatal chinesa CCTV indicou que, além dos 82 mortos, nove pessoas continuam desaparecidas.</P><br />
<P>As autoridades ainda não detalharam as circunstâncias concretas em que ocorreu a explosão, indicando apenas que os trabalhos de resgate continuam em curso.</P><br />
<P>A Xinhua indicou que um responsável da empresa proprietária da mina ficou sob custódia das autoridades, numa medida que aponta para o início da averiguação de possíveis responsabilidades pela explosão.</P><br />
<P>O Presidente chinês, Xi Jinping, já veio pedir que as operações de busca sejam reforçadas e que se preste assistência aos feridos, que se investiguem as causas da explosão e apurem responsabilidades.</P><br />
<P>O vice-primeiro-ministro Zhang Guoqing deslocou-se ao local para acompanhar os trabalhos de resgate e a gestão pós-acidente.</P><br />
<P>As minas de carvão, material com o qual a China gera cerca de 60% da energia, continuam a registar uma elevada taxa de acidentes, embora nos últimos anos o número de acidentes mortais tenha diminuído significativamente.</P><br />
<P>O setor mineiro chinês registou mais de 3.000 mortes entre 2018 e 2023, um número que, no entanto, representa uma diminuição de 53,6% em relação ao quinquénio anterior, de acordo com dados oficiais. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766841]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de mil imigrantes ilegais saíram do país através do retorno voluntário desde 2025 &#8211; PSP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 06:12:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de mil imigrantes em situação irregular em Portugal, a maioria brasileiros, regressaram ao país de origem de forma voluntária desde a criação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) da PSP, em agosto de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de mil imigrantes em situação irregular em Portugal, a maioria brasileiros, regressaram ao país de origem de forma voluntária desde a criação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) da PSP, em agosto de 2025.</P><br />
<P>Dados avançados à Lusa pela PSP, numa altura em que está em discussão no parlamento a proposta do Governo que visa acelerar os procedimentos de afastamento de estrangeiros em situação irregular, conhecida como lei do retorno, indicam que 1.086 imigrantes saíram de Portugal ao abrigo do programa retorno voluntário desde o ano passado, sendo a maior parte cidadãos de nacionalidade brasileira.</P><br />
<P>Desde que tem a responsabilidade da área do retorno de estrangeiros, competência que adquiriu com a UNEF, que a PSP privilegia a saída voluntária em vez do afastamento forçado, permitindo que imigrantes em situação irregular deixem o país de forma assistida e humanitária.</P><br />
<P>Segundo a PSP, 665 imigrantes regressaram ao país de origem no âmbito do retorno voluntário no ano passado, 348 dos quais ao abrigo de um programa da Organização Internacional para as Migrações (OIM) e 317 pela agência europeia de controlo de fronteiras Frontex.</P><br />
<P>Este ano e até abril deste ano foram já 421 imigrantes que saíram de Portugal ao abrigo do retorno voluntário, dos quais 244 pela Frontex e 177 pela OIM. </P><br />
<P> A Polícia de Segurança Pública esclareceu que os imigrantes que usufruem do programa de retorno voluntário não são expulsos, uma vez que regressam ao país de origem por vontade própria.</P><br />
<P>Na resposta enviada à Lusa, a PSP destacou o aumento de expulsões através do processo coercivo de imigrantes em situação irregular, uma subida que está diretamente relacionada com a criação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras.</P><br />
<P>Desde 2024 e até abril deste ano, a PSP expulsou do país 208 imigrantes em situação irregular, a maior parte desde 2025, dos quais 104 dizem respeito a processos de expulsão determinados pelos tribunais e 66 a afastamentos forçados (coercivos) de imigrantes em situação irregular.</P><br />
<P>Esta força de segurança especificou que em 2024 foram expulsos 52 imigrantes, 27 dos quais pelos tribunais e 14 de forma forçada, número que sobe para 84 em 2025 (55 pelos tribunais e 14 coercivos).</P><br />
<P> De acordo com a PSP, este ano e até abril deste ano foram expulsos 77 imigrantes em situação irregular, 22 dos quais pelos tribunais e 38 através dos processo de afastamento coercivos. </P><br />
<P>Com a extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), em outubro de 2023, algumas competências deste serviço de segurança, nomeadamente o controlo das fronteiras aéreas, passaram para a esfera da PSP, que desde 21 de agosto do ano passado alargou as competências com a criação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras, nomeadamente as operações de afastamento, readmissão e retorno de pessoas em situação irregular, que tinham sido atribuídas à Agência para a Integração Migrações e Asilo (AIMA).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766840]]></sapo:autor>
	</item>
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		<title>Trabalhar no verão? Um guia para os jovens juntarem &#8216;uns trocos&#8217; nesta época</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trabalhar-no-verao-um-guia-para-os-jovens-juntarem-uns-trocos-nesta-epoca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 06:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada iminente do verão 2026, muitos jovens procuram oportunidades para ganhar experiência profissional, desenvolver novas competências e, claro, fazer algum dinheiro extra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="top-wrapper" data-v-cfee715d="">
<div class="post-excerpt" data-v-cfee715d="">
<div class="rich-text-container" data-v-cfee715d="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Com a chegada iminente do verão 2026, muitos jovens procuram oportunidades para ganhar experiência profissional, desenvolver novas competências e, claro, <strong data-v-1d41837b="">fazer algum dinheiro extra</strong>.</p>
</div>
</div>
</div>
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<p data-v-1d41837b="">Os <strong data-v-1d41837b="">trabalhos de verão</strong> são uma excelente forma de aproveitar os meses quentes para juntar algum rendimento, conhecer novas pessoas e até explorar diferentes áreas profissionais. Desde a <strong data-v-1d41837b="">hotelaria </strong>e <strong data-v-1d41837b="">restauração</strong> até o <strong data-v-1d41837b="">trabalho remoto</strong> e <strong data-v-1d41837b="">freelancing</strong>, há inúmeras opções para quem quer aproveitar ao máximo esta época do ano.</p>
<p data-v-1d41837b="">No entanto, é essencial conhecer as <strong data-v-1d41837b="">regras laborais</strong>, os <strong data-v-1d41837b="">tipos de contrato</strong> e as <strong data-v-1d41837b="">obrigações fiscais</strong> para garantir  que tudo está em conformidade com a lei. Neste artigo, vamos explorar as melhores formas de encontrar um <strong data-v-1d41837b="">emprego de verão </strong>em Portugal, as principais oportunidades disponíveis e dicas para fazeres do teu verão uma experiência produtiva e rentável.</p>
<h2 id="heading-1" data-v-1d41837b="">O que são trabalhos de verão?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Os <strong data-v-1d41837b="">trabalhos de verão</strong> são empregos temporários que normalmente ocorrem entre os meses de <strong data-v-1d41837b="">junho e setembro</strong>, coincidindo com as férias escolares e a época turística em <strong data-v-1d41837b="">Portugal</strong>. Estes trabalhos são populares entre <strong data-v-1d41837b="">jovens estudantes</strong> e profissionais que procuram <strong data-v-1d41837b="">ganhar experiência</strong>, <strong data-v-1d41837b=""><a href="https://www.comparaja.pt/blog/conta-poupanca" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">aumentar as suas poupanças</a></strong> ou simplesmente <strong data-v-1d41837b="">ocupar o tempo </strong>durante as férias.</p>
<p data-v-1d41837b="">Embora tenham uma duração limitada, os trabalhos de verão podem ser uma excelente oportunidade para <strong data-v-1d41837b="">desenvolver novas competências</strong>, <strong data-v-1d41837b="">fazer contactos profissionais </strong>e até descobrir áreas de interesse para futuras carreiras. Para além disso, são uma ótima forma de ganhar independência financeira e explorar novos ambientes de trabalho.</p>
