Europa domina ranking das melhores cidades do mundo para explorar a pé em 2026 — Portugal tem 2 no top 10

A classificação final combina o volume de visitantes com os níveis de satisfação dos turistas, revelando quais são atualmente as cidades mais apreciadas.

Executive Digest

A Europa continua a afirmar-se como o principal destino mundial para quem gosta de descobrir cidades a pé. Um novo ranking internacional das melhores cidades pedonais de 2026 coloca cidades europeias nas 10 primeiras posições, com Lisboa e Porto entre os grandes destaques.

O estudo foi divulgado pela empresa de visitas guiadas GuruWalk e baseia-se em centenas de milhares de avaliações feitas por viajantes de todo o mundo. A análise teve em conta mais de 467 mil críticas verificadas relativas a 3.600 tours realizados em mais de 800 cidades ao longo dos últimos 12 meses.

A classificação final combina o volume de visitantes com os níveis de satisfação dos turistas, revelando quais são atualmente as cidades mais apreciadas para explorar a pé.

Roma lidera ranking das cidades mais agradáveis para caminhar

Roma ocupa o primeiro lugar da lista mundial das melhores cidades para visitar a pé em 2026. A capital italiana continua a atrair milhões de turistas graças ao seu património histórico e cultural, com monumentos emblemáticos como o Coliseu, o Panteão e o Vaticano.

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Madrid surge na segunda posição. A capital espanhola destaca-se pelos seus parques históricos, avenidas movimentadas e museus de referência, incluindo o Museu do Prado.

Budapeste fecha o pódio. Conhecida como a “Pérola do Danúbio”, a capital húngara continua a conquistar visitantes com os seus edifícios históricos, as termas e as vistas sobre o rio.

Lisboa e Porto entre as melhores cidades do mundo para explorar a pé

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Lisboa aparece no quinto lugar do ranking mundial e é descrita como uma cidade ideal para caminhadas, apesar das famosas colinas.

O estudo destaca bairros históricos como Alfama, conhecido pelas ruas estreitas, lojas tradicionais e cafés típicos. Entre os locais mais procurados pelos visitantes estão também o Mosteiro dos Jerónimos e o Castelo de São Jorge.

Além da arquitetura e dos monumentos, a gastronomia portuguesa e os tradicionais azulejos são apontados como parte da experiência de explorar Lisboa a pé.

O Porto também integra o top 10 mundial, ocupando a sétima posição. A cidade é elogiada pelas paisagens sobre o rio Douro, pelas ruas inclinadas da Ribeira e pela mistura entre edifícios históricos, igrejas revestidas a azulejo e bares vínicos tradicionais.

A ponte Dom Luís I é outro dos pontos destacados no ranking, oferecendo algumas das vistas mais emblemáticas da cidade.

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As 10 melhores cidades do mundo para caminhar em 2026

Além de Lisboa e Porto, o ranking inclui outras cidades europeias como Praga, Amesterdão, Barcelona, Londres e Berlim.

Praga destaca-se pelo centro histórico e pelo famoso relógio astronómico. Já Amesterdão combina canais, museus e bairros históricos facilmente percorridos a pé.

Barcelona continua a atrair turistas pela combinação entre praias, ruas históricas e obras icónicas como a Sagrada Família.

Londres surge como uma cidade onde muitos dos principais monumentos ficam a curta distância uns dos outros, enquanto Berlim se destaca pela mistura entre história, arte urbana e bairros criativos.

Ásia e América Latina ganham destaque no ranking

Apesar do domínio europeu, várias cidades asiáticas e latino-americanas registaram fortes subidas na classificação deste ano.

Tóquio subiu 16 posições e entrou no top 20, enquanto Quioto e Hiroshima também ganharam destaque no ranking. No Vietname, Ho Chi Minh e Hanói aparecem igualmente entre as cidades em crescimento.

Na América Latina, Santiago do Chile e Cidade do México alcançaram as melhores posições de sempre na lista.

Nova Iorque também continua a subir no ranking global e ocupa agora a 23.ª posição entre as cidades mais agradáveis para explorar a pé.

Veneza sofre queda acentuada devido ao excesso de turismo

Entre as cidades europeias, Veneza registou a maior descida no ranking. A cidade italiana caiu da 15.ª para a 91.ª posição, numa quebra associada aos problemas de excesso de turismo que continuam a afetar o destino.

O estudo sugere que a pressão turística e a elevada concentração de visitantes estão a tornar a experiência menos agradável para quem visita a cidade a pé.

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