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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Taxa de poupança das famílias estabiliza em 12,3% no primeiro trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:38:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de poupança das famílias estabilizou nos 12,3% do rendimento disponível no primeiro trimestre de 2026, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de poupança das famílias estabilizou nos 12,3% do rendimento disponível no primeiro trimestre de 2026, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>Segundo o INE, o crescimento do Rendimento Disponível Bruto (RDB), conjugado com o aumento de 1,3% da despesa de consumo final (1,4% no trimestre precedente), determinou uma taxa de poupança das famílias de 12,3%.</p>
<p>Por outro lado, a despesa de consumo final aumentou 1,3%, o que representa uma variação inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à do RDB.</p>
<p>Já a capacidade de financiamento das famílias fixou-se em 4,1% do PIB, idêntica ao trimestre anterior e menos 0,3 p.p. face ao trimestre homólogo. Este resultado &#8220;refletiu principalmente o aumento em 2,0% da poupança, conjugado com o aumento das transferências de capital líquidas, que mais do que compensou o aumento da Formação Bruta de Capital Fixo&#8221;, explica o gabinete de estatísticas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780779]]></sapo:autor>
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		<title>Portão fechado a cadeado em escola de Vila Real em protesto contra o calor nas salas de aula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[calor extremo]]></category>
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					<description><![CDATA[No portão principal, fechado a cadeado, foram colocadas folhas brancas com palavras de ordem como “Perante temperaturas extremas exigimos orientações claras e atempadas do ministério”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O portão da entrada no Centro Escolar do Douro, em Vila Real, foi esta quarta-feira fechado a cadeado num alegado protesto contra o calor intenso que se faz sentir nas salas de aula, tendo a GNR sido chamada ao local.</p>
<p>Fonte da GNR de Vila Real confirmou à agência Lusa que esta manhã foi chamada à escola básica do primeiro ciclo do Douro, em Andrães, onde foi aberto um segundo portão e as aulas estão a decorrer normalmente.</p>
<p>Os militares vão, agora, lavrar um auto de notícia para dar conhecimento da ocorrência ao Ministério Público.</p>
<p>No portão principal, fechado a cadeado, foram colocadas folhas brancas com palavras de ordem como “Perante temperaturas extremas exigimos orientações claras e atempadas do ministério”.</p>
<p>A Lusa contactou Ana Teixeira, uma encarregada de educação também representante dos pais e que contou que, naquela escola, se têm sentido temperaturas superiores a 30 graus dentro das salas de aula, onde estão uma média de 20 alunos.</p>
<p>“Não há condições para os meninos estarem na escola, já houve inclusive crianças a sentirem-se mal por causa do calor”, disse esta mãe de uma menina de 8 anos.</p>
<p>Ana Teixeira lembrou que, neste final de ano letivo, que termina na terça-feira, se têm registado dias e noites muito quentes.</p>
<p>“Temos temperaturas muito altas, muitos dias seguidos”, apontou. Mesmo sabendo que a situação não vai ser resolvida este ano, acrescentou, os encarregados de educação pedem uma “resolução para o futuro”.</p>
<p>A representante garantiu que a &#8220;escola tem muito boas condições e de inverno não há problema nenhum&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mas não faz sentido manter um calendário escolar até tão tarde quando as escolas não têm condições para isso”, referiu.</p>
<p>Quando Elisa Castro chegou esta manhã à escola para deixar o filho de 10 anos já encontrou o edifício aberto. No entanto, acredita que o protesto terá tido como objetivo chamar a atenção para o problema.</p>
<p>Esta mãe contou que a “escola está muito quente para as crianças”.</p>
<p>Contactada pela Lusa, a Câmara de Vila Real disse que, em articulação com os agrupamentos de escolas, acompanha com atenção a situação verificada nos estabelecimentos de ensino, nomeadamente na Escola Básica do Douro, decorrente das temperaturas excecionalmente elevadas registadas nos últimos dias.</p>
<p>A autarquia esclareceu que a escola do Douro dispõe de um sistema de climatização por geotermia instalado desde 2012, concebido de acordo com as condições e exigências técnicas existentes à data.</p>
<p>No entanto, adiantou, “os episódios de calor extremo que se têm verificado colocam desafios acrescidos ao funcionamento dos sistemas existentes”.</p>
<p>“A situação já havia sido previamente identificada e encontra-se a ser acompanhada pelos serviços municipais. Neste âmbito, o município continuará a promover o diálogo com as direções dos agrupamentos escolares, e com as associações de pais e encarregados de educação, para partilhar as soluções que estão a ser equacionadas”, referiu.</p>
<p>Paralelamente, acrescentou, os serviços técnicos municipais têm vindo a avaliar alternativas e eventuais investimentos de melhoria que permitam reforçar a resposta do edifício a episódios de calor extremo.</p>
<p>“Compreendemos a preocupação manifestada pelos pais e encarregados de educação e reconhecemos a importância de garantir condições adequadas de conforto, segurança e bem-estar para os alunos, docentes e demais profissionais da escola”, salientou ainda o município.</p>
<p>Também na escola das Árvores se verificou uma avaria no sistema de ar condicionado, a qual já foi reparada. No entanto, na terça-feira ainda havia duas turmas a ter aulas em locais alternativos, como a biblioteca e a sala dos professores.</p>
<p>Os distritos de Bragança, Guarda e Vila Real estão hoje sob aviso amarelo (o menos grave numa escala de três) devido à previsão de tempo quente, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780770]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EDP, Jerónimo Martins, NOS, Sonae, REN e Altri estão entre as empresas mais sustentáveis do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:25:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentáveis]]></category>
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					<description><![CDATA[Seis empresas portuguesas voltam a destacar-se no panorama global da sustentabilidade, segundo a mais recente edição do ranking World’s Most Sustainable Companies, elaborado pela revista TIME em parceria com a plataforma de dados Statista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Seis empresas portuguesas voltam a destacar-se no panorama global da sustentabilidade, segundo a mais recente edição do ranking World’s Most Sustainable Companies, elaborado pela revista TIME em parceria com a plataforma de dados Statista.</p>
<p>A EDP lidera a representação nacional, ocupando a 10.ª posição entre 750 empresas avaliadas. Seguem-se a Jerónimo Martins, em 128.º lugar, a NOS, em 367.º, a Sonae, em 376.º, a REN, em 483.º, e a Altri, em 495.º.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780767" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo.jpg" alt="" width="617" height="439" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo.jpg 617w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-300x213.jpg 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Sem-titulo-600x427.jpg 600w" sizes="(max-width: 617px) 100vw, 617px" /></p>
<p>O ranking analisa mais de 5.800 grandes empresas a nível mundial, selecionando as que apresentam melhor desempenho em indicadores de transparência, responsabilidade corporativa e impacto ambiental e social. A metodologia cruza dados financeiros com métricas de sustentabilidade, procurando identificar as organizações que mantêm práticas consistentes ao longo de toda a cadeia de avaliação.</p>
<p>De acordo com Luísa Jervell, Diretora da Sustentabilidade da NOS, <em>“a</em> inclusão neste grupo restrito de grandes empresas globais reconhece o compromisso contínuo da NOS com a geração de mudança e impacto social. O nosso propósito de aproximar pessoas, empresas e comunidades está intrinsecamente associado à responsabilidade de o fazer de forma ética, inclusiva e ambientalmente responsável. A Sustentabilidade está incorporada na nossa estratégia corporativa e refletida na forma como nos relacionamos com os nossos colaboradores, clientes, parceiros, e comunidades locais.”</p>
<p class="x_MsoNormal">“É com natural apreço que vemos a Altri integrada entre as empresas mais sustentáveis do mundo, num ranking que agrega diferentes rankings e ratings reconhecidos e que se baseia em avaliações independentes. A Altri tem o propósito de ser um ator relevante na sustentabilidade e de contribuir ativamente para a construção de um mundo mais renovável. O seu Compromisso 2030 contém um conjunto muito exigente de parâmetros nos diversos âmbitos do ESG e é com agrado que assistimos ano após ano a uma evolução muito positiva. Enquanto grupo que assenta a sua atividade na floresta e na bioindústria, procuramos diariamente reduzir o nosso impacto, ao mesmo tempo que contribuímos para acelerar a descarbonização da economia e para o incremento da circularidade”, afirmou José Soares de Pina, CEO da Altri.</p>
<p>Num contexto internacional cada vez mais instável, marcado por maior pressão sobre custos, redefinição de políticas climáticas e incertezas energéticas, o tema da sustentabilidade tem vindo a ganhar uma abordagem mais pragmática dentro das empresas. Ainda assim, várias organizações continuam a manter compromissos de longo prazo ligados à transição energética e à redução de emissões.</p>