<h2 id="heading-2" data-v-1d41837b="">Como arranjar trabalho de verão?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Encontrar um <strong data-v-1d41837b="">emprego de verão </strong>pode ser uma excelente forma de ganhar experiência e algum rendimento extra. Além disso, é uma ótima maneira de desenvolver competências que podem ser úteis no futuro, como <strong data-v-1d41837b="">trabalho de equipa</strong>, <strong data-v-1d41837b="">comunicação </strong>e <strong data-v-1d41837b="">gestão do tempo</strong>. Aqui estão algumas dicas para te ajudar:</p>
<ol data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Preparar um bom CV — </strong>Mesmo sem experiência, destaca as tuas competências, atividades extracurriculares e disponibilidade. Inclui experiências como voluntariado, projetos escolares ou atividades desportivas;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Escreve uma carta de apresentação — </strong>Personaliza a carta para cada empresa, mostrando o teu interesse específico no setor;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Procura ativamente —</strong> Visita sites de emprego como o Indeed, LinkedIn e Sapo Emprego. Também podes visitar estabelecimentos locais e entregar o currículo pessoalmente;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Utiliza as redes sociais — </strong>Grupos no Facebook ou comunidades locais podem ter anúncios de vagas temporárias;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Contacta agências de trabalho temporário —</strong> Empresas como a Randstad, Timing e Adecco oferecem oportunidades sazonais em diversas áreas, como restauração, hotelaria, comércio e logística;</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Aproveita feiras de emprego e eventos locais —</strong> Muitas universidades e municípios organizam feiras de emprego antes do verão, onde podes conhecer diretamente os empregadores e entregar o teu currículo.</p>
</li>
</ol>
<h2 id="heading-3" data-v-1d41837b="">Que tipos de trabalho se encontram no verão?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Durante o verão, há uma maior procura por trabalhadores em setores como:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Turismo e hotelaria — </strong>Rececionistas, camareiros, guias turísticos, animadores em resorts e assistentes de piscina.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Restauração —</strong> Empregados de mesa, cozinheiros, bartenders, baristas e pessoal de cozinha.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Comércio —</strong> Assistentes de loja, operadores de caixa e promotores de vendas em centros comerciais, mercados de verão e feiras sazonais.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Agricultura —</strong> Apanha de frutas, trabalhos em vinhas, corte de flores e outros trabalhos sazonais no campo, muito comuns em regiões como o Alentejo e Douro.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Eventos e festivais — </strong>Montagem de estruturas, apoio logístico, venda de bilhetes e assistência ao público em grandes eventos como festivais de música e feiras gastronómicas.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Estágios de verão —</strong> Algumas empresas oferecem programas de estágio para estudantes durante os meses de verão, o que pode ser uma excelente porta de entrada para o mercado de trabalho.</p>
</li>
</ul>
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<div class="text-container" data-v-2dc5c81c=""></div>
</div>
<h3 data-v-1d41837b="">Quanto se ganha nos trabalhos de verão em Portugal?</h3>
<div id="d8afe37b-078d-4988-bdf9-68eebc2f4f2d" class="ark-table" data-v-1d41837b="" data-v-0244960c="">
<table data-v-0244960c="">
<thead data-v-0244960c="">
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Trabalho de verão</td>
<td data-v-0244960c="">Salário (média)</td>
</tr>
</thead>
<tbody data-v-0244960c="">
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Empregado de mesa</td>
<td data-v-0244960c="">590–1.400€</td>
</tr>
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Promotor de eventos</td>
<td data-v-0244960c="">6–10€ por hora</td>
</tr>
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Hotelaria em destinos de praia</td>
<td data-v-0244960c="">1.000€ (mais gorjetas)</td>
</tr>
<tr data-v-0244960c="">
<td data-v-0244960c="">Explicações</td>
<td data-v-0244960c="">8–20€ por hora</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2 id="heading-4" data-v-1d41837b="">Como fazer dinheiro no verão?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Além dos empregos tradicionais, há várias formas criativas de fazer dinheiro no verão, que podem até tornar-se num negócio a longo prazo. Aqui estão algumas ideias:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Freelancing —</strong> Oferece serviços como design gráfico, tradução, edição de vídeo, gestão de redes sociais ou desenvolvimento de websites.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Venda de produtos —</strong> Se tens jeito para artesanato, podes vender peças únicas em mercados locais, feiras de verão ou até em plataformas como o Etsy e OLX.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Plataformas online —</strong> Participa em inquéritos remunerados, vende produtos em sites de segunda mão como Vinted ou Wallapop, ou cria conteúdo para redes sociais como Youtube, TikTok ou Instagram.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Aluguer de equipamentos ou espaços —</strong> Se tens equipamentos desportivos, como pranchas de surf, bicicletas ou tendas de campismo, podes alugá-los a turistas através de plataformas como Quiver ou Fat Llama.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Dog walking e pet sitting — </strong>Durante o verão, muitas famílias viajam e precisam de alguém para cuidar dos seus animais. Podes oferecer serviços de dog walking, pet sitting ou até mesmo cuidar de plantas para vizinhos e amigos.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Aulas particulares e explicações —</strong> Se tens conhecimento em alguma área específica, como matemática, línguas ou música, podes oferecer explicações ou aulas particulares durante as férias escolares.</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Criação de conteúdo digital —</strong> Se tens jeito para fotografia, escrita ou design, podes criar conteúdos digitais para vender.</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Tarefas locais —</strong> Muitos turistas precisam de serviços como guia turístico, motorista ou até ajuda com mudanças.</p>
</li>
</ul>
<div id="59d5e3ee-209e-4b64-96ab-fb6ecff536a5" class="tip-box color-dark-blue full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c=""></div>
</div>
<h2 id="heading-5" data-v-1d41837b="">Qual a legislação relativa a trabalhos de verão?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Em Portugal, a legislação laboral aplica-se também aos trabalhos de verão. A <strong data-v-1d41837b="">idade mínima para trabalhar é 16 anos</strong>, desde que tenhas concluído a escolaridade obrigatória ou estejas matriculado e a frequentar o ensino secundário.</p>
<p data-v-1d41837b="">Mesmo para trabalhos temporários, <strong data-v-1d41837b="">deve ser celebrado um contrato de trabalho</strong>, que pode ser a termo certo ou temporário. Tens direito a salário mínimo, subsídio de férias de Natal proporcionais ao tempo trabalhado, descanso semanal e seguro de acidentes de trabalho.</p>
<p data-v-1d41837b="">Em contratos a termo certo, pode ser estabelecido um período experimental, que geralmente dura entre 15 e 30 dias.</p>
<p data-v-1d41837b="">O trabalhador pode rescindir o contrato, mas deve respeitar o prazo de aviso prévio estabelecido no contrato, que pode variar consoante a duração do mesmo.</p>
<h3 data-v-1d41837b="">Que tipo de contrato é habitual?</h3>
<p data-v-1d41837b="">Os contratos mais comuns para trabalhos de verão são:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Contrato a termo certo — </strong>Com uma duração definida, ideal para trabalhos sazonais que duram apenas alguns meses;</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Contrato de trabalho temporário —</strong> Celebrado através de uma empresa de trabalho temporário, que te coloca noutra empresa para uma tarefa específica, muitas vezes com a possibilidade de renovação;</p>
</li>
</ul>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Ato isolado —</strong> Para prestações de serviço únicas e esporádicas, sem necessidade de abrir atividade nas Finanças, desde que não ultrapasses os 25.000 euros anuais.</p>
