<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Fri, 29 May 2026 15:25:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Governo diz que tempo de espera nas filas no aeroporto de Lisboa baixou 50%</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-diz-que-tempo-de-espera-nas-filas-no-aeroporto-de-lisboa-baixou-50/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/governo-diz-que-tempo-de-espera-nas-filas-no-aeroporto-de-lisboa-baixou-50/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 15:25:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[aeroporto de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Pinto Luz]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769903</guid>

					<description><![CDATA[O Governo anunciou hoje uma redução de 50% no tempo de espera nas filas do controlo de fronteiras no aeroporto de Lisboa, no primeiro dia de reforço de meios humanos e técnicos naquela infraestrutura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo anunciou hoje uma redução de 50% no tempo de espera nas filas do controlo de fronteiras no aeroporto de Lisboa, no primeiro dia de reforço de meios humanos e técnicos naquela infraestrutura.</p>
<p>&#8220;Os números que temos, no pico da manhã, [apontam para] 50% menos do tempo de espera em fila&#8221;, afirmou o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, no aeroporto de Lisboa, onde esteve acompanhado pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves.</p>
<p>À margem das declarações, o presidente executivo da ANA &#8212; Aeroportos de Portugal, Thierry Ligonnière, detalhou à Lusa que a avaliação feita hoje apontava para &#8220;cerca de 13 minutos de espera nas partidas&#8221; e &#8220;um bocadinho menos de uma hora nas chegadas&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/governo-diz-que-tempo-de-espera-nas-filas-no-aeroporto-de-lisboa-baixou-50/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769903]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Detidos por corrupção na Águas de Gaia em silêncio perante juiz de instrução</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/detidos-por-corrupcao-na-aguas-de-gaia-em-silencio-perante-juiz-de-instrucao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/detidos-por-corrupcao-na-aguas-de-gaia-em-silencio-perante-juiz-de-instrucao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 15:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Águas de Gaia]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769895</guid>

					<description><![CDATA[Os 13 detidos na operação "Águas Turvas", que investiga um alegado esquema de corrupção na empresa municipal Águas de Gaia (ADGaia), remeteram-se hoje ao silêncio no primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Instrução Criminal do Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os 13 detidos na operação &#8220;Águas Turvas&#8221;, que investiga um alegado esquema de corrupção na empresa municipal Águas de Gaia (ADGaia), remeteram-se hoje ao silêncio no primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Instrução Criminal do Porto.</p>
<p>Fonte judicial explicou à agência Lusa que nenhum dos arguidos quis prestar declarações perante o juiz de instrução criminal, seguindo-se agora a fase em que o Ministério Público vai promover as medidas de coação que entende ser adequadas a cada um dos arguidos.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, as medidas de coação serão conhecidas entre segunda e terça-feira, devendo os arguidos permanecer detidos até lá.</p>
<p>Os 13 detidos são sete funcionários da ADGaia, três dos quais com cargos de chefia, um ex-funcionário e cinco empresários ligados à construção civil e à venda de materiais.</p>
<p>&#8220;A investigação, em curso há cerca de 17 meses, incide sobre um amplo esquema organizado de criminalidade económico-financeira, desenvolvido através da conjugação de esforços entre empresários do setor privado e funcionários da Empresa Municipal Águas de Gaia (ADGaia), com poderes decisórios relevantes no âmbito da contratação pública e sua respetiva execução&#8221;, adiantou a Polícia Judiciária (PJ) na terça-feira, dia das detenções, em comunicado.</p>
<p>O Ministério Público (MP) sustenta que os sete funcionários da Águas de Gaia detidos manipularam, alegadamente, dezenas de contratos para adjudicação ao mesmo empreiteiro em troca de dinheiro, eletrodomésticos, compras, jantares, férias, obras em casa e consultas médicas.</p>
<p>Um despacho judicial, a que a agência Lusa teve anteriormente acesso, refere que, entre 2009 e 03 de fevereiro de 2026, um empresário da construção, outro dos 13 detidos, teve a adjudicação de 98 contratos públicos, de quase 11 milhões de euros, 81 deles celebrados com a ADGAIA, tendo emitido faturas à empresa municipal no montante global de cerca de 8,5 milhões de euros.</p>
<p>A investigação diz que em 2024 e em 2025 este empreiteiro faturou à ADGaia cerca de 1,8 milhões de euros, representando 73% da sua faturação total, acrescentando que, nestes dois anos, o arguido efetuou levantamentos bancários superiores a 45 mil euros, para supostos pagamentos em numerários aos funcionários detidos, alguns dos quais diretores.</p>
<p>O despacho indica que o empresário pagou almoços e jantares aos funcionários com o objetivo de, alegadamente, os recompensar e para continuar a ser beneficiado em futuras adjudicações.</p>
<p>Quanto ao ex-funcionário da ADGaia detido, a investigação apurou que, em março de 2024, o suspeito, à data diretor da Direção das Águas e Abastecimento (DAA), constituiu uma sociedade à qual se dedicou plenamente a partir de maio de 2025, quando se aposentou.</p>
<p>Segundo o MP, esta sociedade não tem qualquer estrutura empresarial minimamente compatível com o exercício regular de uma atividade económica, não dispondo de trabalhadores nem de meios materiais ou logísticos.</p>
<p>Em 2024 e 2025 esta sociedade apresentou um volume de faturação de quase 1,94 milhões de euros e foi, acredita a investigação, constituída com o propósito de, através dela, o suspeito receber fundos financeiros, que lhe foram pagos por empresários detidos, como contrapartida da manipulação e favorecimento dessas empresas nos procedimentos concursais lançados por DAA, por si gerida até 15 de maio de 2025.</p>
<p>Após se aposentar, a investigação diz que o suspeito manteve a sua esfera de influência e contactos sobre alguns funcionários, particularmente sobre três dos suspeitos.</p>
<p>Em causa está a prática de crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, abuso de poder e branqueamento.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/detidos-por-corrupcao-na-aguas-de-gaia-em-silencio-perante-juiz-de-instrucao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769895]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Trump deve tomar hoje &#8220;decisão final&#8221; sobre acordo de paz</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-irao-trump-deve-tomar-hoje-decisao-final-sobre-acordo-de-paz/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-irao-trump-deve-tomar-hoje-decisao-final-sobre-acordo-de-paz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 15:23:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769904</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano deve tomar hoje uma decisão final sobre o acordo de paz em discussão com o Irão, anunciou o próprio Donald Trump na sua rede social.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O Presidente norte-americano deve tomar hoje uma decisão final sobre o acordo de paz em discussão com o Irão, anunciou o próprio Donald Trump na sua rede social.</P><br />
<P>&#8220;Vou ter agora uma reunião na &#8216;situtation room&#8217; [uma sala ultra-segura na Casa Branca] para tomar uma decisão final&#8221;, escreveu Trump.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-irao-trump-deve-tomar-hoje-decisao-final-sobre-acordo-de-paz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769904]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mais leve, mais aerodinâmico e mais frio: conheça o GP25 EVO, o elétrico do Técnico para vencer em Goodwood</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mais-leve-mais-aerodinamico-e-mais-frio-conheca-o-gp25-evo-o-eletrico-do-tecnico-para-vencer-em-goodwood/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mais-leve-mais-aerodinamico-e-mais-frio-conheca-o-gp25-evo-o-eletrico-do-tecnico-para-vencer-em-goodwood/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 15:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Goodwood Motor Circuit]]></category>
		<category><![CDATA[GP25 EVO]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[tecnico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769892</guid>

					<description><![CDATA[Com mais de uma década de história e seis protótipos já desenvolvidos, a equipa de estudantes da Universidade de Lisboa chega à sua sétima criação com a ambição de repetir o feito alcançado em 2023]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os alunos do Instituto Superior Técnico apresentaram o GP25 EVO, o novo protótipo automóvel elétrico do Projeto de Sustentabilidade Energética Móvel (PSEM), desenvolvido com o objetivo de regressar ao topo da competição internacional Greenpower, cuja final se realiza em outubro, no Goodwood Motor Circuit, em Inglaterra.</p>
<p>Com mais de uma década de história e seis protótipos já desenvolvidos, a equipa de estudantes da Universidade de Lisboa chega à sua sétima criação com a ambição de repetir o feito alcançado em 2023, quando se tornou a primeira equipa não-britânica a vencer o campeonato internacional absoluto da Greenpower, então com o protótipo GP23.</p>
<p>O novo GP25 EVO é apresentado pelo PSEM como o protótipo mais eficiente alguma vez criado pela equipa, com melhorias relevantes na aerodinâmica, no arrefecimento do motor, na redução de peso e na capacidade de monitorização em pista.</p>
<p>“Este será, sem dúvida, o melhor protótipo da história da Greenpower”, afirma Pedro Silva, team leader do PSEM, sublinhando a confiança da equipa no novo modelo.</p>

<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0434.jpg'><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0434-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0434-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0434-75x75.jpg 75w" /></a>
<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0355.jpg'><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0355-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0355-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0355-75x75.jpg 75w" /></a>
<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0282.jpg'><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0282-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0282-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0282-75x75.jpg 75w" /></a>
<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0413.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0413-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0413-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0413-75x75.jpg 75w" /></a>
<a href='https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0460.jpg'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0460-600x600.jpg" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0460-600x600.jpg 600w, https://executivedigest.b-cdn.net/wp-content/uploads/2026/05/TLC_0460-75x75.jpg 75w" /></a>