<p>A edição deste ano sublinha precisamente essa tensão: por um lado, o foco crescente na eficiência operacional; por outro, a perceção de que riscos climáticos e ambientais continuam a representar uma ameaça direta ao negócio.</p>
<p>A lista final das 750 empresas distingue aquelas que conseguem equilibrar desempenho económico com práticas ambientais e sociais consistentes, num exercício que procura refletir a evolução real da sustentabilidade no tecido empresarial global.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780766]]></sapo:autor>
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		<title>Até 655 km de autonomia e 646 cv: Zeekr 7GT já tem preço para Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ate-655-km-de-autonomia-e-646-cv-zeekr-7gt-ja-tem-preco-para-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:23:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Zeekr]]></category>
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					<description><![CDATA[Com preço a partir de 55.450 euros, IVA incluído, o Zeekr 7GT já está disponível para pré-reserva e assume-se como uma das novas apostas da marca no segmento dos elétricos premium]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Zeekr reforça a sua ofensiva no mercado europeu com o novo Zeekr 7GT, um gran turismo 100% elétrico que combina desempenho, tecnologia, conforto e uma abordagem premium pensada para clientes europeus. O modelo foi apresentado na semana passada, em Málaga, Espanha, e tem chegada ao mercado nacional prevista para o verão.</p>
<p>Com preço a partir de 55.450 euros, IVA incluído, o Zeekr 7GT já está disponível para pré-reserva e assume-se como uma das novas apostas da marca no segmento dos elétricos premium. O modelo foi desenvolvido para responder às exigências de condutores que procuram autonomia, rapidez de carregamento, sofisticação interior e comportamento dinâmico adaptado às estradas europeias.</p>

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<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2.jpg'><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2-75x75.jpg 75w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Novo-Zeekr-7GT-chega-a-Europa-2-1200x1200.jpg 1200w" /></a>
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<p>Desenvolvido no Centro Global de Design da Zeekr, em Gotemburgo, na Suécia, o 7GT propõe uma nova interpretação do conceito gran turismo. A marca combina uma silhueta baixa e musculada com uma linha de tejadilho fluida, portas sem moldura, puxadores integrados e uma assinatura luminosa dianteira e traseira pensada para reforçar a presença visual do modelo.</p>
<p>A distância entre eixos de 2.900 milímetros contribui para a postura dinâmica e para o espaço interior, enquanto os elementos aerodinâmicos, como o spoiler traseiro, o difusor integrado e a gestão ativa do fluxo de ar, permitem alcançar um coeficiente aerodinâmico de 0,25 Cd. As jantes de 19 ou 20 polegadas completam uma imagem marcada pela combinação entre elegância e desportividade.</p>
<p>No habitáculo, o Zeekr 7GT aposta numa experiência orientada para o conforto e para a tecnologia. Os bancos dianteiros elétricos incluem, de série, funções de aquecimento, ventilação e massagem, enquanto os passageiros traseiros beneficiam de espaço generoso e bancos reclináveis eletricamente.</p>
<p>A componente digital é assegurada por um painel de instrumentos de 13 polegadas, um ecrã central OLED de 15 polegadas e um Head-Up Display de realidade aumentada com 35,5 polegadas. O modelo integra ainda carregamento sem fios de 50 W, conectividade avançada e sistemas de áudio premium Zeekr Sound, disponíveis em configurações até 23 altifalantes e 2.160 W de potência.</p>
<p>A versatilidade também foi tida em conta. O Zeekr 7GT oferece uma bagageira com capacidade até 456 litros, expansível para 1.390 litros com os bancos traseiros rebatidos, além de uma bagageira dianteira com capacidade até 65 litros.</p>
<p>Ao nível tecnológico, o novo elétrico utiliza uma arquitetura eletrónica de elevada capacidade, suportada pelo processador Qualcomm Snapdragon 8295. O sistema de infoentretenimento baseado em Android Automotive inclui navegação inteligente, serviços de entretenimento integrados, atualizações remotas e uma experiência de utilização complementada por comandos físicos colocados em zonas estratégicas.</p>
<p>Na assistência à condução, o Zeekr Assisted Drive reúne funcionalidades de Nível 2, incluindo controlo de velocidade adaptativo inteligente, assistência à manutenção na faixa de rodagem, mudança automática de faixa, reconhecimento de semáforos e estacionamento automático.</p>
<p>Assente numa arquitetura elétrica de 800 V, o Zeekr 7GT estará disponível com diferentes configurações de bateria e motorização. A versão Long Range RWD combina um motor elétrico de 310 kW com uma bateria NMC de 100 kWh, permitindo uma autonomia até 655 quilómetros em ciclo WLTP.</p>
<p>No topo da gama surge a versão Privilege AWD, que associa dois motores elétricos a uma potência combinada de 646 cv e 710 Nm de binário. Nesta configuração, o modelo acelera dos 0 aos 100 km/h em 3,3 segundos e inclui suspensão pneumática ativa, travões de maiores dimensões e elementos exclusivos de design.</p>
<p>O carregamento é outro dos argumentos do novo modelo. O Zeekr 7GT suporta carregamento ultrarrápido em corrente contínua até 420 kW, além de carregamento em corrente alternada até 22 kW, permitindo reduzir os tempos de paragem em viagem.</p>
<p>A dinâmica foi desenvolvida especificamente para a Europa, com afinação do chassis pensada para as estradas do continente. O modelo recorre a uma suspensão dianteira de braços duplos e a um eixo traseiro multilink de cinco braços, procurando combinar precisão de condução, estabilidade e conforto em percursos longos.</p>
<p>A suspensão pneumática ativa permite ajustar automaticamente a altura ao solo em função das condições de utilização, enquanto os diferentes modos de condução adaptam o comportamento do veículo às preferências do condutor.</p>
<p>Com o novo 7GT, a Zeekr procura reforçar a sua presença no segmento premium europeu, apostando num elétrico que cruza autonomia elevada, carregamento rápido, tecnologia embarcada e uma proposta de utilização pensada tanto para o quotidiano como para viagens de longa distância.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780754]]></sapo:autor>
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		<title>ANA diz estar alinhada com Estado nos investimentos aeroportuários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:15:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ANA/Vinci afirmou hoje à Lusa que continua empenhada nos investimentos e na conectividade dos aeroportos nacionais, "em alinhamento com o Estado português".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ANA/Vinci afirmou hoje à Lusa que continua empenhada nos investimentos e na conectividade dos aeroportos nacionais, &#8220;em alinhamento com o Estado português&#8221;.</P><br />
<P>Questionada pela Lusa sobre as declarações do primeiro-ministro, Luís Montenegro, relativas à criação de um &#8220;Fundo Soberano de Portugal&#8221; que poderá intervir em setores estratégicos, incluindo infraestruturas aeroportuárias caso os concessionários &#8220;não cumpram as suas obrigações&#8221;, fonte oficial da ANA &#8211; Aeroportos de Portugal não comentou diretamente as afirmações, garantindo apenas que os projetos em curso estão alinhados com o Estado.</P><br />
<P>&#8220;A ANA &#8211; Aeroportos de Portugal continua empenhada no desenvolvimento dos vários projetos de investimento e da conectividade dos aeroportos nacionais, em alinhamento com o Estado português&#8221;, afirmou fonte oficial da concessionária.</P><br />
<P>Na mesma resposta por escrito, a concessionária aeroportuária destacou o projeto de desenvolvimento do novo aeroporto de Lisboa, que, segundo a empresa, &#8220;segue de forma rigorosa em cumprimento do cronograma definido com o Estado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A ANA Aeroportos de Portugal prossegue, assim, o seu propósito enquanto operador de referência, apoiando a economia e aproximando as pessoas&#8221;, acrescentou a mesma fonte.</P><br />
<P>No discurso de encerramento do Congresso do PSD, Luís Montenegro afirmou que o fundo soberano &#8220;será um instrumento de autonomia e intervenção do Estado em setores estratégicos&#8221;.</P><br />
<P>O primeiro-ministro disse ainda que a intenção é que o fundo tenha &#8220;participações acionistas&#8221; para garantir &#8220;um veículo de poupança para as gerações futuras&#8221; e &#8220;um instrumento de efetivar a soberania nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a falar de participações em áreas como a energia, mas não excluímos a banca, as comunicações ou mesmo a gestão de infraestruturas aeroportuárias, se os concessionários das mesmas não cumprirem as suas obrigações&#8221;, afirmou Montenegro.</P><br />
<P>A ANA tem até 17 de julho para submeter o Relatório Técnico do novo aeroporto de Lisboa, que deverá incluir o planeamento detalhado da construção, a calendarização das obras, a estrutura de subcontratação e o orçamento estimado.</P><br />
<P>No relatório inicial entregue ao Governo em dezembro e publicado em janeiro, a ANA estimou em 8,5 mil milhões de euros o custo de construção do novo aeroporto Luís de Camões, no Campo de Tiro de Alcochete.</P><br />
<P>Segundo o documento, a concessionária prevê financiar 7 mil milhões de euros através da emissão de dívida.</P><br />