</li>
</ul>
<p data-v-1d41837b="">
<h3 data-v-1d41837b="">Como declarar o IRS?</h3>
<p data-v-1d41837b="">Se trabalhaste durante o verão, deves <strong data-v-1d41837b="">declarar os rendimentos no IRS</strong>. Com contrato de trabalho, os rendimentos são automaticamente comunicados às Finanças pela entidade empregadora.</p>
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Se emitires um ato isolado</strong>, deves emitir a fatura-recibo no <a href="https://www.comparaja.pt/blog/portal-das-financas" target="_blank" rel="noopener" data-v-1d41837b="">Portal das Finanças</a> e<strong data-v-1d41837b=""> incluir os rendimentos na declaração de IRS do ano seguinte.</strong></p>
<div id="7e8e3590-0914-46a7-a7d4-dcb5f078ddf8" class="tip-box color-blue full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Isenção de IRS:</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Estudantes dependentes que ganhem até 2.402 euros anuais (5 vezes o IAS) estão isentos de IRS.</p>
</div>
</div>
</div>
<h2 id="heading-6" data-v-1d41837b="">Pode-se trabalhar sem o 12º ano?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Sim, é possível trabalhar sem ter concluído o 12º ano, desde que tenhas:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Idade mínima de<strong data-v-1d41837b=""> 16 anos;</strong></p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Concluído a escolaridade obrigatória</strong> (que varia conforme o ano de nascimento);</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b=""><strong data-v-1d41837b="">Capacidade física e psíquica </strong>adequada ao posto de trabalho.</p>
</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766560]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Juiz do Supremo brasileiro defende colegas no caso Master e fala em &#8220;défice de regulação&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 05:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O juiz do Supremo Tribunal Federal brasileiro Gilmar Mendes disse à Lusa que o escândalo de corrupção do Banco Master, que poderá envolver altos cargos políticos e juízes da mais alta instância, é resultado de um "défice de regulação".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O juiz do Supremo Tribunal Federal brasileiro Gilmar Mendes disse à Lusa que o escândalo de corrupção do Banco Master, que poderá envolver altos cargos políticos e juízes da mais alta instância, é resultado de um &#8220;défice de regulação&#8221;.</P><br />
<P>Gilmar Mendes, que organiza a 14.ª edição do Fórum de Lisboa, a 01, 02 e 03 de junho na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, admitiu que o caso Master &#8220;teve repercussão, inclusive porque houve associação de dois nomes do Supremo Tribunal Federal&#8221;.</P><br />
<P>Mas, questionado se o escândalo de corrupção coloca em causa a independência do Judiciário, o juiz brasileiro é taxativo: &#8220;Não vejo assim&#8221;.</P><br />
<P>Mendes referiu-se assim às investigações sobre a falência do Master que tornaram públicas as estreitas relações do presidente do banco, Daniel Vorcaro, com diferentes autoridades, inclusive com os juízes do Supremo José Antonio Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.</P><br />
<P>Em fevereiro, José Antonio Dias Toffoli, responsável pela investigação, foi obrigado a renunciar à instrução do processo após serem descobertas ligações a Vorcaro, que comprou um complexo hoteleiro pertencente à família do magistrado, e de ter apanhado &#8216;boleia&#8217; no jato privado do banqueiro para ver a final da Libertadores, em Lima, entre o Palmeiras e o Flamengo.  </P><br />
<P>Por outro lado, a Polícia Federal investiga igualmente um contrato milionário entre o Banco Master e a mulher do proeminente juiz Alexandre de Moraes, que, de acordo com uma análise da Polícia Federal a um dos telemóveis do banqueiro, trocou mensagens com Vorcaro antes da primeira detenção, em novembro.</P><br />
<P>Alexandre de Moraes já negou todas as acusações.</P><br />
<P>Apesar disso, Gilmar Mendes considerou à Lusa que o caso é &#8220;muito mais revelador de um défice de regulação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quando tentaram transformar o caso Master num caso de Supremo Tribunal Federal, eu disse: o Master não reside na Praça dos Três Poderes&#8221;, frisou, detalhando que &#8220;o Brasil é o país que tem a indústria de fundos financeiros mais ativa do mundo&#8221;, com mais de 30 mil, que serve para &#8220;segregar património&#8221;, mas também &#8220;para escondê-lo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É preciso ter fiscalização. Por uma dessas ironias, dos cinco diretores da Comissão de Valores Mobiliários que fiscaliza esses fundos, três cargos estavam vagos até recentemente&#8221;, disse.</P><br />
<P>Portanto, reforçou o juiz, &#8220;é um órgão com défice de regulação, com défice de orçamento&#8221;.</P><br />
<P>Por essa razão, o problema não está nos três poderes brasileiros, mas sim &#8220;associado aos bancos e à indústria financeira&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Master distribuía certificados de depósitos bancários (CDB) Brasil afora. E quem distribuía eram os bancos, as grandes corretoras dos bancos. Portanto, transformar isso num problema do Judiciário me parece um equívoco&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O caso atingiu também na semana passada o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-Presidente Jair Bolsonaro e pré-candidato às eleições presidenciais de outubro. Na última semana, o portal The Intercept Brasil mostrou que o então banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar o filme &#8220;Dark Horse&#8221;, cinebiografia de Jair Bolsonaro.</P><br />
<P>Áudios do senador Flávio Bolsonaro e pré-candidato à Presidência do Brasil nas eleições mostram que pediu e cobrou a Vorcaro pagamento das parcelas, e o banqueiro chegou a pagar 64 milhões de reais (10,9 milhões de euros).</P><br />
<P>Sobre as críticas constantes ao Fórum de Lisboa sobre a aproximação entre juízes, escritórios de advogados, poder económico e político, Gilmar Mendes relativizou-as, admitindo, contudo, que é necessário &#8220;cuidado&#8221; para não gerar um sentimento de suspeição por parte do cidadão.</P><br />
<P>Entre 01 e 03 de junho, Lisboa torna-se numa espécie de segunda capital brasileira com a presença de várias das principais personalidades dos três poderes brasileiros, num evento organizado pelo juiz do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes e intitulado Nova ordem Internacional, Tecnologia e Soberania: Desafios Democráticos Económicos e Sociais &#8220;.</P><br />
<P>São esperadas várias personalidades brasileiras e internacionais, como juízes, ministros do Governo de Lula da Silva, várias personalidades portugueses e também internacionais como Thomas Friedman (escritor, repórter e colunista do The New York Times), Ivan Duque (ex-Presidente na Colômbia), Dieter Grimm (juiz do Tribunal Constitucional Federal alemão), Lúcia da Luz Ribeiro (presidente do Conselho Constitucional de Moçambique), Jorge Carlos Fonseca, ex-Presidente de Cabo Verde), entre outros.</P><br />
<P>Ao todo serão mais de 70 painéis e 470 oradores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766838]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Muito calor, poeiras e instabilidade: Este fim de semana promete trovoadas e risco elevado de incêndio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 05:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal continental prepara-se para enfrentar, este sábado e domingo, um episódio de calor intenso acompanhado por condições de instabilidade atmosférica, trovoadas localizadas e agravamento significativo do risco de incêndio rural.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental prepara-se para enfrentar, este sábado e domingo, um episódio de calor intenso acompanhado por condições de instabilidade atmosférica, trovoadas localizadas e agravamento significativo do risco de incêndio rural.</p>
<p>Segundo as previsões divulgadas pelo portal especializado <a href="https://lusometeo.com/previsao-diaria/tempo-no-fim-de-semana-48-30575/" target="_blank" rel="noopener">LusoMeteo</a>, as temperaturas deverão atingir valores muito acima da média para esta altura do ano, num cenário que poderá evoluir para uma onda de calor prolongada nas próximas semanas.</p>
