Europa ‘fecha-se’ ao TikTok: rede social chinesa enfrenta proibições de diversos Governos da UE

Nos últimos anos, houve pelo menos cinco Governos nacionais, incluindo algumas das principais potências de segurança cibernética – Alemanha, Países Baixos e Estónia -, que impuseram restrições semelhantes

Francisco Laranjeira

O TikTok está sob mira do mundo: apesar de não terem o ‘estrondo’ das ações do Governo americano, há diversos Governos europeus que têm imposto restrições à rede social de propriedade chinesa.

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Em todo o bloco europeu, diversos ministérios do Governo, especialmente os envolvidos na política de defesa e segurança, foram proibidos de usar o TikTok em dispositivos governamentais.

A nível comunitário, o golpe mais duro para a plataforma de partilha de vídeos chegou no final de fevereiro, quando a Comissão Europeia e o Conselho, assim como o serviço diplomático da UE, anunciaram a proibição aos funcionários de usar a aplicação devido a questões de segurança – o Parlamento europeu seguiu o exemplo.

Nos últimos anos, houve pelo menos cinco Governos nacionais, incluindo algumas das principais potências de segurança cibernética – Alemanha, Países Baixos e Estónia -, que impuseram restrições semelhantes.

Por trás de restrições estão receios crescentes de que a aplicação possa ser usada como veículo de espionagem por grupos ligados a Pequim, partilha ilegal de dados em massa para a China ou informações confidenciais que caem em mãos erradas.

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O TikTok é de propriedade da empresa de tecnologia ByteDance, com sede em Pequim, o que tornou a popular aplicação de partilha de vídeos um alvo das autoridades de segurança ocidentais que procuram recuar contra a agressão da China no domínio digital.

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