<P>A ANA propôs ainda o aumento progressivo das taxas aeroportuárias no Aeroporto de Lisboa entre 2026 e 2030 e o prolongamento da atual concessão por mais 30 anos, até 2092, para assegurar o reembolso do investimento e a sustentabilidade económica da concessão sem apoio financeiro público.</P><br />
<P>O contrato de concessão aeroportuária em vigor foi assinado em 2012 e tem a duração de 50 anos.</P><br />
<P>A ANA prevê a abertura do novo aeroporto de Lisboa em meados de 2037, ou no final de 2036 caso sejam acordadas com o Governo otimizações ao calendário.</P><br />
<P>A ANA &#8212; Aeroportos de Portugal gere os aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Madeira, Porto Santo, Ponta Delgada, Santa Maria, Horta e Flores, bem como o Terminal Civil de Beja.</P><br />
<P>A concessionária passou a integrar a VINCI Airports em 2013, na sequência do processo de privatização.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780636]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: 20 mil marinheiros e 110 mil milhões de euros em carga aguardam passagem por Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:14:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 20 mil marinheiros e 110 mil milhões de euros em carga esperam para poder transitar pelo estreito de Ormuz, encerrado durante a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão, afirmou hoje a seguradora alemã Allianz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 20 mil marinheiros e 110 mil milhões de euros em carga esperam para poder transitar pelo estreito de Ormuz, encerrado durante a guerra entre Estados Unidos, Israel e Irão, afirmou hoje a seguradora alemã Allianz.</P><br />
<P>Num relatório da empresa divulgado hoje, admite-se que as tensões no Médio Oriente podem aumentar os seguros e consequentemente os custos do comércio marítimo internacional. </P><br />
<P>Ao longo do conflito, a cobertura do seguro marítimo esteve disponível, mas com prémios mais elevados para a carga, segundo o relatório de Segurança e Transporte Marítimo de 2026.</P><br />
<P>O presidente do Conselho de Administração da Allianz Commercial, Thomas Lillelund, disse que o conflito no Médio Oriente e o encerramento do Estreito de Ormuz são apenas os casos mais recentes de uma série de incidentes graves que afectaram os armadores e os operadores de carga. </P><br />
<P>&#8220;A resiliência, a geopolítica e a eficiência devem ser equilibradas num mundo cada vez mais imprevisível, onde o custo da incerteza está a redefinir o sector marítimo&#8221;, frisou.</P><br />
<P>Cerca de 1.150 navios de carga (com arqueação bruta superior a 100 GT &#8212; unidade de medida que reflete o volume interno total da embarcação), e cerca de 20 mil marinheiros aguardam no Golfo Pérsico o retomar das operações após os recentes avanços diplomáticos, segundo os dados da Allianz.</P><br />
<P>A principal preocupação dos armadores têm sido os risco para as tripulações e para as embarcações que transitam por uma zona de conflito, e não apenas as questões de seguro.</P><br />
<P>Desta forma, de acordo com a empresa alemã, vão ser necessárias fortes garantias de passagem segura mesmo que o acordo Estados Unidos e o Irão se mantenha, o Estreito de Ormuz seja reaberto e a navegação regresse aos níveis da passagem de até 140 navios por dia.</P><br />
<P>Os contactos diplomáticos entre os Estados Unidos e o Irão foram estabelecidos recentemente na Suíça.</P><br />
<P>Hoje, a diplomacia de Islamabad disse que as negociações técnicas entre Washington e Teerão, mediadas pelo Paquistão, devem ser retomadas na próxima semana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780711]]></sapo:autor>
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		<title>Os salários mais altos de Portugal: do futebol aos unicórnios, quem ganha milhões por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os salários mais altos de Portugal estendem-se muito para lá dos relvados e das grandes empresas cotadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os salários mais altos de Portugal estendem-se muito para lá dos relvados e das grandes empresas cotadas, abrangendo hoje um conjunto diversificado de setores que vão da tecnologia aos fundos de investimento, passando pela advocacia, consultoria, imobiliário e entretenimento. Embora o futebol continue a ocupar os lugares cimeiros da hierarquia remuneratória nacional, a economia digital e os negócios ligados ao capital privado estão a criar novas elites financeiras, muitas vezes assentes não apenas em salários, mas também em prémios, participações acionistas e ganhos de capital.</p>
<p>Segundo uma análise publicada pela <a href="https://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/a-nova-e-a-velha-elite-dos-salarios" target="_blank" rel="noopener">revista Sábado</a>, José Mourinho liderou recentemente a lista dos profissionais mais bem pagos em Portugal, com uma remuneração anual líquida estimada em cerca de quatro milhões de euros durante a sua passagem pelo Benfica, equivalente a aproximadamente seis milhões de euros brutos. No universo empresarial, o presidente do grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos, destacou-se com um rendimento anual bruto de cerca de cinco milhões de euros em 2025. Também António Ramalho, antigo presidente executivo do Novo Banco, deverá receber este ano um prémio superior a sete milhões de euros relacionado com a venda da instituição bancária. A publicação refere ainda que treinadores como Marco Silva e Roberto Martínez integram igualmente o grupo dos profissionais com remunerações mais elevadas do país.</p>
<p>Apesar de Portugal ter registado uma redução da desigualdade salarial nas últimas décadas e de os salários terem crescido acima da inflação desde 2023, os ganhos no topo da pirâmide aumentaram a um ritmo significativamente superior. Nas empresas cotadas em bolsa, a diferença entre a remuneração dos presidentes executivos e a dos trabalhadores médios aumentou substancialmente. Em 2025, Pedro Soares dos Santos recebeu cerca de 217 vezes mais do que o trabalhador médio da Jerónimo Martins. Grande parte destes pacotes remuneratórios inclui componentes variáveis associadas aos resultados das empresas, planos de reforma, prémios de desempenho e outros incentivos destinados a competir por talento num mercado internacional cada vez mais exigente.</p>
<p>Ao lado das estruturas tradicionais de elevados rendimentos, como as grandes sociedades de advogados, auditoras e consultoras estratégicas, surgem os fundadores e gestores dos chamados unicórnios tecnológicos portugueses. Nomes ligados a empresas como Talkdesk, Outsystems, Feedzai, Sword Health ou Tekever acumulam riqueza sobretudo através da valorização das participações acionistas e de mecanismos de atribuição de ações. Nos fundos de capital privado verifica-se uma realidade semelhante: embora os salários possam atingir várias centenas de milhares de euros anuais, os maiores ganhos resultam frequentemente da participação nos lucros dos fundos. O setor imobiliário também continua a gerar rendimentos muito elevados, com consultores experientes a poderem ultrapassar os 300 mil euros anuais em comissões e dirigentes de grandes redes a aproximarem-se dos 500 mil euros por ano.</p>
<p>No setor público, a realidade é bastante diferente. Mesmo os cargos mais bem remunerados do Estado ficam longe dos valores praticados no setor privado. Ainda assim, alguns organismos financeiros e empresas públicas apresentam remunerações superiores às dos titulares dos principais cargos políticos. Paralelamente, o setor do entretenimento continua a produzir algumas das figuras mais bem pagas do país, com Cristina Ferreira a destacar-se entre os profissionais da televisão, combinando funções executivas, presença mediática e receitas publicitárias. A crescente importância das redes sociais e do marketing de influência abriu igualmente novas fontes de rendimento para atores, apresentadores e criadores de conteúdos, reforçando uma tendência em que os maiores ganhos já não dependem exclusivamente do salário mensal, mas da capacidade de transformar notoriedade e participação empresarial em património de longo prazo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780732]]></sapo:autor>
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		<title>Portugueses cortam no destino, mas não nas férias: 73% já desistiram de viajar devido aos preços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ConsumerChoice]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Pressão sobre o orçamento familiar também está a influenciar as escolhas para este ano: cerca de 64% dos participantes afirmam que vão optar por destinos mais económicos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento dos preços continua a pesar nas decisões de férias dos portugueses. De acordo com o mais recente estudo da ConsumerChoice sobre tendências de consumo nas férias de verão, 73% dos inquiridos admitem já ter desistido de um destino por considerarem que os custos eram demasiado elevados.</p>
<p>A pressão sobre o orçamento familiar também está a influenciar as escolhas para este ano. Cerca de 64% dos participantes afirmam que vão optar por destinos mais económicos, num sinal de que a vontade de viajar se mantém, mas com maior atenção ao custo total da experiência.</p>
<p>O preço surge, assim, como o principal fator de decisão na escolha de um destino de férias. Apesar de os consumidores continuarem a valorizar elementos como a localização, o conforto, a qualidade da experiência e a oferta disponível, o custo final da viagem passou a ocupar um lugar central no planeamento.</p>