<p>Mais leve, mais aerodinâmico e preparado para resistência</p>
<p>O GP25 EVO foi desenvolvido para provas de resistência e consegue registar uma velocidade média de cerca de 66 km/h em pista. O chassis em fibra de carbono foi produzido numa única infusão, uma solução que permite reduzir erros, garantir melhor alinhamento e controlar com maior precisão o peso final.</p>
<p>A estrutura distingue-se ainda por ser, segundo o PSEM, a única da competição Greenpower com forma curva, uma escolha de produção mais complexa, mas que contribui para reduzir em 11% a massa total do protótipo.</p>
<p>A carroçaria é também a mais avançada já desenvolvida pela equipa, permitindo uma redução de cerca de 19% no arrasto total do veículo. O efeito esperado é direto: maior eficiência, melhor estabilidade e mais velocidade em curva, fatores decisivos numa competição em que cada detalhe pode influenciar o desempenho final.</p>
<p><strong>Motor mais frio e telemetria em tempo real</strong></p>
<p>Outro ponto de evolução está no sistema de refrigeração. O novo protótipo consegue reduzir em 12 graus Celsius a temperatura do motor, que se mantém estável nos 33 graus durante corridas de resistência de uma hora. Esta melhoria aumenta a fiabilidade dos componentes e permite à equipa gerir melhor o desempenho ao longo da prova.</p>
<p>A cablagem foi totalmente otimizada e o sistema de telemetria recebeu melhorias para permitir uma monitorização mais precisa em tempo real. A equipa consegue acompanhar variáveis críticas como rotações por minuto, tensão e corrente elétrica, ajustando a estratégia de corrida com base em dados recolhidos em pista.</p>
<p><strong>A última corrida na Greenpower antes do salto para os carros solares</strong></p>
<p>A temporada de 2026 terá também um significado especial para o PSEM. Depois de dez anos dedicados à mobilidade elétrica na Greenpower, esta será a última participação da equipa portuguesa na competição britânica.</p>
<p>O próximo capítulo já está definido: a entrada no iLumen Solar Challenge, a única corrida de carros solares do mundo com 24 horas de duração contínua. Em 2028, no Circuito de Zolder, na Bélgica, os estudantes do Técnico querem tornar-se a primeira equipa portuguesa a representar o país numa competição internacional de carros solares.</p>
<p>O trabalho para essa nova fase já começou. O primeiro protótipo solar português deverá ter cerca de quatro metros de comprimento, painéis solares de última geração e capacidade para atingir uma velocidade máxima de 120 km/h.</p>
<p>Com o GP25 EVO, a equipa do Técnico fecha um ciclo de mobilidade elétrica com ambição competitiva e abre caminho para um desafio mais exigente. Goodwood será o último grande teste antes de o PSEM trocar a eficiência elétrica pela resistência solar.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mais-leve-mais-aerodinamico-e-mais-frio-conheca-o-gp25-evo-o-eletrico-do-tecnico-para-vencer-em-goodwood/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769892]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PRR: Mais 185 M€ pagos e 478 candidaturas aprovadas na última semana</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/prr-mais-185-me-pagos-e-478-candidaturas-aprovadas-na-ultima-semana/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/prr-mais-185-me-pagos-e-478-candidaturas-aprovadas-na-ultima-semana/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 15:11:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[PRR]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769878</guid>

					<description><![CDATA[Este valor corresponde a 57% do montante contratado e a 58% do aprovado, segundo o último relatório de monitorização]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) pagou mais 185 milhões de euros aos seus beneficiários na última semana, com o total a ascender agora a 12.651 milhões de euros, e aprovou 478 candidaturas, foi anunciado.</p>
<p>Este valor corresponde a 57% do montante contratado e a 58% do aprovado, segundo o último relatório de monitorização.</p>
<p>A execução do plano segue nos 61%.</p>
<p>Com os maiores valores recebidos continuam a aparecer as empresas (4.378 milhões de euros), as entidades públicas (2.661 milhões de euros) e as autarquias e áreas metropolitanas (1.976 milhões de euros).</p>
<p>Seguem-se as empresas públicas (1.374 milhões de euros), as escolas (628 milhões de euros), as instituições do ensino superior (533 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (432 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (349 milhões de euros) e as famílias (320 milhões de euros).</p>
<p>Por sua vez, as aprovações de projetos estão em 24.915 milhões de euros, acima dos 24.735 milhões de euros anteriormente reportados.</p>
<p>A liderar as aprovações de projetos estão as empresas (8.445 milhões de euros), seguidas pelas entidades públicas (4.927 milhões de euros) e pelas autarquias e áreas metropolitanas (4.724 milhões de euros).</p>
<p>Destacam-se ainda as empresas públicas (2.741 milhões de euros) e as instituições do ensino superior (1.006 milhões de euros).</p>
<p>Abaixo disto estão as escolas (992 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (867 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (736 milhões de euros) e as famílias (478 milhões de euros).</p>
<p>Até esta quarta-feira, o PRR recebeu 514.381 candidaturas, sendo que 480.044 foram analisadas.</p>
<p>Já as candidaturas aprovadas estão em 381.855, mais 478.</p>
<p>O PRR pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.</p>
<p>Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/prr-mais-185-me-pagos-e-478-candidaturas-aprovadas-na-ultima-semana/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769878]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo pede a Bruxelas autorização para suspender controlo biométrico nas fronteiras se necessário</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-pede-a-bruxelas-autorizacao-para-suspender-controlo-biometrico-nas-fronteiras-se-necessario/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/governo-pede-a-bruxelas-autorizacao-para-suspender-controlo-biometrico-nas-fronteiras-se-necessario/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 15:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[controlo biométrico]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769881</guid>

					<description><![CDATA[Portugal acionou junto das instituições europeias o mecanismo legal que permite suspender a recolha de dados biométricos nos aeroportos em situações de grande demora no controlo de fronteiras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal acionou junto das instituições europeias o mecanismo legal que permite suspender a recolha de dados biométricos nos aeroportos em situações de grande demora no controlo de fronteiras. </P><br />
<P>A confirmação foi feita pelo ministro da Administração Interna, Luís Neves, no aeroporto de Lisboa, no dia da entrada em funcionamento de um reforço de meios humanos e técnicos no controlo de fronteiras.</P><br />
<P>Questionado sobre a notícia da SIC que dava conta que Portugal tinha notificado Bruxelas para suspender o controlo de dados biométricos, Luís Neves respondeu tratar-se do &#8220;cumprimento da lei&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que permite a lei é, em situações de facto de grande demora, que haja a suspensão da recolha de dados biométricos, o que não põe em causa a segurança nem do país, nem da União Europeia&#8221;, afirmou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/governo-pede-a-bruxelas-autorizacao-para-suspender-controlo-biometrico-nas-fronteiras-se-necessario/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769881]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>A aldeia alemã que paga eletricidade quase a preço de saldo enquanto a Europa sofre com Ormuz</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-aldeia-alema-que-paga-eletricidade-quase-a-preco-de-saldo-enquanto-a-europa-sofre-com-ormuz/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/a-aldeia-alema-que-paga-eletricidade-quase-a-preco-de-saldo-enquanto-a-europa-sofre-com-ormuz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 15:08:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Feldheim]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769866</guid>

