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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Guiné-Bissau: Domingos Simões Pereira constituído suspeito e chamado ao Tribunal Militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:43:18 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><P>              *** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P>Lisboa, 02 jun 2026 (Lusa) &#8212; O principal líder da oposição na Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira, foi constituído suspeito numa alegada tentativa de golpe de Estado e convocado para comparecer no Tribunal Militar Superior, disse à Lusa fonte próxima do visado.</P><br />
<P>O presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) foi notificado, na segunda-feira, para comparecer no dia 04 de junho, quinta-feira, no Tribunal Militar Superior na qualidade de suspeito, como confirmou à Lusa Rute Monteiro.</P><br />
<P>A jurista guineense e diretora do gabinete de Simões Pereira, enquanto presidente da Assembleia Nacional Popular, indicou que o líder partidário foi também notificado do despacho judicial em que é constituído suspeito na alegada tentativa de golpe de Estado de 25 de outubro de 2025.</P><br />
<P>Domingos Simões Pereira foi detido um mês depois no golpe de Estado em que os militares tomaram o poder na Guiné-Bissau e que interrompeu as eleições gerais de 23 de novembro de 2025, em que, pela primeira vez, não participaram o histórico partido PAIGC e o líder, por decisão judicial.</P><br />
<P>Algumas semanas antes das eleições, o Estado-Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau anunciou a detenção de vários militares na sequência de uma alegada tentativa de golpe de Estado perpetrada, a 25 de outubro de 2025, por generais e oficiais de alta patente do Exército.</P><br />
<P>Um dos detidos foi o Brigadeiro-General Dabana Na Walna, que terá solicitado armas, veículos e coletes à prova de bala, aproveitando a sua posição de instrutor num centro de formação, para posteriormente os utilizar no alegado plano de golpe.</P><br />
<P>No despacho judicial conhecido nesta segunda-feira, e a que a Lusa teve acesso, Domingos Simões Pereira é declarado suspeito neste caso &#8220;por factos suscetíveis de integraram, em cumplicidade, a prática de crimes contra a segurança do Estado, atentando contra chefe de Estado e demais crimes conexos&#8221;.</P><br />
<P>O documento refere indícios de que Simões Pereira &#8220;terá prestado apoio material, financeiro e logístico aos autores da referida tentativa de golpe de Estado, incluindo alegada disponibilização de meios financeiros destinados a preparação e execução&#8221;.</P><br />
<P>Acrescenta que os indícios apontam para que tenha cedido o &#8220;seu domicílio para realização de encontros e reuniões&#8221;.</P><br />
<P>O despacho sustenta os indícios em &#8220;elementos probatórios até ao momento recolhidos, designadamente declarações de testemunhas, informações constantes dos autos e demais diligencias realizadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tais elementos tornam necessária a constituição formal do referido cidadão como suspeito, para garantia do exercício do contraditório e demais direitos processuais legalmente consagrados&#8221;, conclui.</P><br />
<P>Para Rute Monteiro, este despacho assenta &#8220;na violação flagrante de vários princípios do direito&#8221; e &#8220;alguma engenharia&#8221;, já que, segundo disse, baseia-se numa testemunha que terá dito que envolveu Simões Pereira numa confissão &#8220;sob tortura&#8221;.</P><br />
<P>Simões Pereira tinha sido ouvido, em fevereiro, na qualidade de declarante no mesmo Tribunal Militar que &#8220;considerou que não havia como validar qualquer ligação&#8221; do mesmo ao caso, segundo a jurista que continua a acompanhar o líder do PAIGC.</P><br />
<P>Rute Monteiro disse à Lusa que os magistrados que chegaram a essa conclusão foram afastados e substituídos por outros que garantam &#8220;uma decisão de acordo com a vontade de quem determina tudo isto&#8221; e que considera ser Umaro Sissoco Embaló, o antigo Presidente da República.</P><br />
<P>A jurista acrescenta que o Tribunal Militar não tem competência para julgar um civil e defende que Domingos Simões Pereira continua a ter imunidade parlamentar por ser deputado e presidente da Assembleia Nacional Popular, dissolvida em 2023 pelo então Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló.</P><br />
<P>Desde então, não houve eleições e o parlamento foi substituído por um Conselho Nacional de Transição com o golpe militar de novembro de 2025, que depôs o Presidente Embaló, e candidato a um segundo mandato nas eleições gerais em que a oposição reclamou vitória, mas os resultados oficiais não foram divulgados.</P><br />
<P>Depois do golpe militar, o presidente do PAIGC esteve na cadeia durante dois meses e continua detido em prisão domiciliária, uma figura que não existe no regime jurídico da Guiné-Bissau, como vincou Rute Monteiro, que já foi ministra da Justiça do PAIGC.</P><br />
<P>A análise que faz do que está a acontecer ao líder do partido é &#8220;uma vontade de impedir que Domingos Simões Pereira possa ser um cidadão livre, de trabalhar, de fazer política, de fazer a sua vida familiar, social, etc&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ele é perseguido porque o povo está com ele. Se ele tivesse condescendido com os seus valores e aquilo em que acredita, ele não estava a ser perseguido. Foi dos poucos líderes partidários que não se deixou vender&#8221;, afirmou.</P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P> </P><br />
<P>*** A delegação da agência Lusa na Guiné-Bissau está suspensa desde agosto após a expulsão pelo Governo dos representantes dos órgãos de comunicação social portugueses. A cobertura está a ser assegurada à distância ***</P></p>
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		<title>Médio Oriente: ONU acusa Israel de violar soberania libanesa com a sua presença a norte da linha Azul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:43:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A subsecretária-geral da ONU para África acusou hoje Israel de violar a soberania libanesa com a sua presença militar a norte da Linha Azul, e alertou para a situação "profundamente alarmante" da intensificação dos confrontos com o Hezbollah.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A subsecretária-geral da ONU para África acusou hoje Israel de violar a soberania libanesa com a sua presença militar a norte da Linha Azul, e alertou para a situação &#8220;profundamente alarmante&#8221; da intensificação dos confrontos com o Hezbollah. </P><br />
<P>Martha Ama Akyaa Pobee indicou numa reunião de urgência do Conselho de Segurança que Israel tem ampliado nos últimos dias a sua campanha militar com operações no sul do país, no vale do Beqá e nos arredores de Beirute, incluindo com ordens de retirada de populações que afetam amplas zonas do sul do Líbano, o que provocou novos deslocamentos de civis. </P><br />
<P>Segundo aquela responsável da ONU, o Exército israelita reforçou a sua presença a norte da Linha Azul, enquanto a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) registou &#8220;uma intensa atividade militar, com bombardeamentos, movimentos logísticos e demolições em áreas próximas da fronteira&#8221;. </P><br />
<P>Só no dia 30 de maio foram contabilizados 992 trajetórias de projéteis, o número mais alto desde o cessar-fogo de abril, referiu Pobee durante aquela sessão, convocada a pedido da França. </P><br />
<P>O próprio primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou na segunda-feira que a ocupação representa um &#8220;marco crucial&#8221; e uma &#8220;mudança radical na política&#8221; que Israel leva a cabo no país vizinho. </P><br />
<P>Benjamin Netanyahu transmitiu também esta segunda-feira ao Presidente norte-americano, Donald Trump, que atacará Beirute se o seu país for visado pelo grupo xiita Hezbollah, ao mesmo tempo que mantém as operações militares no sul do Líbano.</P><br />
<P>&#8220;Conversei com o Presidente Trump esta noite e disse-lhe que, se o Hezbollah não cessar os ataques às nossas cidades e cidadãos, Israel atacará alvos terroristas em Beirute. A nossa posição sobre este assunto mantém-se inalterada&#8221;, declarou Netanyahu em comunicado.</P><br />
<P>Em simultâneo, o primeiro-ministro israelita disse que &#8220;as Forças de Defesa de Israel continuarão a operar como planeado no sul do Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Esta declaração surge pouco depois de Trump ter anunciado que obteve um compromisso do chefe do Governo israelita e do Hezbollah para uma suspensão dos confrontos.</P><br />
<P>No entanto, o Governo do Líbano afirmou também na segunda-feira que o Hezbollah aceitou suspender o lançamento de ataques contra território israelita em troca de Israel parar a sua ofensiva nos subúrbios de Beirute. </P><br />