<p>Ainda assim, a maioria dos inquiridos não pretende reduzir de forma significativa o orçamento dedicado às férias. Segundo o estudo, 60% prevê manter este ano o mesmo nível de despesa registado no ano passado, o que mostra que viajar continua a ser uma prioridade para muitas famílias portuguesas, mesmo num contexto de maior prudência financeira.</p>
<p>Entre os destinos nacionais, o Algarve continua a dividir opiniões. Para 36% dos participantes, a região está atualmente demasiado cara face ao que oferece, sobretudo quando comparada com outros destinos concorrentes. Em sentido contrário, o Alentejo surge como a região portuguesa preferida para férias, reunindo 21% das preferências.</p>
<p>Esta escolha reforça a atratividade do Alentejo enquanto destino associado a tranquilidade, autenticidade, natureza e experiências menos massificadas. A procura por locais mais calmos também se reflete nas principais fontes de stress apontadas pelos consumidores durante as férias: 24% indicam os gastos elevados como maior preocupação, enquanto 23% referem a confusão e o excesso de turistas.</p>
<p>A forma de pagamento é outro sinal da preocupação com o controlo das despesas. Quatro em cada dez consumidores preferem pagar a totalidade das férias antecipadamente, evitando encargos adicionais e garantindo maior previsibilidade no orçamento disponível.</p>
<p>Apesar da contenção, há áreas onde os portugueses mostram menor disponibilidade para cortar. A alimentação e os restaurantes são a dimensão das férias onde os entrevistados menos admitem reduzir despesas, referida por 30% dos participantes. O conforto do alojamento surge logo a seguir, com 23% das respostas, confirmando que a qualidade da experiência continua a ter peso na decisão.</p>
<p>O estudo revela ainda que a sustentabilidade é cada vez mais relevante no momento de escolher um destino. Para 58% dos inquiridos, as práticas de turismo sustentável assumem um papel importante nas decisões de viagem, refletindo uma maior preocupação com opções mais responsáveis e conscientes.</p>
<p>Num verão marcado pela procura de equilíbrio entre descanso, orçamento e qualidade da experiência, os dados da ConsumerChoice mostram um consumidor mais atento ao preço, mas ainda disponível para investir nas férias, desde que encontre uma proposta ajustada às suas prioridades.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780722]]></sapo:autor>
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		<title>OE2026: Portugal com défice de 0,7% no arranque do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:08:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[INE]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[OE2026]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal arrancou o ano com um défice orçamental de 0,7% do PIB, segundo os dados relativos ao primeiro trimestre divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal arrancou o ano com um défice orçamental de 0,7% do PIB, segundo os dados relativos ao primeiro trimestre divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).</P><br />
<P>&#8220;Considerando os valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 1.º trimestre de 2026 fixou-se em -510 milhões de euros, correspondendo a -0,7% do PIB, o que compara com 0,0% no período homólogo.&#8221;, lê-se no destaque do INE.</P><br />
<P>A receita total cresceu 6%, abaixo do crescimento de 7,9% da despesa total.</P><br />
<P>Olhando para as componentes da receita, &#8220;o crescimento de 5,5% da receita corrente decorre, sobretudo, dos aumentos nas contribuições sociais (7,1%) e nos impostos sobre a produção e importação (4,3%) e, em menor medida, dos acréscimos registados na outra receita corrente (14,4%) e nas vendas (10,7%)&#8221;.</P><br />
<P>A receita de capital subiu 29% devido ao aumento de receita do Plano de Recuperação e Resiliência.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780735]]></sapo:autor>
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		<title>Vai de férias? 6 erros que deve evitar para não gastar mais do que o previsto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/vai-de-ferias-6-erros-que-deve-evitar-para-nao-gastar-mais-do-que-o-previsto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Dr. Finanças]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Doutor Finanças]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Planear bem as férias não elimina os imprevistos, mas pode reduzir significativamente o seu impacto financeiro. Descubra quais são os erros mais comuns no planeamento das férias e o que pode fazer para aproveitar este período com toda a tranquilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As férias de verão estão aí e a forma como planeia este momento tão aguardado pode ter impacto não só no seu orçamento, mas também na forma como poderá lidar com eventuais imprevistos.</p>
<p>Fazer reservas de última hora, não verificar as condições de cancelamento, subestimar o custo real da viagem ou assumir que o seguro cobre qualquer situação podem parecer meros detalhes, mas são erros que podem sair caro. A boa notícia é que muitos deles podem ser evitados com um pouco de planeamento. Antes de partir, descubra quais são os erros mais comuns na preparação das férias e o que pode fazer para os prevenir.</p>
<p><strong>1. Reservar tudo à última hora</strong></p>
<p>Esperar por promoções de última hora é uma tática que nem sempre resulta. Embora possam existir oportunidades pontuais, deixar a marcação de voos, alojamento ou transporte para os dias que antecedem a viagem acaba por reduzir as opções disponíveis e, em muitos casos, aumenta os custos totais.</p>
<p>Reservar com antecedência permite não só comparar preços com mais calma, como também beneficiar de campanhas promocionais e distribuir os gastos ao longo de vários meses. Além disso, terá mais flexibilidade para escolher datas, horários e alojamentos que se ajustem ao seu orçamento.</p>
<p>Se já sabe que pretende viajar durante as férias de verão ou noutra época de elevada procura, começar a planear a viagem com alguns meses de antecedência pode valer-lhe uma poupança significativa.</p>
<p><strong>2. Escolher a opção mais barata sem analisar as condições</strong></p>
<p>Quando se procura reduzir custos, é natural privilegiar as ofertas mais económicas. No entanto, focar-se apenas no preço pode ser um erro. Um voo aparentemente barato pode incluir custos adicionais com bagagem, escolha de lugares ou alterações de reserva. O mesmo acontece com alguns alojamentos, que podem cobrar taxas adicionais ou aplicar regras mais restritivas em caso de cancelamento.</p>
<p>Assim, antes de concluir uma reserva, é muito importante que verifique aspetos como:</p>
<p>&#8211; Condições de cancelamento e reembolso;</p>
<p>&#8211; Custos associados à bagagem;</p>
<p>&#8211; Taxas adicionais não incluídas no preço apresentado;</p>
<p>&#8211; Possibilidade de alterar datas sem penalizações elevadas.</p>
<p>Ter alguma flexibilidade pode ser particularmente importante quando a viagem é marcada com vários meses de antecedência. Caso surja um imprevisto, poder cancelar ou alterar a sua reserva sem grandes penalizações pode protegê-lo de prejuízos indesejados.</p>
<p><strong>3. Fazer contas apenas ao custo da viagem</strong></p>
<p>Muitas pessoas planeiam as férias somente com base no preço da viagem e/ou do alojamento, esquecendo-se de todas as despesas que surgem durante a estadia. Alimentação, combustível ou transportes locais, visitas, atividades de lazer e pequenas despesas como cafés, snacks ou souvenirs podem representar uma parte significativa do orçamento.</p>
<p>Por isso, antes de viajar, procure fazer uma estimativa realista dos gastos totais. Uma forma simples de o fazer passa por criar um orçamento, atribuindo um valor máximo a cada categoria de despesa. Já nas férias, pode ir registando os gastos que for fazendo. Desta forma, consegue perceber se se mantém dentro do orçamento previsto e corrigir eventuais desvios.</p>
<p><strong>4. Viajar sem uma margem financeira para imprevistos</strong></p>
<p>Mesmo quando tudo parece cuidadosamente planeado, podem surgir situações inesperadas. Uma avaria no carro, um atraso no voo, uma despesa médica ou a necessidade de prolongar a estadia por mais um dia são exemplos de acontecimentos que podem gerar custos adicionais.</p>
<p>Por esse motivo, é aconselhável reservar uma pequena almofada financeira para emergências. Idealmente, este montante deve estar separado do orçamento previsto para as férias e ser utilizado apenas quando necessário. Ao criar esta margem de segurança, reduz a probabilidade de recorrer ao cartão de crédito ou a outras formas de financiamento para suportar despesas inesperadas.</p>
<p><strong>5. Desconhecer os custos associados aos meios de pagamento</strong></p>
<p>Os meios de pagamento são um aspeto frequentemente negligenciado durante a preparação das férias. Mas, quando viaja para o estrangeiro, conhecer as condições de utilização dos seus cartões é particularmente importante.</p>
<p>Dependendo do destino, poderá ter de suportar custos com levantamentos, pagamentos ou conversão cambial. Estas despesas tendem a ser mais avultadas quando viaja para países fora da Zona Euro.</p>
<p>Assim, antes de partir, confirme:</p>
<p>&#8211; Os custos de levantamentos; &#8211; As comissões bancárias aplicáveis ao seu cartão pela utilização no estrangeiro;</p>
<p>&#8211; As regras de conversão de moeda;</p>
<p>&#8211; Os limites diários de utilização;</p>
<p>&#8211; A validade dos cartões.</p>
<p><strong>6. Não verificar as condições e exclusões do seguro de viagem</strong></p>