					<description><![CDATA[O segredo está num modelo raro de autossuficiência energética local]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando a crise de Ormuz voltou a pressionar os preços da energia na Europa, muitas famílias sentiram o impacto nas contas de eletricidade e aquecimento. Mas em Feldheim, uma pequena aldeia no leste da Alemanha, a cerca de 80 quilómetros de Berlim, os moradores praticamente não deram pelo choque. Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, pagam apenas 12 cêntimos por quilowatt-hora de eletricidade.</p>
<p>O segredo está num modelo raro de autossuficiência energética local. Os cerca de 130 habitantes de Feldheim obtêm eletricidade e aquecimento a partir de turbinas eólicas instaladas nos arredores da aldeia, de uma central de biogás alimentada por silagem de milho e estrume locais, de um parque solar construído num antigo terreno militar soviético e de uma caldeira de aparas de madeira usada como apoio.</p>
<p>O resultado é uma aldeia que produz muito mais energia do que consome. A &#8216;DW&#8217; recorda que menos de 1% da eletricidade produzida localmente é usada pelos habitantes de Feldheim, sendo o restante injetado na rede nacional. A vila produz centenas de milhões de quilowatts-hora por ano e conseguiu manter os custos relativamente estáveis mesmo durante a crise energética provocada pela guerra da Rússia contra a Ucrânia.</p>
<p>Uma bateria de dez megawatts, parcialmente financiada pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, ajuda a estabilizar a rede local quando as condições meteorológicas mudam. Mas o ponto decisivo foi outro: Feldheim construiu a sua própria rede elétrica, depois de as grandes empresas de serviços públicos se recusarem a participar no projeto.</p>
<p><strong>A independência que baixou a fatura</strong></p>
<p>A história começou nos anos 1990, quando Michael Raschemann, então estudante de engenharia e hoje diretor da Energiequelle, viu potencial na localização da aldeia. Feldheim fica numa zona ligeiramente elevada, com boas condições de vento, e tinha uma linha de transmissão próxima.</p>
<p>O projeto começou com quatro turbinas eólicas e cresceu lentamente, com envolvimento direto da comunidade. Moradores, Governo local e cooperativa agrícola participaram na escolha dos locais das turbinas, de forma a reduzir impactos como sombras sobre as casas.</p>
<p>Mais tarde, a cooperativa agrícola juntou-se à Energiequelle para criar uma central de biogás. A instalação passou a transformar estrume, milho e cereais triturados em eletricidade e calor, capturando metano que, de outra forma, escaparia para a atmosfera. O sistema foi depois completado com energia solar, armazenamento em bateria e aquecimento a partir de madeira.</p>
<p>A grande viragem chegou quando a Energiequelle tentou comprar a rede elétrica local e não conseguiu. A solução foi construir uma rede nova em 2010. As famílias contribuíram com 3 mil euros cada, somando esse investimento a apoios públicos estaduais e europeus para criar também uma rede própria de aquecimento. Entre as cerca de 180 ‘vilas de bioenergia’ da Alemanha, Feldheim é a única com um sistema totalmente independente de eletricidade e aquecimento renováveis, segundo a &#8216;DW&#8217;.</p>
<p><strong>Energia dos campos para as casas</strong></p>
<p>Para Raschemann, o caso de Feldheim mostra que a autossuficiência energética pode funcionar quando a escala é certa e a comunidade beneficia diretamente do que produz.</p>
<p>“Pequenas aldeias como Feldheim ganham verdadeiramente vida, no melhor sentido, quando podem beneficiar diretamente da energia que produzem”, afirma, citado pela &#8216;Euronews&#8217;. Ao contrário das grandes cidades, acrescenta, pequenas comunidades rurais têm mais margem para se aproximarem de um modelo local de produção e consumo.</p>
<p>O responsável defende que a experiência envia um sinal claro: é possível levar energia “diretamente dos campos para as casas das pessoas” de forma rápida, acessível e economicamente viável.</p>
<p>A comparação com o resto da Alemanha ajuda a explicar a diferença. Durante o auge da crise energética, o preço médio da eletricidade na Alemanha chegou a cerca de 45 cêntimos por quilowatt-hora. Hoje, muitos consumidores alemães pagam em torno de 35 cêntimos. Em Feldheim, a tarifa local mantém-se nos 12 cêntimos.</p>
<p><strong>Porque não se replica em todo o lado?</strong></p>
<p>O modelo de Feldheim tem limites. A própria &#8216;Euronews&#8217; sublinha que o sucesso depende de vários fatores: boa localização, pequena dimensão, coesão comunitária, investidores disponíveis e apoio político nacional e europeu.</p>
<p>A aldeia é pequena, as distâncias entre produção e consumo são curtas e a cooperativa agrícola tem forte confiança local. Esse ambiente facilitou decisões que noutras zonas seriam mais difíceis, sobretudo em comunidades maiores, menos coesas ou com maior oposição a turbinas eólicas.</p>
<p>A &#8216;DW&#8217; destaca precisamente esse ponto: projetos semelhantes de microrredes renováveis existem noutros locais, como a ilha de Eigg, na Escócia, ou a ilha Kodiak, no Alasca, mas levar o conceito para cidades maiores seria muito mais complexo.</p>
<p>Ainda assim, Feldheim deixa uma lição clara para a transição energética europeia: a aceitação local cresce quando os moradores percebem benefícios diretos. Não basta instalar turbinas ou painéis solares; é preciso que a comunidade sinta que a produção local reduz custos, cria valor e não serve apenas para alimentar uma rede distante.</p>
<p><strong>A aldeia que escapou ao choque energético</strong></p>
<p>Feldheim não é uma solução universal para a crise energética europeia. Grandes cidades não podem replicar facilmente uma aldeia de 130 habitantes cercada por espaço agrícola e boas condições de vento. Mas o exemplo mostra o que pode acontecer quando produção renovável, rede local, armazenamento e participação comunitária avançam em conjunto.</p>
<p>O modelo também enfrenta desafios. Os subsídios da central de biogás estão a expirar e será necessário substituir, no futuro, algumas turbinas por equipamentos mais potentes. Mesmo numa aldeia energeticamente independente, a transição exige investimento contínuo.</p>
<p>Mas há um dado difícil de ignorar: quando os choques globais fazem subir a energia, Feldheim continua a pagar uma das eletricidades mais baratas da Alemanha. Num continente à procura de segurança energética, essa pequena aldeia alemã tornou-se uma demonstração prática de que a independência local pode valer mais do que muitos discursos sobre autonomia europeia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/a-aldeia-alema-que-paga-eletricidade-quase-a-preco-de-saldo-enquanto-a-europa-sofre-com-ormuz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769866]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Governo quer dotar todas as regiões de capacidade para acolher grandes investimentos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-quer-dotar-todas-as-regioes-de-capacidade-para-acolher-grandes-investimentos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/governo-quer-dotar-todas-as-regioes-de-capacidade-para-acolher-grandes-investimentos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Castro Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769844</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Economia e da Coesão Territorial disse hoje que o país só tem capacidade para acolher indústrias de grande dimensão em Sines, defendendo que é preciso criar alternativas por todo o território.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Economia e da Coesão Territorial disse hoje que o país só tem capacidade para acolher indústrias de grande dimensão em Sines, defendendo que é preciso criar alternativas por todo o território.</P><br />
<P>&#8220;É verdade que hoje só temos uma grande área industrial no país, que é em Sines. Eu vejo isso sempre que há investimento direto estrangeiro, pensamos onde é que podemos colocar esta empresa e a resposta é Sines. Ora, não podemos continuar a mandar tudo para Sines, até porque Sines já não tem capacidade para acolher grandes empresas&#8221;, disse Castro Almeida.</P><br />
<P>O ministro falava aos jornalistas à margem da sessão de encerramento do seminário de lançamento da Estratégia NORTE 2040 que irá orientar a visão de desenvolvimento da região Norte e contribuir para a preparação do futuro quadro comunitário de apoio pós-2027.</P><br />
<P>Castro Almeida referiu que a solução não passa por ampliar Sines, mas sim por &#8220;criar outros sines mais pequenos noutros pontos do país&#8221;.</P><br />
<P>No caso da região Norte, o ministro disse que o objetivo é criar duas médias ou grandes áreas de acolhimento empresarial, que estão previstas no PTRR (Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência), com áreas compreendidas entre os três e os oito quilómetros quadrados, uma no litoral e outra no interior.</P><br />
<P>Castro Almeida referiu ainda que ao nível do planeamento das regiões para a próxima década a prioridade deve ser aproximar o nível de rendimento das pessoas, considerando que em termos de infraestruturas está quase tudo feito.</P><br />
<P>&#8220;Fizeram-se tantas infraestruturas nos últimos anos e bem, foi onde Portugal mudou, não foi no rendimento dos portugueses, foi no nível das infraestruturas (&#8230;) Não está tudo feito, mas está quase tudo feito. O que verdadeiramente falta é melhorar os rendimentos dos portugueses. É dirigir agora os recursos para o lado da produtividade. Isso passa muitíssimo pela aposta na inovação&#8221;, disse o governante.</P><br />
<P>Durante a sessão de encerramento, o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Norte, Álvaro Santos, realçou a importância deste momento, em que a região é chamada a decidir o seu futuro, apelando ao envolvimento das universidades e empresas e muito particularmente dos jovens, porque são eles que irão viver o impacto das decisões estratégicas que hoje começam a ser preparadas.</P><br />
<P>No seu discurso, Álvaro Santos alertou que não é possível responder aos grandes desafios contemporâneos através de &#8220;políticas uniformes, excessivamente centralizadas ou desligadas das especificidades territoriais&#8221;, defendendo políticas públicas capazes de reconhecer as diferenças entre os diversos territórios da região Norte e de construir respostas diferenciadas.</P><br />
<P>&#8220;O futuro constrói-se a partir das regiões. As políticas publicas executam-se nos territórios. E só se decide bem o que se conhece. Só se conhece estando perto&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Álvaro Santos realçou ainda a enorme relevância que assume o reforço do modelo de governação regional e o novo papel institucional da CCDR Norte decorrente da sua transformação em instituto público com competências reforçadas em áreas fundamentais como agricultura, ambiente, cultura, educação ou saúde.</P><br />
<P>&#8220;Esta transformação pode constituir uma oportunidade decisiva para melhorar a capacidade de planeamento e coordenação regional, mas também exige uma nova cultura de cooperação entre instituições, setores e territórios&#8221;, observou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/governo-quer-dotar-todas-as-regioes-de-capacidade-para-acolher-grandes-investimentos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769844]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Melo rejeita especulações e diz que processo de substituição dos F-16 ainda não está aberto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/melo-rejeita-especulacoes-e-diz-que-processo-de-substituicao-dos-f-16-ainda-nao-esta-aberto/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/melo-rejeita-especulacoes-e-diz-que-processo-de-substituicao-dos-f-16-ainda-nao-esta-aberto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:57:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[F-16]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Melo]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769838</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, rejeitou hoje especulações acerca da substituição dos caças F-16, que estão em fim de ciclo de vida, realçando que o processo ainda não foi aberto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, rejeitou hoje especulações acerca da substituição dos caças F-16, que estão em fim de ciclo de vida, realçando que o processo ainda não foi aberto.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, à margem da cerimónia do Dia das Operações de Paz e Humanitárias, que decorreu no Forte do Bom Sucesso, em Lisboa, Nuno Melo foi questionado acerca da substituição da esquadra nacional F-16, processo disputado entre os norte-americanos da Lockheed Martin (que produzem os F-35), os suecos da Saab (Gripen) e o consórcio europeu que inclui a Airbus (caças Eurofighters Typhoon).</P><br />
<P>&#8220;As capacidades em concreto podem ser europeias, como podem estar do outro lado do Atlântico. Há um conjunto de circunstâncias que têm de ser avaliadas e o Governo, num momento próprio, tomará essa decisão, porque essa decisão é da tutela, quanto a isso não haja nenhuma dúvida. Acontece que o processo ainda não começou e, portanto, tudo o que temos são especulações&#8221;, realçou.</P><br />
<P>Interrogado sobre se este investimento, que não integra os empréstimos europeus SAFE, estará incluído na Lei de Programação Militar (LPM), que será revista este ano, Nuno Melo deixou tudo em aberto.</P><br />
<P>&#8220;Vai estar na LPM ou fora da LPM dependendo desde logo também das conclusões de um grupo de trabalho que foi criado, e que tratará da revisão da LPM para este ano&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Questionado sobre se está em causa uma decisão complexa ao tentar equilibrar o investimento em Defesa europeu com a relação transatlântica de Portugal com os EUA, o ministro da Defesa realçou que quando estão em causa investimentos avultados nesta área de soberania, todas as decisões são complexas uma vez que o país tem &#8220;recursos que são escassos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tudo tem que ser avaliado: tem que ser avaliado na dimensão militar, tem que ser avaliado no contexto geopolítico, mas isso é teoria geral, vale para tudo, não tem que ver com uma capacidade em concreto&#8221;, completou.</P><br />
<P>Momentos antes, na cerimónia que assinalou o Dia das Operações de Paz e Humanitárias, e na qual participou o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, general Cartaxo Alves, Nuno Melo realçou que &#8220;Portugal não desiste do multilateralismo, mesmo quando ele está posto em causa, nem desiste de defender instituições que são o seu alicerce&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;E quando as circunstâncias são mais difíceis, Portugal empenha-se ainda mais. E a promoção da paz e da segurança são um compromisso firme e consistente do nosso país&#8221;, sublinhou o governante.</P><br />
<P>Nuno Melo destacou que &#8220;a promoção da paz e da segurança são um compromisso firme e consistente do país&#8221; e que &#8220;Portugal é, há muito, um contribuinte líquido e direto à sua escala para a segurança internacional&#8221;, através da participação em missões que vão &#8220;do Líbano à Namíbia, de Angola aos Balcãs, de Moçambique à intervenção decisiva em Timor-Leste, da Colômbia à República Centro-Africana, com capacetes azuis portugueses&#8221; e &#8220;também do Kosovo ao Afeganistão e Iraque&#8221;.</P><br />
<P>Deixando uma palavra de homenagem aos antigos combatentes, o ministro fez uma intervenção perante os militares dos três ramos em parada bastante sucinta, fazendo referência à manhã que já ia &#8220;longa ao sol&#8221; com vários militares a terem que ser retirados devido ao calor.</P><br />
<P>Antes, o presidente da Liga dos Combatentes, tenente-general Joaquim Chito Rodrigues, alertou que se vive um tempo de &#8220;profunda tentativa hegemónica dos mundos, o abandono de valores e regras internacionais, bem como a guerra, regressam com repercussões nefastas que nem reconhecem fronteiras&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Num mundo marcado por tensões diplomáticas crescentes e pelo risco de conflito verbal e real permanentes urge reafirmar a importância das missões de paz&#8221;, sublinhou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/melo-rejeita-especulacoes-e-diz-que-processo-de-substituicao-dos-f-16-ainda-nao-esta-aberto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769838]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Rússia avisa europeus após drone atingir Roménia: “Os sonhos de paz acabaram”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/russia-avisa-europeus-apos-drone-atingir-romenia-os-sonhos-de-paz-acabaram/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/russia-avisa-europeus-apos-drone-atingir-romenia-os-sonhos-de-paz-acabaram/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:29:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Dmitry Medvedev]]></category>
		<category><![CDATA[drone]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[roménia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769846</guid>