<P>Entretanto, a alta responsável da ONU sublinhou que a presença militar israelita a norte da Linha Azul constitui uma violação da soberania libanesa e da resolução 1701 do Conselho de Segurança, e reiterou a necessidade de que o Hezbollah e outros grupos armados não estatais se desarmem. </P><br />
<P>Pobee recordou que o Exército libanês deve ser a única força armada legítima no país e pediu um maior apoio internacional para reforçar as suas capacidades. </P><br />
<P>Desde 02 de março, pelo menos 3.412 pessoas morreram e mais de 10.000 ficaram feridas no Líbano, segundo dados do Ministério da Saúde libanês, ao mesmo tempo registaram-se vítimas em Israel e entre capacetes azuis da FINUL. </P><br />
<P>A subsecretária-geral alertou que a escalada ignora &#8220;gravemente&#8221; os esforços diplomáticos para consolidar a frágil trégua anunciada em abril e instou todas as partes à &#8220;máxima contenção&#8221; para evitar &#8220;repercussões regionais mais amplas&#8221;.</P></p>
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		<title>Alphabet vende ações no valor de 68,8MME para investir em IA</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:30:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A gigante tecnológica Alphabet, empresa-mãe da Google e do YouTube, anunciou hoje que planeia vender ações no valor de 80 mil milhões de dólares (68,8 mil milhões de dólares) para financiar o desenvolvimento de computação de inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A gigante tecnológica Alphabet, empresa-mãe da Google e do YouTube, anunciou hoje que planeia vender ações no valor de 80 mil milhões de dólares (68,8 mil milhões de dólares) para financiar o desenvolvimento de computação de inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>&#8220;A IA está a impulsionar uma fase de expansão para a Alphabet. A empresa está a experimentar uma forte procura pelas suas soluções e serviços de IA por parte das empresas e dos consumidores, a níveis que excedem a oferta disponível&#8221;, justificou a gigante tecnológica em comunicado.</P><br />
<P>A Alphabet indicou que concordou em vender 10 mil milhões de dólares em ações à investidora Berkshire Hathaway, que em novembro anunciou um investimento de 4,3 mil milhões de dólares na empresa tecnológica.</P><br />
<P>Além desta venda, a Alphabet planeia realizar ofertas públicas de ações no valor de 30 mil milhões de dólares. Os restantes 40 mil milhões de dólares serão provenientes de um programa de oferta pública de ações que a empresa espera iniciar no terceiro trimestre de 2026.</P><br />
<P>Em abril, após ter divulgado os seus resultados trimestrais, a empresa anunciou que espera que os seus investimentos em 2026 se situem entre os 180 mil milhões e os 190 mil milhões de dólares, e prevê que estes valores aumentem significativamente em 2027.</P><br />
<P>A empresa realçou que a Google conta atualmente com mais de 8,5 milhões de programadores a criar &#8220;novas experiências&#8221; com os seus modelos de IA.</P><br />
<P>Nos primeiros três meses do ano, a Alphabet registou um aumento de receitas de 21% em comparação com o mesmo período do ano anterior, atingindo 109,896 mil milhões de dólares, impulsionado pelo forte desempenho do seu negócio de publicidade e pelo crescimento robusto da sua divisão de computação em &#8216;nuvem&#8217;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770842]]></sapo:autor>
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		<title>Florida (EUA) processa OpenAI e Sam Altman por ocultação de riscos do ChatGPT</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:27:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O estado norte-americano da Florida processou hoje judicialmente a OpenAI e o seu presidente executivo, Sam Altman, por alegadamente ocultarem riscos graves na comercialização do ChatGPT, como dar instruções a crianças com tendências suicidas ou ajudar a planear crimes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O estado norte-americano da Florida processou hoje judicialmente a OpenAI e o seu presidente executivo, Sam Altman, por alegadamente ocultarem riscos graves na comercialização do ChatGPT, como dar instruções a crianças com tendências suicidas ou ajudar a planear crimes.</P><br />
<P>O procurador-geral da Florida, James Uthmeier, afirmou em conferência de imprensa que o estado é o primeiro a processar a OpenAI e Altman, por suprimirem alertas internos de segurança e enganarem os utilizadores sobre os perigos do ChatGPT, &#8220;permitindo que um produto perigoso chegasse a milhões&#8221; de pessoas.</P><br />
<P>A ação judicial faz referência a dois tiroteios em que os alegados atiradores terão feito perguntas ao ChatGPT enquanto planeavam os seus crimes. </P><br />
<P>A OpenAI contrapôs em comunicado que os seus modelos incentivaram repetidamente os indivíduos a procurar apoio no mundo real, incluindo de profissionais de saúde mental, e disse ter cooperado com as autoridades policiais em ambos os casos.</P><br />
<P>&#8220;O ChatGPT é uma ferramenta de utilização geral utilizada por centenas de milhões de pessoas todos os dias para fins legítimos&#8221;, afirmou a OpenAI em comunicado.</P><br />
<P> &#8220;Trabalhamos continuamente para reforçar as nossas medidas de segurança para detetar intenções maliciosas, limitar o uso indevido e responder adequadamente quando surgem riscos de segurança&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>Em abril, Uthmeier abriu uma investigação criminal contra a OpenAI para determinar se o ChatGPT deu conselhos a um atirador que matou duas pessoas e feriu outras seis no ano passado na Universidade Estadual da Florida. </P><br />
<P>Noutro caso, os procuradores afirmaram que o homem acusado de matar dois estudantes de doutoramento da Universidade do Sul da Florida perguntou ao ChatGPT, dias antes deles desaparecerem, o que aconteceria se um corpo humano fosse colocado num saco e atirado para um contentor do lixo.</P><br />
<P>O processo da Florida alega que a OpenAI e Altman deram prioridade à velocidade de lançamento no mercado e ao lucro comercial em detrimento da segurança dos utilizadores e ignoraram os repetidos alertas de especialistas dentro e fora da empresa. </P><br />
<P>O processo alega que a empresa lançou um produto que facilita e incentiva os danos, incluindo a automutilação e a violência, ao mesmo tempo que assegurava falsamente aos utilizadores que era seguro.</P><br />
<P>A queixa alega ainda que o ChatGPT recolhe dados de menores sem supervisão parental adequada, além de causar dependência comportamental e danos cognitivos. </P></p>
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		<title>Governo Trump cumpre ordem judicial e suspende fundo &#8216;anti-instrumentalização&#8217; de 1,5 MME</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:20:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo norte-americano liderado por Donald Trump revelou segunda-feira que vai suspender temporariamente o fundo de 1,8 mil milhões de dólares (1,5 mil milhões de euros) destinado aos participantes no assalto ao Capitólio em 2021, acatando uma ordem judicial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo norte-americano liderado por Donald Trump revelou segunda-feira que vai suspender temporariamente o fundo de 1,8 mil milhões de dólares (1,5 mil milhões de euros) destinado aos participantes no assalto ao Capitólio em 2021, acatando uma ordem judicial.</P><br />
<P>A decisão surgiu após uma forte reação negativa dos republicanos que manifestaram preocupação com a falta de supervisão e o potencial de pagamentos aos participantes do motim de 06 de janeiro de 2021 no Capitólio dos EUA, noticiou a agência Associated Press (AP).</P><br />
<P>A medida segue-se ainda a uma decisão de uma juíza federal da Virgínia que suspendeu os planos para o fundo até que novos argumentos sejam apresentados ainda este mês. </P><br />
<P>O Departamento de Justiça referiu, em comunicado, que &#8220;discorda veementemente&#8221; da decisão, tomada num dos vários processos judiciais movidos desde o anúncio do fundo, há duas semanas, mas que a vai acatar.</P><br />
<P>Não ficou claro no comunicado se a administração Trump planeia retomar a implementação do fundo caso a juíza revogue a ordem que o bloqueia, ou se pretende recuar de forma mais permanente no seu plano, alvo de intenso escrutínio, de indemnizar indivíduos que acreditam ter sido injustamente perseguidos pelo sistema de justiça criminal. </P><br />
<P>O Governo Trump defendeu o &#8220;Fundo Anti-instrumentalização&#8221; de 1,776 mil milhões de dólares (1.529 milhões de euros), criado para encerrar o processo movido pelo republicano contra a autoridade fiscal dos Estados Unidos (IRS, Internal Revenue Service) devido à fuga das suas declarações de rendimentos.</P><br />
<P>Embora alguns apoiantes de Trump, incluindo participantes no tumulto no Capitólio, tenham celebrado o anúncio do fundo, a reação entre os republicanos no Congresso foi mais hostil.</P><br />
<P>O fundo foi um dos assuntos discutidos pelo Presidente com o líder da Câmara dos representantes (câmara baixa do Congresso), o republicano Mike Johnson, com quem se reuniu hoje, segundo fonte que falou à AP sob anonimato.</P><br />