<p>A previsão aponta para máximas entre os 30 e os 35 graus em grande parte do território continental, podendo os termómetros ultrapassar esses valores em algumas zonas do Interior.</p>
<p><strong>Anticiclone domina a Europa e favorece subida das temperaturas</strong><br />
O cenário meteorológico continua a ser marcado pela expansão do anticiclone sobre grande parte da Europa Central, enquanto uma depressão atmosférica posicionada a oeste de Portugal gera condições de instabilidade em altitude.</p>
<p>Apesar da energia convectiva disponível, a humidade reduzida à superfície deverá limitar a formação generalizada de trovoadas. Ainda assim, os principais modelos meteorológicos admitem episódios localizados de instabilidade, sobretudo no Norte do país.</p>
<p>De acordo com a análise dos modelos de previsão, o período mais favorável ao desenvolvimento de trovoadas deverá ocorrer durante a madrugada e manhã deste sábado, particularmente nas regiões Norte e Centro.</p>
<p>O modelo ECMWF chega mesmo a simular elevada densidade de descargas elétricas, embora o próprio portal alerte que este tipo de cenário pode ser condicionado pela presença de poeiras em suspensão, que tendem a limitar a convecção atmosférica.</p>
<p><strong>Calor intenso aumenta risco de incêndio</strong><br />
Além das temperaturas elevadas, a previsão indica também vento de Sudeste e Leste, por vezes moderado a forte, um factor que deverá contribuir para um agravamento substancial do risco de incêndio rural em várias regiões do país.</p>
<p>As condições atmosféricas previstas, combinadas com o tempo seco e as temperaturas elevadas, levam os meteorologistas a alertar para um cenário potencialmente crítico durante os próximos dias.</p>
<p>A tendência para as próximas semanas continua a apontar para persistência do calor, sendo cada vez maior a possibilidade de desenvolvimento de uma onda de calor prolongada.</p>
<p>Segundo a análise do ensemble GEFS, não está excluída a ocorrência persistente de temperaturas iguais ou superiores a 35 graus durante os próximos 15 dias em várias regiões do Interior.</p>
<p><strong>Sábado marcado por calor, trovoadas e poeiras em suspensão</strong><br />
Para este sábado, o céu deverá apresentar-se geralmente pouco nublado em grande parte do território continental, embora sejam esperados períodos de maior nebulosidade nas regiões Norte e Centro, sobretudo no Interior.</p>
<p>As nuvens poderão desenvolver-se verticalmente e tornar-se localmente densas.</p>
<p>Existe também possibilidade de nevoeiros matinais em zonas do litoral e regiões de vale, ainda que com dissipação rápida ao longo da manhã.</p>
<p>Os aguaceiros e trovoadas deverão surgir sobretudo no Norte e Centro durante a madrugada e manhã, não sendo excluída a possibilidade de queda de granizo.</p>
<p>O vento soprará geralmente de Nordeste entre 10 e 20 quilómetros por hora, podendo atingir intensidade moderada a forte nas terras altas do Norte e Centro, com velocidades entre 30 e 40 quilómetros por hora e rajadas até 55 quilómetros por hora.</p>
<p>As temperaturas deverão registar uma ligeira descida entre 1 e 3 graus face aos dias anteriores, embora se mantenha o ambiente muito quente e abafado.</p>
<p>As poeiras em suspensão continuarão presentes, ainda que em menor quantidade.</p>
<p><strong>Estado do mar mantém-se relativamente estável</strong><br />
Na costa ocidental, a ondulação deverá variar entre um e dois metros, com a temperatura da água do mar próxima dos 17 graus.</p>
<p>Já na costa sul do Algarve, as ondas poderão atingir três metros, com a água do mar a rondar os 18 graus.</p>
<p><strong>Açores continuam sob influência de aguaceiros</strong><br />
Nos Açores, o fim-de-semana deverá continuar marcado por períodos de céu muito nublado ou encoberto, alternando com abertas sobretudo a partir da tarde.</p>
<p>São esperados aguaceiros em todas as ilhas durante este sábado, geralmente fracos a moderados, embora localmente possam ser mais intensos.</p>
<p>O vento deverá soprar de sudoeste entre 10 e 20 quilómetros por hora, sem alterações significativas nas temperaturas.</p>
<p>A ondulação deverá manter-se relativamente fraca, entre um e dois metros, com a temperatura da água do mar entre os 17 e os 18 graus.</p>
<p>Para domingo, a precipitação deverá tornar-se mais frequente nas ilhas do Grupo Ocidental, podendo assumir intensidade moderada a forte durante a tarde.</p>
<p><strong>Madeira continua com ambiente de verão</strong><br />
Na Madeira, o tempo continuará seco e quente, com subida gradual das temperaturas.</p>
<p>O céu deverá apresentar-se geralmente pouco nublado, embora possam surgir períodos de maior nebulosidade durante a manhã nas encostas voltadas a norte e nas zonas montanhosas.</p>
<p>O vento de nordeste soprará moderado a forte, entre 15 e 30 quilómetros por hora, podendo atingir rajadas entre 35 e 45 quilómetros por hora nas terras altas.</p>
<p>As temperaturas máximas aproximar-se-ão dos 30 graus e a radiação ultravioleta deverá atingir níveis muito elevados, entre 9 e 10.</p>
<p>Também no arquipélago da Madeira poderão ocorrer episódios de poeiras vindas do Norte de África, num cenário descrito como típico de verão.</p>
<p><strong>Domingo mantém calor intenso em todo o país</strong><br />
Para domingo, as previsões apontam para um cenário muito semelhante ao de sábado.</p>
<p>O calor continuará a dominar em Portugal continental, mantendo-se a possibilidade de trovoadas e granizo, sobretudo nas regiões Norte.</p>
<p>O vento deverá soprar geralmente fraco a moderado de Sul ou Sudeste, rodando para Noroeste durante a tarde.</p>
<p>As temperaturas deverão descer ligeiramente nas zonas do litoral, mas no Interior continuarão muito elevadas, com máximas superiores a 35 graus em muitas localidades.</p>
<p>As poeiras em suspensão deverão diminuir gradualmente ao longo do dia.</p>
<p><strong>Meteorologistas alertam para possível onda de calor prolongada</strong><br />
A tendência meteorológica para os próximos 10 a 15 dias continua a indicar persistência de temperaturas muito acima da média em Portugal continental e na Madeira.</p>
<p>Os meteorologistas admitem a possibilidade de uma onda de calor prolongada, especialmente no Interior do país, onde os valores máximos poderão manter-se acima dos 35 graus durante vários dias consecutivos.</p>
<p>Além do risco acrescido de incêndio rural, os especialistas alertam também para os impactos do calor prolongado na saúde, sobretudo entre populações mais vulneráveis.</p>
<p>Existem ainda sinais de que o início de junho possa trazer calor ainda mais intenso, cenário que continuará a ser acompanhado nos próximos dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766604]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Supremo brasileiro dará em poucos dias veredito sobre lei que reduz pena de Bolsonaro &#8212; juiz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 05:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O juiz do Supremo Tribunal Federal brasileiro Gilmar Mendes disse à Lusa que haverá "em poucos dias" o veredicto sobre a constitucionalidade da lei aprovada no Congresso que reduz a pena de prisão ao ex-Presidente Jair Bolsonaro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O juiz do Supremo Tribunal Federal brasileiro Gilmar Mendes disse à Lusa que haverá &#8220;em poucos dias&#8221; o veredicto sobre a constitucionalidade da lei aprovada no Congresso que reduz a pena de prisão ao ex-Presidente Jair Bolsonaro.</P><br />
<P>&#8220;Em poucos dias nós teremos um veredito sobre a validade ou não da decisão tomada pelo Congresso&#8221;, afirmou à Lusa Gilmar Mendes, que organiza a 14.ª edição do Fórum de Lisboa, a 01,0 2 e 03 de junho, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;O Brasil deu uma resposta muito efetiva para essa situação. Diferentemente, inclusive, dos americanos para o seu 06 de janeiro. Aqui, o ex-Presidente Bolsonaro foi responsabilizado&#8221;, disse Gilmar Mendes, referindo-se aos processos conduzidos pelo Supremo Tribunal Federal, que levaram à condenação de centenas de pessoas, entre os quais Jair Bolsonaro, quatro generais quatro estrelas e um ex-ministro da Defesa.</P><br />
<P>Em dezembro de 2025, o Congresso brasileiro aprovou a proposta que reduz penas de condenados por tentativa de golpe de Estado, conhecida como &#8220;PL da Dosimetria&#8221;, vetada integralmente por Lula da Silva em janeiro.</P><br />