					<description><![CDATA[Incidente ocorreu durante a madrugada desta sexta-feira, quando um drone entrou no espaço aéreo romeno e acabou por atingir um edifício de habitação na cidade de Galati, perto da fronteira com a Ucrânia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente russo Dmitry Medvedev avisou os cidadãos da União Europeia de que “os sonhos de paz acabaram”, depois de um drone associado a um ataque russo contra a Ucrânia ter atingido um prédio residencial em Galati, na Roménia, provocando dois feridos. O alerta foi feito numa publicação dirigida aos europeus e citada pelo &#8217;20 Minutos&#8217;, num momento de forte tensão entre Moscovo, Bucareste e a NATO.</p>
<p>O incidente ocorreu durante a madrugada desta sexta-feira, quando um drone entrou no espaço aéreo romeno e acabou por atingir um edifício de habitação na cidade de Galati, perto da fronteira com a Ucrânia. As autoridades romenas atribuíram o aparelho à Rússia e indicaram que duas pessoas ficaram feridas, um caso particularmente grave por envolver vítimas em território de um Estado-membro da União Europeia e da NATO. </p>
<p>Medvedev, atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Federação Russa e conhecido por declarações agressivas nas redes sociais, não assumiu diretamente responsabilidade russa pelo incidente. Ainda assim, ligou episódios deste tipo à decisão dos líderes europeus de apoiarem Kiev na guerra contra Moscovo.</p>
<p>“Mantenham-se vigilantes e não se surpreendam com nada”, escreveu Medvedev, antes de acrescentar que “os sonhos de paz acabaram”. O antigo presidente russo disse ainda que os europeus “sabem a quem perguntar porquê”, numa referência aos líderes da União Europeia.</p>
<p><strong>Roménia fala em violação grave do espaço aéreo</strong></p>
<p>A Roménia condenou o episódio como uma violação grave do seu espaço aéreo e acusou a Rússia de escalar a tensão. Segundo Bucareste, o drone foi detetado por radar antes de atingir o prédio, tendo provocado uma explosão e danos no último piso de um edifício de dez andares. A Roménia acionou meios aéreos durante o incidente, incluindo F-16, mas o aparelho não foi intercetado antes do impacto.</p>
<p>A NATO condenou a ação e reiterou o compromisso de defender o território dos países aliados. O secretário-geral da Aliança, Mark Rutte, reafirmou o apoio à Roménia, enquanto Bucareste pediu reforço das capacidades antidrones no flanco oriental.</p>
<p><strong>Primeiro caso com feridos em zona residencial romena</strong></p>
<p>Desde o início da invasão russa da Ucrânia, em 2022, já tinham sido registadas várias violações do espaço aéreo romeno por drones ou fragmentos de drones ligados aos ataques contra infraestruturas ucranianas junto ao Danúbio. Mas este caso marca uma escalada por ter causado feridos numa área residencial de um país da NATO.</p>
<p>De acordo com a &#8216;Reuters&#8217;, é a primeira vez que um drone associado a ataques russos provoca feridos numa zona densamente povoada da Roménia desde o início da guerra. As vítimas terão sido uma mulher e uma criança, num episódio que reacende o debate sobre o risco de a guerra na Ucrânia transbordar para território aliado.</p>
<p><strong>Moscovo ainda sem resposta formal</strong></p>
<p>Até ao momento, Medvedev é o alto responsável russo que mais diretamente comentou o incidente. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, indicou que Vladimir Putin foi informado sobre os acontecimentos, mas Moscovo não assumiu responsabilidade pelo impacto do drone em Galati.</p>
<p>A Rússia tem rejeitado acusações semelhantes no passado, mesmo quando drones ou destroços atingiram países vizinhos da Ucrânia. Desta vez, porém, a reação de Medvedev não procurou baixar a tensão: pelo contrário, apresentou o incidente como consequência direta do envolvimento europeu no apoio militar e político a Kiev.</p>
<p>A mensagem é clara. Para Moscovo, os riscos para os europeus aumentarão enquanto a UE continuar a apoiar a Ucrânia. Para Bruxelas e para a NATO, o episódio reforça o alerta sobre a vulnerabilidade do flanco oriental e sobre a necessidade de responder a ataques que, mesmo quando dirigidos à Ucrânia, já começam a produzir vítimas dentro da União Europeia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/russia-avisa-europeus-apos-drone-atingir-romenia-os-sonhos-de-paz-acabaram/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769846]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndio em pesado de mercadorias obriga ao corte do trânsito na A1 na Feira</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendio-em-pesado-de-mercadorias-obriga-ao-corte-do-transito-na-a1-na-feira/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/incendio-em-pesado-de-mercadorias-obriga-ao-corte-do-transito-na-a1-na-feira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[a1]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769827</guid>

					<description><![CDATA[A Autoestrada n.º 1 (A1) foi hoje cortada ao trânsito no sentido norte-sul, ao quilómetro 274, junto à Zona Industrial de Roligo, em Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, devido a um incêndio num pesado de mercadorias, informou fonte da GNR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoestrada n.º 1 (A1) foi hoje cortada ao trânsito no sentido norte-sul, ao quilómetro 274, junto à Zona Industrial de Roligo, em Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, devido a um incêndio num pesado de mercadorias, informou fonte da GNR.</p>
<p>Segundo a mesma fonte a via está cortada desde cerca das 14:30, registando-se algum trânsito acumulado na zona,</p>
<p>A GNR recomenda que os condutores que circulam na A1 saiam no nó da Feira e voltem a entrar em Estarreja.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/incendio-em-pesado-de-mercadorias-obriga-ao-corte-do-transito-na-a1-na-feira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769827]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>RSI, desemprego e pensões sociais: o que está em causa na nova Prestação Social Única aprovada hoje pelo Governo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/rsi-desemprego-e-pensoes-sociais-o-que-esta-em-causa-na-nova-prestacao-social-unica-aprovada-hoje-pelo-governo/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/rsi-desemprego-e-pensoes-sociais-o-que-esta-em-causa-na-nova-prestacao-social-unica-aprovada-hoje-pelo-governo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:59:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769639</guid>