<P>Os congressistas manifestaram preocupação com a falta de fiscalização do dinheiro e pressionaram o governo para impor limites ao fundo ou para o extinguir por completo. </P><br />
<P>O descontentamento complicou especialmente a situação no Senado (câmara alta), onde os republicanos, num ato de desafio, abandonaram a cidade há 10 dias sem aprovar legislação para financiar as agências de imigração de Trump.</P><br />
<P>Os republicanos que regressaram hoje a Washington indicaram que não terão os votos necessários para aprovar o projeto de lei até que a Casa Branca trabalhe com eles para definir parâmetros para o fundo.</P><br />
<P>O líder da maioria no Senado, o republicano John Thune, indicou hoje que esperava que a Casa Branca tomasse medidas para extinguir o fundo.</P><br />
<P>Mas os democratas no Senado vão forçar, esta semana, uma votação sobre o fundo, para forçar os republicanos a pronunciarem-se sobre a medida anunciada por Donald Trump.</P><br />
<P>O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, afirmou que &#8220;o fundo corrupto de quase dois mil milhões de dólares de Trump é o seu ato mais descarado de benefício pessoal e um dos esquemas mais corruptos alguma vez promovidos por um Presidente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os democratas do Senado não o permitirão&#8221;, continuou.</P><br />
<P>Por isso, garantiu que os democratas coordenarão esforços para eliminar o &#8220;fundo corrupto antes que saia um cêntimo&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770840]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Trump acredita que acordo pode ser alcançado na próxima semana</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-trump-acredita-que-acordo-pode-ser-alcancado-na-proxima-semana/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 23:13:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, acredita que pode ser alcançado na próxima semana um acordo que termine a guerra com o Irão e desbloqueie o estreito de Ormuz, apesar de Teerão ter anunciado a suspensão das negociações com Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, acredita que pode ser alcançado na próxima semana um acordo que termine a guerra com o Irão e desbloqueie o estreito de Ormuz, apesar de Teerão ter anunciado a suspensão das negociações com Washington.</P><br />
<P>&#8220;Parece promissor&#8221;, indicou na sexta-feira o chefe de Estado numa breve entrevista por telefone à estação ABC News, na qual indicou um possível acordo &#8220;em algum momento da próxima semana&#8221;.</P><br />
<P>Trump fez estas declarações apesar de o Irão ter interrompido as conversações de paz em retaliação pelos ataques israelitas ao Líbano, segundo a agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária iraniana.</P><br />
<P>&#8220;Houve um pequeno problema hoje, mas resolvi-o muito rapidamente, como provavelmente já repararam&#8221;, apontou Trump à ABC News.</P><br />
<P>O republicano falou por telefone na segunda-feira com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e realizou uma reunião invulgar com o grupo xiita Hezbollah para tentar preservar o cessar-fogo no Líbano e, consequentemente, as negociações de paz com o Irão.</P><br />
<P>Como o próprio Trump detalhou na sua rede social Truth Social, Netanyahu aceitou não enviar tropas para Beirute, a capital libanesa, e o Hezbollah aceitou cessar os disparos de projéteis contra o território israelita.</P><br />
<P>&#8220;Veremos quanto tempo isto dura. Espero que dure para sempre&#8221;, salientou.</P><br />
<P>Israel intensificou a sua ofensiva militar no Líbano nas últimas horas, uma escalada que viola o cessar-fogo em vigor desde abril e põe em risco a nova ronda de conversações de paz agendadas para hoje (terça-feira) em Washington com o Governo libanês, um processo que o Hezbollah rejeita.</P><br />
<P>A ofensiva contra o Hezbollah, aliado do Irão, ameaça também as negociações entre Washington e Teerão, que há semanas trocam versões preliminares para um acordo que ponha fim à guerra que começou em fevereiro e permita a reabertura do estreito de Ormuz, uma rota crucial para o comércio global de petróleo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770839]]></sapo:autor>
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		<title>Migrantes processam EUA por condições desumanas no maior centro de detenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:56:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de migrantes, representado por várias organizações não-governamentais (ONG), processou os Estados Unidos pelas condições desumanas no maior centro de detenção de migrantes do país, localizado na base militar de Fort Bliss, no Estado do Texas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um grupo de migrantes, representado por várias organizações não-governamentais (ONG), processou os Estados Unidos pelas condições desumanas no maior centro de detenção de migrantes do país, localizado na base militar de Fort Bliss, no Estado do Texas.</P><br />
<P>O processo, apresentado na sexta-feira pela União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês), inclui alegações de quatro pessoas atualmente detidas no centro, detalhando &#8220;grave negligência médica&#8221;, espancamentos e assédio sexual por parte dos guardas, uso &#8220;excessivo&#8221; de confinamento solitário, alimentação inadequada e condições insalubres.</P><br />
<P>Os autores da ação pedem ao tribunal que certifique o caso como uma ação coletiva em nome de todos os detidos no centro e que declare que as condições no centro violam o direito constitucional ao devido processo legal.</P><br />
<P>O megacentro, composto por tendas e com capacidade para acolher até 5.000 detidos, foi inaugurado em agosto e já registou três mortes oficiais e uma quarta alegadamente relacionada com negligência médica, noticiou hoje a agência Efe.</P><br />
<P>O Governo liderado pelo norte-americano Donald Trump rejeita as acusações dos queixosos e afirma que são &#8220;categoricamente falsas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nenhum detido está a ser abusado ou espancado&#8221;, frisou à Efe um porta-voz do Departamento de Segurança Interna. acrescentando que a agência &#8220;leva a sério a saúde e a segurança de todos os indivíduos sob a sua custódia&#8221;.</P><br />
<P>Akari Angye, um dos autores da ação, contou que foi severamente espancado pelos guardas por insistir em falar com um advogado antes de assinar qualquer documento. </P><br />
<P>O espancamento foi tão violento, relata o processo, que teve de ser levado para um hospital local, onde foi colocado numa cadeira de rodas.</P><br />
<P>Erik Iván Rodríguez, outro dos migrantes que interpôs uma ação judicial, está detido desde janeiro, apesar de não ter antecedentes criminais e de viver no Minnesota há oito anos.</P><br />
<P>A sua saúde deteriorou-se rapidamente no centro, de acordo com a ação judicial, acrescentando que tem problemas respiratórios e dificuldade em andar, depois de ter lesionado o joelho enquanto estava detido.</P><br />
<P>&#8220;Vivi os piores dias e meses da minha vida neste lugar. O que estou aqui a passar, não o desejaria nem ao meu pior inimigo&#8221;, contou Rodríguez, originário da Venezuela, numa declaração escrita. </P><br />
<P>Outras três pessoas também morreram no local, uma por suicídio, outra por insuficiência renal e a terceira por homicídio num confronto com funcionários do centro, segundo relatórios oficiais e fugas de informação para os meios de comunicação norte-americanos.</P><br />
<P>A quarta morte, mencionada no processo, mas não incluída nos números oficiais, ocorreu dias depois de a pessoa ter sido libertada do centro. </P><br />
<P>As ONG alegaram que se deveu a &#8220;negligência médica&#8221; sofrida durante a detenção.</P><br />
<P>Sob a atual administração, as detenções de migrantes nos EUA atingiram níveis recorde e, em Janeiro, os EUA detiveram mais de 73.000 migrantes, o número mais elevado desde a criação do Departamento de Segurança Interna (DHS) em 2001. </P><br />
<P>Este ano, pelo menos dezoito pessoas morreram sob custódia das autoridades de imigração, o maior número de mortes em duas décadas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770838]]></sapo:autor>
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		<title>Greenpeace aponta fraudes em licenças de garimpo ligadas a 3,14 mil ME em ouro na Amazónia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:44:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Greenpeace Brasil afirmou hoje que falhas no sistema de controlo da mineração permitiram o uso de permissões de lavra garimpeira para supostamente lavar ouro extraído ilegalmente na Amazónia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Greenpeace Brasil afirmou hoje que falhas no sistema de controlo da mineração permitiram o uso de permissões de lavra garimpeira para supostamente lavar ouro extraído ilegalmente na Amazónia.</P><br />