<p>Contratar um seguro de viagem pode garantir uma proteção importante contra um sem número de imprevistos. No entanto, um dos erros mais comuns dos viajantes consiste em não verificar as condições da apólice para saberem, ao certo, o que está efetivamente coberto. Esta verificação é importante porque as apólices incluem limites, exclusões e condições específicas que variam de seguradora para seguradora.</p>
<p>Dependendo do contrato, podem existir restrições relacionadas com:</p>
<p>&#8211; Doenças preexistentes;</p>
<p>&#8211; Determinadas atividades desportivas;</p>
<p>&#8211; Cancelamentos por motivos específicos; &#8211; Destinos considerados de risco;</p>
<p>&#8211; Limites máximos de indemnização.</p>
<p>Por isso, antes de viajar, leia atentamente as condições do seguro e confirme se as coberturas são adequadas ao destino e ao tipo de férias que pretende realizar.</p>
<p>Outra dica importante: antes de contratar o seguro de viagem, verifique se, entre os seus outros seguros ou até por via do cartão de crédito, já tem proteção para situações como assistência em viagem, despesas médicas, repatriamento ou cancelamento da viagem. Dessa forma, evitará duplicar coberturas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780161]]></sapo:autor>
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		<title>Fim das aulas em junho para todos? Diretores querem mudar calendário escolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Nacional de Diretores dos Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) quer reabrir o debate sobre o calendário escolar e defende que todos os alunos terminem as atividades letivas até à segunda semana de junho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Nacional de Diretores dos Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) quer reabrir o debate sobre o calendário escolar e defende que todos os alunos terminem as atividades letivas até à segunda semana de junho. A proposta surge numa altura em que as elevadas temperaturas registadas em várias regiões da Europa têm levado alguns países a suspender temporariamente as aulas, reacendendo a discussão sobre a adequação do atual modelo português.</p>
<p>Em entrevista à <a href="https://rr.pt/noticia/pais/2026/06/24/diretores-querem-mudar-calendario-aulas-devem-acabar-para-todos-ate-meados-de-junho/475560/" target="_blank" rel="noopener">Rádio Renascença</a>, a associação considera que o atual calendário cria diferenças entre ciclos de ensino, uma vez que os alunos dos anos sujeitos a exames nacionais — 9.º, 11.º e 12.º anos — terminam as aulas nos primeiros dias de junho, enquanto os restantes estudantes encerram o ano letivo mais tarde. Já os alunos do 1.º ciclo e da educação pré-escolar mantêm-se nas escolas até ao final do mês.</p>
<p>O presidente da ANDAEP, Filinto Lima, revelou que a associação lançou recentemente o desafio ao Ministério da Educação para que fosse equacionada a possibilidade de suspender atividades letivas em situações de calor extremo. Apesar de não ter recebido qualquer contacto da tutela sobre esta matéria, o responsável afirmou estar convicto de que o ministério acompanha a situação. Como exemplo, apontou o caso de França, onde as autoridades decidiram encerrar escolas durante alguns dias devido às condições meteorológicas adversas.</p>
<p>No entanto, para Filinto Lima, a discussão deve ir além das ondas de calor. O dirigente defende uma revisão estrutural do calendário escolar, argumentando que o pré-escolar e o 1.º ciclo deveriam passar a terminar as aulas na mesma altura que os restantes níveis de ensino. “Terá de haver este debate com o Ministério da Educação”, sustentou, considerando que uma uniformização beneficiaria o funcionamento das escolas e responderia melhor à realidade educativa atual.</p>
<p>O responsável da ANDAEP argumenta ainda que, nesta fase final do ano letivo, o aproveitamento pedagógico tende a diminuir. “Nestes dias, em junho, os nossos alunos já pouco aprendem e é, muitas vezes, difícil retê-los em contexto de aprendizagem e de sala de aula”, afirmou. Por isso, defende que o Ministério da Educação deve analisar uma alteração do calendário escolar, concluindo que “as aulas deviam terminar para todos os alunos, pelo menos até à segunda semana de junho”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780720]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal tem 42.600 empresas exportadoras, mais 6.000 do que há 5 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:47:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal conta hoje com cerca de 42.600 empresas exportadoras, mais 6.527 do que em 2019, segundo a 9.ª edição do estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, da Informa D&#038;B.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal conta hoje com cerca de 42.600 empresas exportadoras, mais 6.527 do que em 2019, segundo a 9.ª edição do estudo “As Empresas Exportadoras em Portugal”, da Informa D&amp;B. O número tem vindo a crescer de forma consistente ao longo dos últimos cinco anos, com uma taxa média anual superior a 3%.</p>
<p>Apesar deste aumento, a proporção de exportadoras no tecido empresarial mantém-se relativamente estável, entre 10% e 11% desde 2019. Ou seja, o crescimento resulta sobretudo da expansão global do número de empresas em Portugal e não tanto de uma maior propensão exportadora.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780713" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.png" alt="" width="659" height="343" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1.png 659w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1-300x156.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem1-600x312.png 600w" sizes="auto, (max-width: 659px) 100vw, 659px" /></p>
<p>Em termos de desempenho, as empresas exportadoras registaram em 2024 um volume de negócios total de 229 mil milhões de euros, cerca de metade do total do tecido empresarial. Deste montante, 95 mil milhões dizem respeito a vendas para mercados externos. No conjunto, estas empresas empregam cerca de um milhão de pessoas, o que corresponde a quase um terço do emprego em Portugal.</p>
<p>A Europa continua a ser o principal destino das exportações nacionais, concentrando 66% do total, enquanto os mercados extracomunitários representam 34%. Ainda assim, estes últimos têm ganho dinamismo: nos últimos anos cresceram a um ritmo superior e, em 2024, já estavam 63% acima dos níveis de 2019.</p>
<p>Em termos de composição, 70% das exportações continuam a ser de bens e 30% de serviços. O peso dos serviços tem vindo a aumentar de forma relevante desde 2020, mas ainda não compensa a quebra registada nas exportações de bens desde 2022.</p>
<p>Já o peso das exportações no PIB tem vindo a recuar ligeiramente. Depois de atingir um máximo de 50% em 2022, desceu para 46% em 2024, de acordo com dados provisórios do INE.</p>
<p>O volume de negócios das exportadoras, depois de um forte crescimento entre 2020 e 2022, estabilizou nos anos seguintes e registou mesmo uma ligeira quebra, num contexto em que as empresas orientadas exclusivamente para o mercado interno ganharam algum dinamismo.</p>
<p>Para a diretora-geral da Informa D&amp;B, Teresa Cardoso de Menezes, esta evolução reflete um tecido empresarial em transformação. “Num contexto global exigente, há setores que estão a emergir na capacidade de fazer negócios com o exterior. São essas tendências que procuramos identificar nesta edição do estudo”, refere.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serviços e tecnologia ganham peso no mapa exportador</strong></p>
<p>A estrutura das exportações portuguesas continua a ser dominada por quatro setores: indústrias, serviços empresariais, grossistas e tecnologias da informação e comunicação, que representam 69% das empresas exportadoras.</p>
<p>A indústria mantém a liderança, tanto em número de empresas (21% do total) como em valor exportado, concentrando mais de metade das exportações (53%). Ainda assim, o crescimento recente está a ser puxado sobretudo pelos serviços empresariais e pelas tecnologias da informação e comunicação, que lideram a criação de novas empresas exportadoras desde 2019.</p>
<p>No mesmo período, o número de exportadoras industriais cresceu em média apenas 0,2% ao ano, enquanto o dos grossistas aumentou 1,2%.</p>
<p>A grande maioria das exportadoras são microempresas (72%), o que reflete a estrutura do tecido empresarial nacional. No entanto, a probabilidade de exportar aumenta com a dimensão: exportam 9% das microempresas, 20% das pequenas, 43% das médias e 54% das grandes.</p>
<p>A nível geográfico, o Norte concentra 42% das exportadoras, beneficiando da forte presença industrial e de setores mais orientados para os mercados externos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780714" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.png" alt="" width="923" height="479" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2.png 923w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-300x156.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-867x450.png 867w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-768x399.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem2-600x311.png 600w" sizes="auto, (max-width: 923px) 100vw, 923px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um terço exporta de forma regular</strong></p>
<p>O estudo identifica ainda um núcleo mais consistente de empresas exportadoras: cerca de um terço exporta de forma regular, ou seja, mantém vendas ao exterior de pelo menos 5% do volume de negócios ou superior a um milhão de euros ao longo dos anos analisados. Estas empresas são responsáveis por cerca de 80% do total das exportações.</p>