					<description><![CDATA[O Governo aprovou esta sexta-feira, em Conselho de Ministros, a Prestação Social Única, uma reforma prometida há quatro anos à Comissão Europeia e inscrita no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo aprovou esta sexta-feira, em Conselho de Ministros, a Prestação Social Única, uma reforma prometida há quatro anos à Comissão Europeia e inscrita no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).</p>
<p>&#8220;Não vai prejudicar ninguém face à situação atual, não há aqui nenhum corte de nenhuma garantia do Estado. A única área em que haver alguma perda é para aqueles que estão a prevaricar&#8221;, afirmou Luís Montenegro.</p>
<p>O primeiro-ministro falava no final da reunião do Conselho de Ministros, que decorreu na residência oficial em São Bento, sem responder a perguntas, antes de a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, apresentar o diploma em detalhe.</p>
<p>A futura Prestação Social única (PSU) terá entre as condições para os seus beneficiários &#8220;um regime de atividade de solidariedade social&#8221; a todos que &#8220;não tenham nenhuma inibição&#8221; para o fazer, anunciou  o primeiro-ministro.</p>
<p>Segundo Luís Montenegro, já em 2010, enquanto deputado da oposição, defendeu a criação &#8220;desta atividade solidária&#8221; para os que recebem prestação sociais não contributivas.</p>
<p>&#8220;É uma forma de valorizar o seu contributo e é uma forma de abrir caminho para que possam ter experiências profissionais, sociais, que lhes permitam, também, construir futuros projetos de trabalho&#8221;, justificou.</p>
<p>Montenegro defendeu que, além de assegurar que &#8220;ninguém fica para trás&#8221;, o objetivo é lutar &#8220;para que estas ajudas não se transformem num cheque permanente e numa forma de vida&#8221;.</p>
<p>&#8220;A ajuda do Estado tem de ser o instrumento para a pessoa se valorizar a si própria, criando para si projetos que a retirem da situação de pobreza e da situação de vulnerabilidade&#8221;, afirmou.</p>
<p>O anúncio da medida, recorde-se foi feito pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, na quinta-feira, em Ansião, no distrito de Leiria, numa intervenção em que defendeu que o Executivo está concentrado em &#8220;decidir&#8221;, &#8220;implementar&#8221; e &#8220;tornar real aquilo que começa por ser uma ideia&#8221;, segundo a Lusa.</p>
<p>A medida pretende juntar 13 apoios sociais num modelo comum de acesso, incluindo o Rendimento Social de Inserção (RSI), o subsídio social de desemprego e pensões sociais de velhice e invalidez. O Complemento Solidário para Idosos deverá ficar de fora da nova prestação, de acordo com informações já transmitidas pelo Governo no Parlamento.</p>
<p><strong>Mas afinal, o que é a Prestação Social Única?</strong></p>
<p>A Prestação Social Única, ou PSU, é uma reforma do sistema de apoios sociais que pretende simplificar o acesso às prestações do chamado subsistema de solidariedade. Em vez de vários apoios com regras próprias, diferentes critérios e processos separados, o objetivo é criar um modelo mais harmonizado, com condições de acesso mais uniformes.</p>
<p>Na prática, a medida não significa necessariamente a criação de um novo apoio isolado, mas antes a agregação e reorganização de prestações já existentes. O Governo tem apresentado a reforma como uma forma de reduzir burocracia, diminuir custos administrativos e tornar mais claro o acesso à proteção social para pessoas e famílias em situação de maior vulnerabilidade.</p>
<p><strong>Para que serve?</strong></p>
<p>A PSU serve, em primeiro lugar, para simplificar um sistema considerado demasiado fragmentado. Atualmente, diferentes prestações sociais podem ter regras distintas, prazos próprios, critérios de recurso diferentes e processos administrativos que nem sempre são fáceis de acompanhar pelos beneficiários.</p>
<p>Com a nova prestação, o Executivo quer harmonizar a condição de recursos, isto é, os critérios usados para avaliar se uma pessoa ou agregado familiar tem direito ao apoio. A intenção é tornar o sistema mais eficiente, mais previsível e mais ajustado às necessidades reais dos beneficiários.</p>
<p>Outro objetivo anunciado é evitar que a entrada no mercado de trabalho provoque uma perda automática e imediata de rendimento disponível. O Governo quer introduzir uma componente de incentivo ao trabalho, permitindo que um beneficiário que comece a trabalhar não seja penalizado de forma abrupta pela redução ou perda de apoios.</p>
<p><strong>Quem vai beneficiar?</strong></p>
<p>A reforma dirige-se sobretudo a pessoas e famílias abrangidas por apoios do subsistema de solidariedade, incluindo beneficiários do RSI, do subsídio social de desemprego e de algumas pensões sociais. A lista final das 13 prestações integradas ainda não foi divulgada de forma completa.</p>
<p>O Governo garante também que haverá normas de transição para proteger os atuais beneficiários. A ideia é evitar perdas súbitas de proteção social quando o novo modelo entrar em vigor, embora os detalhes concretos dessa transição ainda dependam do diploma final.</p>
<p>Entre os beneficiários em idade ativa, a PSU deverá incluir uma componente de participação em atividades de solidariedade social. Esta será uma das partes politicamente mais sensíveis da reforma, porque introduz uma lógica de contrapartida para quem recebe determinados apoios.</p>
<p><strong>O que é o ‘trabalho social’ previsto na medida?</strong></p>
<p>Uma das principais novidades é precisamente a introdução de uma obrigação de participação em atividades de solidariedade social para beneficiários em idade ativa. Esta componente deverá aplicar-se aos atuais e futuros beneficiários abrangidos pela nova prestação, mas deverá excluir pensionistas e crianças.</p>
<p>Ainda não está fechado, porém, o que significa exatamente este ‘trabalho social’. O Governo não detalhou se poderá envolver voluntariado, colaboração com IPSS, serviços de utilidade pública ou outro tipo de atividade sem vínculo contratual. Essa definição será essencial para perceber o alcance real da medida e os seus efeitos práticos.</p>
<p><strong>Porque demorou tanto a ser aprovada?</strong></p>
<p>A Prestação Social Única estava prevista no PRR e foi prometida a Bruxelas há quatro anos. A reforma foi inicialmente inscrita pelo anterior Governo de António Costa, com a intenção de fundir pelo menos oito prestações sociais. O modelo agora preparado pelo atual Executivo foi alargado para 13 apoios.</p>
<p>A demora resulta de vários fatores: a complexidade técnica da fusão de prestações diferentes, a necessidade de harmonizar critérios de acesso, o impacto sobre beneficiários atuais e a obrigação de garantir que a transição não cria perdas abruptas de proteção social.</p>
<p>Há ainda um fator político. O diploma deverá seguir para a Assembleia da República, onde o Governo minoritário da AD precisará de negociar a aprovação com outras bancadas. A componente de participação em atividades de solidariedade social aproxima a medida de propostas defendidas pelo Chega para beneficiários do RSI, mas o Executivo tem insistido que está disponível para negociar caso a caso com os partidos com representação parlamentar.</p>
<p><strong>Porque é que há pressão para aprovar agora?</strong></p>
<p>A pressão vem sobretudo do calendário do PRR. A medida deve entrar em vigor até agosto e está associada ao cumprimento de metas acordadas com a Comissão Europeia. Caso a reforma não avance dentro do prazo, Portugal arrisca comprometer uma tranche de cerca de 500 milhões de euros do PRR.</p>
<p>Por isso, a aprovação em Conselho de Ministros é apenas uma etapa. O diploma terá ainda de passar pelo processo parlamentar e de chegar a uma versão final que permita a entrada em vigor dentro do prazo negociado com Bruxelas.</p>
<p><strong>O que falta saber?</strong></p>
<p>Falta conhecer a lista completa das 13 prestações abrangidas, as regras exatas de acesso, o desenho das normas de transição, o modo como será calculada a condição de recursos e os detalhes da componente de incentivo ao trabalho.</p>
<p>Também falta esclarecer como funcionará a obrigação de participação em atividades de solidariedade social: quem será abrangido, que atividades serão aceites, quantas horas poderão estar em causa, que entidades poderão receber beneficiários e quais serão as consequências em caso de incumprimento.</p>
<p>A aprovação desta sexta-feira marca, por isso, o arranque formal de uma das reformas sociais mais relevantes do PRR, mas não encerra o debate. Pelo contrário: abre a fase decisiva para perceber se a Prestação Social Única será apenas uma simplificação administrativa ou uma mudança mais profunda na forma como Portugal organiza os apoios sociais.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/rsi-desemprego-e-pensoes-sociais-o-que-esta-em-causa-na-nova-prestacao-social-unica-aprovada-hoje-pelo-governo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769639]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Nova Iorque negoceia a subir no ínicio da sessão com petróleo a descer</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-nova-iorque-negoceia-a-subir-no-inicio-da-sessao-com-petroleo-a-descer/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-nova-iorque-negoceia-a-subir-no-inicio-da-sessao-com-petroleo-a-descer/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:57:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769820</guid>

					<description><![CDATA[A bolsa em Wall Street negociava a subir no início da sessão aproveitando a descida do preço do petróleo e ignorando o abrandamento do crescimento da economia norte-americana divulgado quinta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa em Wall Street negociava a subir no início da sessão aproveitando a descida do preço do petróleo e ignorando o abrandamento do crescimento da economia norte-americana divulgado quinta-feira.</p>
<p>Pelas 14:45 (hora de Lisboa) o industrial Dow Jones subia 0,45% para 50.896,61 pontos, e o agregado S&amp;P 500 avançava 0,16% para 7.575, 68 pontos.</p>
<p>O tecnológico Nasdaq registava a maior subida e ganhava 0,53% para 27.059,24 pontos.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, descia 1,25% esta manhã para 92,54 dólares, enquanto o West Texas Intermediate (WTI), para entrega também em julho, de referência nos EUA, baixava 1,47% para 87,59 dólares.</p>
<p>O PIB dos Estados Unidos cresceu menos do que o previsto durante o primeiro trimestre, avançando 1,6%, quatro décimas abaixo da estimativa preliminar de 2%.</p>
<p>Ainda assim, de acordo com os dados publicados na quinta-feira pelo Departamento do Comércio, a maior economia mundial registou uma expansão de 0,4% no primeiro trimestre face aos três meses anteriores.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bolsa-de-nova-iorque-negoceia-a-subir-no-inicio-da-sessao-com-petroleo-a-descer/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769820]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Jovens que violaram menores no Reino Unido condenados a multas de 30 euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/jovens-que-violaram-menores-no-reino-unido-condenados-a-multas-de-30-euros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/jovens-que-violaram-menores-no-reino-unido-condenados-a-multas-de-30-euros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:56:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769807</guid>