<P>A Lei da Dosimetria foi promulgada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em 08 de maio, após o Congresso Nacional derrubar o veto presidencial.</P><br />
<P>Um dia depois, o juiz Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu a aplicação da lei até que o plenário do tribunal analise a lei que reduz as penas dos condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes em Brasília a 08 de janeiro de 2023.</P><br />
<P>Bolsonaro foi condenado pelo Supremo brasileiro a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito e tentativa de golpe de Estado.</P><br />
<P>Com prisão decretada em novembro, o ex-Presidente cumpre prisão domiciliária, em Brasília, por questões de saúde, desde há pouco mais de um mês. Atualmente, tem de cumprir cinco anos e 11 meses para passar para o regime semiaberto. </P><br />
<P>Com o cálculo da nova proposição, esse período cairia para três anos e três meses.</P><br />
<P>&#8220;Houve um movimento sobre amnistia. Talvez temerosos de que o Supremo não permitisse amnistia, por entender que se trataria de amnistia, de crimes de vandalismo, de ataques às instituições, de crimes contra a democracia, trilharam um caminho de atenuação das penas&#8221;, considerou.</P><br />
<P>&#8220;Vamos aguardar o relator, que nesse caso é o ministro Alexandre de Moraes, que pediu todas as informações. E nós agora vamos-nos debruçar sobre essa questão&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Questionado pela Lusa sobre a possibilidade do Presidente brasileiro, Lula da Silva, voltar a submeter ao Senado o nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda antes das eleições presidenciais de outubro, após a inédita rejeição da indicação, Gilmar Mendes foi taxativo: &#8220;estamos muito vizinhos das eleições&#8221;.</P><br />
<P>Messias, de 46 anos, foi rejeitado por 42 votos contra 34, com uma abstenção, tornando-se o primeiro nome indicado para o STF a ser recusado pelo Senado em mais de 130 anos de história republicana brasileira.</P><br />
<P>&#8220;Daqui a pouco, encerrada a Copa do Mundo [Campeonato do Mundo de futebol], que eu espero que nós ganhemos,  a gente vai passar a olhar com mais detenção e atenção as eleições e, a partir daí, a partir de outubro, nós já vamos ter um outro cenário no Brasil, discutir um novo Governo. E aí é possível acontecerem-se outras coisas&#8221;, disse o juiz do supremo brasileiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766837]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Depósito de petróleo russo em chamas após ataque de drones ucranianos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-deposito-de-petroleo-russo-em-chamas-apos-ataque-de-drones-ucranianos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 05:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um incêndio deflagrou num depósito de petróleo em Novorossiysk, na costa do mar Negro, sul da Rússia, após um ataque de drones ucranianos, anunciaram hoje as autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um incêndio deflagrou num depósito de petróleo em Novorossiysk, na costa do mar Negro, sul da Rússia, após um ataque de drones ucranianos, anunciaram hoje as autoridades locais.</P><br />
<P>&#8220;Detritos de drones caíram e causaram um incêndio no depósito de petróleo. Vários prédios técnicos e administrativos pegaram fogo. Fragmentos de drones também caíram no local do terminal de petróleo&#8221;, escreveu o presidente da Câmara de Novorossiysk, Andrei Kravchenko, na plataforma de mensagens Telegram.</P><br />
<P>O ataque deixou duas pessoas feridas, acrescentou, especificando que equipas de resgate e serviços especializados encontram-se no local.</P><br />
<P>Localizado na extremidade de vários oleodutos que transportam petróleo do sul da Rússia e do mar Cáspio, o terminal de petróleo de Novorossiysk é um dos principais pontos de exportação de hidrocarbonetos daquele país.</P><br />
<P>Em resposta aos bombardeamentos militares russos que já duram mais de quatro anos, a Ucrânia ataca regularmente alvos na Rússia, alegando visar tanto instalações militares quanto de energia, a fim de reduzir a capacidade de Moscovo de financiar a ofensiva.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766836]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>China apresenta missão espacial tripulada Shenzhou-23 com primeira astronauta de Hong Kong</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:52:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China apresentou hoje a missão tripulada Shenzhou-23, que vai enviar pela primeira vez uma astronauta de Hong Kong para o espaço.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China apresentou hoje a missão tripulada Shenzhou-23, que vai enviar pela primeira vez uma astronauta de Hong Kong para o espaço.</P><br />
<P>A nave vai descolar às 23:08 locais (16:08 em Lisboa) de domingo, a partir do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, na Região Autónoma da Mongólia Interior, no noroeste chinês, informou hoje a Agência Espacial de Missões Tripuladas da China (China Manned Space Agency; CMSA) em conferência de imprensa.</P><br />
<P>A tripulação é composta por Zhu Yangzhu (comandante), Zhang Zhiyuan e Lai Ka-ying, que representam as três categorias atualmente ativas do corpo de astronautas chinês: engenheiro de voo, piloto de nave e especialista em carga útil.</P><br />
<P>Zhu participou anteriormente na missão Shenzhou-16, enquanto Zhang e Lai realizam agora o primeiro voo espacial. Antes de ser selecionada, Lai Ka-ying trabalhou na polícia de Hong Kong.</P><br />
<P>A astronauta da antiga colónia britânica ingressou no corpo espacial em agosto de 2024 e recebeu formação relacionada com experiências científicas espaciais, operações da estação Tiangong e manuseamento de sistemas como o braço robótico.</P><br />
<P>A missão é a sétima tripulada durante a fase de aplicação e desenvolvimento da estação espacial chinesa e o 40.º voo do programa espacial tripulado do país.</P><br />
<P>O principal objetivo passa por completar a substituição da tripulação da Shenzhou-21, composta pelo comandante Zhang Lu, Wu Fei &#8211; que aos 32 anos se tornou o astronauta mais jovem da China a realizar uma atividade extraveicular &#8211; e Zhang Hongliang.</P><br />
<P> Os três estão em órbita há 203 dias e espera-se que estabeleçam um novo recorde de permanência para uma tripulação chinesa no espaço.</P><br />
<P>Durante a estadia, os astronautas realizaram três atividades extraveiculares, incluindo a inspeção e fotografia da janela da cápsula de regresso da Shenzhou-20, a instalação de dispositivos de proteção contra detritos espaciais e tarefas de revisão de equipamentos externos.</P><br />
<P>A missão que agora parte vai realizar mais de cem projetos científicos e tecnológicos relacionados com as ciências da vida espacial, materiais, medicina espacial, física dos fluidos em microgravidade e novas tecnologias espaciais.</P><br />
<P>Entre elas contam-se investigações com embriões de peixe-zebra, embriões de ratos e estruturas embrionárias desenvolvidas a partir de células estaminais para estudar o desenvolvimento da vida em condições espaciais, além de experiências com novos materiais e sistemas energéticos.</P><br />
<P>Um dos membros da missão vai realizar também um teste de permanência anual em órbita, concebido para estudar a adaptação humana a voos espaciais de longa duração e reforçar os sistemas médicos e de proteção para futuras missões.</P><br />
<P>De acordo com a CMSA, a identidade do astronauta que vai levar a cabo esse teste será decidida posteriormente, em função da evolução da missão.</P><br />
<P>Após concluir a troca de tripulação em órbita, a tripulação da Shenzhou-21 regressa ao centro de aterragem de Dongfeng. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766835]]></sapo:autor>
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		<title>EUA pedem a Venezuela que avance nas consultas com setor privado sobre mineração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:11:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O encarregado de negócios dos Estados Unidos na Venezuela afirmou ter incentivado o ministro das Minas do país sul-americano a avançar nas consultas com o setor privado sobre mineração, a fim de proporcionar segurança aos investidores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O encarregado de negócios dos Estados Unidos na Venezuela afirmou ter incentivado o ministro das Minas do país sul-americano a avançar nas consultas com o setor privado sobre mineração, a fim de proporcionar segurança aos investidores.</P><br />