<P>Segundo relatório divulgado pela organização, entre 2018 e março de 2026, 98 das 187 permissões de lavra garimpeira analisadas apresentaram irregularidades e concentraram 97% do ouro declarado nos processos examinados no período. </P><br />
<P>As 98 permissões de lavra garimpeira com irregularidades permitiram a comercialização de 25,3 toneladas de ouros declarados à Agência Nacional de Mineração (ANM), órgão regulador do setor no país. </P><br />
<P>Esse volume corresponde a 18,4 mil milhões de reais em valores atualizados, o equivalente a 3,14 mil milhões de euros, aponta o Greenpeace no relatório &#8220;Lavagem de ouro na Amazónia: anatomia de uma fraude&#8221;.</P><br />
<P>Dentre as 98 permissões de lavra garimpeira consideradas irregulares, o Greenpeace detalhou oito casos que, segundo a organização, ilustram os principais mecanismos utilizados para inserir ouro de origem ilegal na cadeia formal de comercialização.</P><br />
<P>Um dos grupos é formado pelos chamados &#8220;garimpos fantasmas&#8221;, áreas que registaram produção de ouro e recolhimento de tributos, mas onde imagens de satélite e sobrevoos não identificaram atividade de mineração compatível com os volumes declarados.</P><br />
<P>Segundo o relatório, nesses casos a floresta permaneceu intacta ou apresentou intervenções insuficientes para justificar a quantidade de ouro informada aos órgãos de controle, levantando suspeitas sobre a origem real do minério comercializado.</P><br />
<P>A segunda categoria reúne os chamados garimpos em escala industrial, caracterizados pela exploração conjunta de múltiplas permissões de lavra garimpeira em áreas contíguas, formando operações que funcionariam como um único empreendimento de mineração. </P><br />
<P>Conforme o Greenpeace, esse modelo permite contornar exigências mais rigorosas de licenciamento ambiental e fiscalização aplicáveis à mineração industrial, além de criar condições favoráveis para a lavagem de ouro extraído de áreas proibidas.</P><br />
<P>O relatório do Greenpeace sustenta que brechas regulatórias e a ausência de um sistema robusto de rastreabilidade permitem que ouro retirado ilegalmente de terras indígenas e unidades de conservação seja incorporado ao mercado formal.</P><br />
<P>Para a organização não governamentais, conferir &#8220;total transparência&#8221; para a permisão de lavra garimpeira e cobrar &#8220;fiscalização mais robusta&#8221; da ANM &#8220;não é mais uma opção, mas uma necessidade&#8221;.</P><br />
<P>As permissões investigadas estão distribuídas entre 20 titulares nos estados do Pará, Mato Grosso e Rondônia.</P><br />
<P>Segundo o Greenpeace, as áreas analisadas registaram cerca de 6.652 declarações de arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), que é o &#8216;royalties&#8217; do setor, indicando comercialização bilionária do metal.</P><br />
<P>O relatório mostra que a dispensa de pesquisa mineral prévia dificulta estimativas confiáveis sobre o potencial produtivo das áreas autorizadas e abre espaço para declarações incompatíveis com a capacidade real de extração de ouro.</P><br />
<P>A organização defende que a Agência Nacional de Mineração passe a exigir pesquisas minerais prévias para novas permissões e promova o cancelamento de autorizações sem evidências claras de exploração.</P><br />
<P>O documento também relaciona a expansão do garimpo ilegal à destruição de florestas, à contaminação de rios por mercúrio e ao aumento de violações de direitos humanos em territórios indígenas da Amazónia.</P><br />
<P>&#8220;O avanço do garimpo compromete as condições de vida dos povos indígenas: contamina rios, afasta a fauna, degrada áreas de caça e pesca, inviabiliza práticas agrícolas tradicionais e ameaça a segurança alimentar&#8221;, informa.</P><br />
<P>&#8220;Também introduz doenças, violência, exploração sexual, tráfico de pessoas e outras violações de direitos humanos&#8221;, conclui.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770837]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Califórnia reconhece Dia dos Açores, Dia de Portugal e Mês da Herança Portuguesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A legislatura estadual da Califórnia aprovou hoje a resolução que declara junho como Mês da Herança Portuguesa, 10 de junho como Dia de Portugal e 25 de maio como Dia dos Açores, numa votação bipartidária sem votos contra. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A legislatura estadual da Califórnia aprovou hoje a resolução que declara junho como Mês da Herança Portuguesa, 10 de junho como Dia de Portugal e 25 de maio como Dia dos Açores, numa votação bipartidária sem votos contra. </P><br />
<P>A ACR-185 foi introduzida na assembleia estadual em abril pelas representantes luso-americanas Cecilia Aguiar-Curry (democrata) e Alexandra Macedo (republicana). </P><br />
<P>&#8220;Como neta de imigrantes da ilha açoriana Terceira, tenho a honra de reconhecer os inúmeros contributos dos luso-californianos&#8221;, afirmou Alexandra Macedo quando se dirigiu à assembleia para apresentar a resolução. </P><br />
<P>A votação, que decorreu no capitólio estadual em Sacramento, teve a presença do cônsul-geral de Portugal em São Francisco, Filipe Ramalheira, e do diretor do Instituto Português Além-Fronteiras e presidente da California Portuguese American Coalition, Diniz Borges. </P><br />
<P>&#8220;A história dos portugueses na Califórnia é uma de trabalho árduo, família, fé e comunidade&#8221;, afirmou Cecilia Aguiar-Curry, na sua apresentação. &#8220;Por mais de 200 anos, imigrantes portugueses, muitos dos Açores, ajudaram a construir a Califórnia especialmente na agricultura, laticínios e pescas&#8221;, continuou. </P><br />
<P>Para comemorar a aprovação com 51 votos a favor, Alexandra Macedo ofereceu aos representantes massa sovada da padaria portuguesa Pastry Delight, situada no seu distrito, que abarca partes dos condados de Tulare, Kings e Fresno. </P><br />
<P>No texto da resolução, as autoras salientaram que a presença portuguesa na Califórnia antecede o estabelecimento da Califórnia como parte dos Estados Unidos e existem &#8220;laços duradouros&#8221; entre o estado e os Açores. &#8220;Hoje, mais de 350 mil pessoas de origem portuguesa vivem na Califórnia, das quais aproximadamente 90% são de ascendência açoriana&#8221;, frisaram as representantes. </P><br />
<P>A importância da diáspora portuguesa no estado, em particular açoriana, continua a refletir-se nas organizações fraternais e no ensino da língua portuguesa, defenderam. &#8220;A Califórnia mantém uma relação de estado-irmão com a Região Autónoma dos Açores, promovendo a colaboração em energias renováveis, agricultura sustentável, turismo, tecnologia e intercâmbio cultural&#8221;, lê-se na resolução. </P><br />
<P>Foram ainda destacadas as contribuições de personalidades portuguesas na cultura californiana, citando Mary Astor, Katy Perry, Tom Hanks, Joe Perry, Nuno Bettencourt, Steve Perry e Sara Bareilles.</P><br />
<P>&#8220;Tradições culturais como a Festa do Espírito Santo e outras celebrações comunitárias continuam a ser expressões vitais da herança e identidade na Califórnia&#8221;, referiram as representantes. </P><br />
<P>A resolução ACR-185 tinha sido inicialmente apresentada a 27 de abril e passou a 18 de maio, mas a votação final só ocorreu esta segunda-feira. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770836]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Hegseth retira oficiais mulheres e homens negros da Marinha da lista de promoções &#8211; Media</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:44:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, bloqueou recentemente as promoções de pelo menos sete oficiais da Marinha, numa medida que afeta desproporcionalmente oficiais mulheres e oficiais de minorias, segundo os 'media' norte-americanos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, bloqueou recentemente as promoções de pelo menos sete oficiais da Marinha, numa medida que afeta desproporcionalmente oficiais mulheres e oficiais de minorias, segundo os &#8216;media&#8217; norte-americanos.</P><br />
<P>O The Philadelphia Inquirer noticiou hoje que pelo menos duas das oficiais retiradas por Hegseth da lista de promoções são mulheres, e dois são homens negros. Outros três são homens brancos.</P><br />
<P>As ações de Hegseth, também noticiadas pelo New York Times e Wall Street Journal, que parecem violar as regras que regem um sistema de promoções que deveria ser apolítico e baseado no mérito, foram denunciadas por quatro oficiais da defesa, atuais e antigos, que falaram sob condição de anonimato para discutir assuntos sensíveis de pessoal.</P><br />
<P>Nenhuma oficial feminina foi incluída na nova lista de oficiais de uma estrela, divulgada publicamente no final de maio, apesar de as mulheres representarem cerca de 21% da Marinha em serviço ativo. </P><br />
<P>A lista parece incluir apenas dois oficiais não brancos, embora os marinheiros que se identificam como minorias raciais representem cerca de 38% da Marinha em serviço ativo, adiantou o The Philadelphia Inquirer.</P><br />