					<description><![CDATA[Três adolescentes condenados por violação e agressões sexuais graves contra raparigas menores em Inglaterra receberam apenas multas de 26 libras (cerca de 30 euros) e ordens de reabilitação juvenil, num conjunto de decisões judiciais que está a gerar forte indignação entre vítimas, organizações de apoio e ativistas britânicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três adolescentes condenados por violação e agressões sexuais graves contra raparigas menores em Inglaterra receberam apenas multas de 26 libras (cerca de 30 euros) e ordens de reabilitação juvenil, num conjunto de decisões judiciais que está a gerar forte indignação entre vítimas, organizações de apoio e ativistas britânicos.</p>
<p>Os casos, revelados pelo jornal The Guardian, ocorreram ao longo do último ano no nordeste de Inglaterra e foram julgados em tribunais de menores, responsáveis por processos envolvendo suspeitos com menos de 18 anos. Ao contrário dos tribunais para adultos, o sistema juvenil britânico privilegia medidas de reabilitação em vez de penas de prisão.</p>
<p>As sentenças estão a ser classificadas por organizações de apoio às vítimas como “ridículas”, “insultuosas” e perigosamente permissivas, sobretudo numa altura em que aumenta o debate público sobre violência sexual entre adolescentes no Reino Unido.</p>
<p>Uma das vítimas, violada aos 15 anos, afirmou sentir que o agressor “simplesmente saiu impune”. A jovem explicou ainda que vive com receio de se cruzar com ele e teme que decisões deste tipo alimentem um sentimento de impunidade entre jovens agressores sexuais.</p>
<p>“Não senti que a punição aplicada fosse justiça pelo que me aconteceu”, declarou ao The Guardian. “Ele continua a viver normalmente e a fazer o que quer. Isto não serve de dissuasão para ninguém.”</p>
<p>A adolescente acrescentou que acredita que o agressor deveria ter sido condenado a prisão efetiva. Na sua opinião, essa seria a única forma de garantir reflexão sobre os atos cometidos e de impedir futuras agressões.</p>
<p>“Assim teria tempo para pensar no que fez e isso evitaria que isto acontecesse a outra pessoa”, afirmou.</p>
<p>A jovem relatou ainda que o facto de o violador ter permanecido em liberdade agravou o trauma que continua a sentir.</p>
<p>“Tenho medo de me cruzar com esta pessoa e medo de que faça isto novamente a outra rapariga sem praticamente sofrer consequências”, disse.</p>
<p>“Não sei onde ele está nem o que anda a fazer. Estou constantemente a olhar por cima do ombro. Passei a confiar menos nas pessoas”, acrescentou.</p>
<p>A vítima considera também insuficiente o período de 30 meses durante o qual o agressor ficará inscrito no registo britânico de ofensores sexuais, defendendo que essa inscrição deveria ser vitalícia.</p>
<p>Um dos processos envolveu um rapaz de 14 anos à data dos crimes, considerado culpado da violação de uma vítima com mais de 16 anos em agosto de 2023, além de agressão sexual com penetração e agressão sexual contra uma rapariga de 15 anos.</p>
<p>O jovem foi condenado em dezembro de 2025 pelo Tribunal de Magistrados de Teesside a uma ordem de reabilitação juvenil, ao pagamento de uma multa de 26 libras (cerca de 30 euros) — correspondente apenas aos custos judiciais — e à inscrição no registo de ofensores sexuais durante 30 meses.</p>
<p>Noutro caso, um adolescente de 15 anos foi condenado por agressão sexual grave contra uma rapariga de 14 anos, depois de ter sido considerado culpado de agressão sexual com penetração em abril de 2024.</p>
<p>A sentença, aplicada em julho de 2025, incluiu igualmente uma ordem de reabilitação juvenil, uma multa de 26 libras (cerca de 30 euros), inscrição no registo de ofensores sexuais durante 42 meses e uma ordem de restrição que o impede de contactar a vítima.</p>
<p>Já no terceiro processo, um jovem de 17 anos foi condenado pela violação de uma rapariga de 15 anos. Em setembro de 2025 recebeu uma pena idêntica: ordem de reabilitação juvenil, multa de 26 libras (cerca de 30 euros) e inscrição no registo de ofensores sexuais durante 30 meses. O condenado completou entretanto 18 anos.</p>
<p>A divulgação destes casos surge poucos dias depois de outro processo controverso no sul de Inglaterra, onde três adolescentes evitaram penas de prisão apesar de dois terem sido condenados por violação e um terceiro por participação nos ataques sexuais contra duas raparigas de 14 e 15 anos em Fordingbridge, no condado de Hampshire.</p>
<p>Esse caso gerou forte reação pública e levou mesmo o procurador-geral britânico — principal responsável jurídico do Governo — a encaminhar as sentenças para o Tribunal de Recurso, considerando-as excessivamente brandas.</p>
<p>O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, classificou essas decisões como “chocantes”.</p>
<p>Os tribunais de menores britânicos funcionam habitualmente à porta fechada e sem acesso público. Contudo, os novos casos tornaram-se conhecidos depois de conselheiras especializadas do Rape and Sexual Abuse Counselling Centre (RSACC), organização que presta apoio a vítimas de violência sexual em Darlington e County Durham, terem assistido às audiências e decidido denunciar aquilo que consideram ser uma tendência preocupante de penas demasiado leves.</p>
<p>Segundo a organização, as preocupações foram inicialmente transmitidas ao sistema judicial britânico, mas sem resultados concretos.</p>
<p>A diretora executiva do RSACC, Isabel Owens, afirmou que as vítimas estão cada vez mais desmotivadas para denunciar crimes sexuais.</p>
<p>“É necessária uma coragem extraordinária para que uma sobrevivente de violência sexual denuncie aquilo que lhe aconteceu”, declarou.</p>
<p>A responsável disse estar “profundamente preocupada” com aquilo que considera ser “uma tendência para consequências mais leves aplicadas a jovens agressores sexuais”.</p>
<p>Segundo Isabel Owens, esta situação poderá afetar diretamente o número de denúncias futuras.</p>
<p>“As sobreviventes que passam por estes processos dizem sentir-se sem esperança e preocupadas com outros jovens que possam tornar-se vítimas de indivíduos que não estão a ser responsabilizados de forma significativa”, afirmou.</p>
<p>“As vítimas perguntam-se legitimamente se vale a pena denunciar à polícia e suportar todo o processo judicial”, acrescentou.</p>
<p>Também Leonie Hodge, representante da organização Justice Is Now, criticou duramente as sentenças.</p>
<p>“Há multas de estacionamento mais elevadas do que estas penas por violação”, afirmou.</p>
<p>Para a ativista, uma multa de 26 libras (cerca de 30 euros) por crimes desta gravidade “é ridícula e insultuosa para o público que deposita confiança e impostos num sistema que não está a proteger estas raparigas”. “Trata-se de pura impunidade para os agressores”, acrescentou.</p>
<p>Leonie Hodge alertou ainda para o risco de a violência sexual entre adolescentes começar a ser banalizada socialmente. “Adolescentes a violar outros adolescentes não pode tornar-se uma norma socialmente aceite. Tememos que isso esteja a acontecer”, afirmou.</p>
<p>No Reino Unido, as vítimas de crimes sexuais beneficiam de anonimato vitalício ao abrigo da lei. Também os menores condenados em tribunais juvenis mantêm proteção de identidade devido à idade.</p>
<p>O Ministério da Justiça britânico recusou comentar diretamente os casos específicos, limitando-se a afirmar que as decisões são tomadas por juízes independentes de acordo com as orientações legais de condenação. Ainda assim, um porta-voz do ministério sublinhou que “as punições devem refletir a gravidade do crime” e que “a prisão deve ser sempre considerada para crimes graves”.</p>
<p>“O Governo está determinado em fazer tudo o possível para garantir que as vítimas tenham confiança de que obterão justiça”, acrescentou.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/jovens-que-violaram-menores-no-reino-unido-condenados-a-multas-de-30-euros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769807]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Quénia estraga plano de Trump para criar centro de quarentena de ébola destinado a norte-americanos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quenia-estraga-plano-de-trump-para-criar-centro-de-quarentena-de-ebola-destinado-a-norte-americanos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/quenia-estraga-plano-de-trump-para-criar-centro-de-quarentena-de-ebola-destinado-a-norte-americanos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:39:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769803</guid>

					<description><![CDATA[O Tribunal Superior do Quénia bloqueou a criação de um centro de quarentena destinado a cidadãos norte-americanos potencialmente expostos ao vírus do ébola, travando um plano apoiado pela administração do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior do Quénia bloqueou a criação de um centro de quarentena destinado a cidadãos norte-americanos potencialmente expostos ao vírus do ébola, travando um plano apoiado pela administração do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para evitar a repatriação imediata desses cidadãos para território norte-americano.</p>
<p>A decisão judicial representa um revés significativo para a estratégia delineada por Washington no âmbito da resposta ao surto de ébola que continua a afetar várias regiões de África Central, em particular a República Democrática do Congo.</p>
<p>Segundo avançaram meios de comunicação quenianos, a juíza Patricia Mande emitiu uma providência cautelar que proíbe expressamente a criação ou funcionamento, em território queniano, de qualquer instalação destinada à quarentena, isolamento ou tratamento de pessoas expostas ao vírus do ébola.</p>
<p>Na decisão, a magistrada determinou igualmente que o Governo queniano não poderá celebrar qualquer acordo com os Estados Unidos ou com outros países estrangeiros para acolher esse tipo de estruturas médicas.</p>
<p>A ordem judicial impede ainda a transferência para o Quénia de pessoas infetadas ou potencialmente expostas ao vírus.</p>
<p>A proposta da administração Trump previa o financiamento de cerca de 13,5 milhões de dólares destinados a apoiar o Quénia na gestão da crise sanitária e na criação de infraestruturas capazes de receber cidadãos norte-americanos que tivessem estado em contacto com o vírus durante estadias em países africanos afetados pelo surto.</p>
<p>O objetivo, segundo um comunicado do Departamento de Estado norte-americano, passava por “proteger a população dos Estados Unidos”, evitando que pessoas potencialmente expostas regressassem imediatamente ao país.</p>
<p>O plano norte-americano surgiu depois de o agravamento do surto na República Democrática do Congo ter provocado mais de 200 mortes e aumentado os receios internacionais de propagação da doença.</p>
<p>A decisão do tribunal queniano foi tomada após uma ação apresentada pelo Instituto Katiba, uma organização não-governamental dedicada à defesa da Constituição do Quénia e da transparência institucional.</p>
<p>Na ação judicial, a organização acusava o Governo queniano de negociar o acordo com os Estados Unidos de forma opaca e sem supervisão parlamentar adequada.</p>
<p>Segundo o Instituto Katiba, o eventual entendimento com Washington “carecia de responsabilidade constitucional e de fiscalização parlamentar”, além de não terem sido divulgadas publicamente todas as implicações relacionadas com saúde pública.</p>
<p>A organização alertou ainda para os riscos associados à instalação de centros de quarentena de ébola em território queniano, considerando que a população não foi devidamente informada sobre as consequências sanitárias e logísticas do projeto.</p>
<p>O Departamento de Estado norte-americano tinha apresentado a iniciativa como parte de uma resposta regional coordenada ao surto de ébola em África.</p>
<p>Além dos 13,5 milhões de dólares destinados especificamente ao Quénia, os Estados Unidos comprometeram-se também com um pacote de cerca de 112 milhões de dólares em assistência bilateral para reforçar a resposta sanitária regional.</p>
<p>O plano estava a ser articulado através de contactos diretos entre o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e o Presidente queniano, William Ruto.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pelas autoridades norte-americanas, os dois governos estavam a trabalhar numa “coordenação bilateral” destinada a impedir que o surto chegasse a território dos Estados Unidos e a reforçar os sistemas de saúde da região.</p>
<p>Washington justificava a estratégia com a necessidade de “proteger a saúde e segurança do povo norte-americano”, defendendo a criação de mecanismos regionais capazes de conter potenciais casos antes da entrada em território dos EUA.</p>
<p>No entanto, a decisão do Tribunal Superior do Quénia suspendeu imediatamente todos os esforços conjuntos relacionados com o projeto.</p>
<p>De acordo com a imprensa queniana, ficaram igualmente interrompidas as iniciativas destinadas ao envio de equipamento médico e ao reforço da capacidade hospitalar queniana no âmbito da cooperação com os Estados Unidos.</p>
<p>A decisão judicial coloca agora em suspenso a estratégia delineada pela administração Trump para lidar com cidadãos norte-americanos expostos ao vírus fora dos Estados Unidos, numa altura em que o surto de ébola continua a gerar preocupação internacional devido à sua elevada taxa de mortalidade e à possibilidade de disseminação transfronteiriça.</p>
<p>O caso poderá ainda reacender o debate sobre soberania sanitária, transparência governativa e cooperação internacional em situações de emergência de saúde pública, especialmente em países africanos que enfrentam limitações estruturais nos seus sistemas de saúde.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/quenia-estraga-plano-de-trump-para-criar-centro-de-quarentena-de-ebola-destinado-a-norte-americanos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769803]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Notários aplaudem novas regras que reforçam proteção dos compradores e simplificam obras</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/notarios-aplaudem-novas-regras-que-reforcam-protecao-dos-compradores-e-simplificam-obras/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/notarios-aplaudem-novas-regras-que-reforcam-protecao-dos-compradores-e-simplificam-obras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:33:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[obras]]></category>
		<category><![CDATA[Ordem dos Notários]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769896</guid>