<P>&#8220;A nova lei de minas representa um passo importante, pelo que incentivei o ministério a continuar a avançar nas consultas com o setor privado num processo que proporcione previsibilidade e segurança aos investidores&#8221;, indicou, na sexta-feira, o diplomata norte-americano John Barrett, numa mensagem publicada pela Embaixada dos Estados Unidos na rede social X.</P><br />
<P>Barrett assegurou que empresas norte-americanas &#8220;de alta qualidade&#8221; estão prontas para participar e contribuir com experiência de ponta e valor a longo prazo para a Venezuela.</P><br />
<P>Esta mensagem surge depois de o responsável norte-americano se ter reunido com o ministro das Minas venezuelano, Héctor Silva, o vice-presidente setorial da Economia, Calixto Ortega, e o presidente do Banco Central da Venezuela (BCV), Luis Pérez, para impulsionar a fase de recuperação económica, no âmbito do plano do Governo do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a Venezuela.</P><br />
<P>Em 01 de maio, o Governo da Venezuela assinou um memorando de entendimento em matéria de mineração com a empresa norte-americana Heeney Capital, que estará associada à suíça Mercuria Energy Group, segundo informou o canal estatal Venezolana de Televisión (VTV).</P><br />
<P>O memorando foi assinado por Héctor Silva e por Sean Pi, representante da Heeney Capital, no Palácio de Miraflores, sede do Executivo em Caracas, onde também esteve presente o diretor-geral de investimentos da Mercuria, James Gilbert.</P><br />
<P>Em abril, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, assinou a nova lei de Minas e agradeceu a Donald Trump e ao Governo norte-americano a &#8220;boa disposição&#8221; para o desenvolvimento da cooperação bilateral.</P><br />
<P>A Assembleia Nacional (parlamento), controlada pelo chavismo, aprovou por unanimidade a nova lei de Minas, que abre o setor ao investimento privado e estrangeiro, face ao interesse expresso dos Estados Unidos no ouro venezuelano.</P><br />
<P>A lei tem 131 artigos e revoga a legislação em vigor desde 1999, aprovada por um decreto do então presidente Hugo Chávez (1954-2013), que detinha poderes especiais concedidos pelo legislativo.</P><br />
<P>Este novo projeto de lei foi impulsionado pela presidente interina, na sequência da visita a Caracas do secretário do Interior dos Estados Unidos, Doug Burgum, que assegurou que empresas dos EUA querem operar na Venezuela.</P><br />
<P>Após essa visita, o Departamento do Tesouro dos EUA emitiu uma licença que autoriza empresas norte-americanas a realizar algumas atividades relacionadas com a exploração e comercialização do ouro venezuelano. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766833]]></sapo:autor>
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		<title>Estruturas de defesa da Caparica sofreram impacto de ondas com 14 a 15 metros em janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:05:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Ana Mendes Henriques (texto) e Pedro Lapinha (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Ana Mendes Henriques (texto) e Pedro Lapinha (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 24 mai 2026 (Lusa) &#8212; A Costa da Caparica enfrentou ondas de 14 a 15 metros em janeiro, o que significa uma carga de energia considerada &#8220;muito forte&#8221; contra os esporões, o paredão e as dunas que defendem a cidade do impacto do mar.</P><br />
<P>&#8220;É realmente muito forte, [ondas] muito energéticas e durante muito tempo&#8221;, disse à agência Lusa o investigador José Carlos Ferreira, do MARE &#8212; Centro de Ciências do Mar e do Ambiente.</P><br />
<P>Durante os meses de janeiro e fevereiro, em que Portugal esteve sob sucessivas depressões atlânticas, a Costa da Caparica esteve sujeita a agitação marítima &#8220;muito elevada a extrema&#8221;, com vários episódios de tempestade que deixaram marcas na praia.</P><br />
<P>A reposição de um milhão de metros cúbicos de areia está em curso, mas também os esporões sofreram danos, ficando parcialmente destruídos, com o impacto das ondas.</P><br />
<P>&#8220;Quando olhamos para a praia, vemos que o paredão está descalço, a obra aderente está descalça. Perdeu-se muita areia, houve um impacto grande aqui&#8221;, observou José Carlos Ferreira durante uma entrevista à Lusa, realizada junto à praia.</P><br />
<P>&#8220;Vamos ter de viver com esta dinâmica daqui para a frente. O mar vai possivelmente ter uma maior energia e também vamos ter alterações nos ecossistemas. Vamos ter, se calhar, de reforçar mais vezes estas áreas, seja a infraestrutura cinzenta (o paredão e os esporões), seja os enchimentos de praia&#8221;, admitiu o investigador e professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa.</P><br />
<P>Os parâmetros registados para esta zona, naquele período, traduzem &#8220;um estado de mar de elevada energia, com forte potencial de galgamento e erosão&#8221;, instabilização das arribas e risco para os utilizadores da orla costeira, de acordo com os dados facultados à Lusa.</P><br />
<P>&#8220;Vamos ter de reforçar também os sistemas dunares. Parece-me a estratégia mais interessante, porque ao reforçar uma duna, em termos de investimento financeiro, é muito menor e, ao mesmo tempo, reforçamos um ecossistema, uma paisagem natural. É muito mais interessante para o turismo e também na perspetiva da ecologia&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766832]]></sapo:autor>
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		<title>Investigador defende urgência de repor a legalidade face a ocupações ilegais na Caparica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:05:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Ana Mendes Henriques (texto) e Pedro Lapinha (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Ana Mendes Henriques (texto) e Pedro Lapinha (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 24 mai 2026 (Lusa) &#8212; O investigador José Carlos Ferreira considerou hoje que é urgente &#8220;repor a legalidade&#8221; nas praias da Caparica, face às construções ilegais que estão a intensificar-se e à manutenção de apoios de praia no cordão dunar.</P><br />
<P> &#8220;Na Fonte da Telha não temos construções legais, com exceção de uma ou outra, a maior parte é tudo construção ilegal e está a intensificar-se&#8221;, afirmou em entrevista à agência Lusa o investigador do MARE &#8212; Centro de Ciências do Mar e do Ambiente.</P><br />
<P>Repor a legalidade, explicou, pressupõe &#8220;retirar a Cova do Vapor&#8221; e renaturalizar a Fonte da Telha, demolindo as casas ilegais e relocalizando a comunidade piscatória num local mais seguro, mantendo a pesca. Os bares e restaurantes na praia terão também de recuar, ao abrigo dos instrumentos de ordenamento do território, assegurou. </P><br />
<P>&#8220;Isto é o que está previsto nos planos, se forem bem executados&#8221;, acrescentou, referindo-se ao programa da orla costeira e aos planos de intervenção de praia.</P><br />
<P>Para José Carlos Ferreira, professor na Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa, é preciso &#8220;coragem política&#8221; e financiamento para resolver questões que acarretam custos financeiros e sociais: &#8220;Temos de ter essa consciência também, tem de haver aqui algum equilíbrio&#8221;.</P><br />
<P>Depois das limitações ao acesso automóvel à Fonte da Telha, anunciadas este mês pela Câmara Municipal de Almada, o próximo passo, segundo o investigador, é &#8220;repor a legalidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os apoios de praia têm de recuar para as áreas que estão indicadas no plano de intervenção. E depois temos de reequacionar onde ficam os parques de estacionamento. Construção que existe na Fonte da Telha, que é feita todos os dias, também tem de ser repensada. Está a consolidar-se de dia para dia&#8221;, testemunhou.</P><br />
<P>De acordo com o investigador, Portugal tem bons planos, mas precisa de dotar a Agência Portuguesa do Ambiente, o Instituto de Conservação da Natureza e as câmaras municiais que atuam no litoral, de meios humanos especializados e recursos financeiros para que possam executar o que está previsto, em alguns casos há 10 ou 15 anos.</P><br />