<p>A presença de exportadoras regulares é transversal aos setores, mas mais expressiva na indústria, onde 55% das empresas exportadoras têm esse perfil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais de 12 mil novas exportadoras em 2024</strong></p>
<p>Em 2024, mais de 12 mil empresas exportaram pela primeira vez. Os setores dos serviços empresariais e das tecnologias da informação e comunicação voltam a destacar-se na entrada de novos exportadores, superando indústria e grossistas neste indicador.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-780715" src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3.png" alt="" width="870" height="382" srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3.png 870w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-300x132.png 300w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-768x337.png 768w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/06/Imagem3-600x263.png 600w" sizes="auto, (max-width: 870px) 100vw, 870px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780712]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 500 pessoas com alta clínica continuam retidas nos hospitais devido a atrasos da justiça</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:27:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 500 pessoas que já receberam alta clínica continuam internadas em hospitais portugueses devido a atrasos nos processos judiciais relacionados com a atribuição do estatuto de maior acompanhado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 500 pessoas que já receberam alta clínica continuam internadas em hospitais portugueses devido a atrasos nos processos judiciais relacionados com a atribuição do estatuto de maior acompanhado. A situação está a contribuir para a ocupação prolongada de camas hospitalares por utentes que, apesar de não necessitarem de cuidados clínicos hospitalares, não podem ser transferidos para lares, unidades de cuidados continuados ou outras respostas sociais enquanto não for resolvida a sua situação legal.</p>
<p>Segundo revela a <a href="https://cnnportugal.iol.pt/saude/ministra-saude/ha-mais-de-500-pessoas-retidas-nos-hospitais-devido-a-processos-na-justica-pgr-ja-alertou-governo-para-o-problema/20260624/6a3a7f71d34e28842c857d58" target="_blank" rel="noopener">CNN Portugal</a>, os atrasos estão associados à necessidade de os tribunais nomearem representantes para pessoas que, por motivos de saúde ou comportamentais, não conseguem tomar decisões autonomamente. A Procuradoria-Geral da República (PGR) garante que já alertou o Governo para a urgência de criar uma rede pública de profissionais capazes de assumir a função de acompanhante nos casos em que não existem familiares ou pessoas próximas disponíveis para desempenhar esse papel.</p>
<p>A dimensão do problema foi recentemente destacada pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, durante uma audição parlamentar. Na ocasião, a governante indicou que, no final de abril, existiam 3.493 camas ocupadas indevidamente nas Unidades Locais de Saúde (ULS), incluindo cerca de meio milhar de pessoas que aguardam decisões judiciais relativas ao estatuto de maior acompanhado. A ministra sublinhou ainda que alguns destes processos permanecem pendentes há cerca de um ano. A PGR confirma que a inexistência de uma rede pública de acompanhantes constitui um dos principais fatores de atraso, explicando que “não há medidas de acompanhamento sem acompanhantes” e que a falta dessas figuras impede a conclusão de muitos processos.</p>
<p>Os dados mais recentes da Direção Executiva do SNS apontam para 513 utentes com alta clínica protelada à espera de resolução ao abrigo do Regime Jurídico do Maior Acompanhado. O Hospital Amadora-Sintra lidera a lista, com 97 casos, seguido pelo Hospital de Santo António, com 70, pelo Hospital de Matosinhos, com 59, pela ULS do Médio Ave, com 43, pela ULS Lisboa Ocidental, com 42, e pela ULS de São João, no Porto, com 39. A Direção Executiva do SNS esclarece que estes números correspondem a uma estimativa referente a 31 de maio de 2026 e admite que possam existir diferenças de critérios entre unidades hospitalares na contabilização dos casos.</p>
<p>Criado em 2018, o regime do maior acompanhado pretende garantir apoio a pessoas que, temporária ou permanentemente, não conseguem gerir determinados aspetos da sua vida, sem que isso implique uma interdição total dos seus direitos. Contudo, a tramitação destes processos depende frequentemente da realização de perícias médico-legais, da audição obrigatória do beneficiário e da identificação de uma pessoa idónea para assumir a função de acompanhante. A PGR recorda que, mesmo após a atribuição do estatuto, muitos utentes continuam a aguardar vagas em estruturas adequadas, o que significa que a libertação de camas hospitalares depende não apenas da decisão judicial, mas também da disponibilidade de respostas sociais e de cuidados continuados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780698]]></sapo:autor>
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		<title>WYnova lança soluções de inteligência artificial para empresas com financiamento do PRR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:17:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A WYnova anunciou o lançamento de uma nova oferta de soluções de inteligência artificial (IA) destinada a empresas com candidaturas aprovadas pela medida Linha IA nas PME, integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2030.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A WYnova anunciou o lançamento de uma nova oferta de soluções de inteligência artificial (IA) destinada a empresas com candidaturas aprovadas pela medida Linha IA nas PME, integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) 2030.</p>
<p>A iniciativa pretende ajudar as organizações a transformar o financiamento obtido em projetos concretos que aumentem a produtividade, a eficiência e a competitividade.</p>
<p>A empresa disponibiliza um conjunto de serviços que inclui soluções de IA pré-construídas para responder a desafios operacionais comuns, ferramentas de automação de processos e integração entre sistemas, bem como o desenvolvimento de plataformas personalizadas para necessidades específicas sem resposta disponível no mercado.</p>
<p>&#8220;Em muitos casos, ter um orçamento ou assegurar financiamento é apenas o primeiro passo. O verdadeiro desafio está em transformar a ambição e esse investimento em arquiteturas de solução concretas, capazes de gerar ganhos de produtividade, eficiência e competitividade&#8221;, afirma Tiago Veríssimo, CEO da WYnova.</p>
<p>Para concretizar estes projetos, a tecnológica recorre a uma equipa de engenheiros sénior especializada na combinação de IA generativa, agentes autónomos e automação de processos. A empresa segue um modelo denominado <em>Forward Deployed Engineer</em>, em que o profissional responsável por identificar o problema acompanha também o desenvolvimento da solução.</p>
<p>Segundo Francisco Pinto, CTO e cofundador da WYnova, muitas empresas enfrentam dificuldades na definição de casos de uso, na integração tecnológica, na gestão da mudança e na operacionalização das soluções. &#8220;Nós não substituímos o stack tecnológico dos clientes. Construímos a camada de IA que permite aos colaboradores utilizar os sistemas existentes, como ERP, CRM e plataformas operacionais, de forma mais rápida e inteligente&#8221;, explica.</p>
<p>A WYnova sublinha que a nova oferta surge numa altura em que várias empresas procuram acelerar os seus processos de transformação digital através da adoção de tecnologias de inteligência artificial. A Linha IA nas PME prevê apoios até 300 mil euros por empresa para projetos de investigação industrial e desenvolvimento experimental orientados para o lançamento de novos produtos ou serviços.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780691]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: França confirma primeiro caso da doença no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 09:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[Trata-se de um médico que regressou da República Democrática do Congo, segundo as autoridades de saúde.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades francesas confirmaram esta quarta-feira a deteção do primeiro caso de Ébola em território nacional. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde, Famílias, Autonomia e Pessoas com Deficiência, que anunciou a identificação da infeção num médico que regressou recentemente da República Democrática do Congo (RDC), país onde têm sido registados surtos da doença.</p>
<p>Segundo as informações divulgadas pelas autoridades francesas, o caso foi confirmado num profissional de saúde que esteve na RDC e que regressou posteriormente a França. A confirmação representa a primeira vez que um caso de Ébola é oficialmente identificado no país, levando as autoridades sanitárias a ativar os mecanismos de acompanhamento e vigilância previstos para situações deste tipo.</p>
<p>O anúncio surge numa altura em que a doença continua a suscitar preocupação internacional devido aos surtos registados em várias regiões africanas. O vírus Ébola é conhecido pela sua elevada taxa de mortalidade e pela capacidade de provocar surtos graves, exigindo protocolos rigorosos de isolamento, rastreio de contactos e monitorização das pessoas potencialmente expostas.</p>
<p>A gravidade da situação levou também o Governo francês a reagir de imediato. Citado pela imprensa francesa, o gabinete do primeiro-ministro assegurou que o caso está a ser acompanhado com a máxima atenção. “A situação está a ser acompanhada muito de perto pelo primeiro-ministro”, indicou Matignon, sede do Governo francês.</p>
