Explicador: Asteck afunda Jerónimo Martins. É caso para alarme?

Depois da segunda maior acionista da Jerónimo Martins ter vendido os seus títulos no grupo (5% do capital), a dona do Pingo Doce fechou esta terça-feira com uma quebra de 11,08%, para os 19,22 euros, o mergulho mais profundo, desde finais de julho de 2014.

Revista de Imprensa
Novembro 17, 2021
9:01

Depois da segunda maior acionista da Jerónimo Martins ter vendido os seus títulos no grupo (5% do capital), a dona do Pingo Doce fechou esta terça-feira com uma quebra de 11,08%, para os 19,22 euros, o mergulho mais profundo, desde finais de julho de 2014.

Contactado pelo Negócios, Mário Martins, analista da ActivTrades, explicou que é apenas uma decisão de encaixar mais valias, numa altura de máximos históricos, o que em teoria é uma decisão válida, e é esse o sinal que transmite para o mercado, não é descrença na empresa”, com “pouca importância tem para o futuro da Jerónimo Martins”.

Também Paulo Rosa, economista sénior do Banco Carregosa realça que “a Asteck é uma sociedade detida por uma holding do setor petrolífero, logo os interesses vão além do setor de retalho”.

“A Asteck era um investidor financeiro que concluiu um investimento rentável. Por isso, não altera a nossa visão para a empresa”, remata Patricia Cifuentes, analista da Bestinver.

Às 8h59 de Lisboa, a Jerónimo Martins liderava os ganhos com uma subida de 1,56% no preço das ações. O PSI 20 aumentou 0,26% para os 5.668,7600 pontos.

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