<P>&#8220;Não pode continuar como está a acontecer hoje. Quando tentamos repor a legalidade, temos logo uma providência cautelar, temos o Tribunal Administrativo a interromper e isto fica parado. A nossa justiça não é célere e isto aqui é um grande problema. Temos de ser céleres na aplicação e na reposição da legalidade, senão o crime compensa&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>&#8220;Temos pessoas que vivem há anos aqui nas casinhas que estão sobre as dunas na Praia da Saúde. Das 44 casas de madeira, a maior parte já não tem nada a ver com as casas que os pescadores transportaram. Já foram todas refeitas, algumas delas com gosto duvidoso, e estão no Airbnb a 300 euros por dia. Isto em cima da duna!&#8221;, exclamou.</P><br />
<P>De acordo com José Carlos Ferreira, o Estado já tentou por diversas vezes demolir aquelas casas.</P><br />
<P>&#8220;É muito importante a reposição da legalidade com urgência, porque se não estamos a dar a ideia de que o crime compensa e isso não é aceitável. E é a mesma coisa nos apoios de praia&#8221;, exemplificou.</P><br />
<P>Segundo o investigador, a maior parte dos concessionários tem consciência da fragilidade do local onde opera, mas outros atuam como se a praia fosse propriedade privada.</P><br />
<P>&#8220;Alguns dos apoios de praia, todos os anos vão com uma escavadora para cima da duna, arrasar a duna, para construírem os avançados das esplanadas e continuam a operar há anos. Por que não lhes tiram a licença?&#8221;, questionou.</P><br />
<P> As tempestades do inverso deixaram marcas na Fonte da Telha, como noutras praias, mas ao contrário da Caparica aqui não deverá ser necessário repor areia artificialmente, disse.</P><br />
<P>&#8220;Neste momento, passado um mês ou dois, já começa o perfil a voltar, mas não volta igual. Os apoios de praia não vão ter o mesmo areal que tinham no ano passado&#8221;, estimou José Carlos Ferreira.</P><br />
<P>O trabalho na Fonte da Telha passa por recuar os bares, restaurar as dunas e criar passadiços que permitam a deslocação do estacionamento para a praia e para os restaurantes sem pisar as dunas. &#8220;Se fizermos isto, nem plantação de dunas é preciso fazer. Elas voltam a robustecer&#8221;, assegurou.</P><br />
<P>Da mesma forma que o perfil da praia não estará igual, as alterações provocadas pela deslocação de areia deverão também ter impacto na pesca.</P><br />
<P>&#8220;No ano em que se faz o enchimento de praia, há normalmente uma redução de pesca de algumas espécies&#8221;, assumiu José Carlos Ferreira.</P><br />
<P>O impacto nas comunidades locais de todas as alterações que se verificam atualmente, da subida no nível do mar, ao clima, juntamente com a intervenção humana, reflete-se nas espécies pescadas na costa. </P><br />
<P>&#8220;Há uma tendência para termos menos sardinha, para termos menos peixes que os pescadores gostam mais, que lhes dão mais lucro. Por exemplo, menos dourada, menos robalo. Há outras espécies que chegam com mais intensidade, que é o caso da corvina e que traz bastantes lucros aos pescadores&#8221;, referiu.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766831]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Manter a cidade na Caparica é &#8220;um compromisso para a vida&#8221; com a contenção do mar &#8211; Investigador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 04:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[*** Ana Mendes Henriques (texto) e Pedro Lapinha (vídeo), da agência Lusa ***]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Ana Mendes Henriques (texto) e Pedro Lapinha (vídeo), da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 24 mai 2026 (Lusa) &#8212; Manter a cidade na Costa da Caparica implica &#8220;um compromisso para a vida&#8221; com a manutenção das estruturas de contenção do mar, defendeu em entrevista à Lusa o investigador José Carlos Ferreira, da Universidade Nova de Lisboa.</P><br />
<P>Desde o início do século, o mar avançou pelo menos 200 metros, o que leva os cientistas a estudarem todos os cenários, incluindo a retirada da cidade, a renaturalização da Cova do Vapor, com demolição das construções, e a relocalização da Fonte da Fonte da Telha.</P><br />
<P>&#8220;Conseguimos identificar pelo menos 200 metros de recuo [da linha de praia], o que é bastante, sobretudo na área em frente à Cova do Vapor&#8221;, disse o investigador.</P><br />
<P>De acordo com José Carlos Ferreira, que tem trabalhado no terreno com a equipa da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT), o que está a acontecer nesta zona acontece noutras áreas baixas e arenosas da costa portuguesa. A &#8220;grande diferença&#8221; é que na Costa da Caparica existe uma cidade.</P><br />
<P>&#8220;Esta zona é mais crítica&#8221;, admitiu, ao referir-se à subida do nível médio do mar.</P><br />
<P>A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) está neste momento a proceder a trabalhos de reposição de um milhão de metros cúbicos de areia nas praias da Caparica.</P><br />
<P>A empreitada é acompanhada por uma exposição no paredão da Costa, na qual podem ver-se imagens que documentam os primórdios da localidade. </P><br />
<P>À praia, sucedia-se um terreno arenoso que chegava à igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição, situada a escassas centenas de metros da rotunda de entrada na Costa da Caparica, na Avenida 1º de Maio.</P><br />
<P>O templo foi construído entre 1880 e 1882 no local de uma antiga ermida feita de tábuas e junco por pescadores oriundos de Ílhavo e do Algarve.  </P><br />
<P>&#8220;Antes de artificializarmos toda esta zona, antes de construirmos este paredão e toda a defesa costeira, a água, no inverno, galgava e inundava áreas, criando alguns charcos temporários&#8221;, explicou José Carlos Ferreira, mostrando no local a área de espraia que servia de amortecimento à entrada do mar. </P><br />
<P> &#8220;Urbanizámos esta área, construímos praticamente até à frente dunar, destruímos as dunas e ao ocupar esta área, ela fica vulnerável&#8221;, observou, ao justificar a necessidade de construção de um sistema artificial que requer manutenção regular.</P><br />
<P>  Numa área afetada por tempestades cada vez mais intensas e pela dinâmica do mar do Atlântico, o investimento na manutenção destas estruturas de defesa é, para o investigador, &#8220;um compromisso para a vida&#8221;.</P><br />
<P>Os danos causados pelas tempestades do inverno são visíveis no areal, nos acessos à praia e nos pontões, cujas frentes foram destruídas pelo embate do mar. </P><br />
<P>&#8220;Temos um excelente planeamento no país, o que não temos é manutenção destas obras ao longo do tempo. Somos muito reativos. Desde o século passado até aos dias de hoje, a intervenção seja do antigo Instituto da Água ou atualmente da APA, é sempre de reação&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Para o investigador, a aposta deve ser numa cultura de manutenção e acompanhamento, com investimentos menores.</P><br />
<P>De acordo com a informação afixada na praia, o custo da empreitada de alimentação de areia das praias do concelho de Almada (Costa da Caparica e São João) é de 8,6 milhões de euros, com financiamento de 5,4 da União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Se não há uma manutenção do paredão e do esporão, vai deteriorar-se ano após ano e quando vem uma tempestade como este ciclo do chamado comboio de tempestades, obviamente está mais vulnerável. Não foi mantido e é mais destruído e o resultado é que temos de gastar mais recursos financeiros para o recuperar&#8221;, apontou o professor da Nova, cujo polo de ciência e tecnologia se situa no Monte de Caparica.</P><br />
<P>A previsão, de acordo com José Carlos Ferreira, é que a areia que está a ser reposta nestas praias dure mais cinco anos.</P><br />
<P>&#8220;É uma estratégia. A estratégia [alternativa] era retirar daqui a cidade. Temos de pensar nisso, temos de nos adaptar ao que está a acontecer, com a subida do nível médio do mar&#8221;, assumiu.</P><br />
<P>Por outro lado, exemplificou, as tempestades cada vez mais frequentes e intensas têm também como consequência uma maior carga de energia do mar.</P><br />
<P>&#8220;Há várias estratégias, uma delas é manter o que existe hoje, com estruturas rígidas, com paredões e esporões. É uma estratégia que tende a ser eficaz, mas perdemos praia e alguns sistemas naturais&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Outra estratégia é renaturalizar a área e usar as chamadas estruturas verdes, o que passa por restaurar as dunas: &#8220;Se calhar vai ter de haver alguma retirada em algumas zonas de risco&#8221;, admitiu.</P><br />