<p>Para já, as autoridades não divulgaram mais detalhes sobre o estado clínico do médico infetado nem sobre eventuais contactos considerados de risco. O caso está, contudo, sob acompanhamento das entidades de saúde pública francesas, que deverão prosseguir as investigações epidemiológicas necessárias para evitar qualquer potencial propagação da doença.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780684]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 70% dos portugueses dizem que Governo falhou resposta ao impacto da guerra do Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:54:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A maioria dos portugueses entende que o Governo poderia ter feito mais para proteger as famílias das consequências económicas da guerra entre Israel e o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos portugueses entende que o Governo poderia ter feito mais para proteger as famílias das consequências económicas da guerra entre Israel e o Irão, especialmente perante o agravamento dos preços dos combustíveis registado desde o início do conflito no Médio Oriente. Segundo um barómetro recente, mais de sete em cada dez cidadãos consideram que as medidas adotadas pelo Executivo não têm sido suficientes para mitigar os efeitos da escalada dos custos energéticos no orçamento das famílias.</p>
<p>De acordo com um barómetro realizado pela <a href="https://www.cmjornal.pt/economia/detalhe/maioria-acha-que-governo-podia-ter-ajudado-mais" target="_blank" rel="noopener">Intercampus para o Correio da Manhã, CMTV, o Negócios, e o Now</a>, 71,9% dos inquiridos afirmam que o Governo não está a fazer o suficiente para ajudar os portugueses a enfrentar as consequências económicas do conflito, iniciado a 28 de fevereiro. Em sentido contrário, apenas 12,2% consideram que o Executivo liderado por Luís Montenegro tem adotado medidas adequadas para apoiar a população perante o aumento dos custos associados à crise internacional.</p>
<p>Apesar da forte insatisfação, os resultados mostram uma ligeira melhoria da perceção pública relativamente ao mês anterior. Na sondagem realizada anteriormente, 77% dos participantes entendiam que o Governo estava a falhar na resposta aos efeitos da guerra, valor que desceu agora para 71,9%, embora continue a representar uma maioria muito expressiva.</p>
<p>O mesmo estudo revela ainda um amplo consenso em torno da necessidade de reduzir a carga fiscal sobre os combustíveis. Questionados sobre se o Governo deveria baixar os impostos para compensar a subida dos preços nas bombas, 87,4% dos inquiridos responderam afirmativamente. Em contraste, menos de 7% defendem a manutenção da atual tributação. O tema ganhou particular relevância à medida que o preço do barril de Brent, referência para o mercado europeu, registou uma forte valorização na sequência do conflito no Médio Oriente, aumentando a pressão sobre os custos dos combustíveis e reforçando o debate em torno das medidas que o Estado poderá adotar para aliviar o impacto sobre consumidores e empresas.</p>
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		<title>Inflação pode durar mais do que os investidores esperam, alertam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:52:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os mercados financeiros poderão estar a subestimar o impacto duradouro do conflito entre os Estados Unidos e o Irão na inflação global, alerta a gestora de ativos Wellington Management.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mercados financeiros poderão estar a subestimar o impacto duradouro do conflito entre os Estados Unidos e o Irão na inflação global, alerta a gestora de ativos Wellington Management.</p>
<p>A análise, assinada pelos estrategas macro Eoin O&#8217;Callaghan e John Butler, defende que os investidores continuam a assumir um cenário demasiado otimista para a evolução dos preços da energia e da inflação, apesar do agravamento das tensões geopolíticas.</p>
<p>Segundo os especialistas, os mercados permanecem posicionados para uma resolução relativamente rápida do conflito e para uma normalização dos fluxos energéticos, do crescimento económico e da inflação. No entanto, a Wellington Management considera que o risco está cada vez mais inclinado para uma subida mais prolongada dos preços da energia, com consequências relevantes para a economia global.</p>
<p>A equipa de matérias-primas da gestora prevê que o preço médio do petróleo ultrapasse os 100 dólares por barril este ano, mesmo que o estratégico Estreito de Ormuz volte a funcionar normalmente nas próximas semanas. Os analistas alertam que qualquer perturbação prolongada no abastecimento energético poderá alimentar novas pressões inflacionistas e dificultar o trabalho dos bancos centrais.</p>
<p>A Wellington sublinha ainda que as políticas monetárias e orçamentais já eram expansionistas antes do conflito e foram entretanto flexibilizadas, criando condições para que o choque energético tenha efeitos mais persistentes. Neste contexto, os especialistas consideram que os decisores políticos correm o risco de ficar “atrás da curva” no combate à inflação, permitindo que as expectativas de subida dos preços se consolidem.</p>
<p>A análise destaca igualmente diferenças regionais significativas. A Europa e a Ásia surgem como as economias mais vulneráveis a um aumento prolongado dos custos energéticos, enquanto os Estados Unidos, devido à sua posição como exportador líquido marginal de energia, poderão absorver melhor parte do impacto. Alguns países exportadores de matérias-primas poderão mesmo beneficiar do atual contexto.</p>
<p>Os estrategas alertam também para uma deterioração crescente da credibilidade das políticas monetárias e orçamentais em várias economias desenvolvidas. Desde a pandemia de Covid-19, os governos têm mantido elevados défices públicos e os bancos centrais políticas relativamente acomodatícias, o que contribuiu para que as expectativas de inflação de médio prazo se mantenham acima das metas oficiais em mercados como o Japão, Reino Unido e Estados Unidos.</p>
<p>Para os investidores, a Wellington considera que a credibilidade das políticas económicas está a tornar-se um fator cada vez mais relevante na avaliação dos ativos financeiros. Países como Japão, Reino Unido, França e Estados Unidos deverão estar particularmente sob escrutínio dos mercados.</p>
<p>Num cenário mais extremo, a gestora alerta para o risco de se repetirem dinâmicas semelhantes às observadas durante a crise petrolífera da década de 1970, quando alguns países perderam o controlo da inflação e registaram um desempenho muito fraco dos mercados financeiros. Embora reconheçam que o choque atual ainda está longe da dimensão observada há cerca de 50 anos, os especialistas admitem que esse risco poderá aumentar caso o conflito entre os EUA e o Irão se prolongue mais do que os investidores atualmente antecipam.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780672]]></sapo:autor>
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		<title>Sánchez nega &#8220;corrupção generaliza&#8221; apesar de &#8220;caso grave e flagrante&#8221; de ex-ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, reconheceu hoje "um caso flagrante e grave de corrupção" com antigos dirigentes do Partido Socialista Espanhol (PSOE), que disse desconhecer e que "nunca teria tolerado", e reiterou que vai continuar a governar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, reconheceu hoje &#8220;um caso flagrante e grave de corrupção&#8221; com antigos dirigentes do Partido Socialista Espanhol (PSOE), que disse desconhecer e que &#8220;nunca teria tolerado&#8221;, e reiterou que vai continuar a governar.</p>
<p>&#8220;Um caso flagrante e grave de corrupção&#8221; de pessoas &#8220;que se aproveitaram do peso que tinham&#8221; no PSOE e no Governo &#8220;para ganhar dinheiro&#8221;, mas não há financiamento ilegal no partido, disse Sánchez, referindo-se ao ex-ministro dos Transportes José Luis Ábalos, condenado esta semana a mais de 24 anos de prisão por corrupção com a compra de máscaras durante a pandemia, quando ainda estava no Governo.</p>
<p>Este caso das máscaras deu origem a outra investigação mais alargada, que ainda decorre, que envolve Ábalos e outro ex-dirigente do PSOE, Santos Cerdán, ambos considerados antigos &#8220;braços direitos&#8221; de Sánchez.</p>
<p>&#8220;Nunca conheci nem teria tolerado nenhuma destas práticas&#8221; e o PSOE e o Governo respeitam e acatam as sentenças conhecidas esta semana, disse hoje Sánchez, que falava no parlamento nacional, numa sessão agendada a seu pedido &#8220;para informar&#8221; os deputados &#8220;sobre a situação política relacionada com as últimas investigações judiciais conhecidas&#8221;.</p>
<p>O primeiro-ministro e líder do PSOE disse ser &#8220;plenamente consciente&#8221; de que as últimas semanas em Espanha foram marcadas por &#8220;uma corrente de notícias judiciais&#8221; que causam &#8220;legítima preocupação e confusão&#8221;, mas em que se misturam processos muito diferentes, alguns com fundamento e outros falsos e baseados &#8220;em rumores e meias verdades&#8221;, que atores políticos e mediáticos &#8220;tentam comparar&#8221;, para confundir e gerar &#8220;uma sensação de corrupção generalizada que não existe&#8221;.</p>
<p>Neste contexto, voltou a separar os casos confirmados ou em investigação que envolvem ex-dirigentes do PSOE dos da mulher e do irmão, Begoña Gómez e David Sánchez, respetivamente, que considera serem vítimas de &#8220;uma série de ações&#8221; para enfraquecer o Governo e o próprio primeiro-ministro, que têm por trás campanhas de desinformação e associações ligadas à extrema-direita e de que se aproveitam alguns partidos.</p>