					<description><![CDATA[A Ordem dos Notários congratula-se com as alterações aprovadas pelo Governo no âmbito da simplificação dos procedimentos urbanísticos, lembrando que várias das medidas agora adotadas resultam de propostas apresentadas pela própria Ordem]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ordem dos Notários (ON) destaca, entre as mudanças introduzidas pelo Decreto‑Lei n.º 108/2026, o reforço da proteção dos compradores de imóveis. Passa a ser obrigatório indicar, na escritura de compra e venda, se o imóvel dispõe ou não de licença de utilização, um passo que, segundo a ON, aumenta a transparência e assegura que os cidadãos tomam decisões informadas num dos compromissos financeiros mais relevantes das suas vidas.</p>
<p>O diploma inclui ainda medidas que simplificam a realização de determinadas obras, eliminando procedimentos considerados excessivamente burocráticos. Entre elas estão a clarificação das regras aplicáveis às obras de reconstrução e a dispensa de licenciamento ou comunicação prévia para intervenções que melhorem a eficiência energética, como a substituição de caixilharias por modelos equivalentes.</p>
<p>Para a Ordem, estas alterações representam um avanço na modernização da relação entre cidadãos e Administração Pública, promovendo processos mais simples, rápidos e juridicamente seguros. A ON sublinha que o pacote legislativo reforça a segurança jurídica no setor imobiliário e melhora a qualidade da informação prestada aos compradores.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/notarios-aplaudem-novas-regras-que-reforcam-protecao-dos-compradores-e-simplificam-obras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769896]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Parlamento aprova programa de voluntariado cívico-militar que permite carta de condução gratuita</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-aprova-programa-de-voluntariado-civico-militar-que-permite-carta-de-conducao-gratuita/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-aprova-programa-de-voluntariado-civico-militar-que-permite-carta-de-conducao-gratuita/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[carta de condução]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[Potugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769800</guid>

					<description><![CDATA[O projeto de resolução PSD/CDS que recomenda ao Governo a criação de um programa cívico militar para atrair jovens para as Forças Armadas foi hoje aprovado em votação final global, com abstenção do PS e JPP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de resolução PSD/CDS que recomenda ao Governo a criação de um programa cívico militar para atrair jovens para as Forças Armadas foi hoje aprovado em votação final global, com abstenção do PS e JPP.</p>
<p>O texto final da recomendação ao executivo &#8212; que não tem força de lei &#8212; foi aprovado em plenário com os votos contra do Livre, PCP, BE e PAN, e os votos favoráveis das bancadas à direita, PSD, CDS-PP, Chega e IL.</p>
<p>O programa &#8220;Defender Portugal&#8221; proposto pela AD tem a duração de três a seis semanas &#8212; uma parte a cumprir em regime de internato &#8211; e é destinado a jovens portugueses entre os 18 e os 23 anos, tendo por objetivo &#8220;a formação cívica, física e militar de jovens cidadãos e o reforço da ligação entre a sociedade civil e a Defesa Nacional&#8221;.</p>
<p>Em troca, os jovens voluntários que concluam o programa têm direito a &#8220;uma retribuição única no valor de 439,21 euros&#8221; (correspondente a 50% do valor pago durante o período de instrução básica ao primeiro escalão remuneratório das Forças Armadas) e a &#8220;possibilidade de obtenção gratuita da carta de condução, em estabelecimentos militares habilitados&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, esse programa será também valorizado nos concursos de acesso às Forças Armadas, forças e serviços de segurança, órgãos de polícia e bombeiros profissionais.</p>
<p>Foi também aprovada outra resolução PSD/CDS &#8212; com abstenção do PS e BE, e o voto contra do PCP &#8211; que prevê a aprovação de um Plano Nacional de Saúde Mental nas Forças Armadas &#8220;único, uniformizado e universal&#8221;, intitulado &#8220;Mente Forte&#8221;.</p>
<p>O objetivo é reforçar programas de prevenção para todos os militares das Forças Armadas e para as suas famílias, em articulação com o Serviço Nacional de Saúde e com o Instituto de Ação Social das Forças Armadas e com a rede parceira de cuidados de saúde mental já existente.</p>
<p>PSD e CDS-PP pedem ainda a publicação de um Relatório Anual de Saúde Mental das Forças Armadas &#8220;que possa permitir quantificar os avanços alcançados nesta área&#8221;. No trabalho parlamentar em especialidade ficou definido que este relatório será elaborado pelo Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), ao invés de ser feito por cada um dos ramos.</p>
<p>Foram também aprovadas outras duas resoluções: uma do Chega, &#8211; com votos contra do PSD, CDS-PP e PCP, e apoio apenas do proponente, PS e IL, &#8211; que recomenda ao Governo que estude a criação de uma estrutura conjunta comum das Forças Armadas nas áreas administrativa, de recursos humanos e logística.</p>
<p>O segundo texto, da autoria da IL, foi aprovado com as abstenções de PSD, CDS-PP, Chega e PCP, e propõe a adoção de uma estratégia plurianual para o reforço da atratividade, retenção e valorização dos efetivos das Forças Armadas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-aprova-programa-de-voluntariado-civico-militar-que-permite-carta-de-conducao-gratuita/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769800]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Transportes intermunicipais da Lezíria do Tejo devem arrancar no ano letivo 2027/2028</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/transportes-intermunicipais-da-leziria-do-tejo-devem-arrancar-no-ano-letivo-2027-2028/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/transportes-intermunicipais-da-leziria-do-tejo-devem-arrancar-no-ano-letivo-2027-2028/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769795</guid>