<P>Na Costa, tem sido seguida uma estratégia mista que tenta compatibilizar o sistema natural com a atividade humana. &#8220;É importante para o sistema económico, não só local. Não nos podemos esquecer que estas são praias de recreio e lazer para toda a área Metropolitana [de Lisboa]. É uma praia bastante popular&#8221;, reconheceu.</P><br />
<P>No entanto, as vulnerabilidades acentuadas pelas alterações climáticas, pela subida do nível do mar e pela intensificação da erosão, obrigam a estudar outros cenários.</P><br />
<P>&#8220;A Câmara de Almada pediu-nos ´encontrem estratégias e quantifiquem-nas´ e neste momento estamos a fazer isso&#8221;, revelou, especificando que no caso de retirada da cidade, há duas hipóteses possíveis, imediata ou faseada, começando pela área de maior risco.</P><br />
<P>&#8220;Do ponto de vista técnico e científico é óbvio que é uma hipótese. Do ponto de vista político, é outra!&#8221;, respondeu quando questionado sobre esta possibilidade. A decisão será sempre política. Cabe aos cientistas apresentar planos alternativos e quantificar os custos. </P><br />
<P> Segundo José Carlos Ferreira, os custos financeiros são fáceis de quantificar, o mais difícil são os custos sociais e culturais.</P><br />
<P>&#8220;O económico-financeiro é fácil, é dinheiro, é preciso dinheiro para retirar as pessoas, para as realojar, para renaturalizar esta área etc&#8230; Então e a componente sociocultural? As pessoas que vivem aqui, que gostam de viver aqui? Como é que quantificamos? Estes estudos de análise de custo-benefício são muito interessantes, difíceis de fazer, e estamos neste momento a fazê-los&#8221;, avançou. </P></p>
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		<title>SpaceX conclui o 12.º voo de teste da Starship V3 após tentativa falhada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 03:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A SpaceX concluiu o 12.º voo de teste da nave Starship (V3) a partir da Starbase, no sul do estado norte-americano do Texas, após suspender a descolagem, na quinta-feira, devido a problemas técnicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A SpaceX concluiu o 12.º voo de teste da nave Starship (V3) a partir da Starbase, no sul do estado norte-americano do Texas, após suspender a descolagem, na quinta-feira, devido a problemas técnicos.</P><br />
<P>O estágio superior do foguetão, a nave Starship, amarou, na tarde de sexta-feira, no Oceano Índico, após perder um dos seis motores. O lançamento marcou o primeiro voo de teste da nave este ano e a estreia da nova versão do foguetão, o maior e mais potente desenvolvido até agora pela empresa do magnata Elon Musk.</P><br />
<P>Neste voo, a Starship alcançou o espaço, lançou 20 satélites de teste da Starlink e dois satélites atualizados com nova tecnologia, tal como previsto, antes de regressar à Terra.</P><br />
<P>No entanto, a nave não conseguiu reiniciar um dos motores Raptor no vácuo do espaço, um dos objetivos definidos pela SpaceX para esta missão, como indicado durante a transmissão ao vivo pelo porta-voz da empresa, Dan Huot.</P><br />
<P>Durante a descolagem desta sexta-feira, que ocorreu após uma tentativa falhada na tarde anterior, o propulsor Super Heavy separou-se minutos após o lançamento e aterrou de forma descontrolada no Golfo do México.</P><br />
<P>A missão marcou a estreia da configuração V3 tanto no propulsor Super Heavy como no estágio superior Starship, e ocorreu dias depois de a SpaceX anunciar planos para entrar na bolsa. </P><br />
<P>Além disso, o teste da Starship ocorre num momento crítico para a corrida espacial civil. A NASA acompanha de perto o programa, uma vez que necessita da versão Block 3 da Starship para transportar astronautas até à superfície lunar na missão Artemis.</P><br />
<P>A missão tripulada à Lua foi adiada do final de 2026 para meados de 2027, em parte devido a atrasos no desenvolvimento do foguetão.</P><br />
<P>A SpaceX concorre diretamente com a Blue Origin, a empresa aeroespacial do magnata Jeff Bezos, que oferece o sistema Blue Moon como alternativa.</P><br />
<P>O historial recente do programa tem sido irregular. O voo de teste mais recente, realizado em março de 2025, terminou com a explosão do foguetão apenas dez minutos após a descolagem, o que provocou interrupções no espaço aéreo sobre a Florida e as Caraíbas</P></p>
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		<title>Detido mais um colaborador de Maria Corina Machado na Venezuela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 02:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O partido Vente Venezuela (VV), da líder da oposição Maria Corina Machado, denunciou a detenção, na sexta-feira, de Yoel Sucre, elevando para dois os colaboradores desta formação política detidos pelas autoridades numa semana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O partido Vente Venezuela (VV), da líder da oposição Maria Corina Machado, denunciou a detenção, na sexta-feira, de Yoel Sucre, elevando para dois os colaboradores desta formação política detidos pelas autoridades numa semana.</P><br />
<P>&#8220;Yoel Sucre, coordenador de ativismo de Vente Venezuela no município de Barinas [510 quilómetros a sudoeste de Caracas], foi detido por funcionários da Guarda Nacional Bolivariana num posto de controlo situado na localidade de Bruzual, na fronteira entre os estados de Apure e Barinas, nesta sexta-feira, 22 de maio&#8221;, denunciou o departamento de Direitos Humanos do VV na rede social X.</P><br />
<P>O VV explicou que após algumas horas, o colaborador foi transferido para a sede da Guarda Nacional (GNB) em Mantecal, no estado de Apure, &#8220;onde se encontra algemado e com ordem de ser transferido para San Fernando de Apure, para ser presente a tribunal por terrorismo e incitação ao ódio&#8221;.</P><br />
<P>O VV explicou ainda que Yoel Sucre &#8220;regressou ao país há alguns meses, após ter sido perseguido em 2025 no contexto pós-eleitoral, terá comparecido há alguns dias nos tribunais do estado de Barinas para solicitar a amnistia, onde lhe foi informado que o seu processo tinha sido arquivado e que não era procurado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Alertamos a comunidade internacional para este novo caso de perseguição registado contra a nossa liderança nos últimos dias. A perseguição no país por parte do regime continua. Exigimos o fim do assédio e a libertação imediata de Yoel Sucre&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Em 17 de maio, o partido Vente Venezuela denunciou a detenção do colaborador Ángel León, quando regressava ao país desde a vizinha Colômbia.</P><br />
<P>Numa mensagem divulgada na rede social X, o VV começou por dizer que perdeu o contacto com o coordenador do Distrito Capital quando este regressava à Venezuela por via terrestre.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com as informações de que dispomos, ele está detido no posto de controlo rodoviário situado na Troncal 5, no setor de La Pedrera, na estrada Táchira-Barinas&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Segundo o VV, &#8220;Ángel viajava acompanhado de outro cidadão que trabalha como taxista, o qual também se encontra detido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A ambos lhes foram retirados os documentos e os telemóveis. Responsabilizamos o regime pela integridade do nosso companheiro Ángel León e do seu acompanhante, e exigimos a sua libertação imediata, concluiu.</P><br />
<P>Segundo a organização não-governamental (ONG) Justiça, Encontro e Perdão (EJP), em 19 de maio estavam detidas, na Venezuela, 654 pessoas por motivos políticos, 84 mulheres e 570 homens.</P><br />
<P>Entre os presos políticos a EJP identificou 26 cidadãos estrangeiros e 29 venezuelanos com dupla nacionalidade.</P><br />
<P>Entre os estrangeiros encontram-se cinco portugueses cujos nomes foram entregues às autoridades venezuelanas, no âmbito das visitas ao país do secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, e do líder do Partido Socialista português, José Luís Carneiro, antigo titular da pasta, em finais de março.</P><br />
<P>Durante as visitas, ambos sublinharam às autoridades locais o interesse de Portugal em que os presos políticos portugueses sejam libertados.</P><br />
<P>Aquando das visitas estavam presos seis portugueses, tendo entretanto sido libertado um deles.</P></p>
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