<p>Tanto no caso de Begoña Gómez como no de David Sánchez, o Ministério Público considerou não haver matéria para julgamento ou condenação e relatórios das investigações judiciais e policiais desmentiram acusações de que são alvo, sublinhou hoje o primeiro-ministro, que já tinha dito anteriormente, a propósito destes dois processos, que há &#8220;juízes que fazem política&#8221; em Espanha.</p>
<p>Reiterando que confia na justiça espanhola e que &#8220;a imensa maioria dos juízes&#8221; faz um &#8220;trabalho exemplar&#8221;, Sánchez pediu &#8220;à justiça que faça justiça&#8221; em todos os casos, incluindo no do ex-primeiro-ministro e antigo líder do PSOE José Luís Zapatero, indiciado por tráfico de influências e branqueamento de dinheiro num processo aberto para investigar o resgate público da companhia aérea Plus Ultra, em 2021.</p>
<p>Pedro Sánchez realçou hoje que Zapatero não ocupa qualquer cargo político há 15 anos e reiterou que o resgate da empresa foi legal e transparente, no contexto de ajudas excecionais concedidas por acusa da pandemia de covid-19, como certificaram instâncias nacionais e europeias.</p>
<p>Sobre Zapatero, considerou que &#8220;não pode haver ainda conclusões&#8221;, por a investigação estar numa fase inicial, mas reiterou confiança na declaração de inocência do ex-líder socialista.</p>
<p>Sublinhando que o PSOE e o Governo atuaram &#8220;desde o primeiro minuto&#8221; perante suspeitas de corrupção que envolviam ex-dirigentes, nomeadamente com a suspensão e expulsão do partido ou pondo em marcha medidas &#8220;de supervisão e prevenção&#8221; da corrupção, Sánchez, que tem ouvido reiterados pedidos de demissão e de antecipação das eleições previstas para 2027, voltou hoje a afirmar que pretende continuar a Governar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780669]]></sapo:autor>
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		<title>PSI mantém tendência de abertura e segue negativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:37:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O principal índice da bolsa de Lisboa, o PSI, mantinha a tendência de abertura e seguia em baixa mais de uma hora depois da abertura, num dia em que as bolsas europeias negoceiam sem rumo definido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O principal índice da bolsa de Lisboa, o PSI, mantinha a tendência de abertura e seguia em baixa mais de uma hora depois da abertura, num dia em que as bolsas europeias negoceiam sem rumo definido.</p>
<p>Pelas 09:20 em Lisboa, das 16 cotadas,10 recuavam e três avançavam face a abertura.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a Navigator, a Jerónimo Martins e a EDP Renováveis mantinham a sua cotação em, respetivamente, 3,42, 17,47 e 13,55 euros.</p>
<p>As perdas eram lideradas pela Corticeira Amorim, que descia 0,93% para 6,36 euros, sendo seguida pela Mota-Engil, que perdia 0,85% para 4,65 euros, e pelos CTT, com uma descida de 0,84% para 5,87 euros.</p>
<p>No &#8216;vermelho&#8217; estavam ainda o BCP (-0,77% para 1,03 euros), a Teixeira Duarte (-0,75% para 0,53 euros), a Semapa (-0,69% para 21,55 euros) e a NOS (-0,66% para 5,25 euros).</p>
<p>Com perdas mais modestas seguiam a Ibersol (-0,40% para 9,96 euros), a Galp (-0,37% para 18,63 euros) e a EDP (-0,23% para 4,43 euros).</p>
<p>Em sentido inverso, a Altri era a cotada com maior crescimento, ao avançar 0,31% para 4,89 euros por ação, sendo acompanhada pela Sonae e pela REN, que cresciam, respetivamente, 0,25% par 2,03 euros e 0,14% para 3,66 euros.</p>
<p>As principais bolsas europeias abriram hoje sem sentido definido, num dia que continuará marcado pela evolução do setor tecnológico e das negociações entre Estados Unidos da América e Irão.</p>
<p>O desempenho europeu segue um dia menos bom para Wall Street, em que o índice das tecnológicas voltou a cair, na ordem dos 2,21%. O S&amp;P 500 recuou 1,44% e o Dow Jones baixou 0,09%.</p>
<p>Os mercados continuam atentos ao Médio Oriente e às negociações de paz entre Estados Unidos da América e Irão.</p>
<p>A potencial resolução deste conflito, que tem tido um impacto em hidrocarbonetos como o petróleo, devido ao encerramento do estreito de Ormuz, leva hoje o barril de Brent para entrega em agosto a uma nova descida e a aproximar-se dos 76 dólares.</p>
<p>Já o texano WTI desce 0,94% para 72,5 dólares.</p>
<p>O euro continua a descer e negoceia a 1,135 dólares, enquanto o ouro recua 0,56% para 4.087,11 dólares e a bitcoin avança 0,14% para 62.736,31 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780668]]></sapo:autor>
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		<title>Tribunal de Contas rejeita responsabilidades no atraso e custo do Hospital Oriental Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 08:37:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas rejeitou hoje responsabilidades no atraso e no custo do futuro Hospital Oriental de Lisboa, diz que deu o visto em 27 dias úteis e que precisou de diversos esclarecimentos para suprir "falhas e ilegalidades".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Contas rejeitou hoje responsabilidades no atraso e no custo do futuro Hospital Oriental de Lisboa, diz que deu o visto em 27 dias úteis e que precisou de diversos esclarecimentos para suprir &#8220;falhas e ilegalidades&#8221;.</p>
<p>Numa nota de esclarecimento hoje divulgada, o Tribunal de Contas (TdC) explica que se tratou de um contrato de &#8220;elevada complexidade&#8221;, de valor global superior a 800 milhões de euros e com uma vigência de 30 anos, que lhe chegou em 21 de fevereiro de 2024 e recebeu o visto a 28 de maio do mesmo ano.</p>
<p>Recorda que o procedimento de contratação pública se iniciou há nove anos, em 2017, e que a aprovação da minuta do contrato pelas partes ocorreu apenas em janeiro de 2024.</p>
<p>O esclarecimento do TdC surge depois de, no dia 15 de junho, numa conferência organizada pelo Diário de Notícias, o ministro adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, ter afirmado que o projeto do novo hospital foi atrasado &#8220;em anos&#8221; e vai custar &#8220;mais 164 milhões de euros&#8221; por causa do TdC e do atual mecanismo do visto prévio.</p>
<p>No âmbito do processo de fiscalização prévia, o TdC diz que fez três pedidos de esclarecimento e de documentos para &#8220;suprir falhas e ilegalidades&#8221;, pois o processo chegou ao tribunal sem o preço contratual e a autorização ministerial, não identificava o gestor do contrato e havia &#8220;cláusulas modificativas&#8221; que violavam o Código dos Contratos Públicos.</p>
<p>O visto acabou concedido &#8220;com a recomendação de melhor garantir os princípios da concorrência e igualdade entre os concorrentes em futuros procedimentos em que haja alteração das condições contratuais por força de mecanismos de financiamento europeu&#8221;, refere a nota hoje divulgada.</p>
<p>O TdC diz que deixou ainda um alerta para a necessidade de &#8220;isolamento sísmico de base&#8221; e de um &#8220;sistema rigoroso e eficaz de monitorização do projeto de estruturas e fundações&#8221;.</p>
<p>No documento em que anunciou que concederia o visto prévio, em maio de 2024, o TdC transmite &#8220;uma firme, incisiva e solene advertência à entidade fiscalizada&#8221;, obrigando-a &#8212; tendo em conta os princípios da &#8220;boa administração&#8221; e da &#8220;tutela do interesse financeiro do Estado&#8221; &#8211; a incluir no projeto de execução da obra a solução de sistema de isolamento de base contra sismos.</p>
<p>Adianta que não cabe ao TdC, em sede de fiscalização da legalidade, pronunciar-se sobre a adequação técnica de projetos, mas faz parte da sua competência aplicar as regras e princípios que permitam aferir da legalidade dos contratos submetidos.</p>
<p>No final da nota de esclarecimento hoje divulgada, o TdC insiste que não tem responsabilidades quanto ao tempo decorrido entre a concessão do visto e o início da execução da obra, nem quanto aos custos associados.</p>
<p>O processo do novo Hospital Oriental de Lisboa remonta a 2017, com o concurso a ser publicado no Jornal Oficial da União Europeia em dezembro desse ano. A adjudicação acabou por acontecer apenas em julho de 2022 e a minuta do contrato foi aprovada em janeiro de 2024, com o contrato outorgado no mês seguinte.</p>
<p>Ou seja, quando o contrato foi enviado para o TdC já tinha sofrido reescalonamentos de despesa, incluindo uma alteração ao modelo de financiamento da parceria público-privada decorrente da incorporação de financiamento do PRR, no montante máximo de 100 milhões de euros, o que aumentou a complexidade do processo.</p>
<p>Num despacho publicado em abril deste ano, o Governo designou uma comissão para negociar o contrato de gestão do hospital, depois de os atrasos na obra terem ditado a perda dos 100 milhões de euros do PRR que estavam destinados a financiar parte das intervenções previstas no contrato celebrado com a Mota-Engil.</p>
<p>O Hospital Oriental de Lisboa, a construir em Marvila, vai substituir seis unidades de saúde &#8211; os hospitais de São José, Santa Marta, Capuchos, D. Estefânia e Curry Cabral, bem como a Maternidade Alfredo da Costa.</p>
<p>Segundo a informação disponível no &#8216;site&#8217; da Mota Engil, que está a construir o hospital, a unidade vai ter capacidade instalada de 849 camas, podendo ser expandida até 1.065 em situações de contingência.</p>
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