					<description><![CDATA[A Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo prevê que a nova empresa intermunicipal de transportes rodoviários entre em funcionamento no início do ano letivo 2027/2028, após ter recebido o visto do Tribunal de Contas para avançar com o projeto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo prevê que a nova empresa intermunicipal de transportes rodoviários entre em funcionamento no início do ano letivo 2027/2028, após ter recebido o visto do Tribunal de Contas para avançar com o projeto.</P><br />
<P>Segundo explicou o primeiro secretário da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT), António Torres, o objetivo é que a operação arranque em setembro do próximo ano, coincidindo com o início do ano escolar.</P><br />
<P>&#8220;O ideal seria começar em setembro do ano que vem, que é quando começa o novo ano letivo&#8221;, afirmou, salientando que se trata de uma meta que a comunidade intermunicipal pretende cumprir em toda a região da Lezíria do Tejo.</P><br />
<P>António Torres admitiu, contudo, que o calendário depende de vários procedimentos administrativos ainda em curso, nomeadamente a formalização da escritura da empresa, a subscrição do capital social e a celebração do contrato de serviço público, que terá ainda de obter validação das entidades competentes.</P><br />
<P>&#8220;Há aqui um processo burocrático a seguir&#8221;, indicou, apontando que a CIMLT está a trabalhar para realizar a escritura &#8220;no próximo mês&#8221; e avançar com os passos seguintes.</P><br />
<P>O responsável acrescentou que está previsto um período de transição de cerca de um ano entre os atuais operadores e a nova empresa intermunicipal.</P><br />
<P>No que respeita à frota, António Torres adiantou que a empresa terá de garantir que 75% dos veículos são novos e que os restantes não ultrapassam 10 anos de idade, podendo a entrega ser feita de forma faseada.</P><br />
<P>Entretanto, a CIMLT já adquiriu 16 autocarros elétricos através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que deverão ser integrados numa fase inicial com os atuais operadores.</P><br />
<P>&#8220;Já adquirimos [&#8230;] 16 autocarros elétricos que vamos tentar integrar ainda nas autorizações provisórias&#8221;, referiu, acrescentando que está prevista para breve uma apresentação pública destas viaturas.</P><br />
<P>De acordo com o responsável, estes 16 veículos permitirão eletrificar os transportes urbanos de Santarém, garantindo &#8220;0% de emissões&#8221;.</P><br />
<P>A criação da empresa intermunicipal, agora viabilizada pelo Tribunal de Contas, foi também destacada na última reunião de Câmara pelo presidente da Câmara de Santarém e da CIMLT, João Leite, como um marco na reorganização do sistema de transportes públicos na região, abrindo &#8220;uma nova era&#8221; na promoção da mobilidade e da ligação entre os municípios.</P><br />
<P>O autarca destacou que o processo exigiu &#8220;a mobilização de recursos dos vários municípios há muito tempo&#8221;, sublinhando o esforço conjunto das autarquias para concretizar o projeto.</P><br />
<P>Segundo referiu, os primeiros autocarros já se encontram em território nacional e estão em fase de matrícula, estando prevista para breve uma apresentação pública dos veículos.</P><br />
<P>&#8220;Muito em breve vamos fazer uma cerimónia no Jardim da Liberdade para a apresentação dos autocarros que já estão no nosso país, que estão a ser matriculados&#8221;, disse.</P><br />
<P>No caso de Santarém, o concelho deverá beneficiar de &#8220;mais de uma dezena de autocarros 100% elétricos&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Além destas viaturas, serão integrados quatro autocarros interurbanos, destinados a reforçar as ligações entre Golegã, Chamusca, Alpiarça, Almeirim e Santarém, outra entre Salvaterra de Magos, Benavente, Samora Correia e Vila Franca de Xira, e ainda entre Santarém, Cartaxo, Azambuja e Carregado.</P><br />
<P>A operação inclui ainda dois miniautocarros elétricos, um destinado ao circuito urbano de Rio Maior e outro ao circuito urbano da Chamusca, enquadrados na oferta de transportes municipais.</P><br />
<P>Este processo insere-se no projeto da CIMLT para a criação de um operador intermunicipal de transportes rodoviários, que prevê uma frota de 146 veículos &#8212; 75% novos e 16 elétricos &#8212; num investimento global de cerca de 21 milhões de euros.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/transportes-intermunicipais-da-leziria-do-tejo-devem-arrancar-no-ano-letivo-2027-2028/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769795]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Rússia volta a condicionar Arménia na adesão a Bruxelas em cimeira da UEE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/russia-volta-a-condicionar-armenia-na-adesao-a-bruxelas-em-cimeira-da-uee/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/russia-volta-a-condicionar-armenia-na-adesao-a-bruxelas-em-cimeira-da-uee/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769794</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente russo, Vladimir Putin, conseguiu hoje que quatro dos cinco membros da União Económica Eurasiática (UEE) aprovassem uma declaração sobre a Arménia, em conflito com a Rússia devido às aspirações de adesão à União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente russo, Vladimir Putin, conseguiu hoje que quatro dos cinco membros da União Económica Eurasiática (UEE) aprovassem uma declaração sobre a Arménia, em conflito com a Rússia devido às aspirações de adesão à União Europeia (UE).</P><br />
<P>&#8220;A declaração foi aprovada por quatro líderes&#8221;, afirmou o conselheiro de política internacional do Kremlin, Yuri Ushakov, referindo-se aos chefes de Estado da Rússia, Cazaquistão, Bielorrússia e Quirguistão.</P><br />
<P>O documento, cujo conteúdo ainda é desconhecido, foi entregue à parte arménia e será posteriormente publicado no sítio oficial do Kremlin.</P><br />
<P>De seguida, o porta-voz presidencial russo, Dmitri Peskov, sublinhou que Erevan, à medida que se aproximar da UE, &#8220;ficará numa situação em que a integração com a União Europeia entrará em contradição com as normas e regras da UEE&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ao aproximar-se da UE, o que é um direito soberano da Arménia, não pode nem deve fazê-lo à custa dos países da UEE: deve fazê-lo por sua conta e risco&#8221;, declarou.</P><br />
<P>A cimeira está a ser marcada pelas tensões entre a Rússia e a Arménia, país contra o qual Moscovo introduziu, nas últimas semanas, sanções devido aos seus planos de futura integração na UE, além de ameaçar suspender os fornecimentos de petróleo e gás.</P><br />
<P>A Rússia, que alerta que o atual conflito com a Ucrânia começou precisamente com os planos de Kiev de assinar um Acordo de Associação com a UE, em 2013, admite que os estatutos da UEE não preveem a expulsão de qualquer país.</P><br />
<P>O primeiro-ministro arménio, Nikol Pashinian, faltou à reunião devido à proximidade das eleições legislativas, marcadas para 07 de junho, mas o país do Cáucaso esteve representado na capital cazaque.</P><br />
<P>&#8220;Confirmámos em várias ocasiões o compromisso da Arménia com uma cooperação mutuamente benéfica no âmbito da UEE, no interesse de garantir a estabilidade económica e um desenvolvimento sólido dos nossos países e da região em geral&#8221;, afirmou Mger Grigorian, vice-primeiro-ministro arménio, durante a reunião.</P><br />
<P>Grigorian sublinhou que a Arménia &#8220;tenciona continuar a participar de boa-fé no trabalho da União&#8221; com base no respeito mútuo e numa parceria entre iguais, &#8220;tendo em conta os interesses nacionais de todos os países membros da UEE&#8221;.</P><br />
<P>A Arménia recusa abandonar esta união e convocar, para já, o referendo para escolher entre a UEE e a UE proposto pelo líder russo, que descreveu o processo como um &#8220;divórcio civilizado&#8221; entre ambos os países.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/russia-volta-a-condicionar-armenia-na-adesao-a-bruxelas-em-cimeira-da-uee/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769794]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Candidato a secretário-geral Rafael Grossi quer ONU mais focada a negociar paz</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/candidato-a-secretario-geral-rafael-grossi-quer-onu-mais-focada-a-negociar-paz/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/candidato-a-secretario-geral-rafael-grossi-quer-onu-mais-focada-a-negociar-paz/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:13:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Grossi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=769778</guid>

					<description><![CDATA[O candidato a secretário-geral da ONU Rafael Grossi defendeu que a prioridade da organização deve ser a paz e a segurança, num contexto internacional marcado por guerras que estão a fragilizar ainda mais o sistema multilateral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O candidato a secretário-geral da ONU Rafael Grossi defendeu que a prioridade da organização deve ser a paz e a segurança, num contexto internacional marcado por guerras que estão a fragilizar ainda mais o sistema multilateral.</p>
<p>&#8220;Devido à realidade atual, é necessário sermos mais ativos neste momento em matéria de paz e segurança, pois a guerra entre Estados regressou de forma violenta à Europa, ao Médio Oriente, à Ásia e a África. E sem paz, o desenvolvimento é uma utopia&#8221;, afirmou Grossi, numa entrevista à agência Lusa em Londres a propósito da corrida à sucessão de António Guterres.</p>
<p>O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) admitiu que a instituição enfrenta uma &#8220;crise profunda&#8221;, não apenas financeira, mas também política e de credibilidade, e que isso exige uma mudança de rumo.</p>
<p>&#8220;Temos de reconhecer que existe uma enorme lacuna de credibilidade e de confiança na instituição&#8221;, avançando ter escutado um dirigente internacional questionar a existência da ONU dentro de 20 anos.</p>
<p>Isto &#8220;é uma manifestação do prolongado declínio da ONU ao longo dos últimos anos, não apenas no passado recente&#8221;, considerou.</p>
<p>Grossi disse acreditar que há &#8220;tempo para reagir, mas isso exige mudança, não fazer o mesmo, porque o mesmo não vai resultar&#8221;: &#8220;nem nos vai tirar da situação em que estamos&#8221;.</p>
<p>Sobre o tipo de liderança de que a ONU necessita, o diplomata argentino, de 65 anos, defendeu uma abordagem mais ativa e pragmática.</p>
<p>&#8220;É tempo de um tipo diferente de liderança na ONU, que reconheça o que está a acontecer, que tenha experiência real em paz e segurança, que seja uma pessoa do terreno, que vá para onde estão os problemas&#8221;, vincou.</p>
<p>Grossi considerou ter o perfil necessário de interlocutor ativo e experiente para enfrentar a atual fragmentação internacional, tendo em conta a competência da AIEA nos anos em que esteve à frente, desde 2019, para gerir conflitos.</p>
<p>&#8220;Conseguimos interagir, mediar a sério em cenários de guerra no Médio Oriente, na Rússia e na Ucrânia, em lugares onde era necessário falar com líderes beligerantes&#8221;, disse à Lusa.</p>
<p>No seu entender, &#8220;ser aceite e procurar soluções&#8221; é uma qualidade essencial para o cargo de secretário-geral.</p>
<p>Na vertente financeira, o candidato lamentou que os problemas da ONU também reflitam uma quebra de confiança na gestão, apontando tensões com o principal financiador, os Estados Unidos.</p>
<p>&#8220;Há uma crise de liquidez, e os norte-americanos decidiram esperar para ver quem ficará no comando antes de reavaliar a sua abordagem à ONU&#8221;, explicou, mostrando-se confiante de que será capaz de reatar o diálogo com a administração do Presidente norte-americano, Donald Trump.</p>
<p>Questionado sobre a expetativa de uma mulher ser finalmente escolhida para o cargo pela primeira vez em 80 anos, Grossi sustentou que a escolha deve assentar no mérito.</p>
<p>&#8220;Deixem os Estados-membros decidir, com base na visão, no percurso e no mérito, quem é a melhor pessoa&#8221;, argumentou.</p>
<p>Sobre António Guterres, deixou palavras de apreço, salientando um percurso de mais de uma década ao serviço das Nações Unidas, durante o qual transformou o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) e foi &#8220;incansável nos seus esforços em prol da paz&#8221;.</p>
<p>Reconhecendo que o português exerceu funções num período particularmente difícil, marcado pela pandemia da covid-19 e pelo agravamento das tensões com os Estados Unidos, considerou que &#8220;será bem recordado como um estadista dedicado, um estadista pela paz&#8221;.</p>
<p>Além de Rafael Grossi, os cinco candidatos ao cargo de secretário-geral da ONU são a antiga presidente chilena Michelle Bachelet, a antiga vice-presidente da Costa Rica Rebeca Grynspan, a antiga ministra dos Negócios Estrangeiros equatoriana María Fernanda Espinosa e o ex-presidente senegalês Macky Sall.</p>
<p>O próximo secretário-geral da ONU assumirá o cargo a 1 de janeiro de 2027.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/candidato-a-secretario-geral-rafael-grossi-quer-onu-mais-focada-a-negociar-paz/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_769778]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