<P>A remoção dos oficiais da lista de oficiais de uma estrela por Hegseth é altamente incomum, disseram os oficiais da defesa, atuais e antigos. </P><br />
<P>De acordo com as normas do Pentágono, o secretário da Defesa só deve retirar os oficiais da lista por falhas morais, mentais, físicas ou profissionais que levantem dúvidas sobre a capacidade dos oficiais para liderar.</P><br />
<P>Segundo o jornal norte-americano, as ações de Hegseth são as mais recentes de uma série de demissões e intervenções de pessoal que parecem ser motivadas pelas suas políticas anti-diversidade, em vez do desempenho dos oficiais. </P><br />
<P>Em conjunto, podem remodelar os altos escalões das Forças Armadas nos próximos anos.</P><br />
<P>Sean Parnell, o principal porta-voz do Pentágono, recusou-se a dizer porque é que Hegseth retirou os oficiais da lista de promoção da Marinha. </P><br />
<P>&#8220;As promoções militares são concedidas àqueles que as mereceram. O departamento nunca considerará a cor da pele ou o género de um militar como um fator para promoções&#8221;, garantiu Parnell, encanto a Marinha recusou comentar o caso.</P><br />
<P>Desde que assumiu o cargo, Hegseth demitiu ou afastou quase três dezenas de oficiais militares de alta patente, no âmbito de uma campanha mais ampla destinada a expurgar o Pentágono de líderes que depreciou como &#8220;tolos&#8221;, &#8220;imprudentes&#8221; e &#8220;progressistas&#8221;. </P><br />
<P>Recusou-se consistentemente a explicar por que razão optou por demitir oficiais ou retirá-los das listas de promoção.</P><br />
<P>O escrutínio sobre Hegseth recaiu fortemente sobre oficiais mulheres e de minorias, que sofreram o impacto mais forte dos despedimentos. </P><br />
<P>No início do ano, Hegseth retirou também quatro coronéis, dois homens negros e duas mulheres, da lista de nomeados do Exército para general de uma estrela, contrariando as objeções do secretário do Exército, Daniel P. Driscoll. </P><br />
<P>Driscoll insistiu que os oficiais tinham um longo historial de serviço exemplar e não tinham feito nada de errado.</P><br />
<P>Os oficiais selecionados para o posto de general de uma estrela são escolhidos por uma comissão de almirantes ou generais que analisam centenas de dossiers pessoais ao longo de reuniões que podem durar duas semanas. </P><br />
<P>Apenas cerca de 5% dos elegíveis para promoção a general de uma estrela são escolhidos, o que a torna a comissão mais competitiva das Forças Armadas dos EUA.</P><br />
<P>As listas são depois revistas pelos secretários de cada ramo das Forças Armadas e pelo secretário da Defesa, que, de acordo com as normas do Pentágono, podem excluir nomes em circunstâncias específicas, como o surgimento de novas informações que levantem dúvidas sobre as qualificações dos oficiais para o serviço.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770835]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Putin avisado por governo que gastos da guerra são incomportáveis &#8211; media</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 22:35:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ Redação, 01 jun 2026 (Lusa) - O Presidente russo, Vladimir Putin, foi avisado por altos funcionários das Finanças e do banco central de que os gastos com a guerra na Ucrânia estão numa trajetória insustentável, noticiou a Bloomberg News.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P> O Presidente russo, Vladimir Putin, foi avisado por altos funcionários das Finanças e do banco central de que os gastos com a guerra na Ucrânia estão numa trajetória insustentável, noticiou a Bloomberg News.</P><br />
<P>Segundo a agência, que cita fontes próximas do assunto e documentação analisada, as referidas autoridades alertaram o Kremlin de que o nível atual de gastos projetados com defesa corre o risco de aumentar perigosamente o défice orçamental do governo e propuseram novos cortes nestas despesas.  </P><br />
<P>Uma divisão entre os decisores políticos fez com que altos funcionários do Ministério da Defesa e alguns no Kremlin, determinados a prosseguir os objetivos de guerra de Putin, insistissem em proteger as despesas militares, argumentando que muitas empresas dependem de contratos militares para produzirem e criarem emprego.</P><br />
<P>Putin pediu aos funcionários do Ministério das Finanças que identificassem cortes de despesas noutras áreas do orçamento, antes da defesa, segundo as fontes da Bloomberg, que não obteve reação da parte do Kremlin.</P><br />
<P>O Ministério da Defesa exige mesmo financiamento adicional, segundo duas fontes próximas do Governo russo.  </P><br />
<P>As pressões orçamentais, tanto no ano passado como este ano, são do conhecimento do Presidente russo, de quem dependerá exclusivamente a dimensão de quaisquer cortes nas despesas.</P><br />
<P>No quinto ano da invasão em grande escala da Ucrânia, a economia e as finanças da Rússia enfrentam dificuldades crescentes, apesar da recente subida dos preços do petróleo resultante da guerra no Irão.</P><br />
<P>Segundo a Bloomberg, o preço do petróleo teria de se manter acima dos 100 dólares por barril durante pelo menos um ano para que a economia melhorasse significativamente, e este ganho inesperado não resolveria os problemas estruturais que afetam o crescimento, a inflação e o setor bancário.</P><br />
<P>Mesmo os setores ligados às encomendas da indústria de defesa estatal deverão expandir apenas 4% a 5% em 2026, tendo crescido perto de um terço nos últimos anos, devido às encomendas militares.</P><br />
<P>Depois de ter reduzido a sua previsão de crescimento em maio, a Rússia está à beira da recessão, com o Ministério da Economia a prever agora que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 0,4% em 2026, abaixo da estimativa anterior de 1,3%. Os dados oficiais mostram que a economia contraiu no primeiro trimestre pela primeira vez em três anos.</P><br />
<P>Apesar do aumento das receitas petrolíferas devido à guerra no Médio Oriente, o défice nos primeiros quatro meses do ano aumentou para 2,5% do PIB, cerca de 50% acima do orçamentado, segundo dados oficiais.</P><br />
<P>Fortemente afetada pelas sanções internacionais, a economia russa está mais debilitada e o governo aumentou alguns impostos, estando ainda a considerar novos agravamentos fiscais, nomeadamente sobre alguns produtores de matérias-primas e bancos para ajudar a cobrir o défice orçamental.</P><br />
<P>O crescente rombo financeiro da Rússia provocou na semana passada a ira de um parlamentar veterano da câmara baixa do parlamento, Valery Gartung, que recordou a hiperinflação após o colapso da União Soviética. </P><br />
<P>&#8220;O que vamos fazer em relação a isso?&#8221;, questionou. &#8220;Imprimir dinheiro ou quê? Como em 1992, quando os preços subiam 30% todas as semanas? Sabemos que não é essa a solução&#8221;, afirmou o parlamentar.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  </P><br />
<P>No plano diplomático, a Rússia rejeitou até agora qualquer cessar-fogo prolongado e exige, para pôr fim ao conflito, que a Ucrânia lhe ceda pelo menos quatro regiões &#8211; Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia &#8211; além da península da Crimeia, anexada em 2014, e renuncie para sempre a aderir à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental).  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770831]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha 4.ª sessão consecutiva com recordes dos principais índices</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 21:33:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina manteve a tendência ascendente e fechou uma quarta sessão consecutiva com recordes dos seus índices emblemáticos, o seletivo Dow Jones Industrial Average, o tecnológico Nasdaq e o alargado S&#38;P500, graças em muito à inteligência artificial (IA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina manteve a tendência ascendente e fechou uma quarta sessão consecutiva com recordes dos seus índices emblemáticos, o seletivo Dow Jones Industrial Average, o tecnológico Nasdaq e o alargado S&amp;P500, graças em muito à inteligência artificial (IA). </P><br />
<P>Assim, o Dow ganhou 0,09%, para os 51.078,88 pontos, o Nasdaq avançou 0,42%, para as 27.086,81 unidades e o S&amp;P500 valorizou 0,26%, para as 7.599,96.</P><br />
<P>&#8220;Neste primeiro dia de junho, os investidores não pareceram preocupados com a geopolítica (&#8230;), apesar dos riscos de inflação e arrefecimento económico ligados ao conflito&#8221; no Médio Oriente, comentou Jose Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>Donald Trump assegurou hoje que Israel e o Hezbollah tinham-lhe prometido o apaziguamento no Líbano e acrescentou que as negociações continuavam bem com o Irão, &#8220;a um ritmo rápido&#8221;.</P><br />
<P>Uma afirmação que contradiz a da agência noticiosa iraniana Tasnim, segundo a qual Teerão rompeu o diálogo indireto com Washington, por causa da ofensiva israelita no Líbano.</P><br />
<P>Esta situação levou à subida das cotações do petróleo e dos rendimentos obrigacionistas.</P><br />
<P>Mas, apesar das pressões inflacionistas, &#8220;os investidores não parecem abandonar&#8221; a alta atual do mercado, observou Christopher Low, da FHN Financial, em declarações à AFP.</P><br />
<P>E hoje voltaram a lançar-se sobre os títulos as tecnológicas. </P><br />
<P>O último impulso de acelerador foi dado pelo anúncio da Nvidia de um novo processador para computadores portáteis que usam o Windows para modernizar estes aparelhos para a era da IA. </P><br />
<P>Em consequência, a primeira capitalização mundial ganhou 6,26%, e a Microsoft 2,28%.</P><br />
<P>O movimento aproveitou também à Dell (+10,74%), HP (+3,34%), Oracle (+9,87%) ou Micron (6,56%).</P><br />
<P>Em contrapartida, os concorrentes da Nvidia no segmento das CPU (unidade central de processamento) sofreram com o anúncio, como Intel (-4,67%), Qualcomm (-8,78%) e AMD (-1,16%).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770829]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Netanyahu volta a ameaçar Beirute e mantém operações no sul do Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:30:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou hoje que transmitiu ao Presidente norte-americano, Donald Trump, que atacará Beirute se o seu país for visado pelo grupo xiita Hezbollah, ao mesmo tempo que mantém as operações militares no sul do Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou hoje que transmitiu ao Presidente norte-americano, Donald Trump, que atacará Beirute se o seu país for visado pelo grupo xiita Hezbollah, ao mesmo tempo que mantém as operações militares no sul do Líbano.</P><br />
<P>&#8220;Conversei com o Presidente Trump esta noite e disse-lhe que, se o Hezbollah não cessar os ataques às nossas cidades e cidadãos, Israel atacará alvos terroristas em Beirute. A nossa posição sobre este assunto mantém-se inalterada&#8221;, declarou Netanyahu em comunicado.</P><br />
<P>Em simultâneo, disse que &#8220;as Forças de Defesa de Israel continuarão a operar como planeado no sul do Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Esta declaração surge pouco depois de Trump ter anunciado que obteve um compromisso do chefe do Governo israelita e do Hezbollah para uma suspensão dos confrontos.</P><br />
<P>A embaixada dos Estados Unidos em Beirute indicou que as autoridades libanesas receberam a confirmação da adesão do Hezbollah a uma &#8220;cessação mútua dos ataques&#8221;, num comunicado divulgado pela presidência do Líbano.</P><br />
<P>A representação norte-americana detalhou que o acordo implica a suspensão dos ataques israelitas a Dahieh, nos subúrbios sul de Beirute e um bastião do grupo xiita apoiado pelo Irão, &#8220;em troca do compromisso do Hezbollah de se abster de lançar ataques contra Israel, sendo o cessar-fogo estendido a todo o Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Netanyahu tinha ordenado hoje de manhã o bombardeamento da periferia da capital libanesa, em plena intensificação das operações terrestres israelitas no sul do Líbano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770827]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: 263 casos e 43 mortes confirmadas na RDCongo e Uganda &#8211; OMS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:30:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A República Democrática do Congo (RDCongo) e o Uganda relataram 263 casos e 43 mortes confirmadas por Ébola, duas semanas após a confirmação dos primeiros casos, anunciou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A República Democrática do Congo (RDCongo) e o Uganda relataram 263 casos e 43 mortes confirmadas por Ébola, duas semanas após a confirmação dos primeiros casos, anunciou hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS).</P><br />
<P>Cinco profissionais de saúde receberam alta após serem infetados no socorro aos doentes, num total de 16 que foram infetados no surto inicial em Ituri, leste da RDCongo, e epicentro da crise de saúde.</P><br />
<P>A especialista da OMS Anaïs Legand reforçou os apelos aos cuidadores, lembrando que, &#8220;ao cuidar dos entes queridos, a pessoa pode contrair o vírus&#8221;.</P><br />
<P>A OMS destaca que surtos de Ébola só são controlados quando há envolvimento pleno das comunidades, e que a resposta está também na orientação dada à população para reconhecer os sintomas e adotar as condutas adequadas.</P><br />
<P>Segundo Legand, sem tratamento específico, cinco em cada 10 pessoas infetadas provavelmente morrerão, já que a taxa de letalidade, neste caso, é de 50%.</P><br />
<P>O ressurgimento da doença ocorre num cenário crítico: apenas na província de Ituri, o epicentro da nova epidemia, mais de um milhão de pessoas necessitam de assistência humanitária devido ao conflito entre grupos étnicos. </P><br />
<P>Desde a confirmação dos primeiros casos, várias agências da ONU e as força de paz da Missão das Nações Unidas no país, Monusco, entraram em ação para mitigar a crise.</P><br />
<P>O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, já enviou mais de 100 toneladas de suprimentos à RDCongo, incluindo medicamentos e equipamentos médicos.</P><br />
<P>Hoje, o diretor regional da OMS para a África confirmou a entrega de uma nova remessa de materiais e auxílio médicos essenciais na cidade de Bunia, província de Ituri.  </P><br />
<P>Em visita ao país, o diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, ressaltou que o apoio internacional é essencial para auxiliar o trabalho dos profissionais de saúde. </P><br />
<P>&#8220;Estamos aqui para prestar o nosso apoio às populações e aos profissionais de saúde, mas também para apelar ao contributo da comunidade internacional&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A OMS trabalha em conjunto com os Governos da RDCongo e do Uganda para conter a epidemia.</P><br />
<P>A variante identificada, Bundibugyo, apresenta taxa de letalidade entre 30% e 50%. Até agora, o combate ao ébola concentra-se em medidas tradicionais: testes rápidos, rastreamento de contatos e isolamento de pacientes. </P><br />
<P>Para acelerar o desenvolvimento de soluções médicas, o Ministério da Saúde da RDCongo, a OMS e outros parceiros atuam para acelerar o início dos ensaios clínicos com vacinas e tratamentos já identificados. </P><br />
<P>&#8220;O Ministério da Saúde, a OMS e os seus parceiros estão a trabalhar para realizar rapidamente ensaios controlados (&#8230;) sobre vacinas e tratamentos candidatos&#8221;, afirmaram a agência da ONU e o Governo congolês numa declaração conjunta emitida esta madrugada.</P><br />
<P>A nota foi publicada após a missão que este fim de semana lideraram, em Bunia, os ministros congolenses da Saúde, Samuel Roger Kamba, e da Comunicação, Patrick Muyaya, e o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770826]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Mais de 50 países denunciam na ONU comportamento &#8220;inaceitável&#8221; da Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:16:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 50 países, incluindo membros da União Europeia e da NATO, denunciaram hoje na ONU o comportamento "inaceitável" da Rússia, num comunicado lido pela chefe da diplomacia romena após a queda de um drone alegadamente russo na Roménia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 50 países, incluindo membros da União Europeia e da NATO, denunciaram hoje na ONU o comportamento &#8220;inaceitável&#8221; da Rússia, num comunicado lido pela chefe da diplomacia romena após a queda de um drone alegadamente russo na Roménia.</P><br />
<P>&#8220;Faço esta declaração em nome de 56 governos que representam os nossos aliados e parceiros da União Europeia e da NATO, bem como de nações parceiras de todo o mundo, juntos em solidariedade com o meu Governo, da Roménia. Na noite de 28 para 29 de maio, um drone russo que transportava explosivos entrou no espaço aéreo romeno, violando o direito internacional&#8221;, afirmou Oana-Silvia Toiu, na sede da ONU, em Nova Iorque.</P><br />
<P>&#8220;Este último incidente teve um impacto direto na segurança de civis inocentes na Roménia. Tal comportamento é inaceitável perante o direito internacional e deve cessar&#8221;, apelou a ministra, cercada por dezenas de embaixadores, incluindo de Portugal, dos Estados Unidos, França, Ucrânia, entre outros. </P><br />
<P>Os ataques contra civis exigem condenação nos termos mais fortes, onde quer que ocorram, insistiu a governante romena.</P><br />
<P>&#8220;Pela primeira vez, houve feridos entre a população romena. Duas pessoas ficaram feridas e vários moradores precisaram de atendimento médico. O impacto causou um incêndio e danos significativos, forçando a evacuação do prédio&#8221;, disse ainda a ministra, à porta do salão do Conselho de Segurança da ONU.</P><br />
<P>O Governo romeno pediu uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para abordar precisamente esse incidente.</P><br />
<P>Na reunião, que aconteceu alguns minutos após a declaração proferida pela ministra da Roménia, a diretora da divisão para a Europa e Ásia Central dos Departamentos de Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz e de Operações de Paz da ONU, Kayoko Gotoh, frisou que esta não foi a primeira violação relatada do espaço aéreo romeno por um drone armado desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia.</P><br />
<P>No entanto, sublinhou que foi a primeira vez que tal incidente resultou em vítimas.</P><br />
<P>De acordo com Gotoh, o incidente de sexta-feira ocorreu na sequência de uma tendência preocupante de incursões de drones nos espaços aéreos e águas territoriais dos países que fazem fronteira com a Ucrânia ou com a Federação Russa.</P><br />
<P>Nos últimos 12 meses, tais incidentes foram reportados pelas autoridades da Moldávia, Letónia, Lituânia, Estónia, Finlândia, Polónia, Cazaquistão e Bielorrússia, bem como em países da região mais vasta, como Bulgária, Grécia e Turquia, assinalou hoje a ONU.</P><br />
<P>&#8220;A perigosa trajetória de escalada e intensificação a que assistimos corre o risco de se descontrolar. O rumo atual precisa de mudar. O risco de erro de cálculo é particularmente perigoso para a segurança das instalações nucleares. Este risco só tem aumentado nos últimos dias&#8221;, alertou ainda a representante da ONU.</P><br />
<P>No passado sábado, a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) foi informada pela Central Nuclear de Zaporijia de que um drone atingiu um edifício de turbinas no local, causando, segundo relatos transmitidos à ONU, um buraco na parede.</P><br />
<P>Este foi o primeiro ataque deste tipo dentro do perímetro da central desde abril de 2024, assinalou hoje Kayoko Gotoh.</P><br />
<P>Já no domingo, a equipa da AIEA no local observou danos no exterior de um edifício de turbinas, referindo que pareciam consistentes com o impacto de um drone.</P><br />
<P>&#8220;Os ataques a instalações nucleares são imprudentes e inaceitáveis. Devem cessar imediatamente para evitar qualquer risco de acidente nuclear&#8221;, apelou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770825]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sete mortos e mais de 800 moçambicanos vítimas de xenofobia na África do Sul &#8211; Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:05:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo menos sete moçambicanos morreram e mais de 800 foram vítimas de ataques xenófobos na África do Sul desde sexta-feira, anunciaram hoje as autoridades, que alertam para o agravamento da situação de segurança no país vizinho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos sete moçambicanos morreram e mais de 800 foram vítimas de ataques xenófobos na África do Sul desde sexta-feira, anunciaram hoje as autoridades, que alertam para o agravamento da situação de segurança no país vizinho.</P><br />
<P>O Gabinete de Informação de Moçambique (Gabimfo) avançou hoje, em comunicado, que pouco mais de 800 moçambicanos residentes na cidade de Mossel Bay, na província sul-africana de Cabo Ocidental, foram, na última sexta-feira, vítimas de acções de xenofobia, um problema recorrente na África do Sul.</P><br />
<P>&#8220;Há a lamentar a morte de sete cidadãos moçambicanos, cinco dos quais por consequência direta dos ataques xenófobos e outros dois como resultado de um acidente de viação, quando viajavam, em viatura particular, de regresso a Moçambique&#8221;, refere-se no documento.</P><br />
<P>Segundo o Gabimfo, só no último sábado, pelo menos 300 moçambicanos regressaram, por meios próprios, a Moçambique e os pouco mais de 500 nacionais que permanecem naquele país encontravam-se albergados, desde então, num local seguro no Cabo Ocidental, estando já a decorrer, a partir de hoje, o processo do seu repatriamento para Moçambique.</P><br />
<P>&#8220;Os referidos compatriotas serão levados aos seus locais de origem, designadamente onde possuem as suas residências. Os cidadãos em causa são oriundos das províncias do Sul de Moçambique &#8211; Gaza, Inhambane, Maputo e Cidade de Maputo &#8211; e da província de Manica, na região centro&#8221;, lê-se no comunicado. </P><br />
<P>À sua chegada à fronteira de Ressano Garcia, na Província de Maputo, os moçambicanos em processo de regresso forçado ao país recebem dois `kits´ alimentares, sendo um para o seu uso imediato e outro para os primeiros 10 dias de restabelecimento nas suas zonas de origem.</P><br />
<P>&#8220;Tendo em conta a volatilidade da situação &#8212; o que inclui a exigência, por parte de grupos anti-imigrantes, no sentido de certos grupos de estrangeiros abandonem aquele país até 30 de junho corrente &#8211;, prevê-se o agravamento do atual quadro, estando o Governo a trabalhar para a necessária mitigação&#8221;, alerta.</P><br />
<P>Face à situação, as autoridades moçambicanas garantem que têm estado, desde a ocorrência dos incidentes, a monitorar a situação, através do Consulado de Moçambique na Cidade do Cabo, que está engajado na prestação de assistência aos cidadãos nacionais afetados. </P><br />
<P>&#8220;De referir que o Governo continuará a fazer o seguimento apropriado, através das suas missões consulares naquele país vizinho, bem assim por intermédio do Instituto Nacional para as Comunidades Moçambicanas no Exterior (INACE) e do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD)&#8221;, conclui-se.</P><br />
<P>O porta-voz do Serviço Nacional de Migração (Senami) de Moçambique tinha dito hoje à Lusa que as autoridades sul-africanas vão deportar cerca de 600 moçambicanos vítimas de atos xenófobos naquele país.</P><br />
<P>&#8220;São cerca de 600 moçambicanos e só chegam amanhã [terça-feira]. São vítimas de xenofobia&#8221;, disse Juca Bata, porta-voz do Senami.</P><br />
<P>Segundo o responsável, os transportes com os moçambicanos partiram hoje por volta das 14:00 da Cidade do Cabo, África do Sul, e chegam a Maputo, em Moçambique, na terça-feira de manhã, através da fronteira de Ressano Garcia, a maior e principal entre os dois países.</P><br />
<P>Na altura, Juca Bata disse que as autoridades não tinham ainda dados sobre moçambicanos feridos ou mortos na África do Sul.</P><br />
<P>No domingo, o líder da comunidade moçambicana na África do Sul avançou que pelo menos quatro moçambicanos morreram e vários outros ficaram feridos durante confrontos com cidadãos sul-africanos em Mossel Bay.</P><br />
<P>A África do Sul tem registado manifestações e tensões sociais visando migrantes, sendo que, no início do mês, uma marcha contra a imigração culminou em ataques a negócios de estrangeiros na província do Cabo Oriental, no este do país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770822]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>FMI alerta para riscos no crédito e defende reforço de funcionários no Banco Central do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:58:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou hoje para os riscos associados ao crédito pessoal no Brasil e defendeu medidas para enfrentar a escassez de funcionários do Banco Central (BC) brasileiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou hoje para os riscos associados ao crédito pessoal no Brasil e defendeu medidas para enfrentar a escassez de funcionários do Banco Central (BC) brasileiro.</P><br />
<P>Segundo a instituição, a solidez do sistema financeiro foi confirmada pelas conclusões do Programa de Avaliação do Setor Financeiro (FSAP, na sigla em inglês) realizado pelo organismo.</P><br />
<P>&#8220;O setor financeiro continua resiliente, com bancos bem capitalizados e líquidos. É importante manter a vigilância, sobretudo no que diz respeito aos riscos no crédito a pessoas físicas&#8221;, segundo o comunicado.</P><br />
<P>O FMI enviou uma equipa técnica ao Brasil entre os dias 18 e 29 de maio para analisar políticas e perspetivas económicas do país, o que incluiu encontros com autoridades locais. </P><br />
<P>No final de cada missão aos países-membros, o FMI divulga um comunicado com &#8220;constatações preliminares&#8221; e elabora um relatório técnico, ainda a ser aprovado pela Direção Executiva da instituição.</P><br />
<P>A equipa técnica do FMI afirmou hoje que os bancos brasileiros continuam bem capitalizados e com níveis adequados de liquidez, mas, apesar desse cenário, recomendou a manutenção da vigilância sobre potenciais vulnerabilidades no mercado de crédito.</P><br />
<P>A instituição destacou especialmente os riscos relacionados com as operações de crédito pessoal.</P><br />
<P>O último levantamento do Banco Central brasileiro, divulgado no final de abril, aponta que o endividamento das famílias atingiu 49,9%, um recorde na série histórica iniciada em 2006.</P><br />
<P>No relatório, o BC informa ainda que a percentagem do rendimento das famílias brasileiras com dívidas alcançou 29,7%.</P><br />
<P>Mais uma vez, o Banco Central brasileiro voltou a repetir que o cartão de crédito, a linha de crédito mais cara do mercado financeiro, é o vilão do endividamento das pessoas.</P><br />
<P>O juro médio total cobrado pelos bancos no cartão de crédito caiu de 435,9% ao ano em fevereiro para 428,3% em março. </P><br />
<P>Em resposta ao endividamento das famílias e aos seus efeitos na popularidade do Presidente brasileiro, Lula da Silva, o Governo lançou, no início do mês passado, um novo programa de renegociação de dívidas. </P><br />
<P>O fortalecimento dos quadros de funcionários do Banco Central brasileiro também foi destacado no comunicado divulgado hoje pelo corpo técnico do FMI. </P><br />
<P> &#8220;É prioridade reforçar a supervisão do sistema financeiro e do mercado de capitais &#8212; inclusive enfrentando a questão da escassez de pessoal do BCB e fortalecendo a proteção legal dos seus funcionários&#8221;, afirma.</P><br />
<P>A declaração do FMI ocorre depois do BC ter decretado, em novembro passado, a liquidação do Banco Master devido a crise de liquidez e graves violações às normas do Sistema Financeiro Nacional. </P><br />
<P>Um juiz do Tribunal de Contas da União, indicado para o cargo por políticos influentes ligados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, usou a função para pressionar de forma intimidatória agentes do BC, mas recuou após repercussão negativa do seu comportamento.</P><br />
<P>Pivô da crise, Vorcaro está preso por múltiplos crimes, entre eles corrupção, suborno a agentes públicos, e por financiar milícias digitais para atacar o BC e defender o Master. </P><br />
<P>Dois diretores do Banco Central também foram afastados, suspeitos de receberem imóveis e recursos para favorecerem o Master. </P><br />
<P>O presidente do BC, Gabriel Galípolo, declarou há duas semanas, durante uma audiência no Senado, que o Master não representa risco para o sistema financeiro e comparou o banco a uma equipa da terceira divisão do futebol brasileiro.</P><br />
<P>Na ocasião, Galípolo pediu aos senadores reforço estrutural do BC por estar sem recursos para investir em tecnologia e com um défice de mil funcionários.  </P><br />
<P>&#8220;A gente vai ter que começar a fazer uma gestão de risco dizendo assim: &#8216;Não há cobertor para cobrir tudo. O que é mais sistémico vamos passar a analisar'&#8221;, frisou.</P><br />
<P>O escândalo do Master levou o BC a mudar regras que limitam o uso do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) pelos bancos como estratégia para atrair investidores e captar recursos no mercado financeiro.</P><br />
<P>O banco de Vorcaro prometia altos rendimentos aos investidores, usando o FGC &#8211; espécie de colchão de proteção do sistema financeiro &#8211; como garantia aos investidores em caso de quebra. </P><br />
<P>A liquidação do Master causou prejuízos da ordem dos 52 mil milhões de reais (cerca de 8,89 mil milhões de euros), valor que representa 30% do valor total do FGC para ressarcir os credores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770820]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Líbano confirma acordo do Hezbollah para cessar-fogo com Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:51:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[(CORREÇÃO NO PRIMEIRO PARÁGRAFO) Washington, 01 jun 2026 (Lusa) -- A embaixada do Líbano nos Estados Unidos indicou hoje que as autoridades de Beirute receberam a confirmação de que o grupo xiita Hezbollah aceitou uma proposta de Washington para um cessar-fogo com Israel. (CORRIGE A FONTE, QUE É A EMBAIXADA DO LÍBANO NOS ESTADOS UNIDOS E NÃO A EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS NO LÍBANO)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>(CORREÇÃO NO PRIMEIRO PARÁGRAFO) Washington, 01 jun 2026 (Lusa) &#8212; A embaixada do Líbano nos Estados Unidos indicou hoje que as autoridades de Beirute receberam a confirmação de que o grupo xiita Hezbollah aceitou uma proposta de Washington para um cessar-fogo com Israel. (CORRIGE A FONTE, QUE É A EMBAIXADA DO LÍBANO NOS ESTADOS UNIDOS E NÃO A EMBAIXADA DOS ESTADOS UNIDOS NO LÍBANO)</P><br />
<P>&#8220;As autoridades libanesas receberam a confirmação de que o Hezbollah aceitou a proposta americana para uma cessação mútua dos ataques&#8221;, afirmou um comunicado da embaixada divulgado pela presidência do Líbano, pouco depois do anúncio do líder da Casa Branca, Donald Trump, de que tinha obtido um compromisso de ambas as partes.</P><br />
<P>A representação norte-americana detalhou que o acordo implica a suspensão dos ataques israelitas a Dahieh, nos subúrbios sul de Beirute e um bastião do grupo xiita apoiado pelo Irão, &#8220;em troca do compromisso do Hezbollah de se abster de lançar ataques contra Israel, sendo o cessar-fogo estendido a todo o Líbano&#8221;.</P><br />
<P>O gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, recusou para já comentar o anúncio desta trégua, segundo o jornal The Times of Israel.</P><br />
<P></P><br />
<P>(</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770819]]></sapo:autor>
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		<title>Dois mortos nas praias no primeiro mês da época balnear &#8212; Autoridade Marítima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois mortos, 108 salvamentos e 67 ações de primeiros-socorros nas praias portuguesas é o balanço que a Autoridade Marítima Nacional (AMN) fez do primeiro mês da época balnear de 2026, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dois mortos, 108 salvamentos e 67 ações de primeiros-socorros nas praias portuguesas é o balanço que a Autoridade Marítima Nacional (AMN) fez do primeiro mês da época balnear de 2026, foi hoje divulgado.</P><br />
<P>Em comunicado, a ANM registou &#8220;entre 01 e 31 de maio, 108 salvamentos, 67 ações de primeiros-socorros e duas vítimas mortais nas praias portuguesas, neste caso uma morte por afogamento e outra por doença súbita, ambas em praia marítima fora da época balnear&#8221;.</P><br />
<P>Um dos acidentes mortais ocorreu em 26 de maio, na Praia do Molhe Leste, em Peniche, no distrito de Leiria, devido a doença súbita numa zona balnear não vigiada pois o dispositivo de vigilância naquela praia decorre entre 01 de junho e 15 de setembro.</P><br />
<P>O outro registou-se em 28 de maio, por afogamento, na Praia do Dragão Vermelho, na Costa de Caparica, em Almada, distrito de Setúbal, onde a vigilância balnear também se realiza de 01 de junho até 30 de setembro.</P><br />
<P>A época balnear, a nível nacional, decorre entre 15 de abril e 31 de outubro, mas a maioria dos municípios inicia o período de vigilância a partir de 01 de junho, embora as autarquias sejam livres de começar a época balnear antes ou depois dessa data.</P><br />
<P>Segundo a AMN, além dos dois acidentes mortais em praias marítimas fora da época balnear, em maio não se registaram mais mortes em praias marítimas vigiadas e não vigiadas ou em outras zonas marítimas sem vigilância.</P><br />
<P>Uma vez que &#8220;existe ainda um número significativo de praias que não possuem qualquer sistema de vigilância ou apoio a banhistas&#8221;, a Autoridade Marítima recomendou a frequência de &#8220;praias permanentemente vigiadas&#8221;, &#8220;vigiar permanentemente as crianças&#8221; e &#8220;respeitar a sinalização das bandeiras, das praias e as indicações dos nadadores-salvadores, dos agentes da autoridade&#8221; ou de outros &#8220;elementos que reforçam a vigilância nas praias&#8221;.</P><br />
<P>Os banhistas devem também &#8220;não se expor desnecessariamente ao risco&#8221;, respeitar &#8220;os períodos de digestão e não entrar em águas frias de forma repentina, de forma a evitar choques térmicos abruptos&#8221;, evitar &#8220;as horas de maior exposição solar (11:00-17:00)&#8221; e, &#8220;em caso de emergência, não entrar na água&#8221; e &#8220;chamar o nadador-salvador&#8221; ou ligar o 112.</P><br />
<P>De acordo com a portaria com a identificação das &#8220;águas balneares costeiras e de transição e das águas balneares interiores&#8221;, para 2026, a Agência Portuguesa do Ambiente identificou 671 águas balneares em Portugal, das quais 523 no continente, 88 na região autónoma dos Açores e 60 na Madeira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_770818]]></sapo:autor>
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		<title>Tarifas de gás natural sobem 6,4% a partir de outubro para famílias no mercado regulado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 19:14:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) aprovou um aumento de 6,4% nas tarifas de gás natural para os consumidores domésticos no mercado regulado, a aplicar no próximo ano gás, entre 01 de outubro de 2026 e 30 de setembro de 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) aprovou um aumento de 6,4% nas tarifas de gás natural para os consumidores domésticos no mercado regulado, a aplicar no próximo ano gás, entre 01 de outubro de 2026 e 30 de setembro de 2027.</P><br />
<P>Em março, a proposta do regulador apontava para um aumento médio de 6,3% nas tarifas de gás natural para o mesmo período.</P><br />
<P>O impacto na fatura do gás natural, incluindo taxas e impostos, será de 0,91 euros por mês para um casal sem filhos e de 1,62 euros por mês para um casal com dois filhos, segundo contas da ERSE.</P></p>
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